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domingo, 12 de julho de 2026

Capítulo 12 — O Legado dos Profetas e a Grande Lição para 2026

Bellacosa Mainframe e o legado dos profetas do apocalipse mainframe

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Capítulo 12 — O Legado dos Profetas e a Grande Lição para 2026

O Mainframe Nunca Venceu a Guerra. Porque Ela Nunca Existiu.

Uma reflexão sobre quatro décadas de previsões, mostrando que a verdadeira evolução da computação ocorreu pela integração de tecnologias, e não pela substituição completa das anteriores.

Por

A evolução do IBM Mainframe até o IBM z17 simbolizando o legado da engenharia
A história do mainframe demonstra que inovação não significa destruir o passado, mas incorporar novas tecnologias preservando décadas de engenharia e conhecimento.

"A melhor previsão sobre tecnologia é construída observando décadas de engenharia, não meses de marketing."

— Bellacosa Mainframe

A guerra que nunca existiu

Durante décadas, parte da indústria apresentou a evolução tecnológica como uma sequência de substituições definitivas: mainframe versus Client/Server, servidores versus cloud, cloud versus edge, IA versus programação tradicional.

Na prática, a história mostrou que as plataformas bem-sucedidas coexistem, integram-se e evoluem continuamente para atender às necessidades do negócio.

O verdadeiro diferencial

A permanência do IBM Z decorre da combinação entre inovação constante e compatibilidade com décadas de aplicações críticas. Recursos modernos como Linux, OpenShift, APIs, DevOps, containers, automação e watsonx foram incorporados sem abandonar COBOL, CICS, Db2 e z/OS.

A grande lição para 2026

A computação corporativa não evolui por rupturas absolutas, mas pela capacidade de integrar novas ideias preservando segurança, disponibilidade, desempenho e regras de negócio construídas ao longo de muitas décadas.


Chegamos ao fim da jornada...

Ou talvez...

Ao começo de outra.

Durante este artigo viajamos quase quarenta anos pela História da Computação.

Visitamos redações.

Conferências.

Centros de pesquisa.

CPDs.

Datacenters.

Conhecemos jornalistas.

Analistas.

Consultores.

Professores.

Arquitetos.

E acompanhamos uma sequência impressionante de manchetes anunciando, repetidamente, o fim do IBM Mainframe.

Forbes.

New York Times.

InfoWorld.

Business Week.

Todas refletiam um momento específico da história.

Nenhuma delas foi escrita com má intenção.

Todas tentavam responder à mesma pergunta.

Como será a computação do futuro?

Essa continua sendo uma das perguntas mais difíceis da Engenharia.


Bellacosa Mainframe agradece ao professor Wolfgang Spruth

O maior personagem desta história

Curiosamente...

O protagonista deste artigo nunca foi a IBM.

Nem o COBOL.

Nem o CICS.

Nem o Db2.

Muito menos o z17.

O verdadeiro protagonista foi algo muito maior.

A evolução da Engenharia.

Porque, enquanto manchetes mudavam de direção a cada nova tendência...

A Engenharia seguia outro ritmo.

Mais lento.

Mais cuidadoso.

Mais pragmático.

Mais responsável.

Enquanto alguns prometiam revoluções anuais...

Os engenheiros pensavam em plataformas capazes de durar décadas.

E essa diferença explica praticamente toda esta história.


O professor que nos deixou um espelho

Se hoje podemos revisitar todas essas previsões, devemos isso ao Professor Wolfgang Spruth.

Seu trabalho The Death of the Mainframe não foi uma crítica à imprensa.

Foi um presente para as futuras gerações.

Spruth poderia simplesmente ter respondido aos artigos.

Não fez isso.

Preferiu arquivá-los.

Organizá-los.

Contextualizá-los.

Transformá-los em História.

Foi uma atitude tipicamente acadêmica.

Porque pesquisadores sabem que a memória também é uma forma de conhecimento.

Sem aquele pequeno conjunto de slides...

Grande parte dessas manchetes estaria perdida em arquivos esquecidos.

Graças a ele, hoje podemos estudá-las com calma, entender seu contexto e aprender com seus acertos e seus erros.


2026 é muito diferente de 1993

Imagine mostrar a um jornalista de 1993 um IBM z17.

Provavelmente ele perguntaria:

— Onde está o terminal verde?

Você responderia:

— Ainda existe.

Mas agora também existem:

  • APIs REST;

  • JSON;

  • OpenAPI;

  • Linux;

  • Containers;

  • Kubernetes;

  • OpenShift;

  • Git;

  • GitHub;

  • VS Code;

  • Python;

  • Java;

  • Node.js;

  • Go;

  • Zowe;

  • Ansible;

  • DevOps;

  • CI/CD;

  • watsonx;

  • Inteligência Artificial embarcada.

