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segunda-feira, 7 de julho de 2025

☕💣🤖 FEATURE REQUESTS DO DESEJO — AS 6 FUNCIONALIDADES QUE A HUMANIDADE JÁ ESTAVA ESCREVENDO NO BACKLOG DOS RELACIONAMENTOS ARTIFICIAIS

 

Bellacosa Mainframe e as feature requests

☕💣🤖 FEATURE REQUESTS DO DESEJO — AS 6 FUNCIONALIDADES QUE A HUMANIDADE JÁ ESTAVA ESCREVENDO NO BACKLOG DOS RELACIONAMENTOS ARTIFICIAIS

Em 16 de abril de 2019, o TechTudo publicou a matéria "Seis coisas que os robôs sexuais vão poder fazer no futuro", analisando tendências tecnológicas que poderiam transformar os chamados sexbots em algo muito além de simples bonecas eletrônicas. A reportagem discutia avanços como inteligência artificial conversacional, pele sintética mais realista, personalização extrema, capacidade de aprendizado e interações emocionais cada vez mais sofisticadas. (Forbes Brasil)

Na época, muita gente enxergou aquilo como especulação futurista.

Mas olhando de 2026 para trás, parece mais um documento de requisitos.

Um levantamento funcional do que a indústria pretendia construir.


O BACKLOG MAIS POLÊMICO DA TECNOLOGIA

Todo sistema nasce de uma lista de requisitos.

Primeiro alguém escreve:

  • o que o sistema deve fazer;

  • como deve responder;

  • quais problemas deve resolver.

A reportagem do TechTudo era praticamente isso.

Um backlog.

Só que em vez de banco, seguro ou folha de pagamento...

o sistema em desenvolvimento era a intimidade humana.


FEATURE #1 — MEMÓRIA PERSISTENTE

Um dos cenários discutidos era a capacidade dos robôs lembrarem preferências, hábitos e informações pessoais do usuário.

Para um profissional de Mainframe isso é simples.

É persistência de dados.

Mas emocionalmente é revolucionário.

Porque a memória cria a sensação de continuidade.

Quando alguém lembra de você, a interação parece mais humana.

A indústria percebeu que a memória talvez fosse mais importante que o hardware.


FEATURE #2 — IA CONVERSACIONAL

Em 2019, a maioria dos sistemas ainda possuía conversação extremamente limitada.

Mas já existia a expectativa de robôs capazes de conversar de forma natural e contextualizada. (Forbes Brasil)

Hoje sabemos o que aconteceu.

Os LLMs chegaram.

O cérebro artificial evoluiu muito mais rápido do que o corpo artificial.

O que era previsão virou realidade.


FEATURE #3 — PERSONALIDADE CONFIGURÁVEL

A ideia parecia futurista.

Criar companhias artificiais ajustáveis.

Escolher humor.

Escolher comportamento.

Escolher estilo de interação.

Mas isso já aparecia em plataformas como Harmony, citada em diversos debates sobre robôs sociais e afetivos. (Forbes Brasil)

Em termos Bellacosa Mainframe:

foi o momento em que emoções começaram a ganhar parâmetros de configuração.


FEATURE #4 — APRENDIZADO CONTÍNUO

Todo software moderno aprende.

Recomendadores aprendem.

Motores de busca aprendem.

Modelos de IA aprendem.

Era inevitável que companhias artificiais também fossem desenhadas para aprender.

E isso muda completamente a experiência.

Porque o sistema deixa de ser estático.

Ele passa a evoluir junto com o usuário.


FEATURE #5 — SIMULAÇÃO DE EMPATIA

Talvez a funcionalidade mais importante.

E também a mais perigosa.

Empatia artificial não é empatia.

É simulação estatística.

Mas para o cérebro humano, a diferença nem sempre é evidente.

Se a resposta parece acolhedora...

se parece compreender...

se parece ouvir...

muitos dos mecanismos emocionais são ativados da mesma forma.


