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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

SP 065: Viagem sem visibilidade

Bellacosa Mainframe e a viagem sem visibilidade na SP 065

SP 065: Viagem sem visibilidade

Aventura na Rodovia Dom Pedro


Acabamos de entrar na Rodovia Dom Pedro e pegamos um trecho com baixa visibilidade com a serração bloqueando a visão.

A neblina nos obrigou a diminuir a velocidade e com isso, estamos com mais tempo para filosofar e ficar naquele papo profundo kkkkkk

Ansiosos por chegar ao litoral e com velocidade reduzida, todos os detalhes chamam atenção, desde o transito na pista contraria, até sobressaltos na pista.

A barriga roncando com fome, esperando para chegar num restaurante a beira da estrada para comermos nosso desejum, pena que neste trecho da rodovia, não existam grandes restaurantes.






Para ir mais longe nesta viagem












https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2016/03/rio-atibaia-alaga-sp-065-dom-pedro-i-no.html


sábado, 15 de julho de 2017

Chove chuva chove sem parar

Quando não se tem nada para fazer, inventa-se.


Estou no mesmo abrigo dos vídeos do Tram, esperando a chuva parar, como não tenho nada para fazer, fico filmando, câmera ligada e capturando algumas cenas do cotidiano milanês.

Pessoas correndo de um lado ao outro, tentando se proteger da chuva, a igreja de São Lourença com a famosa estatua do Imperador Constantino, quando de repente os sinos começaram a badalar informando a hora.

E danada da chuva não passa, a bateria da maquina fotográfica esta quase acabando e estamos aqui embaixo de uma marquize, assistindo o dia passar, apreciando ver as pessoas correndo para apanhar o Tram, tentando se proteger dos granizos e da chuva torrencial.

Com isso termino o vídeo, gostou? Deixe seu comentário.


quinta-feira, 13 de julho de 2017

Uma tarde chuvosa parado e apenas vendo o tram

Pego de surpresa por uma chuva forte.


Meu prazer é capturar cenas do cotidiano, aquelas cenas que ninguém presta atenção no dia a dia. Este vídeo é a continuação do meu passeio em Milão, estava na rua caminhando rumo a Igreja de São Lourenço quando fui pego pela forte chuva.

Abrigado em uma marquise e entediado por não poder sair dali, resolvi filmar a rua, devo dizer que estava muito surpreendido pela chuva de granizo e também maravilhado com o sistema de transporte publico de Milão.

A cidade é planejado para o pedestre com linhas de metro, linhas de trem, bondes e trans todos interligados se encontrando em diversos pontos, com um simples bilhete podemos usufruir de todos os serviços.

Voltando a chuva, as vezes não temos nada para fazer, só ficar esperando a chuva passar, aproveitar por estar abrigado da chuva e olhando o tram parado por falta de eletricidade. Um pouco "noiso" porém podemos contemplar o tram e pegar todos os seu detalhes para quem não conhece este tipo de veiculo.

Espero que gostem.



quarta-feira, 12 de julho de 2017

O Bonde sob a tempestade de verão de Milão

Uma tempestade de granizo em pleno verão.

Dentro da Moderna Milão ainda existe uma bairro com as ruínas da Mediolanum romana com os restos do palácio do Imperador, Igrejas dos anos 300, parte de torres defensiva e muralha... Uma bela igreja é a de São Lourenços com suas colunas.

Numa de minhas visitas a esta bela igreja, estou caminhando pelas ruas, quando de repente sou pego por uma forte chuva de verão. Me abrigo numa entrada de prédio e naquele abrigo improvisado, fico apreciando a queda de granizos e a forte chuva que cai.

Em frente passa o trilho do Tram, apreciou as colunas de São Lourenço sob a chuve bem proximo da Porta Ticinese... a chuvinha caindo bucolicamente e o tram passando... a beleza de uma tarde fria de final de verão com chuva e granizo caindo sob a cidade




segunda-feira, 25 de abril de 2016

Segunda braba, cansado e com chuva a chegada do fretado


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🌧️ Segunda Braba — Quando Trabalhar em São Paulo Deixou de Fechar a Conta

O salário era da capital. O custo também. E quatro horas do meu dia não apareciam no holerite.