Talvez ele olhasse novamente para a máquina.

Depois perguntasse:

— Então isso ainda é um mainframe?

Você sorriria.

— Sim.

E talvez seja exatamente isso que torna essa plataforma tão fascinante.

Ela mudou completamente...

Sem deixar de ser ela mesma.


O COBOL também não ficou parado

Existe outra injustiça histórica.

Muitos imaginam COBOL como uma linguagem congelada em 1974.

Nada poderia estar mais distante da realidade.

O COBOL moderno conversa com:

JSON.

XML.

UTF-8.

APIs.

Serviços REST.

C.

Java.

Db2.

CICS.

MQ.

Git.

Pipelines DevOps.

Compiladores inteligentes.

Análise estática.

Testes automatizados.

Performance extremamente otimizada.

O COBOL não permaneceu vivo porque ficou parado.

Permaneceu vivo porque evoluiu.

Exatamente como qualquer tecnologia saudável deveria fazer.


O Db2, o CICS e o z/OS seguiram o mesmo caminho

O mesmo vale para todo o ecossistema IBM Z.

O Db2 evoluiu para um banco de dados altamente otimizado para cargas analíticas e transacionais.

O CICS transformou-se em uma plataforma moderna de serviços, APIs e integração.

O z/OS incorporou automação, segurança avançada, observabilidade, cloud híbrida e ferramentas abertas.

O BOB simplificou pipelines de build.

O Zowe aproximou novos desenvolvedores.

O Ansible levou automação moderna para o ambiente IBM Z.

O watsonx colocou Inteligência Artificial dentro da estratégia corporativa.

Nada disso existia quando aquelas manchetes foram escritas.


O maior erro continua acontecendo

Talvez a parte mais interessante desta história seja perceber que ela continua se repetindo.

Hoje o discurso mudou.

Não ouvimos mais:

"O Client/Server acabará com o Mainframe."

Agora ouvimos:

"A Inteligência Artificial acabará com os programadores."

Ou:

"LLMs substituirão arquitetos."

Ou:

"Ninguém mais precisará aprender linguagens de programação."

Será?

Talvez.

Talvez não.

Mas depois de estudar quarenta anos de História...

Aprendemos uma lição importante.

Desconfie sempre das previsões absolutas.

Principalmente quando elas envolvem palavras como:

"Nunca."

"Sempre."

"Definitivamente."

"Até 2030."

"A última."

A História da Computação costuma ser muito mais criativa do que qualquer cronograma.


O velho Jedi explica o segredo

Nosso Padawan encontra novamente o velho mestre.

Depois de toda essa jornada ele faz apenas uma pergunta.

— Mestre...

Qual foi o segredo do Mainframe?

O velho engenheiro permanece alguns segundos em silêncio.

Depois responde.

— O segredo nunca foi o hardware.

— Então foi o COBOL?

— Também não.

— O CICS?

— Não.

— O Db2?

— Ainda não.

— Então o que foi?

O mestre sorri.

Aponta para uma palavra escrita em um quadro branco.

Compatibilidade.

Depois escreve outra.

Evolução.

E mais uma.

Confiabilidade.

Por fim conclui.

— O Mainframe nunca obrigou seus clientes a jogar fora quarenta anos de investimento para aproveitar uma inovação.

Ele carregou o passado junto com o futuro.

Essa talvez tenha sido sua maior invenção.


A verdadeira Estrela da Morte

Como todo bom Bellacosa Mainframe...

Precisamos terminar com uma referência a Star Wars.

Durante anos o mercado enxergou o IBM Mainframe como se fosse a Estrela da Morte.

Gigante.

Antigo.

Centralizado.

Imponente.

Mas talvez a comparação correta seja outra.

O IBM Mainframe nunca foi a Estrela da Morte.

Ele sempre foi o Mestre Yoda.

Enquanto todos corriam atrás da próxima moda...

Ele permanecia em silêncio.

Aprendendo.

Evoluindo.

Adaptando-se.

Observando gerações inteiras de tecnologias nascerem.

Algumas brilharem intensamente.

Outras desaparecerem.

No final...

Ainda estava lá.

Mais experiente.

Mais moderno.

Mais forte.


Uma carta ao Padawan COBOL

Se você chegou até aqui...

Talvez esteja começando sua carreira.

Talvez já tenha décadas de experiência.

Não importa.

Existe uma única mensagem que gostaria que permanecesse com você.

Nunca estude uma tecnologia apenas porque ela está na moda.

Estude porque ela resolve um problema.

Nunca abandone uma tecnologia apenas porque alguém a chamou de "legado".

