Translate

Mostrar mensagens com a etiqueta stack. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta stack. Mostrar todas as mensagens

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Os 33 Bootcamps do Santander na DIO — Um mapa da evolução da formação dev no Brasil

 

Bellacosa Mainframe apresenta BOOTCAMPS da DIO & Santander Brasil


☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

A Digital Innovation One (DIO) se consolidou nos últimos anos como uma das maiores plataformas de educação tecnológica da América Latina. Seu modelo é simples e poderoso: conectar empresas reais do mercado com desenvolvedores em formação por meio de bootcamps práticos, trilhas de aprendizado e desafios baseados em problemas do mundo real. Ao longo do tempo, a plataforma reuniu mais de duas centenas de programas, cobrindo áreas como desenvolvimento backend, frontend, cloud computing, ciência de dados, inteligência artificial e segurança.

Entre as diversas empresas parceiras, destaca-se a colaboração com o Banco Santander, que patrocinou dezenas de bootcamps focados em tecnologias modernas como Java, Python, mobile development, cloud e, mais recentemente, inteligência artificial. Esses programas não apenas ensinam ferramentas, mas também aproximam os participantes das práticas e demandas do mercado financeiro e tecnológico.

Nesse ecossistema, a educação tecnológica surge como um caminho concreto para o futuro profissional de muitos jovens — os “padawans” da tecnologia. Assim como em uma jornada de aprendizado contínuo, cada bootcamp representa um novo nível de conhecimento, prática e experiência. Mais do que cursos, esses programas funcionam como portais de entrada para carreiras em tecnologia, mostrando que aprender a programar, entender sistemas e resolver problemas complexos pode transformar curiosidade em profissão e abrir portas para o futuro digital.

Os 33 Bootcamps do Santander na DIO — Um mapa da evolução da formação dev no Brasil

O Banco Santander é provavelmente o maior patrocinador de bootcamps da Digital Innovation One.

Ao longo dos anos, patrocinou mais de 30 programas de formação cobrindo praticamente todo o stack moderno de desenvolvimento.

Este post é um catálogo técnico desses bootcamps, organizado no estilo Bellacosa Mainframe.

Spoiler:

A evolução deles conta a história da tecnologia nos últimos anos.


🏦 Catálogo Técnico — Santander Bootcamps


1️⃣ Santander Bootcamp — Mobile Developer

URL
https://www.dio.me/bootcamp/santander-mobile-developer

Stack

  • Kotlin

  • Android

  • APIs

Tecnologias

  • Android SDK

  • REST

Comentário

Mobile virou o principal canal bancário.

Curiosidade

Hoje mais de 80% das transações bancárias são mobile.

Bellacosa Easter Egg

Antes do mobile banking…

o banco era acessado via terminal 3270 😉


2️⃣ Santander Bootcamp — Mobile com Flutter

https://www.dio.me/bootcamp/santander-mobile-flutter

Stack

  • Flutter

  • Dart

Tecnologias

  • cross platform

Comentário

Um único código para Android e iOS.


3️⃣ Santander Bootcamp — Android com Kotlin

https://www.dio.me/bootcamp/santander-android-kotlin

Stack

  • Kotlin

  • Android

Tecnologias

  • Mobile Native


4️⃣ Santander Bootcamp — Backend com Java

https://www.dio.me/bootcamp/santander-backend-java

Stack

  • Java

  • Spring Boot

Tecnologias

  • APIs REST

  • Microservices

Comentário

Java ainda domina o backend bancário.

Curiosidade

Boa parte do core banking roda em:

COBOL
Java
C

5️⃣ Santander Bootcamp — Backend com Python

https://www.dio.me/bootcamp/santander-backend-python

Stack

  • Python

  • FastAPI

Tecnologias

  • APIs

  • automação


6️⃣ Santander Bootcamp — Fullstack Developer

https://www.dio.me/bootcamp/santander-fullstack-developer

Stack

  • Angular

  • Java

Tecnologias

  • REST


7️⃣ Santander Bootcamp — Fullstack Angular

https://www.dio.me/bootcamp/santander-fullstack-angular

Stack

  • Angular

  • Spring


8️⃣ Santander Bootcamp — Frontend Developer

https://www.dio.me/bootcamp/santander-frontend

Stack

  • HTML

  • CSS

  • JavaScript


9️⃣ Santander Bootcamp — Code Girls

https://www.dio.me/bootcamp/santander-code-girls

Stack

  • Java

  • Angular

Curiosidade

Um dos maiores programas de inclusão feminina em tecnologia no Brasil.


