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sábado, 16 de julho de 2016

Indian Motorbike invadem o Brasil

Bellacosa Mainframe e o encontro inesperado com as Indian Motors

🏍️ Indian Motorcycles Invadem Guararema

Quando fomos procurar uma velha locomotiva a vapor e encontramos uma trupe sobre duas rodas

Era um passeio por Guararema, São Paulo, daqueles em que o destino já parecia suficientemente interessante por si só.

Nossa intenção naquele dia era embarcar em uma velha locomotiva a vapor restaurada e fazer um passeio ferroviário, revivendo por alguns momentos uma época em que viajar significava ouvir o apito do trem, sentir o cheiro característico da ferrovia e observar lentamente a paisagem pela janela.

Estávamos, portanto, com a cabeça nos trilhos.

Até que ouvimos o barulho.

Primeiro veio de longe. Depois ficou cada vez mais forte.



RONC! RONC! RONC!

Em poucos instantes, aquele ambiente de nostalgia ferroviária foi invadido pelo som ensurdecedor de motores. Uma verdadeira trupe sobre duas rodas estava chegando a Guararema.

E que máquinas!

Eram motocicletas Indian, com modelos simplesmente lindíssimos. Grandes, imponentes, cromadas e com aquele desenho clássico que imediatamente remete às enormes motocicletas americanas das estradas.

Naturalmente, fomos conferir.

Por alguns minutos, a velha locomotiva que nos levara até Guararema como objetivo da viagem ganhou concorrentes inesperadas.

De um lado, uma máquina histórica sobre trilhos de aço.

Do outro, máquinas igualmente fascinantes sobre duas rodas.

Talvez tenha sido justamente esse contraste que tornou aquele momento tão especial.

Fomos a Guararema atrás do som de uma locomotiva a vapor e, antes mesmo de embarcar, fomos recebidos pelo trovão dos motores das Indian.

São essas pequenas surpresas que transformam um simples passeio em memória.

E naquele dia Guararema parecia reunir duas maneiras maravilhosas de viajar:

sobre trilhos ou sobre duas rodas.



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Indian Motorbike em exibição nas ruas de Guararema.


Para os aficionados por moto eis um pequeno brinde, fantásticas motos Indian em exibição. Diversos modelos em uma passeio pela Rota 66 paulista.


Isso mesmo Guararema é cortada pela SP 066 passando por bucólicas estradinhas próximo a propriedades rurais, fazendinhas, ribeiroes e riachos.

Eu e o formiguinha aproveitamos a deixa e fomos espionar de perto estas maquinas gigantes.

sábado, 18 de junho de 2016

Uma volta pelo centro de Campos de Jordao

Bellacosa Mainframe passeando por Campos do Jordão

Um belo dia de inverno

Uma volta pelo centro de Campos de Jordao

Acompanhando os caminhos de ferro, eu observava a paisagem passar lentamente pela janela.

As casinhas típicas apareciam uma depois da outra, quase acompanhando os trilhos. Pelas ruas, havia um movimento anormal de turistas. Muitas motos cortavam o trânsito, surgindo entre carros, esquinas e pequenas multidões.

Era inverno.

Do lado de fora, a cidade parecia especialmente viva.

O roncar dos motores misturava-se a uma música disco que tocava no rádio. Uma combinação estranha, mas perfeita para aquele momento. Eu não tinha pressa. Apenas apreciava a paisagem urbana enquanto o carro avançava lentamente.

Ou tentava avançar.

O trânsito estava um verdadeiro fuá.

Carros por todos os lados, motos passando pelos espaços impossíveis, turistas atravessando, gente procurando onde estacionar, gente olhando mapas, gente simplesmente parada admirando aquilo que para os moradores provavelmente já fazia parte da rotina.

E nós seguíamos devagar.

Metro após metro.

O rádio tocando.

Os motores roncando.

Os trilhos aparecendo de vez em quando ao nosso lado.

E aquela paisagem de inverno passando lentamente pela janela.

Naquele momento, o congestionamento não parecia exatamente um problema.

Era parte da viagem.



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Um belo dia de inverno.


Acompanhando os caminhos de ferro e vendo a paisagem com as casinhas típicas, o movimento anormal de turistas, muitas motos pelas ruas.



Ouvindo o roncar dos motores e uma musica disco na radio e apreciando a paisagem urbana.

O carro lentamente avançando naquele fua de transito, confusao de turistas.

sábado, 2 de abril de 2016

A rua principal de Monte Verde

A cidade de uma só rua.