Descubra primeiro se ela continua gerando valor.

Nunca confunda marketing com arquitetura.

Nunca confunda novidade com inovação.

Nunca confunda interface bonita com engenharia sólida.

E, acima de tudo...

Nunca deixe de aprender.

Porque foi exatamente isso que permitiu ao IBM Mainframe atravessar mais de seis décadas.


A História escreveu seu próprio final

Em 1989 disseram que era um dinossauro.

Em 1991 marcaram a data de sua morte.

Em 1993 afirmaram que caminhava para a extinção.

Em 1994 começaram a perceber que talvez estivessem enganados.

Em 2026...

O IBM z17 executa Inteligência Artificial.

O watsonx auxilia empresas em escala global.

O COBOL continua movimentando trilhões de dólares.

O Db2 continua protegendo informações críticas.

O CICS continua processando bilhões de transações.

O z/OS continua sendo referência em disponibilidade e segurança.

E milhares de novos Padawans continuam aprendendo essa plataforma extraordinária.

A História foi generosa.

Ela não humilhou quem errou.

Apenas mostrou que prever o futuro é muito mais difícil do que construir um bom sistema.


Epílogo

Quando terminar este café...

Feche o navegador.

Abra seu editor.

Entre no TSO.

Compile um programa COBOL.

Execute um JCL.

Faça um SELECT no Db2.

Chame uma transação CICS.

Observe tudo funcionando.

Então lembre-se de uma frase.

O Mainframe nunca sobreviveu porque resistiu ao futuro.

Ele sobreviveu porque aprendeu a evoluir junto com ele.

Essa talvez seja a maior lição deixada por Wolfgang Spruth.

E certamente é a maior herança que podemos transmitir para a próxima geração de Programadores COBOL Padawans.

Que a Engenharia esteja com você.

Sempre.

Bellacosa Mainframe e o Funeral que nunca aconteceu



C:\BELLACOSA\COBOL\FUNERAL_QUE_NUNCA_ACONTECEU.HTML
★ BELLACOSA MAINFRAME APRESENTA ★

A MORTE DO COBOL

O Funeral que Nunca Aconteceu

Uma investigação histórica em 14 capítulos sobre as previsões, reportagens, buzzwords e profetas que anunciaram repetidamente o fim do COBOL — enquanto bilhões de transações continuavam sendo processadas silenciosamente.

SISTEMA ONLINE — 14 CAPÍTULOS DISPONÍVEIS
DIRETÓRIO DE CAPÍTULOS

README.TXT

Esta série investiga uma das narrativas mais repetidas da história da tecnologia: a suposta morte do COBOL. Durante décadas, revistas, jornais, consultorias e especialistas anunciaram seu desaparecimento. Entretanto, o COBOL permaneceu processando bancos, seguradoras, governos, cartões, pagamentos e sistemas críticos.

Os títulos e links acima são elementos HTML reais, permitindo que mecanismos de busca encontrem e rastreiem todos os capítulos. Os iframes funcionam apenas como previews visuais.

C:\> RUN BELLACOSA.EXE /COBOL /HISTORY /NO-FUNERAL _

★ BELLACOSA MAINFRAME ★ COBOL ★ IBM Z ★ HISTÓRIA DA COMPUTAÇÃO ★

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quarta-feira, 8 de julho de 2026

Capítulo 8 — Business Week (1994)

Bellacosa mainframe e o dia que a impresna errou

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Capítulo 8 — Business Week (1994)

O Dia em que a Imprensa Percebeu que Talvez Tivesse Enterrado o Mainframe Cedo Demais

Uma análise da reportagem publicada pela Business Week em 1994, mostrando como a indústria começou a reconhecer que as previsões sobre o fim do mainframe haviam sido exageradas e como o IBM Z continuou sua evolução tecnológica.

Por


Business Week reconhecendo em 1994 que o Mainframe continuava relevante
A reportagem da Business Week marcou um ponto de inflexão, mostrando que o mercado começava a reconsiderar o futuro dos mainframes.

"Quando os fatos mudam, a engenharia muda de direção. Quando o marketing muda de direção, normalmente muda também o discurso."

— Bellacosa Mainframe

Contexto histórico

Após anos de previsões sobre o desaparecimento dos grandes sistemas, empresas descobriram que migrar aplicações críticas era muito mais caro, complexo e arriscado do que parecia nas apresentações de marketing.

George Colony, da Forrester Research, sintetizou essa mudança ao afirmar que era "o fim do fim dos mainframes", reconhecendo que a plataforma continuava estratégica para grandes organizações.

A grande lição

A Business Week mostrou que tendências tecnológicas precisam ser avaliadas à luz dos resultados reais e não apenas das expectativas do mercado.

