☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
Gostou do conteúdo? Ajude a manter o café quente, o COBOL compilando e o mainframe acordado. 😄
☕ Pague um café ao Bellacosa

Translate

Mostrar mensagens com a etiqueta estrada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta estrada. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Viagem rumo a São Tomé das Letras - MG

Dirigindo pelo sul de Minas Gerais,


Seguindo os passos de antigos bandeirantes, estamos circulando pela Rodovia Fernão Dias, rumo a mistica cidade dos gnomos, duendes e ovnis.

Neste primeiro vídeo de nossa jornada, apresento algumas estradas que circulamos passamos por inúmeras localidades, estamos na pequena estrada de 3 Corações, posteriormente iremos subir rumo a São Tomé das Letras.

Passando pelo Portal Magico adentramos na cidade e chegamos ao Camping do CID, onde iremos passar a virada de ano e aproveitar para explorar um pouquinho de São Tome.

#MinasGerais #SaoTomeDasLetras #Estrada #TresCoracoes #Viagem #Rodovia #camping #Cid #Aventura #direcao #passeio #viagem #serramantiqueira


#SaoTomeDasLetras #Piramide #tocaFurada #mirante #cruzeiro #IGrejaAssombrada #Castelo #Trilha #Ecoturismo #ViagemAstral #Ufo #et #duende #fada #weed #hippie #bichogrilo #cachoeira #cascata #corredeira #Caverna #pedradabruxa #panorama #ChicoTaquara #Gruta #saoTome #igrejarosario #sobradinho #eubioese #shangrila #poçoazul #poçodasesmeraldas #paraiso #veudanoiva #valedasborboletas #lua #gruta



quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

A cachoeira da Lua e o caminho a Sobradinho em São Tomé das Letras

Bellacosa Mainframe e as poeirentas estradas de terra em São Tomé das Letras 

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

🌙 A Cachoeira da Lua e o Caminho para Sobradinho

Quando o jovem Vagner em 1994 continuou andando e descobriu que o mundo era muito maior do que imaginava.

Existem viagens que começam quando colocamos o pé na estrada. Outras começam muito antes, quando surge aquela inquietação de descobrir o que existe depois da próxima curva.

Aquela aventura por São Thomé das Letras, seguindo pela estrada de terra em direção a Sobradinho, foi uma dessas viagens.

Para o jovem Vagner, significava aumentar mais alguns quilômetros naquele mapa invisível que vinha construindo desde menino. Cada cidade visitada empurrava um pouco mais para longe as fronteiras do mundo conhecido.

E São Thomé parecia pertencer a outro mundo. Poder voltar a essa cidade é se encher de energia e descobrir um outro mundo.

Era uma cidade cercada por histórias, lendas, cavernas, grutas, cachoeiras e formações rochosas. Havia histórias sobre a ocupação humana da região misturadas às narrativas populares, ao misticismo e aos mistérios que transformaram São Thomé das Letras em um lugar tão particular.

Mas uma das maiores descobertas estava simplesmente na paisagem.

Eu estava acostumado ao verde da Mata Atlântica, às árvores grandes, à umidade e àquela vegetação que, observada à distância, parece formar um enorme mar verde.

Ali tudo parecia diferente.

A paisagem ganhava tons amarelados, marrons e ocres. Havia muita pedra, vegetação mais baixa e menos árvores gigantescas dominando o horizonte. O céu parecia maior.

Era como descobrir que o Brasil mudava de cor conforme avançávamos pela estrada.

E nós continuávamos avançando.



Rumando sem rumo.

Essa talvez seja a melhor definição daquela aventura.

Pegávamos estradas de terra, observávamos sítios e pequenas propriedades rurais, atravessávamos caminhos desconhecidos e procurávamos cachoeiras. Nem sempre era necessário encontrar uma atração famosa.

Às vezes bastava encontrar água.

Um ribeirão.

Um córrego.

Uma pequena cachoeira escondida entre as pedras.

Depois de caminhar debaixo do sol e sentir o calor acumulado nas pedras, entrar naquela água fria era um pequeno ritual.

Primeiro os pés.

Depois as pernas.

O corpo protestava por alguns segundos contra a diferença de temperatura.

E então vinha o mergulho.

A água gelada deixava de ser inimiga e se transformava em recompensa.

Nadávamos nos ribeirões, entrávamos debaixo das pequenas quedas d'água e simplesmente aproveitávamos aquele pedaço de natureza encontrado pelo caminho. Ao redor, novos pássaros, insetos, plantas e animais reforçavam a sensação de estarmos explorando um ambiente diferente daquele que conhecíamos.

