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terça-feira, 1 de fevereiro de 2005

☕🔥💣 NEON GENESIS EVANGELION — O SYSPROG RECEBEU UM DUMP DA ALMA HUMANA

 

Bellacosa Mainframe e Neon Genesis Evangelion

☕🔥💣 NEON GENESIS EVANGELION — O SYSPROG RECEBEU UM DUMP DA ALMA HUMANA

Quando o Datacenter do Apocalipse Entra em ABEND e Ninguém Consegue Encontrar a Causa Raiz


Ficha Técnica

Título Original: 新世紀エヴァンゲリオン (Shinseiki Evangelion)

Título Internacional: Neon Genesis Evangelion

Criador / Autor: Hideaki Anno

Estúdio: Gainax

Direção: Hideaki Anno

Ano de Lançamento: 1995

Exibição Original: 4 de outubro de 1995 a 27 de março de 1996

Episódios: 26

Filme Complementar: The End of Evangelion (1997)

Gêneros:

  • Ficção Científica

  • Mecha

  • Drama Psicológico

  • Filosófico

  • Pós-apocalíptico

  • Mistério

  • Existencialismo

Classificação Indicativa:

  • 14+ na maior parte dos países

  • Temas psicológicos intensos podem ser considerados para público mais maduro


O QUE É EVANGELION?

Se você assistir aos três primeiros episódios, vai acreditar que está vendo mais um anime de robôs gigantes enfrentando monstros.

Você está errado.

Profundamente errado.

Evangelion é uma armadilha narrativa.

Hideaki Anno construiu um anime que parece um mecha tradicional por fora, mas que lentamente se transforma em uma autópsia da mente humana.

O verdadeiro inimigo nunca foram os Anjos.

O verdadeiro inimigo sempre esteve dentro dos personagens.


A SINOPSE

No ano de 2015, quinze anos após uma catástrofe global chamada Second Impact, criaturas conhecidas como Anjos começam a atacar a humanidade.

A única defesa da Terra é a organização secreta NERV, que opera gigantes biomecânicos chamados Evangelions.

O jovem Shinji Ikari é convocado por seu pai, Gendo Ikari, para pilotar a Unidade-01.

A partir daí começa uma guerra que parece militar.

Mas na realidade é psicológica.


A HISTÓRIA QUE MUITA GENTE NÃO PERCEBE

A maioria dos animes apresenta uma jornada de crescimento.

Evangelion apresenta uma jornada de desconstrução.

Cada episódio remove uma camada da personalidade dos personagens.

É como executar um:

DUMP ANALYSIS
TRACE
IPCS
VERBX

na alma humana.

No começo vemos pilotos.

Depois vemos traumas.

Depois vemos medos.

Depois vemos pessoas quebradas tentando continuar funcionando.


OS PERSONAGENS PRINCIPAIS

Shinji Ikari

O operador que não queria estar no turno.

Shinji é o retrato do medo da rejeição.

Seu maior desejo não é salvar o mundo.

É ser aceito.

Sua famosa frase:

"Eu não devo fugir."

torna-se o JCL de sua existência.


Rei Ayanami

O maior mistério da série.

Calma.

Silenciosa.

Distante.

Representa a perda da individualidade e o vazio existencial.

Cada revelação sobre Rei muda completamente a interpretação da história.


Asuka Langley Soryu

A melhor piloto.

A mais agressiva.

A mais orgulhosa.

Também uma das mais destruídas emocionalmente.

Sua arrogância é apenas um mecanismo de proteção.


Misato Katsuragi

A gerente de operações da NERV.

Se Evangelion fosse um ambiente z/OS:

Misato seria a Operations Manager tentando impedir que tudo explodisse.


Gendo Ikari

Um dos personagens mais complexos da história dos animes.

Inicialmente parece um vilão.

Mas é algo muito mais trágico.

Um homem que destrói o mundo tentando recuperar aquilo que perdeu.


O QUE TORNA EVANGELION DIFERENTE?

Os EVAs Não São Robôs

Primeiro choque.

Os Evangelions não são máquinas.

São organismos vivos.

Isso transforma completamente a interpretação da série.