O IBM Mainframe continuou evoluindo nas décadas seguintes, incorporando Linux, Java, virtualização, DevOps, APIs, cloud híbrida, OpenShift, Inteligência Artificial e chegando ao IBM z17 como uma das plataformas mais resilientes da computação corporativa.


Janeiro de 1994

Estamos agora em um momento extremamente interessante da nossa história.

Até aqui vimos uma sequência de previsões pessimistas.

"O dinossauro."

"O último mainframe será desligado."

"O mainframe está correndo rumo à extinção."

Parecia que existia um consenso.

O funeral já estava marcado.

Faltava apenas escolher quem faria o discurso de despedida.

Mas então aconteceu algo curioso.

O mercado começou a olhar para os números.

E os números possuem um defeito terrível para quem vive de buzzwords.

Eles não ligam para apresentações em PowerPoint.


Alguma coisa não fechava

As vendas de servidores realmente cresciam.

Os PCs realmente dominavam os escritórios.

As redes locais realmente se expandiam.

Mas...

Os bancos continuavam comprando mainframes.

As seguradoras também.

As bolsas de valores igualmente.

As companhias aéreas não desligavam seus CPDs.

Os governos continuavam investindo em grandes sistemas.

As empresas mais críticas da economia simplesmente... não estavam abandonando o IBM Mainframe.

Isso começou a chamar atenção.


O Business Week muda o tom

Em 10 de janeiro de 1994, a Business Week, uma das revistas de negócios mais respeitadas do mundo, publicou uma reportagem que destoava da narrativa predominante.

Em vez de insistir na ideia da morte inevitável do mainframe, a matéria citava George Colony, fundador da Forrester Research, com uma frase que se tornaria histórica:

"It's the end of the end for the mainframes."

Em tradução livre:

"É o fim do fim dos mainframes."

Parece um jogo de palavras.

E é exatamente isso.

Mas também representa uma mudança profunda de percepção.

Pela primeira vez, uma publicação de grande circulação reconhecia que talvez a indústria tivesse exagerado nas previsões anteriores. Essa mudança de tom foi registrada por Wolfgang Spruth em The Death of the Mainframe como um marco importante na evolução do debate sobre a plataforma IBM.


Traduzindo o economês

Vamos simplificar.

George Colony estava dizendo algo parecido com:

"Talvez tenhamos exagerado."

Ou ainda:

"Talvez o problema nunca tenha sido o mainframe."

Ou, numa tradução Bellacosa Mainframe:

"Pessoal... acho que enterramos o paciente antes de confirmar o óbito."


A realidade começou a aparecer

Entre 1991 e 1994 muitas empresas iniciaram grandes projetos de migração.

Alguns deram certo.

Outros...

Nem tanto.

Sistemas previstos para serem reescritos em dezoito meses completavam quatro anos de projeto.

Os custos disparavam.

A complexidade aparecia.

Regras de negócio esquecidas voltavam a assombrar as equipes.

Interfaces que ninguém conhecia surgiam do nada.

Programas COBOL escritos quinze anos antes continuavam funcionando perfeitamente.

Descobriu-se algo que nenhum folder de marketing mencionava.

Legado não significa velho.

Significa importante.


O verdadeiro patrimônio da empresa

Imagine uma seguradora.

Ela possui vinte milhões de clientes.

Cada contrato depende de dezenas de regras.

Regras legais.

Regras fiscais.

Regras atuariais.

Regras internas.

Agora imagine alguém dizendo:

— Vamos reescrever tudo.

A pergunta não é:

"Conseguimos?"

A pergunta é:

"Vale a pena?"

Essa simples mudança de perspectiva transformou completamente a discussão.


Bellacosa Mainframe e o Cobol como o vilão favorito

O COBOL virou o vilão favorito

Durante anos, COBOL foi apresentado como um símbolo do passado.

Parecia existir uma competição para descobrir quem faria a manchete mais dramática.

"O fim do COBOL."

"A última geração de programadores."

"Ninguém mais aprende COBOL."

Enquanto isso...

Universidades deixavam de ensinar COBOL.

Mas bancos continuavam contratando especialistas.

Governos continuavam executando milhões de linhas de código.

Seguradoras ampliavam seus sistemas.

Era uma situação curiosa.

Todo mundo dizia que COBOL estava morrendo.

Mas ninguém queria desligar o sistema que pagava salários.


O humor do velho operador

Imagine um operador de CPD lendo aquela reportagem da Business Week.

Ele olha para o relógio.

Depois para o console.

Mais um JOB termina normalmente.

Outro começa.

Ele comenta com o colega:

— Parece que cancelaram meu funeral.

