sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

🏰 As 20 Guildas e Grupos de Aventureiros Mais Emblemáticos do Universo Anime

 


🏰 As 20 Guildas e Grupos de Aventureiros Mais Emblemáticos do Universo Anime

"Uma guilda é mais do que um abrigo de missões. É onde nascem laços, cicatrizes e destinos."
— Bellacosa, Crônicas de Fiore ✨

 





🌟 1. Fairy Tail (Fairy Tail, 2009)

  • Reino: Fiore

  • Símbolo: Fada flamejante

  • Membros: Natsu, Erza, Lucy, Gray, Wendy, Happy

  • Essência: A guilda que transformou amizade em força mística.

  • Curiosidade: A sede foi destruída e reconstruída várias vezes, simbolizando a persistência e união.

  • 🎖️ Título: A Guilda das Emoções.


⚔️ 2. Adventurer’s Guild (Goblin Slayer, 2018)

  • Local: Reino sem nome, inspirado em D&D.

  • Sistema: Bronze → Adamantite.

  • Realismo brutal: Missões com morte, trauma e medo.

  • Curiosidade: A guilda é quase um sindicato burocrático — sem heróis, só sobreviventes.

  • 🎖️ Título: A Guilda do Mundo Real.


💥 3. Axel Adventurer’s Guild (Konosuba, 2016)

  • Cidade: Axel – “Cidade dos Recomeços”.

  • Personagens: Kazuma, Aqua, Megumin, Darkness.

  • Características: A paródia perfeita de uma guilda de RPG.

  • Curiosidade: Nenhuma guilda tem tanto caos, sarcasmo e sapos gigantes.

  • 🎖️ Título: A Guilda do Caos e da Comédia.


🏰 4. Ainz Ooal Gown (Overlord, 2015)

  • Origem: MMORPG Yggdrasil

  • Líder: Momonga (Ainz)

  • Natureza: Guilda que virou império.

  • Curiosidade: Cada sala da Tumba de Nazarick homenageia um jogador original.

  • 🎖️ Título: A Guilda Divinizada.


⚜️ 5. Loki Familia (DanMachi, 2015)

  • Cidade: Orario

  • Deusa Líder: Loki

  • Rival: Hestia Familia (Bell Cranel)

  • Curiosidade: O status dos aventureiros é medido como “Ficha Divina” — quase um DB2 celestial.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Deuses e Mortais.


🔥 6. Black Bulls (Black Clover, 2017)

  • Líder: Yami Sukehiro

  • Membros: Asta, Noelle, Magna, Luck.

  • Características: Desordeiros e carismáticos.

  • Curiosidade: Considerada a pior esquadra — até começar a salvar o reino.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Marginais.


🕶️ 7. Akatsuki (Naruto, 2002)

  • Origem: Grupo mercenário ninja.

  • Membros: Itachi, Pain, Kisame, Deidara, Konan.

  • Objetivo: Coletar bijuus para “paz forçada”.

  • Curiosidade: Cada membro representa um ideal quebrado.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Renegados.


🐉 8. Blue Pegasus, Lamia Scale e Sabertooth (Fairy Tail)

  • Essência: As guildas rivais que dão brilho às competições mágicas.

  • Curiosidade: São o contraponto — a sombra e o reflexo da Fairy Tail.

  • 🎖️ Título: As Guildas Rivais da Honra.


🌌 9. Team Natsu (Fairy Tail)

  • Descrição: Subgrupo lendário da Fairy Tail.

  • Curiosidade: Mesmo sem intenção, derrotaram dragões, deuses e impérios.

  • 🎖️ Título: O Coração da Fairy Tail.


🧭 10. Familia Hestia (DanMachi)

  • Membros: Bell Cranel, Hestia, Liliruca, Welf.

  • Curiosidade: A menor Familia do mundo... mas de alma gigante.

  • 🎖️ Título: A Guilda do Crescimento e da Esperança.


🧙 11. Phantom Troupe (Hunter x Hunter, 1999)

  • Símbolo: Aranha com número.

  • Líder: Chrollo Lucilfer.

  • Curiosidade: Mistura de guilda e seita — unem lealdade e loucura.

  • 🎖️ Título: A Guilda do Caos Elegante.


🌑 12. Gotei 13 (Bleach, 2004)

  • Função: Força militar espiritual — protetores da Soul Society.

  • Curiosidade: 13 divisões, cada uma com filosofia e honra própria.

  • 🎖️ Título: A Guilda das Almas.


🧭 13. The Guild (Made in Abyss, 2017)

  • Função: Controlar as expedições ao Abismo.

  • Curiosidade: O abismo é quase uma entidade viva — a guilda é o portal entre o humano e o desconhecido.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Exploradores do Infinito.


