quarta-feira, 1 de setembro de 2021

☕️ Cafés Temáticos do Japão — O Guia Bellacosa de Experiências Otaku Imperdíveis



 ☕️ Cafés Temáticos do Japão — O Guia Bellacosa de Experiências Otaku Imperdíveis

🍰 Porque no Japão até o café tem lore, fanservice e uma pitada de magia geek!

Se tem algo que o Japão domina (além de robôs, sushi e animes existenciais), é transformar o ato de tomar café em uma experiência teatral, emocional e totalmente insana.
Os cafés temáticos japoneses são a ponte entre o mundo real e o universo otaku — uma mistura de ritual, roleplay e fandom.
Então, ajeite sua gravata escolar imaginária, solte um itadakimasu! e embarque comigo no guia definitivo dos cafés temáticos do Japão, versão Bellacosa.


🎀 1. Maid Café — Onde o cliente é o “Goshujin-sama”

📍 Epicentro: Akihabara, Tóquio

Imagine entrar num lugar e ser recebido com:

“Okaerinasaimase, goshujin-sama!” 💖 (Bem-vindo de volta, mestre!)

Esse é o ritual de boas-vindas dos maid cafés, onde as atendentes vestidas como empregadas vitorianas tratam o cliente como o herói de um anime.

☕️ Destaques clássicos:

  • @Home Café: o mais famoso de Akihabara. Atendimento doce, sem exageros, ótimo pra iniciantes.

  • Maidreamin: mistura de restaurante, karaokê e mini show de idols.

💡 Curiosidades Bellacosa:

  • Os “encantamentos de comida” (como o “moe moe kyun!”) servem pra “abençoar” o prato com energia kawaii.

  • Há regras rígidas: não toque nas maids, não peça contatos pessoais e não tire fotos sem permissão.

🎭 Bellacosa Tip:
Os cafés mudam de tema — tem maid gótica, cyberpunk, neko (gata), colegial, até zumbi. Escolha o que combina com sua vibe otaku.


🎩 2. Butler Café — O Reino das Otomes

📍 Ikebukuro, Tóquio

A versão elegante dos maid cafés — só que com mordomos impecáveis, luvas brancas e um inglês refinado.
O público é majoritariamente feminino, mas qualquer um pode viver a experiência.

🍷 Destaques:

  • Swallowtail Café: o mais famoso, com reserva obrigatória.
    O atendimento é digno de um castelo britânico — o mordomo literalmente te escolta até a mesa.

🎀 Curiosidade Bellacosa:
O Swallowtail treina seus atendentes como atores — cada um tem uma backstory e personalidade.
É como entrar em um visual novel ao vivo.

💡 Dica: Fale baixo, evite o celular e curta o teatro. É sobre imersão, não flirt.


🐭 3. Pokémon Café — A Experiência Oficial e Fofa

📍 Nihonbashi (Tóquio) e Osaka

Um templo da fofura gamer.
O Pokémon Café é totalmente temático — desde o cardápio até a decoração.
As comidas são inspiradas nos monstrinhos: curry do Snorlax, panqueca do Pikachu, latte da Eevee.

🎉 Curiosidades Bellacosa:

  • É o único café onde o Pikachu aparece “ao vivo” em horários específicos.

  • As louças e utensílios são exclusivos e colecionáveis.

💡 Dica de ouro:
Reserve com semanas de antecedência — as mesas somem em minutos após a abertura online.


☠️ 4. One Piece Café & Tower Café

📍 Tóquio (Torre de Tóquio)

Para os piratas de coração geek.
Ambiente temático com mesas que imitam o convés do Thousand Sunny, pratos com nomes de tripulantes e drinks com cores das frutas do diabo.

🏴‍☠️ Curiosidades Bellacosa:

  • As garçonetes falam como se fossem parte da tripulação!

  • Há pratos exclusivos em eventos especiais, como o aniversário de Luffy (5 de maio).

💡 Dica:
Compre o combo “refeição + souvenir” — sai mais barato que comprar o item separado.


🎮 5. Final Fantasy Eorzea Café

📍 Akihabara, Tóquio

Ambiente inspirado em Final Fantasy XIV, com decoração de guilda medieval e telões exibindo o jogo.
Você pode comer, beber e jogar ao vivo enquanto interage com outros aventureiros.

