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terça-feira, 21 de maio de 2019

Mosteiro Nossa Senhora da Penha em Vila Velha em 1993

Andanças pelo Espirito Santo e algumas de suas cidades.


Em 1993 inciei uma aventura por alguns estados brasileiros,  na altura as fotografias eram em negativos 35 mm, muito caros, por isso fiz poucas fotos. Mas documentei os principais locais que passei no Estado do Espirito Santo.

Fiquei hospedado num albergue da juventude e da lá fiz minha exploração, passando pelo centro de  Vitoria em busca de um Banespa, pois estava sem dinheiro e naquela época cartões magnéticos só funcionavam no próprio Banco, depois atravessando a ponte em direção a Vila Velha encontrei o Convento Nossa Senhora da Penha, após subir uma viela atingi 158 metros de altura acima do nível do mar e encontrei esta joia no monte, encantado após ver as joias esculpidas em madeira no altar mor, desci andei pela praia ate encontrar uma bela orla,  com calçadão e areia dourada para finalmente encontrar um  farol que ilumina e protegeu durante anos  os navios que la navegavam.

Foi frustante ir até a fabrica dos chocolates Garoto, sem poder conhecer e nem comprar nada na loja, esperava mais, sonhava até em uma visita,  mas não rolou. Espero que gostem desta visão do Atlântico, os edifícios e arquitetura desta cidade.

#EspiritoSanto #VilaVelha #Mosteiro #NossaSenhora #Atlantico #Ponte #Vitoria #Paralelepipedo #Praia #Ilha #Farol #Enseada #Coqueiro

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Felicidade geral da galera chegamos a Ubatuba

Nuvens negras acompanham os viajantes.


Quem diria depois de tantos quilômetros chegamos a Ubatuba, mas infelizmente alguém nos acompanhou nessa descida. Nuvens negras começam a dominar o céu, parecemos a Familia Adamns acompanhados pelas nuvens negras.

Mas isso não nos desanimou, vamos encarar os poucos quilômetros que nos aguardam a até a praia de Itamambuca, preparar o almoço e cair na água.

O nosso amigo formiguinha esta aos pulos no banco de trás ansioso por entrar no mar, fazer castelinhos de areia e se divertir com as primas em diversos jogos a beira mar.

Oxalá que tenhamos bom tempo, por hora, fiquemos vendos as palmeiras que saldam os visitantes a entrada da cidade... sentindo o delicioso aroma marítimo.



sábado, 29 de julho de 2017

A praia de Itamambuca é um pequeno pedaço do paraíso

Momentos lúdicos de puro relaxamento.

Aleluia, aleluia... O tempo está firme, a chuva se dissipou e hoje temos um belo céu azul. Com isso podemos aproveitar o melhor que a Praia de Itamambuca tem a oferecer, águas cores de esmeralda, areia limpa e uma praia livre de esgotos e poluição.

A associação de moradores luta pela conservação e proteção das áreas verde do condomínio, temos árvores de mangue, árvores no limite entre a areia e o a terra firme e dentro do condomínio grandes árvores nativas da Mata Atlântica.

Neste cantinho especial de Ubatuba temos a foz do Rio Itamambuca com seu lago e as margens do lago um aprazível camping e seu simpático barqueiro que com sua canoa leva e trás os campistas. Sempre sorridente e cordial, pronto para contar causos engraçados que acontecem por ali.

Quem passa apressadamente pela Rodovia Rio Santos nem imagina as coisas fantásticas que se escondem, após as arvores. O belo oceano Atlântico, com um pouco de sorte podemos ver doninhas e golfinhos e em dias de muita mas muita sorte até baleias passando ali perto.

Venha caminhar nesta areia fofinha, brisa cheirosa e lugar para os mais diversos esportes náuticos.






sexta-feira, 28 de julho de 2017

Um cachorro na água do rio Itamambuca

A foz do Rio Itamambuca é arredores

Com um pouquinho de sol, saímos para caminhar na areia rumo a foz do Rio Itamambuca, como o tempo não ajudou nesses dias, a água do mar esta fria e com muitas ondas para os pequenos, ficamos apenas nas caminhadas e apreciando para explorar.

