segunda-feira, 31 de maio de 2010

Temple of Philae - Templos egipcios da epoca Ptolemaica



Pela manha saimos de Assuam, visitamos o complexo da hidroeletrica de Nasser e seguimos a sul em direçao ao porto, nosso destino agora é a Ilha de Filae, uma pequena ilha que guarda em seus dominios diversos templos egipcios construidos a moda helenistica pela dinastia dos Faraos Ptolomeus.



Rica em ruinas e muito bem conservada, tbm foi alvo de proteçao a quando da construçao da represa de Assuan, a força tarefa das Naçoes Unidas reconstruiu diversas ruinas e protegeu dos avanços das aguas.

Para nos foi mais uma deliciosa viagem primeiro de micro onibus, posteriormente de barco a morto, digno de nota foi a abordagem de camelos fluviais... isso mesmo... em dado momento nosso barco foi abordado por outro barco que trazia consigo uma turbe de vendedores ambulante com quilos de quinquilharias.



Ao retornamos do passeio, mais uma vez fomos recebidos pelos administradores dos barcos, com bolinhos secos e cha de hortela muito doce... e eh claro mais uma vez outra leva de vendedores.

Cavalgando camelos em pleno deserto do Egito


Camelada no deserto


Ir para o Egito e nao andar de camelo, e como ir a Sao Francisco e nao andar de bonde...

Logo aproveitei minha estadia em Assuan e nosso grupo acertou um passeio pela margem oeste do Nilo, precisamente no territorio Nubio... atravessamos o Rio Nilo de barco a motor, e um grupo de cameleiros nos aguardavam.

Passamos por um rapido treinamento para aprendermos os comandos basicos, foram ensinadas algumas palavras arabes e fomos apresentados ao guia do camelo (sim ... cada camelo tem um guia, que corre ao lado do animal, para manter a marcha e cuidar que o animal nao descamele por ai).



Nosso passeio sera em torno das antigas ruinas do complexo copta Saint Simeon, passando por ruinas de casas, sistema de baterias aereas para proteger a represa de Assuan de ataques aereos e por fim uma boa corrida em pleno deserto, sentido o verdadeiro espirito de vida de um beduino.

Nossa viagem terminou novamente as margens do Rio Nilo, onde cordialmente estava armado uma tenda, onde mais uma vez apreciamos o delicioso cha de hortela mega doce. Conversamos e ouvimos historias da vida no deserto.

domingo, 30 de maio de 2010

A Esfinge de Gize guardando as piramides.



Pegamos um micro-onibus e saimos do Cairo em direçao a Gize... eu imagina que andariamos quilometros pelo deserto, que iriamos ao final do mundo para chegar nas Piramides.

Como eu estava enganado, a cidade do Cairo cresceu tanto que seus suburbios alcançaram a planicie de Gize, que anteriormente estava no meio do deserto e hoje encontra-se cercada de casa.

Outra coisa digna de nota o transito no Cairo é uma coisa de loucos, nao imanigem a loucura que foi chegar ate aqui.

Falando da Esfinge foi emocionante circular, tocar, olhar e comparar com aquilo que eu imaginava atraves de tanta leitura.


sábado, 29 de maio de 2010

SMP/E for z/OS Workshop – RECEIVE e REJECT

 

SMP/E for z/OS Workshop – RECEIVE e REJECT

Quando o SMP/E recebe, avalia… e decide se aceita ou devolve 📦⚖️

No mundo SMP/E, RECEIVE é a porta de entrada e REJECT é a porta de saída. Antes de qualquer APPLY ou ACCEPT, o SMP/E precisa estagiar, validar e registrar tudo que chega. É aqui que muita gente acha que RECEIVE é só “copiar fita”, mas na prática ele é um processo de seleção, validação e controle rigoroso.

Neste post, vamos destrinchar RECEIVE e REJECT, com visão de produção, exemplos reais e aquele toque Bellacosa Mainframe que separa quem decora de quem entende.


