terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Coral dos Esquilinhos Malucos


O Natal dos Esquilinhos

Foi uma diversao quando comprei os Esquilinhos Cantores e ainda nao tinha ideia que o Luigi voce adorar a brincadeira. Imagine ele do alto dos seus quase 2 anos... iria abraçar, agarrar e brincar com eles.

E aproveitando o espirito natalino, aproveitamos para deixar mensagens de carinho para a familha.


sexta-feira, 6 de novembro de 2009

🔷 QUIESCE no DB2: Congelando Tabelas com Segurança

 

Bellacosa Mainframe apresente IBM Mainframe Quiesce

🔷 QUIESCE no DB2: Congelando Tabelas com Segurança

No DB2 para IBM z/OS, QUIESCE é uma operação usada para garantir consistência de dados durante operações administrativas, especialmente quando você precisa fazer backup, reorganização ou manutenção de tabelas sem corromper os dados.


🕰️ Origem e Contexto

  • Em ambientes mainframe, tabelas DB2 são acessadas 24/7, com milhares de transações simultâneas.

  • Antigamente, para garantir integridade, os DBAs precisavam parar o sistema inteiro para fazer backups ou reorganizações.

  • A IBM introduziu o QUIESCE para “congelar” temporariamente uma tabela ou partição, permitindo:

    • Manutenção de tabelas

    • Criação de backups consistentes

    • Redução do impacto nas transações online


⚙️ O que o QUIESCE faz?

Quando você executa um QUIESCE TABLE, o DB2:

  1. Impede alterações na tabela

    • Nenhum INSERT, UPDATE ou DELETE é permitido.

  2. Permite leitura

    • Transações de SELECT ainda podem ser executadas normalmente (dependendo da configuração).

  3. Cria um ponto de consistência

    • Ideal para backup ou reorganização.

Pense no QUIESCE como uma pausa temporária e controlada na tabela, sem desligar o banco ou impactar outras tabelas.


🔹 Sintaxe básica

-- Congela a tabela para manutenção QUIESCE TABLE schema.tabela;
  • schema.tabela → tabela que você quer “congelar”

  • DB2 mantém o estado consistente até que você libere a tabela.

Liberando a tabela:

QUIESCE TABLE schema.tabela RELEASE;
  • Permite que transações de escrita voltem ao normal.


💡 Dicas e Boas Práticas

  1. Use somente quando necessário

    • Congelar muitas tabelas por muito tempo = impacto em aplicações.

  2. Combine com backups offline

    • QUIESCE + COPY OUT = backup consistente sem travar o banco inteiro.

  3. Evite longos períodos de quiesce

    • Transações concorrentes ficam bloqueadas, podendo causar timeout ou deadlocks.

  4. Verifique o status

SELECT * FROM SYSIBM.SYSTABLES WHERE NAME = 'TABELA' AND CREATOR = 'SCHEMA';
  • O estado QUIESCED indica que a tabela está congelada.


🔍 Curiosidades / Easter Eggs Bellacosa

  • O comando QUIESCE só existe no DB2 para z/OS. Em DB2 LUW (Linux/Unix/Windows), a abordagem é diferente (LOCK + BACKUP).

  • Internamente, DB2 usa locks especiais e pontos de consistência para garantir que mesmo transações longas não corrompam o backup.

  • Alguns DBAs chamam o QUIESCE de “pause mágico”, porque a tabela parece congelada, mas outras operações continuam normalmente.


⚡ Impacto na Performance

  • Transações de escrita ficam suspensas, então:

    • Muitas sessões concorrentes → podem acumular espera

    • Bancos com alto volume de updates → planejar QUIESCE fora do horário de pico

  • Transações de leitura não são bloqueadas (depende do tipo de lock).

  • É mais leve que DB2 LOCK TABLE ou downtime total.


🔑 Resumo Bellacosa

ConceitoDetalhe
O que éCongela temporariamente uma tabela para manutenção/backup
SintaxeQUIESCE TABLE schema.tabela; e RELEASE
Permite SELECT?Sim (dependendo do lock)
Permite INSERT/UPDATE/DELETE?Não durante o quiesce
Quando usarBackup consistente, reorganização, manutenção de dados
ImpactoLeve se curto; bloqueia transações de escrita

💡 Easter Egg:

Se você fizer QUIESCE de uma tabela grande, é quase como colocar a tabela em “hibernação”: DB2 mantém tudo consistente internamente, e você nem sente nada até liberar.