Na foz do Rio Itamambuca tem um lago separando-o da praia, este belo camping situado na outra margem do lago, que para atravessarmos o lago, necessitamos chamar um barqueiro que faz o trajeto por uma canoa a remo.

Caminhando no rio encontramos um simpático amigo de 4 patas, que nos acompanhou durante um certo tempo, aos pulos na leve correnteza. Fora isso ficamos subindo e descende de pedras e bisbilhotando os arredores em busca de coisas interessante.

Apreciem a colina com bela e verdejante flora, sobreviventes da outrora gigantesca mata atlântica que cobria todo o litoral paulista, aventure-se por ela e encontre palmeiras, samambaias e bromélias, com um pouco de sorte até pequenos mamíferos poderão ser vistos.



quinta-feira, 27 de julho de 2017

Bodyboard: curtindo as ondas em um dia nublado em Itamambuca

Mar agitado na Praia de Itamambuca

Esta semana realmente o tempo não foi nada camarada, dias ventosos, mar agitado e com muitas ondas, nos impediu de aproveitar a água para nadar.

Mas aproveitando esta postagem, vamos divagar um pouco e pensar a respeito das opções de turismo, acho que as cidades litorâneas perdem um pouco de oportunidades em maximizar o prazer dos turistas e com isso obter maior lucratividade para a população local.

O que eu quero dizer com isso. Imagine se as cidades tivessem mais museus, parques de diversão, piers com barraquinhas e etc... Vamos mais longe a Marinha possui tantos navios em via de desativar, por que não doarem aos municípios litorâneos e fazer deles museu? Uma ONG seria responsável pela conservação e serviço ao publico.

Construir um pier e permitir a pesca mediante pagamento de taxas de utilização? Alugar espaço de lojinhas para venda de suvenir e bancos para as pessoas poderem apreciar o mar aberto e sentirem a brisa, caminhando entre a praia e o pier e vice-versa.

Melhorando a experiencia dos turistas e atraindo mais pessoas que felizes poderiam curtir mais a viagem e recomendar a mais pessoas, num cenário ganhar ganhar para todos. As vezes tenho impressão que municípios litorâneos pensam somente no binômio praia-areia e deixam a desejar em outras opção, salvo raras exceções.

Voltando ao nosso vídeo neste dia de tempo ruim, somente nos restar olhar os surfistas bodyboard aproveitando o mar agitado e cavalgando suas ondas, enquanto eu fico na areia filmando a cena, a proposito estamos na Praia de Itamambuca em Ubatuba.





quarta-feira, 26 de julho de 2017

Explorando o Rio Itamabuca

Conhecendo a foz do Rio Itamambuca


Hoje com um tempo melhor, nós aventuramos a sul da praia de Itamambuca, após uma pequena caminhada rumo a foz do rio homônimo chegamos a um estuário de media proporção com um pequeno lago e um formoso camping.

Um dia de sol claro e céu azul, mas a brisa soprava forte, algumas vezes até levantando areia e jogando nos olhos, com ondas fortes então nos mantivemos aproveitando a fria água do rio.

Devido a este tempo instável, havia poucas pessoas na praia, quase como se fosse uma praia particular, um paraíso sem aquela confusão de guardas-sois e esteiras tipicas de um final de semana na praia.



terça-feira, 25 de julho de 2017

O Rio Prumirim na Praia de Itamambuca

A foz do Rio Prumirim

Nossa caminhada na areia com garoa e uma forte brisa fria, apesar de seu delicioso cheirinho de sal, a maresia com seu perfume que uns gostam outros detestam, nos desencorajou a entrar na água.