⚔️ Destaques:

  • Drinks baseados em classes do jogo.

  • “Limit Break Dessert” — uma sobremesa teatral que chega com efeitos de fumaça e luz.

💡 Curiosidade Bellacosa:
Cada visitante ganha uma carta aleatória de job class, e os frequentadores trocam entre si como se fossem relíquias sagradas.


🐱 6. Neko Café — Relaxar com Gatos e Chá

📍 Presentes em todo o Japão

Os neko cafés (cat cafés) são espaços zen onde você paga por tempo para tomar chá cercado por gatos fofos.
Uma terapia japonesa clássica contra o estresse das grandes cidades.

😺 Curiosidade:
Há também cafés de corujas (owl cafés) e até de ouriços (hedgehog cafés)!

💡 Dica Bellacosa:
Não acorde os gatos, e lave bem as mãos antes de tocar neles. O Japão leva higiene muito a sério.


👻 7. Cafés de Terror e Gótica-Lolita

📍 Shinjuku e Harajuku, Tóquio

Pra quem curte estética sombria e teatral, há cafés inspirados em filmes de terror, castelos góticos e até hospitais abandonados!
Garçons com maquiagem de zumbi, pratos que “sangram” ketchup e músicas de organo barroco ao fundo.

🩸 Destaque:
O Alcatraz ER simula um manicômio com celas, alarmes e enfermeiras loucas servindo coquetéis em tubos de ensaio.

💀 Curiosidade Bellacosa:
Mesmo assustadores, esses cafés seguem o padrão de respeito e educação japonesa.
Tudo é performance — e o cliente sempre é o protagonista.


🧁 8. Cafés de Animes Temporários (Collab Cafés)

📍 Shibuya, Akihabara e Ikebukuro

O Japão vive de colaborações limitadas — cafés que existem só por alguns meses com tema de um anime, jogo ou banda.
De Demon Slayer a Sailor Moon, de Evangelion a Genshin Impact, cada um cria cardápios, decorações e brindes exclusivos.

💡 Dica Bellacosa:
Siga as redes das lojas Animate Café e Parco — são elas que hospedam a maioria desses eventos.

🎀 Colecionadores amam:
Cada drink ou sobremesa dá direito a coasters, cards e mini pôsteres exclusivos do evento.


🍡 9. Cafés de Idols e Bandas 2D

📍 Ikebukuro e Shibuya

Lugares dedicados a grupos de idols reais ou fictícios.
Fãs assistem clipes, cantam juntos e trocam itens colecionáveis.
Alguns cafés têm shows ao vivo, com performers que interpretam as personagens.

💫 Curiosidade Bellacosa:
Os fãs seguem etiqueta rígida — nada de gritar fora de hora, e sim “responder” com luzes de glowstick sincronizadas.


☕️ Roteiro Bellacosa: 7 Dias de Cafés Temáticos

DiaTipoLocalFoco
1Maid CaféAkihabaraExperiência clássica kawaii
2Pokémon CaféNihonbashiFofura gamer
3Butler CaféIkebukuroCultura otome
4Final Fantasy CaféAkihabaraRPG e fantasia
5Neko CaféShinjukuRelax e mindfulness
6One Piece CaféTorre de TóquioFandom épico
7Collab CaféParco ShibuyaExperiência sazonal

🌸 Conclusão Bellacosa

Os cafés temáticos do Japão não são só sobre comida — são sobre emoção, nostalgia e performance.
Eles transformam o cotidiano num palco e o cliente em personagem.

Dica final de etiqueta:
Respeite o espaço, sorria, participe da brincadeira e deixe gorjeta… emocional.
A verdadeira recompensa é a lembrança.

“No Japão, até o cappuccino tem lore — e o amor vem servido em xícara de porcelana com chantilly de imaginação.” ☕️💮

— Bellacosa Mainframe Japão, o café onde a cultura pop ganha alma.

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

REXX – Introducing My New Friend

 



REXX – Introducing My New Friend

(ou: como eu parei de torcer o nariz e ganhei um aliado no z/OS e z/VM)

“Às vezes o melhor software não é o mais caro, nem o mais novo. É o que já está aí, esperando você parar de ignorar.”