 

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

☕ DB2 no IBM Mainframe: o que realmente acontece quando você executa um SQL

 

Bellacosa Mainframe explica como funciona uma query no Db2

DB2 no IBM Mainframe: o que realmente acontece quando você executa um SQL



🧠 Introdução – “É só um SELECT”… será mesmo?

Para quem está começando, parece simples:

SELECT * FROM CONTA WHERE SALDO > 1000;

Mas no IBM Mainframe, esse comando aciona uma cadeia de decisões complexas, refinadas por décadas de engenharia.
Antes de qualquer dado ser lido, o DB2 passa por um verdadeiro ritual técnico — silencioso, preciso e implacável.

Hoje vamos abrir a caixa-preta e entender, passo a passo, o que o DB2 faz quando recebe um SQL:

  1. Parse da query e validação de sintaxe

  2. Bind de tabelas e colunas

  3. Criação do executável

  4. Cálculo do plano de execução

  5. Execução do plano

Tudo isso antes do primeiro byte sair do disco.


🧩 Passo 1 – Parse da query: o DB2 vira professor de português

Parse the query and check for proper syntax

Neste primeiro momento, o DB2:

  • Analisa a sintaxe SQL

  • Verifica comandos, cláusulas e ordem

  • Garante que a query está gramaticalmente correta

Exemplo de erro clássico:

SELEC * FROM CLIENTE;

⛔ Resultado: erro imediato.
O DB2 não tenta adivinhar sua intenção.

Comentário Bellacosa
Mainframe não é Google.
Se escreveu errado, aprende rápido — na marra.


🧩 Passo 2 – Bind lógico: tabelas e colunas entram em cena

Bind the tables and columns

Aqui o DB2 pergunta:

  • Essa tabela existe?

  • Esse schema está correto?

  • Essa coluna pertence a essa tabela?

  • Você tem permissão para isso?

Exemplo:

SELECT CPF FROM ELJEFE.CLIENTE;

Se:

  • Schema errado

  • Coluna inexistente

  • Falta de autorização RACF

Falha antes da execução.

🧠 Curiosidade Bellacosa
Grande parte dos erros “objeto não encontrado” não é objeto inexistente —
é SQLID e schema mal resolvidos.


🧩 Passo 3 – Criar o executável: SQL vira código de verdade

Create an executable and hand it to the optimizer

Aqui acontece a mágica que muitos ignoram.

No DB2 z/OS:

  • SQL não é interpretado a cada execução

  • Ele é transformado em um executável

  • Esse executável é armazenado em um PACKAGE

💡 Em programas COBOL:

  • O BIND cria o package

  • O package faz parte de um PLAN

  • O programa executa o PLAN

Comentário El Jefe
No mainframe, SQL não é script descartável.
É artefato compilado, tratado com o mesmo respeito que código fonte.


🧩 Passo 4 – O Otimizador entra em ação

Calculate the optimal execution plan

Agora o DB2 pensa — muito.

O otimizador avalia:

  • Índices disponíveis

  • Estatísticas do catálogo

  • Volume de dados

  • Ordem de joins

  • Tipo de acesso (index scan, table scan, etc.)

Ele calcula:
👉 o plano de execução mais eficiente possível

🧠 Easter Egg técnico
O otimizador do DB2 z/OS é considerado um dos mais sofisticados do mundo, porque:

  • Precisa decidir rápido

  • Precisa acertar

  • E não pode errar em escala bilionária


🧩 Passo 5 – Execução do plano: agora sim, o dado anda

Run the execution plan

Somente agora:

  • O DB2 acessa tablespaces

  • Usa índices (ou não)

  • Aplica filtros

  • Retorna os dados

Importante:

  • O DB2 não executa o SQL

  • Ele executa o plano previamente calculado

Comentário Bellacosa
Você escreve SQL.
Quem manda é o plano de execução.