Depois era hora de continuar.

Roupa secando no próprio corpo, poeira da estrada novamente nos sapatos e mais uma curva esperando adiante.



E havia ainda outra recompensa: a comida sul-mineira.

Depois de caminhar, nadar e explorar, sentar diante daquela comida simples, generosa e cheia de sabores da terra completava a experiência. Viajar também era descobrir um lugar pelo prato.

Hoje percebo que naquela estrada para Sobradinho eu não estava apenas procurando a Cachoeira da Lua.

Estava aprendendo algo que continuaria comigo durante muitas outras viagens:

o mundo é absurdamente grande.

E uma das melhores maneiras de conhecê-lo é continuar andando.

Mesmo quando não sabemos exatamente onde a estrada vai terminar.

Porque, algumas vezes, perder-se um pouquinho é justamente a maneira de encontrar aquilo que nunca soubemos que estávamos procurando.


------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Uma estrada de terra com muita poeira.


Estamos em busca de novas cachoeiras, rumando sem rumo pela estrada de Sobradinho, perdidos no interior de São Tomé. Vendo a bela paisagem, sítios e chácaras.


#SaoTomeDasLetras #Piramide #PedraDaBruca #tocaFurada #mirante #cruzeiro #IGrejaAssombrada #Castelo #Trilha #Ecoturismo #ViagemAstral #Ufo #et #duende #fada #weed #hippie #bichogrilo #cachoeira #cascata #corredeira #Caverna #pedradabruxa #panorama #ChicoTaquara #Gruta #saoTome #igrejarosario #sobradinho #eubioese #shangrila #poçoazul #poçodasesmeraldas #paraiso #veudanoiva #valedasborboletas #lua #gruta




terça-feira, 12 de dezembro de 2017

SP 065: Viagem sem visibilidade

Bellacosa Mainframe e a viagem sem visibilidade na SP 065

SP 065: Viagem sem visibilidade

Aventura na Rodovia Dom Pedro


Acabamos de entrar na Rodovia Dom Pedro e pegamos um trecho com baixa visibilidade com a serração bloqueando a visão.

A neblina nos obrigou a diminuir a velocidade e com isso, estamos com mais tempo para filosofar e ficar naquele papo profundo kkkkkk

Ansiosos por chegar ao litoral e com velocidade reduzida, todos os detalhes chamam atenção, desde o transito na pista contraria, até sobressaltos na pista.

A barriga roncando com fome, esperando para chegar num restaurante a beira da estrada para comermos nosso desejum, pena que neste trecho da rodovia, não existam grandes restaurantes.






Para ir mais longe nesta viagem












https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2016/03/rio-atibaia-alaga-sp-065-dom-pedro-i-no.html


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

SP 070 - Rodovia Carvalho Pinto e seus tuneis

Rumo aos túneis da SP 070


Após nossa prolongada parada no Frango Assado onde tomamos nosso café da manha, bom mas caro, podemos apreciar as varias motocicletas que estavam estacionadas ali.

Inclusive o formiguinha viu a moto do capitão América e um veiculo militar que estava ali estacionado e ansiosos para pegar estrada, partimos.

Estamos de volta a Rodovia Carvalho Pinto rumo a Caçapava e Taubaté de onde iremos prosseguir via Rodovia Tamoios rumo a Ubatuba.

Estamos a bastante tempo na estrada, saímos de Itatiba e passamos por muitos caminhos até aqui chegar, vejam os outros vídeos da viagem.

Espero que gostem de engenharia civil, pois esta estrada tem varias obras de arte: uma ponte sobre o Rio Paraíba do Sul e uma sequencia de vários tuneis.




domingo, 10 de dezembro de 2017

SP 125 Oswaldo Cruz : Saindo de Taubaté

Nossa viagem não para


Estamos saindo de Taubaté e já estamos na rodovia SP 125 Oswaldo Cruz sempre rumo a Ubatuba, curiosamente talvez por estarmos cansados e com fome, nada de excepcional aconteceu.

Todos queremos chegar logo já vão mais de 5 horas no carro, fizemos uma parada em São José dos Campos, mas o corpo e a paciente estão se esgotando.

Por acaso a coisa mais interessante foi o GPS se perder e indicar o meu do mato como se fosse uma pista, incrível por que a SP 125 existe neste trassado há de 50 anos.