Navegar pelas complexidades do z/OS e do z/VM exige um arsenal respeitável de ferramentas. JCL, COBOL, assembler, CLIST, utilitários do sistema, produtos terceiros… tudo isso faz parte do dia a dia.
Mas em muitos momentos, o tool ideal simplesmente não existe, é caro demais, ou não justifica um processo de aquisição que passa por 37 comitês, 12 reuniões e 2 meses de espera.

Foi exatamente aí que, meio a contragosto, eu resolvi sair da zona de conforto e mergulhar em uma linguagem que sempre esteve ali, silenciosa, quase invisível: REXX.

Confesso: no começo houve resistência.
“Mais uma linguagem?”
“Isso não é coisa de CLIST melhorado?”
“Será que vale o tempo?”

Spoiler: vale. E muito.
Hoje, o REXX não é só uma linguagem — é meu novo amigo no mainframe.




📜 1. Um breve passeio pela história das linguagens

Antes de falar de REXX, precisamos contextualizar.

Da força bruta à legibilidade

  • Anos 40/50: código de máquina e Assembly — poder absoluto, legibilidade zero.

  • Anos 60: COBOL, FORTRAN — produtividade e portabilidade começam a surgir.

  • Anos 70: linguagens estruturadas, foco em legibilidade e manutenção.

  • Anos 80: linguagens de script e automação ganham espaço.

É nesse cenário que, em 1979, na IBM, surge o REXX (Restructured Extended Executor), criado por Mike Cowlishaw.



👉 O objetivo era claro:

Criar uma linguagem simples, legível, poderosa e tolerante a erros humanos.

Nada de pontuação excessiva, nada de sintaxe críptica.
REXX foi pensado para gente, não só para compiladores.

📌 Easter egg histórico:
Mike Cowlishaw também é o criador da notação decimal usada em IEEE 754-2008. Ou seja, o homem sabia exatamente o que estava fazendo.


🧑‍💻 2. O papel real de sysprogs e devs no z/OS e z/VM

Quem vive mainframe sabe:
o trabalho não é só programar.

No mundo real, fazemos:

  • Automação de tarefas repetitivas

  • Análise de datasets e catálogos

  • Interação com TSO/ISPF

  • Chamada de comandos do sistema

  • Tratamento de mensagens (WTO, WTOR, GETMSG)

  • Integração entre ferramentas

  • Prototipação rápida de soluções

  • “Apagar incêndio” às 3h da manhã 🔥

E aqui vem a pergunta fatal:

Você vai fazer tudo isso em COBOL compilado?

REXX entra exatamente nesse espaço:

  • Mais poderoso que CLIST

  • Mais simples que COBOL

  • Mais integrado que scripts externos


🔌 3. Integrando REXX ao seu workflow atual

REXX não substitui COBOL, PL/I ou Assembler.
Ele complementa.

Onde o REXX brilha:

  • Dentro do TSO

  • Em ISPF

  • Em batch

  • No z/VM (CMS, CP, EXECs)

  • Chamando utilitários do sistema

  • Orquestrando JCL

  • Automatizando ambientes

📌 Easter egg prático:
Você pode chamar IDCAMS, IEFBR14, SDSF, comandos MVS e até programas COBOL diretamente do REXX.

REXX é o cola tudo do mainframe.


🧠 4. Fundamentos e base teórica do REXX

Filosofia da linguagem

  • Tudo é string

  • Tipagem dinâmica

  • Sintaxe limpa

  • Código próximo do inglês

  • Pouca pontuação

  • Muito foco em legibilidade

Exemplo simples:

say 'Hello, mainframe world!'

Sem ponto e vírgula.
Sem BEGIN/END obrigatórios.
Sem drama.

Estrutura básica

  • Instruções lineares

  • Controle por IF, DO, SELECT

  • Funções internas riquíssimas

  • Integração nativa com o ambiente

Variáveis

nome = 'Bellacosa' say 'Bem-vindo,' nome

📌 Curiosidade:
Variáveis não inicializadas não quebram o programa.
Elas simplesmente retornam o próprio nome.
Isso é genial para debug… e perigoso se você não souber 😄


🧩 5. Pré-requisitos para aprender REXX

A boa notícia: poucos.

