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sábado, 9 de janeiro de 2016

A Cachoeira de Cassorova em Brotas

A primeira cachoeira do formiguinha

Partindo de Sao Pedro pela Serrinha, fomos seguindo as placas, sem saber exactamente para onde iríamos. Como o dia estava bonito e havia diversos restaurantes pela estrada, fomos nos aventurando. Em busca da cachoeira escondida.

O formiguinha estava empolgadissimo, pois ate então nunca tinha visto uma cachoeira, fomos tentando explicar como era e ele cheio de perguntas.

Chegamos ate uma estrada de terra em meio ao canavial e la adentramos.



Por fim chegamos em uma fazenda, preparada para o eco-turismo, a Fazenda de Cassorova proprietária de um restaurante em uma casa colonial, um bar na piscina, varias trilhas e 2 cachoeiras.

Devido ser a primeira vez dele,pegamos o percurso mais fácil e começamos a descer ate a dita cachoeira, ele impaciente queria logo chegar. A meio do caminho vi uma pequenina cascata e falei para ele que aquilo era a cachoeira.

Ele olhou meio incrédulo tudo aquilo, olhava para mim, para a Ju, tipo pensando estes 2 fazem um puta de um barulho por causa desta aguinha corrente.

Esclareci a verdade e começamos a descer, o barulho se fazia ouvir e eu dizia para ele prestar atenção que aquilo era a Cachoeira falando conosco, ao chegarmos no rio, tinha uma ponte pencil que balancei e apos uma curva, ele deu um grito de excitação.

Estava a sua frente uma imponente cachoeira de mais 30 metros, que devido as chuvas recentes, espumava com toda a sua força. Atingindo-nos com respingos a quase 50 metros da queda d'agua.

Ficamos ali uns 15 minutos apreciando a beleza da natureza e retornamos para a piscina para aproveitar o resto do dia.

Cristo Redentor de Sao Pedro

Com o dia nublado resolvemos dar uma voltinha

O dia amanheceu nublado tomamos café e planejamos qual seria a aventura do dia. Sem nenhuma ideia em mente resolvemos ir até o Cristo Redentor e apreciar a paisagem.

Foi uma visão linda do horizonte, daqui podíamos vislumbrar as curvas do Rio Piracicaba, a cidade de São Pedro, Aguas de São Pedro e um agromerado urbano la longe que suspeitamos ser Piracicaba.

O formiguinha sarrista como ele so, não perdoou a gatinha que estava cheia de dificuldades para subir ate o alto do Cristo, com seu montes de degraus.




Vencida esta etapa, resolvemos esticar a nova volta e sair em busca de uma cachoeira, afinal essa era a primeira vez do formiguinha.

Pegamos nosso Black Car e partimos pela estrada da Serrinha de São Pedro...

Arco iris na estrada, é pena que a camera nao pegou legal

Bellacosa Mainframe caçando o arco-iris

Um Café no Bellacosa Mainframe

🌈 O Arco-Íris que a Câmera Não Conseguiu Guardar

A câmera quase não conseguiu enxergá-lo. Nós conseguimos. E talvez algumas imagens tenham mesmo sido feitas para ficar guardadas nos olhos e no coração.

Mais uma aventura a bordo do famoso Pretinho, o New Fiesta da Juliana.

Naquela época, muitas de nossas pequenas aventuras familiares aconteciam assim: colocávamos algumas coisas no carro, chamávamos o Formiga e saíamos para descobrir algum pedaço novo do mapa.

Desta vez estávamos pela região de Águas de São Pedro e São Pedro, aproveitando alguns dias de diversão, água, estrada e exploração.

Havíamos passado o dia curtindo o parque aquático termal de Águas de São Pedro e estávamos hospedados em São Pedro. Mas ficar simplesmente indo da pousada para o parque e do parque para a pousada nunca foi exatamente nosso estilo.

Se havia uma estrada diferente, uma cidadezinha, uma paisagem ou alguma coisa interessante por perto, lá ia o Pretinho.

🚗💨

Era preciso explorar.