Essas empresas picaretas só querem ganhar dinheiro conosco tentando vender atualizações ou mapas bugados, mas fazer o que é sempre assim somos o elo mais fraco destas transações comerciais.

Deixemos de reclamação e vamos olhar a estrada.



quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

SP 075 Santos Dumont: Voltado de Viracopos

Serviços extraordinários no aeroporto de Viracopos


Para um trabalhador os modernos desafios do mercado de trabalho acabam com qualquer um, veja bem, um funcionário deve largar seu trabalho, pegar seu próprio automóvel se deslocar rumo ao aeroporto, distante mais de 60 quilômetros, para retirar uma encomendas da empresa? A noite e fora do horário de expediente.

Realmente a cada dia as empresas abusam cada vez mais, dos seus funcionários, solicitando tarefas fora do previsto, vendo por outros olhos,  por sorte podemos aproveitar a viagem e fazer um novo percurso e conhecer novos caminhos.

Parar no arcos dourados e tomar um gelado, andar nos porões das companhias de carga aérea e ver locais fora do olhar comum, conhecendo as rotinas diárias do transporte de carga. Esqueci de comentar que esta estrada a SP 075 e a Santos Dumont que liga o aeroporto internacional de Viracopos com a cidade de Campinas e outras rodovias.





terça-feira, 5 de dezembro de 2017

SP 065 curtindo o entardecer numa viagem até Campinas


SP 065 curtindo o entardecer numa viagem até Campinas

Viajando para Campinas e vendo um belo por do sol.


Adoramos pegar estrada e a rodovia SP 065 Dom Pedro é nossa avenida, faça chuva, faça sol estamos sempre circulando no sentido leste e oeste, apreciando a paisagem, vendo o que sobrou de antigas fazendas do século XIX.

No trecho entre Itatiba e Valinhos temos grande quantidades de pedra, parece que foram plantadas nas colinas, as vezes conseguimos ver trechos do Rio Atibaia, pontes sobre ribeirões e até mesmo um hidroelétrica dos primórdios do século XX.

Entre o trecho de Valinhos e Campinas quase não existe mais zona rural, pois a cidade cresceu tanto que vemos inúmeros motéis, galpões e fabricas, tendo mesmo bairros residências com condomínios e vilas.

Nossa viagem segue tranquila com a bela luz vermelha do poente. O dia esta acabando logo estaremos em Campinas, pegando o Formiga, para em seguida irmos até o aeroporto de Viracopos retirar uma encomenda na Azul.

Curta nossa viagem.




sábado, 2 de dezembro de 2017

SP 360: A gruta viva de bambus em Morungaba

O trabalho de um homem.


Um antigo funcionário encarregado pela manutenção da rodovia resolveu ir além do seu trabalho, plantando mudas de bambu nos terrenos próximos a rodovia.

Com o passar dos anos estas plantas cresceram, chegando a cobrir toda a rodovia, criando belas grutas vivas de bambu. A prefeitura de Morungaba investiu nesta beleza natureza e tem cuidado e protegido esta bela atração.

Em outro vídeo mostro como fica a noite toda iluminada com diversas cores tornando mais bela a visão. Convido a todos a viajarem e verem tão bela paisagem, as colinas crescendo e se transformando em uma serra gloriosa com vários picos no horizonte.

O panorama abriga vários sítios e fazendas, podemos ver vacas pastando, cavalos galopando e muitas construções de fazendo.


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

SP 021: Adentrando no Túnel no Rodo-anel

Passando dentro da montanha

Bem vindo, se parou aqui neste post, provavelmente gosta de dirigir e esta querendo conhecer as estradas do Estado de São Paulo, o rodo-anel é aquela obra eterna, que nunca acabada, entra governo e sai governo, passado mais de duas décadas. 

Deixando politiquice de lado, ela tem como objetivo interligar todas as rodovias que chegam a São Paulo num anel e com isso desafogar o transito dentro da cidade, porém se tivéssemos mais transporte ferroviário, talvez a cidade estaria menos afogada com seus mais de 100 quilômetros diários de transito.

Voltando a SP 021 e seu traçado saímos da Rodovia Bandeirantes e estamos seguindo a São Roque e é claro aproveitando para passar pelos tuneis e ver a cidade crescendo ao redor da estrada. Incrível que há alguns anos atrás aqui era floresta, agora já se vê montes de construções. A cidade não para e continua a crescer e crescer.

