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sexta-feira, 31 de dezembro de 2004

2004 e os melhores momentos em Portugal

As melhores imagens de Portugal em 2004.


Terminamos o ano com montes de passeios realizados em Portugal, onde tivemos a oportunidade de conhecer novas cidades, novos castelos e saborear as delicias da culinária regional.



Portugal é muito rico em historia, cada cantinho do pais possui seus castelos, construções históricas, ruínas arqueológicas, grandes e belíssimas igrejas.

Afinal Portugal possui mais de 2500 anos de historia registradas, desde que os fenícios iniciaram suas transaçoes comerciais com os lusitanos, depois vieram hispanos, cartagineses, romanos, vândalos, alamanos, visigodos, mouros etc. Cada um destes povos deixando sua marca em território português.

Venha se perder e procurar esses vestígios de norte a sul em Portugal, não esquecendo de saborear os deliciosos vinhos, os doces regionais e as delicias da culinária regional.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2004

GULLIVER — O REINO BRASILEIRO ONDE A IMAGINAÇÃO SEMPRE CABE NUMA MÃO

 

Logotipo Gulliver

GULLIVER — O REINO BRASILEIRO ONDE A IMAGINAÇÃO SEMPRE CABE NUMA MÃO
Um post ao estilo Bellacosa Mainframe para o blog El Jefe Midnight Lunch


Bellacosa Mainframe e seu Forte Apache



Quando pensamos em Brasil das décadas de 60, 70, 80 e 90, muita gente lembra primeiro de TV preto-e-branco, carro com carburador, feira na calçada, mercearia da esquina… Mas há um fio invisível que costura a infância de milhões de brasileiros: uma pequena legião de soldados de plástico, índios bravos, cowboys destemidos, super-heróis troncudos e monstros improváveis.
Esse fio tem nome: Gulliver.

E como todo bom mito pop, a história da Gulliver mistura engenho brasileiro, ousadia industrial, guerra cultural, brinquedos que viraram patrimônio afetivo — e muitos easter-eggs que ninguém imagina. Prepare seu cavalo, pegue sua Winchester de plástico e siga comigo.


🌄 A ORIGEM — O DESERTO, O SONHO E O PLÁSTICO

A Gulliver nasce em 1956, em São Caetano do Sul (SP), fundada por José “Zeca” Matarazzo Filho — não o conde, mas um industrial com faro para um mercado que estava nascendo: o de brinquedos de plástico injetado.

Enquanto os brinquedos do Brasil ainda eram majoritariamente de lata, madeira ou pano, a Gulliver apostou forte na nova técnica. E acertou: o plástico permitia detalhes finíssimos, moldes ousados, variedade absurda e — principalmente — preço acessível.

E assim, num barracão no ABC paulista, começa o reinado que duraria gerações.



Forte Apache da Gulliver

🏹 O FORTE APACHE — O PRIMEIRO UNIVERSO CINEMATOGRÁFICO BRASILEIRO

O carro-chefe absoluto?
O Forte Apache.

Originalmente licenciado da empresa norte-americana Louis Marx & Co., a Gulliver tropicalizou, expandiu, redesenhou e reinventou o playset até transformá-lo em algo 100% culturalmente brasileiro.

Versões em madeira, versões em plástico, versões pintadas à mão…
Sede, quartéis, torres, cavalaria, índios apaches, cowboys, meninos sorridentes, cachorros pastores, carroções, canhões — um universo inteiro numa mesa de poucas polegadas.

O Forte Apache da Gulliver foi, para uma geração, o primeiro “metaverso” de verdade:

  • sem login,

  • sem Wi-Fi,

  • sem NFT,

  • mas com imaginação ilimitada.


Antiga fabrica da Gulliver

👊 A ERA DE OURO — SUPER-HERÓIS, MONSTROS E UM BRASIL POP

Dos anos 60 aos 90, a Gulliver reinou absoluta.

🦸 Super-Heróis

Licenciou Marvel e DC quando isso ainda não era cool.
Se você lembra de um Hulk verde berrante, um Thor cabeçudo, um Superman com peito em formato de barril, você sabe do que estou falando.

👽 Monstros

Godzilla, King Kong, criaturas do espaço — tudo ganhava forma em PVC duro e eternizava tardes inteiras de batalha no chão da sala.

⚔️ Playsets temáticos

Forte Apache, Castelo Medieval, Vila do Zorro, Piratas, Cavaleiros, Romanos…
Cada kit era um portal instantâneo para outra época.