🚗 O Pretinho novamente na estrada

O New Fiesta da Juliana acabou participando de uma quantidade enorme dessas histórias.

Carro de família tem dessas coisas.

No catálogo da montadora ele pode ser apenas um modelo, uma motorização, alguns números de consumo e uma lista de equipamentos.

Dentro da memória familiar é outra coisa.

É a máquina que leva as pessoas.

É onde acontecem conversas.

Onde uma criança dorme no banco traseiro depois de um dia inteiro de brincadeiras.

Onde aparecem as placas indicando lugares que ninguém estava planejando conhecer.

Onde alguém aponta pela janela e diz:

— Olha aquilo!

E imediatamente alguma pequena história começa.

O nosso era o Pretinho.

E naquele dia o Pretinho estava novamente cumprindo sua missão.

Estávamos retornando para a pousada depois de mais um daqueles dias gostosos em família quando o céu resolveu participar da aventura.


🌧️ Uma típica chuva de verão

Quem conhece o interior paulista sabe como acontece.

O calor fica pesado.

As nuvens começam a crescer.

O céu escurece rapidamente.

E então...

desaba água.

Não aquela chuvinha educada que começa devagar e avisa que pretende ficar algumas horas.

Nada disso.

Era uma daquelas clássicas chuvas de verão: fortes, intensas e rápidas.

Durante alguns minutos parece que alguém abriu uma comporta no céu.

A estrada muda.

O campo muda.

A luz muda.

Os limpadores trabalham sem descanso e o mundo observado através do para-brisa transforma-se numa pintura em movimento.

Continuamos seguindo.

Juliana, Formiga e eu dentro do Pretinho, enquanto a tempestade fazia seu espetáculo do lado de fora.

E, como frequentemente acontece com essas chuvas, pouco depois tudo começou a mudar novamente.

A intensidade diminuiu.

O céu clareou.

A luz voltou a atravessar as nuvens.

E então apareceu ele.



🌈 O arco-íris

Um lindo arco-íris surgiu sobre aquela paisagem.

Estrada.

Campo.

Céu ainda carregado pela chuva.

E aquelas cores atravessando tudo.

Era uma daquelas imagens que fazem alguém dentro do carro imediatamente procurar a câmera.

Precisava registrar aquilo.

Hoje estamos acostumados com celulares capazes de fotografar praticamente no escuro, estabilização eletrônica, HDR, múltiplas lentes, processamento computacional e algoritmos corrigindo automaticamente aquilo que o sensor não conseguiu captar.

Mas estávamos em 2016.

E havia algumas pequenas dificuldades naquele momento.

Estávamos dentro de um carro.

O carro estava em movimento.

A iluminação era complicada.

O céu ainda estava carregado.

A paisagem também estava se movendo em relação à câmera.

E um arco-íris não é exatamente o objeto mais fácil do mundo para uma câmera registrar.

Mesmo assim, tentei.

🎥 REC

Estrada.

Campo.

Céu.

E...

Cadê o arco-íris?

📹 A câmera não viu aquilo que nós estávamos vendo

Essa acabou sendo a parte mais curiosa daquele pequeno vídeo.

O arco-íris estava ali.

Nós estávamos vendo.

Bonito.

Colorido.

Perfeitamente integrado àquela paisagem depois da tempestade.

Mas quando tentávamos colocar aquilo dentro da câmera, boa parte da magia simplesmente desaparecia.

No vídeo sobrava apenas uma sombra daquilo que nossos olhos enxergavam.

Na postagem original de janeiro de 2016 eu praticamente pedi desculpas pela imagem:

“É pena que a câmera não pegou legal.”

Dez anos depois, olhando novamente para aquele registro, percebo que talvez estivesse olhando para a coisa errada.

A câmera não precisava ter conseguido.

Porque nós conseguimos.

👀 Algumas fotografias são feitas pelos olhos

Existe uma obsessão moderna bastante curiosa.

Queremos registrar tudo.

Comida.

Viagem.

Praia.

Crianças.

Paisagem.

