✨ Bem-vindo ao meu espaço! ✨ Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens. Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê. Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão. Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
Estação Ferroviária de Amparo
sábado, 19 de maio de 2001
Fazenda A Colonia em Amparo
A Fazenda A Colónia situada em Amparo, foi nos anos 80 cenário para uma bela novela de época os imigrantes, naquela época foi restaurada, pintada e limpara. Ficando com a aparencia de uma casa de um "Barão do Cafe" do século XIX.
Esta situada as margens da SP 360, logo após o trevo de Bragança, durante 15 anos abrigou um restaurante a beira do lago.
Comida caipira paulista com muitos produtos obtidos ali mesmo. De bónus ganhava-se uma volta pela fazenda onde podia conhecer todas as instalações existentes e ainda em uso.
Ao lado do restaurante tinha um lago com pedalinho, podia-se caminhar e ver plantações de café, gansos, bovinos, equídeos e ovideos. Os gansos por si so faziam a festa com aquela barulhada toda.
sábado, 8 de abril de 2000
SP 360 - De Itatiba a caminho de Amparo
Durante muitos anos esta foi minha estrada, partia cedo e atravessava a SP 360 em Direcção a Amparo, era incrível ver a paisagem, tinha o Jorge motorista super bacana que animava a viagem sempre com uma boa conversa. A antiga companhia Rápido Serrano fazia a ligação entre todas as cidades da região.
Esta viagem era uma viagem em tanto, pois o ónibus parava em tudo quanto é lugar, subindo e descendo passageiros, sem contar com o transito difícil na SP 360 que nesta altura era de mão única, se pegássemos um caminhão em Morungaba somente em Amparo é que conseguíamos ultrapassa-lo.
Estas fotografias foram feitas em 2002, meses antes de partir para a Vagneida, pois queria guardar a imagem de um caminho que fizera tantas vezes em minha vida.
segunda-feira, 20 de março de 2000
Amparo visitando a cidade.
Prédios históricos em Amparo
Uma jóia na montanha: Amparo cidade histórica com casario conservado e tombado para as gerações futuras... um passeio por suas ruas eh um viagem no tempo. Ver como eram as casa no século passado. Seus parques são outros tesouros, árvores centenárias, animais soltos e jardins com flores belissima.
Ao lado da estação de Trem (hoje cinema da cidade). Atualmente, um museu e é claro existe uma pastelaria a Copa de Ouro com suas mais de 4 décadas fazendo o melhor pastel de Amparo, ou se tiver sorte encontrar o velhinho que vende algodão doce em uma máquina construída há mais de 100 que foi passada de mãos em mãos.
Amparo
Amparo, no interior do estado de São Paulo, é daquelas cidades que parecem pequenas no mapa, mas enormes em história, charme e fofoca boa de boteco. Fundada oficialmente em 8 de abril de 1829, Amparo nasceu como ponto de apoio de tropeiros e agricultores que cortavam o interior paulista levando café, gado e histórias. O nome, dizem, vem da devoção à Nossa Senhora do Amparo, que acabou virando padroeira e presença constante nas festas e no imaginário local.
A cidade floresceu de verdade no século XIX com o ciclo do café. Barões do café, casarões imponentes, fazendas gigantescas e uma elite rural que queria parecer europeia no meio do mato. Resultado? Um centro histórico riquíssimo, com prédios preservados, igrejas centenárias e aquela sensação deliciosa de andar por ruas que “já viram de tudo”. Amparo faz parte do famoso Circuito das Águas Paulista, o que por si só já rende histórias curiosas: fontes minerais, hotéis antigos e aquele turismo de “cura”, onde o povo ia tomar água acreditando que resolvia do estômago à alma.
Curiosidade número um: Amparo foi uma das primeiras cidades do Brasil a ter iluminação elétrica pública, ainda no final do século XIX. Enquanto muita capital engatinhava, Amparo já brilhava — literalmente. Isso sempre rende aquela vaidade interiorana clássica: “Aqui a gente chegou primeiro”. Outro detalhe saboroso é que a cidade tem forte influência italiana, herdada da imigração que veio substituir a mão de obra escravizada após a abolição. Resultado? Cantinas, massas, vinhos caseiros e sobrenomes que terminam em vogal espalhados por toda parte.
Agora, vamos aos easter eggs históricos. Pouca gente sabe, mas Amparo já foi palco de intensas disputas políticas e econômicas entre famílias poderosas. Brigas que começavam na Câmara e terminavam em rompimentos familiares que duraram gerações. Tem casarão no centro que, segundo a fofoca local, nunca foi vendido “por birra”, só para não cair na mão da família rival. Verdade? Lenda? Em Amparo, como em toda cidade antiga, as duas coisas se misturam.
Falando em lenda, há quem diga que algumas fazendas antigas são assombradas por ex-escravizados e antigos proprietários. Barulho de corrente, piano tocando sozinho, passos no assoalho… Histórias que ganham força depois de um café forte ou de uma boa cachaça artesanal da região. E cachaça boa, diga-se de passagem, não falta por lá.
Na parte mais fofoqueira: Amparo tem aquela dinâmica clássica de cidade média do interior. Todo mundo se conhece, ou pelo menos acha que conhece. Qualquer novidade vira assunto: quem abriu comércio novo, quem fechou, quem separou, quem voltou, quem foi visto com quem na praça. A Praça Pádua Salles, coração da cidade, é praticamente um “painel de controle social”: sentou ali, virou notícia.
Hoje, Amparo mistura passado e presente com elegância. Mantém o ar tranquilo, mas sem ser parada no tempo. É cidade para quem gosta de história viva, café forte, conversa longa e aquela deliciosa sensação de que cada esquina tem uma história — ou uma fofoca — esperando para ser contada.
sábado, 20 de fevereiro de 1999
Amparo a cidade do cafe.
A cidade mais conservou seu passado histórico
Graças a riqueza gerada pelo café, Amparo foi a primeira cidade a ter iluminação eléctrica nas ruas, a linha dos caminhos de Ferro Mogiana escoava a produção de café, imigrantes italianos afluia para ca, criando um grande contingente de mão qualificada e experiente o que serviu para trazer novos conhecimentos.sábado, 16 de outubro de 1993
Amparo e as fazendas de cafe
A riqueza patrimonial de Amparo.
A riqueza e prosperidade trazida pela cafeicultura em Amparo deixou diversos patrimónios espalhados pela cidade, temos como exemplo a linha Mogiana, cuja algumas construções ainda resistem: pontes, túneis e estação de trem, casas do século passado no centro.Mas na minha opinião a joia de todo este património é a Fazenda A Colónia, na entrada da cidade para quem vem de Bragança/Morungaba. Uma fazenda imponente toda conservada com suas construções centenárias.
Temos o casarão principal que foi cenário das cenas externas da novela Os Imigrantes exibida na década de 80 na rede Bandeirantes, paiol, armazéns, celeiros, casa dos colonos, ferramentas e lago. Tudo a mostra para quem for curioso.
Existe também um restaurante a beira do lago com uma deliciosa comida da fazenda.