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sábado, 3 de fevereiro de 2018

O Diário Secreto do Mainframe : Quando o Detetive Descobriu que o CICS Nunca Esquece

 

Bellacosa Mainframe e o diario secreto do mainframe

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

O Diário Secreto do Mainframe

Quando o Detetive Descobriu que o CICS Nunca Esquece

Os Arquivos Proibidos do SMF e o Mistério das Transações Fantasmas

"Todo crime deixa rastros. Alguns deixam pegadas na lama. Outros deixam registros no SMF."

Era uma noite fria.

A chuva batia contra as enormes janelas do Centro de Processamento de Dados.

As luzes verdes dos painéis piscavam lentamente, como se respirassem.

No silêncio do CPD, apenas um som quebrava a monotonia:

O z/OS continuava trabalhando.

Milhões de transações.

Milhões de clientes.

Milhões de histórias.

Foi então que o telefone tocou.

— "Bellacosa... temos um problema."

A agência central havia recebido centenas de reclamações.

As consultas de saldo estavam lentas.

PIX demorando.

Transferências atrasadas.

Nenhum ABEND.

Nenhum programa parado.

Nenhum operador sabia explicar.

Era um daqueles casos que lembravam as antigas revistas policiais da década de 1950.

O assassino parecia invisível.

Mas Sherlock Holmes costumava dizer:

"O criminoso sempre deixa evidências. O verdadeiro desafio é saber onde procurar."

No mundo IBM Z, essas evidências possuem três letras.

SMF.


O Diário do Mainframe

Imagine que o mainframe fosse um enorme castelo.

Milhares de pessoas entram.

Outras saem.

Mensagens circulam.

Portas se abrem.

Cofres são acessados.

Elevadores sobem.

Documentos são consultados.

Agora imagine que um escriba invisível acompanhe absolutamente tudo.

Cada passo.

Cada porta.

Cada funcionário.

Cada visitante.

Nada escapa.

Esse escriba chama-se System Management Facility.

Ou simplesmente:

SMF.

Enquanto todos trabalham, ele apenas observa.

E escreve.

Sem emoção.

Sem opinião.

Somente fatos.

É por isso que muitos administradores chamam o SMF de:

O Diário Oficial do z/OS.


Muito Além do CICS

Uma das primeiras descobertas de qualquer iniciante é perceber que o SMF não pertence ao CICS.

Na verdade...

o CICS é apenas um dos muitos narradores dessa grande história.

Imagine um jornal.

Cada editor envia suas notícias.

O editor de esportes.

O editor de economia.

O editor de política.

Todos escrevem para a mesma redação.

No mainframe acontece exatamente isso.

Diversos componentes enviam informações para o SMF.

Entre eles:

  • CICS

  • Db2

  • IMS

  • JES2

  • JES3

  • RACF

  • WLM

  • RMF

  • TCP/IP

  • DFSMS

  • USS

  • MQ

  • inúmeros produtos IBM e de terceiros

O SMF apenas organiza tudo.

Ele não cria os acontecimentos.

Ele apenas registra.


A Caixa-Preta do Computador

Se um avião sofre um acidente...

qual equipamento os investigadores procuram primeiro?

A caixa-preta.

Ela revela:

  • velocidade

  • altitude

  • comandos

  • alarmes

  • falhas

No mainframe acontece o mesmo.

Quando ocorre uma lentidão...

um pico de CPU...

um problema de produção...

ou uma degradação misteriosa...

todos correm para o SMF.

Porque ele estava olhando.

Desde o começo.


Como Tudo Acontece

Visualize a sequência.

Cliente

↓

Terminal 3270

↓

TOR

↓

AOR

↓

Programa COBOL

↓

VSAM / Db2 / MQ

↓

Resposta

Enquanto isso...

quase invisível...

há outro fluxo acontecendo.

Transação

↓

CICS

↓

Monitor

↓

SMF

↓

Dataset

↓

Relatórios

↓

Análise

↓

Correções

Perceba algo interessante.