O colega responde:

— Ainda bem.

Temos o fechamento contábil às oito.


A IBM não ficou parada

Existe um detalhe frequentemente esquecido.

Muitas análises daquela época tratavam o mainframe como se fosse uma tecnologia congelada.

Como se a IBM tivesse parado de inovar.

Isso simplesmente não era verdade.

Enquanto o mercado discutia Client/Server...

A IBM continuava investindo bilhões em pesquisa.

Novos processadores.

Mais memória.

Melhores canais de entrada e saída.

Virtualização cada vez mais sofisticada.

Novos sistemas operacionais.

Ferramentas de desenvolvimento.

Integração com redes abertas.

A plataforma evoluía continuamente.

A diferença é que evolução incremental raramente vira manchete.


O mercado aprendeu uma palavra nova

Na metade da década de 1990 começou a surgir um conceito importante.

Integração.

Até então o debate parecia binário.

Ou era Mainframe.

Ou era Client/Server.

Com o amadurecimento dos projetos, as empresas descobriram que poderiam ter os dois.

O front-end poderia rodar em PCs.

As aplicações departamentais em servidores distribuídos.

E o processamento crítico permanecer no mainframe.

Hoje isso parece óbvio.

Na época foi quase revolucionário.


O Padawan visita uma reunião de diretoria

Nosso Padawan COBOL entra discretamente na sala.

Um consultor termina sua apresentação.

— Precisamos substituir completamente o mainframe.

O diretor financeiro faz apenas uma pergunta.

— Quanto custará?

O consultor responde.

— Aproximadamente cinquenta milhões de dólares.

O diretor permanece em silêncio.

Depois pergunta novamente.

— E se não substituirmos?

Outro silêncio.

Nesse momento o arquiteto da empresa comenta:

— Podemos integrar os novos sistemas ao ambiente existente.

A reunião muda completamente de direção.

Porque, no mundo corporativo, arquitetura sempre precisa conversar com orçamento.


O início da convivência

Foi justamente nessa época que a indústria começou a abandonar uma visão extremamente simplista.

Não era mais uma guerra.

Não existia vencedor absoluto.

Cada plataforma possuía seu espaço.

Mainframe para grandes volumes transacionais.

Servidores distribuídos para aplicações departamentais.

PCs para produtividade.

Mais tarde chegariam Linux.

Java.

Web Services.

Cloud.

Containers.

OpenShift.

Todos convivendo.

Essa mudança de mentalidade talvez tenha sido muito mais importante do que qualquer evolução de hardware.


O "fim do fim"

A frase de George Colony continua brilhante porque resume perfeitamente aquele momento.

Não significava que o mainframe venceria todas as disputas.

Também não significava que nada mudaria.

Significava apenas que a narrativa da morte inevitável começava a perder força.

A indústria finalmente compreendia algo essencial.

Uma tecnologia pode deixar de ser a única solução.

Sem deixar de ser uma solução excelente.


Trinta e dois anos depois

Estamos em 2026.

O IBM z17 integra Inteligência Artificial diretamente na plataforma.

O watsonx fornece modelos corporativos.

O BOB automatiza pipelines modernos.

O Zowe aproxima desenvolvedores open source.

O Ansible automatiza operações.

O COBOL continua recebendo novas versões.

O Db2 continua evoluindo.

O CICS continua sendo um dos monitores transacionais mais eficientes do mundo.

A grande surpresa?

Nada disso exigiu abandonar a arquitetura construída ao longo de décadas.

A plataforma simplesmente evoluiu.


A quarta grande lição

A reportagem da Business Week representa um momento raro na história da tecnologia.

O instante em que parte da imprensa começou a perceber que previsões muito otimistas também precisam ser revisadas.

Esse talvez seja o maior ensinamento deste capítulo.

Boa engenharia não se apaixona por modismos.

Ela mede.

Testa.

Observa.

Corrige.

E muda de opinião quando os fatos mudam.

Foi exatamente isso que começou a acontecer em 1994.

O mercado percebeu que a pergunta nunca deveria ter sido:

"Quem vai substituir o mainframe?"

A pergunta correta era:

"Como integrar novas tecnologias ao que já funciona extraordinariamente bem?"

Essa mudança de pergunta moldou praticamente toda a computação corporativa das três décadas seguintes.

E talvez explique por que, em vez de um túmulo...

Encontramos em 2026 um IBM z17 executando COBOL, Db2, CICS, Linux, OpenShift, APIs REST, DevOps, watsonx e Inteligência Artificial.

O funeral foi cancelado.

A evolução, não.


