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domingo, 12 de abril de 2026

💥 SEU COBOL NÃO É LEGADO — É OURO AUTOMATIZÁVEL: Como o IBM RPA Transforma Mainframe em Máquina de Produtividade

 

Bellacosa Mainframe introduz o IBM RPA

💥 SEU COBOL NÃO É LEGADO — É OURO AUTOMATIZÁVEL: Como o IBM RPA Transforma Mainframe em Máquina de Produtividade

Se você é um dev COBOL raiz, daqueles que já domou JCL, sobreviveu a dumps indecifráveis e conversa com o CICS como quem pede café… então segura essa: RPA não é modinha de mercado — é multiplicador de mainframe.

E quando falamos de RPA corporativo de verdade, estamos falando de IBM — que resolveu levar automação além da superfície e conectar com o coração do legado: o seu COBOL.


🧠 O que é IBM RPA (sem papo de vendedor)

O IBM Robotic Process Automation (RPA) é uma plataforma que cria “robôs de software” capazes de:

  • Simular ações humanas (digitar, clicar, navegar)
  • Integrar sistemas que nunca foram pensados para conversar
  • Automatizar processos repetitivos
  • Orquestrar fluxos complexos (inclusive com IA)

👉 Em linguagem de mainframe:

É como ter um operador batch + usuário TSO + integrador MQ + analista funcional… tudo em um script automatizado.


🕰️ Origem e evolução (sim, isso tem história)

Antes de virar hype:

  • Anos 70–90: Automação já existia… via JCL, CLIST, REXX
  • Anos 2000: Scripts de automação GUI começam a aparecer
  • Pós-2015: Surge o conceito moderno de RPA
  • IBM entra no jogo e evolui para algo corporativo, robusto e integrável com:
    • z/OS
    • APIs REST
    • IA (Watson)

💡 Ou seja:

O RPA moderno é o “REXX com esteróides + interface gráfica + IA”


🔥 Por que isso importa para quem vive no COBOL?

Porque o problema nunca foi o COBOL.

O problema é:

  • Integração com sistemas modernos
  • Processos manuais
  • Interfaces antigas (green screen, alguém? 😏)
  • Dependência humana para tarefas repetitivas

👉 O RPA resolve isso SEM reescrever seu sistema.


💡 Caso real (estilo Bellacosa)

🎯 Cenário

Sistema COBOL no CICS que:

  • Consulta saldo
  • Atualiza registros VSAM
  • Não tem API
  • Só acessível via terminal 3270

😵 Problema

Um time precisa consultar 5.000 registros/dia manualmente


🤖 Solução com IBM RPA

O robô:

  1. Abre emulador 3270
  2. Loga no sistema
  3. Navega pelas telas
  4. Executa transações CICS
  5. Captura dados
  6. Exporta para CSV / envia via API

🧾 Resultado

AntesDepois
6 horas humanas15 minutos
Erros manuaisZero
Stress operacionalEliminado

💥 E o melhor:

Nenhuma linha de COBOL alterada


⚙️ Como funciona por dentro (visão técnica)

O IBM RPA tem três pilares:

1. 🧩 Designer

  • Interface visual (drag & drop)
  • Criação de bots
  • Integração com scripts

2. 🤖 Bots

  • Executam tarefas
  • Podem ser:
    • Attended (com usuário)
    • Unattended (totalmente automáticos)

3. 🎛️ Control Center

  • Orquestra execução
  • Agenda jobs
  • Monitora performance

👉 Sim, é tipo um JES2 moderno… só que para automação 😄


🛠️ Exemplo prático (pseudo fluxo)

START BOT
|
|-- Launch Terminal 3270
|-- Send Keys: USER/PASSWORD
|-- Navigate: CICS TXN ABCD
|-- Read Screen Field
|-- Store Data
|-- Loop Records
|-- Export CSV
|
END BOT

💡 Para um coboleiro:

Isso é basicamente um PERFORM UNTIL… com tela verde no meio


🧪 Easter Eggs que poucos sabem

🔥 1. RPA + MQ = integração invisível
Você pode acionar bots via filas MQ → automação baseada em eventos

🔥 2. RPA pode chamar APIs REST e depois alimentar COBOL
Bridge perfeita entre cloud e z/OS

🔥 3. Pode automatizar ISPF
Sim… ISPF. Aquela telinha azul dos anos 80 😄

🔥 4. Substitui scripts Frankenstein
Adeus .bat + macro Excel + script Python + reza


🧠 Curiosidades que mudam o jogo

  • RPA NÃO é só front-end → pode orquestrar backend
  • RPA NÃO substitui COBOL → potencializa COBOL
  • RPA NÃO é só “clicador” → pode tomar decisões com IA

⚠️ Onde tomar cuidado

RPA NÃO é bala de prata.