O Inimigo Não É Externo

Segundo choque.

Os Anjos são apenas a superfície.

A verdadeira guerra acontece dentro da mente dos pilotos.


O Herói Não Evolui Como Esperado

Terceiro choque.

Shinji não se transforma em um super-herói.

Ele continua falhando.

Continua sofrendo.

Continua humano.


AS MENSAGENS OCULTAS

Aqui está o ponto onde Evangelion se torna lendário.


O Dilema do Porco-Espinho

A obra utiliza um conceito filosófico de Arthur Schopenhauer.

Os porcos-espinhos precisam ficar próximos para se aquecer.

Mas os espinhos machucam.

Humanos são iguais.

Precisamos de conexão.

Mas relacionamentos geram sofrimento.

Essa é a base emocional de Evangelion.


Depressão

Hideaki Anno enfrentava depressão durante a produção.

Muitas cenas refletem diretamente seus conflitos internos.

Evangelion é, em vários aspectos, uma carta aberta sobre saúde mental.


Individualidade

O Projeto de Instrumentalidade Humana propõe eliminar todas as barreiras entre as pessoas.

Parece uma solução.

Mas o anime questiona:

Sem individualidade ainda seríamos humanos?


OS SÍMBOLOS RELIGIOSOS

Cruzes.

Anjos.

Árvore da Vida.

Mar Morto.

Lança de Longinus.

Cabala.

Livro de Enoque.

Evangelion utiliza símbolos judaico-cristãos de forma massiva.

Curiosamente, muitos deles foram escolhidos mais pelo impacto visual do que por fidelidade religiosa.

Isso criou décadas de debates.


O FINAL MAIS POLÊMICO DOS ANIMES

Os episódios 25 e 26 chocaram o público.

O orçamento estava extremamente apertado.

A produção enfrentava problemas sérios.

Em vez de um final convencional, recebemos uma exploração psicológica abstrata.

Muitos fãs ficaram furiosos.

Outros consideraram genial.

A controvérsia foi tão grande que surgiu:

The End of Evangelion

O filme mostra os eventos externos que acontecem simultaneamente ao final psicológico da série.

Até hoje é considerado um dos finais mais impactantes da animação japonesa.


HOUVE CENSURA?

Sim.

Diversas exibições internacionais sofreram cortes.

Alguns países editaram:

  • Violência

  • Temas psicológicos

  • Nudez simbólica

  • Referências religiosas

Além disso, versões modernas frequentemente exibem avisos relacionados a saúde mental e suicídio devido à intensidade emocional da obra.


IMPACTO CULTURAL

É impossível exagerar a influência de Evangelion.

Antes dele:

  • Mecha era dominado por ação.

Depois dele:

  • Mecha tornou-se introspectivo.

Influenciou:

  • RahXephon

  • Eureka Seven

  • Code Geass

  • Darling in the Franxx

  • Puella Magi Madoka Magica

  • Serial Experiments Lain (na popularização da abordagem psicológica)

  • Attack on Titan (indiretamente)


EVANGELION AO ESTILO MAINFRAME

Imagine o seguinte cenário:

SISTEMA: HUMANIDADE
STATUS: DEGRADED

ALERTA:
ANGEL ATTACK DETECTED

ROOT CAUSE:
UNKNOWN

ACTION:
START EVA01

RESULT:
SYSTEM ONLINE

NEW ERROR:
PILOT TRAUMA DETECTED

SEVERITY:
CRITICAL

A cada episódio a NERV acredita ter resolvido um incidente.

Mas descobre que existe outro problema mais profundo.

Depois outro.

Depois outro.

Até perceber que o verdadeiro dump nunca foi dos EVAs.

Era da mente humana.


VEREDITO BELLACOSA MAINFRAME

Neon Genesis Evangelion não é um anime sobre robôs.

É um gigantesco relatório de Root Cause Analysis da condição humana.

Os Anjos são apenas os sintomas.

Os EVAs são as ferramentas.

A NERV é o ambiente operacional.

O Projeto de Instrumentalidade é a mudança emergencial.