Durante muitos anos, morar em Itatiba e trabalhar em São Paulo fazia sentido.

A distância era grande, o deslocamento cansativo, mas existia uma compensação importante: a diferença salarial era brutal.

Os salários oferecidos na capital, principalmente para profissionais especializados em tecnologia, justificavam acordar cedo, pegar o fretado e percorrer diariamente dezenas de quilômetros. Morávamos no interior, com um custo de vida relativamente menor, enquanto recebíamos salários do mercado paulistano.

A conta fechava.

Só que o tempo passou.

Entre o começo dos anos 2000 e aquela segunda-feira fria de 2016, muita coisa mudou.

Os salários sofreram um verdadeiro arrocho. O ganho real diminuiu enquanto praticamente todo o resto ficou mais caro.

E São Paulo ficou cada vez mais distante.

Não geograficamente.

Distante em horas.



A Rodovia dos Bandeirantes, que durante muito tempo representou uma ligação relativamente rápida com a capital, começou a encontrar seus próprios gargalos. Depois vinham as Marginais, onde aquilo que já era ruim conseguiu ficar ainda pior.

Mas apareceu outro complicador: as restrições impostas aos ônibus fretados.

Foram criadas áreas onde eles não podiam mais circular livremente. Para quem vinha do interior, isso significava descer antes do destino e procurar outra maneira de completar a viagem.

Metrô.

Ônibus.

Táxi.

Caminhada.

Mais dinheiro.

Mais tempo.

Mais uma conexão em uma viagem que já era longa.

E então comecei a perceber que havia algo errado naquela velha equação.

Porque trabalhar em São Paulo nunca custou apenas o fretado.

Havia o almoço.

O café.

O lanche.

Uma refeição que no interior custava determinado valor facilmente podia custar duas ou três vezes mais na Vila Olímpia.

Havia também outro custo quase invisível: vestir-se para trabalhar em São Paulo.

Camisa adequada.

Calça social.

Sapatos impecáveis e engraxados.

Um guarda-roupa compatível com aquele ambiente corporativo também fazia parte do preço de estar ali.

E ainda faltava colocar na planilha o item mais caro de todos:

tempo.

O Vilão Kassab como uma canetada afetou milhares de trabalhadores e piorou o transito em Sampa

Duas horas para ir.

Duas horas para voltar.

Quatro horas do meu dia que jamais apareceram no holerite.

Quatro horas que não eram consideradas jornada de trabalho, mas também não eram exatamente minhas.

Naquela segunda-feira de abril de 2016 fazia frio.

Chovia.

Eu estava cansado.

Dentro do fretado aquecido ainda existia algum conforto. Talvez alguns minutos de sono enquanto observava São Paulo despertar através da janela.

Mas inevitavelmente a porta se abriria.

Era preciso colocar o gorro, enfrentar a chuva e completar o caminho até o escritório.

Naquele momento talvez eu não estivesse fazendo todas essas contas conscientemente.

Hoje, olhando para trás, consigo enxergá-las.

O problema nunca foi apenas uma segunda-feira braba.

Era uma equação econômica que lentamente deixava de funcionar.

Salário da capital.

Alimentação da capital.

Roupa da capital.

Trânsito da capital.

E o custo de morar longe sendo pago todos os dias.

Talvez a pergunta correta nunca tenha sido:

“Quanto posso ganhar trabalhando em São Paulo?”

A pergunta deveria ser:

“Quanto São Paulo precisa me pagar para comprar quatro horas da minha vida todos os dias?”

Naquela segunda-feira fria e chuvosa, a resposta começava a ficar evidente.

A conta já não fechava como antigamente.

E ainda era preciso trabalhar o dia inteiro antes de enfrentar todo o caminho de volta para casa.

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Segundona com chuva


Mais uma semana começa e agora com chuvinha, por sorte a estrada estava boa sem nenhum acidente, agora e só correr para o escritório, tentando se molhar pouco.



O sono era tanto que ate estava de óculos escuro e gorrinho para sair a rua, o fretado estava quentinho e la fora tava tão friozinho.