🚀 Ficção Científica & Robôs

Robôs de fricção, astronautas, monstros radioativos — um eco direto da paranoia nuclear e dos seriados japoneses que chegavam ao Brasil.

🗡️ Os eternos gladiadores Gulliver

Pequenos, coloridos, com poses icônicas — presentes em cada mercearia, banca de jornal e lojinha da 25 de Março.


Portão principal da fabrica Gulliver

🧩 CURIOSIDADES E EASTER-EGGS PARA COLECIONADORES

A Gulliver produziu peças para outras empresas — incluindo lotes secretos exportados sem marca.
Muita coisa hoje é “Gulliver sem saber”.

Existem moldes perdidos — literalmente extraviados nos anos 80 e 90. Alguns foram recuperados décadas depois em galpões abandonados.

A pintura a mão do Forte Apache original foi feita majoritariamente por equipes femininas do ABC Paulista, artesãs com precisão impressionante.

O cachorro pastor preto que acompanhava o menino no playset original foi inspirado no cão real de um funcionário da empresa.

✔ Nos anos 70 e 80, a Gulliver teve licenças do Ultraman, Jaspion e outros tokusatsu, mas muitos produtos nunca chegaram às lojas.

✔ A empresa criou a primeira linha nacional de minimodelos históricos, usada até em escolas durante anos.


📉 O DECLÍNIO — A INVASÃO DOS IMPORTADOS

A partir dos anos 90, com a abertura econômica e a entrada massiva de brinquedos chineses, o cenário mudou:

  • O custo de moldes metálicos era altíssimo.

  • As linhas clássicas vendiam menos.

  • O varejo migrou para produtos mais baratos e descartáveis.

  • Empresas nacionais sofreram — a Gulliver, inclusive.

A produção foi reduzida, algumas linhas desapareceram, outras tiveram tiragens curtas. Mas a marca nunca morreu.


🔥 O ESTADO ATUAL — GULLIVER, A FÊNIX DO PLÁSTICO

Hoje, a Gulliver existe — viva, reinventada e nostálgica.

A empresa se reposicionou como marca clássica, apostando em:

  • relançamentos de linhas vintage,

  • séries de edição limitada,

  • produtos colecionáveis,

  • parcerias com grupos de fãs e historiadores do brinquedo brasileiro.

O público?
Adultos entre 35 e 60 anos que carregam na alma o chão da sala onde guerrearam com cavaleiros e apaches.


🌵 DICAS PARA COLECIONADORES (AO ESTILO BELLOSA MAINFRAME)

  1. Prefira moldes antigos — geralmente mais pesados, com PVC mais duro e detalhes mais finos.

  2. Evite restaurações mal feitas — tinta errada destrói valor.

  3. Guarde em estojos fechados — o PVC é sensível à luz e pode ficar quebradiço.

  4. Fique de olho em relançamentos oficiais — alguns são raros já ao nascer.

  5. A comunidade “Gullivermaníacos” no Brasil é riquíssima — grupos no Facebook, Orkut ressuscitado, fóruns especializados.

  6. Cuidado com falsificações chinesas — sim, existem.

  7. O Forte Apache completo com pintura à mão é um Graal — conserve como um DB2 catalog root page.


🌙 CONCLUSÃO — GULLIVER, O MAINFRAME DA NOSSA INFÂNCIA

O que o mainframe tem em comum com a Gulliver?
Longevidade, confiabilidade, legado e presença silenciosa na vida de milhões.

A Gulliver é o nosso “CICS da imaginação”:

  • sempre em produção,

  • sempre entregando,

  • sempre suportando volume,

  • sempre pronta para rodar mais uma aventura.

E assim como o mainframe, ela atravessou gerações — sólida, nostálgica, parte da história nacional.

Se você teve um Forte Apache, um cowboy, um índio, um Hulk esquisitão, um gladiador colorido…
Você carrega Gulliver no coração.

E como sempre digo: nostalgia também é arquitetura — arquitetura da alma.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2004

Inuyasha the Movie 4: Fire on the Mystic Island : Quando um Programador COBOL Descobre que Alguns Sistemas Legados Foram Isolados da Rede por 50 Anos.

 

Bellacosa Mainframe apresenta inuyasha the movie 4 fire on the mystic island

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Inuyasha the Movie 4: Fire on the Mystic Island (犬夜叉 紅蓮の蓬莱島) sem Mistérios

Quando um Programador COBOL Descobre que Alguns Sistemas Legados Foram Isolados da Rede por 50 Anos... e Agora Precisam Ser Resgatados Antes que Todo o Conhecimento Desapareça

"Existem ambientes que ficaram tanto tempo desconectados do restante da empresa que acabaram desenvolvendo suas próprias regras, seus próprios problemas e seus próprios monstros. O quarto filme de Inuyasha fala exatamente sobre isso."