Andamos 20 minutos e chegamos a foz do Rio Prumirim, reparem que existe muito verde, a natureza protegida entre o condomínio e o mar, lar de diversas aves e criaturas marinhas, caminhando pelo rio acima encontramos uma pequena cachoeira.

Ao chegarmos na foz vimos uma rede de voley bem judiada, esperando melhores dias, mas com chuva poucos corajosos vem para a praia. O jeito é retornar à casa e aproveitar para bebericar uma boa caipirinha.




segunda-feira, 24 de julho de 2017

Um dia de tempo ruim em Ubachuva na praia de Itamambuca

Caminhando na areia com chuva


Nossas ferias na praia de Itamambuca não foi muito acertada, o tempo tem estado bem ruim, chovendo quase todos os dias. Mesmo como chuva nós estamos na praia e resolvemos caminhar no sentido norte até o rio Prumirim.

Na foz do Rio Prumirim tem varias pedras com caranguejos e outros animais marinhos e as águas placidas do rio encontram com o mar.

Nosso domingo na praia com chuva, pena que São Pedro não colaborou muito, ate que o sol tentou sair, porém as nuvens estavam mais forte e foram vitoriosas com isso Ubachuva manteve sua tradição de chover e chover sem parar, bem ao meio das nossas ferias.

Ao menos valeu pela brisa, caminhar e bater papo, se deliciar com peixe fresco e camarões em uma deliciosa caldeirada, curtir a família e amigos.



domingo, 23 de julho de 2017

Itamambuca: Curtindo um dia de praia

Imagine um pedaço do paraíso a beira mar.


Estamos no litoral norte num lugar escondido do grande publico, protegido da especulação imobiliária, com praia de areias brancas e limpas, água esmeralda com muito vento e ondas.

Uma vila de pescadores que se transformou num condomínio e ao mesmo tempo criaram regras para proteger e conservar os restinhos de mata atlântica. Este bioma tão rico em diversidade que diminui a cada dia, necessita ser protegido.

Em Itamambuca apesar das casas e ruas em terra, a praia com seus quase 3 quilômetros esta protegida da sujeira dos esgotos, as árvores oferecem sombra e abrigo, nada de quiosque e aquele infernal vai e vem de vendedores.

Este pequeno vídeo mostra um pouquinho da beleza natural deste cantinho do Éden onde crianças brincam na areia e constroem seus castelinhos, ouçam o barulho das ondas, ouça a brisa chegando e tentem imaginar o suave cheiro do mar.



terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Praia de Maranduba em Ubatuba

Para nao perder o costume, choveu em Ubachuva


Viemos passar o final de semana em Ubatuba, aproveitar a paz e o sossego dos finais de semana que antecedem as festas de final de ano.



Com a praia vazia aproveitei para caminhar pela areia, vendo a paisagem e conhecendo os pequenos segredo que esta praia esconde. Encontrei um antigo barco abandonado no mato, um carrinho de food truck.

Vários bichinhos vivendo na agua, bom indicativo do nível de limpeza da agua. Aproveitamos um dos dias de sol, para brincar com o formiguinha de castelo de areia e jogar bola na agua.

Foi um bom final de semana otimo para recuperar as energias.

domingo, 18 de janeiro de 2015

💋 O Primeiro Beijo – Entre a Praia Grande e o Folclore Familiar

 


🎬 *Poste para o Blog El Jefe – Série “Crônicas do Pequeno Bellacosa”
Título: 💋 O Primeiro Beijo – Entre a Praia Grande e o Folclore Familiar
(Bellacosa Mainframe, episódio especial: “O Dia em que a Novela Invadiu a Vida”)


Alguns beijos são poesia.
Outros são rebeldia.
E alguns… são simplesmente o caos mais divertido da infância.

O meu primeiro beijo pertence à última categoria — aquele caos puro, espontâneo, sem roteiro, que só uma criança de cinco anos, turbinada por imaginação e novelas, pode produzir.