Será que ela será sustentável? Conseguira ter água potável a todos? Transporte digno para o trabalho? Rede de saneamento básico e tratamento de esgotos? Aqui perto passa o Rio Tietê o maior esgoto a céu aberto do mundo. Coisa triste de ser ver.

Vamos ao vídeo... espero que goste.





SP 021 : Túnel I do rodo-anel

Viajando pela anel de contorno


Vamos rumo a Rodovia Castelo Branco e para chegar aquele ponto, temos que dar uma senhora volta, pegando inúmeras estradas até chegar ao rodo-anel.

Viajar pelo estado de São Paulo é bem complicado, faltam ligações e por isso somos obrigados a percorrer quilômetros a mais,  desnecessários para chegar ao nosso destino.

Infelizmente quando olharam o mapa do estado esqueceram de serem mais eficientes, falta ferrovias, falta ligações rodoviárias e temos diversos rios sub utilizados no quesito navegação, será que algum dia teremos progresso?

Enquanto isso pagamos um IPVA bem alto, pagamos pedágios na maiorias das rodovias e em alguns lugares somos vitimas da mafia dos radares que numa pegadinha do malandro, alteram a velocidade de trechos da estrada para sermos pegos trafegando em velocidade acima do permitido.

Bom chega de filosofia de botequim e vamos ao que interessa, estamos seguindo rumo a São Roque e passamos pelo rodo-anel e agora estamos entrando no primeiro túnel para aqueles que veem da região de Jundiaí.




terça-feira, 31 de outubro de 2017

SP 360: Viagem pela estrada iluminada de Morungaba

Os bambus iluminados a noite.


Quem trafega pela SP 360, já sabe que ela quando cruza o município de Morungaba, terá boas surpresas. 

Esta estrada tem seu ponto mais belo dentro da zona rural de Morungaba, com sua cerca viva de bambu, plantadas as margens da rodovia e cresceu de tal maneira que se encontraram e criaram uma gruta.

Aproveitando a beleza natural desta planta a prefeitura ligou lampadas e criou uma iluminação que cria um jogo de luz muito interessante para quem trafega neste trecho.

Falando de Morungaba tem uma casa de doces do outro mundo, pena que fecha cedo e sempre que passamos por aqui esta fechada, mas para os que passem mais cedo, recomendo uma visitinha.

Agora se es a primeira vez que trafegará por esta estrada tenha cuidado com os motociclistas que abusam da velocidade e exploram as curvas até o limite da segurança e eventualmente provocam graves acidentes, por isso fiquem atentos.



sexta-feira, 15 de setembro de 2017

SP 075 : Chegando a Salto e apreciando um belo sol poente

Vendo o por do sol em outro angulo.


Normalmente nossas viagens são rumo a oeste a caminho da cidade de Campinas, por isso o sol poente sempre esta a frente do veiculo, nos ofertando um luz avermelhada diretamente a nossa frente, hoje mudamos o rumo de nossa viagem.

A caminho de sudoeste rumo a Sorocaba estamos com o poente a nossa direita e estamos trafegando na SP 075, curtimos um sábado muito agradável, onde saboreamos pratos típicos da culinária Suíça, apreciamos danças tipicas, assistimos demonstração de tiro ao alvo com arcos, besta e pistola e ainda visitamos antigas instalações da Estrada de Ferro Sorocabana.

Agora rumando para Sorocabana e temos esta bela visão do horizonte, vendo a silhuetas dos prédios crescendo pouco a pouco, sobre a luz avermelhada do poente, esta cidade é Salto, dentro de 30 minutos estaremos em Sorocaba.

Um alerta aos viajantes o piso desta estrada esta muito irregular, o asfalto apresenta muios remendos e por isso esta cheio de lombos e calombos, fazendo nosso carro ficar aos pulinhos feito um cabrito montanhês.




quinta-feira, 14 de setembro de 2017

SP 075: Passando por Itu Rumo a Sorocaba

Viajando pela rodovia SP 075


Nossa viagem como sempre começou em Itatiba, passando pelas terras de Valinhos e Campinas, estradas que usamos cotidianamente e já foram temas de outros vídeos do nosso canal, após um dia agradável em Indaiatuba visitando a antiga estação central da cidade, lembranças da época áurea da cafeicultura e participamos da festa na Colônia Helvetia,  rumamos a Sorocaba e desta vez, passando por terras de Salto e Itu.

