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terça-feira, 2 de março de 2021

☕💣🚀 PADAWAN, IMS NÃO É UM BANCO DE DADOS. É UMA FILOSOFIA DE SOBREVIVÊNCIA CORPORATIVA!

Bellacosa Maiframe em uma introdução ao database ims


☕💣🚀 PADAWAN, IMS NÃO É UM BANCO DE DADOS. É UMA FILOSOFIA DE SOBREVIVÊNCIA CORPORATIVA!

A Anatomia Completa do IMS DB: Como uma Tecnologia dos Anos 1960 Continua Processando Trilhões de Dólares Sem Pedir Desculpas ao Mundo Moderno

Quando um desenvolvedor recém-chegado ao universo Mainframe ouve falar de IMS Database, normalmente sua reação é parecida com a de alguém que acabou de encontrar um fóssil vivo.

"Um banco de dados hierárquico?"

"Sem SQL?"

"Com árvores de segmentos?"

"Com comandos chamados GU, GN, GHU, GHNP?"

A primeira impressão costuma ser de espanto.

A segunda é de incredulidade.

A terceira é de respeito.

Porque depois de estudar o IMS por algum tempo, o profissional percebe uma verdade que poucos fora do mundo IBM compreendem:

O IMS não sobreviveu por acaso.

Ele continua existindo porque resolve problemas gigantescos de maneira absurdamente eficiente.

Segundo o guia analisado, o IMS Database é um sistema hierárquico baseado em segmentos, acessado através da interface DL/I (Data Language Interface), que organiza os dados em estruturas de árvore e permite recuperação extremamente rápida das informações.

Mas essa definição técnica é apenas a ponta do iceberg.

Vamos mergulhar profundamente no que realmente torna o IMS uma das tecnologias mais fascinantes já criadas.


O Problema Que Existia Antes do IMS

Voltemos para os anos 1960.

Não existiam:

  • Oracle

  • SQL Server

  • PostgreSQL

  • MySQL

  • MongoDB

Os computadores eram caros.

Discos eram lentos.

Memória era um luxo.

As empresas precisavam processar milhões de registros rapidamente.

A IBM recebeu uma missão histórica:

Apoiar o Programa Apollo da NASA.

Era necessário armazenar enormes quantidades de informações sobre componentes, peças, fornecedores e relacionamentos.

O resultado foi o nascimento do:

Information Management System

ou simplesmente:

IMS

O que começou como suporte ao programa espacial acabou se transformando em uma das plataformas mais importantes da história corporativa.


O Conceito Fundamental: A Árvore

O IMS não pensa em tabelas.

Ele pensa em famílias.

Imagine:

CLIENTE
 |
 +-- CONTA
 |     |
 |     +-- MOVIMENTO
 |
 +-- ENDERECO
 |
 +-- TELEFONE

Para o IMS isso é natural.

Para um banco relacional isso exige:

  • tabelas

  • chaves estrangeiras

  • joins

  • índices

O IMS simplesmente navega pela árvore.

É por isso que muitas consultas são extremamente rápidas.

O relacionamento já está embutido na própria estrutura física.


Segmentos: O DNA do IMS

No IMS tudo é um segmento.

O guia define segmento como a menor unidade transferida pelo DL/I entre o banco e o programa.

Imagine:

CLIENTE

contendo:

CPF
NOME
DATA-NASCIMENTO
STATUS

Isso é um segmento.

Em COBOL:

01 CLIENTE-SEGMENT.
   05 CPF        PIC 9(11).
   05 NOME       PIC X(40).
   05 NASCIMENTO PIC X(10).
   05 STATUS     PIC X.

O IMS transfere o segmento inteiro.

Não campo por campo.

Essa decisão arquitetural reduz operações de I/O.

E I/O sempre foi o recurso mais caro do ambiente computacional.


Campos: Os Tijolos da Construção

Dentro de cada segmento existem campos.

O guia destaca que os campos podem ser utilizados para:

  • pesquisa

  • ordenação

  • sequenciamento

  • qualificação de buscas

É aqui que nasce um conceito extremamente importante:

Sequence Field

O famoso campo-chave do IMS.

Ele determina a ordem física dos segmentos.

Exemplo:

CLIENTE
  CPF

O CPF pode ser o Sequence Field.

Assim o IMS mantém tudo organizado.

Sem precisar de índices secundários para operações básicas.


Root Segment: O Imperador da Hierarquia

Em qualquer database IMS existe apenas um rei.

O Root Segment.

O guia deixa claro:

  • existe apenas um root

  • todos os demais dependem dele

  • toda navegação começa nele

Imagine:

BANCO

Abaixo dele:

AGENCIA
CONTA
MOVIMENTO

Tudo nasce do root.