O usuário nunca enxerga esse caminho.

Mas ele acontece o tempo inteiro.


O Caderno do Detetive

Imagine Sherlock Holmes investigando um roubo.

Ele possui um pequeno caderno.

Nele escreve:

09:03

Suspeito entrou.

09:05

Abriu a porta.

09:07

Falou com o caixa.

09:08

Saiu correndo.

O SMF faz exatamente isso.

Só que para computadores.

Por exemplo:

Transação: SALD

Usuário: AG03451

CPU: 3 ms

Db2: 2 SELECT

VSAM: 1 READ

Tempo Total: 118 ms

Resultado: OK

Depois outra.

Depois outra.

Depois outra.

Milhões delas.


A História Contada Pelos Números

Muitos iniciantes acreditam que números são frios.

Na verdade...

eles contam histórias.

Imagine este gráfico.

08:00

CPU 32%

09:00

CPU 40%

10:00

CPU 51%

11:00

CPU 67%

12:00

CPU 89%

12:15

CPU 97%

O que aconteceu?

Foi o COBOL?

Foi o Db2?

Foi a rede?

Foi um loop?

Sem o SMF...

ninguém sabe.

Com o SMF...

a investigação apenas começou.


O Registro Mais Famoso

Entre centenas de registros existentes...

há um verdadeiro astro do universo CICS.

O famoso:

SMF Tipo 110

Ele guarda praticamente um raio-X das transações.

Entre diversas informações encontramos:

  • Transaction ID

  • Program Name

  • User ID

  • CPU Time

  • Response Time

  • Wait Time

  • Dispatch Time

  • Syncpoint

  • File Requests

  • Db2 Calls

  • MQ Calls

  • Temporary Storage

  • Transient Data

  • Storage

  • Abends

  • Estatísticas de recursos

É como possuir uma câmera filmando cada detalhe da operação.


Os Outros Personagens da História

O infográfico também apresenta outros registros muito importantes.

Tipo 30

Accounting.

Mostra como um Address Space utilizou recursos.

Muito usado para cobrança interna, auditoria e consumo de CPU.


Tipo 70

CPU.

Quantos processadores estavam ocupados.

Quanto cada um trabalhou.

Carga do sistema.

Muito utilizado junto ao RMF.


Tipo 120

Hoje bastante associado a workloads HTTP, serviços web e componentes que utilizam diferentes subtipos desse registro para monitoramento de aplicações modernas.


Tipo 140

Dependendo do produto e da configuração, pode registrar estatísticas relacionadas a acesso a arquivos e utilização de recursos específicos.


O Crime Perfeito

Agora imagine um banco.

São exatamente 13:58.

Tudo funciona.

Às 14:03...

clientes começam a reclamar.

O suporte recebe dezenas de chamados.

Primeira hipótese.

"O COBOL está ruim."

Segunda hipótese.

"O Db2 caiu."

Terceira hipótese.

"A rede está lenta."

O analista experiente sorri.

Abre os relatórios do SMF.

E encontra:

CPU

98%

Db2 Wait

89 ms

Storage

SOS Warning

Número de transações

Triplicou.

Mistério resolvido.

Não era defeito.

Era excesso de carga.


Performance Não É Velocidade

Uma das maiores descobertas de quem trabalha com monitoramento é entender que performance não significa apenas rapidez.

Ela envolve equilíbrio.

Imagine uma rodovia.

Se passam cem carros por minuto...

todos chegam rapidamente.

Mas se passam dez mil...

o congestionamento aparece.

No CICS ocorre exatamente isso.

Nem sempre um programa ficou mais lento.

Às vezes...

simplesmente existem pessoas demais utilizando o mesmo recurso.


Capacity Planning

Aqui surge uma das aplicações mais inteligentes do SMF.

Ele permite prever o futuro.

Imagine estes dados.

Janeiro

CPU média

48%

Fevereiro

55%

Março

63%

Abril

71%

Maio

79%

Junho

87%

Julho

93%

Pergunta.