Fonte histórica

Business Week, 10 de janeiro de 1994, citando George Colony (Forrester Research) com a frase "It's the end of the end for the mainframes." O artigo, preservado por Wolfgang Spruth em The Death of the Mainframe, marcou uma inflexão importante no discurso da indústria: pela primeira vez, uma grande publicação reconhecia que as previsões sobre a extinção do mainframe talvez tivessem sido precipitadas.

Bellacosa Mainframe e o Funeral que nunca aconteceu


C:\BELLACOSA\COBOL\FUNERAL_QUE_NUNCA_ACONTECEU.HTML
★ BELLACOSA MAINFRAME APRESENTA ★

A MORTE DO COBOL

O Funeral que Nunca Aconteceu

Uma investigação histórica em 14 capítulos sobre as previsões, reportagens, buzzwords e profetas que anunciaram repetidamente o fim do COBOL — enquanto bilhões de transações continuavam sendo processadas silenciosamente.

SISTEMA ONLINE — 14 CAPÍTULOS DISPONÍVEIS
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README.TXT

Esta série investiga uma das narrativas mais repetidas da história da tecnologia: a suposta morte do COBOL. Durante décadas, revistas, jornais, consultorias e especialistas anunciaram seu desaparecimento. Entretanto, o COBOL permaneceu processando bancos, seguradoras, governos, cartões, pagamentos e sistemas críticos.

Os títulos e links acima são elementos HTML reais, permitindo que mecanismos de busca encontrem e rastreiem todos os capítulos. Os iframes funcionam apenas como previews visuais.

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terça-feira, 7 de julho de 2026

Capítulo 7 — The New York Times (1993)

Bellacosa Mainframe rumo a extincao baboseira de 1993

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Capítulo 7 — The New York Times (1993)

"Rumo à Extinção"... ou Apenas Mudando de Forma?

Análise da reportagem publicada pelo The New York Times em 1993, que afirmava que o mainframe caminhava para a extinção, e como a evolução do IBM Z demonstrou que inovação e continuidade podem caminhar lado a lado.

Por

Reportagem do The New York Times de 1993 prevendo a extinção do Mainframe
Em 1993, novas previsões indicavam que o Mainframe caminhava para a extinção. A história mostrou um resultado bem diferente.

"A tecnologia raramente desaparece porque outra nasceu. Ela desaparece quando deixa de resolver problemas. Em 1993, o Mainframe continuava resolvendo os maiores problemas da computação corporativa."

— Bellacosa Mainframe

Contexto histórico

No início da década de 1990, a expansão das redes, do modelo Client/Server e dos computadores pessoais reforçou a percepção de que os grandes sistemas centralizados desapareceriam em poucos anos.

Entretanto, bancos, seguradoras, governos e grandes empresas continuavam dependendo do processamento transacional oferecido por COBOL, CICS, Db2 e z/OS.

A lição de 1993

A previsão ignorava décadas de regras de negócio, compatibilidade, escalabilidade, disponibilidade e confiabilidade acumuladas pelos mainframes IBM.

Em vez de desaparecer, a plataforma continuou evoluindo até chegar ao IBM z17, incorporando Linux, APIs, DevOps, cloud híbrida e Inteligência Artificial.


Fevereiro de 1993

Quatro anos haviam se passado desde a primeira reportagem do The New York Times.

O mundo já era outro.

O muro de Berlim havia caído.

A Guerra Fria terminara.

A internet começava a sair dos laboratórios.

O Windows 3.1 conquistava milhões de usuários.

O UNIX continuava crescendo.

As workstations da Sun Microsystems eram o sonho de muitos desenvolvedores.

Os servidores Intel evoluíam rapidamente.

A arquitetura Client/Server dominava praticamente todas as conferências de tecnologia.

E o clima era de euforia.

Parecia que tudo seria reinventado.

Foi nesse ambiente que o The New York Times, em 9 de fevereiro de 1993, voltou ao assunto.

Desta vez utilizando uma expressão ainda mais forte.

Segundo a reportagem, o mainframe estava:

"Hurtling toward extinction."

Ou, em português:

"Correndo em direção à extinção."

A mensagem era clara.

Agora não se tratava apenas de um dinossauro envelhecido.

Tratava-se de uma espécie que caminhava rapidamente para desaparecer. Essa manchete foi posteriormente preservada por Wolfgang Spruth em The Death of the Mainframe como um dos exemplos mais representativos do pensamento dominante da época.


O auge do Client/Server

Se 1989 marcou o nascimento da narrativa...

1993 marcou seu auge.

Era praticamente impossível participar de um congresso de informática sem ouvir dezenas de palestras prometendo o mesmo futuro.

Tudo seria distribuído.

Cada departamento teria seus próprios servidores.

Os grandes CPDs desapareceriam.