Nada existe sozinho.

Esse conceito parece limitador para quem vem do SQL.

Mas é exatamente essa disciplina estrutural que fornece desempenho absurdo.


Parent e Child: A Família IMS

Uma das maiores dificuldades dos iniciantes é entender que o IMS enxerga os dados como relações familiares.

Exemplo:

CLIENTE
 |
 +-- CONTA
      |
      +-- MOVIMENTO

CLIENTE é pai.

CONTA é filho.

MOVIMENTO é neto.

O guia descreve esses conceitos como Parent Segment e Child Segment.

Parece simples.

Mas toda a navegação DL/I gira em torno dessa estrutura.


Database Record: Um Conceito Diferente do COBOL

Aqui surge uma armadilha clássica.

No COBOL tradicional:

1 registro = 1 record

No IMS:

1 Root
+
todos os seus filhos
+
todos os netos
=
1 Database Record

O guia enfatiza isso claramente.

Isso muda completamente a forma de pensar os dados.


Caminhos (Paths)

Outro conceito essencial.

O IMS trabalha com caminhos.

Exemplo:

CLIENTE
 |
 +-- CONTA
       |
       +-- MOVIMENTO

O caminho completo é:

CLIENTE
CONTA
MOVIMENTO

O guia chama isso de Database Path.

E aqui está uma das grandes sacadas do IMS:

Você não faz JOIN.

Você percorre caminhos.


DL/I: A Linguagem Que Conversa com o Banco

Enquanto bancos relacionais usam SQL:

SELECT *
FROM CLIENTE
WHERE CPF='123';

O IMS utiliza:

DL/I

Data Language Interface.

É uma API muito mais próxima do hardware e da estrutura física do banco.

Ela não pergunta:

"Me dê todos os clientes."

Ela diz:

"Vá até aquele segmento específico."

Essa diferença explica boa parte da performance.


Processamento Sequencial

O guia mostra que o IMS percorre a hierarquia:

de cima para baixo e da esquerda para a direita.

Imagine uma biblioteca.

Primeiro:

Biblioteca

Depois:

Livros

Depois:

Categorias

Depois:

Exemplares

É uma caminhada ordenada.

Sem surpresas.

Sem planos de execução complexos.


Processamento Aleatório

Agora vem a magia.

O IMS também permite acesso direto.

O guia chama isso de Random Processing.

Para isso utilizamos:

Concatenated Key

Exemplo:

BANCO
AGENCIA
CONTA

Concatenando:

001000112345678

O IMS localiza exatamente aquele ponto da árvore.

Sem varrer tudo.


DBD: A Planta Baixa do Banco

Chegamos aos Control Blocks.

O primeiro é:

DBD – Database Descriptor

O guia define o DBD como a descrição física completa do banco.

Pense nele como:

A certidão de nascimento do banco IMS.

Ele define:

  • segmentos

  • hierarquia

  • tamanhos

  • campos

  • organização

Sem DBD não existe banco.


DBDGEN: Onde Tudo Começa

O DBA cria o banco usando macros.

Exemplo:

DBD NAME=BANCO
SEGM NAME=CLIENTE
SEGM NAME=CONTA
SEGM NAME=MOVIMENTO

O guia apresenta exatamente essa filosofia usando DBDGEN.

É quase uma engenharia civil.

Primeiro se projeta.

Depois se constrói.


PSB: A Janela do Programa

Agora imagine que o banco possui 100 segmentos.

Seu programa precisa de apenas 5.

Entra em cena:

PSB

Program Specification Block.

O guia explica que ele representa a visão do programa sobre o banco.

Cada aplicação enxerga somente aquilo que precisa.

É um conceito extremamente elegante.

E muito à frente de seu tempo.


PCB: O GPS do Programa

Dentro do PSB vivem os PCBs.

Program Communication Blocks.

Eles guardam:

  • status

  • posição atual

  • feedback

  • chaves

  • segmento acessado

Todo programador IMS aprende rapidamente:

Nunca ignore o PCB.

Ele é o painel de instrumentos do voo.


ENTRY DLITCBL

Aqui começa a parte que assusta quem vem apenas de COBOL batch.

ENTRY 'DLITCBL'

O guia explica que esse comando conecta o programa COBOL ao mundo IMS.

Sem ele o programa não conversa com o DL/I.

É literalmente o portal de entrada.


CBLTDLI: O Portal das Chamadas

Toda operação acontece por:

CALL 'CBLTDLI'

O guia detalha esse mecanismo.

Não existe:

SELECT
INSERT
UPDATE
DELETE

Existe:

CALL 'CBLTDLI'

com códigos específicos.


GU: O SELECT do IMS

Get Unique.