Eh gostoso acompanhar o dia a dia da cidade com a chegada do fretado.






sábado, 26 de março de 2016

Uma tempestade sob Sorocaba em 26/03/2016

Bellacosa Mainframe e a tempestade no final de tarde em Sorocaba

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⛈️ Uma Tempestade sobre Sorocaba

Quando uma visita tranquila em família virou cenário para uma daquelas tempestades que parecem anunciar o fim do mundo

Existem viagens que ficam na memória por causa do destino. Outras, por causa de alguma grande aventura planejada.

E existem aquelas que simplesmente acontecem.



Naquela época, Juliana adorava dirigir e vez ou outra pegávamos a estrada sem precisar de grandes justificativas. Sorocaba era um desses destinos. Algumas vezes ficávamos na casa de sua irmã Daniela e do marido, Pedrinho.

Eram momentos simples e muito divertidos.

Piscina, conversa, comida, família e, é claro, uma missão praticamente obrigatória quando estávamos em Sorocaba: comer a famosa Coxinha Real.

Nada de roteiro turístico elaborado.

Era simplesmente viver.



Naquele final de março de 2016 estávamos novamente por lá. O verão terminava e, junto dele, aproximava-se também o fim da estação das grandes chuvas.

Então o céu mudou.

E mudou rápido.

O vento começou a soprar com uma força impressionante.

Uivava.

As árvores balançavam e gemiam sob as rajadas. O céu escureceu e os primeiros relâmpagos começaram a transformar aquela tarde em um gigantesco espetáculo de luz e som.

Clarões.

Estrondos.

Mais clarões.

E então veio a água.

Não aquela chuva tranquila de verão que convida a ficar olhando pela janela.

Era uma pancada brutal.

Durante aproximadamente trinta minutos, Sorocaba parecia estar debaixo de uma daquelas tempestades cinematográficas em que você olha pela janela e pensa:

— WTF... agora chegou o Apocalipse Final.

A chuva despencava, os trovões faziam a casa estremecer e os relâmpagos assustavam as crianças.

Por alguns minutos, a diversão deu lugar à preocupação.

Quando você conhece a capacidade que uma tempestade tropical tem de transformar ruas em rios em poucos minutos, a brincadeira acaba rapidamente. O medo de uma nova inundação estava presente.

Felizmente, da mesma maneira repentina como chegou, a tempestade começou a perder força.

Foram cerca de 30 minutos.

Meia hora.

Pouquíssimo tempo no relógio.

Mas tempo suficiente para transformar uma visita comum à família em uma memória que sobreviveria por uma década.

Hoje, olhando novamente para esse pequeno registro publicado originalmente em 26 de março de 2016, percebo que ele não era apenas sobre uma tempestade.

Era também sobre aquela época.

Sobre pegar a estrada com Juliana.

Sobre chegar a Sorocaba.

Sobre Daniela e Pedrinho.

Sobre ficar na piscina.

Sobre comer coxinha.

Sobre conversar sem olhar para o relógio.

E sobre estar reunido em família quando, inesperadamente, o céu resolveu mostrar quem realmente mandava naquela tarde.

Talvez seja justamente por isso que gosto tanto desses pequenos registros.

Não fotografamos apenas grandes acontecimentos.

Às vezes registramos uma piscina, uma estrada, uma refeição ou uma tempestade.

Naquele momento parecem coisas aleatórias.

Dez anos depois percebemos que eram pequenos fragmentos de uma vida inteira.

E naquela tarde em Sorocaba, durante trinta minutos, tivemos camarote para assistir ao céu apresentar seu próprio espetáculo.

A última grande chuva daquele março.

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A ultima grande chuva de março.


Estamos em Sorocaba no dia 24/03/2016 e estamos perante a ultima grande chuva da estação de chuvas de 2016.



Sorocaba foi assolada por um vendaval e forte pancada de chuva, o vento uivava, as árvores gemiam, a chuva caia forte e os relâmpagos assustavam as crianças.

Foram 30 minutos de pancada que serviram para deixar todos em alerta, assustados temendo uma nova inundação.



Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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