A palavra da moda era:

Downsizing.

Na prática significava:

"Vamos trocar um computador enorme por centenas de computadores menores."

A ideia parecia brilhante.

Até que chegaram as primeiras contas de manutenção.


A década em que tudo seria "Open"

Outra característica marcante daquela época era a obsessão por sistemas "abertos".

Parecia que qualquer produto precisava carregar a palavra Open para ser considerado moderno.

Open Systems.

Open Architecture.

Open Computing.

Open Network.

Open Platform.

Open Software.

Era quase uma lei do marketing.

Se fosse "Open", era inovador.

Se fosse IBM, era "legado".

O curioso é que a própria IBM participava ativamente da padronização de tecnologias abertas, apoiava TCP/IP, POSIX, UNIX (AIX) e diversas iniciativas de interoperabilidade.

Mas isso raramente aparecia nas manchetes.


O que ninguém queria admitir

Existe uma característica curiosa do mercado de tecnologia.

Todo vendedor gosta de falar sobre instalação.

Pouquíssimos gostam de falar sobre migração.

Porque instalar um sistema novo é relativamente simples.

Migrar quarenta anos de operação é outra história.

Imagine um grande banco em 1993.

Ele possuía:

  • milhares de programas COBOL;

  • centenas de tabelas Db2;

  • aplicações CICS;

  • processamento batch;

  • integração com terminais 3270;

  • interfaces com caixas eletrônicos;

  • sistemas de compensação bancária;

  • processamento de cartões;

  • folhas de pagamento;

  • contabilidade;

  • auditoria.

Agora imagine um consultor dizendo:

"Vamos reescrever tudo."

A primeira pergunta de um diretor experiente provavelmente seria:

"Quanto custa?"

A segunda:

"Quanto tempo?"

E a terceira:

"Quem assume o risco?"

Essas três perguntas costumavam encerrar muitas reuniões.


A grande confusão

A reportagem do New York Times refletia um erro extremamente comum.

Confundir:

Evolução da arquitetura

com

Substituição da arquitetura.

Essas duas coisas são completamente diferentes.

Sim.

As empresas passaram a utilizar mais servidores.

Sim.

Aplicações departamentais migraram para outras plataformas.

Sim.

PCs transformaram o ambiente corporativo.

Mas isso nunca significou que os sistemas centrais deixariam automaticamente de existir.

Na verdade...

Eles passaram a conversar com muito mais sistemas do que antes.


Bellacosa Mainframe e o iceberg invisivel

O iceberg invisível

Imagine um enorme iceberg.

A parte visível representa:

  • computadores pessoais;

  • servidores;

  • interfaces gráficas;

  • aplicações de escritório.

A parte submersa representa:

  • regras de negócio;

  • processamento financeiro;

  • consistência transacional;

  • auditoria;

  • integração;

  • disponibilidade;

  • segurança.

A imprensa olhava principalmente para a parte visível.

Os arquitetos corporativos precisavam cuidar da parte submersa.

E todos sabemos qual parte sustenta o iceberg.


O COBOL não recebeu o memorando

Vamos imaginar uma situação curiosa.

Na manhã de 9 de fevereiro de 1993...

Um programa COBOL inicia sua execução.

Lê um arquivo VSAM.

Consulta o Db2.

Atualiza uma conta corrente.

Executa um COMMIT.

Encerra normalmente.

Horas depois alguém comenta:

— Você ficou sabendo?

— Do quê?

— O New York Times disse que você está caminhando para a extinção.

O programa responde:

— Interessante...

Mas antes preciso processar mais oito milhões de registros.


O humor da engenharia

Existe uma piada entre veteranos de mainframe.

"COBOL nunca lê jornais."

CICS também não.

Db2 muito menos.

JCL definitivamente não.

Enquanto analistas discutiam o futuro...

Os sistemas continuavam executando exatamente aquilo para o qual foram projetados.

Com estabilidade.

Previsibilidade.

Consistência.

Essas características nunca foram manchetes.

Mas sempre foram extremamente valiosas.


O mercado começou a descobrir a realidade

Curiosamente...

Foi justamente em meados da década de 1990 que muitas empresas começaram a perceber que migrar aplicações críticas era muito mais complexo do que parecia.

Projetos previstos para dois anos levavam cinco.

Orçamentos dobravam.

Alguns triplicavam.

Diversas iniciativas eram canceladas.

Outras terminavam funcionando...

Mas com desempenho inferior.

Os consultores descobriram uma verdade que os programadores COBOL já conheciam havia décadas.

Negócio é mais complicado do que tecnologia.


Enquanto isso... nos laboratórios da IBM

É interessante observar o contraste.

Enquanto jornais discutiam a possível extinção do mainframe...