E Shinji Ikari é o operador de produção que recebe um chamado às 3 da manhã para corrigir um problema que começou muito antes dele nascer.

Nota Técnica Bellacosa Mainframe: 10/10

✔ Revolucionário
✔ Filosófico
✔ Psicologicamente devastador
✔ Reassistível inúmeras vezes
✔ Um dos maiores marcos da história dos animes

Conclusão:

Se "Dragon Ball" ensina a superar limites e "Gundam" ensina sobre guerra, Evangelion ensina o que acontece quando você abre um dump da alma humana e descobre que a causa raiz está em você mesmo. ☕🔥💣


sábado, 1 de janeiro de 2005

2004 Melhores momentos na viagem a São Paulo BR

Retrospectiva de 2004 em Itatiba


Terminamos o ano com uma otima viagem ao Brasil, onde em menos de 10 dias, chegamos a Cumbica, fomos a Itatiba, passamos por São Paulo, descemos a serra rumo a Praia Grande, passamos por Taubate, chegamos a Campos do Jordão e ainda retornamos a Itatiba e passamos outras vezes por Sampa.



Foi otimo rever meus amigos, parentes, pessoas queridas, fazermos bons almoços, contar boas historias, relembrar  de momentos antigos.

Apresentei a Carmen para a família e amigos onde nos reunimos em bons momentos para aproveitar o pouco tempo para tentar colocar tudo em dia. Desde os mais de 800 dias vividos no velho continente, até o namoro e futuro casamento.

Foram dias intensos onde aproveitei minha casinha por alguns momentos, sempre cansaderrimo devido aos vais e voltas de tantas viagens, o tempo era curto e queríamos fazer tanta coisa, visitar tantos parentes e amigos.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2004

2004 os melhores momentos em Espanha

Uma passagem rápida por Espanha.


2004 foi um ano intenso com acontecimentos traumáticos para a Espanha. O atentado de Março foi devastador para o povo espanhol.



Mas as belezas de Espanhas conseguiram ocultar este momento menos belo da primeira década do século XXI. Os museus, os grandes edifícios, as riquezas das Américas.

Deixaram marcas maravilhosas em Espanha. A Catedral de Sevilha, a praça de Espanha, o museu do Prado são patrimónios que tornam Espanha um dos tesouros da Europa.

Conhecer a Torre do Ouro, navegar no rio Guadalquivir, caminhar pelo centro de Madrid e conhecer o melhor da Andaluzia foi uma grande aventura.

2004 e os melhores momentos em Portugal

As melhores imagens de Portugal em 2004.


Terminamos o ano com montes de passeios realizados em Portugal, onde tivemos a oportunidade de conhecer novas cidades, novos castelos e saborear as delicias da culinária regional.



Portugal é muito rico em historia, cada cantinho do pais possui seus castelos, construções históricas, ruínas arqueológicas, grandes e belíssimas igrejas.

Afinal Portugal possui mais de 2500 anos de historia registradas, desde que os fenícios iniciaram suas transaçoes comerciais com os lusitanos, depois vieram hispanos, cartagineses, romanos, vândalos, alamanos, visigodos, mouros etc. Cada um destes povos deixando sua marca em território português.

Venha se perder e procurar esses vestígios de norte a sul em Portugal, não esquecendo de saborear os deliciosos vinhos, os doces regionais e as delicias da culinária regional.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2004

GULLIVER — O REINO BRASILEIRO ONDE A IMAGINAÇÃO SEMPRE CABE NUMA MÃO

 

Logotipo Gulliver

GULLIVER — O REINO BRASILEIRO ONDE A IMAGINAÇÃO SEMPRE CABE NUMA MÃO
Um post ao estilo Bellacosa Mainframe para o blog El Jefe Midnight Lunch


Bellacosa Mainframe e seu Forte Apache



Quando pensamos em Brasil das décadas de 60, 70, 80 e 90, muita gente lembra primeiro de TV preto-e-branco, carro com carburador, feira na calçada, mercearia da esquina… Mas há um fio invisível que costura a infância de milhões de brasileiros: uma pequena legião de soldados de plástico, índios bravos, cowboys destemidos, super-heróis troncudos e monstros improváveis.
Esse fio tem nome: Gulliver.

