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quinta-feira, 4 de abril de 2019

Vinhos e Vinícolas em Itatiba - Facebook

Divulgação de produtores artesanais de vinho em Itatiba




Devido a forte imigração italiana a Itatiba, aproveitando o clima, a terra e as colinas, alguns colonos começaram a plantar uvas e a produzir vinho, atualmente mais de 10 famílias produzem vinhos artesanais e tem suas adegas prontas a servir aqueles que desejam experimentar novos sabores, produzem também grapa, cachaça, licores e vinagre. 

Desde tempos imemoriais o homem produz vinho, atualmente São Paulo vem perdendo a força como polo produtor de Vinho. Cidades como Jundiaí e São Roque que eram referencia na produção de vinho deveriam investir mais em divulgação para que todos os pequenos produtores sejam beneficiados e possam produzir mais e melhor VINHO.

Ajude-nos a divulgar. Participe de nossa comunidade.

Esta página é dedicada a divulgar estes produtores e falar um pouco de VINHO. Venha conhecer nossa página. Participe, curta e conheça.

Visite as adegas de São Roque, Jundiaí, Vinhedo e Itatiba

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terça-feira, 28 de novembro de 2017

Relembrando a Festa da Uva em Jundiaí

Vídeo institucional da abertura da Festa da Uva em Jundiaí no ano de 2016


Em 1934 foi organizada a primeira festa da Uva e desde 1953 se comemora a Festa da Uva de Jundiaí, este pequeno vídeo serve para situar o visitante contando a historia da origem da uva no Mar Cáspio e sua conquista de novos territórios até a produção de vinho.

Enaltece imigrantes portugueses e italianos que graças ao seu trabalho a cultura da videira se espalhou pelo Brasil, principalmente em Jundiaí onde tornou-se o berço da uva e daqui se expandiu por todo o Brasil, fala da produção de vinho e das adegas da região.

Mostra também imagens históricas de outras festas, principalmente da primeira que trouxe 100.000 visitantes a Jundiaí e da festa onde foi inaugurado o Parque Comendador Carbonari, ou carinhosamente chamado Parque da Uva.

Se gostou procure em nosso canal, outros vídeos da serie Uvas e Vinhos, deixe seu joinha, seu comentário e se inscreva. Sua participação é importante para nós.






terça-feira, 14 de novembro de 2017

Olam Ein Sof : Vino Generoso

Uma homenagem a Baco e ao Vinho em uma bela canção


Na Feira Medieval tivemos diversas bebidas deliciosas desde cervejas caseiras e fermentadas a moda antiga, hidromel e bebidas vikings a base de mel e é claro o rei de todas as Bebidas: o Vinho, apesar de termos pouca tradição na produção deste néctar dos deuses.

A dupla Olam Ein Sof não deixaram escapar e apresentaram uma bela musica em homenagem ao Vinho, falando das qualidades desta bebida e homenageando a estada na taberna e o deu romano Baco.

O povo gostou tanto da melodia que varias meninas caíram na dança, tornando a estada na Festa Medieval ainda mais animada e divertida, foi bem bacana curtir a tarde em meio ao acampamento viking, as lutas e ataques a cidade e curtir boa musica e pessoas animadas.





terça-feira, 7 de novembro de 2017

Se encante com Dirty Dance na Festa do Vinho e da Alcachofra

Ninguém conseguiu ficar parado com essa trupe


Estamos apresentando os diversos shows que encantaram o grande publico que prestigiou a famosa Festa do Vinho e Alcachofra em São Roque, foram performances incríveis, a multidão delirou e participou em grande.

É bonito ver o pessoal batendo palma, assobiando e os mais animados dançando ao ritmo da musica, o palco principal esta lotado, todos admirados com a habilidade dos dançarinos.

Falando um pouco da festa, no pavilhão dos vinhos estava exposto arte em cúrtica, quadros com belos desenhos feitos usando rolhas, todos de autoria do Gugu, em um próximo post colocarei algumas imagens.

No pavilhão de esporte no alto da colina estava exposto artesanato regional de São Roque, ligado ao fundo de solidariedade social e muitas barraquinhas de ajudaram a aumentar o prestigio da festa, afinal quem não gosta de espionar os quiosques para ver o que tem de novidade a venda?

Assista o vídeo e veja se consegue ficar parado no sofá.



segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Michael Jackson e thriller na festa do Vinho e Alcachofra

Zombies dançando na festa do Vinho e da Alcachofra


Por essa ninguém esperava, o tema musica escolhido para os anos 80, foi Trilller de Michael Jackson, uma musica que marcou época e lançou milhares de seguidores pelo mundo. Quando era criança e assisti pela primeira vez, não nego que achei um pouco assustador.