Estamos falando de nossa viagem pela rodovia SP 075, praticamente percorremos todo a sua extensão, do final dela em Campinas até o seu inicio em Sorocaba. Viajando pela Rodovia Engenheiro Ermínio de Oliveira Penteado foi bem tranquilo, apesar de achar meio caro o pedágio e este trecho ter alguns buracos e calombos na pista, que acredito não ser justo pelo atual estado de conservação desta rodovia.

Em toda a sua extensão ela é duplicada e podemos dirigir em maior velocidade, passamos por ferrovias, fazendas, fabricas, centros de logística que indicam como esta região é prospera e gera muitos empregos.

A parte mais encantadora é quando passamos por Salto/Itu com suas antigas chaminés das olarias que margeavam o rio Tietê, produzindo telhas e tijolos usadas para o crescimento de São Paulo, temos também o Rio Tietê, um grande rio poluído, próximos a estrada, relembrando o longo caminho que os bandeirantes fizeram partindo da longínqua São Paulo de Paraitinga em pequenas canoas e mulas para adentrarem ao interior do país.

Notem o transito na estrada é perturbador, pois estamos num sábado a tarde e veja a quantidade de veículos trafegando para lá e cá e lúdico ver as lanternas vermelhas e os faróis altos, vejam também os diversos modelos de pontes e viadutos em nosso caminho.



sexta-feira, 4 de agosto de 2017

SP 065: Passando pelo pedágio em Igaratá

Bellacosa Mainframe e o pedagio de igarata na sp 065

SP 065:  Passando pelo pedágio em Igaratá

Viagem rumo ao final da Rodovia Dom Pedro.


Dirigindo pela SP 065 passamos por mais uma praça de pedágio, agora estamos em Igaratá, não sei dizer se é o bom ruim, por um lado temos uma estrada muito bem conservada em que podemos ter maiores velocidades rumo ao nosso destino, por outro lado, temos uma parcela da população impossibilitada de viajar devido aos custos.

Temos o repasse destas taxa de pedágio ao custo do frete, que por sua vez encarece o produto final, tirando do mercado os pequenos produtores que tem margens de lucro bem apertadas. Acredito que deveria ter um meio termo, afinal já pagamos o IPVA, que supostamente era para custear as estradas e ruas.

Bom pensem a respeito, agora voltemos a nossa viagem a Ubatuba, estamos na estrada desta vez na SP 065, saímos de Itatiba, passamos por Jarinu e Atibaia e estamos indo rumo a Jacareí, passamos pela 3ª praça de pedágio Igaratá, que acredito ser um absurdo paga tanto, no estado de São Paulo é muito caro dirigir pelas estradas, a cada 50 quilômetros mais ou menos, existem praças de pedágio, até o final desta viagem, serão mais 2,  o que podemos fazer?





quarta-feira, 2 de agosto de 2017

SP 065: Uma viagem com forte neblina

Bellacosa Mainframe e a neblina na sp 065

SP 065: Uma viagem com forte neblina

Experiencias para motorista, neblina e a baixa visibilidade

Nossa viagem rumo a Ubatuba continua, a neblina começa perder força e os raios solares começam a surgir lá longe.

A viagem esta divertida com o Formiga perguntando sobre tudo, curiosidade tipica da idade, nosso pequeno amigo tagarela descobre sobre represas e lagos, vendo os viadutos sobre os grandes lagos que começam a se encherem, após o longo período de estiagem que nosso estado atravessou.

A seca foi tão grande que diversos municípios tiveram interrupção do fornecimento de água, sofrendo com rodízios e mesmo abastecimento por carro pipa. Por sorte 2016 e 2017 trouxeram chuvas e gradualmente o Sistema Cantareira vem repondo sua cota d´água e as diversas represas começam a encherem.

Depois desse bla bla bla, nossa viagem pela Rodovia Dom Pedro esta quase terminando e em breve chegaremos a Jacareí onde iremos pegar a Rodovia Dutra. Até la amigos.





terça-feira, 1 de agosto de 2017

SP 065: Viajando sem visibilidade com muita nevoa na estrada

Bellacosa Mainframe e nevoa na estrada sp 065

SP 065: Viajando sem visibilidade com muita nevoa na estrada

Neblina na região de Nazaré Paulista.

Nossa viagem iniciou-se antes do nascer do sol, estamos na rodovia Dom Pedro rumo a Ubatuba, uma longa viagem passaremos por diversas cidades em nossa viagem.

O tempo esta fechado com um pouco de chuva pelo caminho, até chegarmos em Nazaré Paulista onde fomos pegos por uma neblina que dificultava em muito a direção, o que torna nossa viagem mais emocionante e diferente do comum.