E como todo bom mito pop, a história da Gulliver mistura engenho brasileiro, ousadia industrial, guerra cultural, brinquedos que viraram patrimônio afetivo — e muitos easter-eggs que ninguém imagina. Prepare seu cavalo, pegue sua Winchester de plástico e siga comigo.


🌄 A ORIGEM — O DESERTO, O SONHO E O PLÁSTICO

A Gulliver nasce em 1956, em São Caetano do Sul (SP), fundada por José “Zeca” Matarazzo Filho — não o conde, mas um industrial com faro para um mercado que estava nascendo: o de brinquedos de plástico injetado.

Enquanto os brinquedos do Brasil ainda eram majoritariamente de lata, madeira ou pano, a Gulliver apostou forte na nova técnica. E acertou: o plástico permitia detalhes finíssimos, moldes ousados, variedade absurda e — principalmente — preço acessível.

E assim, num barracão no ABC paulista, começa o reinado que duraria gerações.



Forte Apache da Gulliver

🏹 O FORTE APACHE — O PRIMEIRO UNIVERSO CINEMATOGRÁFICO BRASILEIRO

O carro-chefe absoluto?
O Forte Apache.

Originalmente licenciado da empresa norte-americana Louis Marx & Co., a Gulliver tropicalizou, expandiu, redesenhou e reinventou o playset até transformá-lo em algo 100% culturalmente brasileiro.

Versões em madeira, versões em plástico, versões pintadas à mão…
Sede, quartéis, torres, cavalaria, índios apaches, cowboys, meninos sorridentes, cachorros pastores, carroções, canhões — um universo inteiro numa mesa de poucas polegadas.

O Forte Apache da Gulliver foi, para uma geração, o primeiro “metaverso” de verdade:

  • sem login,

  • sem Wi-Fi,

  • sem NFT,

  • mas com imaginação ilimitada.


Antiga fabrica da Gulliver

👊 A ERA DE OURO — SUPER-HERÓIS, MONSTROS E UM BRASIL POP

Dos anos 60 aos 90, a Gulliver reinou absoluta.

🦸 Super-Heróis

Licenciou Marvel e DC quando isso ainda não era cool.
Se você lembra de um Hulk verde berrante, um Thor cabeçudo, um Superman com peito em formato de barril, você sabe do que estou falando.

👽 Monstros

Godzilla, King Kong, criaturas do espaço — tudo ganhava forma em PVC duro e eternizava tardes inteiras de batalha no chão da sala.

⚔️ Playsets temáticos

Forte Apache, Castelo Medieval, Vila do Zorro, Piratas, Cavaleiros, Romanos…
Cada kit era um portal instantâneo para outra época.

🚀 Ficção Científica & Robôs

Robôs de fricção, astronautas, monstros radioativos — um eco direto da paranoia nuclear e dos seriados japoneses que chegavam ao Brasil.

🗡️ Os eternos gladiadores Gulliver

Pequenos, coloridos, com poses icônicas — presentes em cada mercearia, banca de jornal e lojinha da 25 de Março.


Portão principal da fabrica Gulliver

🧩 CURIOSIDADES E EASTER-EGGS PARA COLECIONADORES

A Gulliver produziu peças para outras empresas — incluindo lotes secretos exportados sem marca.
Muita coisa hoje é “Gulliver sem saber”.

Existem moldes perdidos — literalmente extraviados nos anos 80 e 90. Alguns foram recuperados décadas depois em galpões abandonados.

A pintura a mão do Forte Apache original foi feita majoritariamente por equipes femininas do ABC Paulista, artesãs com precisão impressionante.

O cachorro pastor preto que acompanhava o menino no playset original foi inspirado no cão real de um funcionário da empresa.

✔ Nos anos 70 e 80, a Gulliver teve licenças do Ultraman, Jaspion e outros tokusatsu, mas muitos produtos nunca chegaram às lojas.

✔ A empresa criou a primeira linha nacional de minimodelos históricos, usada até em escolas durante anos.