Você esperaria agosto chegar?

Claro que não.

Os registros históricos mostram a tendência.

É possível comprar capacidade antes do colapso.

Isso chama-se:

Capacity Planning.

É uma das tarefas mais importantes dos arquitetos IBM Z.


Os Parceiros do Detetive

Ler registros SMF diretamente não é uma tarefa comum. Em ambientes corporativos, diversas ferramentas interpretam esses dados e os apresentam em gráficos e relatórios.

Entre elas:

  • IBM OMEGAMON

  • RMF

  • CICS Performance Analyzer

  • MXG

  • SAS

  • IntelliMagic

  • MainView

  • SYSVIEW

Elas transformam milhões de registros em informações compreensíveis.


Como um Programador COBOL Pode Usar o SMF?

Muitos pensam:

"Mas eu sou apenas desenvolvedor."

Grande erro.

Um excelente programador aprende muito observando o comportamento das aplicações em produção.

Imagine que seu programa executa:

EXEC SQL
   SELECT ...
END-EXEC

Você acredita que ele seja eficiente.

Mas o SMF mostra:

  • tempo de CPU baixo

  • espera enorme no Db2

  • milhares de leituras

  • resposta acima do esperado

A conclusão muda completamente.

O problema não estava no COBOL.

Estava no acesso aos dados.

Essa percepção transforma um programador comum em um desenvolvedor capaz de dialogar com DBAs, especialistas em performance e arquitetos de sistemas.


Passo a Passo para Entender um Problema Usando SMF

Sempre que houver uma degradação de desempenho, siga um método de investigação:

Passo 1 – Identifique o horário

Quando o problema começou?

Foi às 09h? Às 14h? Durante o fechamento do dia?

Sem delimitar o período, a análise fica muito mais difícil.


Passo 2 – Consulte os registros

Verifique os registros SMF correspondentes ao intervalo.

Procure aumento de CPU, filas de espera, eventos de exceção e crescimento do volume de transações.


Passo 3 – Correlacione recursos

Analise:

  • CPU

  • Memória

  • Storage

  • Db2

  • VSAM

  • MQ

  • Rede

  • WLM

O gargalo pode estar fora do programa COBOL.


Passo 4 – Compare com dias anteriores

O comportamento mudou?

Ou sempre foi assim?

A comparação histórica costuma revelar tendências invisíveis em uma análise isolada.


Passo 5 – Aplique a correção

Depois de identificar a causa, ajuste índices, SQL, parâmetros do CICS, distribuição de carga ou capacidade do ambiente.

Em seguida, volte ao SMF e confirme se os indicadores realmente melhoraram.


Curiosidades que Pouca Gente Conhece

O SMF registra muito mais do que performance

Também existem registros relacionados a:

  • logons

  • auditoria

  • segurança

  • RACF

  • alterações de configuração

  • eventos do sistema

  • utilização de dispositivos

  • atividades de rede

O SMF é um dos pilares das auditorias em ambientes regulados.


Os datasets SMF podem ficar gigantescos

Em grandes bancos, seguradoras ou órgãos governamentais, milhões de registros são produzidos diariamente.

Por isso, políticas de descarte, arquivamento e processamento são indispensáveis.


O monitoramento precisa de equilíbrio

Habilitar todas as classes de monitoramento em todos os momentos gera uma quantidade enorme de dados e pode aumentar o custo operacional.

Por isso, administradores escolhem cuidadosamente quais informações coletar em cada ambiente.


Dicas de Ouro para o Iniciante

✔ Nunca conclua que "o COBOL está lento" antes de analisar os dados.

✔ Aprenda a diferença entre tempo de CPU e tempo de espera.

✔ Estude o SMF Tipo 110 em conjunto com o monitoramento do CICS.

✔ Familiarize-se com ferramentas como OMEGAMON e RMF.

✔ Observe tendências, não apenas eventos isolados.