💀 14. Night Raid (Akame ga Kill!, 2014)

  • Função: Assassinato político e libertação do império.

  • Curiosidade: Todos sabem que morrerão — e mesmo assim lutam.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Mártires.


🕊️ 15. Straw Hat Pirates (One Piece, 1999)

  • Capitão: Monkey D. Luffy

  • Função: Piratas e sonhadores.

  • Curiosidade: Não é uma guilda formal, mas a essência da guilda: companheirismo e propósito.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Sonhos Livres.


⚙️ 16. Survey Corps (Attack on Titan, 2013)

  • Missão: Explorar o mundo fora das muralhas.

  • Curiosidade: Mais do que um exército — um ideal de liberdade.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Que Ousam.


🧩 17. SOS Brigade (The Melancholy of Haruhi Suzumiya, 2006)

  • Curiosidade: Paródia moderna de guilda estudantil.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Absurdos e Deusas Tímidas.


⚖️ 18. Fairy Hunters (Fairy Tail Movie)

  • Curiosidade: Grupo rival que persegue magos da Fairy Tail.

  • 🎖️ Título: A Guilda Sombria das Lendas.


🗡️ 19. Silver Fang Guild (Ragna Crimson, 2023)

  • Função: Caçar dragões e proteger reinos.

  • Curiosidade: Inspirada em guildas nórdicas de mitos antigos.

  • 🎖️ Título: A Guilda da Vingança.




☠️ 20. Nazarick NPCs (Overlord)

  • Natureza: Servos criados por jogadores.

  • Curiosidade: Fieis até o fim — mesmo sem saber o que é ser humano.

  • 🎖️ Título: A Guilda dos Ecos Eternos.


🕯️ Epílogo Bellacosa

“Uma guilda, seja de aventureiros, magos, ou sonhadores, sempre guarda um ideal: pertencer a algo maior que si mesmo.
É o elo entre o herói e o mundo, entre o sonho e o risco.
Por isso, mesmo o aventureiro solitário, em algum canto da alma, pertence a uma guilda que só ele conhece.”

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

🏰 As Guildas Mais Emblemáticas do Universo Anime

 


🏰 As Guildas Mais Emblemáticas do Universo Anime

1. Fairy Tail – “Fairy Tail” (2009)

💫 A guilda mais famosa de todas.

  • Local: Reino de Fiore.

  • Membros icônicos: Natsu Dragneel, Lucy Heartfilia, Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Happy.

  • Características:

    • Um símbolo de amizade, lealdade e caos divertido.

    • A guilda é quase uma família barulhenta, onde as brigas são tão comuns quanto os abraços.

    • O lema: “Não importa o que aconteça, você nunca está sozinho.”

  • Curiosidade: O autor Hiro Mashima se inspirou em bares de RPG e grupos de aventureiros dos games.

  • 🎖️ Status: A mais amada e reconhecida guilda da cultura otaku.


2. Aventureiros de “Goblin Slayer” (2018)

⚔️ A guilda mais realista e sombria.

  • Local: Um mundo medieval brutal e pragmático.

  • Características:

    • Sistema de classificação por rank (porções de aço até adamantina).

    • Retrata de forma crua o dia a dia dos aventureiros, sem glamour — com mortes, medo e trauma.

    • O protagonista, Goblin Slayer, é uma lenda por sua especialização em... goblins.

  • Curiosidade: A guilda aqui é mais um órgão burocrático e perigoso do que uma fraternidade — um retrato cru do RPG realista.


3. Guilda de Aventureiros – “Konosuba” (2016)

😂 A guilda mais caótica e engraçada.

  • Membros principais: Kazuma, Aqua, Megumin e Darkness.

  • Características:

    • Paródia direta das guildas clássicas de RPG.

    • O quadro de missões é repleto de tarefas inúteis (como “matar sapos gigantes”) e o bar da guilda é o centro da comédia.

    • A guilda representa o caos e a sorte que movem os aventureiros do gênero isekai.

  • Curiosidade: As interações na guilda são tão icônicas que viraram memes eternos na comunidade otaku.


4. Ainz Ooal Gown – “Overlord” (2015)

👑 A guilda de poder supremo.

  • Origem: MMORPG Yggdrasil.

  • Fundador: Momonga (Ainz Ooal Gown).

  • Características:

    • Uma guilda de magos e seres poderosíssimos, hoje personificada por Ainz em um novo mundo.

    • Mistura o conceito de “guilda” com “império”.

  • Curiosidade: Embora tenha começado como um grupo de amigos jogadores, tornou-se uma legião de NPCs leais e um império sombrio.