🔟 Santander Bootcamp — Linux para Iniciantes

https://www.dio.me/bootcamp/santander-linux-iniciantes

Stack

  • Linux

  • Shell


1️⃣1️⃣ Santander Bootcamp — Cibersegurança

https://www.dio.me/bootcamp/santander-ciberseguranca

Stack

  • Security

  • Network


1️⃣2️⃣ Santander Bootcamp — Cibersegurança #2

https://www.dio.me/bootcamp/santander-ciberseguranca-2

1️⃣3️⃣ Santander Bootcamp — Excel com Inteligência Artificial



1️⃣4️⃣ Santander Bootcamp — Excel com IA (2º semestre)

https://www.dio.me/bootcamp/santander-excel-inteligencia-artificial-2

1️⃣5️⃣ Santander Bootcamp — Ciência de Dados

https://www.dio.me/bootcamp/santander-ciencia-dados

Stack

  • Python

  • Pandas

  • ML


1️⃣6️⃣ Santander Bootcamp — Ciência de Dados com Python

https://www.dio.me/bootcamp/santander-ciencia-dados-python

1️⃣7️⃣ Santander Bootcamp — Fundamentos de Lógica

https://www.dio.me/bootcamp/santander-fundamentos-logica-programacao

1️⃣8️⃣ Santander Bootcamp — Automação com n8n

https://www.dio.me/bootcamp/santander-automacao-n8n

Stack

  • workflow automation


1️⃣9️⃣ Santander Bootcamp — AI React Frontend

https://www.dio.me/bootcamp/santander-ai-react-frontend

Stack

  • React

  • AI


2️⃣0️⃣ Santander Bootcamp — AI Java Backend

https://www.dio.me/bootcamp/santander-ai-java-backend

Stack

  • Java

  • AI


2️⃣1️⃣ Santander Bootcamp — Rust AI Developer

https://www.dio.me/bootcamp/santander-rust-ai-developer

Stack

  • Rust

  • AI

Curiosidade

Rust vem crescendo em sistemas de alta performance.


2️⃣2️⃣ Santander Bootcamp — AI Youtube Creator

https://www.dio.me/bootcamp/santander-ai-youtube-creator

2️⃣3️⃣ Santander Bootcamp — Preparatório AWS

https://www.dio.me/bootcamp/santander-preparacao-certificacao-aws

Stack

  • AWS


2️⃣4️⃣ Santander Bootcamp — Fundamentos de IA para Devs

https://www.dio.me/bootcamp/santander-fundamentos-ia-devs

2️⃣5️⃣ Santander Bootcamp — Criando Jogos com Godot

https://www.dio.me/bootcamp/santander-criando-jogos-godot

Stack

  • Godot

  • Game Dev


2️⃣6️⃣ Santander Bootcamp — Backend com Java (2024)

https://www.dio.me/bootcamp/santander-backend-java-2024

2️⃣7️⃣ Santander Bootcamp — Backend com Python (5ª edição)

https://www.dio.me/bootcamp/santander-backend-python

2️⃣8️⃣ Santander Bootcamp — Frontend (5ª edição)

https://www.dio.me/bootcamp/santander-frontend

2️⃣9️⃣ Santander Bootcamp — Mobile iOS com Swift

https://www.dio.me/bootcamp/santander-mobile-ios-swift

Stack

  • Swift

  • iOS


3️⃣0️⃣ Santander Bootcamp — EducAIA

https://www.dio.me/bootcamp/santander-educaia

Stack

  • AI


3️⃣1️⃣ Santander Bootcamp — AI React Frontend 2026

https://www.dio.me/bootcamp/santander-ai-react-frontend

3️⃣2️⃣ Santander Bootcamp — AI Java Backend 2026

https://www.dio.me/bootcamp/santander-ai-java-backend

3️⃣3️⃣ Santander Bootcamp — Rust AI Developer 2026

https://www.dio.me/bootcamp/santander-rust-ai-developer

☕ Insight Bellacosa

A evolução desses bootcamps mostra claramente a evolução da tecnologia.