🧭 Onde RECEIVE e REJECT se encaixam no SMP/E

Os cinco comandos básicos do SMP/E:

  1. RECEIVE – Estagia SYSMODs e HOLDDATA

  2. APPLY – Instala nos target libraries

  3. ACCEPT – Consolida nos distribution libraries

  4. RESTORE – Volta DLIB → target

  5. REJECT – Desfaz RECEIVE

👉 RECEIVE e REJECT atuam exclusivamente no Global Zone (GZONE).


📥 RECEIVE – muito além de copiar SYSMOD

O que o RECEIVE faz de verdade?

  • Seleciona SYSMODs e HOLDDATA

  • Valida aplicabilidade ao ambiente

  • Estagia dados nos datasets SMP/E

  • Atualiza o Global Zone

  • Produz relatórios e logs

📌 Nada é instalado ainda. Apenas preparado.


📦 Entradas do RECEIVE

  • SYSMODs (Function, PTF, APAR, USERMOD)

  • HOLDDATA (++HOLD / ++RELEASE)

Fontes possíveis:

  • 📼 Tape (CBPDO / ESO)

  • 💾 DASD

  • 🌐 Network (FTP / SMPNTS / Shopz)


⚙️ SET BDY(GLOBAL): regra número zero

Todo RECEIVE começa com:

SET BDY(GLOBAL)

Sem isso, o SMP/E nem conversa com você.


🎯 Seleção de SYSMODs – quem entra na fila?

A seleção é controlada por operandos do RECEIVE:

Exemplos comuns

  • Sem operandos → tudo é candidato

  • FMID / FMIDSET → restringe por função

  • SELECT / EXCLUDE → filtra SYSMODs

  • SOURCEID → agrupa SYSMODs

💡 Bellacosa Tip: SOURCEID é ouro para automação de APPLY/ACCEPT.


✅ Regras de aplicabilidade

Para um SYSMOD ser realmente recebido:

Function SYSMOD

  • ++VER SREL deve existir no GZONE

PTF / APAR / USERMOD

  • ++VER SREL e FMID devem existir no GZONE

🛑 Exceção: BYPASS(FMID) ignora o FMID check.

Outras regras:

  • SYSMOD não pode já ter sido recebido

  • HOLDDATA só processa se solicitado


🗂️ O que é estagiado pelo RECEIVE

SMPPTS

  • Armazena MCS + textos de modificação

  • Um membro por SYSMOD (nome = SYSMODID)

Global Zone

  • Entrada de SYSMOD

  • Entrada de HOLDDATA

  • Atualização da lista de FMIDs

📌 Nenhum elemento é instalado ainda.


📁 RELFILE SYSMODs e SMPTLIB

Quando o SYSMOD vem em RELFILE:

  • Cada RELFILE → um SMPTLIB

  • RFDSNPFX define HLQ dos datasets

  • TLIBs podem ser:

    • Pré-alocados

    • Dinamicamente alocados

💡 Dica Bellacosa: defina spill para SMPPTS e TLIBs, ou prepare-se para o caos.


🌐 RECEIVE via Network

FROMNETWORK

  • Usa pacote GIMZIP

  • Conecta via TCP/IP (FTP)

  • Requer SERVER operand

FROMNTS

  • Usa diretório SMPNTS

  • Identificado por PKGID ou Order Entry

📦 Base da instalação moderna via Shopz.


🧾 Relatórios gerados pelo RECEIVE

  • Receive Summary Report

  • Exception SYSMOD Data Report (++HOLD / ++RELEASE)

  • Dynamic Allocation Report

📌 Leitura obrigatória antes do APPLY.