Idealmente você já conhece:

  • Conceitos básicos de mainframe

  • TSO/ISPF

  • JCL (ao menos leitura)

  • Dataset, PDS, PS, membros

  • Comandos básicos do sistema

Se você sabe navegar no ISPF, já está 50% pronto.


🛠️ 6. REXX na prática – exemplos do mundo real

Exemplo 1 – Listar datasets

address tso "listcat level('USER01')"

Exemplo 2 – Automatizar ISPF

address ispexec "control errors return" address ispexec "display panel(MYPANEL)"

Exemplo 3 – Batch REXX

//STEP1 EXEC PGM=IKJEFT01 //SYSTSPRT DD SYSOUT=* //SYSEXEC DD DISP=SHR,DSN=USER.REXX.LIB //SYSTSIN DD * %MEUREXX /*

📌 Easter egg avançado:
REXX pode ler e escrever datasets linha a linha com EXECIO.
Sim, você pode fazer mini-SORTs sem DFSORT.


🤯 7. Curiosidades que poucos contam

  • REXX existe fora do mainframe (OS/2, Windows, Linux)

  • É base de automação em vários produtos IBM

  • Muitos produtos “enterprise” usam REXX internamente

  • CLIST perdeu espaço por causa do REXX

  • É uma das linguagens mais subestimadas do ecossistema IBM Z


☕ Conclusão – Por que REXX virou meu novo amigo

REXX não é moda.
REXX não é hype.
REXX é eficiência silenciosa.

Ele resolve problemas reais:

  • rápido

  • integrado

  • sem burocracia

  • sem custo extra

  • com curva de aprendizado amigável

Se você trabalha com z/OS ou z/VM e ainda ignora o REXX, deixo o conselho de veterano:

Não subestime uma linguagem que a IBM colocou no coração do sistema.

Porque às vezes, o melhor amigo já estava no mainframe…
você só nunca tinha puxado assunto 😉


quarta-feira, 18 de agosto de 2021

🔞🔞🔞 10 Animes Sensuais e Provocativos que Beiram o Limite da Maturidade 🔞🔞🔞

 


🔞 10 Animes Sensuais e Provocativos que Beiram o Limite da Maturidade

Nem todo anime sensual é vulgar. Em muitos casos, a provocação é uma ferramenta narrativa para discutir desejo, poder, repressão e moralidade. No Japão, a fronteira entre o erótico e o filosófico é tênue, e alguns títulos exploram justamente esse limite.
A seguir, uma seleção de 10 animes adultos, sensuais e controversos — onde o corpo é metáfora, e a mente, o verdadeiro campo de batalha.


1. High School DxD (2012)

  • Autor: Ichiei Ishibumi

  • Sinopse: Issei Hyoudou, um adolescente obcecado por garotas, é morto por uma demônia e renasce como servo de Rias Gremory, uma sedutora princesa do inferno.

  • Personagens: Issei, Rias, Akeno, Asia

  • Curiosidade: Apesar do fanservice, tem mitologia bem construída e batalhas espirituais intensas.

  • Dicas: Não subestime pela aparência; o humor e a ação compensam o excesso de pele.

  • Recepção: Cultuado por fãs do ecchi; criticado por quem busca seriedade.

  • Crítica: Mostra que sensualidade e fantasia podem coexistir com mitologia interessante.




2. Prison School (2015)

  • Autor: Akira Hiramoto

  • Sinopse: Cinco garotos são os primeiros alunos homens em uma escola feminina rígida — e acabam presos num "reformatório" interno comandado por garotas dominadoras.

  • Personagens: Kiyoshi, Hana, Mari, Meiko

  • Curiosidade: É quase uma sátira do fetichismo japonês, com humor inteligente e crítica social.

  • Dicas: Assista como uma comédia absurda sobre repressão sexual e poder.

  • Recepção: Aclamado por seu timing cômico; polêmico pelas cenas ousadas.

  • Crítica: Um espelho exagerado da hipocrisia moral e do voyeurismo escolar.