EraStack
2020Java / Fullstack
2021Mobile
2022Cloud
2023Data
2024AI
2026GenAI

☕ Easter Egg final

Arquitetura bancária moderna:

Frontend React

APIs Java / Python

Microservices

Mainframe COBOL

Sim.

O mainframe continua ali… silenciosamente processando bilhões de transações por dia.


Visite a DIO https://www.dio.me

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

🎩 Mainframe, Meu Caro… Ou o Clube do Blazer Cinza?

 

Bellacosa Mainframe pensando sobre o rigido acesso ao ambiente Mainframe, regras secretas e barreiras a entrada.

🎩 Mainframe, Meu Caro… Ou o Clube do Blazer Cinza?

Permita-me começar com a devida elegância britânica:
o mainframe não é para amadores.

Mas, convenhamos… também não precisa ser para masoquistas.

Há um fenômeno curioso que afasta jovens talentos do mundo Z. Não é a complexidade do JCL. Não é o COBOL. Muito menos o misticismo do CICS ou do DB2.

É o ambiente.

Sim, meu caro leitor. O ambiente.


🎩 1. O Dress Code que Assusta Mais que um S0C7

Eles criam startups milionárias usando camiseta de banda.

E então descobrem que, em certos ambientes mainframe, o traje ainda é quase litúrgico.

  • Camisa social.

  • Sapato polido.

  • Blazer no verão de 34 graus.

  • Ar condicionado digno da Antártida.

Para quem ganha salário inicial modesto, vestir-se “adequadamente” não é apenas estética — é investimento pesado.

Pergunta elegante, porém direta:

Será que o código compila melhor de gravata?


💰 2. O Salário Inicial e o Paradoxo da Experiência

O mercado repete:
“Precisamos de profissionais de mainframe.”

Mas quando o jovem aparece:

— “Experiência mínima de 3 anos.”
— “Vivência em ambiente produtivo crítico.”
— “Conhecimento profundo de legado bancário.”

Ora, excelência exige oportunidade.

O problema não é a régua alta.
O problema é não haver escada.

E aqui entra outro elemento delicado…


🤝 3. O Padrinho Invisível

Em muitos ambientes, entrar no mainframe ainda funciona como um clube inglês do século XIX:

  • Você precisa conhecer alguém.

  • Alguém precisa confiar em você.

  • Alguém precisa abrir a porta.

Sem padrinho ou madrinha técnica, o jovem talento permanece do lado de fora, admirando o prédio.

Isso não é elitismo consciente.
É inércia cultural.

Mas o efeito é o mesmo.


🏢 4. O Ambiente Cinzento e a Cultura do “Não Pode”

Mainframe é auditoria.
Mainframe é rastreabilidade.

Perfeito.

Mas às vezes o discurso vira:

  • Não pode isso.

  • Não pode aquilo.

  • Precisa abrir chamado.

  • Precisa autorização.

  • Precisa aprovação.

  • Precisa justificar.

O jovem desenvolvedor, acostumado a deploy contínuo, olha para isso e pensa:

“Eu vim programar ou pedir permissão para respirar?”

Governança é vital.
Mas excesso de burocracia mata entusiasmo.


Onibus, trens e metro lotados chegar cansando antes de começar a jornada

🚆 5. A Distância Física do Centro de Decisão

Os grandes ambientes Z estão, via de regra:

  • Em centros financeiros.

  • Em polos corporativos.

  • Em prédios monumentais.

O que isso significa?

  • 2h de transporte público.

  • Combustível caro.

  • Estacionamento impraticável.

  • Vida pessoal comprimida.

Enquanto isso, o desenvolvedor distribuído trabalha remoto, de qualquer lugar do mundo.

A pergunta inevitável surge:

Se o sistema roda no data center, por que o cérebro precisa rodar no trânsito?


🦁 6. A Fatia do Leão

E aqui entramos no ponto mais sensível — tratado com elegância, mas sem ingenuidade.

Consultorias intermediam.
Negociam contratos robustos.
Recebem valores consideráveis.

Mas o profissional na ponta muitas vezes recebe uma fração modesta daquilo que é faturado.

Isso cria:

  • Desmotivação.

  • Sensação de injustiça.

  • Falta de pertencimento.

O jovem percebe rapidamente quando é custo ou quando é investimento.