🛑 HOLDDATA – quando o SMP/E levanta a mão

HOLDDATA sinaliza SYSMODs que:

  • Exigem ação manual

  • Dependem de outro fix

  • Podem causar impacto operacional

Tipos de HOLD

  • SYSTEM

  • ERROR

  • USER

  • FIXCAT

🛑 SYSMOD com HOLD não aplica nem aceita.


🏷️ FIXCAT – inteligência aplicada

FIXCAT agrupa APARs por:

  • Hardware

  • Software

  • Função

Durante RECEIVE:

  • FIXCAT HOLDS criam SOURCEIDs automaticamente

  • PTFs resolutores herdam o SOURCEID

Resultado:

APPLY SOURCEID(FIXCAT_xxx)

🎯 Simples, limpo e auditável.


📌 FIXCAT persistente (Options Entry)

  • Lista salva no OPTIONS entry

  • Usada por APPLY / ACCEPT / REPORT MISSINGFIX

  • Configurada via:

    • UCLIN

    • Admin Dialog

    • Fix Category Explorer

💡 Bellacosa Truth: FIXCAT bem mantido evita outage silencioso.


🚪 REJECT – desfazendo o RECEIVE

REJECT reverte RECEIVE, não APPLY.

O que ele remove:

  • SYSMOD entry no GZONE

  • HOLDDATA entry

  • MCS no SMPPTS

  • SMPTLIBs associados


🎛️ Modos de REJECT

  • MASS – tudo recebido e não instalado

  • SELECT – SYSMOD específico

  • PURGE – aceitos em uma DZONE

  • NOTAPPLICABLE – não aplicáveis ao sistema

🔍 CHECK faz simulação (sempre use!).


🧠 Conclusão Bellacosa

RECEIVE é controle. APPLY é ação. ACCEPT é compromisso.

Quem domina RECEIVE:

  • Evita lixo no SMPPTS

  • Controla HOLDDATA

  • Organiza SOURCEIDs

  • Dorme melhor antes do APPLY

No próximo capítulo do workshop, entramos de vez no APPLY processing, onde o código finalmente toca o sistema.

🚀 Até lá, respeite o RECEIVE. Ele sabe mais do que parece.

terça-feira, 18 de maio de 2010

O FANTASMA MECÂNICO DA ULTRECHT EM URUPÊS– UM MODELO A (QUASE) IMORTAL

 


O FANTASMA MECÂNICO DA ULTRECHT EM URUPÊS– UM MODELO A (QUASE) IMORTAL

por Bellacosa Mainframe


Há fotos que parecem simples lembranças de infância… e há fotos que funcionam como um dump de memória completo, um SYSUDUMP emocional, com direito a nostalgia, cheiro de gasolina velha e bits de poeira dos anos 50, 60 e 70 misturados num mesmo frame. Esta imagem é exatamente isso: dois pequenos padawans do passado sentados no que, para muitos, seria apenas “um carro velho”. Mas para o Bellacosa Mainframe — e, claro, para o nosso querido El Jefe Midnight Lunch — nada é “apenas”.

Então vamos ao que interessa:
Que criatura mecânica é essa, repousando como um dinossauro de lata na calçada?


🔍 IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO

(ou: decodificando o JCL arqueológico automotivo)

Pelas linhas suaves, faróis redondos externos, para-lamas arqueados, capô longo com as entradas de ventilação e, principalmente, pelo estilo phaeton/roadster com capota conversível dobrada para trás, o veículo da foto bate muito fortemente com:

👉 Ford Model A — Phaeton / Roadster (1928–1931)

Por que Model A?

  • Faróis circulares expostos suspensos por braços metálicos típicos do Ford da época.

  • Radiador alto e vertical, com moldura simples (o Model A tinha um desenho mais “espartano” que o Chevrolet contemporâneo).

  • Capô com vincos e fileiras de aberturas verticais, característica marcante do Model A.

  • Formato do para-lama dianteiro, grande, arredondado e com aquele “tônus” quase cartoon.

  • Estilo conversível, comum em Phaetons (quatro portas) e Roadsters (duas portas).