✔ Entenda que um gargalo pode surgir da combinação de CPU, Db2, VSAM, MQ, rede e carga simultânea.

✔ O melhor analista não é quem faz suposições; é quem coleta evidências.


Easter Egg ☕

Nas antigas histórias de detetive, havia sempre um personagem discreto que parecia não participar da trama: o porteiro, o escrivão ou o arquivista. Quase ninguém prestava atenção nele... até o capítulo final, quando seus registros revelavam exatamente quem entrou, quem saiu e em que momento o crime aconteceu.

No universo do IBM Z, esse personagem silencioso é o SMF.

Enquanto programas COBOL executam cálculos, CICS atende milhões de transações e Db2 responde consultas, o SMF continua escrevendo, linha após linha, a verdadeira história do sistema.

Quando todos dizem "não sabemos o que aconteceu", ele responde silenciosamente:

"Eu sei. Eu estava observando o tempo todo."

E talvez essa seja a maior lição para quem está começando no mundo do Mainframe: os melhores profissionais não resolvem mistérios por sorte ou intuição. Eles aprendem a ler as evidências que o próprio sistema deixou para trás. No IBM Z, poucas fontes de conhecimento são tão valiosas quanto os registros SMF — o diário secreto que transforma milhões de eventos aparentemente desconexos em uma narrativa completa sobre desempenho, confiabilidade e a extraordinária engenharia que mantém o mundo funcionando todos os dias.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

Introdução ao SDSF

 

Bellacosa Mainframe introduz o SDSF

Introdução ao SDSF

Quando alguém começa a trabalhar no ambiente z/OS, rapidamente encontra uma ferramenta extremamente importante chamada:

SDSF

Ela é uma das interfaces mais usadas no dia a dia do mainframe.

Praticamente todo operador, programador COBOL, analista de produção ou administrador z/OS utiliza SDSF constantemente.


O que significa SDSF?

SDSF significa:

Spool Display and Search Facility

Em português:

Facilidades de Visualização e Pesquisa do Spool


Definição simples

O SDSF é uma ferramenta do z/OS usada para:

  • monitorar JOBs;

  • visualizar spool;

  • acompanhar execução batch;

  • consultar SYSOUT;

  • administrar tarefas do sistema.


Uma analogia fácil

Imagine um aeroporto.

O JES2 seria:

a torre de controle.

O SDSF seria:

o painel onde os operadores acompanham todos os voos em tempo real.


O que o SDSF monitora?

Ele mostra:

  • JOBs ativos;

  • JOBs finalizados;

  • spool;

  • logs;

  • tarefas do sistema;

  • started tasks;

  • mensagens do JES2.


O que é spool?

Spool é a área onde ficam:

  • relatórios;

  • SYSOUT;

  • mensagens;

  • logs batch.

O SDSF é a principal interface para visualizar isso.


Como acessar o SDSF?

Normalmente pelo:

ISPF

Ou digitando:

SDSF

na linha de comando TSO.


O que aparece ao abrir?

O SDSF possui vários painéis.

Os mais famosos são:

  • ST

  • DA

  • I

  • O

  • H

  • LOG


Painel ST

Status

Mostra:

  • JOBs;

  • started tasks;

  • tarefas ativas.


Exemplo

COMMAND INPUT ===>
NP JOBNAME  JobID    Owner    Status

Painel DA

Display Active

Mostra:

  • tarefas em execução;

  • uso ativo do sistema.


Painel I

Input Queue

Mostra JOBs aguardando execução.


Painel O

Output Queue

Mostra saídas SYSOUT.


Painel H

Held Output

JOBs ou outputs em HOLD.


Painel LOG

Mostra logs do sistema.

Muito usado por operadores.


O que é um JOB?

JOB é um processamento batch.

Exemplos:

  • fechamento bancário;

  • folha salarial;

  • backups;

  • relatórios.


Como visualizar um JOB?

No painel ST:

  1. localizar JOB;

  2. colocar:

?

ou:

S
  1. pressionar ENTER.


