terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

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Usando títulos, tag, descrição e metadados seu vídeo poderá ser descoberto mais facilmente.


segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Uma tarde de musica medieval no Castelo de São Jorge

Um musico no Castelo de São Jorge em Lisboa 


Do alto de uma das 7 colinas de Lisboa, suas muralhas protegem Lisboa há mais de 2000 anos. Diversos povos passaram por aqui, derramaram seu sangue, destruíram seus portões, repararam, ampliaram, colocaram novas torres.

Para se ter uma pequena noção, acredita-se que os fenícios construíram a primeira fortificação, celtibéricos conquistaram aos primeiros, mas perderam para os romanos, godos, visigodos, vândalos e tantos outros povos passaram aqui também. Por fim os mouros os conquistaram e iniciaram os anos dourados do Al-Andaluz, por fim os portugueses ajudados por cruzados ingleses conquistaram a cidade é iniciaram a construção de um império onde o sol nunca se punha, com cidades em todos os continentes.

Hoje o castelo de São Jorge perdeu suas funções defensivas, mas agora aberto a todos os povos de boa vontade, tornou-se um imponente monumento, onde podemos passar bons momentos, apreciando toda a paisagem, o panorama é perfeito podemos ver a cidade, o rio Tejo, a margem sul com Almada e Seixal logo a vista.

Para completar restaurado tem fontes, torres e almeias, canhões em bronze, estatuas, jardins e diversas arvores para entreter o visitante. Num dia agradável de visita havia um musico tocando melodias de tempos idos, musica medieval no castelo, remetendo-nos há uma viagem no tempo para a Lisboa medieval, conhecendo a terra dos alfacinhas do seculo XIV.
.
Próximo ao castelo ainda podemos visitar as ruínas do teatro Romano, a velha Sé Catedral e seus tesouros, a casa de Santo Antônio, andar nos ícones bondes amarelos de Lisboa e se perder nas sinuosas ruas da mouraria.




sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

💡 Mid-Week Tech Insight | IBM MQ for z/OS & SMF Data



 💡 Mid-Week Tech Insight | IBM MQ for z/OS & SMF Data

Mensageria crítica explicada para quem já confia mais no SMF do que em dashboard bonito




☕ 02:22 — Quando a fila começa a crescer em silêncio

Todo mainframer já viveu esse momento:
o sistema “está no ar”, ninguém reclamou…
mas o depth da fila começa a subir.

No mundo distribuído isso vira pânico tardio.
No z/OS, isso vira SMF bem lido.

Este artigo é sobre IBM MQ for z/OS + SMF como fundação real de aplicações distribuídas críticas — sem hype, sem romantização.


1️⃣ Um pouco de história: quando mensageria virou espinha dorsal 🧬

Antes de “event-driven” virar buzzword:

  • MQ já desacoplava sistemas

  • Garantia entrega

  • Preservava ordem

  • Sobrevivia a falhas

📌 Comentário Bellacosa:
MQ não nasceu para “escala web”.
Nasceu para não perder mensagem.


2️⃣ Por que SMF é a alma do MQ no z/OS 🧠

No z/OS:

  • Nada sério existe sem SMF

  • Performance sem SMF é palpite

No MQ:

  • SMF mostra o que realmente aconteceu

  • Não o que alguém acha que aconteceu

🔥 Tradução direta:
SMF é o trace definitivo do MQ.


3️⃣ O que o SMF revela sobre o MQ (e ninguém vê) 🔍

Com SMF você enxerga:

  • Volume de mensagens

  • Taxa de PUT / GET

  • Uso de CPU e I/O

  • Esperas

  • Gargalos por fila ou aplicação

😈 Easter egg:
Quem analisa SMF sabe que fila cheia não é causa — é sintoma.


4️⃣ MQ no mundo distribuído: o elo invisível 🌍

Aplicações modernas:

  • Microservices

  • Eventos

  • APIs

Mas no core:

  • MQ continua segurando o mundo

📌 Comentário ácido:
Kafka fala alto.
MQ entrega calado.


