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quarta-feira, 6 de agosto de 2025

🧠 Comandos TSO/ISPF - Modo Edit/View

 

🧠 Comandos TSO/ISPF - Modo Edit/View

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Salve jovem padawan em complemento ao nosso curso do ISPF e Z/OS, listo abaixo uma pequena listagem com os comandos de linha, mais comuns no TSO ISPF, esses comando ajudam na produtividade, configurando a IDE para melhorar a apresentação, editar entre outras coisas.

Coloquei os comandos que repasso aos meus alunos no curso, com certeza faltam alguns outros, que esqueci ou desconheço. Agradeço toda contribuição para enriquecer ainda mais esta lista.

COMANDOS TSO ISPF

AUTOSAVE ON/OFF

Habilita ou desabilita o salvamento automático ao sair com F3. Com ON, as alterações são salvas automaticamente.

CAPS ON/OFF

Força a digitação em letras maiúsculas no editor ISPF, útil para padronizar código em COBOL, JCL, etc.

HEX ON/OFF

Exibe o conteúdo do arquivo no formato hexadecimal (EBCDIC + HEX), útil para análise de dados binários ou caracteres ocultos.

HLITE COBOL/JCL/SQL/OFF

Ativa realce de sintaxe no editor para a linguagem indicada. Torna o código mais legível com cores diferentes para palavras-chave.

NUMBER ON/OFF STD/COBOL

Ativa ou desativa a numeração de linhas. STD mostra números simples, COBOL usa colunas específicas (A, B, etc.).

AUTONUM ON/OFF

Liga ou desliga a numeração automática de linhas ao inserir. Útil para manter sequências numéricas válidas no código.

AUTOLIST ON/OFF

Ativa/desativa a exibição automática de membros ao navegar por bibliotecas (DSNs).

STATS ON/OFF

Ativa/desativa a gravação automática de estatísticas (última modificação, usuário, data/hora, etc.) em um membro.

VERSION xxx

Define o número de versão a ser incluído nos dados de estatísticas do membro (usado com STATS).

PROFILE

Exibe o perfil atual do editor ISPF, incluindo configurações como CAPS, NUMBER, HEX, etc.

START

Inicia uma nova sessão ou janela ISPF (como uma aba).

SPLIT

Divide a tela atual em duas janelas (vertical), útil para ver dois arquivos ou duas partes do mesmo.

SWAP

Alterna entre as janelas abertas (após START ou SPLIT).

SWAPLIST

Mostra uma lista de todas as sessões ISPF ativas.

SWAPBAR

Exibe ou esconde a barra inferior (linha 24) com as sessões abertas.

SCRNAME nome

Renomeia a janela ISPF atual. Muito útil ao trabalhar com múltiplas sessões.

RESET ou RES

Remove mensagens de erro, alertas ou marcações da tela. Faz uma “limpeza visual”.

SUB

Submete o job JCL em edição para o JES2 (spool), iniciando sua execução.

SAVE

Salva manualmente as alterações do arquivo em edição.

SRCHFOR texto

Pesquisa no membro atual (ou biblioteca, se SRCHFOR ALL) por uma string específica.

FIND texto (Complementar)

Localiza a primeira ocorrência de um texto no membro atual.

CHANGE old new (Complementar)

Substitui um texto por outro.

NULLS ON/OFF

Ativa ou desativa os “nulls” — regiões sem dados em branco. Quando ON, os espaços vazios são representados como nulls (sem preenchimento visível).

TABS ON/OFF

Habilita o uso de tabulação e define a posição dos tabs com TABS xx yy.

BOUNDS xx yy

Define os limites de edição no editor. Útil para evitar digitação fora das colunas permitidas (ex: 8 a 72 para COBOL).

UP

Rola uma página para cima no editor.

DOWN

Rola uma página para baixo no editor.

EXCLUDE ALL

Exclui todas as linhas da visualização (não apaga do membro).

RESET FIND

Remove marcações de pesquisa FIND anteriores.

TSO ISRDDN

Mostra as bibliotecas atribuídas dinamicamente via STEPLIB, ISPLLIB, etc. (muito útil).