CALL 'CBLTDLI'
     USING DLI-GU

O guia descreve GU como recuperação única baseada em chave.

Na prática:

SELECT *
WHERE CHAVE=...

GN: O READ NEXT

Get Next.

CALL 'CBLTDLI'
     USING DLI-GN

Percorre a árvore sequencialmente.

Equivale ao:

READ NEXT

dos arquivos VSAM.


GHU e GHN: A Reserva de Segmento

Aqui está um detalhe brilhante.

Antes de alterar um segmento você deve recuperá-lo com HOLD.

GHU
GHN

O guia explica que essas funções indicam intenção de atualização.

É uma espécie de bloqueio inteligente.


ISRT, REPL e DLET

A tríade clássica.

Inserção

ISRT

Atualização

REPL

Exclusão

DLET

O guia descreve essas operações de manipulação de dados.

São equivalentes ao:

INSERT
UPDATE
DELETE

mas operando diretamente na hierarquia.


SSA: O Segredo Que Separa Iniciantes de Especialistas

SSA significa:

Segment Search Argument.

Quando um programador domina SSA, ele deixa de ser iniciante.

Exemplo:

CLIENTE(CPF=12345678901)

A SSA indica exatamente:

  • qual segmento

  • qual ocorrência

  • qual condição

deve ser utilizada.


Command Codes: Os Superpoderes do DL/I

O guia apresenta diversos códigos especiais.

Entre os mais famosos:

D

Path Call

Retorna vários segmentos numa única chamada.

C

Concatenated Key

Evita múltiplas qualificações.

Q

Enqueue

Reserva um segmento.

U e V

Controlam posicionamento.

Esses recursos são pouco conhecidos fora do universo IMS.

Mas fazem enorme diferença em desempenho.


O Que os Desenvolvedores Modernos Não Percebem

Quando alguém compara IMS com bancos modernos normalmente avalia:

  • flexibilidade

  • SQL

  • APIs REST

  • interfaces gráficas

Mas esquece a pergunta mais importante:

Quantos trilhões de dólares passam por ele todos os dias?

Cartões de crédito.

Bancos.

Seguradoras.

Companhias aéreas.

Governos.

Telecomunicações.

O IMS continua sustentando cargas absurdas.

Não porque seja "legado".

Mas porque foi projetado para um problema específico:

processamento massivo com máxima eficiência.


A Grande Lição do IMS

O guia mostra DBDs, PSBs, PCBs, SSAs, GUs, GNs e toda a mecânica interna do sistema.

Mas existe uma lição muito maior escondida por trás desses conceitos.

O IMS nos lembra que:

Tecnologia não é sobre moda.

Tecnologia é sobre resolver problemas reais.

Enquanto muitas plataformas modernas são substituídas a cada cinco anos, o IMS continua operando sistemas críticos após mais de meio século.

Isso não acontece por nostalgia.

Acontece porque milhões de linhas COBOL, milhares de bases IMS e bilhões de transações continuam entregando exatamente aquilo que o negócio exige:

confiabilidade, velocidade, consistência e disponibilidade.

E é por isso, Padawan, que quando você abre um DBDGEN pela primeira vez não está apenas olhando para um banco de dados.

Você está observando uma peça viva da história da computação corporativa.

Uma tecnologia que ajudou a levar o homem à Lua, sustentou a expansão do sistema financeiro global e continua movimentando o mundo silenciosamente dentro dos data centers IBM Z.

E quanto mais você estuda IMS, mais percebe uma verdade curiosa:

O IMS não sobreviveu ao futuro.

Em muitos aspectos, ele simplesmente chegou lá primeiro. 🚀☕💣


quinta-feira, 10 de maio de 2018

🧠 Modems Clássicos dos Anos 1990

Bellacosa Mainframe e os modens classicos dos anos 1990
🧠 Modems Clássicos dos Anos 1990

🧠 Introdução

Muito antes do Wi-Fi, da fibra óptica e das conexões de centenas de megabits por segundo, existia um pequeno equipamento responsável por abrir as portas para um universo completamente novo: o modem. Para milhões de pessoas durante os anos 1990, ele foi o passaporte para as primeiras BBS, para a internet comercial, para o IRC, o ICQ, o e-mail e as intermináveis madrugadas navegando enquanto a linha telefônica permanecia ocupada. Conectar-se era quase um ritual: ligar o computador, iniciar o software de comunicação, ouvir a sequência de chiados, apitos e estalos da negociação entre dois modems e torcer para que ninguém tirasse o telefone do gancho.