Diminuímos a nossa velocidade e seguimos rumo a Jacareí, onde iremos pegar mais estradas, o Formiga esta elétrico, tagarela e atento a viagem, vamos conversando e aproveitando os primeiros raios solares que lutam para passar por entre a nevoa.



terça-feira, 27 de junho de 2017

SP 063 Alkindar Monteiro o louco do traço continuo

Péssimos motoristas podem provocar acidentes


Por causa de algumas pessoas todo o sistema fica em perigo, motoristas barbeiros que dirigem de modo imprudente e as vezes alcoolizados podem causar acidentes. Este pequeno vídeo mostra um motorista tentando a todo custo ultrapassar outros veículos, mesmo antes de ligarmos a câmera o condutor estava dirigindo de modo ofensivo. 

A estrada ou melhor dizendo estradinha SP 063 Alkindar Monteiro liga Itatiba a Bragança paulista esta estrada é um perigo, poucos motoristas respeitam o traço continuo, trafegando acima do limite de velocidade e é uma rotina acontecerem acidentes aqui. Todo cuidado é pouco.

Veja o vídeo e tire suas conclusões.




sábado, 16 de julho de 2016

Indian Motorbike invadem o Brasil

Bellacosa Mainframe e o encontro inesperado com as Indian Motors

🏍️ Indian Motorcycles Invadem Guararema

Quando fomos procurar uma velha locomotiva a vapor e encontramos uma trupe sobre duas rodas

Era um passeio por Guararema, São Paulo, daqueles em que o destino já parecia suficientemente interessante por si só.

Nossa intenção naquele dia era embarcar em uma velha locomotiva a vapor restaurada e fazer um passeio ferroviário, revivendo por alguns momentos uma época em que viajar significava ouvir o apito do trem, sentir o cheiro característico da ferrovia e observar lentamente a paisagem pela janela.

Estávamos, portanto, com a cabeça nos trilhos.

Até que ouvimos o barulho.

Primeiro veio de longe. Depois ficou cada vez mais forte.



RONC! RONC! RONC!

Em poucos instantes, aquele ambiente de nostalgia ferroviária foi invadido pelo som ensurdecedor de motores. Uma verdadeira trupe sobre duas rodas estava chegando a Guararema.

E que máquinas!

Eram motocicletas Indian, com modelos simplesmente lindíssimos. Grandes, imponentes, cromadas e com aquele desenho clássico que imediatamente remete às enormes motocicletas americanas das estradas.

Naturalmente, fomos conferir.

Por alguns minutos, a velha locomotiva que nos levara até Guararema como objetivo da viagem ganhou concorrentes inesperadas.

De um lado, uma máquina histórica sobre trilhos de aço.

Do outro, máquinas igualmente fascinantes sobre duas rodas.

Talvez tenha sido justamente esse contraste que tornou aquele momento tão especial.

Fomos a Guararema atrás do som de uma locomotiva a vapor e, antes mesmo de embarcar, fomos recebidos pelo trovão dos motores das Indian.

São essas pequenas surpresas que transformam um simples passeio em memória.

E naquele dia Guararema parecia reunir duas maneiras maravilhosas de viajar:

sobre trilhos ou sobre duas rodas.



-----------------------------------------------------------------------------------

Indian Motorbike em exibição nas ruas de Guararema.


Para os aficionados por moto eis um pequeno brinde, fantásticas motos Indian em exibição. Diversos modelos em uma passeio pela Rota 66 paulista.


Isso mesmo Guararema é cortada pela SP 066 passando por bucólicas estradinhas próximo a propriedades rurais, fazendinhas, ribeiroes e riachos.

Eu e o formiguinha aproveitamos a deixa e fomos espionar de perto estas maquinas gigantes.

domingo, 10 de julho de 2016

BR 381 Viagem noturna rumo a Itatiba


Um Café no Bellacosa Mainframe

🌙 BR-381 — Uma Viagem Noturna Rumo a Itatiba

Às vezes não é preciso viajar para muito longe para descobrir uma estrada nova. Basta voltar para casa por um caminho diferente.

Era noite e estávamos voltando para Itatiba depois de um domingo muito agradável em família, na Vila Rio Branco, região da Penha, em São Paulo.

Normalmente, minhas viagens para São Paulo tinham um roteiro praticamente automático. Na hora de voltar para casa, o caminho era quase sempre o mesmo: pegar a Rodovia dos Bandeirantes e seguir rumo ao interior.

Era a nossa rota conhecida.