Evite usar quando:

  • Existe API bem definida → use integração direta
  • Processo é instável → bot quebra fácil
  • Tela muda frequentemente → manutenção alta

👉 Regra de ouro:

Use RPA para estabilizar o legado, não para mascarar caos


🚀 Passo a passo para começar (mentalidade mainframe)

1. Identifique processos repetitivos

  • Batch manual?
  • Consulta operacional?
  • Input humano?

2. Escolha um “quick win”

  • Algo pequeno, mas visível

3. Modele o fluxo

  • Pense como um JCL + COBOL

4. Crie o bot no IBM RPA

5. Teste como se fosse produção

  • Simule erro
  • Timeout
  • Input inválido

6. Coloque sob controle (governança!)

  • Logs
  • Monitoramento
  • Auditoria

🔥 Insight final (pra fechar com impacto)

Você não precisa modernizar o mainframe jogando ele fora.

Você moderniza quando:

  • Conecta
  • Automatiza
  • Orquestra

E o IBM RPA faz exatamente isso:

Ele não substitui o COBOL…
Ele transforma seu COBOL em uma API viva — mesmo sem API.


☕ Conclusão no estilo Bellacosa

Se o JCL foi o maestro do batch…
Se o CICS foi o rei do online…

Então o RPA é:

💥 O operador invisível que nunca erra, nunca cansa e nunca pede férias

quarta-feira, 6 de agosto de 2025

🧠 Comandos TSO/ISPF - Modo Edit/View

 

🧠 Comandos TSO/ISPF - Modo Edit/View

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Salve jovem padawan em complemento ao nosso curso do ISPF e Z/OS, listo abaixo uma pequena listagem com os comandos de linha, mais comuns no TSO ISPF, esses comando ajudam na produtividade, configurando a IDE para melhorar a apresentação, editar entre outras coisas.

Coloquei os comandos que repasso aos meus alunos no curso, com certeza faltam alguns outros, que esqueci ou desconheço. Agradeço toda contribuição para enriquecer ainda mais esta lista.

COMANDOS TSO ISPF

AUTOSAVE ON/OFF

Habilita ou desabilita o salvamento automático ao sair com F3. Com ON, as alterações são salvas automaticamente.

CAPS ON/OFF

Força a digitação em letras maiúsculas no editor ISPF, útil para padronizar código em COBOL, JCL, etc.

HEX ON/OFF

Exibe o conteúdo do arquivo no formato hexadecimal (EBCDIC + HEX), útil para análise de dados binários ou caracteres ocultos.

HLITE COBOL/JCL/SQL/OFF

Ativa realce de sintaxe no editor para a linguagem indicada. Torna o código mais legível com cores diferentes para palavras-chave.

NUMBER ON/OFF STD/COBOL

Ativa ou desativa a numeração de linhas. STD mostra números simples, COBOL usa colunas específicas (A, B, etc.).

AUTONUM ON/OFF

Liga ou desliga a numeração automática de linhas ao inserir. Útil para manter sequências numéricas válidas no código.

AUTOLIST ON/OFF

Ativa/desativa a exibição automática de membros ao navegar por bibliotecas (DSNs).

STATS ON/OFF

Ativa/desativa a gravação automática de estatísticas (última modificação, usuário, data/hora, etc.) em um membro.

VERSION xxx

Define o número de versão a ser incluído nos dados de estatísticas do membro (usado com STATS).

PROFILE

Exibe o perfil atual do editor ISPF, incluindo configurações como CAPS, NUMBER, HEX, etc.

START

Inicia uma nova sessão ou janela ISPF (como uma aba).

SPLIT

Divide a tela atual em duas janelas (vertical), útil para ver dois arquivos ou duas partes do mesmo.

SWAP

Alterna entre as janelas abertas (após START ou SPLIT).

SWAPLIST

Mostra uma lista de todas as sessões ISPF ativas.

SWAPBAR

Exibe ou esconde a barra inferior (linha 24) com as sessões abertas.