Estamos na segunda metade da década de 1970. Crise do petróleo, fim do milagre econômico, inflação começando a assustar. Os adultos falavam de política; eu falava de brincar. Meu pai, fotógrafo profissional, fazia mágica para garantir renda. Além dos retratos, organizava excursões com a galera do bairro: Pirapora do Bom Jesus, Aparecida do Norte, Itu e seus exageros, represas, sítios e, claro… a Praia Grande, sempre lotada e sempre divertida.




E foi numa dessas viagens de bate e volta, com ônibus lotado, farofa, gritaria, cadeiras de praia amarradas com barbante e cheiro de bronzeador solar barato, que a história aconteceu.

No grupo estava um amigo de infância do meu pai, também casado, também pai. A filha dele, a Patrícia, tinha 4 anos — cabelos lisinhos, vestido florido e uma simpatia que encantava o ônibus inteiro. A partir dali começou o shippamento ancestral:

Ahhhh, quando crescerem vão namorar!
Vai ser casamento marcado!
Já pensou unir as famílias?

E eu, pequeno Bellacosa, com meus 5 anos, só pensava:
“Que povo chato!”

Mas repetiram tanto, tanto, TANTO… que eu, pequeno diabinho inquieto, resolvi:
“Vou acabar com essa conversa AGORA.”

E acabei.

No meio da praia, sem anúncio, sem preparação, sem trilha sonora, fui até a pobre Patrícia e tasquei um beijo.

Mas não foi um selinho inocente.
Não, senhor.
Foi um beijo cinematográfico, aprendido nas novelas que eu nem deveria assistir. Um beijo digno de Tony Ramos e Elizabeth Savalla, daqueles que até a câmera gira.



O mundo congelou.
Adultos boquiabertos.
Minha mãe chocada.
Meu pai tentando entender.
E o resto do ônibus… CAINDO NA RISADA.

“É precoce!”
“Filho de peixe, peixinho é!”
“Só podia ser filho do Wilson!”

Foi a primeira vez que ouvi o conceito de hereditariedade social aplicado a mim — e por causa de um beijo.

Detalhe: meu irmãozinho Dandan ainda estava na barriga da minha mãe. Ou seja, o primogênito entregou o espetáculo antes mesmo da família ficar completa e a Vivi alheia e ocupada com castelinhos de areia nada percebeu.

A Patrícia ficou sem entender nada, mas que retribuiu, retribuiu kkkkk


Eu fiquei orgulhoso. Do meu feito, algo que dali para frente virou parte da lenda, do meu legado de contador de histórias e mais uma peraltice do diabinho.


E a excursão inteira ganhou história pra contar por décadas.


🧩 Easter Egg Bellacosa

Nos anos 70, beijo na TV era um evento nacional. Os adultos viam, comentavam, analisavam… e eu, claro, achei que era só replicar a técnica. Afinal, se a Regina Duarte podia, por que eu não?


🎞️ Moral da história:

Alguns beijos a gente vive.
Outros a gente lembra.
E alguns, como esse, ninguém jamais deixa você esquecer.


domingo, 11 de agosto de 2013

🐙 A AVENTURA DO POLVO CONTRABANDISTA 🐙

 🐙🐙🐙🐙🐙🐙🐙🐙🐙🐙🐙🐙🐙🐙🐙



A AVENTURA DO POLVO CONTRABANDISTA — UMA CRÔNICA AO ESTILO BELLACOSA MAINFRAME
PARA O EL JEFE MIDNIGHT LUNCH

Existem memórias de infância que não são simples lembranças…
são microfilmes em 8mm, guardados no SYS1.HISTORIA.VAGNER, com trilha sonora de ondas batendo, cheiro de maresia e gritos de parentes desesperados.
E poucas são tão épicas quanto A GRANDE VIAGEM PRA PRAIA GRANDE NA BRASÍLIA 1970.

Prepare-se, porque vem aí:

uma crônica com sol, areia, mar, DDT, pescadores, um animal marinho clandestino e uma tia Miriam quase protagonizando um filme B de terror japonês.