Agora passado tanto tempo, chega a ser divertido ver os monstros, a coreografia e ouvir a musica, sinto-me nostálgico, lembro que morava em Taubaté e com meus primos e amigos dançávamos, ou tentávamos pelo menos, imitar o Michael Jackson.

A pracinha do cecap no Quiririm tinha diversos aprendizes tentando os passos Moonwalk e assistir na TV os campeonatos de break dance e imitadores do Mr. Jackson. Rever na festa do Vinho foi nota 10 e trouxe tantas lembranças. Eu contei para vocês que tinha um barril de vinho vertendo seu precioso liquido em uma tina? Rapaz aquele cheirinho e ver o vinho borbulhando me deixou com uma vontade de beber um garrafão.

E você caro leitor, o que me diz? Que musica marcou sua infância e adolescência? Concorda comigo? Veja o vídeo e se quiser deixa um comentário narrando sua experiencia.





domingo, 5 de novembro de 2017

Dance com a Priscila a rainha do deserto na Festa do Vinho e da Alcachofra

A incrível musica dos anos 70

Sabe olhar para atrás é aprender, hoje temos liberdade de expressão, os grupos LGBT são uma realidade e cada um pode expressar sua sexualidade com relativa liberdade, mas nos anos 70 quando os primeiros movimentos começaram a sair do armário, houve muita perseguição.

Fiz essa pequena introdução para dizer que foi a discoteca que abriu as portas, para cada um se expressar como quiser, as disco tinham a mente aberta e a pessoa podia tirar a mascara que vivia na sociedade.

No vídeo vemos a apresentação homenageando o filme "Priscila a Rainha do Deserto", que conta a historia de uma trupe de drag queen, ou melhor, transformista, em nosso bom e velho português, que viajam num ônibus psicodélico para irem fazer show num resort australiano, porém  pelo caminho e que fazem espetáculos luxuriosos.

Os organizadores da Festa do Vinho e da Alcachofra foram muito felizes em escolher este musical para animar a festa, uma musica alegre, que toca a alma e nos contagia, vejo o vídeo e tire suas conclusões.


sábado, 4 de novembro de 2017

Curtindo a musica dos anos 70 na Festa do Vinho de São Roque

A louca era da disco, da boca de sino e dos black powers.

Passaram 4 décadas desde os anos 70, que podemos dizer para a geração de hoje? No Brasil foi o inicio do fim, a crise financeira que ante estava restrita a Europa, chegou ao Brasil. A inflação e o desemprego estava batendo as portas de muitas famílias, o povo tinha perdido a fé nos políticos tradicionais. 

Eu sei, caro leitor que tu estas dizendo: caracas já vi esse filme, realmente tudo é um circulo ora estamos em cima, ora estamos em baixo, a situação estava difícil, diferente da década de 60 em que o país era o país do futuro.

Para extravasar a juventude arrepiou, surgiu o movimento do black power, as calças boca de sino, roupas muito coloridas e com estranhas estampas. A noite a galera caia na música, iam para as discotecas e dançavam aos embalo de sábado a noite. 

Surgiram por aí a fora, muitas e muitas discotecas onde todos queriam chacoalhar o esqueleto até o sol raiar, época em que fumar não era proibido e todo mundo fumava e surgiam muitas duvidas sobre o futuro.

A musica era contagiante e todos caiam na dança, inicialmente restritas a grupos pequenos de latinos, gays e negro. Rapidamente tomou a sociedade de assalto e em todos os lugares aderiram a esse tipo de musica.

Veja o nosso vídeo e veja se consegue não se contagiar e querer sair dançado pela sala.




sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Competição de Pisa da Uva na Festa do Vinho e da Alcachofra

Quem é mais rápido para pisar na uva?


A tradicional pisa da uva, técnica ancestral de produção de vinho, existem diversos mosaicos romanos e afrescos que atestam esta maneira de produzir vinho, nesta competição dois casais tentam ver quem consegue encher primeiro a garrafa de mosto.

Estamos em São Roque onde viemos conhecer a famosa Festa do Vinho e da Alcachofra, após um fenomenal almoço com muita alcachofra e uma deliciosa sobremesa, fomos passear pelo interior do parque de eventos.

O lugar é enorme, tem 4 áreas de exposição, um bosque é belos jardins com muitas flores, a primeira área é um palco onde ocorrem shows, a segunda área é uma praça de alimentação, a terceira área é destinada a exposição de vinhos e vinícolas e por fim a quarta área é destinada a exposição de artesanato.



Em cada canto tem uma coisa de interesse para atrair o publico e tornar a estadia mais prazerosa e idílica,  a animação dos visitantes contagia, a degustação de vinho ajuda a deixar o visitante mais feliz.


domingo, 12 de agosto de 2012

Truta maluca cantando e dançando

Bellacosa Mainframe e a truta maluca

Um Café no Bellacosa Mainframe

🐟 A Truta Maluca de Milão — Pizza, Vinho e Besteirol na Dolce Vita

Uma noite em Milão, pizza preparada pelo próprio Luigi, um bom vinho italiano e dois amigos queridos. Tudo caminhava para mais um agradável serão à italiana — até que descobri, pendurado na parede, um peixe de gosto absolutamente duvidoso que cantava e dançava.