5️⃣ Passo a passo mental: analisando MQ via SMF 🧭

1️⃣ Observe o crescimento da fila
2️⃣ Correlacione com horário e carga
3️⃣ Analise PUT vs GET
4️⃣ Verifique latência e espera
5️⃣ Avalie consumo de CPU
6️⃣ Identifique aplicação causadora
7️⃣ Só então ajuste parâmetros

🔥 Regra de ouro:
Nunca aumente buffer antes de entender o gargalo.


6️⃣ SMF vs Observabilidade moderna (o encontro dos mundos) 📊

MainframeMundo distribuído
SMF MQTraces de mensageria
RMFMétricas de throughput
Queue DepthLag de consumidor
PUT/GETProducer / Consumer
AbendIncident

😈 Curiosidade:
O que hoje chamam de “lag” você sempre chamou de fila crescendo.


7️⃣ Erros comuns (e caros) ⚠️

❌ Ignorar SMF e confiar só em alertas
❌ Tratar MQ como “infra”
❌ Ajustar parâmetros sem evidência
❌ Não correlacionar com carga real

📌 Comentário Bellacosa:
Mensageria sem visibilidade vira buraco negro.


8️⃣ Guia de estudo prático 📚

Conceitos

  • Mensageria confiável

  • Desacoplamento real

  • Backpressure

  • Observabilidade

  • Capacidade

Exercício

👉 Pegue dados SMF do MQ
👉 Monte uma linha do tempo
👉 Relacione com batch, online e APIs


🎯 Aplicações reais no mundo enterprise

  • Core bancário

  • Integração mainframe-cloud

  • Sistemas regulados

  • Alta disponibilidade

  • Processamento assíncrono crítico

🔥 Comentário final:
Sem MQ, o distribuído cai.
Sem SMF, ninguém sabe por quê.


🖤 Epílogo — 03:05, filas sob controle

Enquanto alguns discutem se mensageria é “moderna”,
o MQ segue processando bilhões de mensagens… com SMF contando a verdade.

El Jefe Midnight Lunch assina:
“Mensagens podem esperar. Diagnóstico não.”

 

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

🥀 A Filosofia do Desejo em Anime — Parte 2: Poder, Submissão e o Mito da Mulher Ideal

 


🥀 A Filosofia do Desejo em Anime — Parte 2: Poder, Submissão e o Mito da Mulher Ideal

O desejo humano é um sistema operacional arcaico — não tem atualização, apenas novas interfaces.
Nos animes, esse sistema aparece travestido de narrativa, estética e simbolismo.
O Japão, com sua mistura de repressão e contemplação, transformou o desejo em arte visual.
E é nesse paradoxo — entre o pudor e o fascínio — que o fetiche encontra sua morada filosófica.


⚖️ O Desejo como Poder

O poder é o fetiche supremo.
Não há nada mais erótico, em termos simbólicos, do que o ato de dominar e ser dominado
não no corpo, mas na mente.

Lelouch (Code Geass) manipula a vontade dos outros com um olhar.
Light Yagami (Death Note) mata com uma caneta.
Makima (Chainsaw Man) transforma submissão em culto.

Todos compartilham um mesmo arquétipo: o poder que desperta desejo, e o desejo que corrompe o poder.
É um jogo antigo, com regras invisíveis, onde o prazer está em quem comanda o tabuleiro —
não necessariamente quem vence a partida.

🔎 Curiosidade Bellacosa: o Japão sempre tratou a autoridade como uma forma de erotismo cultural.
O samurai se ajoelha diante do shogun com a mesma reverência de quem se entrega a um amor impossível.


🩸 Submissão: o outro lado do espelho

Se há prazer em dominar, há mistério em se entregar.
O fetiche da submissão, tão recorrente nos animes, é menos sobre humilhação e mais sobre confiança.
A submissão é, paradoxalmente, o gesto mais poderoso —
é entregar o controle e confiar que o outro não destrua sua essência.