🤡 7. E o salario óhhhhh

Há algo quase shakespeariano na ironia: enquanto o mainframe sustenta bilhões em transações e preserva a espinha dorsal financeira do mundo, o poder aquisitivo de muitos de seus guardiões encolhe discretamente, ano após ano. 

O salário médio já não acompanha o custo do terno, do transporte, da atualização técnica constante. Trabalha-se com sistemas de altíssima criticidade, mas negocia-se remuneração como se fosse peça de museu. Não é decadência tecnológica — é desalinhamento de valor. E nenhum império se sustenta por muito tempo quando seus pilares começam a sentir o peso sem a devida recompensa.


🐎 8. Quando o projeto sai dos trilhos.

Há algo quase teatral — e não no bom sentido — no desfile dos agentes comerciais que adentram o salão com promessas mirabolantes, PowerPoints reluzentes e prazos heroicos assinados com tinta alheia. Vendem modernização instantânea, garantem integração mágica, juram dominar a ferramenta que mal pronunciam corretamente. 

Comprometem-se com cronogramas que fariam corar o próprio calendário gregoriano e, numa aritmética digna de fábula corporativa, acreditam que nove gestantes produzirão um bebê em um mês. Ao primeiro sopro de realidade, o “babado” desce elegante — porém pesado — para a equipe terceirizada, que herda prazos surreais, jornadas de doze horas e a eterna ladainha: “é a reta final, vamos dar o gás para o deploy”. 

O projeto termina, os aplausos sobem ao palco executivo, e o profissional, exausto, descobre que sua participação era temporária — quase ornamental — encerrada com um discreto, porém firme, chute administrativo.

🎯 Então, o que fazer?

Agora vem a parte nobre da conversa.
Criticar é fácil. Reformar é aristocrático.

1️⃣ Modernizar a Cultura, Não Apenas a Tecnologia

  • Dress code mais flexível.

  • Avaliar por entrega, não por aparência.

  • Ambiente menos sisudo e mais colaborativo.

Elegância não exige rigidez.


2️⃣ Criar Trilhas Reais de Entrada

  • Programas trainee específicos de mainframe.

  • Mentorias formais.

  • Labs práticos (inclusive com ambientes como Hercules).

  • Parcerias com universidades.

O talento não nasce com RACF configurado.

Ele precisa de oportunidade.


3️⃣ Trabalho Híbrido ou Remoto Estruturado

Se DevOps pode operar sistemas distribuídos remotamente,
o mainframe também pode evoluir seus modelos operacionais.

Segurança não é sinônimo de presença física.


4️⃣ Transparência na Cadeia de Valor

Consultorias são importantes.
Mas valorização real do especialista cria retenção.

Retenção cria excelência.
Excelência mantém o mainframe vivo.


5️⃣ Tornar o Mainframe Aspiracional

Hoje o jovem quer:

  • Impacto

  • Propósito

  • Reconhecimento

  • Crescimento rápido

E adivinhe?

Mainframe entrega tudo isso.

Mas alguém precisa contar essa história com paixão —
não apenas com manuais.


☕ Conclusão ao Estilo Bellacosa

Meu caro…

O problema do mainframe nunca foi tecnologia.

Foi narrativa.
Foi cultura.
Foi ambiente.

O Z não é antiquado.

Antiquada pode ser a forma como o apresentamos.

Se queremos novos talentos, precisamos:

  • Abrir portas.

  • Reduzir barreiras simbólicas.

  • Atualizar a mentalidade.

  • Valorizar quem executa.

O mainframe é majestoso.

Mas majestade não precisa ser sisudez.

Pode ser grandeza com leveza.

E talvez — apenas talvez — o próximo grande arquiteto Z esteja neste exato momento escolhendo entre:

  • Uma startup de camiseta
    ou

  • Um data center de blazer.

A decisão é nossa.

🎩☕ PS: Isso que nem entrei nos pontos neuvragicos dos deploys, tercereiziação, quarteirização, falta de documentação e em algumas instalaçoes com a aposentadoria de antigos pratas da casa, perde-se o conhecimento. Um outro fato dolorozado e que de tempos em tempos existem os cortes dolorosos, membro com altos salarios ficam sobre escrutinio, pressão e caçada de pelo em ovo.