🧠 Visão Jedi – o fluxo completo

Tudo isso acontece nesta ordem:

SQL
 ↓
Parse (sintaxe)
 ↓
Bind lógico (tabelas / colunas / segurança)
 ↓
Criação do executável (PACKAGE)
 ↓
Otimizador calcula o plano
 ↓
Execução do plano

Se algo falhar em qualquer etapa…
👉 nada executa.


🧪 Dicas práticas Bellacosa Mainframe

✔ Erro de SQL geralmente é erro de modelagem ou schema
✔ Estatísticas ruins = plano ruim
✔ BIND mal feito vira problema eterno
✔ Não confunda SQL bonito com SQL eficiente
✔ EXPLAIN é seu melhor amigo


🥚 Curiosidades finais

  • Um mesmo SQL pode ter planos diferentes em ambientes distintos

  • ALTER de índice pode mudar performance sem mudar código

  • Em produção, o DB2 prefere estabilidade a “milagre”

  • Otimizador não é mágico — ele só decide com base no que você fornece


☕ Conclusão – SQL no Mainframe é disciplina

No IBM Mainframe:

  • SQL não é improviso

  • Execução não é tentativa

  • Performance não é sorte

Cada SELECT passa por um pipeline rigoroso, desenhado para não falhar.

No El Jefe, a verdade é simples:

Quem entende o caminho do SQL dentro do DB2, para de culpar o banco e começa a dominar o sistema.

Até o próximo café ☕
Bellacosa Mainframe


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

🐉 DB2 Compilação, DBRM, BIND, PACKAGE e PLAN

Bellacosa Mainframe apresenta compilaçao COBOL com DB2 plan e package

🐉 DB2 + COBOL no Mainframe

Compilação, DBRM, BIND, PACKAGE e PLAN

Ao estilo Bellacosa Mainframe – do big bang ao SELECT


☕ Introdução (pegue seu café)

Todo padawan que entra no mundo do IBM Mainframe + COBOL + DB2 escuta termos quase místicos:

DBRM, BIND, PACKAGE, PLAN

No começo parecem nomes de monstros de RPG 🧙‍♂️, mas na prática eles formam o coração da integração entre COBOL e DB2.

Este artigo explica de onde isso veio, por que existe, como funciona, como compilar, como errar (e sobreviver) e como pensar como um Jedi do Mainframe.


🕰️ Origem e História (por que tudo isso existe?)

📜 Anos 70–80: quando DB2 nasceu

  • IBM precisava de um banco relacional para rodar junto com aplicações COBOL críticas.

  • COBOL não entende SQL nativamente.

  • Solução: criar um pré-compilador.

👉 Nasce o conceito de SQL EMBUTIDO (EXEC SQL).

Mas…

💥 Problema:

  • O compilador COBOL não sabe o que é SQL.

💡 Solução IBM:

  • Criar um artefato intermediário → DBRM (Database Request Module).


🧩 Visão Geral do Fluxo (o mapa do tesouro)

COBOL + EXEC SQL
        |
        v
DB2 PRECOMPILER
        |
        +--> COBOL PURO
        +--> DBRM
                  |
                  v
               BIND
                  |
                  v
               PACKAGE
                  |
                  v
                PLAN
                  |
                  v
              EXECUÇÃO

👉 Nada aqui é opcional.


📦 O que é DBRM (Database Request Module)?

🎯 Definição

DBRM é o arquivo que contém todas as instruções SQL extraídas do seu programa COBOL.

📌 Características

  • Criado pelo pré-compilador do DB2

  • Contém:

    • SELECT

    • INSERT

    • UPDATE

    • DELETE

    • CURSORS

  • Não contém código COBOL

🧠 Pense assim:

DBRM = “O livro de feitiços SQL do programa”


🧱 O que é PACKAGE?

🎯 Definição

PACKAGE é o DBRM já compilado e otimizado pelo DB2.

📌 Por que PACKAGE existe?

Antigamente:

  • Um PLAN gigante para tudo ❌

Hoje:

  • Um PACKAGE por programa ✔️

  • Melhor performance

  • Melhor controle de versão

🧠 Analogia Bellacosa

PACKAGE = prato pronto na cozinha do DB2 🍝
DBRM = receita


🧠 O que é PLAN?

🎯 Definição

PLAN é o conjunto de PACKAGES que uma aplicação pode executar.