3. Yosuga no Sora (2010)

  • Autor: Sphere (visual novel)

  • Sinopse: Gêmeos órfãos retornam à cidade natal e redescobrem emoções reprimidas, incluindo um amor proibido.

  • Personagens: Haruka, Sora, Nao, Akira

  • Curiosidade: Cada arco retrata um tipo de amor diferente, do platônico ao incestuoso.

  • Dicas: Vá preparado para dilemas morais, não apenas romance.

  • Recepção: Extremamente divisivo; amado por uns, odiado por outros.

  • Crítica: A série aborda o desejo como sintoma de solidão, não como pecado.


4. Kuzu no Honkai (Scum’s Wish, 2017)

  • Autor: Mengo Yokoyari

  • Sinopse: Hanabi e Mugi fingem namorar enquanto usam um ao outro para substituir seus amores impossíveis.

  • Personagens: Hanabi Yasuraoka, Mugi Awaya, Akane Minagawa

  • Curiosidade: O erotismo aqui é psicológico e existencial.

  • Dicas: Perfeito para quem busca drama humano realista, sem idealização.

  • Recepção: Elogiado por tratar o desejo como vazio e dor.

  • Crítica: Uma das análises mais cruas da juventude e suas carências afetivas.


5. Redo of Healer (Kaifuku Jutsushi no Yarinaoshi, 2021)

  • Autor: Rui Tsukiyo

  • Sinopse: Um herói de cura é traído, torturado e decide se vingar, manipulando e humilhando seus algozes.

  • Personagens: Keyaru, Freia, Setsuna

  • Curiosidade: Foi censurado em diversos países; considerado “o anime mais vingativo da década”.

  • Dicas: Assista apenas se tiver estômago forte; violência e sexualidade são extremas.

  • Recepção: Fãs de dark fantasy o consideram ousado; críticos o chamam de “vingança pornográfica”.

  • Crítica: Questiona até onde vai a moral em um mundo que destrói o inocente.


6. NANA (2006)

  • Autor: Ai Yazawa

  • Sinopse: Duas jovens chamadas Nana compartilham um apartamento em Tóquio e enfrentam os dramas da vida adulta, amor e ambição.

  • Personagens: Nana Osaki, Nana Komatsu, Ren, Nobu

  • Curiosidade: Baseado em um mangá cult de estética punk e emocional.

  • Dicas: Não é sobre sexo, é sobre a intensidade dos laços humanos e suas falhas.

  • Recepção: Aclamado como um retrato cru da juventude japonesa.

  • Crítica: Erótico na sutileza — mais psicológico que físico.




7. Interspecies Reviewers (2020)

  • Autor: Amahara

  • Sinopse: Acompanhe um grupo de aventureiros que avalia bordéis de diferentes espécies fantásticas.

  • Personagens: Stunk, Zel, Crimvael

  • Curiosidade: Foi removido de várias plataformas por “conteúdo inapropriado”.

  • Dicas: Uma sátira hilária e descarada do fanservice.

  • Recepção: Polêmico, mas elogiado por seu humor criativo.

  • Crítica: Usa o erotismo como comédia e comentário sobre a própria cultura otaku.


8. Domestic na Kanojo (2019)

  • Autor: Kei Sasuga

  • Sinopse: Natsuo se vê dividido entre duas mulheres — sua professora e sua nova meia-irmã — após uma série de encontros proibidos.

  • Personagens: Natsuo, Hina, Rui

  • Curiosidade: Baseado em um dos mangás mais debatidos dos últimos anos.

  • Dicas: Ideal para quem gosta de drama amoroso com dilemas éticos reais.

  • Recepção: Fãs elogiaram o realismo emocional; críticos acharam excessivamente melodramático.

  • Crítica: Mostra que o amor nem sempre é bonito, e a moralidade raramente é simples.


9. Highschool of the Dead (2010)

  • Autor: Daisuke Satō

  • Sinopse: Um grupo de estudantes luta para sobreviver em meio a um apocalipse zumbi — e a tensão sexual é quase tão explosiva quanto as batalhas.

  • Personagens: Takashi, Saeko, Rei, Shizuka

  • Curiosidade: Mistura ação, terror e erotismo de forma inusitada.

  • Dicas: Desligue o moralismo e divirta-se com o exagero cinematográfico.