FEATURE #6 — O PARCEIRO SOB DEMANDA

A reportagem apontava para um futuro onde os sistemas seriam cada vez mais customizáveis e adaptáveis. (Forbes Brasil)

E aqui surge a questão central.

O que acontece quando alguém pode construir a companhia perfeita?

Sem rejeição.

Sem conflitos.

Sem divergências.

Sem riscos emocionais.

O relacionamento deixa de ser descoberto.

Passa a ser configurado.


O QUE O TECHTUDO ESTAVA DOCUMENTANDO SEM PERCEBER

A matéria parecia falar sobre robôs.

Mas talvez estivesse documentando outra coisa.

A transformação da companhia humana em produto tecnológico.

Durante décadas a computação automatizou:

  • cálculos;

  • documentos;

  • pagamentos;

  • comunicações.

Agora tenta automatizar vínculo.

E isso é muito maior que uma inovação de hardware.


O IPL DOS RELACIONAMENTOS CONFIGURÁVEIS

O mais curioso é que várias previsões de 2019 já começaram a acontecer.

Não necessariamente através de robôs físicos.

Mas através de:

  • IA conversacional;

  • avatares digitais;

  • assistentes inteligentes;

  • companhias virtuais.

A indústria acreditava estar construindo robôs.

Mas talvez estivesse construindo algo diferente.

Um novo modelo de relacionamento.

Porque quando um sistema aprende com você, lembra de você, conversa com você e adapta seu comportamento para agradar você...

a pergunta deixa de ser tecnológica.

E passa a ser humana.

Se podemos configurar companhia como configuramos software, o que acontecerá quando as pessoas começarem a preferir sistemas previsíveis a relacionamentos reais?

Talvez o artigo do TechTudo tenha sido exatamente isso.

O primeiro documento de requisitos daquilo que viria a se tornar o Relacionamento 2.0.

☕💣🤖 STATUS: Feature solicitada em 2019. Deploy gradual em andamento.

Origem: TechTudo
Data de publicação: 16 de abril de 2019
Matéria: "Seis coisas que os robôs sexuais vão poder fazer no futuro" (Forbes Brasil)


https://www.techtudo.com.br/listas/2019/04/seis-coisas-que-os-robos-sexuais-vao-poder-fazer-no-futuro.ghtml





☕💣🤖 TABOO — A Cronologia do Afeto Artificial

Do robô Roxxxy aos companheiros digitais alimentados por inteligência artificial, esta experiência interativa reúne análises sobre robótica social, ética da IA, solidão digital, relacionamentos sintéticos e o futuro da intimidade humana.

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Afeto Artificial, IA, Robôs Sexuais e o Futuro dos Relacionamentos Humanos
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STATUS: ONLINE

domingo, 6 de julho de 2025

Dilema da Seringa em programação de sistemas

Bellacosa Mainframe apresenta o dilema da seringa em problemas no processamento de dados e analise de sistemas

 

Dilema da Seringa em programação de sistemas

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O Dilema da Seringa


Em análise de sistemas somos constantemente colocados perante este dilema, mas afinal o que é ou que significa o DILEMA DA SERINGA?

Em poucas palavras, este dilema resume-se ao analista programador deixar o problema explodir em seu colo, por inocência ou inexperiência na execução da sua atividade cotidiana, mas espera aí? O que eu fiz de errado? Será a pergunta do jovem padawan e mesmo de alguns jedis.

Ao desenvolvermos códigos sob especificações, muitas vezes o documento vem com lacunas, que um programador macaco velho, irá notificar o Business Analyst ou a área usuária para maiores esclarecimentos e sanar todas as dúvidas antes de programar.