Personagens como Shinji (Evangelion), Subaru (Re:Zero) e até Guts (Berserk)
representam essa fragilidade: o homem que sofre, que falha, mas que se ergue com a dor.
A submissão emocional se torna rito de passagem.

🔎 Curiosidade Bellacosa: Freud chamaria isso de “economia da libido”;
eu prefiro chamar de “o combustível da narrativa”.


🌸 A Mulher Ideal: o fetiche que o Japão exportou

A cultura japonesa construiu um mito perigoso e belo:
a mulher perfeita — pura, gentil, silenciosa, e ao mesmo tempo inatingível.
Rei Ayanami, Belldandy, Hinata Hyuga, Rem —
todas refletem o ideal de uma feminilidade dócil, quase sagrada.

Mas também há o outro extremo:
as mulheres dominantes, fortes, perigosas —
Makima, Esdeath, Revy, Motoko Kusanagi —
símbolos da independência que fascina e ameaça.

Ambas são projeções do mesmo desejo:
o homem dividido entre querer proteção e ser destruído.

🔎 Curiosidade Bellacosa: o fetiche pela mulher ideal é, na verdade, uma tentativa de domar o caos do mundo moderno.
O amor vira refúgio; o ideal feminino, o antivírus emocional.


Epílogo de Balcão

O desejo, nos animes, é uma lente de aumento sobre a alma humana.
Ele revela o medo, a solidão, o poder e a fragilidade de quem ama e sonha demais.
Por isso, o fetiche, quando bem explorado, não é vulgar — é filosófico.
Ele pergunta:

“O que é realmente belo: o corpo que se oferece ou o olhar que o torna desejável?”

Talvez o segredo esteja aí.
Entre submissão e poder, o fetiche é o lembrete de que o amor —
como a própria vida — só existe enquanto houver risco.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

🎌🚫 20 Animes Que Sofreram Censura no Ocidente — e o Que Mudou em Cada Um

 🎌🚫 20 Animes Que Sofreram Censura no Ocidente — e o Que Mudou em Cada Um




A guerra entre “versão original japonesa” e “edição ocidental politicamente segura”.


A história da animação japonesa fora do Japão é marcada por tesouras afiadas.
Desde os anos 80, quando o anime começou a ser exibido nos EUA e Europa, violência, sexualidade e até cultura japonesa foram cortadas ou alteradas para se adequar às audiências ocidentais.
Vamos ver 20 exemplos icônicos de como o Ocidente “suavizou” (ou distorceu) clássicos do Japão.


1. Sailor Moon (1992)

💥 Mudança: o casal Uranus e Neptune virou “primas” na dublagem americana.
🎭 Motivo: censura a relacionamentos homoafetivos.
📺 Efeito: confusão geral — os “primos” agiam com uma intimidade… nada familiar.


2. Dragon Ball Z (1989)

💥 Mudança: cortes em sangue, mortes e nudez cômica.
🎭 Motivo: tornar “adequado para crianças”.
📺 Efeito: Goku virava um herói sem sangue nas mãos e com nuvens mágicas no lugar de palavrões.


3. Pokémon (1997)

💥 Mudança: episódio “Electric Soldier Porygon” banido após causar convulsões.
🎭 Outros cortes: episódios com armas, cruzes ou insinuações românticas.
📺 Efeito: Porygon foi “cancelado” da franquia por décadas.


4. One Piece (1999)

💥 Mudança: a 4Kids removeu sangue, cigarros e até alterou a história.
🎭 Motivo: adequar à TV infantil.
📺 Efeito: Sanji passou a “chupar pirulitos” em vez de fumar.


5. Naruto (2002)

💥 Mudança: cenas de sangue, suicídio e nudez foram cortadas.
🎭 Motivo: público infantil.
📺 Efeito: lutas dramáticas perderam impacto emocional — e algumas mortes “sumiram”.


6. Yu-Gi-Oh! (1998)

💥 Mudança: armas substituídas por dedos apontando (!).
🎭 Motivo: evitar violência explícita.
📺 Efeito: seguranças “ameaçavam” com o dedo, criando cenas absurdas.