Pôr do sol.

Show.

Aniversário.

Estrada.

E naturalmente...

Arco-íris.

É compreensível.

Fotografias e vídeos são maravilhosas máquinas do tempo.

Um pequeno arquivo esquecido durante dez anos pode subitamente devolver uma tarde inteira.

Mas existe uma diferença importante entre registrar uma experiência e experimentar uma experiência.

Naquele dia a câmera registrou mal o arco-íris.

Meus olhos não.

Eu me lembro da estrada.

Do campo molhado.

Da chuva que havia acabado de passar.

Do céu.

Do carro em movimento.

Da Juliana.

Do Formiga.

E daquele arco-íris.

Curiosamente, o vídeo tecnicamente imperfeito acabou fazendo exatamente aquilo que deveria fazer.

Ele não preservou perfeitamente a imagem.

Preservou a lembrança.

🧠 O melhor dispositivo de armazenamento estava dentro do carro

Talvez algum programador de mainframe encontre aqui uma analogia inevitável.

A câmera possuía limitações de hardware.

O sensor tinha limitações.

Havia movimento.

Havia condições ruins de iluminação.

O dispositivo tentou executar sua pequena missão de I/O e entregou aquilo que conseguiu.

RC=04 — concluído com warning.

😂

Mas havia três outros sistemas de captura funcionando dentro daquele New Fiesta.

Juliana.

Formiga.

E eu.

Cada um armazenando aquela cena de maneira completamente diferente.

Nenhum deles em JPEG.

Nenhum em MP4.

Nenhum dependendo de resolução, bitrate ou estabilização óptica.

Guardamos aquela imagem associada ao momento.

E memória humana funciona de uma maneira estranhíssima.

Às vezes uma fotografia perfeita desaparece no meio de dez mil fotografias.

Enquanto uma imagem que sequer conseguimos fotografar direito permanece conosco durante décadas.

❤️ Guardamos com os olhos e com o coração

Hoje acho maravilhosa a imperfeição daquele vídeo.

Se a câmera tivesse capturado um arco-íris absolutamente perfeito, talvez a postagem fosse apenas:

“Olha que arco-íris bonito.”

Fim.

Mas ela falhou.

E justamente essa pequena falha técnica acabou se transformando no gancho da história.

Porque naquele retorno para a pousada descobrimos, sem perceber, algo que somente muitos anos depois eu conseguiria colocar em palavras:

nem tudo precisa ser perfeitamente registrado para ser preservado.

Algumas coisas ficam conosco de outra maneira.

Aquele dia no parque.

O Pretinho.

Juliana.

Formiga.

A estrada molhada.

O campo.

Aquela chuva de verão que chegou furiosa e foi embora rapidamente.

E finalmente o arco-íris.

A câmera tentou.

Não conseguiu direito.

Tudo bem.

Nós vimos.

🌈

E dez anos depois, ainda consigo olhar para aquele vídeo tecnicamente ruim e enxergar muito mais do que os pixels conseguem mostrar.

Talvez seja essa a função verdadeira dessas pequenas filmagens familiares.

Elas não precisam guardar toda a história.

Precisam apenas deixar uma pequena chave capaz de abrir novamente aquela gaveta da memória.

O vídeo é a chave.

A imagem verdadeira continua guardada em outro lugar.

Nos olhos e no coração.


☕ Easter egg do Bellacosa Mainframe

Se algum operador estivesse acompanhando aquele processamento no SDSF, provavelmente encontraria algo assim:

JOB RAINBOW

STEP01 SUMMER-RAIN RC=00

STEP02 FAMILY-TRIP RC=00

STEP03 CAMERA-CAPTURE RC=04

STEP04 HUMAN-MEMORY RC=00

STEP05 HEART-STORAGE RC=00

MAXCC=04

JOB COMPLETED SUCCESSFULLY.

Porque em produção, como na vida, um warning nem sempre significa que alguma coisa deu errado.

Às vezes significa apenas:

a câmera não conseguiu guardar tudo.

Nós conseguimos.