5. Loki Familia – “DanMachi” (2015)

🗡️ A guilda mais estruturada e mitológica.

  • Local: Cidade de Orario.

  • Características:

    • No universo de DanMachi, as guildas são chamadas de Familias, comandadas por deuses.

    • A Loki Familia e a Hestia Familia (de Bell Cranel) são as mais icônicas.

    • Mistura de mitologia e RPG clássico.

  • Curiosidade: Cada Familia tem uma divindade patrona e um sistema de bênção que concede status e habilidades — conceito muito admirado entre fãs de RPG.


6. Blue Pegasus, Sabertooth, Lamia Scale – “Fairy Tail”

🌠 As guildas rivais lendárias.

  • Têm presença carismática e participam dos grandes torneios mágicos.

  • Representam as nuances da honra, rivalidade e redenção dentro do universo de Fairy Tail.


🏅 Conclusão — A Guilda Mais Emblemática

👉 Título incontestável:
💥 Fairy Tail (Guilda Fairy Tail) é a mais icônica, emocionalmente marcante e culturalmente difundida guilda de aventureiros em todo o universo dos animes.

Ela transcende o conceito de “grupo de missões” — é uma metáfora da amizade, superação e do poder do vínculo humano, tão presente no DNA dos shounens clássicos.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

JCL – A Lenda Viva dos Mainframes: Estado Atual, Releases, História, Dicas e Curiosidades

 

Bellacosa Mainframe aprenda JCL

JCL – A Lenda Viva dos Mainframes: Estado Atual, Releases, História, Dicas e Curiosidades

por Bellacosa Mainframe

O JCL (Job Control Language) é a linguagem de controle usada em ambientes IBM Mainframe para definir e gerenciar jobs batch — dizendo ao sistema o que executar, quais programas usar, quais dados acessar e como tratar a saída. Ele nasceu nos anos 1960 e continua essencial até hoje, mesmo com eras de linguagens modernas surgindo e desaparecendo.


🔹 Qual é o “Release” Atual do JCL?

Na verdade, o JCL em si não tem uma versão de linguagem distinta como uma linguagem de programação tradicional (ex.: COBOL 6.0). Ele é parte integrante do sistema operacional z/OS, e evolui conforme o release do z/OS é atualizado.

👉 O release mais recente do z/OS é o:
🔹 z/OS 3.2 (V3R2) — liberado em setembro de 2025 pelo IBM Z.

Isso significa que os usos e comportamentos de JCL em z/OS 3.2 são considerados os mais atuais e com suporte completo pela IBM.

🧠 Curiosidade: JCL foi criado originalmente nos anos 60 para o OS/360 e manteve compatibilidade retroativa até hoje — quase 60 anos depois de sua criação!


📅 Linha do Tempo dos Releases Relevantes (com datas e contexto)

Aqui está uma lista com 10 grandes marcos na evolução do z/OS (onde o JCL “vive e respira”):

Release z/OSData de LançamentoFim de ServiçoDestaques / Notas
OS/360 (início do JCL)1964–1966Ponto de partida histórico. JCL nasce para controlar jobs batch.
MVS/ESA (JCL ampliado)1970sIntrodução de recursos avançados como cataloged procedures.
OS/390década de 1990Predecessor imediato da família z/OS.
z/OS V1R1Março 2001Transição oficial para z/OS com 64‑bit e Unicode.
z/OS V2R2Setembro 2015Suporte a arquiteturas modernas e refinamentos de batch.
z/OS V2R4Setembro 2019Melhor integração com ferramentas modernas.
z/OS V2R5Setembro 2021Final de comercialização: 2024Continuação dos refinamentos em segurança e batch.
z/OS 3.129‑Set‑2023Mercado retirado: Jan/2026Suporte estendido até 2031.
z/OS 3.230‑Set‑2025Planejado final de serviço 2030O release atual que molda como JCL funciona hoje.
(Futuro) z/OS 3.3?Estimado ~2027Expectativa de continuidade da evolução hybrid cloud / AI

ℹ️ Nota: As datas são baseadas em políticas de ciclo de vida de z/OS e planos divulgados pela IBM, com suporte extensível a décadas.


🆕 O que é novo em torno do JCL hoje?

Embora JCL não “mude de versão” como linguagens de programação, as ferramentas que o cercam estão ficando mais modernas:

JCL Language Server & Modern Editor Support
Agora há suporte de linguagem para editores modernos (VS Code) via IBM Z Open Editor, com realce de sintaxe, autocompletar e navegação inteligente.

💡 Isso faz o desenvolvimento de JCL muito mais agradável do que nos velhos dias de editores monocromáticos!