Mas às vezes por falta de tempo, ou demora do usuário em responder, o programador inicia seu labor, assumindo algumas suposições, cuidado isso pode dar ruim. Para evitar isso, salvaguarde-se sempre documentando mediante e-mails, suas ações e decisões, NUNCA assuma nada, coloque-se em seu lugar, às vezes não temos visão do todo, codifique baseado nas especificações, não invente, não complique e não saia fazendo arte.

O dilema da Seringa é isso mesmo: A AGULHA DA SERINGA DEVE ESTAR SEMPRE APONTADA PARA A BUNDA ALHEIA, NUNCA PARA A SUA. Por isso documente, não aceite esclarecimentos telefônicos, ordens de subalternos, ou terceiros extra equipe, fuja de especificação em rascunhos de papel de pão e/ou post-it.

Todo desenvolvimento deve estar documentado na especificação, validado e autorizado por meio de e-mail e anexado copias na pasta de documento do projeto. Atualize todos os documentos e informe todos os participantes sempre que receber novas especificações.

Lembre-se um simples IF pode causar mais danos que sua vã filosofia supõe. Cuidado e olho vivo!

Todos são amigos, mas quando a bomba explode, ela sempre estoura no lado mais fraco. Salvaguarde-se e avance somente quando as dúvidas estiverem sanadas, não tenha vergonha, pergunte até estar tudo esclarecido.

Muitos acreditam que Informática é uma ciência da área de Exatas, porem ela pertence a humanas, ficando na fronteira entre as duas áreas, por mesclar conhecimento de áreas comportamentais, negócios, tecnológicos e legais, use a arte de conversar, refinar, analisar, pensar, rascunhar e reiniciar o ciclo em que cada alteração.

Concluindo seu trabalho diário, nunca deixa a agulha da seringa apontada para seu bumbum, salvaguarde-se e nunca assuma ou tome decisões sem autorização superior.

Espero ter ajudado.


https://www.linkedin.com/pulse/dilema-da-seringa-em-programa%C3%A7%C3%A3o-de-sistemas-bellacosa-mainframe-btvaf/

Dilema da Seringa em programação de sistemas
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☕💣🤖 FANTASIA OU PRODUÇÃO? — O DIA EM QUE OS ENGENHEIROS COMEÇARAM A DESENHAR SUBSTITUTOS PARA A INTIMIDADE HUMANA

 

Bellacosa Mainframe fantasia ou produção

☕💣🤖 FANTASIA OU PRODUÇÃO? — O DIA EM QUE OS ENGENHEIROS COMEÇARAM A DESENHAR SUBSTITUTOS PARA A INTIMIDADE HUMANA

A reportagem "Sexo com robots: fantasia ou realidade?", publicada pela CNN Portugal, aborda uma questão que durante décadas pertenceu ao território da ficção científica: os robôs sexuais e a possibilidade de relações íntimas entre humanos e máquinas.

Embora a página da CNN Portugal tenha sido republicada e referenciada em diferentes plataformas ao longo do tempo, o tema está inserido num debate internacional que ganhou força entre 2016 e 2024, acompanhando a evolução dos chamados sexbots, robôs dotados de inteligência artificial capazes de conversar, memorizar preferências e simular respostas emocionais. (SWI swissinfo.ch)

Mas, como diria um velho operador de Mainframe...

A pergunta mais importante não é se a fantasia virou realidade.

A pergunta é:

por que estamos tentando transformar relacionamentos em sistemas automatizados?


O PROBLEMA NUNCA FOI O HARDWARE

Quando as pessoas ouvem falar de robôs sexuais, normalmente imaginam:

  • sensores;

  • atuadores;

  • silicone;

  • inteligência artificial;

  • reconhecimento de voz.

Mas isso é apenas infraestrutura.

É o equivalente aos processadores de um datacenter.

O verdadeiro produto não é o robô.

O verdadeiro produto é a experiência emocional.


O NASCIMENTO DA INTIMIDADE COMO SERVIÇO

No passado, a tecnologia automatizava tarefas.