Como a foto mostra só parte da carroceria, pode ser Phaeton ou Roadster — mas o espírito é o mesmo: um clássico absoluto.


🏭 ANO DE FABRICAÇÃO (Estimado)

Entre 1928 e 1931.
Foi o período em que a Ford produziu o Model A, sucessor direto do lendário Model T.


📜 HISTÓRIA EM MODO MAINFRAME

O Ford Model A foi o “SYS2” da Ford — a reescrita completa do sistema operacional automotivo da marca.
Depois do Model T (produzido por quase 20 anos e com arquitetura já obsoleta), Henry Ford rebotou tudo:

  • Novo motor 3.3L de 40 cv

  • Transmissão de 3 marchas

  • Direção mais leve

  • Melhores freios

  • Conforto superior

  • Novos estilos de carroceria (inclusive o elegante Phaeton)

O Model A foi um dos carros mais populares da sua época e chegou ao Brasil ainda antes da fundação oficial da fábrica Ford no país. Muitos viraram táxis, carros de família, veículos de fazenda e… monumentos nostálgicos parados em calçadas, como este aqui.



🎩 CURIOSIDADES NO ESTILO EL JEFE x BELLOCOSA MAINFRAME

🕶 1. Carro de boêmios, coronéis e fotógrafos

No Brasil, o Model A era comum entre comerciantes, viajantes e — olha só — fotógrafos itinerantes. A escolha de quem precisava carregar equipamento pesado em longas estradas de terra.

🎞 2. O primeiro Ford com painel “bonitinho”

O Model A foi o primeiro com um painel minimamente organizado. Nada de apenas um velocímetro triste. Ele tinha medidor de combustível integrado e chave de ignição no painel. Luxo puro para época.

🛠 3. Peças intercambiáveis

Sim: muitos donos dos anos 60 e 70 faziam upgrades caseiros, adaptavam peças de caminhonetes F-1, de Jeep Willys, ou qualquer coisa que encaixasse.
Model A no Brasil era um mashup mecânico vivo.

🐎 4. Velocidade de cruzeiro?

45 mph (72 km/h).
E olha… isso parecia voar.

🍿 5. Hollywood adorava

Todo filme de gangster dos anos 30 tinha um Model A tomando bala.
Era o “veículo padrão ANSI X3.4-1967” do crime cinematográfico.


EASTER-EGG BELLOCOSA MAINFRAME

A toalha pendurada no para-lama?
Um clássico ritual brasileiro de garagem:
“veículo velho, porém amado.”

Nos anos 60–70, quem tinha um carro antigo deixava sempre um pano para secar água, limpar poeira, polir farol ou simplesmente evitar que o sol estragasse a pintura já cansada. Uma espécie de EXIT CLEANUP do dia.

E o melhor:
Isso também era sinal de carro em restauração eterna, aquele projeto lendário que o proprietário jurava que ia terminar “no próximo fim de semana”.
— Mas que nunca terminava.


🚗 O VEREDICTO DO EL JEFE MIDNIGHT LUNCH

O carro da foto é quase certamente um Ford Model A Phaeton/Roadster (1928–1931) — um dos veículos mais icônicos do pré-guerra e, no Brasil, um sobrevivente heróico das décadas de poeira, improviso, peças adaptadas e romantismo automobilístico.

E nesta foto ele cumpre seu papel:
um monumento silencioso acompanhando duas crianças em um raro momento onde o mundo ainda era simples, macio e cheio de aventuras.


segunda-feira, 17 de maio de 2010

Aventura do Barbinha no Aquario da Expo

Um dia diferente no aquario


Estamos no Oceanário de Lisboa na primeira visita do Barbinha, ele ficou encantado, explorando cada pocinha de agua, ficando maluquinho vendo os peixinhos e peixoes.