O que aparece?

  • JESMSGLG;

  • JESJCL;

  • JESYSMSG;

  • SYSOUT;

  • relatórios;

  • logs COBOL.


Arquivos famosos dentro do spool


JESJCL

Mostra JCL interpretado.


JESMSGLG

Log do JES2.


JESYSMSG

Mensagens do sistema.


SYSOUT

Saída da aplicação.


Como cancelar JOB?

Comandos no SDSF:

C

Como colocar HOLD?

H

Como liberar JOB?

A

Como apagar spool?

P

ou:

PURGE

O SDSF é apenas visualização?

Não.

Dependendo da autorização RACF, ele permite:

  • controlar JOBs;

  • cancelar tarefas;

  • liberar spool;

  • administrar sistema.


O SDSF usa JES2?

Sim.

O SDSF é uma interface que conversa com:

  • JES2;

  • JES3;

  • z/OS.


O SDSF substitui o JES2?

Não.


JES2

Gerencia JOBs.


SDSF

Monitora e controla via interface.


Como o SDSF aparece no dia a dia?

Praticamente em tudo:

  • COBOL;

  • batch;

  • produção;

  • operações;

  • automação;

  • suporte.


Exemplo prático

Fluxo simples:

SUBMIT JOB
     ↓
JES2 recebe
     ↓
JOB executa
     ↓
SDSF monitora
     ↓
Usuário visualiza SYSOUT

O que é SYSOUT?

Saída gerada pelo JOB:

  • relatórios;

  • mensagens;

  • resultados.


O que é STC?

Started Task.

Tarefas permanentes do sistema:

  • CICS;

  • DB2;

  • VTAM;

  • JES2.


O SDSF mostra uso do sistema?

Sim.

Dependendo do ambiente:

  • CPU;

  • memória;

  • iniciadores;

  • spool;

  • workload.


O que é OWNER?

Dono do JOB.


O que é JOBID?

Identificador único do JOB.

Exemplo:

JOB12345

Curiosidades incríveis

1. Operadores passam horas no SDSF

É uma das telas mais usadas do z/OS.


2. O SDSF virou padrão operacional do mainframe


3. Grandes bancos monitoram milhares de JOBs simultaneamente


4. Muitos incidentes críticos são analisados via SDSF


Erros comuns de iniciantes


1. Confundir SDSF com JES2

SDSF = interface
JES2 = subsistema batch


2. Apagar spool sem cuidado

Isso pode remover logs importantes.


3. Não entender classes e status

Muito importante para operações.


4. Pensar que SDSF serve apenas para visualizar JOB

Ele também administra tarefas.


Dicas importantes

Aprenda primeiro:

  • ST;

  • DA;

  • O;

  • LOG.


Aprenda comandos básicos:

  • S;

  • ?;

  • C;

  • H;

  • P.


Leia JESMSGLG sempre

Ajuda muito no troubleshooting.


Como o SDSF ajuda programadores COBOL?

Permite:

  • ver ABENDs;

  • analisar SYSOUT;

  • validar execução batch;

  • consultar RC.


O que é RC?

Return Code

Código de retorno do JOB.

Exemplo:

CC 0000

Indica sucesso.


Por que aprender SDSF?

Porque ele é:

uma das ferramentas mais importantes do z/OS.

Quem domina SDSF entende:

  • batch;

  • spool;

  • JOBs;

  • troubleshooting;

  • operações mainframe.


Resumo rápido

ConceitoSignificado
SDSFMonitor de spool/JOBs
STStatus
DAActive tasks
OOutput
HHeld output
SYSOUTSaída do JOB
JOBIDIdentificação do JOB
RCReturn Code

Conclusão

O SDSF é uma das ferramentas centrais do ambiente mainframe IBM Z.

Ele permite monitorar, visualizar e administrar JOBs, spool e tarefas do sistema em tempo real, sendo essencial para operações, desenvolvimento COBOL e administração do z/OS.


Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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