SCRNAME nome

Renomeia a janela ISPF atual. Muito útil ao trabalhar com múltiplas sessões.

RESET ou RES

Remove mensagens de erro, alertas ou marcações da tela. Faz uma “limpeza visual”.

SUB

Submete o job JCL em edição para o JES2 (spool), iniciando sua execução.

SAVE

Salva manualmente as alterações do arquivo em edição.

SRCHFOR texto

Pesquisa no membro atual (ou biblioteca, se SRCHFOR ALL) por uma string específica.

FIND texto (Complementar)

Localiza a primeira ocorrência de um texto no membro atual.

CHANGE old new (Complementar)

Substitui um texto por outro.

NULLS ON/OFF

Ativa ou desativa os “nulls” — regiões sem dados em branco. Quando ON, os espaços vazios são representados como nulls (sem preenchimento visível).

TABS ON/OFF

Habilita o uso de tabulação e define a posição dos tabs com TABS xx yy.

BOUNDS xx yy

Define os limites de edição no editor. Útil para evitar digitação fora das colunas permitidas (ex: 8 a 72 para COBOL).

UP

Rola uma página para cima no editor.

DOWN

Rola uma página para baixo no editor.

EXCLUDE ALL

Exclui todas as linhas da visualização (não apaga do membro).

RESET FIND

Remove marcações de pesquisa FIND anteriores.

TSO ISRDDN

Mostra as bibliotecas atribuídas dinamicamente via STEPLIB, ISPLLIB, etc. (muito útil).

TSO ISRFIND

Utilitário de busca de texto por datasets, bibliotecas e membros.

TSO SDSF

Acessa a interface do spool JES2 (para ver jobs, outputs, status, etc).

TSO 3.4

Lista datasets, um atalho direto para utilitários.

Espero ter ajudado e caso algum Jedi sinta falta de algum outro comando, me avise inbox ou nos comentários para deixarmos esta lista o mais completa possível.

Obrigado.


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Mini-curso sobre TSO ISPF


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Mini-curso sobre DATASET no TSO


Article content

Mini-curso sobre Z/OS Mainframe

💡 Extra pra enriquecer


No ISPF, os comandos se dividem em dois mundos poderosos:

  • Primary commands → atuam no dataset inteiro (ex: FIND, CHANGE, SORT)
  • Line commands → atuam linha a linha (ex: C, M, D, I)

E o detalhe ninja:
👉 O modo VIEW parece EDIT… mas é uma armadilha elegante — não salva nada

sexta-feira, 1 de agosto de 2025

Spaghetti Code: Crise do Software

 

Bellacosa Mainframe e o anti-design parttern

Spaghetti Code: Crise do Software

4,424 followers

Spaghetti Code um codigo sem nexo, o emaranhado de comandos que acabara com sua sanidade


  • #Programação para Internet
  • #Boas práticas
  • #Arquitetura de Sistemas

Spaghetti Code o anárquico mundo dos coders birutas

Não seja seduzido pelo lado negro da força e evite programar spaghettis

Salve jovem padawan, nesta fria noite de inverno, próximo da hora do jantar, resolvi comentar sobre um assunto, que numa primeira olhada, seria hilário, mas é coisa séria, gerando muita, mas muita dor de cabeça, nas equipes de sustentação e explodindo com SLAs.

Mas não se assuste, o tiozão não surtou, e nem está inventando a roda, o termo spaghetti code foi cunhado no final dos anos 70 do século passado, ninguém reivindicou a paternidade, mas acredita-se, que surgiu espontaneamente nas mentes de inúmeros devs em CPDs, espalhados pelo mundo.

Em artigos anteriores exploramos o mundo da consultoria desgovernada com as 9 Gestantes gerando um bebe em um mês, terceirizações, quarteirizações e outros males, problemas do Dr. Ivon Safe e o teorema da seringa e o bumbum, podemos dizer que o Spaghetti Code é cria destes e outras mazelas dos Centro de Processamento de Dados.

Mas não pense que é um problema do mundo mainframe, ledo engano pequeno gafanhoto, o spaghetti surge em toda a parte, onde impera o caos, porem ele causa mais estragos nas pequenas e medias empresa, em que a estrutura hierarquia, QA e analise de performance são mais brandos, mas vamos por partes, primeiro vamos as definições.

O que é Spaghetti Code?