  • Recepção: Fãs amaram o ritmo e o fanservice; críticos chamaram de “The Walking Dead com decotes”.

  • Crítica: Um guilty pleasure assumido.


10. No Game No Life (2014)

  • Autor: Yuu Kamiya

  • Sinopse: Irmãos gamers são transportados a um mundo onde tudo é decidido por jogos, inclusive poder e erotismo simbólico.

  • Personagens: Sora, Shiro, Stephanie Dola

  • Curiosidade: A sensualidade é sugerida, não explícita, usada como humor e metáfora.

  • Dicas: Um anime provocativo, inteligente e visualmente exuberante.

  • Recepção: Cultuado por seu visual e diálogos rápidos.

  • Crítica: Mostra como a provocação pode ser estética e não apenas sexual.


✦ Conclusão Bellacosa

A sensualidade no anime não é mero fanservice — é, muitas vezes, espelho de um Japão que ainda lida com repressões e dualidades culturais.
Esses títulos mostram que desejo e reflexão podem coexistir, e que, às vezes, o erotismo é apenas a fachada para discutir solidão, poder e humanidade.

E você? Qual desses te provocou mais — a carne ou a consciência?


Assistindo Hentai no sossego do quarto


10 Dicas para Assistir Animes Sensuais e Hentais de Forma Consciente e Segura

  1. Escolha plataformas confiáveis
    Prefira serviços oficiais de streaming ou lojas digitais. Evita sites piratas que podem ter malware ou propaganda invasiva.

  2. Confira a classificação etária
    Animes sensuais podem ter temas maduros. Verifique classificação indicativa e esteja ciente do conteúdo antes de assistir.

  3. Entenda o contexto
    Muitos animes usam sensualidade como parte de narrativa, humor ou desenvolvimento de personagens. Conhecer o contexto cultural japonês ajuda a apreciar melhor.

  4. Legendas e traduções confiáveis
    Use traduções oficiais sempre que possível. Legendas ruins podem distorcer a história ou criar interpretações erradas.

  5. Assista com atenção à narrativa
    Não foque apenas na estética; observe roteiro, desenvolvimento de personagens e humor. Muitos animes sensuais são ricos em storytelling.

  6. Respeite limites pessoais
    Se algum conteúdo te deixar desconfortável, pare e troque de episódio ou título. O entretenimento deve ser prazeroso, não forçado.

  7. Use headphones ou som adequado
    Trilha sonora e efeitos sonoros são parte da experiência. Fones de qualidade ou bom sistema de som aumentam a imersão.

  8. Explore gêneros relacionados
    Se gosta de fanservice, comédia romântica ou ecchi, explore variações leves antes de partir para títulos mais intensos.

  9. Participe de comunidades seguras
    Fóruns e grupos de fãs podem ajudar a descobrir títulos, discutir histórias e aprender curiosidades sem exposição a conteúdo ilegal.

  10. Cuide da privacidade
    Evite compartilhar dados pessoais em sites duvidosos. Prefira perfis anônimos ou contas dedicadas para discussões de nicho.


terça-feira, 17 de agosto de 2021

🔍 COBOL Mainframe e o Código Legado: sobreviver, entender e não quebrar produção

 



🔍 COBOL Mainframe e o Código Legado: sobreviver, entender e não quebrar produção

Bellacosa Mainframe no LinkedIn

Se você trabalha com COBOL no mainframe, preciso ser honesto logo de início:

👉 Seu trabalho provavelmente não é escrever código novo. 👉 Seu trabalho é entender código antigo o suficiente para não destruir um sistema que sustenta a empresa.

Este post é inspirado no IBM COBOL Software Development Practices – Module 3: Working with Existing Code, mas com uma diferença fundamental:

📌 aqui não tem romantização, marketing nem slide bonito. 📌 aqui tem legado, risco, produção e decisões difíceis.


1️⃣ A verdade que poucos cursos falam em voz alta

Muitos analistas acertam quando dizem que o foco do COBOL hoje não é criar sistemas novos do zero.

A realidade é esta:

  • código escrito por pessoas que já se aposentaram
  • regras de negócio que nunca foram documentadas
  • batch que roda há 15, 20, 30 anos
  • sistemas que não podem parar

Trabalhar com legado não é atraso tecnológico. 👉 É engenharia em ambiente hostil.