🚀 Dicas Bellacosa Mainframe para Trabalhar com JCL

💡 1. Tente antes de executar – use TYPRUN=SCAN nas suas JOB statements para verificar sintaxe sem rodar a job.
💡 2. Mensagens SDSF são suas amigas – códigos como IEF253 ou IGD17001 te dizem exatamente o que está errado.
💡 3. JCL é sobre contextos, não linguagens glamourosas – ele não “compila”, ele coordena recursos e jobs.
💡 4. Use ferramentas modernas – editores com suporte LSP ajudam a evitar erros de coluna ou sintaxe, que historicamente eram a maior dor de cabeça de qualquer operações mainframe.


🐣 Easter‑Eggs e Curiosidades

🥚 Fred Brooks (um dos pais do OS/360) chamou JCL de… “a pior linguagem que já existiu, criada por mim mesmo”! — uma piada interna que a IBM às vezes cita para reconhecer sua simplicidade arcaica.

💾 JCL começou em cartões perfurados! A decisão de fazer statements com // foi simplesmente porque o processador MC do Assembler precisava de um idioma declarativo para controlar jobs.

🎮 Hoje existem versões open‑source e emuladores (Ex.: Hercules) que rodam JCL em ambientes de hobby ou estudo — ainda tão relevante para quem quer aprender.


🧠 Comentário Final

O JCL é uma das poucas linguagens que realmente sobreviveu às eras. Ele começou com OS/360, passou por MVS, OS/390 e hoje vive em z/OS 3.2, controlando jobs batch críticos em empresas gigantes. Apesar de não ter “versões da linguagem” como outras linguagens de programação, sua evolução está intrinsecamente ligada às releases do z/OS.

Com ferramentas modernas que o suportam, JCL continua não apenas vivo, mas sendo uma peça-chave em ambientes corporativos, mesmo frente a novos paradigmas como cloud, AI e integração híbrida.



sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

🧠🔥 Mapa comparativo manual: Mainframe ↔ Instana Observability

 


🧠🔥 Mapa comparativo manual: Mainframe ↔ Instana Observability


Analogias diretas para quem já leu SMF em hexadecimal e agora vê JSON piscando


☕ 02:41 — Quando o APM tenta explicar o que o SMF já sabia

Todo mainframer que olha para uma ferramenta de observabilidade moderna (Instana, por exemplo) tem a mesma sensação:

“Isso aqui… eu já vi antes.”

E viu mesmo.
A diferença é que agora:

  • o dump é distribuído

  • o JES virou dashboard

  • o operador virou SRE

  • e o problema continua sendo tempo, estado e falha

Este artigo é um mapa mental de tradução, para tornar aplicações distribuídas palpáveis para quem vem do z/OS.


🗺️ O mapa comparativo essencial (guarde isso)

Mundo MainframeInstana / ObservabilidadeTradução Bellacosa
SMFDistributed TracesRegistro detalhado do que aconteceu, quando e por onde passou
RMFMétricas (CPU, memória, latência)Capacidade, consumo e gargalos
JES / SpoolLogs correlacionadosO que foi executado, em que ordem e com qual resultado
CICS TransactionService / EndpointUnidade lógica de trabalho
Program / ModuleMicroserviceCódigo executável com responsabilidade específica
AbendIncidentFalha detectável que exige ação
Return CodeError Rate / Status CodeSucesso ou falha mensurável
Job ChainService Dependency MapOrdem e dependência entre execuções
OperadorSRE / On-callQuem sofre primeiro
Console z/OSDashboard em tempo realO painel que ninguém olha até dar problema

😈 Easter egg:
Se você entende RMF, já entende 80% de qualquer APM.


1️⃣ História curta: do SMF ao Trace distribuído 🕰️

No mainframe:

  • O sistema sempre foi observável

  • Só exigia estudo, paciência e café

No mundo distribuído:

  • A observabilidade precisou ser reinventada

  • Porque ninguém mais sabia onde o código rodava

📌 Comentário Bellacosa:
Observabilidade não nasceu na cloud.
Ela foi redescoberta.


2️⃣ SMF ↔ Traces: a analogia mais poderosa 🔍

SMF

  • Sequência precisa

  • Contexto

  • Correlação temporal

Trace distribuído

  • Request entra

  • Passa por N serviços

  • Sai (ou morre no caminho)

🔥 Tradução direta:
Um trace é um SMF espalhado pela rede, costurado em tempo real.


3️⃣ RMF ↔ Métricas: capacidade nunca saiu de moda 📊

RMF

  • CPU

  • I/O

  • Memory

  • Throughput

Instana Metrics

  • CPU

  • Memory

  • Latência

  • Saturação

😈 Curiosidade:
A diferença não é o conceito.
É que agora todo mundo descobriu que capacidade importa.