☕🌈🚗

Bellacosa Mainframe — onde até uma velha filmagem de estrada pode executar novamente um job arquivado há dez anos na memória.

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Presente do ceu: Arco iris na estrada

Tivemos um dia prazeiroso no parque aquático Termas de São Pedro, no retorno para o hotel teve uma tromba d'agua, daquelas de verão, super forte e super rápido.

Após a chuva fomos presenteados com um lindo arco-íris, a filmagem ficou fraca, achei que a resolução da camera iria capturar, mas infelizmente não deu.




Pelos menos conseguimos ver um pouco das cores no céu, uns pequenos detalhes do lado direito, usando um pouco da imaginação consegue-se ver o dito arco-íris.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Torre de petroleo em Aguas de Sao Pedro, passado arqueologico dos primordios da exploraçao petrolifera

Ruinas arqueológicas industriais: Torre de perfuração de petróleo.


No começo do século XX inúmeros intelectuais começaram a advogar a existência de petróleo no Brasil, a exemplo do que acontecia nos EUA em que diversas companhias procuravam o ouro negro.

Foram fundadas algumas empresas de prospecção de petróleo, que saíram por diversos pontos a fazerem perfurações em busca de indícios da existência de petróleo.




Feita a introdução falemos de Aguas de São Pedro, pois aqui existe as ruínas de uma dessas torre, virou um museu a céu aberto, conservando a torre no formato tradicional que vemos em filmes, maquinas a vapor, trilhos, guindastes e caldeiras. 

Tudo conservado e exposto como se os funcionários tivessem saído para almoçar e logo retornariam para as suas actividade.

Nao é uma cachalote.

Sendo engolido por uma baleia-cachalote.

Continuo descansando do almoço, passeando pelo parque e agora resolvi entrar no interior de um boneco gigante, imitando uma baleia cachalote, pena que esta um pouco estragado pelo tempo e danificado por turistas vândalos.

A ideia é original, imagine uma baleia de quase 30 metros, entra-se pela boca, veem-se alguns órgãos internos,  Ouvem-se estranhos e usa-se a imaginação para ter um vislumbre de como seria.



Pena que a escuridão não ajudou nas filmagens, ficou um pouco escuro e às vezes não se sabe muito bem o que tem la dentro. A melhor parte é a saída do boneco, adivinhem por onde é a saída???
#cachalote #baleia #

Invasao de insetos gigantes!!!!!

Cuidado se sofres de insetofobia, pule este post.

Estou no parque aquáticos Termas de São Pedro, hora do almoço com a barriguinha cheia, resolvi dar uma voltinha pelo parque e explorar outras atraçoes.

Encontrei um museu com insectos gigantes com animação rudimentar, achei a ideia engraçada, mas um pouco fora de realidade, afinal o que insectos gigantes tem a ver com piscina?

Foi divertido ver o formiguinha com medo, mostrar os detalhes do corpo dos insectos, porem as salas estavam um pouco escuras o que dificultava a visualização dos insectos.




E também tinha um cheiro a mofo terrível, deveriam colocar umas janelas ou exaustores, afinal ninguém merece.

Vendo os prós e contras, valeu a pena ter este museu, gastei uma meia horinha ali enquanto descansava do almoço.

Um dia de Piscina no Water Park de Sao Pedro

Nesse calor louco de Janeiro, nada como uma boa piscina.


Antes que façam reclamação, aqui só terá filmagem da ala infantil, pois com o formiguinha fica difícil ir para as piscinas adultas e ao mesmo tempo filmar.

Então para os papais e mamaes de plantão, segue o video da ala infantil, boa piscina para levar seus filhos e muito próximo a Campinas.



Apesar de que a manutenção deixar a desejar com alguns brinquedos danificados, fundo da piscina descolando, foi divertido ver o formiguinha brincando nos escorregadores, tobogans e outras coisinhas mais.

Foi um dia em grande, para o final do dia seguimos para as piscinas adultas, mas desta vez fui sem a camera, pois era um olho no peixe outro no gato.


Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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