Mas naquele domingo a geografia tinha outros planos.


🎂 Um dia especial em família

Havíamos ido até a Vila Rio Branco para comemorar o aniversário da Dona Anna, cercados de primos, tios, tias e daquela movimentação típica de uma reunião familiar.

E havia um detalhe especialmente bonito naquele encontro.

Juliana era confeiteira.

Dona Anna também havia sido confeiteira.

Assim, de certa maneira, duas gerações que conheciam muito bem farinha, açúcar, recheios, coberturas e a arte de transformar ingredientes em momentos felizes estavam se encontrando naquele aniversário.

Juliana resolveu presenteá-la da melhor maneira possível: preparando um belíssimo e delicioso bolo de aniversário.

Não era apenas um bolo comprado a caminho da festa.

Havia trabalho, conhecimento e carinho ali.

Uma confeiteira presenteando outra confeiteira.

E talvez apenas quem já trabalhou com isso consiga olhar para um bolo e perceber tudo aquilo que existe por trás dele: preparação, técnica, paciência, decoração e aquela inevitável expectativa de descobrir se todos irão gostar.

Gostaram.

Depois de um dia gostoso em família, chegou a inevitável hora de retornar para Itatiba.


🚗 O Pretinho estava pronto

Nosso companheiro daquela noite era o famoso Pretinho, nosso New Fiesta 2013.

E quem estava pilotando era a Juliana.

Só que havia uma pequena questão de logística.

Estávamos na região da Penha.

Voltar para o caminho tradicional e procurar a Bandeirantes não parecia fazer muito sentido.

Foi quando apareceu o argumento:

— Estamos praticamente do lado da Fernão Dias...

E contra a geografia fica difícil discutir.

😂

A BR-381 — Rodovia Fernão Dias oferecia um caminho muito mais lógico para quem estava saindo daquela região de São Paulo rumo a Itatiba.

Então, por que não?



🛣️ Vamos voltar pela Fernão Dias!

Hoje parece uma decisão absolutamente banal.

Coloque a rota no GPS e pronto.

Mas naquele momento havia um ingrediente que fazia toda a diferença:

não estávamos acostumados a fazer aquele caminho.

E isso transformou o retorno para casa numa pequena exploração.

Juliana pilotava o Pretinho enquanto avançávamos pela Fernão Dias.

A estrada era diferente.

As curvas eram diferentes.

Os acessos eram diferentes.

As referências eram diferentes.

Até as luzes pareciam diferentes.

Quando você dirige repetidamente pela mesma rodovia, o cérebro começa a apagar parte da viagem. Pontes, placas, curvas e saídas tornam-se referências automáticas.

Você praticamente sabe o que encontrará alguns quilômetros adiante.

Naquela noite não.

Tudo precisava ser observado.

🌃 Uma estrada conhecida por milhares — desconhecida para nós

Havia as luzes dos veículos vindo no sentido contrário.

Faróis surgiam nas curvas, aproximavam-se e desapareciam rapidamente atrás de nós.

As lanternas vermelhas dos carros à frente formavam pequenas linhas luminosas acompanhando o desenho da rodovia.

Placas refletivas surgiam repentinamente na escuridão.

Viadutos, acessos, postos e cidades apareciam como pequenas ilhas iluminadas no meio da noite.

E dentro do Pretinho havia aquele brilho característico do painel.

É curioso como uma viagem noturna muda completamente uma estrada.

Durante o dia enxergamos montanhas, construções, árvores, bairros e horizontes.

À noite o mundo fica reduzido àquilo que os faróis permitem descobrir.

Existe quase uma sensação de exploração.

A estrada vai sendo revelada alguns metros de cada vez.

🗺️ O prazer de sair da rota habitual

Não estávamos indo para nenhum lugar desconhecido.

Nosso destino era simplesmente casa.

Itatiba.

Mas havíamos mudado uma variável.

A rota.

E isso foi suficiente para transformar um deslocamento cotidiano em uma pequena aventura.

Talvez seja uma das coisas de que mais gosto em viajar.

Nem sempre precisamos atravessar oceanos ou visitar lugares extraordinários.

Às vezes basta fazer algo simples:

seguir por uma estrada pela qual normalmente não passaríamos.

A Fernão Dias, utilizada diariamente por milhares de motoristas, naquela noite era novidade para nós.

Cada curva despertava curiosidade.

Cada conjunto de luzes parecia anunciar alguma coisa.

E Juliana seguia pilotando o Pretinho enquanto eu aproveitava aquela experiência diferente.