2️⃣ Identificar mudanças não é caçar erro

Um dos maiores erros de quem começa no legado é confundir:

“isso está feio” com ✅ “isso está errado”

Antes de pensar em mudar qualquer linha, você deveria conseguir responder:

  • isso é bug ou regra de negócio?
  • esse código roda sempre ou só em exceção?
  • quem consome essa saída além do que aparece no programa?

📍 Situação real: Você encontra um IF gigante, cheio de GO TO e NEXT SENTENCE.

Junior pensa:

“Vou refatorar isso tudo.”

Mainframeiro experiente pensa:

“Onde está o dump? Qual batch chama isso? Quem usa esse arquivo?”

👉 No legado, entender vem antes de melhorar.


3️⃣ Decidir quanto mudar: o princípio do Do No Harm

Esse é o ponto mais valioso do módulo — e o mais ignorado na prática.

No mainframe, nem tudo que está errado deve ser corrigido.

Escala real de decisão:

  • 🔴 Não mexer – código crítico, sem teste, sem histórico
  • 🟠 Isolar – código suspeito, mas necessário
  • 🟡 Ajuste cirúrgico – bug conhecido, impacto controlado
  • 🟢 Refatorar – sistema compreendido, risco aceitável
  • Reescrever – raro, caro e politicamente complexo

📍 Frase obrigatória em qualquer análise de legado:

“Isso precisa ficar bonito ou precisa continuar pagando salário no fim do mês?”

4️⃣ Ferramentas modernas ajudam — mas não pensam por você

Existem ferramentas modernas, mas são caras, nem sempre a disposição e demadam um extenso treinamento para utiliza-las, conheça algumas:

  • IBM Developer for z/OS
  • Code Review for COBOL
  • Utilities de migração
  • automação, DevOps, integração

Mas aqui vai a verdade da trincheira:

⚠️ Ferramenta não substitui leitura de código. ⚠️ Ferramenta não entende contexto histórico. ⚠️ Ferramenta não assume a culpa quando produção cai.

Ferramentas apontam. 👉 Quem decide é o engenheiro.


5️⃣ Code Review for COBOL: salvador e armadilha

As regras de revisão são excelentes:

  • código inacessível
  • PERFORM recursivo
  • GO TO fora de escopo
  • NEXT SENTENCE
  • escopos implícitos

Mas atenção:

🚨 Regra acionada ≠ erro funcional.

📍 Situação clássica: O Code Review aponta Unreachable Code. Você remove. Produção cai.

Depois descobre que:

  • o trecho só executava em falha rara
  • era acionado por JCL alternativo
  • ninguém lembrava mais

👉 Ferramenta mostra o problema. 👉 Engenharia decide a ação.


6️⃣ O que quase nenhum curso fala: dump e produção

É no dump que você realmente entende o legado:

  • fluxo real
  • valores inesperados
  • corrupção de dados
  • PERFORM assassino

Código bonito não paga SLA. Batch atrasado custa dinheiro. Mudança errada custa carreira.

COBOL legado é técnica + responsabilidade.


7️⃣ Como se aprende COBOL legado de verdade

Não é só em curso. Não é só ferramenta. Mas sim após horas de trabalho, analisando fluxogramas amarelados, ficando vesgo de analisar listagem de programas e apontar duvidas.

O ciclo real é:

  1. ler o código
  2. rodar o batch
  3. analisar o dump
  4. entender impacto
  5. decidir não mexer
  6. documentar
  7. só então, talvez, mudar


☕ Conclusão Bellacosa Mainframe

Os conselhos, workshops, a literatura e o curso tem a mentalidade correta. A trincheira ensina o resto.

No mainframe:

O melhor programador não é o que escreve o código mais bonito. É o que entende o legado, muda pouco, documenta bem e mantém o sistema vivo.

Se você vive isso no dia a dia, comenta aqui 👇

🔹 Já encontrou código que parecia errado, mas salvava produção?

🔹 Já decidiu não mexer — e dormiu tranquilo?

#Mainframe #COBOL #Legado #zOS #EngenhariaDeSoftware #BellacosaMainframe