📌 Importante

  • Quem executa é o PLAN

  • O PLAN aponta para vários PACKAGES

  • Normalmente 1 PLAN por aplicação/sistema

🧠 Jedi Tip:

Programa não executa PACKAGE direto. Executa PLAN.


🔨 Passo a Passo para um Padawan

🥋 Passo 1 – Escrever o COBOL com SQL

EXEC SQL
   SELECT NOME
     INTO :WS-NOME
     FROM CLIENTES
    WHERE ID = :WS-ID
END-EXEC.

🥋 Passo 2 – Pré-compilação DB2

  • Remove SQL

  • Gera:

    • COBOL puro

    • DBRM

👉 Executado via DSNHPC


🥋 Passo 3 – Compilação COBOL

  • Compila o código gerado

  • Produz objeto (.OBJ)


🥋 Passo 4 – Linkedição

  • Gera LOAD MODULE


🥋 Passo 5 – BIND PACKAGE

  • Entrada: DBRM

  • Saída: PACKAGE


🥋 Passo 6 – BIND PLAN

  • Associa PACKAGES ao PLAN


🥋 Passo 7 – Executar

🎉 O programa roda feliz no CICS ou Batch.


📜 Exemplo de JCL – BIND PACKAGE

//BINDPKG EXEC PGM=IKJEFT01
//STEPLIB  DD DISP=SHR,DSN=DB2.DSNLOAD
//SYSTSPRT DD SYSOUT=*
//SYSUDUMP DD SYSOUT=*
//SYSTSIN  DD *
  DSN SYSTEM(DB2P)
  BIND PACKAGE(MEUSCHEMA.PKGPROG1)
       MEMBER(PROG1)
       ACTION(REPLACE)
       ISOLATION(CS)
       VALIDATE(BIND)
       OWNER(MEUSCHEMA)
/*

🚨 Erros Comuns (e como sobreviver)

❌ -805

DBRM ou PACKAGE não encontrado

✔️ Solução:

  • PACKAGE não está no PLAN

  • PLAN não foi rebindado


❌ -818

Timestamp mismatch

✔️ Solução:

  • Rebind do PACKAGE

  • Código recompilado mas DBRM antigo


❌ -204

Objeto não existe

✔️ Solução:

  • Tabela/view não existe

  • Schema errado


💡 Dicas de Ouro Bellacosa

1 DBRM = 1 PACKAGE

☕ Nunca use PLAN gigante com tudo

☕ Sempre versionar PACKAGE

☕ Nomeie PACKAGE com ambiente:

PKGPROG1_DEV
PKGPROG1_HML
PKGPROG1_PRD

🥚 Easter Eggs (curiosidades)

🥚 DBRM é tão antigo que veio do System R, o avô do DB2

🥚 Muitos ambientes ainda têm PLAN criados nos anos 90 😱

🥚 Rebind pode melhorar performance sem recompilar COBOL

🥚 EXPLAIN do PACKAGE mostra o plano de acesso


🧙 Comentários de Mestre Jedi

Se você entende DBRM, PACKAGE e PLAN…
Você já saiu do nível Padawan.

Quem domina BIND domina o DB2.


📌 Conclusão

DB2 + COBOL não é magia negra.

É:

  • Engenharia

  • História

  • Performance

  • Disciplina

E quando bem feito…

🚀 Roda por décadas sem cair.


Um Café no Bellacosa Mainframe

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

📘 Guia de Auditoria z/OS Completo

 

Bellacosa Mainframe apresenta Guia de Auditoria Z/OS

📘 Guia de Auditoria z/OS Completo

Do RACF ao SMP/E: como provar que seu mainframe é confiável

“Auditoria em z/OS não é caça ao erro.
É validação de maturidade operacional.”


🎯 Objetivo deste guia

Este guia serve para:

  • Preparar ambientes para auditoria

  • Responder auditores com evidência técnica

  • Evitar não conformidades

  • Padronizar governança em z/OS

👉 Não é teoria. É prática de campo.


🧠 Visão geral da auditoria em z/OS

Auditoria em z/OS gira em torno de 5 pilares:

1️⃣ Controle de acesso
2️⃣ Integridade do sistema
3️⃣ Gestão de mudanças
4️⃣ Rastreabilidade
5️⃣ Continuidade operacional

Cada pilar tem ferramentas nativas do mainframe.