Hoje ela automatiza experiências.

Primeiro veio:

  • comércio eletrônico;

  • streaming;

  • redes sociais.

Agora chegamos a outro estágio.

A tentativa de automatizar companhia.

Os fabricantes perceberam algo valioso.

Milhões de pessoas desejam:

  • atenção;

  • escuta;

  • validação;

  • proximidade.

E um sistema artificial pode oferecer tudo isso sem interrupções.

Pelo menos aparentemente.


O CICS DOS SENTIMENTOS

Imagine uma transação CICS.

O usuário envia uma entrada.

O sistema devolve uma resposta.

Agora substitua:

  • entrada por emoção;

  • transação por conversa;

  • resposta por validação emocional.

A lógica continua praticamente igual.

O sistema recebe estímulos.

O sistema processa.

O sistema responde.

A diferença é que o usuário começa a atribuir significado emocional ao retorno.


A TEORIA QUE ASSUSTA OS PESQUISADORES

Diversos pesquisadores alertam que máquinas capazes de simular afeto podem gerar dependência emocional, isolamento social e expectativas irreais sobre relacionamentos humanos. (Revista de Sociologia do Direito)

O motivo é simples.

O cérebro humano não evoluiu para distinguir perfeitamente:

  • afeto genuíno;

  • afeto simulado.

Quando uma entidade responde de forma consistente, demonstra atenção e parece compreender sentimentos, muitos mecanismos psicológicos são ativados naturalmente.

Mesmo que do outro lado exista apenas software.


O PARADOXO DA COMPATIBILIDADE TOTAL

A reportagem da CNN levanta implicitamente uma questão fascinante.

E se o parceiro ideal puder ser configurado?

Imagine um painel administrativo:

EMPATIA=100
PACIÊNCIA=100
CARINHO=100
CIÚMES=OFF
CONFLITOS=DISABLED
DISPONIBILIDADE=24X7

Parece perfeito.

Mas existe um problema.

Os relacionamentos humanos não são perfeitos.

São justamente as diferenças, os conflitos e as negociações que criam profundidade emocional.

Uma relação sem atrito pode ser confortável.

Mas será que continua sendo humana?


O AVISO QUE A FICÇÃO CIENTÍFICA DEIXOU HÁ DÉCADAS

Filmes e séries vêm explorando esse cenário há muito tempo:

  • Blade Runner;

  • Her;

  • Ex Machina;

  • Westworld;

  • Humans.

O curioso é que essas obras raramente falavam sobre robôs.

Falavam sobre pessoas.

Sobre carência.

Sobre solidão.

Sobre a necessidade humana de conexão.

A máquina era apenas o espelho.


O MERCADO DESCOBRIU UMA DEMANDA INVISÍVEL

Os fabricantes acreditam vender robôs.

Os investidores acreditam financiar tecnologia.

Mas talvez ambos estejam vendendo outra coisa.

A promessa de companhia permanente.

Segundo especialistas citados em debates internacionais sobre sexbots, a tendência é que sistemas artificiais se tornem cada vez mais convincentes, incorporando memória, personalização e comportamento adaptativo. (Época)

Ou seja:

não estamos construindo apenas máquinas.

Estamos construindo simulações de vínculo.


O IPL DA INTIMIDADE SINTÉTICA

A CNN Portugal pergunta:

Fantasia ou realidade?

Talvez a resposta correta seja:

As duas coisas ao mesmo tempo.

A fantasia foi o ambiente de testes.

A realidade está entrando em produção.

E o verdadeiro desafio não será tecnológico.

Os engenheiros provavelmente conseguirão construir máquinas cada vez mais convincentes.

O desafio será humano.

Saber até que ponto estamos dispostos a trocar relacionamentos imprevisíveis, complexos e reais por sistemas cuidadosamente projetados para nunca nos contradizer.

Porque, no fim das contas, o maior risco não é uma máquina aprender a agir como um ser humano.