Estamos passeando por Monte Verde, um refugio na montanha da Serra da Mantiqueira próximo da fronteira entre os estados de São  Paulo e Minas Gerais.



Um lugar romântico, um refugio para casais curtirem bons momentos a 2, cercado de chalets em meio ao verde das montanhas.

No inverno curtir uma lareira com queijinho fundido e um bom vinho torna tudo ainda mais romântico.

A cidade porem é bem pequenina, somente tem uma rua principal onde todo o comercio esta centralizado, com casa de doces, onde recomendo vivamente provarem o delicioso doce de abóbora com coco.

Passeando pela rua principal nos deparamos com muitos motociclistas passando uma agradável tarde de sábado em suas maquinas.

sábado, 10 de maio de 2014

Globo da Morte em Itatiba Parte II

Bellacosa Mainframe e o globo da morte no circo de itatiba

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🏍️ Aventuras no Globo da Morte — O Circo Mambembe que Fez o Formiguinha Pirar

Um fim de semana em Itatiba, brigadeiros da Juju, passeios pelo Parque Luís Latorre e motociclistas aparentemente malucos desafiando a gravidade dentro de uma esfera de aço

Estamos em Itatiba, em um daqueles finais de semana especiais em que o Formiga vinha ficar conosco.

E quando isso acontecia havia uma transformação interessante na casa.

Juliana ficava eufórica.

Era como se recebesse uma missão secreta:

Temos aproximadamente 48 horas. Precisamos fazer esse menino se divertir o máximo possível.

E a operação começava.

Videogame.

LEGO espalhado pela casa.

Passeios.

Guloseimas.

Brincadeiras.

Brigadeiros e outras delícias produzidas pelas mãos mágicas da Juju.

E, naturalmente, alguma coisa precisava acontecer fora de casa.

Uma de nossas rotinas era simplesmente bater perna pelo Parque Luís Latorre, passear sem grandes compromissos, deixar o Formiga gastar aquela aparentemente inesgotável reserva energética disponível exclusivamente para crianças.

Mas existia outra coisa que procurávamos aproveitar sempre que aparecia uma oportunidade:

circo.

E não estou falando dos espetáculos gigantescos que participam do Festival Internacional de Circo de Monte-Carlo, televisionados e apresentados ao mundo.

Estou falando de outra espécie de circo.

Talvez uma espécie muito mais próxima daquela que durante gerações ajudou a formar o imaginário das pequenas cidades brasileiras.

🎪 O pequeno circo familiar.

O circo mambembe.

Aquele que chega ao interior paulista transportado por alguns caminhões, ocupa temporariamente um terreno, ergue sua lona e durante alguns dias cria um pequeno universo paralelo dentro da cidade.


🎪 Uma pequena empresa familiar sobre rodas

Existe algo nesses circos que sempre me fascinou.

Não há uma gigantesca estrutura corporativa separando cada função.

Ali, todo mundo parece fazer um pouco de tudo.

A mesma artista que você encontra fazendo malabarismo no picadeiro pode ser justamente a pessoa que, pouco antes, estava vendendo o ingresso na entrada.

Outro artista que daqui a alguns minutos estará participando de algum número pode aparecer no intervalo oferecendo:

🍿 doces,

🥤 refrigerantes,

🍭 algodão-doce,

🌭 cachorro-quente,

🥟 pastel.

É quase uma pequena empresa itinerante.

Só que o escritório possui lona.

O departamento de vendas também faz malabarismo.

O pessoal da operação monta arquibancada.

E provavelmente alguém do financeiro sabe dirigir caminhão.

Quem está acostumado com grandes organizações poderia imaginar um organograma:

CEO → Diretor → Gerente → Supervisor → Operação.

No circo mambembe o organograma provavelmente seria mais simples:

Todo mundo → faz tudo.

E funciona.

A família trabalha.

Os artistas trabalham.

A lona sobe.

As luzes acendem.

A música começa.

E durante algumas horas aquele terreno qualquer de uma cidade do interior deixa de ser um terreno.

Vira um mundo mágico.

🐜 Para uma criança, porém, nada disso importava

O Formiga não estava interessado no modelo operacional do circo.

Ele queria espetáculo.

E naquele dia haveria um dos números mais tradicionais e impressionantes desse universo:


🏍️ O GLOBO DA MORTE

Ali estava ele.

Uma enorme esfera construída com estrutura metálica.

Olhando de fora já parecia existir alguma coisa errada naquele projeto.

Uma motocicleta ali dentro?

Tudo bem.