TSO ISRFIND

Utilitário de busca de texto por datasets, bibliotecas e membros.

TSO SDSF

Acessa a interface do spool JES2 (para ver jobs, outputs, status, etc).

TSO 3.4

Lista datasets, um atalho direto para utilitários.

Espero ter ajudado e caso algum Jedi sinta falta de algum outro comando, me avise inbox ou nos comentários para deixarmos esta lista o mais completa possível.

Obrigado.


Article content

Mini-curso sobre TSO ISPF


Article content

Mini-curso sobre DATASET no TSO


Article content

Mini-curso sobre Z/OS Mainframe

💡 Extra pra enriquecer


No ISPF, os comandos se dividem em dois mundos poderosos:

  • Primary commands → atuam no dataset inteiro (ex: FIND, CHANGE, SORT)
  • Line commands → atuam linha a linha (ex: C, M, D, I)

E o detalhe ninja:
👉 O modo VIEW parece EDIT… mas é uma armadilha elegante — não salva nada

terça-feira, 9 de janeiro de 2007

50 Comandos TSO Explicados para Iniciantes

 

Bellacosa Mainframe explicando 50 comandos do tso

50 Comandos TSO Explicados para Iniciantes


Os comandos TSO são instruções utilizadas no ambiente z/OS para interagir diretamente com o sistema mainframe IBM. Eles permitem executar tarefas administrativas, acessar datasets, editar arquivos, consultar informações do sistema, submeter JOBs e navegar no ambiente operacional. O TSO, que significa Time Sharing Option, funciona como uma área interativa onde milhares de usuários podem trabalhar simultaneamente no mainframe.

Os comandos TSO normalmente são digitados em locais específicos dentro do ambiente ISPF. O mais comum é utilizar a opção 6 do menu principal do ISPF, chamada COMMAND. Nela, o usuário pode digitar comandos diretamente. Outra forma é utilizar a linha de comando presente no topo das telas ISPF, geralmente identificada como:

COMMAND ===>

Alguns comandos também podem ser executados diretamente no editor ISPF ou em telas utilitárias. Por exemplo, o comando SUBMIT é usado dentro de um JCL para enviar um JOB ao JES2.

Exemplos comuns incluem:

  • LISTDS → lista datasets;

  • SDSF → acessa spool e jobs;

  • EDIT → abre datasets para edição;

  • LOGOFF → encerra sessão.

Aprender comandos TSO é essencial porque eles representam a base da navegação e administração do ambiente mainframe z/OS.




1. LOGON

Para que serve

Faz login no z/OS.

Exemplo

LOGON USUARIO

Passo a passo

  1. Abrir emulador 3270

  2. Conectar ao host

  3. Digitar LOGON

  4. Informar usuário e senha


2. LOGOFF

Para que serve

Encerra a sessão TSO.

Exemplo

LOGOFF

Passo a passo

  1. Digitar LOGOFF

  2. Pressionar ENTER

  3. Sessão encerrada


3. HELP

Para que serve

Mostra ajuda do TSO.

Exemplo

HELP

Passo a passo

  1. Digitar HELP

  2. Pressionar ENTER

  3. Ler opções disponíveis


4. TIME

Para que serve

Mostra horário do sistema.

Exemplo

TIME

Passo a passo

  1. Digitar TIME

  2. ENTER

  3. Ver horário atual


5. LISTALC

Para que serve

Lista datasets alocados.

Exemplo

LISTALC

Passo a passo

  1. Executar LISTALC

  2. Ver datasets em uso


6. LISTCAT

Para que serve

Consulta catálogo de datasets.

Exemplo

LISTCAT ENT('USUARIO.TESTE')

Passo a passo

  1. Digitar LISTCAT

  2. Informar dataset

  3. Ver detalhes catalogados


7. LISTDS

Para que serve

Lista informações de datasets.

Exemplo

LISTDS 'USUARIO.ARQ'

Passo a passo

  1. Informar nome do dataset

  2. ENTER

  3. Consultar atributos


8. LISTDSI

Para que serve

Mostra informações detalhadas.

