✨ Bem-vindo ao meu espaço! ✨ Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens. Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê. Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão. Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
terça-feira, 18 de julho de 2017
segunda-feira, 17 de julho de 2017
💻 Bellacosa Mainframe Blog — System z14: o Mainframe do Mundo Digital e Cognitivo
💻 Bellacosa Mainframe Blog — System z14: o Mainframe do Mundo Digital e Cognitivo
🕰️ Ano de lançamento
2017 — O IBM z14 foi anunciado oficialmente em 17 de julho de 2017, marcando uma nova era de criptografia on-chip e integração com inteligência artificial.
🧩 Modelos disponíveis
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IBM z14 Model M01 a M05 (z14-390)
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IBM z14 Model ZR1 (2018) — versão “racktower”, compacta, voltada para integração em datacenters modernos.
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O ZR1 cabe em um rack padrão de 19 polegadas, o que o aproximou da infraestrutura de servidores x86 e ambientes híbridos.
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⚙️ CPU e arquitetura
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Processador: z14 Core Chip (14 nm, 5.2 GHz, 10 core por chip)
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Máximo de núcleos por sistema: 170 (em grandes configurações)
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Memória máxima: até 32 TB de RAM
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Criptografia: cada core possui Crypto co-processors embutidos, com aceleração nativa para AES, RSA e SHA.
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Arquitetura: z/Architecture com suporte a instruções SIMD e novos registradores vetoriais.
🧠 Versão do z/OS compatível
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z/OS 2.3 (lançada em setembro de 2017)
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Também suporta z/OS 2.2 (com APARs específicos), z/VM 6.4, z/VSE 6.2, e Linux on Z (RHEL, SUSE, Ubuntu).
🧬 Introdução técnica
O IBM z14 é o mainframe da era da confiança digital.
Foi o primeiro sistema da IBM projetado com criptografia pervasive — ou seja, todo dado pode ser criptografado em tempo real, sem impacto significativo de performance.
O z14 introduziu:
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Processamento criptográfico full-speed para todos os dados.
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Machine Learning embutido via IBM Z AI Toolkit e z/OS Container Extensions (zCX).
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Capacidade de processar mais de 12 bilhões de transações criptografadas por dia.
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Suporte avançado a APIs REST e integração nativa com IBM Cloud, Node.js e Java 9.
🔁 O que muda em relação ao z13
| Recurso | System z13 | System z14 | Evolução |
|---|---|---|---|
| Litografia | 22 nm | 14 nm | Maior eficiência e densidade |
| Clock | 5.0 GHz | 5.2 GHz | Aumento de performance |
| Memória | 10 TB | 32 TB | Triplo da capacidade |
| Criptografia | Opcional via coprocessor | On-chip em todos os cores | Criptografia “sempre ativa” |
| Machine Learning | Suporte externo | Integrado ao sistema | IA nativa via zCX |
| APIs REST | Parcial | Full API enablement | z/OS Connect EE aprimorado |
🧾 Curiosidades
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O z14 foi desenvolvido em Poughkeepsie, NY, e envolveu mais de 400 engenheiros e 300 patentes novas.
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O slogan de lançamento era: “The Most Secure System Ever Built”.
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O modelo z14 ZR1 trouxe pela primeira vez um mainframe que cabia no mesmo rack que um servidor Linux, facilitando o uso em ambientes híbridos e DevOps.
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Internamente, a IBM chamava o projeto de codinome “Skylark”.
🧠 Dica técnica
O z14 elevou o padrão para segurança de dados em trânsito e em repouso.
Mesmo ambientes legados em COBOL ou CICS podem se beneficiar da criptografia transparente, sem refatoração de código, bastando habilitar z/OS Dataset Encryption e ICSF Key Management.
🔍 Nota técnica
O IBM z14 foi o primeiro mainframe validado para GDPR (Regulamento Europeu de Proteção de Dados), um marco na história da segurança corporativa.
Ele também trouxe o conceito de Data Privacy Passports, precursor do atual Confidential Computing no IBM z16.
🏁 Resumo técnico
| Item | Detalhe |
|---|---|
| Ano | 2017 |
| Modelos | M01-M05, ZR1 |
| CPU | z14 core, 14 nm, até 170 cores |
| Memória Máx. | 32 TB |
| z/OS | 2.3 (nativo), 2.2 (compatível) |
| Destaque | Criptografia on-chip e IA integrada |
| Codinome interno | Skylark |
Mini-ferrovia a Milano
domingo, 16 de julho de 2017
🔥 CICS Transaction Server for z/OS 5.4 — O Mixed-Language Server Corporativo
| Bellacosa Mainframe anuncia o cics 5.4 |
🔥 CICS Transaction Server for z/OS 5.4 — O Mixed-Language Server Corporativo
☕ Midnight Lunch no meio da década de 2010
Junho de 2017.