4️⃣ Job chain ↔ Dependency Graph 🧩

No batch:

  • JOB A → JOB B → JOB C

  • Quebrou A, nada anda

No distribuído:

  • Serviço A → Serviço B → Serviço C

  • Quebrou B, metade do sistema “funciona”

📌 Comentário ácido:
Falha parcial é batch quebrado com marketing.


5️⃣ Console ↔ Dashboard: o mesmo vício 👀

  • Console ignorado = desastre

  • Dashboard ignorado = post-mortem

🔥 Regra eterna:
O problema não é a ferramenta.
É quem só olha quando dói.


6️⃣ Passo a passo mental para o mainframer entender Instana 🧭

1️⃣ Pense em transação, não em tela
2️⃣ Pense em fluxo, não em serviço isolado
3️⃣ Pense em capacidade, não em “escala infinita”
4️⃣ Pense em falha como estado normal
5️⃣ Pense em correlação, não em log solto

📌 Mantra Bellacosa:
Sem correlação, não há diagnóstico.


7️⃣ Curiosidades que só mainframer percebe 😈

  • Observabilidade virou buzzword

  • Mas sempre foi obrigação

  • Logs sem contexto são JES sem DD

  • Alert sem ação é operador sem autoridade


📚 Guia de estudo recomendado (sem hype)

Conceitos

  • Observabilidade (metrics, logs, traces)

  • Resiliência

  • SRE

  • Arquitetura distribuída

  • Event-driven

Exercício prático

👉 Pegue um trace no Instana
👉 Leia como se fosse um SMF
👉 Pergunte: onde começou a dar errado?


🎯 Aplicações práticas desse mapa

  • Integração mainframe ↔ cloud

  • Modernização segura

  • Diagnóstico de incidentes

  • Treinamento de times híbridos

  • Arquitetura corporativa


🖤 Epílogo — 03:33, o gráfico faz sentido

Quando o mainframer entende observabilidade moderna, algo muda:

Ele para de perguntar

“O que é isso?”

E começa a afirmar:

“Ah… então foi aqui que deu ruim.”

El Jefe Midnight Lunch assina:
“Instana não inventou observabilidade. Só colocou UI no que o mainframe sempre soube fazer.”

 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

🖥️🎬 20 filmes para quem rodou Jogador Nº 1 em modo FULL NOSTALGIA

 

🖥️🎬 20 filmes para quem rodou Jogador Nº 1 em modo FULL NOSTALGIA

🖥️🌐 Realidade Virtual no Século XXI: o terminal que virou mundo

ao estilo Bellacosa Mainframe

A realidade virtual (VR) no século XXI não é apenas um avanço tecnológico; é a transformação do terminal em ambiente existencial. O que começou como simulador tosco, com latência alta e resolução sofrível, evoluiu para sistemas imersivos capazes de treinar cirurgiões, pilotos, engenheiros e — ironicamente — fugir da própria realidade.

Para o olhar mainframer, a VR é um front-end extremo rodando sobre infraestruturas críticas: data centers, redes de baixa latência, computação gráfica massiva e economias digitais persistentes. Nada disso é novo. O novo é o nível de envolvimento humano. O usuário deixa de “usar” o sistema e passa a habitar o sistema.

No século XXI, a VR impacta educação, saúde, indústria, entretenimento e relações sociais. Treinamento virtual reduz riscos reais; ambientes simulados aceleram aprendizado; mundos digitais criam novas formas de trabalho e identidade. Mas o trade-off é claro: escapismo, dependência e a diluição da fronteira entre o real e o simulado.

A lição Bellacosa é simples: toda tecnologia poderosa exige governança, limites e consciência histórica. Assim como o mainframe sustenta sistemas invisíveis que movem o mundo, a realidade virtual revela um futuro onde o maior risco não é a máquina falhar — é o humano preferir não sair dela.

🖥️ Sistema estável. Usuário em teste.


🖥️🎬 Lista não definitiva


1️⃣ Tron (1982)

🇧🇷 Tron – Uma Odisseia Eletrônica
🎭 Jeff Bridges
💬 Usuário preso dentro do sistema.
🥚 Primeiro “VR” do cinema. Vetores = mainframe feelings.

2️⃣ Tron: Legacy (2010)

🇧🇷 Tron: O Legado
🎭 Jeff Bridges
💬 Sistema herdado sai do controle.
🤫 Todo sysadmin entende isso.

3️⃣ The Matrix (1999)

🇧🇷 Matrix
🎭 Keanu Reeves
💬 Realidade como simulação.
🥚 Baudrillard escondido no código.