Exemplo

LISTDSI 'USUARIO.ARQ'

Passo a passo

  1. Digitar LISTDSI

  2. Ver tamanho e organização


9. ALLOC

Para que serve

Aloca datasets.

Exemplo

ALLOC DA('USUARIO.TESTE') NEW SPACE(1,1)

Passo a passo

  1. Informar dataset

  2. Definir espaço

  3. Criar dataset


10. FREE

Para que serve

Libera datasets alocados.

Exemplo

FREE DA('USUARIO.TESTE')

Passo a passo

  1. Digitar FREE

  2. Informar dataset

  3. ENTER


11. DELETE

Para que serve

Apaga datasets.

Exemplo

DELETE 'USUARIO.TESTE'

Passo a passo

  1. Digitar DELETE

  2. Confirmar remoção


12. RENAME

Para que serve

Renomeia datasets.

Exemplo

RENAME 'USUARIO.OLD' 'USUARIO.NEW'

Passo a passo

  1. Informar nome antigo

  2. Informar novo nome

  3. ENTER


13. PROFILE

Para que serve

Mostra perfil do usuário.

Exemplo

PROFILE

Passo a passo

  1. Digitar PROFILE

  2. Consultar parâmetros


14. STATUS

Para que serve

Mostra status da sessão.

Exemplo

STATUS

Passo a passo

  1. Executar STATUS

  2. Ver informações da sessão


15. SEND

Para que serve

Envia mensagem para usuário.

Exemplo

SEND 'OLA' USER(TESTE)

Passo a passo

  1. Informar mensagem

  2. Informar usuário

  3. ENTER


16. RECEIVE

Para que serve

Recebe datasets transmitidos.

Exemplo

RECEIVE

Passo a passo

  1. Executar RECEIVE

  2. Confirmar restauração


17. TRANSMIT

Para que serve

Transmite datasets.

Exemplo

TRANSMIT TESTE.DATA

Passo a passo

  1. Informar destino

  2. Informar dataset

  3. Enviar transmissão


18. EDIT

Para que serve

Abre editor ISPF.

Exemplo

EDIT 'USUARIO.JCL(TESTE)'

Passo a passo

  1. Informar dataset

  2. Abrir editor


19. BROWSE

Para que serve

Visualiza datasets sem editar.

Exemplo

BROWSE 'USUARIO.ARQ'

Passo a passo

  1. Digitar BROWSE

  2. Ler conteúdo


20. VIEW

Para que serve

Visualização avançada.

Exemplo

VIEW 'USUARIO.ARQ'

Passo a passo

  1. Abrir dataset

  2. Navegar no conteúdo


21. SUBMIT

Para que serve

Submete JOB.

Exemplo

SUBMIT 'USUARIO.JCL(MYJOB)'

Passo a passo

  1. Criar JCL

  2. Executar SUBMIT

  3. Ver JOBID


22. SDSF

Para que serve

Abre monitor de spool.

Exemplo

SDSF

Passo a passo

  1. Executar SDSF

  2. Consultar jobs


23. ISRDDN

Para que serve

Mostra datasets alocados.

Exemplo

ISRDDN

Passo a passo

  1. Digitar ISRDDN

  2. Ver DDNAMEs


24. ISRFIND

Para que serve

Localiza strings em datasets.

Exemplo

ISRFIND COBOL

Passo a passo

  1. Informar texto

  2. Buscar ocorrência


25. ISRJCL

Para que serve

Ajuda com JCL.

Exemplo

ISRJCL

Passo a passo

  1. Abrir utilitário

  2. Consultar exemplos


26. HLIST

Para que serve

Lista histórico.

Exemplo

HLIST

27. TERMINAL

Para que serve

Mostra informações do terminal.

Exemplo

TERMINAL

28. OUTTRAP

Para que serve

Captura saída de comandos.

Exemplo

OUTTRAP

29. EXEC

Para que serve

Executa CLIST ou REXX.

Exemplo

EXEC 'USUARIO.REXX(TESTE)'

30. REXX

Para que serve

Executa scripts REXX.