❤️ Voltávamos felizes

Talvez a estrada também tenha ficado bonita porque nós estávamos felizes.

O dia havia sido bom.

Tínhamos passado algumas horas agradáveis com a família.

Havíamos comemorado mais um aniversário da Dona Anna.

Juliana tinha levado seu bolo.

Uma confeiteira havia presenteado outra confeiteira.

As conversas, os encontros, o parabéns e aquela pequena bagunça familiar tinham ficado para trás.

Agora restava o silêncio relativo da estrada.

O ronco do motor.

Os pneus tocando o asfalto.

As luzes passando pelas janelas.

E Itatiba esperando alguns quilômetros adiante.

🌙 Uma viagem que não deveria ter sido memorável

O mais curioso é justamente isso.

Não aconteceu nada extraordinário.

Não tivemos uma grande aventura.

Não nos perdemos.

Não houve tempestade.

Não houve pane.

Não encontramos nada espetacular pelo caminho.

Simplesmente voltamos para casa por uma estrada diferente.

E foi suficiente.

Porque memória não funciona segundo uma tabela de importância.

Existem acontecimentos enormes dos quais esquecemos detalhes poucos anos depois.

E existem noites absolutamente comuns que permanecem guardadas durante décadas.

Esta foi uma delas.

Uma noite de 2016.

Juliana pilotando o Pretinho.

O New Fiesta avançando pela BR-381.

As luzes dos carros.

O traçado desconhecido.

A sensação de explorar.

E nós dois voltando para Itatiba depois de um domingo feliz em família.

Talvez viajar seja exatamente isso.

Não apenas chegar a lugares novos.

Mas continuar sendo capaz de olhar para um caminho diferente e pensar:

“Vamos por aqui desta vez.”

E descobrir que até o caminho de casa ainda pode guardar uma pequena aventura.

Bellacosa Mainframe — porque algumas memórias ficam armazenadas durante anos, esperando apenas o JOB certo para voltar a executar.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Domingo delicioso passado na Vila Rio Branco


Tivemos um otimo domingo que passamos juntos a família, curtindo todos os primos, tios e tias no aniversario da Vovo Anna.



No retorno a Itatiba para evitar a porcaria da marginal Tiete com velocidade reduzida, optamos por vir via Fernão Dias.

Foi uma delicia experimentar a estrada a noite, ver as luzes do painel e os carros no sentido contrario chegando a São Paulo.

Sintam a emoção de dirigir a noite numa estrada sinuosa e cheia de surpresas.

sábado, 18 de junho de 2016

Uma volta pelo centro de Campos de Jordao

Bellacosa Mainframe passeando por Campos do Jordão

Um belo dia de inverno

Uma volta pelo centro de Campos de Jordao

Acompanhando os caminhos de ferro, eu observava a paisagem passar lentamente pela janela.

As casinhas típicas apareciam uma depois da outra, quase acompanhando os trilhos. Pelas ruas, havia um movimento anormal de turistas. Muitas motos cortavam o trânsito, surgindo entre carros, esquinas e pequenas multidões.

Era inverno.

Do lado de fora, a cidade parecia especialmente viva.

O roncar dos motores misturava-se a uma música disco que tocava no rádio. Uma combinação estranha, mas perfeita para aquele momento. Eu não tinha pressa. Apenas apreciava a paisagem urbana enquanto o carro avançava lentamente.

Ou tentava avançar.

O trânsito estava um verdadeiro fuá.

Carros por todos os lados, motos passando pelos espaços impossíveis, turistas atravessando, gente procurando onde estacionar, gente olhando mapas, gente simplesmente parada admirando aquilo que para os moradores provavelmente já fazia parte da rotina.

E nós seguíamos devagar.

Metro após metro.

O rádio tocando.

Os motores roncando.

Os trilhos aparecendo de vez em quando ao nosso lado.

E aquela paisagem de inverno passando lentamente pela janela.

Naquele momento, o congestionamento não parecia exatamente um problema.

Era parte da viagem.



-----------------------------------------------------------------------------------

Um belo dia de inverno.


Acompanhando os caminhos de ferro e vendo a paisagem com as casinhas típicas, o movimento anormal de turistas, muitas motos pelas ruas.



Ouvindo o roncar dos motores e uma musica disco na radio e apreciando a paisagem urbana.

O carro lentamente avançando naquele fua de transito, confusao de turistas.
Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
GitHub LinkedIn
Inicializando conteúdo...