7. Cardcaptor Sakura (1998)

💥 Mudança: virou “Cardcaptors”, com foco no menino Shaoran.
🎭 Motivo: esconder o romance lésbico e “masculinizar” o enredo.
📺 Efeito: a protagonista Sakura perdeu protagonismo na versão ocidental.


8. Shaman King (2001)

💥 Mudança: sangue e temas espirituais cortados.
🎭 Motivo: religiosidade e morte vistas como “tabu”.
📺 Efeito: o anime perdeu boa parte de sua filosofia original.


9. Tokyo Ghoul (2014)

💥 Mudança: cenas de canibalismo e tortura escurecidas ou removidas.
🎭 Motivo: censura de violência extrema.
📺 Efeito: algumas cenas viraram “telas pretas” inteiras na TV japonesa e ocidental.


10. Attack on Titan (2013)

💥 Mudança: censura a sangue e nudez dos titãs em algumas versões.
🎭 Motivo: regras de exibição em horário nobre.
📺 Efeito: a brutalidade da guerra foi suavizada em alguns países.


11. Death Note (2006)

💥 Mudança: banido em vários países após jovens imitarem o “caderno da morte”.
🎭 Motivo: medo de incentivo à violência.
📺 Efeito: em lugares como a China, o anime só é acessível via VPN.


12. Hellsing Ultimate (2006)

💥 Mudança: cortes de sangue e blasfêmia religiosa.
🎭 Motivo: conteúdo considerado ofensivo em países cristãos.
📺 Efeito: perdeu parte da crítica à guerra e à hipocrisia religiosa.


13. Ranma ½ (1989)

💥 Mudança: nudez e trocas de gênero censuradas.
🎭 Motivo: medo de polêmica com identidade de gênero.
📺 Efeito: piadas e temas sobre autodescoberta foram cortados.


14. Digimon (1999)

💥 Mudança: diálogos alterados, piadas adultas removidas.
🎭 Motivo: versão “infantilizada” para o público americano.
📺 Efeito: personalidades dos personagens ficaram mais rasas.


15. Bleach (2004)

💥 Mudança: sangue e álcool substituídos por “suco” e “energético”.
🎭 Motivo: controle de conteúdo jovem.
📺 Efeito: humor e intensidade ficaram desbalanceados.


16. Rurouni Kenshin (1996)

💥 Mudança: cenas de decapitação removidas.
🎭 Motivo: violência realista demais.
📺 Efeito: duelos históricos perderam autenticidade.


17. Elfen Lied (2004)

💥 Mudança: censura pesada em TV ocidental; exibido só em horários restritos.
🎭 Motivo: violência gráfica e nudez.
📺 Efeito: parte da mensagem sobre preconceito e trauma foi perdida.


18. Ghost in the Shell (1995)

💥 Mudança: nudez simbólica cortada.
🎭 Motivo: tabu sexual na animação.
📺 Efeito: perdeu impacto filosófico sobre corpo e identidade.


19. Akira (1988)

💥 Mudança: dublagem americana suavizou falas e contexto político.
🎭 Motivo: receio de críticas a governo e temas adultos.
📺 Efeito: a versão original é muito mais complexa e filosófica.


20. Neon Genesis Evangelion (1995)

💥 Mudança: diálogos e cenas religiosas censuradas nos EUA e América Latina.
🎭 Motivo: medo de “blasfêmia” e confusão teológica.
📺 Efeito: parte da metáfora existencial foi perdida em versões dubladas.


Conclusão Bellacosa

Quando o Ocidente tentou “proteger” o público, acabou distorcendo a arte.

A censura nos animes revela mais sobre os medos culturais de quem assiste do que sobre quem produz.
E no fim das contas, as versões originais continuam sendo a forma mais honesta de sentir o que o autor quis dizer — com todas as sombras, falhas e verdades que vêm junto.

Porque no mundo dos animes, até o corte mais pequeno muda o sentido de uma alma inteira. 🎭