Exemplo

TSO TESTE

31. CLIST

Para que serve

Executa scripts CLIST.

Exemplo

EX TESTE

32. OCOPY

Para que serve

Copia datasets para UNIX.

Exemplo

OCOPY INDD(IN) OUTDD(OUT)

33. OLIST

Para que serve

Lista arquivos UNIX.

Exemplo

OLIST

34. OMVS

Para que serve

Acessa UNIX System Services.

Exemplo

OMVS

35. NETSTAT

Para que serve

Mostra conexões TCP/IP.

Exemplo

NETSTAT

36. PING

Para que serve

Testa conectividade.

Exemplo

PING 127.0.0.1

37. LU

Para que serve

Mostra usuários logados.

Exemplo

LU

38. WHO

Para que serve

Consulta usuários ativos.

Exemplo

WHO

39. ACCOUNT

Para que serve

Consulta informações da conta.

Exemplo

ACCOUNT

40. OUTPUT

Para que serve

Consulta saída de jobs.

Exemplo

OUTPUT

41. PREFIX

Para que serve

Define prefixo de datasets.

Exemplo

PREFIX USUARIO

42. ATTRIB

Para que serve

Altera atributos.

Exemplo

ATTRIB

43. DA

Para que serve

Lista datasets.

Exemplo

DA 'USUARIO.*'

44. DSLIST

Para que serve

Lista datasets via ISPF.

Exemplo

DSLIST

45. HEX

Para que serve

Ativa modo hexadecimal.

Exemplo

HEX ON

46. FIND

Para que serve

Busca texto.

Exemplo

FIND 'COBOL'

47. CHANGE

Para que serve

Substitui texto.

Exemplo

CHANGE 'OLD' 'NEW'

48. SORT

Para que serve

Ordena dados.

Exemplo

SORT

49. LOCATE

Para que serve

Posiciona cursor rapidamente.

Exemplo

LOCATE TESTE

50. RESET

Para que serve

Limpa filtros e comandos.

Exemplo

RESET

Passo a passo

  1. Digitar RESET

  2. ENTER

  3. Tela limpa novamente

sábado, 6 de janeiro de 2007

O que é TSO?

 

Bellacosa Mainframe o que é tso

O que é TSO?

Quando um profissional acessa o mainframe pela primeira vez, normalmente ele entra em um ambiente chamado:

TSO

Esse é um dos componentes mais importantes do universo z/OS.

Sem ele, seria muito mais difícil trabalhar interativamente no mainframe.


Definição simples

TSO significa:

Time Sharing Option

Ele é um ambiente do z/OS que permite que vários usuários utilizem o mainframe ao mesmo tempo de forma interativa.

Em outras palavras:

o TSO é o ambiente onde o usuário “conversa” diretamente com o sistema operacional do mainframe.


Uma analogia fácil

Imagine um grande prédio corporativo.

O mainframe seria:

  • o prédio inteiro;

  • com milhares de salas;

  • departamentos;

  • operações simultâneas.

O TSO seria:

a recepção que permite cada funcionário entrar e trabalhar no sistema.


O que significa “Time Sharing”?

Nos primeiros computadores, normalmente apenas uma pessoa usava a máquina por vez.

O TSO revolucionou isso permitindo:

  • múltiplos usuários simultâneos;

  • compartilhamento de recursos;

  • sessões individuais.

O sistema divide o tempo do processador entre os usuários muito rapidamente.

Por isso:

Time Sharing.


O que o TSO faz?

O TSO fornece:

  • login no z/OS;

  • ambiente interativo;

  • execução de comandos;

  • acesso a datasets;

  • uso do ISPF;

  • execução de utilitários;

  • gerenciamento de sessões.


O TSO é um sistema operacional?

Não.

O sistema operacional é:

z/OS

O TSO é um ambiente que roda dentro dele.


Como o usuário acessa o TSO?

Fluxo simplificado:

USUÁRIO
   ↓
EMULADOR 3270
   ↓
z/OS
   ↓
TSO

Como é uma sessão TSO?