4️⃣ Wreck-It Ralph (2012)

🇧🇷 Detona Ralph
🎭 John C. Reilly
💬 Personagens sabem que são jogo.
🥚 Arcade é personagem.

5️⃣ Free Guy (2021)

🇧🇷 Free Guy: Assumindo o Controle
🎭 Ryan Reynolds
💬 NPC acorda.
🤫 Bug vira herói.

6️⃣ Avalon (2001)

🇧🇷 Avalon
🎭 Małgorzata Foremniak
💬 Jogo militar e existencial.
🥚 Filosofia japonesa pesada.

7️⃣ Existenz (1999)

🇧🇷 eXistenZ
🎭 Jude Law
💬 Jogo orgânico, desconfortável.
🤫 Cronenberg trollando gamers.

8️⃣ Gamer (2009)

🇧🇷 Gamer
🎭 Gerard Butler
💬 Humanos controlados como avatares.
🥚 Crítica social explícita.

9️⃣ Sword Art Online: Ordinal Scale (2017)

🇧🇷 SAO – Ordinal Scale
🎭 Vozes originais
💬 VR + AR + trauma.
🤫 Anime entende melhor o OASIS.

🔟 Summer Wars (2009)

🇧🇷 Summer Wars
🎭 Anime
💬 Rede social vira campo de batalha.
🥚 Família vs sistema.


1️⃣1️⃣ Alita: Battle Angel (2019)

🇧🇷 Alita
🎭 Rosa Salazar
💬 Identidade, upgrades, memória.
🤫 RPG cyberpunk disfarçado.

1️⃣2️⃣ Scott Pilgrim vs The World (2010)

🇧🇷 Scott Pilgrim Contra o Mundo
🎭 Michael Cera
💬 Vida como videogame.
🥚 HUD emocional.

1️⃣3️⃣ Ready Player One (2018)

🇧🇷 Jogador Nº 1
🎭 Tye Sheridan
💬 O manual visual do livro.
🤫 Pause sempre.

1️⃣4️⃣ The Lawnmower Man (1992)

🇧🇷 O Passageiro do Futuro
🎭 Pierce Brosnan
💬 VR pré-histórica.
🥚 CGI jurássico, ideia visionária.

1️⃣5️⃣ Johnny Mnemonic (1995)

🇧🇷 Johnny Mnemonic
🎭 Keanu Reeves
💬 Dados na cabeça.
🤫 William Gibson puro.

1️⃣6️⃣ Hackers (1995)

🇧🇷 Hackers
🎭 Angelina Jolie
💬 Hacker como pop star.
🥚 Moda cyberpunk exagerada.

1️⃣7️⃣ Ghost in the Shell (1995)

🇧🇷 A Fantasma do Futuro
🎭 Anime
💬 Identidade digital.
🤫 Influenciou Matrix.

1️⃣8️⃣ Her (2013)

🇧🇷 Ela
🎭 Joaquin Phoenix
💬 Relação com sistema.
🥚 Solidão high-tech.

1️⃣9️⃣ The Thirteenth Floor (1999)

🇧🇷 O 13º Andar
🎭 Craig Bierko
💬 Simulação dentro da simulação.
🤫 Mainframe inception.

2️⃣0️⃣ Blade Runner (1982)

🇧🇷 Blade Runner
🎭 Harrison Ford
💬 O que é real?
🥚 Base filosófica do cyberpunk.


🖥️ Comentário final Bellacosa:
Se Jogador Nº 1 é o front-end colorido, essa lista é o backend legado que sustenta tudo. Assista com olhar de operador:
todo sistema conta a história de quem o criou.


terça-feira, 4 de janeiro de 2022

🛡️ IBM Z Resiliency : Por que o mainframe foi feito para não cair — e o mundo digital ainda corre atrás

 


🛡️ IBM Z Resiliency

Por que o mainframe foi feito para não cair — e o mundo digital ainda corre atrás

“Downtime não é um incidente técnico. É um evento de negócio.”

No mundo atual, onde uma falha de segundos vira trending topic e uma indisponibilidade de minutos custa milhões, resiliência deixou de ser luxo e virou sobrevivência.
E é exatamente aqui que o IBM Z entra em cena — não como moda, mas como engenharia.

Este artigo nasce do conteúdo do curso IBM Z Resiliency, mas vai além: traduz conceitos, conecta história, provoca reflexão e mostra por que o mainframe continua sendo o porto seguro do digital.




☕ O que é Resiliência — e por que não é só “alta disponibilidade”

Muita gente confunde resiliência com uptime.
Mas uptime é métrica. Resiliência é comportamento.