A IBM trabalhava na próxima geração de sua plataforma.

Novos processadores.

Mais memória.

Mais canais.

Melhor gerenciamento de workload.

Mais virtualização.

Maior integração.

Os engenheiros pareciam ignorar completamente o funeral organizado pela imprensa.

Talvez porque estivessem ocupados demais desenvolvendo o futuro.


O verdadeiro patrimônio

Existe uma frase muito conhecida entre arquitetos de sistemas:

"As empresas não compram computadores. Elas compram continuidade do negócio."

Essa talvez seja a maior diferença entre um laboratório e um banco.

Entre uma universidade e uma seguradora.

Entre uma startup e um governo.

Tecnologia muda.

O negócio precisa continuar funcionando.

Todos os dias.

Sem exceção.

Essa exigência nunca saiu de moda.


Trinta e três anos depois

Agora olhe para 2026.

O IBM z17 processa Inteligência Artificial diretamente na plataforma.

O watsonx integra modelos de IA corporativa.

O COBOL continua evoluindo.

O Db2 incorpora recursos modernos.

O CICS expõe APIs REST.

O z/OS automatiza operações com Ansible.

O BOB integra pipelines DevOps.

O Zowe aproxima o mundo open source do IBM Z.

A plataforma que estaria "correndo rumo à extinção"...

Na verdade estava correndo rumo à modernização.

Existe uma diferença enorme entre essas duas trajetórias.


A terceira grande lição

A reportagem de 1993 ensina algo extremamente atual.

Toda vez que surge uma inovação importante...

Existe a tentação de transformar crescimento em exclusividade.

Foi assim com:

Client/Server.

Internet.

Cloud.

Microservices.

Blockchain.

Metaverso.

Agora acontece com Inteligência Artificial.

Mas a História mostra outra coisa.

A computação raramente substitui completamente suas fundações.

Ela constrói novos andares sobre elas.

Hoje uma aplicação pode começar em um smartphone.

Passar por APIs.

Atravessar Kubernetes.

Conversar com microsserviços.

Chegar ao CICS.

Consultar Db2.

Executar COBOL.

E responder ao usuário em poucos milissegundos.

Esse é o verdadeiro retrato da computação moderna.

Não uma guerra entre tecnologias.

Mas uma colaboração entre décadas de engenharia.


Um último conselho ao Padawan

Quando encontrar uma manchete afirmando:

"A tecnologia X está caminhando para a extinção."

Lembre-se de uma pergunta simples.

Ela ainda resolve um problema importante?

Se a resposta for "sim"...

Talvez ela esteja apenas evoluindo de maneira silenciosa.

Porque, na engenharia, quem faz mais barulho nem sempre é quem entrega mais resultados.

E talvez essa seja a maior ironia da reportagem do New York Times de 1993.

Enquanto o jornal enxergava um fim próximo...

Os engenheiros da IBM estavam preparando o caminho que, décadas depois, levaria ao IBM z17, ao watsonx, ao OpenShift, ao BOB, ao Zowe e a uma plataforma capaz de unir o legado das aplicações COBOL com a Inteligência Artificial corporativa.

O "dinossauro" não caminhava para a extinção.

Estava apenas iniciando mais uma etapa de sua evolução.


Fonte histórica

The New York Times, 9 de fevereiro de 1993, citado pelo Professor Wolfgang Spruth em The Death of the Mainframe. A reportagem utilizou a expressão "hurtling toward extinction" ("correndo rumo à extinção"), tornando-se um dos exemplos mais conhecidos do entusiasmo da imprensa com o movimento Client/Server e com as previsões de substituição dos grandes sistemas corporativos. Décadas depois, ela permanece como um importante registro histórico sobre os desafios de prever a evolução da tecnologia.

Bellacosa Mainframe e o Funeral que nunca aconteceu

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A MORTE DO COBOL

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Uma investigação histórica em 14 capítulos sobre as previsões, reportagens, buzzwords e profetas que anunciaram repetidamente o fim do COBOL — enquanto bilhões de transações continuavam sendo processadas silenciosamente.

SISTEMA ONLINE — 14 CAPÍTULOS DISPONÍVEIS
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Esta série investiga uma das narrativas mais repetidas da história da tecnologia: a suposta morte do COBOL. Durante décadas, revistas, jornais, consultorias e especialistas anunciaram seu desaparecimento. Entretanto, o COBOL permaneceu processando bancos, seguradoras, governos, cartões, pagamentos e sistemas críticos.

Os títulos e links acima são elementos HTML reais, permitindo que mecanismos de busca encontrem e rastreiem todos os capítulos. Os iframes funcionam apenas como previews visuais.

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Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

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