É um ser humano começar a preferir relações que funcionam como software.

☕💣🤖 "Conexão emocional estabelecida. Deseja substituir a realidade pela simulação? (S/N)".

https://cnnportugal.iol.pt/internacional/prazer/sexo-com-robots-fantasia-ou-realidade

Fonte: CNN Portugal. Reportagem "Sexo com robots: fantasia ou realidade?", publicada em 15 de fevereiro de 2008, abordando a evolução dos sexbots, os avanços da inteligência artificial aplicada à intimidade e os debates éticos sobre relacionamentos entre humanos e máquinas.

https://cnnportugal.iol.pt/internacional/prazer/sexo-com-robots-fantasia-ou-realidade





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sábado, 5 de julho de 2025

Deu ruim no levantamento de Requisitos: A Síndrome de Dr. Ivon SaF.

 


Análise de requisitos, sistemas legados e IBM Mainframe

O trabalho inicial para um projeto de software garante o sucesso ou fracasso da equipe, atualmente temos inúmeras metodologias para o desenvolvimento de código, é independente da tecnologia utilizada, existe um ponto que costuma dar bem ruim, um atalho rápido e direto para o infortúnio.

Neste artigo irei comentar sobre um problema muito comum no levantamento de requisitos, que geram lacunas e má coleta de dados. Segundo a lenda, um médico alemão, na idade média, perdia muitos pacientes devido a ter pressa em curá-los, apressando-se no diagnóstico, sem ao menos compreender realmente quais os sintomas da doença, contando com a sorte e acaso nas suas poucas curas.

Em informática a síndrome do Dr. Ivon Saf, se multiplicou rapidamente e expandiu-se para diversos ambientes de desenvolvimento. Atrapalhando e elevando os custos de codificação, estourando orçamentos e prazos, enlouquecendo programadores e arruinando reputações. Este conceito foi-me apresentada pelo grande mestre Jedi Marcio Martini.

Um consultor de Análise de Sistemas com muitas técnicas e ferramentas aprendida s com o próprio Mestre Yoda dos Mainframes , Martini que atuou durante décadas, treinando gerações de analistas nos anos de 80 e 90 do século passado e Y2k ajudando a combater essa síndrome e a gerarmos bons códigos para a Alta Plataforma.

Conheça mais detalhes da SINDROME do Dr. IVON SAF, ou síndrome da Incrível VONtade de SAir Fazendo, levando inúmeros projetos rumo ao fracasso, que graças a inexperiência, inocência e necessidade de colocar-se em evidência.

O analista de sistemas e sua equipe de desenvolvimento fazem um mal trabalho, gerando erros de entendimento, erros de programação e nos casos mais graves, enviando a produção software incompatível com as necessidades do cliente, causando danos de imagem e custos ao cliente pelo uso ineficaz de ferramenta.

Afinal, em detalhes, o que é esta síndrome, resumidamente, é a sanha, a vontade de sair codificando, sem antes fazer uma boa análise e reflexão sobre o problema, para uma boa codificação, recomenda-se que use o maior computador de todos os tempos: com seus periféricos poderosos: Lápis, Papel e Borracha, juntamente com um processador multitarefas bem potentes: o seu cérebro.

Entre em ação, rascunhe, desenhe, faça teste de mesa, entenda a necessidade, verifique a problemática sob várias óticas, a continuação irei apresentar algumas técnicas utilizadas em Mainframe, aprendida no antigo Banco Real e utilizada durante décadas nos diversos Bancos em seu ambiente de Alta Plataforma por gerações de programadores.

Independente da sua posição, Junior, Pleno ou Sênior somos todos analistas. Devendo obter informações bem detalhadas sobre o software a ser desenvolvido, sejam ela desenhos técnicos legados, fluxogramas, software descontinuado, entrevista com analista de sistemas e a mais importante entrevista com o cliente para sanar dúvidas e entender o que se deseja ser feito.