PRÓLOGO — A BRASÍLIA DO APOCALIPSE (6 PESSOAS, 0 AR-CONDICIONADO, 100% FELICIDADE)

Era verão.
Era infância.
Era Brasil dos anos 1970.

E lá estávamos nós:
seis almas espremidas dentro de uma Brasília azul 1970, esse veículo místico movido a gasolina barata e esperança.

  • Vô Pedro, capitão da expedição e amante oficial do litoral,

  • Vó Anna, guardiã dos quitutes e da paciência infinita,

  • Tia Miriam e Tio Osmar, casal responsável e tenso, afinal Tio Osmar era o oficial responsavel pela navegação, pilotando com maestria de piloto de rally,

  • Tio Pedinho, aventureiro e cinco anos mais experiente no alto dos seus 10 anos,

  • E este narrador, pequeno, curioso, sociável… e, como veremos em instantes, contrabandista marinho em formação.

A estrada era longa.
A alegria, maior ainda.
E quando chegamos, Praia Grande virou palco de epopeia.



DIAS DE GLÓRIA — SOL, MAR, AREIA E BOLO DA VÓ ANNA

O litoral paulista daquela época era um universo paralelo:

  • Areias intermináveis,

  • Sorvetes de máquina azul fluorescente,

  • “Queijooooo coalhoooo!” ecoando no ar quente,

  • Casas alugadas cheias de mistérios e móveis antigos.

  • Um mar sem poluição com algumas areas verdes nativas, longe da especulação imobiliária dos anos seguintes.

  • Areia com muitas conchinhas, peixinhos, caranguejos, siris, bolachas do mar e muita vida marinha.

  • O vendedor de amendoim, biscoitos e picolé...

E as guloseimas da Vó Anna?
Meu amigo… aquilo dava buff +20 em energia infantil.

Foram dias de correrias, mergulhos, queimaduras de sol e risadas — até que o destino decidiu acrescentar um chefe secreto na aventura.



O INCIDENTE DO POLVO (OU SERIA UM CARANGUEJO?) — O PRIMEIRO CONTATO EXTRATERRESTRE

Eu era uma criança sociável, faz amigos em qualquer lugar, não tinha parada, sempre correndo e aprontando alguma, modo explorando dungeon 100% ativado.
Até em barcos de pescadores que encostam na praia com a simplicidade de quem entrega pão.

Ali, cercado de homens queimados de sol, redes úmidas e peixes brilhando ao sol, ganhei um presente vivo:

👉 um pequeno polvo.
Ou talvez um caranguejo.
Ou um híbrido mutante criado pela minha imaginação infantil.

Não importa. O que importa é que eu trouxe o bichinho para casa.

No copo.
Com água do mar.
E escondi embaixo da cama.

Porque era óbvio:
Lugar seguro.
Estratégico.
Infiltração perfeita.

Até que…



TIA MIRIAM VS O MONSTRO DO ABISMO — O FILME DE TERROR QUE NUNCA FOI GRAVADO

Quando Tia Miriam encontrou o copo do proibido, a casa estremeceu como um mainframe recebendo IPL com erro:

— “MAS O QUE É ISSO?!”
— “É meu amigo.”
— “ISSO VAI NOS MATAR NA NOITE! CRESCER, SAIR DO COPO E VIRAR UM MONSTRO!”

E eu, pequeno, negociando como um diplomata da ONU:

— “Mas tia, ele é bonzinho…”

Vó Anna tentava acalmar.
Vô Pedro achava graça.
Tio Osmar estava em estado de ‘eu não vi nada’.
E Tio Pedinho só ria no canto.

Tia Miriam?
Tia Miriam estava convencida de que, se mantivéssemos o animal ali,
ele iria esperar a meia-noite, crescer cinco metros e devorar a casa como um kaiju de Praia Grande.

Resultado?
O pobre polvo/caranguejo foi exilado no quintal.
Confinado.
Vigiado.