Introdução

Lançado em 2004, Fire on the Mystic Island encerrou a série de filmes produzidos durante a exibição do anime original.

Ao contrário do terceiro longa, focado no legado de Inu no Taishō, o quarto filme apresenta uma aventura inédita envolvendo uma misteriosa ilha que aparece apenas uma vez a cada cinquenta anos.

É um filme com forte carga emocional, pois coloca Inuyasha diante de crianças meio-yokai perseguidas simplesmente por existirem.

Essa abordagem faz do quarto longa um dos mais sensíveis da franquia, tratando de preconceito, pertencimento e esperança.


Dados Técnicos

Título Original

犬夜叉 紅蓮の蓬莱島

Inuyasha: Guren no Hōraijima

Tradução aproximada:

A Ilha Hōrai em Chamas Carmesim

Título internacional:

Fire on the Mystic Island


Autora Original

Rumiko Takahashi (高橋留美子)

Criadora de:

  • Inuyasha

  • Ranma ½

  • Urusei Yatsura

  • Maison Ikkoku

  • Mermaid Saga

A história do filme é original, criada especificamente para o cinema dentro do universo da franquia.


Estúdio

Sunrise

(atualmente Bandai Namco Film Works)


Diretor

Toshiya Shinohara


Roteiro

Katsuyuki Sumisawa


Lançamento

23 de dezembro de 2004

Japão


Duração

88 minutos


Gênero

  • Fantasia

  • Aventura

  • Ação

  • Drama

  • Sobrenatural

  • Mitologia Japonesa


Classificação

12–14 anos

Contém:

  • batalhas

  • violência moderada

  • sangue leve

  • temas dramáticos

  • preconceito


Sinopse

A lendária Ilha Hōrai reaparece depois de permanecer oculta durante cinquenta anos.

Nela vivem crianças meio-humanas e meio-yokai que sofrem perseguição dos terríveis Quatro Deuses da Guerra.

Inuyasha descobre possuir uma antiga ligação com aquela ilha e decide retornar para libertar seus habitantes antes que seja tarde demais.


Resumo

Ao investigar a misteriosa ilha, o grupo encontra uma comunidade isolada que vive sob o domínio dos Quatro Deuses da Guerra.

Enquanto protege as crianças, Inuyasha revive lembranças de uma visita feita décadas antes e percebe que alguns conflitos do passado jamais foram resolvidos.


A História

A Ilha Hōrai permanece escondida por longos períodos e só emerge do nevoeiro a cada cinquenta anos.

Nesse lugar vivem hanyō, seres metade humanos e metade yokai, que são marcados com um símbolo ritual e destinados ao sacrifício pelos Shitōshin, os Quatro Deuses da Guerra.

Inuyasha, Kagome, Miroku, Sango e Shippo chegam ao local e descobrem que a ilha guarda memórias da infância de Inuyasha, quando ele tentou salvar uma jovem chamada Ai sem conseguir derrotar seus perseguidores.

Agora, décadas depois, surge uma nova oportunidade para romper esse ciclo de sofrimento.


Os Personagens

Inuyasha

O filme revela um lado mais maduro do protagonista.

Ele enfrenta não apenas um inimigo poderoso, mas também a culpa por não ter conseguido salvar pessoas importantes no passado.


Kagome

Seu apoio emocional é essencial.

Ela ajuda Inuyasha a compreender que ainda existe esperança para corrigir antigos erros.


Ai

Uma hanyō que conheceu Inuyasha muitos anos antes.

Representa a memória, a perseverança e a esperança daqueles que aguardaram décadas por ajuda.


Asagi

Uma jovem da ilha que simboliza a nova geração de hanyō em busca de liberdade.


Sesshomaru

Embora participe menos da narrativa, sua presença continua decisiva nos momentos críticos.


Os Quatro Deuses da Guerra (Shitōshin)

Os antagonistas são:

  • Ryūra

  • Kyōra

  • Jūra

  • Gōra

Cada um controla um elemento e representa diferentes formas de opressão.


O Que Tem de Diferente?

Entre todos os filmes da franquia, este é o que mais enfatiza questões sociais.

Em vez de concentrar a narrativa apenas em grandes batalhas, o longa aborda discriminação, exclusão e a busca por um lugar onde pessoas diferentes possam viver em paz.