Um sistema resiliente:

  • Falha (porque tudo falha)

  • Se adapta

  • Se recupera rápido

  • E, muitas vezes, falha sem que o usuário perceba

📌 No IBM Z, o objetivo não é evitar a falha a qualquer custo — é garantir que ela não vire um problema de negócio.


💥 Quando o sistema cai, o negócio cai junto

Downtime não afeta só TI. Ele afeta:

  • 💳 Transações não realizadas

  • 🏦 Operações financeiras interrompidas

  • ⚖️ Penalidades regulatórias

  • 😡 Clientes que não voltam

E no mundo digital:

  • 99,9% não é “excelente”

  • 99,99% é o mínimo aceitável

  • 99,999% (five nines) é onde o IBM Z opera por padrão

👉 Five nines significa menos de 5 minutos de indisponibilidade por ano.
Não é marketing. É engenharia.


📊 Como se mede disponibilidade (e por que isso importa)

A conta é simples:

Disponibilidade = (Tempo total – Downtime) / Tempo total

Mas a interpretação não é.

Porque uma hora fora do ar:

  • Às 3h da manhã ≠

  • Às 11h de uma segunda-feira bancária

📢 Resiliência não é quanto tempo você ficou fora — é o impacto que isso causou.


🧱 RAS: o DNA do IBM Z

Quando falamos de IBM Z, falamos de RAS:

🔧 Reliability (Confiabilidade)

  • Componentes redundantes

  • Correção automática de erros

  • Falhas detectadas antes de virarem incidentes

📌 Há casos reais em que o cliente nunca soube que um componente falhou.


⏱ Availability (Disponibilidade)

  • Substituição de peças com sistema ligado

  • Workloads realocados automaticamente

  • Sysplex mascarando falhas de LPAR ou CPC

📢 No mundo distribuído, reiniciar é normal.
No mainframe, é exceção.


🛠 Serviceability (Manutenibilidade)

  • Diagnóstico preciso

  • Call Home automático

  • Menos tempo para resolver, menos impacto

👉 O IBM Z foi feito para ser consertado em produção.


🌍 Modelos de Resiliência no IBM Z

Nem todo ambiente precisa do mesmo nível de proteção. Por isso existem modelos de resiliência.

1️⃣ Sistema único resiliente

  • Um IBM Z

  • Forte uso de RAS

  • Recuperação rápida

✔️ Simples
❌ Sem proteção contra desastre físico


2️⃣ Alta disponibilidade local

  • Sysplex

  • Múltiplos LPARs

  • Failover quase invisível

✔️ Excelente para ambientes críticos
❌ Ainda preso a um único site


3️⃣ Resiliência geográfica (GDPS)

  • Sites separados

  • Replicação de dados

  • Failover automatizado

✔️ Proteção real contra desastre
✔️ RTO extremamente baixo
💰 Investimento maior, mas justificado


4️⃣ Disponibilidade contínua

  • Zero downtime percebido

  • Automação total

  • Planejamento extremo

📢 Aqui não se fala em “se cair”, mas em “quando cair, ninguém percebe”.


🧠 Planejar Resiliência é mais do que comprar hardware

Um erro clássico: achar que resiliência se compra.

Ela se projeta.

Princípios fundamentais:

✔️ Falhas são normais
✔️ RTO e RPO bem definidos
✔️ Automação acima de intervenção manual
✔️ Testes frequentes de DR
✔️ Pessoas treinadas e processos claros

📌 Plano de desastre não testado é ficção técnica.


🧩 O diferencial do IBM Z

O IBM Z não é resiliente por acaso.

Ele nasceu em uma época em que:

  • Sistemas não podiam cair

  • Transações não podiam ser perdidas

  • Clientes não aceitavam erro

Enquanto muitos ambientes ainda tentam alcançar resiliência com camadas de software, o mainframe nasceu resiliente.


🎯 Conclusão – Resiliência não é moda. É sobrevivência.

No fim do dia, a pergunta não é:

“Meu sistema vai falhar?”

Mas sim:

“O que acontece quando ele falhar?”

No IBM Z, a resposta é simples:

O negócio continua.

☕💻 Isso é resiliência. Isso é mainframe.


segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

🧠 Ferramentas para Análise de Código COBOL Legado no IBM Mainframe

 

🧠 Ferramentas para Análise de Código COBOL Legado no IBM Mainframe

Regra de ouro: no mainframe moderno, 80% do trabalho é entender o que já existe antes de mudar uma linha sequer.




🔎 1. IBM Code Review for COBOL (z/OS & IDz)

🎯 Finalidade

Análise estática de código COBOL baseada em regras configuráveis.