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A definição não é nada pomposa, spaghetti code é uma piada interna no mundo da informática para código ruim, para ser franco, pior que ruim, péssimo mesmo, geralmente são longos e grandes linguições de código, sem ou com pouco comentário, variáveis herméticas, laços de repetição enormes e emanharados, recheado de instruções de salto, o famoso (GoTo).

São programas legados, que todo dev se apavora em analisar e resolver um abend, tentar corrigir um erro é ato de coragem, com certeza gerara muita dor de cabeça, perdera horas e horas analisando o código com suas centenas quiça milhares de linhas, tentando decifrar o que o criador estava pensando ao criar esse programa spaghetti bizarro.

Todo CPD tem dessas crias, os DEVs conhecem pelo nome, nas rodas de café, sempre é citado e lembrando. As equipes de sustentação o evitam a todo custo, mexer nele e uma maldição, afinal ele esta quieto e funcionando, quem arriscara? Qualquer alteração pode acordar o dragão e com certeza, iras sair chamuscado desta empreitada, cuidado meu amigo a culpa sempre cai no ultimo que mexeu, e mexeu fedeu.

Saiba que neste reino dos codes catastróficos, o spaghetti não está sozinho, a todo dia surge uma nova pasta com os últimos deslizes de pseudo-programadores, existem outras delicias que enlouquecem os programadores, alguém espirituoso até cunhal o termo de "anti-design pattern", para explicar essas insanidades em bits e bytes.

Como surge um spaghetti code?

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Normalmente prazos apertados e falta de acompanhamento das equipes, onde muitas empresas adquiriam software chave na mão, a preços baixos de hora-homem na codificação, como o requisito era economia e não qualidade, abre-se mão da qualidade, deixando de verificar o que estava codificado, recebendo uma caixa-preta que recebe o input, processa e devolve um output.

A softhouse, por sua vez, no afã de entregar o software acordado, dentro das limitações orçamentarias e muito trabalho a ser feito, contrata equipes juniores, estagionarios e profissionais com pouco conhecimento funcional e os deixa a própria sorte, tendo que desenrascar-se e entregar o código a tempo e a ordem.

Muitas vezes ocorre a meio do projeto desligamento de elementos seniores, principalmente quando a pressão aumenta, gerando turnovers altíssimos, a equipe que perdendo know-how valioso entra em desespero e o improviso entra em cena, tornando a coisa mais confusa e caotica, aliados a proximidade do dead-end, que acaba obrigando a equipe trabalhar além do horário, cansados e desmotivados. Afinal ninguém gosta de fazer um trabalho ruim repleto de pontas soltas.

Se não me dispersei muito apresentei alguns dos fatores criadores do spaghetti: prazo curtos (apertados e sem margem de manobra), equipe de devs inexperiente, uma equipe enxuta, com baixa remuneração, pressão do comercial que vendeu um iate e está vendo uma canoa, fata de conhecimento na linguagem por parte da equipe, falta de planejamento, falta de documentação, usuário desconhece as regras do negócio e acaba confundindo o analista de sistema que cria especificações mucho locas e é claro este projeto está fadado ao desastre.

Outra maneira de criar um spaghetti code é pegar um código muito velho e ir acrescentando novas e novas funcionalidades, que ocorrem numa vida normal do software em produção, aliada a IFs pontuais para solucionar solicitações do usuário, junte isso com o passar dos anos e suas implementaçoes tecnologicas, terás um monstrengo de código-

Lembrei de mais outra, existem ferramentas geradoras de código, onde um analisa usando linguagem natural especifica o programa e o software gera o código pronto do outro lado, funcional, porem enorme e cheio de pendulicarios que ninguém sabe o que faz.

Existem outras formas, mas seria chover no molhado, falando do mesmo de modo diferente. A única constante sempre é juntar uma equipe despreparadas, prazos apertados e ganancia de alguns elementos, que preocupam-se apenas com o OKR, pois uma vez entregue o código, ele passa a ser problema da equipe de sustentação.

Como evitar spaghetti code?

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Cabe ao gestor da equipe orientar a equipe a produzir código com qualidade, isto é. Bem comentarizado, identado, performático, com variáveis legíveis e bem declaradas, tenho dois artigos falando sobre variáveis, vale a pena reler que trata sobre variáveis e boas praticas.