Mas então o piloto começa a acelerar.

VRUUUUUMMMMM!

Mais rápido.

VRUUUUUUUUUMMMMMM!

A moto começa a subir pelas laterais.

E alguns segundos depois acontece aquilo que qualquer criança olhando para a cena provavelmente considera impossível:

o motociclista passa de cabeça para baixo.

O Formiguinha pirou.

🏍️ O ronco que tomava conta da lona

Meu pequeno texto publicado em 2014 registrou exatamente essa sensação:

“O ronco do motor ensurdecedor, bagunça sobre duas rodas, o Formiguinha pirou com o barulho, ficou louco com as peripécias dos pilotos.”

Hoje percebo como aquela descrição curta capturou perfeitamente o ambiente.

Porque o Globo da Morte não é apenas visual.

Ele é físico.

Você sente aquelas motocicletas.

O motor acelera dentro de uma estrutura metálica fechada e coberta por uma lona.

O som invade tudo.

A motocicleta ganha velocidade.

O piloto sobe.

Desce.

Cruza novamente.

Sobe pelas grades.

E o público acompanha cada passagem.



🤫 Então acontece uma coisa curiosa

Quanto maior o barulho das motocicletas...

mais silencioso fica o público.

Existe um momento em que todo mundo parece prender a respiração.

Foi justamente isso que registrei naquele pequeno post:

“O roncar dos motores, o silêncio e atenção do público tornam ainda mais mágica a sensação.”

E continua sendo uma das coisas mais interessantes do espetáculo.

Não é necessário colocar uma placa:

SILÊNCIO.

Ninguém precisa pedir.

Todo mundo entende que aqueles pilotos estão executando alguma coisa potencialmente perigosa.

Um pequeno erro pode significar muito mais do que perder alguns pontos numa competição.

Ali não existe CTRL+Z.

Não existe restart checkpoint.

Não existe:

//RETRY EXEC PGM=GLOBOMORTE

😄

A execução é produção.

⚙️ A física não está sendo desafiada

Naturalmente dizemos que aqueles motociclistas estão “desafiando a gravidade”.

Mas existe uma pequena ironia.

Eles não estão vencendo as leis da física.

Estão sobrevivendo justamente porque aprenderam a trabalhar com elas.

Para completar uma volta vertical, a motocicleta precisa manter velocidade suficiente para que a trajetória circular continue sendo possível. A estrutura do globo, a velocidade, o raio da trajetória, a aderência e principalmente a habilidade do piloto trabalham juntos.

A gravidade continua lá.

Newton não abriu uma exceção temporária porque o circo chegou a Itatiba.

O impressionante é justamente o contrário:

aqueles motociclistas aprenderam a transformar as leis da física em espetáculo.

E fazem isso a poucos metros do público.

😳 Uma moto já parece loucura

Então naturalmente alguém teve a seguinte ideia:

“E se colocarmos mais motociclistas?”

Porque aparentemente existir apenas um sujeito correndo de motocicleta dentro de uma esfera metálica não produzia emoção suficiente.

É aí que o espetáculo fica ainda mais impressionante.

Os pilotos precisam controlar não apenas suas próprias máquinas e trajetórias, mas trabalhar com sincronização e precisão.

Para o público parece caos.

Para os pilotos precisa existir ordem.

É quase um processamento paralelo.

Cada motociclista possui sua trajetória.

Cada um possui seu tempo.

Todos compartilham o mesmo recurso.

E ninguém pode provocar uma condição de corrida.

Literalmente.

Meu cérebro de mainframe olha para aquilo hoje e pensa:

RESOURCE SHARING: CRITICAL

COLLISION DETECTION: HUMAN

FAILOVER: NÃO RECOMENDADO

SLA: VOLTAR VIVO

😂

Mas o pequeno Formiga não precisava saber de nada disso.

Ele simplesmente estava fascinado.

❤️ E talvez aí esteja a verdadeira história

Quando encontrei novamente aquela postagem de 2014, parecia ser apenas um pequeno registro sobre motociclistas.

Dois vídeos.

Algumas frases.

Um Globo da Morte.

Mas puxando um pouco mais o fio da memória apareceu todo o restante.

Apareceu Itatiba.

Apareceu o fim de semana.

Apareceu o Parque Luís Latorre.

Apareceu o LEGO.

Apareceu o videogame.

Apareceram os brigadeiros.

E apareceu Juliana tentando comprimir em um único fim de semana todas as experiências possíveis para o pequeno visitante.