🛠 O que detecta

Exatamente as regras que você listou (e mais):

  • Código inacessível (Unreachable Code)

  • EVALUATE sem WHEN OTHER

  • PERFORM potencialmente recursivo

  • Violação de intervalo PERFORM

  • GO TO não estruturado

  • Uso inadequado de EXIT

  • ALTER (👻 proibidão moderno)

  • ACCEPT FROM CONSOLE / SYSIN / SYSIPT

  • STOP RUN

  • Escopos implícitos e terminadores opcionais

  • Parágrafos vazios

  • Múltiplos verbos na mesma linha

  • NEXT SENTENCE suspeito

  • CONTINUE mal utilizado

📌 Ponto forte:
Excelente para ambientes regulados, auditoria, padronização e hardening de código legado.

📎 Documentação oficial:
IBM Docs – Code Review for COBOL Rules


🧰 2. IBM Developer for z/OS (IDz)

🎯 Finalidade

IDE moderna para desenvolvimento e análise de código existente.

🛠 Recursos-chave

  • Navegação de código legado

  • Call Hierarchy (quem chama quem)

  • Data Flow Analysis

  • Impact Analysis

  • Syntax Check avançado

  • Integração com Git / RTC

  • Integração direta com Code Review for COBOL

📌 Ponto forte:
Transforma o “monolito obscuro” em algo navegável e compreensível.

🧠 Easter egg Bellacosa:
IDz é o “ISPF com esteroides, café gourmet e DevOps”.


🧬 3. IBM Application Discovery & Delivery Intelligence (ADDI)

🎯 Finalidade

Raio-X completo do legado

🛠 O que faz

  • Mapeia dependências entre:

    • Programas COBOL

    • Copybooks

    • JCL

    • DB2

    • CICS

    • VSAM

  • Gera diagramas automáticos

  • Análise de impacto de mudanças

  • Identifica código morto

  • Classifica aplicações por risco

📌 Ponto forte:
Ideal antes de modernização, refactoring ou migração.

🔥 Uso típico:

“Se eu mexer nesse campo, o que quebra no banco inteiro?”


🧪 4. IBM Debug Tool for z/OS

🎯 Finalidade

Análise dinâmica (runtime).

🛠 Recursos

  • Debug passo a passo

  • Inspeção de variáveis

  • Breakpoints condicionais

  • Debug em batch, CICS e IMS

  • Análise de loops e PERFORMs suspeitos

📌 Ponto forte:
Quando o código parece correto, mas explode em produção.

🧨 Bellacosa mode:
“Quando o dump mente, o Debug Tool fala a verdade.”


📊 5. Fault Analyzer for z/OS

🎯 Finalidade

Análise pós-falha (dump analysis).

🛠 O que entrega

  • Dumps estruturados

  • Análise de corrupção de memória

  • Identificação de variáveis problemáticas

  • Histórico de falhas

  • Integração com IDz

📌 Ponto forte:
Essencial para legado crítico 24x7.


📐 6. IBM Application Performance Analyzer (APA)

🎯 Finalidade

Entender performance do código legado.

🛠 Mede

  • Hotspots de CPU

  • I/O excessivo

  • Loops ineficientes

  • Uso de tabelas e ODO

  • Gargalos históricos

📌 Ponto forte:
Antes de “otimizar no chute”.


🔁 7. IBM Migration Utility for z/OS

🎯 Finalidade

Análise para migração e modernização.

🛠 Usado para

  • Identificar incompatibilidades

  • Preparar código para novos compiladores

  • Migrar ambientes antigos

  • Avaliar riscos técnicos

📌 Ponto forte:
Preparação técnica antes de mexer em décadas de história.


🧠 8. Ferramentas Clássicas (não subestime!)

🟢 ISPF

  • SRCHFOR

  • CHANGE

  • BROWSE

  • COMPARE

🟢 SDSF

  • Dumps

  • Jobs históricos

  • Outputs de teste

🟢 Abend-AID (quando disponível)

  • Análise visual de dumps

  • Navegação estruturada

📌 Ponto forte:
Ferramentas simples, mas insubstituíveis no dia a dia.


🧭 Como tudo isso se conecta (visão prática)

EtapaFerramenta
Entender o sistemaADDI
Ler e navegar códigoIDz
Padronizar e revisarCode Review for COBOL
Testar e depurarDebug Tool
Analisar falhasFault Analyzer
Melhorar performanceAPA
Planejar modernizaçãoMigration Utility



🧠 Conclusão Bellacosa

COBOL não sobreviveu por sorte.
Ele sobreviveu porque aprendeu a conviver com ferramentas modernas.

Trabalhar com código legado não é retrabalho — é engenharia de precisão, e essas ferramentas são o seu kit de sobrevivência.