Tenha em mente, o código fonte é escrito por humanos para humanos, afinal um código tem vida, recebe atualizações, alterações, evolui e até mesmo falece, por isso pense sempre no próximo DEV que irá analisar e trabalhar com seu código, acrescentando ou removendo funcionalidades.

Com o passar dos anos, foram sendo criadas inúmeras metodologias para evitar código de difícil leitura e manutenções custosas, estude os design patterns e aplique codificando no estado da arte.

Conheça outros pasta codes

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Alguns espíritos jocosos foram além, e dentro do universo dos spaghetti code, foram desmembrando situações caricatadas e anti-profissionai e as reagruparam em novos cods-groups, sempre seguindo a ideia de apresentar monstrengos da codificação em delicias da culinária mediterrânica, em especial “la bella cucina italiana”.

Esses códigos são de difícil entendimento e manutenção, somente um programador corajoso, ou insano-temerário ira meter a mão e sujeitar-se aos seus perigosos bugs e abendes, falando nisso você leu meu artigo sobre a origem do bug?

Macaroni code

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O código do macarrão é uma analogia sarcástica da linguagem macarrônica, esse código é definido como o programa que usa uma mistura de patterns, linguagens de programaçao em um único package.

Um programa em Linguagem de alto nível, é geralmente escrito para que outros programadores possam entender e trabalhar, evoluindo o software, o macaroni code além de ter várias linguagens de programação misturadas e terem a mesma funcionalidade escrita de forma diferente, com a desvantagem de trabalhar em um ambiente computacional misto em uma única instalação com inumeros donos.

Necessita ser um Jedi com um bom conhecimento da maioria das linguagens de programação, é necessário abstraçao para entender o código do macarrão e cuidado para não perder a sanidade no processo.

Stromboli code

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Um código totalmente enrolado, sem logica compreensível a primeira vista, imprima o código fonte, analise por horas e desenrole até o fim, totalmente pulverizado e codificado de maneira desleixada, bem assustador quando abendam de madrugado, improdutível e desmotivador quando a vista esta bem cansada, após uma longa jornada.

Campanelle code

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Com tantas frameworks, metodologias e designs sendo criados a cada dia, algum gênio resolve inovar e usa uma daquelas frameworks inovadoras e na modinha, cheias de recursos e que ninguém conhece, sofri desse male, quando fiz o giro na Europa, cada cliente tinha a sua própria framework padronizada e os primeiros meses gastava-se aprendendo a usar a ferramenta, conhecer suas funcionalidades para poder surfar nas suas nuances.

Bakava code

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Ai meu rim, os gênios da arquitetura sempre inovando e nos surpreendendo, o baklava code e bem semelhante ao lasagna code, uma base de código com muitas camadas arquitetônicas / abstratas, que exigem muitas horas de analise para conhece-lo e situar-se minimamente no codigo.

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Lasagna code

O descuido não é a única maneira de acabar com um código difícil de manter; o excesso de complicação também pode ser uma causa. Trabalhei durante uma década em Portugal, em 2004 aceitei um emprego em uma consultoria informática, que tinha uma das bases de código mais confusas que já vi. O programa era escrito numa framework, numa pseudo linguagem natural de alto nivel, que ao compilar-se gerava um fonte em Cobol ou Java, terrivelmente confuso e cheio de copybooks e referências externas.

Imagine que cada elemento do produto foi abstraído em dezenas de componentes aninhados singulares. Era quase impossível fazer uma alteração em uma camada da pilha sem afetar todas as outras camadas. A base de código não so era uma bagunça, mas também não era sustentável. Para analisar um programa Cobol necessitávamos compilar e verificar a listagem estendida.

Se o código espaguete sofre de desleixo arquitetônico, o código da lasanha é uma característica do excesso de engenharia em sua forma mais extrema. Os coitados dos programadores que trabalham com bases de código orientadas a objetos geralmente caem nessa armadilha.

O código da lasanha é abstraído, camadas fortemente conectadas; os desenvolvedores o escrevem porque estão convencidos de que cada subcomponente necessita de seu próprio objeto. Esses programadores tendem a se concentrar no layout do código em detrimento de sua manutenção. O que começa como uma base de código altamente organizada rapidamente se torna um desastre arquitetado demais.

Esta é uma boa regra a seguir: seja conservador com suas abstrações. Se você planeja abstrair um componente que apenas um outro componente usa, o que, por sua vez, apenas outro componente usa, você foi longe demais. Mantenha a base de código simples. Olho vivo meu jovem padawan.