A ilha isolada também funciona como uma metáfora para comunidades esquecidas pelo tempo.


Temáticas

Preconceito

Os hanyō são perseguidos simplesmente por sua origem.


Liberdade

Toda comunidade merece decidir seu próprio destino.


Esperança

Mesmo cinquenta anos depois, ainda é possível mudar o futuro.


Memória

O passado pode ensinar, mas não deve aprisionar.


Família

Família também é construída por quem escolhemos proteger.


Sacrifício

Salvar outros exige coragem e responsabilidade.


Aventuras

A jornada leva os heróis por uma ilha envolta em névoa, repleta de templos antigos, cavernas, monstros e armadilhas espirituais.

Ao enfrentar os Quatro Deuses da Guerra, Inuyasha revisita lembranças de sua juventude, enquanto Kagome, Sango, Miroku e Shippo ajudam as crianças da ilha a recuperar a esperança e lutar por seu futuro.


Mensagens Ocultas

Isolamento Gera Sofrimento

Comunidades esquecidas tornam-se vulneráveis.


Diferenças Não São Fraquezas

São parte da identidade de cada indivíduo.


O Passado Pode Ser Corrigido

Mesmo que nunca seja apagado.


Crianças Herdam os Conflitos dos Adultos

Cabe às novas gerações romper esse ciclo.


A Verdadeira Força

Está em proteger quem não consegue se defender.


Impacto Cultural

Embora seja o filme menos comentado dos quatro, Fire on the Mystic Island conquistou muitos admiradores por sua abordagem emocional e pelo foco nos hanyō.

Também ampliou a compreensão do público sobre os conflitos enfrentados por personagens mestiços no universo de Inuyasha, reforçando um dos temas centrais da série: a dificuldade de pertencer a dois mundos.


Censura

O filme manteve praticamente todo o conteúdo original nas versões internacionais.

As alterações limitaram-se a pequenos cortes de sangue em algumas transmissões televisivas e adequações de classificação etária.

As edições em DVD e Blu-ray preservam integralmente a obra.


Mangás

Assim como os demais filmes, Fire on the Mystic Island apresenta uma história original para o cinema.

Posteriormente recebeu adaptações em formato de anime comic e materiais promocionais.


Light Novels

Não existe uma light novel oficial baseada neste filme.


Games

Embora não tenha recebido um jogo exclusivo, elementos da Ilha Hōrai e dos Quatro Deuses da Guerra apareceram em materiais derivados e colaborações da franquia.

Os principais jogos relacionados permanecem:

  • Inuyasha: A Feudal Fairy Tale (PlayStation)

  • Inuyasha: The Secret of the Cursed Mask (PlayStation 2)

  • Inuyasha: Feudal Combat (PlayStation 2)

  • Inuyasha: Secret of the Divine Jewel (Nintendo DS)


Curiosidades

  • É o último filme produzido durante a exibição do anime original.

  • A Ilha Hōrai foi criada exclusivamente para o longa e não aparece no mangá.

  • O filme aprofunda o tema dos hanyō, um dos elementos mais importantes da identidade de Inuyasha.

  • A trilha sonora de Kaoru Wada combina momentos épicos com passagens melancólicas, reforçando o tom emocional da história.


Easter Eggs

  • A ilha que surge apenas a cada cinquenta anos simboliza oportunidades raras que não podem ser desperdiçadas.

  • Os Quatro Deuses da Guerra representam sistemas opressores que se perpetuam ao longo do tempo.

  • O reencontro de Inuyasha com Ai demonstra que nem todas as promessas desaparecem; algumas apenas aguardam o momento certo para serem cumpridas.


Avaliação Bellacosa Mainframe

AspectoNota
História⭐⭐⭐⭐☆ (4,5/5)
Emoção⭐⭐⭐⭐⭐ (5/5)
Ação⭐⭐⭐⭐☆ (4,5/5)
Vilões⭐⭐⭐⭐☆ (4/5)
Trilha Sonora⭐⭐⭐⭐⭐ (5/5)
Temas Sociais⭐⭐⭐⭐⭐ (5/5)
Reassistir⭐⭐⭐⭐☆ (4,5/5)

Nota Final: 9,2/10

É um filme que encerra dignamente a fase clássica dos longas de Inuyasha, privilegiando emoção, esperança e reflexão sobre identidade e pertencimento.