🔐 Pilar 1 – Controle de Acesso (RACF / ACF2 / TSS)

O auditor verifica:

  • IDs privilegiados

  • Perfis genéricos

  • UACC

  • Logging

  • Segregação de funções

Evidências:

  • LISTUSER

  • RLIST

  • Relatórios SMF

  • Revisão periódica de acessos

📌 Privilégio excessivo reprova auditoria.


🛡️ Pilar 2 – Integridade do Sistema

Ferramentas-chave:

  • SMP/E

  • CSI

  • DLIB

  • TARGET libraries

O auditor quer saber:

  • Quem muda o sistema

  • Como muda

  • Se há controle

📌 Aqui o SMP/E reina absoluto.


🔁 Pilar 3 – Gestão de Mudanças

Avaliação típica:

  • Processo RECEIVE/APPLY/ACCEPT

  • APPLY CHECK obrigatório

  • Análise de ++HOLD e ++ERROR

  • USERMOD documentado

Evidências:

  • Outputs SMP/E

  • Change records

  • APARs e PTFs


🧩 Pilar 4 – Rastreabilidade e Evidência

O auditor exige:

  • Histórico preservado

  • Logs acessíveis

  • Responsáveis identificados

Ferramentas:

  • CSI

  • SMF

  • Logs RACF

  • Versionamento de JCL

📌 Sem evidência, não existe controle.


🔄 Pilar 5 – Continuidade e Recuperação

Avaliação:

  • Backup de CSI

  • Capacidade de RESTORE

  • Planos de contingência

  • Testes documentados

📌 Auditoria não aceita “nunca testamos”.


📦 Auditoria por componente (check rápido)

🔹 SMP/E

✔ Controle de acesso
✔ APPLY CHECK
✔ ACCEPT consciente
✔ USERMOD controlado

🔹 RACF

✔ UACC=NONE
✔ Logging ativo
✔ Revisão periódica

🔹 JES / System

✔ Parâmetros controlados
✔ Alterações documentadas

🔹 SMF

✔ Coleta ativa
✔ Retenção definida


🚨 Red flags clássicos em auditoria z/OS

❌ IDs genéricos
❌ ALTER irrestrito
❌ USERMOD esquecido
❌ PTFs de segurança atrasados
❌ Falta de documentação

👉 Tudo isso vira finding.


🧠 Caso real (estilo Bellacosa)

Auditor pergunta sobre um módulo alterado
Não há registro no SMP/E
Ninguém sabe quem fez

📌 Conclusão:

Ambiente sem governança.


🎓 Como se preparar para auditoria

  • Trate auditoria como rotina

  • Use SMP/E como aliado

  • Automatize evidências

  • Documente decisões

  • Revise acessos

💡 Dica Bellacosa:

“Auditoria bem-sucedida começa meses antes.”


🧠 Curiosidades Bellacosa

  • Auditor confia mais no CSI do que em planilha

  • Mainframe já nasce auditável

  • Falha é quase sempre humana, não técnica


🧾 Encerramento – Guia de Auditoria z/OS

z/OS não é inseguro.
Inseguro é rodar sem controle.

Quem domina:

  • RACF

  • SMP/E

  • Processos

👉 passa em qualquer auditoria.

📘💾🛡️🔥


domingo, 4 de outubro de 2009

🔷 INNER JOIN no IBM DB2 Mainframe – A Arte de Relacionar Tabelas

 

Bellacosa Mainframe apresenta IBM Mainframe DB2 Inner Join

🔷 INNER JOIN no IBM DB2 Mainframe – A Arte de Relacionar Tabelas

Se você trabalha com IBM Mainframe, provavelmente já precisou combinar dados de diferentes tabelas. E para isso existe o INNER JOIN, que é o clássico entre os joins em SQL.

Mas antes de entrar nos detalhes, vamos à história…


🕰️ História e Origem

O conceito de INNER JOIN vem diretamente do Modelo Relacional de Codd (1970), criado dentro da IBM.

  • Edgar F. Codd, um cientista da IBM, imaginou que dados deveriam ser armazenados em tabelas relacionais e manipulados por álgebra relacional.