Ravioli code

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A estrutura de software ideal é aquela com componentes pequenos e fracamente acoplados; essa estrutura ideal é chamada de código de ravioli.

Ravioli são basicamente pequenos pacotes de massa com coisas deliciosas, então em um código de ravióli, cada um dos componentes, ou objetos, é um pacote contendo um pouco de carne ou outro alimento para o sistema.

Qualquer componente pode ser modificado ou substituído sem afetar significativamente outros componentes em um código de ravióli. Mas cuidado com sua lucidez, pois em um código de ravióli, existem milhares de pequenas classes e é muito difícil descobrir de onde e para onde, qual o lugar onde tudo acontece?.

Embora esse tipo de codificação seja bastante atraente do ponto de vista de acoplamento e coesão, a separação e o encapsulamento do código podem expandir as pilhas de chamadas, o que, por sua vez, cria um problema de navegação pelo código para fins de manutenção, pobre padawan isso foi cruel, ne

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Gnocchi code

Ai meu caro, são blocos ilegíveis de código, você pode dizer que há um algo acontecendo lá dentro, mas você não tem a menor ideia do que é, alterar esses blocos de código densos e inacessíveis é algo bem temerário, pois a alteração, a guarda em produção parecera impossível, pois ele irá abendar e causar muitos danos a sua reputação.

Pizza code

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Pequeno glutão, está pizza não é uma delícia do Bras ou do Luigi, mas se encaixa com o código do espaguete e seu mal afamada laia na teoria da massa como um antipadrão de programação. Na maioria dos casos, o código de pizza é descrito como um código com uma arquitetura plana.

O código de pizza geralmente tem um grande número de classes ou funções, todas interconectadas no mesmo nível no topo de uma camada fundamental. No código da pizza, os componentes individuais são geralmente independentes uns dos outros, mas às vezes pode ser difícil extraí-los sem interferir nos outros.

Todo bom software requer estrutura. O código da pizza sofre por ser mal projetado. É bom ter componentes relativamente isolados, mas o código de pizza torna quase impossível entender as funções e responsabilidades de cada classe. Para obter a base de código sob controle, corte o código da pizza em fatias; adicione alguma estrutura lógica a cada componente.

Ps:

Nao confunda com a PIZZA, companheira inseparável do DEV, que adentra na madrugada tentando solucionar abends, debugando spaghetti code e perdendo cabelos ao solucionar problemas e cumprir a SLA espartana.

Spaghetti code in the cloude

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Bem vindo ao século XXI, com tanta gente entrando no universo do Cloude Computer, prepara-se, aperte o sinto e divirta-se com essa modalidade, código espalhado em múltiplas maquinas em inúmeros países, o céu é o limite.

Conclusão

Acabei me empolgando, o tiozão escreveu muito virou um testamento, quase se transformando em capitulo do pentateuco, perdoe-me, pois o assunto é instigante e tem tanta informação a passar, que ficaria aqui a noite toda escrevendo.

Espero ter ajudado e não confundindo muito, duvidas, correções e reprimendas, já sabem aqui no Forum ou no Discord.

Saiba mais, esteja preparado para os desafios do mundo da informática.

Ficou curioso para entender SLA e equipes de sustentação ?

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A resiliência é uma arte, cultive-a e prepare-se para ser um profissional de TI melhor e mais adaptado a realidade do mercado.

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Evite programas herméticos, use nome claros e elucidativos, ajude o próximo dev a trabalhar em seu código.

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Convívio social, por que trabalhar com pessoas é tão difícil?

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Origem do termo bug, como surgiu esta expressao que significa abend, crash, quebra e etc.

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Saiba fazer as perguntas certas, nao assuma responsabilidades que possam te prejudicar.

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Evite confusões, analise, pense e faça o seu trabalho direitinho, evitando a síndrome do Dr. Ivon Saf

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Espero ter ajudado at

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o próximo artigo.

Mais momento jabá, para distrair, visite meu vídeo e veja para onde fui desta vez : https://www.youtube.com/watch?v=gCGw4jSqyc0

Bom curso a todos.

https://www.linkedin.com/in/vagnerbellacosa/

https://github.com/VagnerBellacosa/

Pode me dar uma ajudinha no YouTube?

https://www.youtube.com/user/vagnerbellacosa