O mundo das aplicações corporativas já não se contentava apenas com REST/JSON, automação e métricas.
Era hora de suporte profundo a ambientes mistos (múltiplas linguagens), programação avançada e políticas dinâmicas que pudessem controlar o ritmo transacional com menos mão pesada do operador.
O CICS TS 5.4 foi lançado nesse contexto — não como um “upgrade qualquer”, mas como plataforma corporativa madura e flexível.
📅 Datas importantes
📌 Data de Lançamento (GA): 16 de junho de 2017 — quando a versão 5.4 entrou no mundo com bastante ruído e expectativa.
📌 Status e Fim de Vida: (EOS) já cumpriu seu ciclo tradicional e foi sucedido pelas séries 5.5 e posteriores. Hoje, as versões mais novas recebem suporte contínuo.
💬 Bellacosa comenta:
“A versão 5.4 foi aquele ponto onde o CICS deixou de ser apenas um transaction processing engine e virou um application server corporativo com fibra para linguagens múltiplas.”
| cics 5.4 |
🆕 O que há de novo — e o que isso realmente significa
🧠 1) Suporte completo ao Java™ EE 7 Full Platform
O CICS 5.4 trouxe a capacidade de rodar aplicações Java padronizadas dentro do seu Liberty JVM Server. Isso facilitou a integração com frameworks corporativos Java e lançou as bases para desenvolvimento moderno diretamente no mainframe.
💬 Bellacosa:
“De repente seu servidor transacional passou a ser um servidor de aplicações completo — sem precisar arrastar um WebSphere pesado para o meio.”
🔄 2) Nova API assíncrona poderosa
Foi introduzido um novo asynchronous API, permitindo que programas CICS trabalhem em modo parent–child, event–driven e processing não-bloqueante — um conceito que hoje é padrão em arquiteturas modernas.
💡 Isso quer dizer que você pode iniciar longas operações sem bloquear a task principal, aumentando desempenho e escalabilidade.
📜 3) Políticas Dinâmicas estendidas
O modelo de policy-based management cresceu em poder e flexibilidade, apoiando regras e ações mais amplas — como monitoramento de recursos, regras de bundle e AID chains — com ações automáticas quando limites são ultrapassados.
📌 Bellacosa tip:
“Políticas são a válvula de segurança automática do CICS. Em 5.4 eu comecei a ver operações que se auto-curavam sem dedo no console.”
🔐 4) Segurança e Resiliência Aprimoradas
Ainda que parte tenha chegado via continuous delivery, o 5.4 suportou melhorias como:
✔ Multi-factor authentication no CMCI (por PTF) — protege gerentes e operadores.
✔ Suporte a novas opções de TLS e HSTS para servidores HTTP, aumentando resistência contra ataques man-in-the-middle.
💬 Easteregg:
“Quando o Security começa a pedir MFA e HSTS, você sabe que não estamos mais em 1980.”
🔁 5) Interoperabilidade e APIs Externas
Novas opções no EXCI (External CICS Interface) permitiram:
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QUERY CHANNEL
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STARTBROWSE CONTAINER
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GETNEXT / ENDBROWSE CONTAINER
Isso aumentou o controle de dados dentro de containers e canais diretamente por programas externos conectados ao CICS.
📈 6) Ciclo Contínuo de Entrega
O 5.4 consolidou um modelo de Continuous Delivery (CD) (entregas contínuas) para a família CICS, com novos recursos, PTFs e melhorias liberados sem a necessidade de reinstalação total.
💬 Bellacosa comenta:
“Era como uma distro Linux rolling release: você instalava uma vez, e o CICS continuava evoluindo como um serviço vivo.”
🛠️ Melhoria Profunda nas Operações
🎯 Suporte aprimorado a CICSPlex SM — Melhor uso da saúde de regiões para balanceamento de workloads.
🎯 Melhor gestão de policy rule types — Agora monitorando recursos como AIDs e bundles.
🎯 Extra métricas e pontos de instrumentação para monitoramento detalhado.
🤓 Eastereggs e Curiosidades Bellacosa
🍺 5.4 foi quase um micro-server antes de micro-serviços
O trabalho com APIs assíncronas + multilinguagem começou a antecipar muitos conceitos que hoje são triviais em arquiteturas micro-serviço.
🍺 Educação Visual
Nesta versão, muitos clientes começaram a usar CICS Explorer como IDE para desenvolvimento e investigação do ciclo de vida.
🍺 Provisioning Toolkit nasce de vez
Ferramentas para provisionamento rápido de ambientes CICS entraram no cenário, acelerando setups de dev/test.
🧠 Exemplo de História de Cliente (Bellacosa Feel)
Imagine um grande banco regional em 2018:
👨💻 Problema: aplicações híbridas com COBOL + Java + serviços Web demoravam para se comunicar, e o time de operações estava saturado com scripts manuais, thresholds e controles.