Cada nova geração representava uma verdadeira revolução. Dos 9.600 bps aos lendários 56K, fabricantes como U.S. Robotics, Hayes, Supra, Zoom, Motorola e Creative disputavam o mercado oferecendo velocidades maiores, correção de erros, compressão de dados e recursos como fax e secretária eletrônica. Para quem administrava uma BBS, trabalhava remotamente ou simplesmente queria baixar um arquivo sem esperar horas, escolher o modem certo era quase uma decisão estratégica.

Nesta viagem nostálgica do Bellacosa Mainframe, vamos revisitar os modems que marcaram uma geração, entender a evolução dos padrões V.32, V.34, V.90 e V.92, relembrar curiosidades da internet discada e descobrir por que aquele inesquecível som de conexão ainda desperta um sorriso em quem viveu a década de 1990.

🧠 Modems Clássicos dos Anos 1990



AnoModelo / FabricanteVelocidade MáximaTipo / PadrãoObservações
1990U.S. Robotics Courier HST9.600 bpsProprietário (HST)Muito usado por BBS e hackers; top de linha.
1991Hayes Smartmodem 96009.600 bpsV.32Referência da época; “Hayes Compatible” virou padrão.
1992SupraFAXModem 1440014.400 bpsV.32bisPopular por incluir fax e preço acessível.
1993Zoom Telephonics 14.414.400 bpsV.32bisUm dos mais vendidos para uso doméstico.
1994USRobotics Sportster 2880028.800 bpsV.34Alta performance para BBS e primeiras ISPs.
1995Hayes Accura 2880028.800 bpsV.34Modem confiável e fácil de configurar.
1996USRobotics Courier V.34+33.600 bpsV.34+Um dos melhores modems analógicos antes do 56K.
19973Com/USRobotics 56K X256.000 bpsX2 (pré-V.90)Tecnologia proprietária, depois virou padrão.
1998Motorola VoiceSurfer 56K56.000 bpsV.90Primeiro padrão global de 56K.
1999Creative Modem Blaster 56K56.000 bpsV.90 / V.92Incluía software de fax e voz, muito usado no Windows 98.


🧠 Como Funciona um Modem?

A palavra modem é uma abreviação de MOdulator-DEModulator (Modulador-Demodulador), e seu papel é servir como um tradutor entre o computador e a rede telefônica. Enquanto o computador trabalha exclusivamente com sinais digitais — compostos por zeros e uns —, a linha telefônica convencional foi projetada para transportar apenas sinais analógicos, ou seja, variações contínuas de frequência e amplitude semelhantes à voz humana.

Quando você enviava um arquivo ou acessava um site, o modem convertia os bits gerados pelo computador em sons eletrônicos. Esse processo é chamado de modulação. Esses sons percorriam a linha telefônica até o modem do outro lado da conexão. Ao recebê-los, o segundo modem realizava a operação inversa, denominada demodulação, reconstruindo os bits originais para que o computador receptor pudesse interpretá-los corretamente.

Antes da transmissão começar, os dois modems realizavam uma espécie de "aperto de mãos", conhecido como handshake. Era justamente essa sequência de chiados, apitos e ruídos metálicos tão característica dos anos 1990. Durante alguns segundos, os equipamentos negociavam automaticamente a maior velocidade possível, verificavam a qualidade da linha telefônica, escolhiam algoritmos de compressão de dados e ativavam mecanismos de correção de erros.

Depois que a negociação terminava, estabelecia-se uma conexão estável. Os dados passavam a trafegar em pequenos blocos, continuamente verificados para detectar perdas ou interferências. Se algum bloco chegasse corrompido pelo ruído da linha, ele era retransmitido automaticamente, garantindo a integridade da comunicação.

Nos modems mais modernos da era discada, padrões como V.34, V.90 e V.92 permitiam velocidades teóricas de até 56 Kbps. Entretanto, limitações da rede telefônica faziam com que a velocidade real normalmente ficasse entre 40 e 48 Kbps.

Embora extremamente lentos pelos padrões atuais, os modems foram a tecnologia que permitiu a popularização da internet doméstica. Eles conectaram milhões de pessoas ao mundo digital, abriram caminho para BBSs, e-mails, IRC, ICQ e para o nascimento da Web comercial, tornando-se um dos equipamentos mais importantes da história da informática e das telecomunicações.

💾 Extras e curiosidades

  • 🔌 Interface: maioria conectava via porta serial RS-232, e só no fim da década surgiram os modems PCI internos.

  • 📞 Linha telefônica: exigia conexão discada (com aquele som icônico “chiado de modem”).

  • 📠 Fax: muitos modelos tinham função fax embutida (classe 1 e 2).

  • 🖥️ Softmodems (“winmodems”) surgiram no final da década — mais baratos, mas dependentes da CPU.

  • 🌐 Velocidade real: embora chamados “56K”, raramente passavam de 48 Kbps em uso real.,


Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988