E curioso que nos adultos não olhamos com a mesma surpresa e satisfação que uma criança, é incrível pois tamanha maravilha deveria ser vista com olhos de crianças.

Milhares de litros d'agua imitando as características dos 7 mares, desde aguas frias do antárctico as aguas tropicais. Peixes, crustáceos e moluscos das mais diversas variedades.

domingo, 16 de maio de 2010

☕ Lei da Entropia — ou: se você não cuidar, vira bagunça (e rápido)

 

Bellacosa Mainframe e Lei da entropia

Lei da Entropia — ou: se você não cuidar, vira bagunça (e rápido)

Vou começar do jeito mais honesto possível: a Lei da Entropia sempre esteve certa. O que muda é o tempo que ela leva pra provar isso. Em casa, no trabalho, nos relacionamentos, no código, no mainframe… se você parar de cuidar, o caos assume o controle.

📜 Origem da Lei da Entropia

A entropia nasce na física, lá no século XIX, com a termodinâmica. Em termos simples: todo sistema isolado tende ao aumento da desordem. Energia se dissipa, estruturas se degradam, organização custa esforço contínuo.

Traduzindo para a vida real:

manter ordem dá trabalho, deixar virar bagunça é grátis.

🧠 Entropia explicada no “modo Bellacosa”

Um data center não vira caos porque alguém quer. Ele vira caos porque ninguém documentou, ninguém limpou, ninguém revisou. O mesmo vale para:

  • Um guarda-roupa

  • Um casamento

  • Um código COBOL sem comentários

  • Um JCL “herdado” de 1989

  • Uma amizade esquecida

A entropia não é vilã. Ela só faz o trabalho dela.

🖥️ Entropia no Mainframe (easter egg técnico)

Todo mainframeiro já viveu isso:

  • Dataset temporário que virou permanente “sem querer”

  • Job que ninguém sabe mais por que existe

  • Parâmetro mágico comentado como: * NAO MEXER

  • PROC copiada, colada e adaptada até ninguém entender a original

👉 Isso é entropia organizacional.

📺 Curiosidades & Easter Eggs

  • O vilão Thanos, da Marvel, é praticamente um evangelizador maluco da entropia

  • Em Neon Genesis Evangelion, a entropia psicológica dos personagens é maior que a física

  • Em TI, quanto mais antigo o sistema, maior a entropia acumulada — e maior o respeito por quem mantém vivo

🗣️ Fofoquices filosóficas

O curioso é que o ser humano odeia entropia, mas vive alimentando ela:

  • Compra coisa que não usa

  • Guarda rancor

  • Acumula arquivos inúteis

  • Evita conversa difícil

  • Procrastina manutenção

Depois reclama do caos.

🛠️ A prática da antientropia (sim, isso existe)

A única forma de lutar contra a entropia é energia consciente:

  • Revisar

  • Limpar

  • Organizar

  • Documentar

  • Conversar

  • Manter

No Japão isso vira filosofia. No mainframe, vira sobrevivência.

🧘 Como entender a Lei da Entropia sem sofrer

Aceite três verdades:

  1. Nada fica organizado sozinho

  2. Ordem é temporária

  3. Manutenção é parte da vida, não castigo

Não é pessimismo. É realismo maduro.

🌏 Importância da Lei da Entropia

Ela nos ensina:

  • Humildade (tudo se desgasta)

  • Responsabilidade (manter dá trabalho)

  • Valor do cuidado diário

  • Respeito pelo tempo e pela história

No Japão, isso conversa com mottainai, wabi-sabi e mujo. No mainframe, conversa com disciplina operacional.

☕ Conclusão Bellacosa

A entropia não quer te derrotar.
Ela só quer ver se você está acordado.

Quem entende a Lei da Entropia:

  • valoriza quem mantém sistemas antigos

  • cuida melhor das relações

  • respeita o passado

  • entende que ordem é um ato de resistência

E no fim das contas…
manter é tão nobre quanto criar.