Depois do login, o usuário pode acessar:

  • comandos;

  • menus;

  • ISPF;

  • aplicações.

Exemplo clássico:

READY

Essa palavra famosa indica:

o TSO está aguardando comandos.


O que é o ISPF?

O ISPF é a interface mais usada dentro do TSO.

TSO = ambiente base
ISPF = interface textual produtiva

Muita gente confunde os dois.


Exemplo prático

O usuário:

  1. conecta no emulador;

  2. faz login;

  3. entra no TSO;

  4. abre o ISPF;

  5. edita datasets;

  6. executa jobs.


O que pode ser feito no TSO?


1. Executar comandos

Exemplo:

LISTCAT

Consulta informações de datasets.


2. Editar arquivos

Usando ISPF EDIT.


3. Submeter JOBs

Executar processamento batch.


4. Acessar utilitários

Ferramentas administrativas do z/OS.


5. Navegar em bibliotecas

Datasets e PDSs.


Comandos famosos do TSO


LOGON

Realiza login no sistema.


LOGOFF

Encerra sessão.


LISTDS

Lista datasets.


ALLOC

Aloca datasets.


FREE

Libera recursos.


SDSF

Acessa monitoramento de spool e jobs.


O TSO é multiusuário

Milhares de usuários podem trabalhar simultaneamente.

Exemplo:

  • operadores;

  • desenvolvedores;

  • DBAs;

  • segurança RACF;

  • sysprogs.

Tudo ao mesmo tempo.


O TSO consome muitos recursos?

Comparado a interfaces modernas:
não.

Ele foi criado para ser:

  • leve;

  • eficiente;

  • rápido.


Origem do TSO

O TSO surgiu na época do:

OS/360

A IBM precisava permitir acesso interativo ao mainframe.

Antes disso, muitos trabalhos eram apenas:

  • batch;

  • cartões perfurados;

  • processamento offline.

O TSO trouxe interação em tempo real.


O TSO ainda é usado?

Muito.

Principalmente em:

  • bancos;

  • seguradoras;

  • governos;

  • grandes empresas.

Ele continua sendo uma das bases operacionais do z/OS.


TSO vs Batch


TSO

Interativo.

Usuário executa ações em tempo real.


Batch

Automático.

Jobs executam sem interação humana.


Curiosidades incríveis

1. O famoso “READY”

É um dos textos mais clássicos do mundo mainframe.


2. O TSO revolucionou produtividade

Antes dele, muita coisa dependia de processamento offline.


3. Ainda movimenta ambientes críticos

Mesmo décadas depois.


4. Usuários experientes navegam extremamente rápido

Quase sempre usando teclado e PF keys.


O que iniciantes costumam confundir?

“TSO é o mesmo que ISPF”

Não.

TSO é o ambiente.
ISPF é uma interface dentro dele.


“TSO é o mainframe”

Não.

Ele é apenas uma parte do z/OS.


“Tudo no mainframe é batch”

O TSO é justamente o ambiente interativo.


Como é o dia a dia usando TSO?

Um profissional normalmente:

  • faz LOGON;

  • acessa ISPF;

  • edita JCL;

  • trabalha com COBOL;

  • monitora jobs;

  • consulta datasets.

Tudo dentro do TSO.


O TSO ainda é importante hoje?

Sim.

Mesmo com:

  • APIs;

  • web interfaces;

  • cloud;

  • DevOps;

o TSO continua sendo uma ferramenta central da administração z/OS.


Por que aprender TSO?

Porque ele é:

  • porta de entrada do z/OS;

  • base operacional do mainframe;

  • ambiente usado diariamente em empresas.

Quem aprende TSO entende:

  • navegação;

  • comandos;

  • produtividade;

  • funcionamento do ambiente mainframe.


Conclusão

O TSO é um dos componentes mais importantes da arquitetura z/OS.

Ele permitiu que milhares de usuários trabalhassem simultaneamente no mainframe de forma interativa, revolucionando a computação corporativa.

Mesmo após décadas, continua sendo peça fundamental no dia a dia de operadores, desenvolvedores e administradores de sistemas IBM Z.