Lembre-se que ao desenvolver um software devemos sempre atender a 3 tipos de requisitos: requisitos funcionais, requisitos não funcionais e regras de negócio. Lembrando em linhas gerais que Funcionais são aqueles requisitos que tratam da função; Não Funcionais referem-se as questões de ambiente, performance, espaço em disco, infraestrutura de modo gerais e finalizando Regras de Negócios, por exemplo, legislação, regras de formatação, workflow e especificidades do produto.

Existem inúmeras técnicas para o Levantamento, a seguir deixo algumas não exaustivas, reduzidamente apenas para nos situar sobre o trabalho:

1) Entrevista técnica: o analista irá reunir-se com os programadores que conhecem bem o software para entender seu funcionamento, input, outputs, dependências o e o ambiente;

2) Entrevista Funcional: o analista se reúne com a área-cliente e outros players, conhece a realidade e as necessidades do utilizador;

3) Questionário: após a primeira e segunda bateria de entrevistas, ocorre um refinamento das necessidades e com as dúvidas surgidas se faz um questionário com as principais dúvidas e questões;

4) JAD -Joint Application Design: é um projeto de interação continua, onde todas as equipes envolvidas se reúnem para discutir, num circuito de retroalimentação para refinar as necessidades e as suas possíveis soluções.

5) Prototipação: após as inúmeras reuniões, refino, levantamento, desenho técnico, desenho funcional e desenho arquitetural; a equipe produz um protótipo para ser validado com o utilizador antes de iniciar a codificação a sério.

Concluindo.

Em conclusão, a síndrome do Dr. Ivon Saf, prejudica muito o trabalho da equipe de sistemas, pois ao sair codificando, desenhando, modelando afobadamente, sem conhecer a real dimensão do problema, a necessidade do cliente, as limitações técnicas e custos ocultos. O produto final entregue estará com inúmeras anomalias e erros estruturais que poderão comprometer a competitividade da empresa, a imagem da equipe e causar sérios problemas ao usuário.

Então antes de sair fazendo, contenha-se, respire, pense, reúna-se e converse. Crie um documento técnico, valide os principais pontos, sane todas as dúvidas, veja se a solução se adequa a realidade do cliente, veja se os equipamentos suportam a solução.

Cuidado com a pressa de entregar. Não gere retrabalhos desnecessários, que gerem o aumento do custo do projeto exponencialmente. Lembre-se o lápis e o papel são baratos e permitem inúmeras revisões.

Espero ter ajudado, aproveito para perguntar se conhece alguém que sofre ou sofreu desta síndrome? Escreva nos contando o que aconteceu, as implicações e as soluções. Caso tenham interesse poderei num próximo artigo explanar um pouco mais sobre JAD, Levantamentos e procedimentos para análise em Mainframe. Fiquem bem, estudem, evoluem, compartilhem, unidos somos mais fortes.

#AnaliseSistemas #Legado #IvonSaf #Requisitos #Programaçao #codificaçao

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Momentos nostálgicos de uma epopeia, a Vagneida rumo a Portugal, que durante 11 anos, vivi uma experiência única em terras lusitanas, um momento cheio de memorias, coisas fabulosas e lendárias, visitando cidades milenares com um povo acolhedor e cortes, com uma culinária dos deus e muita mas muita historia. Um video para distrair na jornada https://www.youtube.com/watch?v=skgfjJG5x3s


https://www.linkedin.com/in/vagnerbellacosa/


https://github.com/VagnerBellacosa/


Pode me dar uma ajudinha no YouTube?


https://www.youtube.com/user/vagnerbellacosa


#AnaliseSistemas #Legado #IvonSaf #Requisitos #Programaçao #codificaçao


https://www.linkedin.com/pulse/deu-ruim-levantamento-de-requisitos-s%C3%ADndrome-dr-ivon-4hfxf/

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