E na manhã seguinte, devolvido ao mar, como herói incompreendido.



A INVASÃO DAS BARATAS — O EVENTO CATACLÍSMICO DO DeTe-FON

Como se não bastasse a saga do animal marinho clandestino, a casa também nos presenteou com outro clássico dos anos 70:

uma infestação de baratas.

Daquelas que parecem surgir por teletransporte.

Foi preciso acionar o armamento químico proibido pela convenção de Genebra:
o lendário DeTefon,  (veneno DDT) famoso por matar tudo:

  • baratas,

  • mosquitos,

  • formigas,

  • e possivelmente 10% da camada de ozônio.

Tio Osmar surgiu com o spray como um herói de filme pós-apocalíptico.
Baratas correram.
Gritos ecoaram.
E a guerra foi vencida.

O cheiro?
Mistura de veneno, maresia e infância feliz.



EPÍLOGO — A MEMÓRIA É UM MAR QUE NUNCA SE APAGA

Aquela viagem ficou tatuada no coração:

  • A Brasília lotada,

  • o mar azul,

  • as refeições da Vó Anna,

  • o polvo contrabandista,

  • Tia Miriam surtando,

  • o DDT  (Detefon) salvador,

  • e a sensação de que o mundo era enorme, cheio de aventuras e pequenos perigos divertidos.

A Praia Grande daquela época tem um brilho especial na memória:
era o cenário perfeito para a fantasia, para as pequenas epopeias que moldam quem somos.

E hoje, revisitando esse capítulo ao estilo Bellacosa Mainframe para o El Jefe Midnight Lunch, percebemos que cada episódio da infância é como aquele pequeno polvo:

talvez pequeno na aparência, mas gigante na emoção que traz de volta.


sábado, 20 de julho de 2013

📼 Episódio de Hoje: “As Super-Férias de 1984 – O Zelador da Praia e o Menino do Litoral”

 


🌙🍱 El Jefe Midnight Lunch — Crônicas de um Bellacosa Mainframe 🍱🌙
📼 Episódio de Hoje: “As Super-Férias de 1984 – O Zelador da Praia e o Menino do Litoral”
por Vagner Bellacosa – estilo memória sabor de fita magnética


Depois que meu avô Pedro se aposentou lá por 1982, o orçamento apertou igual dataset sem primary allocation. E, como todo bom mainframeiro old school, ele não era homem de ficar ocioso esperando JCL rodar sozinho. Voltou ao batente. Primeiro como zelador na Vila Rio Branco, cuidando daquilo tudo com o mesmo zelo de quem cuida de um VSAM que não pode quebrar.

Mas meu avô tinha uma DLL interna chamada saudade do mar. A praia chamava. E ele ouviu.

Lá por 1984, decidiu botar o pé na areia e mudou-se para a Praia Grande, rumo ao que ele imaginava ser o “ambiente de execução ideal”. Conseguiu emprego como zelador por lá e, sem saber, abriu um novo capítulo das minhas memórias — e, se existisse LOG SMF da infância, esse período estaria com flag SPECIAL.



🏖️ Primeiras Férias de Inverno — Release 1.0

Inverno de 84. Férias escolares.
Passagem comprada.
E lá vamos nós, rumo à casa dos meus avós Pedro e Anna, que agora respiravam brisa marítima e cheiro de maresia.

Meu tio Pedrinho, recém-promovido a Menino da Praia, estava num momento de plenitude raríssimo — tinha um batalhão de amigos, uma “gangue da orla”, e eu, claro, fui puxado por tabela. Derrubei o firewall da timidez rapidinho. Em poucas horas, já estava integrado igual job rodando em multiuser mode.

E olha que era inverno. A água parecia saída do freezer do Super-Homem.
Mas quem liga? Para uma criança de 10 anos, diversão não depende de temperatura, depende de permissão — ou da ausência de adultos olhando.