Muitas das vezes ocorre o bornout e o membro se desliga voluntario. Mas isso já é polemico demais, fica para uma proxima rodada. Concorda comigo? Qual a sua opinião? Tem alguma inverdade ou exagerado? Como é sua visao do mundo DEV na Stack Mainframe, agora hibrida com Linux, Unix, Ansilnle, Rest, Open APi2, OpenApi3, Red Hat, OpenShift e muitas novidades culminando com o Zowe, Git e Visual Studio.


https://www.linkedin.com/posts/vagnerbellacosa_ibm-mainframe-peopleware-ugcPost-7432160677529722880-9oeF?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAF2qx0B5Ef0IGUpO8f7SxDHV-EQ5-EMG54

https://www.linkedin.com/pulse/mainframe-meu-caro-ou-o-clube-do-blazer-cinza-vagner-bellacosa-sueef/

:)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

📌 O que é STACK em REXX?

 


📌 O que é STACK em REXX?

Em REXX, STACK é uma pilha (fila LIFO/FIFO) de linhas de texto usada para:

  • Passar dados entre programas

  • Simular entrada padrão (PULL)

  • Trocar informações com JCL, TSO e batch

  • Comunicação entre execs

👉 Pense na STACK como um buffer de entrada/saída em memória.



1️⃣ STACK ≠ variável

A STACK:

  • Não é uma variável

  • Não precisa ser declarada

  • É global ao exec

  • Armazena linhas de texto

Ela é usada automaticamente por:

  • PULL

  • PARSE PULL

  • Alguns comandos de host


2️⃣ Comandos principais da STACK

📤 PUSH

Coloca uma linha no topo da pilha (LIFO).

PUSH 'linha 1' PUSH 'linha 2'

Ordem de saída:

linha 2 linha 1

📥 QUEUE

Coloca uma linha no final da fila (FIFO).

QUEUE 'linha 1' QUEUE 'linha 2'

Ordem de saída:

linha 1 linha 2

📄 PULL

Lê a próxima linha da STACK.

PULL dado

Se a STACK estiver vazia:

  • Em TSO → lê do terminal

  • Em batch → lê de SYSTSIN

  • Em SYSREXX → comportamento depende do ambiente


3️⃣ Diferença clara: PUSH x QUEUE

ComandoTipoUso típico
PUSHPilha (LIFO)Processamento reverso
QUEUEFila (FIFO)Simular input sequencial
PULLLeituraConsome a STACK

4️⃣ Exemplo simples e didático

/* REXX */ QUEUE 'primeiro' QUEUE 'segundo' QUEUE 'terceiro' PULL a PULL b PULL c SAY a SAY b SAY c

Saída:

primeiro segundo terceiro

5️⃣ STACK em Batch (uso real)

Em batch, a STACK é fundamental.

Exemplo: simular entrada para um programa

QUEUE 'MATH1 10 20' QUEUE 'exit' ADDRESS TSO CALL 'PROGCOB'

O COBOL lê como se fosse input real.


6️⃣ STACK + EXECIO (padrão profissional)

'EXECIO * DISKR INPUT (STEM in.' DO i = 1 TO in.0 QUEUE in.i END DO WHILE QUEUED() > 0 PULL linha SAY linha END

7️⃣ Função QUEUED()

Retorna quantas linhas existem na STACK.

IF QUEUED() = 0 THEN SAY 'Stack vazia'

💡 Boa prática: sempre testar antes de PULL.


8️⃣ STACK como comunicação entre execs

QUEUE 'valor1' QUEUE 'valor2' CALL OUTROEXEC PULL resposta

O outro exec pode consumir e devolver dados pela STACK.


9️⃣ Erros comuns (produção)

❌ Usar PULL sem saber de onde vem a entrada
❌ Deixar lixo na STACK
❌ Misturar PUSH e QUEUE sem critério
❌ Assumir que STACK sempre tem dados

✔ Sempre limpar ou controlar a STACK


🔟 Regra de ouro

STACK em REXX é entrada padrão controlável.
Quem domina STACK domina automação batch.


🧠 Frase para memorizar

QUEUE escreve o roteiro,
PUSH muda a ordem,
PULL executa a cena.

 

quarta-feira, 23 de julho de 2025

📣 Uma pergunta cordial às universidades

 

Bellacosa Mainframe pergunta as universidades e faculdades de informatica.

📣 Uma pergunta cordial às universidades:

4,385 followers

Por que não ensinamos Mainframe?