De repente percebi que o Globo da Morte era apenas uma parte da história.

O verdadeiro espetáculo começava antes.

Começava quando o Formiga chegava.

🧱 LEGO, videogame e brigadeiro

Talvez para ele fossem apenas finais de semana divertidos.

Para nós havia toda uma preparação emocional.

O que vamos fazer?

Onde vamos levá-lo?

O que vamos comer?

Tem alguma coisa acontecendo na cidade?

E quando aparecia um circo...

Bingo.

Estava decidido.

E gosto particularmente de pensar que não procurávamos necessariamente o espetáculo mais sofisticado.

Não precisava existir luxo.

Não precisava existir uma produção internacional.

Bastavam uma lona, algumas arquibancadas, artistas dispostos a trabalhar e aquela velha promessa circense:

Senhoras e senhores...

...durante as próximas duas horas vocês podem esquecer o mundo lá fora.


🎪 Os gigantes pequenos do picadeiro

Hoje também olho para aqueles artistas com outro respeito.

Porque quando somos espectadores enxergamos apenas alguns minutos da apresentação.

Não vemos o resto.

Não vemos desmontar.

Carregar.

Dirigir.

Chegar à próxima cidade.

Montar novamente.

Consertar equipamentos.

Ensaiar.

Vender ingressos.

Preparar comida.

Limpar.

Receber o público.

Vestir o figurino.

Entrar no picadeiro.

Sorrir.

Apresentar.

E no dia seguinte...

fazer tudo novamente.

Talvez seja justamente isso que torne esses pequenos circos familiares tão especiais.

Não são apenas empresas de entretenimento.

São comunidades itinerantes especializadas em fabricar algumas horas de encantamento.

💾 Maio de 2014

Meu registro original era minúsculo.

Poucas linhas.

Dois vídeos.

Mas funcionou.

Doze anos depois bastou encontrar aquelas palavras para executar alguma coisa dentro da memória:

RESTORE MEMORIA.GLOBO.MORTE

E os arquivos começaram a voltar.

Itatiba.

Juju.

Formiga.

Circo.

Lona.

Doces.

Motocicletas.

Barulho.

Silêncio.

E aqueles olhos acompanhando pilotos correndo pelas grades.

Talvez seja justamente por isso que gosto tanto de revisitar estes milhares de pequenos registros.

Na época eu pensava que estava guardando vídeos.

Hoje percebo que estava deixando ponteiros para memórias.

Os vídeos não armazenaram apenas motociclistas.

Armazenaram um fim de semana.

E dentro daquele fim de semana havia uma pequena família tentando proporcionar a uma criança experiências que um dia poderiam virar lembranças.

🐜 O Formiguinha ainda está lá

O circo certamente foi embora de Itatiba.

A lona foi desmontada.

As estruturas entraram nos caminhões.

Os motociclistas partiram para outra cidade do interior.

O terreno voltou à rotina.

Talvez alguns daqueles artistas nem imaginem que, doze anos depois, alguém ainda estaria escrevendo sobre aquela apresentação.

Mas em algum lugar dentro de dois pequenos vídeos publicados em maio de 2014...

o espetáculo ainda não terminou.

O motor continua acelerando.

A motocicleta continua subindo pelas grades.

O público continua prendendo a respiração.

Juliana continua eufórica por proporcionar mais uma aventura.

E o pequeno Formiga continua olhando para aquela esfera metálica absolutamente convencido de que aqueles motociclistas são os seres humanos mais malucos do planeta.

🏍️ VRUUUUUUUUUMMMMM!

E lá vai ele outra vez.

☕ Bellacosa Mainframe

Um circo pode permanecer apenas alguns dias numa cidade.

Uma apresentação pode durar apenas alguns minutos.

Mas algumas experiências conseguem ficar em produção por toda uma vida.

03:17:00 — GLOBE OF DEATH JOB STILL RUNNING

FORMIGA STATUS: EUPHORIC

JUJU STATUS: MISSION ACCOMPLISHED

GRAVITY STATUS: WORKING AS DESIGNED

RETURN CODE: 0000


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Aventuras no globo da morte..


Um circo mambembe numa pequena cidade do interior paulista, audazes motociclistas aprontam vários truques em suas motocicletas.



O ronco do motor ensurdecedor, bagunça sobre duas rodas, o formiguinha pirou com o barulho, ficou louco com as peripécias dos pilotos.



O roncar dos motores, o silencio e atenção do publico tornam ainda mais magico a sensação. Rodando e subindo correndo e subindo pelas grades.
Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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