🚀 Com CICS TS 5.4:
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Um serviço de notificações assíncronas foi implementado com a nova API assíncrona, liberando tasks rapidamente.
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Novos serviços Java EE foram hospedados na mesma região, simplificando arquitetura.
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Políticas automáticas reiniciaram bundles problemáticos sem intervenção manual.
💬 Bellacosa comenta:
“Isso transformou o CICS de legacy em hub de serviços — robusto, misto, corporativo.”
💡 Dicas Bellacosa para quem encara 5.4
✔ Estude APIs assíncronas antes de implementar lógicas bloqueantes.
✔ Aumente o uso de policy rules para saúde e thresholds.
✔ Explore Java EE Full com Liberty para misturar linguagens sem criar zonas de dor.
✔ Use EXCI extensões para integração avançada com ferramentas externas.
🎯 Conclusão Bellacosa
CICS TS 5.4 não foi só mais um release.
Ele foi o que colocou o CICS no mapa moderno de plataformas corporativas:
🔥 Multilanguage (Java EE Full)
🔥 APIs assíncronas (escala real)
🔥 Políticas inteligentes
🔥 Segurança moderna
🔥 DevOps + Continuous Delivery
📌 5.4 é onde o CICS deixou de dar só respostas rápidas e começou a orquestrar aplicações completas com estilo, disciplina e performance.
Tram numero 9 circulando em Milão
Um tram parando em sua paragem
Neste mês resgatei vários pequenos vídeos sobre os meios de transporte de Milão. Fico imaginando como a qualidade de vida é valorizada nesta cidade, sem transito infernal, ruas tranquilas voltadas para os pedestres, ciclistas e motociclistas... vê-se carro, mas poucos nada comparado com as cidades brasileiras.Outra coisa curiosa em Milão, existem poucos postos de gasolina e normalmente quando encontramos são poucas bombas, sem frentistas, claro que existem grandes postos de combustível, porém são minoria, o mesmo se aplica aos estacionamentos, agora os parquímetros estes existem e são bem caros, bem como pedágios/restrição para entrar de carro na área central.
Eu admirei estes sistema, principalmente o que cada pessoa tem um cartão e paga uma tarifa mensal para usar todos os transportes que necessitar, sendo muito econômico este sistema. Um dia quem sabe seremos tão evoluídos e tenhamos um sistema de transporte justo e democrático.
Voltando a tram 9 e para os amantes dos transportes sobre trilhos: Milão é uma das cidades mais fantásticas neste quesito, existem trens internacionais; trens que ligam regiões, cidades, metro, bondes e trans.
E em nosso filme estou em uma paragem, parado sobre a calçada e fico apreciando o Tram 9 chegando a paragem, parando, pegando passageiros e preparando-se para seguir rumo a Stazione Centrale FS.
sábado, 15 de julho de 2017
Chove chuva chove sem parar
Quando não se tem nada para fazer, inventa-se.
Estou no mesmo abrigo dos vídeos do Tram, esperando a chuva parar, como não tenho nada para fazer, fico filmando, câmera ligada e capturando algumas cenas do cotidiano milanês.
Pessoas correndo de um lado ao outro, tentando se proteger da chuva, a igreja de São Lourença com a famosa estatua do Imperador Constantino, quando de repente os sinos começaram a badalar informando a hora.
E danada da chuva não passa, a bateria da maquina fotográfica esta quase acabando e estamos aqui embaixo de uma marquize, assistindo o dia passar, apreciando ver as pessoas correndo para apanhar o Tram, tentando se proteger dos granizos e da chuva torrencial.
Com isso termino o vídeo, gostou? Deixe seu comentário.
sexta-feira, 14 de julho de 2017
Construindo trilhos em tempos modernos
Como se constrói os trilhos do bonde (tram) em Milão?
Sou uma pessoa curiosa e investigativa, andando por Milão fiquei admirado pela quantidade de trilhos espalhados pela cidade, esses carris de ferro são utilizados por diversos tipos de bondes e trams, apreciando esse maravilhoso sistema ferroviário, surgiu uma duvida, como será feito a construção do mesmo?
Será que os trilhos são colocados sobre os dormentes como eram no passado? Operários com pás e picaretas? Não meus amigos, usando o melhor da engenharia moderna, grandes maquinas com guindastes pega os módulos prontos e vai conectando como seu fosse um lego gigante. Incrível e rápido as linhas vão sendo colocadas e aparafusadas ao restante do caminho.
Andando por Milão com um pouco de sorte podemos assistir uma equipe construindo um novo ramal, vemos os trilhos espalhados pela asfalto, sendo retirado de um caminho e colocados no novo ramal. Este pequeno vídeo é uma homenagem aos trabalhadores que constroem os trilhos desta ferrovia urbana, que são invisíveis para nós no dia a dia corrido
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Trilhos, trans, bondes e sua construção por guindastes e módulos semi-construídos nas ruas de Milão.