🎾🏄‍♂️☀️ As Atividades Maravilhosamente Inúteis — E Perfeitas

A praia não chamava para banho, mas chamava para tudo o que realmente importava:

  • caminhar quilômetros no areal, fazendo de conta que era uma missão espacial;

  • jogar ping-pong em mesinhas tortas de pensão barata, mas que pareciam Wimbledon;

  • acompanhar meu tio Pedrinho tendo aulas de surf, enquanto eu imaginava quando seria promovido para aquele módulo;

  • catar conchas, construir fortalezas, disputar quem corria mais rápido na areia fofa e perdia o fôlego igual loop mal programado.

Foram super-férias. Daquelas que instalam patches na alma e que você nunca desinstala.




🏠😅 Meu Pai, o Inquieto — Quase a 5ª Mudança em 18 Meses

Meu pai, espírito inquieto, olhou para tudo aquilo e já começou a especular mentalmente:

“E se a gente se mudasse pra cá?”

Eu, criança, adoraria.
Minha mãe, talvez.
O caminhão de mudanças, coitado, não.

Mas meu avô Pedro — com sua sabedoria de sysprog experiente — tratou de fazer um ABEND S0C1 nessa ideia antes que virasse execução real. E graças a Deus.

Porque isso teria sido a quinta mudança em menos de 18 meses.
Só de lembrar, minha espinha dá um S0C7.

Mas eu, com meus 10 anos, não estava preocupado com logística, caminhão, caixa, endereço novo… nada disso.

Eu queria apenas curtir as férias, depois da tempestade que tinha sido o ano de 1983.


🌅 E ainda voltaria mais uma vez…

Aliás, naquele mesmo ano, voltamos para a praia de novo — num feriado prolongado que caiu como presente dos deuses do calendário.

Mas essa…
ah, essa é outra história.
E como todo bom mainframeiro sabe, histórias boas merecem ser carregadas em volumes separados, senão o dataset fica demais para um único extent.


sexta-feira, 3 de dezembro de 2004

Nazare e suas praias

Nazaré a cidade das praias


Uma das cidades praianas mais famosa de Portugal com suas roupas típicas que correram o mundo em fotografias. As famosas 7 saias das nazarenas. o gorro dos pescadores.



Uma cidade tipicamente pesqueira que naquelas reviravoltas do destino, se tornou a meca do surf na Europa, inclusive com disputados campeonatos.

Cercada de belas casa antigas, praias belas, falésias e montes que atraem os turistas pela sua diversidade. Existem grandes monumentos próximos como o Mosteiro de Alcobaça.

Uma cidade com tradição, cheia de encantos inclusive com uma parte alta acessível por funicular. Alguns castelos na região tornam a estadia mais completa, podendo reservar alguns dia para banhos de sol e areia, pois a agua é bem fria, afinal estamos no Atlântico Norte

domingo, 27 de julho de 2003

Sines e a antiga fabrica de conservas romana

Escavações arqueológicas romanas


Estamos em Sines uma cidade a beira mar cheia de legados históricos, temos as muralhas, temos Vasco da Gama, uma encantadora estação ferroviária, um austero castelo, um pequenino forte e igrejas tipicamente portuguesas.



A orla marítima é muito bonita dando uma vista bela do oceano Atlântico que tanta riqueza trouxe a esta cidade e continua trazendo. Com bela passarela que no verão vira o point de turistas curiosos e casalinhos apaixonados.
Ocupava desde tempos imemoriais aqui é um paraiso para os arqueologos, inclusive com as escavaçoes da fabrica de conserva romana onde salgavam peixe e produziam o famoso molho Quarum, existem tambem olarias  e outros legados desta epoca

sábado, 26 de julho de 2003

Grandola e a praia selvagem da Gale

Um acampamento a beira mar.


A praia da Gale em Grândola é um paraíso intocado que foi permitido criar um camping e parque de rolotes.



Uma praia limpa com linda falésia em cor laranjada, bosque de pinhais e mata nativa, tornam este lugar encantador para os turistas que curtem uma barraca e acampamentos.