  • Ele não inventou “INNER JOIN” como conhecemos hoje, mas a ideia de combinar tabelas via chaves comuns nasceu com ele.

  • SQL evoluiu nos anos 80 para suportar explicitamente joins:

    • Sintaxe implícita: FROM A, B WHERE A.key = B.key

    • Sintaxe explícita: FROM A INNER JOIN B ON A.key = B.key

No DB2 para Mainframe, o INNER JOIN é altamente otimizado para lidar com milhões de linhas em transações batch ou OLTP, mantendo a performance crítica.


⚙️ O que é INNER JOIN?

INNER JOIN é a operação que retorna somente as linhas onde existe correspondência em ambas as tabelas, baseado em uma chave comum.

🔹 Sintaxe padrão DB2

-- Explicit INNER JOIN (recomendado) SELECT E.EmployeeID, E.LastName, O.OrderID FROM Employees E INNER JOIN Orders O ON E.EmployeeID = O.EmployeeID;
-- Implicit INNER JOIN (estilo antigo) SELECT E.EmployeeID, E.LastName, O.OrderID FROM Employees E, Orders O WHERE E.EmployeeID = O.EmployeeID;

🔹 Observações

  • Chave comum: não precisa ter o mesmo nome, apenas valores compatíveis.

  • Sem correspondência → linha é descartada.

  • Pode usar múltiplas tabelas → INNER JOIN é associativo.


💡 Dicas Bellacosa para Mainframe

  1. Prefira joins explícitos (INNER JOIN ON) em DB2 → facilita leitura e manutenção.

  2. Sempre qualifique colunas se houver nomes repetidos → evita ambiguidade (E.EmployeeID, O.EmployeeID).

  3. Use aliases curtos → economiza digitação e deixa o código limpo.

  4. Evite cartesian products sem intenção → FROM A, B sem WHERE é um Product, que explode linhas.

  5. Verifique estatísticas de tabela → DB2 otimiza join usando índices.


🔍 Curiosidades & Easter Eggs

  • No DB2, todas as joins são INNER por padrão se você não usar OUTER.

  • Internamente, o otimizador transforma INNER JOIN em operações de álgebra relacional: Product + Selection.

  • Usar JOIN explícito ajuda o Explain Plan a gerar caminhos de acesso mais eficientes.

  • Combinar índices corretos + INNER JOIN = batch mais rápido, menos I/O.


🧪 Exemplo prático

Imagine que temos duas tabelas no z/OS DB2:

EMPLOYEES

EmployeeIDLastNameDeptID
101Smith10
102Jones20

DEPARTMENTS

DeptIDDeptName
10Accounting
20HR
30IT

Query: INNER JOIN

SELECT E.LastName, D.DeptName FROM Employees E INNER JOIN Departments D ON E.DeptID = D.DeptID;

Resultado:

LastNameDeptName
SmithAccounting
JonesHR

Observe: DeptID = 30 não aparece porque não há funcionário correspondente.


📈 Uso e Razão de Uso

  • Combinar tabelas relacionadas → RELACIONAL puro

  • Resumir informações em relatórios ou dashboards OLAP

  • Criar answer sets consistentes para análises

  • Fundamental para consultas em ERP, finanças e logística

No mainframe, INNER JOIN é usado em:

  • Batch → processa milhões de registros rapidamente

  • Online Transaction Processing (OLTP) → respostas rápidas e consistentes


⚡ Impacto na Performance e Otimização

  1. Indexes importam muito:

    • JOIN em colunas indexadas = leitura rápida, menos I/O

    • Sem índice → DB2 faz table scan → lento em tabelas grandes

  2. Estatísticas DB2:

    • RUNSTATS ajuda o otimizador a escolher o caminho ideal

  3. Número de tabelas no JOIN:

    • Mais joins = mais complexidade e consumo de CPU

    • Prefira joins em cascata controlados, evite joins desnecessários

  4. Filtros antes do JOIN:

    • Use WHERE/qualificação para reduzir linhas antes do INNER JOIN

    • Isso diminui o volume de dados processados e acelera o batch


🔑 Comentários finais Bellacosa

  • INNER JOIN é a base do SQL relacional, especialmente no DB2 do mainframe.