Como profissional da área de tecnologia com anos de vivência em ambientes críticos e também atuando na formação de novos talentos, não posso deixar de levantar uma reflexão — com todo respeito e admiração às instituições de ensino superior: por que a stack mainframe ainda é tão negligenciada nas grades curriculares de cursos de Computação, Engenharia e Sistemas de Informação?

🧠 Em plena era da transformação digital, onde se fala em nuvem, IA e DevOps, ainda existem tecnologias de base sólida que sustentam indústrias inteiras. E o mainframe é uma delas. Existe uma carência real de profissionais, muitos estão reformando-se e a média etária dos profissionais da ativa é 48 anos.

🌍 A realidade do mercado

Milhões de transações financeiras, logísticas e governamentais ainda são processadas diariamente em mainframes IBM z/OS. Bancos, seguradoras, varejistas e órgãos públicos do mundo todo continuam utilizando essa tecnologia por sua confiabilidade, performance, segurança e escalabilidade. Nos órgãos públicos temos as Forças Armadas, o Ministerio da Justiça, SERPRO, PRODAM, PRODESP, PRODEMG e tantas outras com processos em Alta Plataforma.

E aqui está o ponto: faltam profissionais! As vagas existem, os salários são bons, e há uma busca ativa por talentos — especialmente os que conhecem COBOL, JCL, CICS, DB2, RACF, VSAM, IMS, REXX, z/OS, entre outros.

Uma rápida consulta na Febrabanm nas instituições financeiras ou mesmo sindicatos podemos confirmar essa carencia, a Stack Mainframe está em constante evolução em 2025, foi lançado um novo modelo de mainframe o IBM Z17, com fortes laços a IA. O COBOL ganhou a release 6.5, ZOS, CICS, DB2 e outros softwares e produtos constantemente recebem atualizações, visando atender a demanda de mercado, alto desempenho aliado a segurança dos Mainframes.

📚 Mas cadê esse conteúdo nas universidades?

Não seria o momento de considerar, nem que seja como disciplina optativa, uma introdução ao universo dos grandes sistemas? Com o apoio de empresas, grupos de usuários e até simuladores gratuitos como o Hercules TK4-/TK5, GNU-COBOL é perfeitamente viável introduzir alunos ao ecossistema mainframe sem custo para a instituição. Podendo até alugar usuários diretamente nos Mainframe Z da IBM.

💡 Sugestões amigáveis

  • Disciplinas eletivas com foco em tecnologias legadas (COBOL, DB2, JCL) ou até "Sistemas Corporativos de Alta Escalabilidade".
  • ✅ Parcerias com programas como Master the Mainframe (IBM zXplore).
  • ✅ Participação em comunidades como SHARE, GSE, Discord, Redit, ou iniciativas como a Bellacosa Mainframe.
  • ✅ Criação de grupos de estudo com mentoria de profissionais da área.
  • ✅ Inclusão em estágios, hackathons ou TCCs com foco em modernização de sistemas legados.

🎓 Conhecimento é ponte, não fronteira

Essa não é uma crítica — é um convite. Vamos preparar nossos alunos para o mundo real, onde o legado conversa com o moderno. Onde o COBOL pode conviver com APIs RESTful. Onde a segurança e estabilidade do mainframe ainda são essenciais, inclusive em arquiteturas híbridas com cloud.

Eu acredito que ao educarmos novos talentos, podemos evoluir ainda mais o papel do Brasil no mundo Mainframe, exportando profissionais e obtendo recursos com fábricas de software atendendo a demanda mundial.

🤝 Conte comigo!

Como educador, analista e entusiasta do mainframe, estou à disposição para colaborar com faculdades, centros universitários e professores que tenham interesse em abrir essa janela de oportunidade para seus alunos. O conteúdo está acessível. A comunidade é acolhedora. E o mercado está pronto.

Vamos conversar?



#IBMZSkillFest #Mainframe #IBMZ #TechCommunity #yourbigyear #AI #zos #cobol #IBMChampion #IBMChampion2025 #TransformacaoDigital #Leadership #JourneyXperience #TheDigitalTransformationCompany #TechLeadership #LifeIsAJourney #ConectarEngajarTransformar #dio #ibm #mainframe #cobol #db2 #jcl #cics #tso #evangelist #teacher


https://www.linkedin.com/pulse/uma-pergunta-cordial-%25C3%25A0s-universidades-bellacosa-mainframe-8r4sf/