Existem lembranças que sobrevivem porque foram importantes.

E existem aquelas que sobrevivem justamente porque não tinham importância nenhuma.

Esta pertence orgulhosamente à segunda categoria.

Voltamos à minha dolce vita italiana.

Estamos em Milão, na casa de meus amigos Luigi e Ornella, aproveitando um daqueles serões que não precisam de programação, ingresso ou qualquer grande acontecimento para se tornarem inesquecíveis.

Havia conversa.

Havia amizade.

Havia um bom vinho italiano.

E, principalmente, havia pizza.

Mas não uma pizza qualquer.

🍕 Luigi assume o comando da cozinha

A pizza daquela noite havia sido preparada pelo próprio Luigi.

E existe algo muito especial quando alguém prepara comida para receber os amigos.

O jantar deixa de ser simplesmente uma refeição.

A cozinha vira parte do encontro.

A pizza chega à mesa, alguém corta mais um pedaço, outro copo recebe um pouco de vinho, a conversa continua e, quando percebemos, já estamos há horas fazendo aquilo que talvez seja uma das coisas mais antigas e humanas do mundo:

sentados ao redor de uma mesa contando histórias.

Nada extraordinário precisava acontecer.

Na verdade, provavelmente seria apenas mais uma deliciosa noite entre amigos em Milão.

Só que havia uma truta esperando sua oportunidade.



🍷 Depois de alguns copitos...

Não sei exatamente quantos copos de vinho foram necessários para que aquele objeto finalmente chamasse minha atenção.

Talvez estivesse ali desde que cheguei.

Mas certas obras de arte exigem um estado de espírito específico para serem devidamente apreciadas.

E aquilo certamente era uma delas.

Pendurado como se fosse um glorioso troféu de pesca, havia um peixe.

Ou melhor:

uma imitação de peixe empalhado.

Daqueles enfeites provavelmente fabricados aos milhares em alguma linha de produção chinesa, cuja existência desafia simultaneamente o bom gosto, a decoração de interiores e qualquer tentativa racional de responder à pergunta:

"Por que alguém fabricou isso?"

Mas havia uma pergunta ainda melhor:

"O que acontece se eu apertar aqui?"

Jamais faça essa pergunta depois de alguns copitos de vinho.

Ou melhor...

Faça.

🐟 A truta acordou

Apertei o botão.

E o peixe ganhou vida.

Começou a tocar uma daquelas músicas eletrônicas absolutamente sintéticas, com timbres que provavelmente fariam qualquer músico profissional abandonar a sala.

Mas isso ainda não era tudo.

O peixe começou a dançar.



A criatura se movimentava presa ao seu suporte como se tivesse acabado de descobrir que sua verdadeira vocação não era terminar assada com batatas, mas iniciar uma carreira no mundo do entretenimento.

E pronto.

Acabara a dignidade daquela noite.

Começamos a rir.

Quanto mais aquela coisa se mexia, mais engraçada ficava.

Quanto mais sintética era a música, melhor.

E depois de alguns copos de vinho italiano, aquele monumento ao gosto duvidoso havia se transformado na maior atração de Milão.

Esqueça o Duomo.

Esqueça a Galleria Vittorio Emanuele II.

Esqueça a Última Ceia de Leonardo.

Naquela noite, a atração turística mais importante da Lombardia estava pendurada na parede da casa de Luigi e Ornella.

E dançava.

😂 Besteirol puro

Era besteirol.

Besteirol absoluto.

E justamente por isso era maravilhoso.

Não havia mensagem filosófica.

Não havia roteiro.

Não havia objetivo.

Ninguém estava tentando produzir conteúdo.

Éramos simplesmente amigos rindo de uma coisa completamente idiota.

E talvez seja justamente aí que esteja a importância dessa pequena gravação.

Quando pensamos nas lembranças que queremos preservar, normalmente imaginamos aniversários, viagens, casamentos, monumentos, festas e acontecimentos importantes.

Mas a vida não acontece apenas nesses momentos.

Boa parte dela acontece entre eles.

Naquela conversa depois do jantar.

No último pedaço de pizza.

Na garrafa de vinho aberta sobre a mesa.

Na piada que ninguém mais entenderia.

Naquela porcaria pendurada na parede que alguém aperta e, inexplicavelmente, faz todo mundo começar a rir.


📹 Naturalmente, eu precisava filmar

Evidentemente, apareceu a câmera.

Porque uma truta de plástico cantando e dançando depois de uma noite de pizza e vinho em Milão era importante demais para depender apenas da memória.