  • Sintaxe explícita + colunas qualificadas + índices corretos = performance top de linha.

  • Mesmo em 2026, ele é indispensável em sistemas críticos da IBM.

  • Dica bônus: use EXPLAIN PLAN para ver como DB2 executa seus INNER JOINs.

💡 Easter Egg:

Por baixo do capô, o DB2 transforma cada INNER JOIN em Product + Selection + Projection na álgebra relacional — a magia acontece silenciosa enquanto você apenas digita INNER JOIN.

 

sábado, 3 de outubro de 2009

🗼 AKIHABARA – O MAINFRAME OTAKU DO JAPÃO

 

Bellacosa Mainframe visita Akihabara

🗼 AKIHABARA – O MAINFRAME OTAKU DO JAPÃO


Se Tóquio fosse um datacenter, Akihabara seria aquele andar barulhento, cheio de LEDs piscando, cabos aparentes, cheiro de eletrônico quente… e personagens de anime te oferecendo panfleto na porta. Bem-vindo a Akihabara (秋葉原), ou simplesmente Akiba, o bairro que começou como loja de rádio e virou o hub definitivo da cultura otaku mundial.


🏯 ORIGEM – DO RÁDIO AO WAIFU

No pós-guerra, anos 1940–50, Akihabara nasceu como um mercado informal de eletrônicos.
Peças usadas, rádios, válvulas, fios — era o camelódromo high-tech da época.

📻 Décadas depois:

  • anos 70–80 → eletrônicos e computadores

  • anos 90 → videogames, PCs, doujinshi

  • anos 2000 → anime, mangá, idols, maid cafés

Ou seja: Akihabara evoluiu como software legado bem mantido.


👀 O QUE VER (DEBUG VISUAL)

🔹 Lojas de eletrônicos (Yodobashi Camera – um monstro)
🔹 Prédios de 6 a 10 andares, cada piso um universo
🔹 Arcades gigantes (SEGA, Taito, GIGO)
🔹 Vitrines absurdas com figures raríssimas
🔹 Placas neon disputando atenção como batch concorrente


🎮 O QUE FAZER (INTERACTIVE MODE)

✔ Caçar figures (novas e usadas)
✔ Jogar claw machines até perder a dignidade
✔ Entrar em lojas de doujin (mangas independentes)
✔ Explorar andares escondidos (EASTER EGGS reais)
✔ Fotografar cosplayers (com respeito!)

💡 Dica Bellacosa: sempre olhe os andares de cima. O tesouro nunca está no térreo.


🍜 O QUE COMER (BUFFER DE ENERGIA)

🍛 Curry japonês
🍜 Ramen temático
🍙 Onigiri raiz
🍺 Bares minúsculos escondidos
Maid cafés (experiência cultural — não é só zoeira)

👉 Maid café é tipo CICS: quem não conhece acha estranho, quem entende respeita.


🧠 CURIOSIDADES & EASTER EGGS

🟡 Algumas lojas vendem hardware obsoleto funcional
🟡 Tem prédios inteiros só de um único jogo
🟡 Muitas lojas mudam layout semanalmente
🟡 Mangás pornôs ficam separados (com censura pixelada 😏)
🟡 Você pode comprar um parafuso raro ou uma waifu em escala 1/4


🧩 AKIHABARA EM ANIMES

📺 Aparece em:

  • Steins;Gate (literalmente o coração da história)

  • Love Live

  • Durarara!!

  • Oreimo

  • Genshiken

Em anime, Akiba é sempre:
➡️ lugar de encontros
➡️ caos criativo
➡️ refúgio dos “estranhos”
➡️ palco de revelações


🧠 COMENTÁRIO BELLACOSA

Akihabara não é só consumo.
É pertencimento.

Ali ninguém te julga por:

  • gostar de coisa velha

  • colecionar obsessivamente

  • se apaixonar por pixels

  • viver em universos paralelos

Akihabara entende legado, respeita versão antiga e celebra customização extrema.


🏁 CONCLUSÃO

Akihabara é:

  • um Sysplex cultural

  • um cluster de paixões

  • um mainframe humano

Não é bairro.
É estado de espírito.

E como todo bom sistema antigo:
faz barulho, esquenta…
mas nunca cai.

🗼💾