No verão esta região lota de eco-turistas vindos de toda a parte, sendo quase impossível arrumar um lugarzinho para ficar.

Aqui aproveitando o beira mar, saboreamos como almoço um cara-pau grelhado no carvao, acompanhado de pão alentejano e vinho de caixinha do pingo doce.

domingo, 13 de julho de 2003

Sesimbra e suas praias maravilhosas

Dia de sol é sinonimo de praia.


Que maravilha um dia de sol para fugir da rotina e aproveitar para tomar um ar fresquinho. Saímos para fazer um pic nic na serra da Arrábida.



Num parque de merenda fizemos uma churrascada, passeamos por videiras, andamos no campo, brincando no campo e aproveitando o dia.

Depois fomos para a praia caminhar na área, porem a agua é muito fria, então curtimos a brisa marinha e se esticamos na areia.

sábado, 4 de janeiro de 2003

Almada e o Cristo Redentor e a Costa da Caparica com o Mosteiro dos Capuchos

O inverno e seus dias cinzentos.


Estamos em meio do inverno e em Portugal não neva, porem chove e os dias são cinzentos. Mesmo assim saímos para passear, bem agasalhado e com boa companhia.



Passamos primeiro em meio as brumas para ir ate Almada e ver o Cristo Redentor que de seus braços abertos saúda Lisboa e proteja sua sombra sobre o Tejo. Segundo a lenda, esta estátua foi construída pelo povo português por agradecimento a Deus, por não terem entrado na segunda Guerra Mundial e com isso não sofreram destruição devastadora e seus filhos não morreram em outras pátrias.

Como estava muito frio e muita névoa, resolvemos ir para o outro extremo, fomos ver o Atlântico a partir da Costa da Caparica, existe um antigo mosteiro em cima da falezia que se tem uma vista privilegiada do mar. O mosteiro dos Capuchos com lindos jardins (não no inverno).

Ficamos um bom tempinho ali apreciando a vista. E quando bateu a fominha descemos em Direcção a Costa, fomos em uma tradicional tasca que tem um delicioso caldo verde e pão de chouriço assadinho na hora, claro que regado há um bom vinho caseiro de Palmela.

segunda-feira, 19 de agosto de 2002

Oeiras um passeio pela praia do Tejo e seu forte

Passeio na praia a beira do Tejo


Esta semana que passou circulei por quase Lisboa inteira, então resolvi ir alem, tinha ouvido falar da linha de Cascais e seu trem que acompanhava o rio Tejo.


(versão ampliada)

Fui ate o cais do Sodre e peguei o trem em direcção a Oeiras, ouvi dizer que tinha uma praia a beira do rio em que era costume fazer topless. Muito interessado pela informação privilegiada, resolvi ir ate o terreno para verificar o mito das sereias do Tejo.

Chegando a Oeiras dei uma volta pela cidade,  mas o interesse era a praia, kkkk, realmente a praia era legal, tinha um forte,  tinha o topless, o único senão que esqueceram de me informar que as gatinhas que frequentavam aquela praia eram da safra de 1940 e 1950.




Me senti um pouco um personagem do David Cardoso em um filme dos anos 80, gravado por ele aqui mesmo em Portugal. 

terça-feira, 20 de julho de 1999

Camburiu e suas praias

Balneario de Camburiu

A trupe Tio B, Tia Z, Mamy estão famintos depois de um belo dia de praia resolvemos abancar em um restaurante para almoçar, este dia ficou marcado para sempre, comemos quilos de camarão fritinho, era delicioso, postas de peixe e muita cervejinha gelada.




A tarde de barriguinha cheia e feliz, fomos navegar em um barco de passeio, passamos perto de uma caravela pirata, andamos de trenzinho pela cidade e ainda ficamos assistindo o pouso de um helicoptero. Assim passou nosso dia de praia no balneario de Camburiu.