Na época, provavelmente parecia apenas mais um pequeno vídeo divertido.

Anos depois, porém, essas imagens assumem outra função.

Elas se transformam em pequenas cápsulas do tempo.

A filmagem não registra somente um peixe dançando.

Registra uma casa.

Uma noite.

Vozes.

Risadas.

Amigos.

Um pedaço da minha vida na Itália.

E isso muda completamente o valor daquele vídeo.

O brinquedo poderia quebrar.

A música eletrônica poderia parar.

A pilha poderia acabar.

Aquele objeto poderia desaparecer durante alguma mudança.

Mas durante alguns segundos gravados naquela noite, Luigi, Ornella, eu e aquela truta continuamos exatamente ali.

Pizza na barriga.

Vinho no copo.

E nenhuma intenção de levar a vida muito a sério.

🇮🇹 A verdadeira Dolce Vita

Quando se fala em Dolce Vita, normalmente aparecem imagens sofisticadas da Itália.

Roma.

Fontes.

Vespas.

Cafés.

Moda.

Restaurantes elegantes.

Milão certamente poderia fornecer tudo isso.

Mas minha dolce vita também tinha essa outra versão.

Muito mais simples.

A casa dos amigos.

Pizza feita pelo próprio Luigi.

Um bom vinho italiano.

Conversa prolongada.

E um peixe eletrônico completamente ridículo.

Talvez essa seja uma definição muito melhor de dolce vita.

Não necessariamente luxo.

Mas o privilégio de estar em um lugar onde você pode simplesmente sentar, comer, beber, conversar e rir até de uma truta de plástico.

🐟 Décadas depois, o peixe continua dançando

Quando publiquei originalmente essa pequena história, em 2012, ela era praticamente um registro rápido daquele momento.

Hoje olho para ela de maneira diferente.

Porque o tempo muda o significado das coisas.

Aquilo que naquele momento era apenas besteirol passa a carregar contexto.

Milão.

Minha vida na Itália.

Luigi.

Ornella.

A pizza.

O vinho.

A casa deles.

As conversas.

E aquela sensação maravilhosa de que a noite não precisava chegar a lugar nenhum.

Talvez seja justamente por isso que continuo gostando de recuperar essas gravações antigas.

Elas provam que nem toda memória precisa ser épica para merecer sobreviver.

Às vezes basta uma câmera ligada no momento certo.

Alguns amigos.

Uma pizza.

Uma garrafa de vinho.

E, naturalmente...

uma truta maluca cantando e dançando na parede.

🐟🎶

E se algum arqueólogo digital encontrar este vídeo daqui a cem anos e tentar compreender os costumes dos seres humanos no início do século XXI, deixo registrada minha contribuição científica:

sim, nós fabricávamos peixes de plástico que cantavam.

E pior.

achávamos engraçado.

Depois de alguns copitos de vinho, então...

achávamos absolutamente genial.


Um Café no Bellacosa Mainframe

Porque algumas memórias são preservadas em fotografias, outras em documentos — e algumas, inexplicavelmente, ficam guardadas dentro de uma truta eletrônica pendurada na parede.

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Besteirol puro uma truta que canta

Ter amigos é uma coisa fantástica, poder ir ate eles ou  receber-los em casa. Uma boa jantarada tagarelando banalidades por algumas horas. Uma conversa neutra sem objectivos de ganhar ou perder apenas diversão garantida.

Este video gravei na casa do Luigi e da Ornela, depois de uns copitos de vinho, descobri uma truta maluca na parede.


Ao descobrir que ela cantava e dançava foi gargalhadas generalisadas, maníaco por fotos como sou, não deixei de gravar este pequeno video.


quarta-feira, 21 de agosto de 2002

Primeira vez no Porto - Parte II

Passeio regado a vinho do Porto


No meu segundo dia no Porto com um mapa da vila Nova de Gaia, marquei todas as caves de Vinho do Porto, nesta época era oferecido gratuitamente uma amostra de vinho ao visitante, logo cedo comecei minha epopeia do porto, ao final do dia após visitar a ultima cave do meu itinerário A Real Vinícola que ficava la no alto bem longe do centro da Vila.



Voltei pra la de Bagdad, ou melhor dizendo pra la do Douro. Ainda conheci uma garota simpática formada em historia que em uma das caves, que aprendi sobre muita coisa que nao sabia, acabei juntando o útil ao agradável.

Foi um dia bem louco, alto pelo excelente vinho, muito alegre pela oportunidade de conhecer tantas coisas, cheio de mim e feliz muito feliz mesmo.

Esqueci de dizer que na parte manha visitei o museu do Carris Eléctrico, uma antiga usina termoeléctrica que fornecia electricidade para os carris da cidade. Completando com uma bela colecção de veículos usados na cidade do Porto.
Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
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Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

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