📉 O DECLÍNIO — A INVASÃO DOS IMPORTADOS

A partir dos anos 90, com a abertura econômica e a entrada massiva de brinquedos chineses, o cenário mudou:

  • O custo de moldes metálicos era altíssimo.

  • As linhas clássicas vendiam menos.

  • O varejo migrou para produtos mais baratos e descartáveis.

  • Empresas nacionais sofreram — a Gulliver, inclusive.

A produção foi reduzida, algumas linhas desapareceram, outras tiveram tiragens curtas. Mas a marca nunca morreu.


🔥 O ESTADO ATUAL — GULLIVER, A FÊNIX DO PLÁSTICO

Hoje, a Gulliver existe — viva, reinventada e nostálgica.

A empresa se reposicionou como marca clássica, apostando em:

  • relançamentos de linhas vintage,

  • séries de edição limitada,

  • produtos colecionáveis,

  • parcerias com grupos de fãs e historiadores do brinquedo brasileiro.

O público?
Adultos entre 35 e 60 anos que carregam na alma o chão da sala onde guerrearam com cavaleiros e apaches.


🌵 DICAS PARA COLECIONADORES (AO ESTILO BELLOSA MAINFRAME)

  1. Prefira moldes antigos — geralmente mais pesados, com PVC mais duro e detalhes mais finos.

  2. Evite restaurações mal feitas — tinta errada destrói valor.

  3. Guarde em estojos fechados — o PVC é sensível à luz e pode ficar quebradiço.

  4. Fique de olho em relançamentos oficiais — alguns são raros já ao nascer.

  5. A comunidade “Gullivermaníacos” no Brasil é riquíssima — grupos no Facebook, Orkut ressuscitado, fóruns especializados.

  6. Cuidado com falsificações chinesas — sim, existem.

  7. O Forte Apache completo com pintura à mão é um Graal — conserve como um DB2 catalog root page.


🌙 CONCLUSÃO — GULLIVER, O MAINFRAME DA NOSSA INFÂNCIA

O que o mainframe tem em comum com a Gulliver?
Longevidade, confiabilidade, legado e presença silenciosa na vida de milhões.

A Gulliver é o nosso “CICS da imaginação”:

  • sempre em produção,

  • sempre entregando,

  • sempre suportando volume,

  • sempre pronta para rodar mais uma aventura.

E assim como o mainframe, ela atravessou gerações — sólida, nostálgica, parte da história nacional.

Se você teve um Forte Apache, um cowboy, um índio, um Hulk esquisitão, um gladiador colorido…
Você carrega Gulliver no coração.

E como sempre digo: nostalgia também é arquitetura — arquitetura da alma.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2004

Visita natalícia ao amigo Cardoso


Aproveitando o final do ano, cá estamos novamente no norte, visitando o amigo Cardoso. Desta vez viemos ate Ermesinde, em uma pequena vila com casas construídas em pedra ao melhor estilo do Norte de Portugal.



Almoçamos em um tasca bem tradicional, uma deliciosa entremeada com batatas, regado ao bom vinho caseiro, retirado directo do barril e para fechar bem a refeição um bom prato de sopa de legumes a nortenha.

Aproveitamos o dia para visitar a região, colocar a conversa em dia e trazendo noticias do outro lado do atlântico.

Enfim um bom dia passado com um amigo.

domingo, 5 de dezembro de 2004

Alcobaça a cidade por trás do Mosteiro

Muita gente visita Alcobaça apenas pelo Mosteiro.


Mas esta cidade é tão rica em cultura e atraçoes naturais que acaba sendo um pecado não conhecer e visitar seus outros encantos.



Alcobaça tem lindas praias de falésia, tem florestas e bosques, um castelo em ruínas, vários palacetes e casas de interesse arquitectónico.

Suas ruas tem encantos de uma pequena vila, mas não se enganem Alcobaça é uma grande cidade, bem povoada e com grande infra-estrutura.

Um passeio por suas ruas tornara claro aquilo que digo, vale a pena explorar sem pressa, ver cada cantinho, conversar com as pessoas, sentar em um café local, provar um doce regional e jogar alguns minutinhos de conversa fiada.