☕ Bellacosa Mainframe

Imagine um ambiente IBM Z que foi desconectado da rede corporativa há cinquenta anos. Nenhuma atualização chegou, nenhuma documentação foi revisada e quase todos esqueceram que ele ainda existe.

Lá dentro continuam rodando aplicações críticas, mantidas por pessoas que nunca tiveram acesso às práticas modernas de desenvolvimento. Elas criaram seus próprios procedimentos para sobreviver.

A Ilha Hōrai é esse ambiente isolado.

Os Quatro Deuses da Guerra representam processos obsoletos e regras rígidas que impedem qualquer evolução.

Inuyasha é o especialista veterano que retorna ao sistema onde começou sua carreira e percebe que ainda há usuários dependendo daquela plataforma.

Kagome é a profissional que traz novas ideias, integração e esperança, mostrando que modernizar não significa apagar o passado, mas conectá-lo novamente ao restante do ecossistema.

A grande lição de Fire on the Mystic Island é especialmente relevante para quem trabalha com sistemas legados: nenhum ambiente deve ser abandonado simplesmente porque é antigo. Muitas vezes, atrás de um sistema esquecido existe conhecimento valioso, pessoas que dependem dele e uma oportunidade única de preservar sua história enquanto se constrói um futuro melhor.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2004

Visita natalícia ao amigo Cardoso


Aproveitando o final do ano, cá estamos novamente no norte, visitando o amigo Cardoso. Desta vez viemos ate Ermesinde, em uma pequena vila com casas construídas em pedra ao melhor estilo do Norte de Portugal.



Almoçamos em um tasca bem tradicional, uma deliciosa entremeada com batatas, regado ao bom vinho caseiro, retirado directo do barril e para fechar bem a refeição um bom prato de sopa de legumes a nortenha.

Aproveitamos o dia para visitar a região, colocar a conversa em dia e trazendo noticias do outro lado do atlântico.

Enfim um bom dia passado com um amigo.

domingo, 5 de dezembro de 2004

Alcobaça a cidade por trás do Mosteiro

Muita gente visita Alcobaça apenas pelo Mosteiro.


Mas esta cidade é tão rica em cultura e atraçoes naturais que acaba sendo um pecado não conhecer e visitar seus outros encantos.



Alcobaça tem lindas praias de falésia, tem florestas e bosques, um castelo em ruínas, vários palacetes e casas de interesse arquitectónico.

Suas ruas tem encantos de uma pequena vila, mas não se enganem Alcobaça é uma grande cidade, bem povoada e com grande infra-estrutura.

Um passeio por suas ruas tornara claro aquilo que digo, vale a pena explorar sem pressa, ver cada cantinho, conversar com as pessoas, sentar em um café local, provar um doce regional e jogar alguns minutinhos de conversa fiada.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2004

Nazaré e o funicular da cidade alta

Subindo ate a capela


Na parte baixa da cidade existe um fantástico funicular que nos leva para uma colina, onde tem diversas estruturas da cidade alta. Subindo uma encosta de aproximadamente 300 metros sobre trilhos, vislumbrando o oceano e a cidade que vai ficando pequenina la embaixo.



Ao chegarmos no final dos trilhos, nos deparamos com uma bela igreja, comercio, mirante, aqui sentimos todo o vento do oceano com seu cheiro delicioso de sal, aquela brisa marinha que nos transporta para o verão. Tendo uma visão privilegiada do Atlântico

No passado aqui ficavam os vigias, protegendo os moradores da parte baixo, das rasias de piratas em busca de escravos para o mercado de norte de África. Na idade media mulheres brancas eram muito valorizados nos harens espalhados por esse mundao afora.

Com um sinal de sinos os vigias avisavam os moradores que assim buscavam abrigo ao serem avistados barcos inimigos.

Nazare e suas praias

Nazaré a cidade das praias


Uma das cidades praianas mais famosa de Portugal com suas roupas típicas que correram o mundo em fotografias. As famosas 7 saias das nazarenas. o gorro dos pescadores.



Uma cidade tipicamente pesqueira que naquelas reviravoltas do destino, se tornou a meca do surf na Europa, inclusive com disputados campeonatos.

Cercada de belas casa antigas, praias belas, falésias e montes que atraem os turistas pela sua diversidade. Existem grandes monumentos próximos como o Mosteiro de Alcobaça.

Uma cidade com tradição, cheia de encantos inclusive com uma parte alta acessível por funicular. Alguns castelos na região tornam a estadia mais completa, podendo reservar alguns dia para banhos de sol e areia, pois a agua é bem fria, afinal estamos no Atlântico Norte

Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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