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sexta-feira, 3 de julho de 2009

🔷 RUNSTATS no DB2: Mantendo Estatísticas Sempre Frescas

 

Bellacosa Mainframe apresenta IBM Mainframe DB2 Runstats

🔷 RUNSTATS no DB2: Mantendo Estatísticas Sempre Frescas

No DB2 para IBM z/OS, RUNSTATS é a ferramenta que mantém o otimizador de consultas informado sobre os dados. Sem estatísticas precisas, o DB2 não consegue criar planos de execução eficientes, e suas queries podem ficar lentas ou pesadas.


🕰️ História e Origem

  • Nos anos 80, com bancos de dados relacionais massivos da IBM, surgiu a necessidade de coletar informações sobre o volume e distribuição dos dados.

  • O DB2 precisava de uma forma de “aprender” sobre tabelas e índices:

    • Quantas linhas existem

    • Quantas páginas são ocupadas

    • Distribuição dos valores em colunas

  • Assim nasceu o RUNSTATS, permitindo que o otimizador de consultas escolha o melhor caminho de acesso.

Pense no RUNSTATS como alimentar o cérebro do DB2 para que ele saiba onde estão os dados e como acessá-los mais rápido.


⚙️ O que o RUNSTATS faz?

O RUNSTATS coleta estatísticas sobre tabelas e índices, incluindo:

  1. Número de linhas

  2. Número de páginas (clusters e extent)

  3. Distribuição de valores em colunas (histogramas)

  4. Número de valores distintos

  5. Estatísticas de índice

Essas informações são usadas pelo otimizador DB2 para criar o plano de execução mais eficiente para SELECTs, JOINs e outras operações.


🔹 Sintaxe básica

RUNSTATS TABLESPACE nome_tabela TABLE(nome_tabela) AND INDEXES ALL;
  • TABLE(nome_tabela) → a tabela alvo

  • INDEXES ALL → coleta estatísticas de todos os índices da tabela

  • Pode ser executado em batch ou online, dependendo da criticalidade


🔹 Opções comuns

  • ON ALL COLUMNS → coleta histograma de todas as colunas

  • ON COLUMNS (col1, col2) → coleta histograma apenas de colunas importantes

  • WITH DISTRIBUTION ON → útil para colunas usadas em joins ou WHERE


💡 Dicas Bellacosa

  1. Rodar periodicamente → especialmente depois de grandes INSERTs/UPDATEs/DELETEs

  2. Priorizar colunas usadas em WHERE/JOIN → reduz custo de coleta de estatísticas

  3. Evite RUNSTATS durante pico de produção → pode causar I/O extra

  4. Use COPY + RUNSTATS em DB2 online → mantém performance sem travar aplicações

  5. Sempre verifique os planos de execução → o RUNSTATS influencia diretamente o EXPLAIN PLAN.


🔍 Curiosidades e Easter Eggs

  • O RUNSTATS não altera dados, apenas coleta informações.

  • Alguns DBAs brincam que “RUNSTATS é como fazer checkup anual no seu banco de dados” — sem ele, você dirige no escuro.

  • Se você fizer uma reorganização (REORG) e não rodar RUNSTATS, DB2 pode subestimar ou superestimar linhas → queries lentas.


📈 Impacto na Performance

  • Consultas mais rápidas → otimizador tem informações precisas

  • JOINs e filtros eficientes → DB2 escolhe índices corretos

  • Sem RUNSTATS → DB2 pode fazer table scan em vez de index scan, desperdiçando CPU e I/O

  • Em ambientes grandes (milhões de linhas), RUNSTATS planejado e incremental é crucial


🧪 Exemplo prático

Suponha que você tenha a tabela ORDERS no DB2 z/OS:

RUNSTATS TABLESPACE ORDSPACE TABLE(ORDERS) ON ALL COLUMNS AND INDEXES ALL;
  • DB2 coleta estatísticas de todas as colunas da tabela e de todos os índices.

  • Agora, quando você rodar:

SELECT CUSTOMERID, COUNT(*) FROM ORDERS WHERE ORDERDATE BETWEEN '2025-01-01' AND '2025-12-31' GROUP BY CUSTOMERID;
  • O otimizador usará estatísticas precisas para escolher o melhor índice e evitar full table scan.


🔑 Resumo Bellacosa

ConceitoDetalhe
O que éComando para coletar estatísticas sobre tabelas e índices
SintaxeRUNSTATS TABLESPACE ... TABLE(...) AND INDEXES ALL
Quando usarApós grandes mudanças nos dados, ou periodicamente
ImpactoMelhora planos de execução e performance de queries
Dicas BellacosaPriorize colunas usadas em WHERE/JOIN, evite horários de pico, combine com REORG

💡 Easter Egg:

Mesmo que você tenha todos os índices perfeitos, DB2 sem RUNSTATS é como ter mapas sem GPS — o otimizador pode escolher caminhos ruins e atrasar seu batch.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

⚔️ Quando o Mundo Colidiu: Terços Espanhóis vs Samurais (1582)

 

Bellacosa Mainframe apresenta a batalha dos terços espanhois versus o samurais do periodo sengoku

⚔️ Quando o Mundo Colidiu: Terços Espanhóis vs Samurais (1582)

Uma lição de sistemas, disciplina e cultura — muito antes do mainframe existir

Se você acha que globalização começou com a internet, APIs ou cloud híbrida, sinto informar: em 1582 o mundo já rodava integrado, só que em modo batch marítimo, com latência de meses e documentação escrita à pena.

E foi nesse cenário que aconteceu algo que parece roteiro de anime histórico:
👉 soldados dos Terços espanhóis enfrentando guerreiros samurais no Japão feudal.

Não é lenda. Não é fanfic. É história.


🌍 O mundo antes do “isolamento japonês”

O Japão do século XVI estava longe de ser um sistema fechado. Durante o Período Sengoku, o país vivia guerras internas constantes, com senhores feudais (daimyōs) disputando poder como se fossem LPARs concorrentes pelo mesmo hardware.

Enquanto isso:

  • Portugueses já haviam chegado ao Japão (1543)

  • Jesuítas circulavam livremente

  • Armas de fogo europeias eram fabricadas localmente

  • Espanhóis dominavam as Filipinas

Ou seja: o Japão estava conectado ao mundo, testando novas “features” militares.


🛡️ Terços Espanhóis: o sistema mais estável da época

Os Terços eram a elite militar da Europa. Eles dominaram campos de batalha por mais de um século graças a algo simples e poderoso:

👉 integração de componentes.

  • Piqueiros protegiam arcabuzeiros

  • Arcabuzeiros davam suporte de fogo

  • Disciplina rígida

  • Cadeia de comando clara

  • Treinamento contínuo

No mundo mainframe?

Os Terços eram um Sysplex humano: cada unidade falhava pouco, mas o conjunto era quase imbatível.

Eles não dependiam de heróis individuais.
Dependiam do processo.


⚔️ Samurais: excelência individual e adaptação rápida

O samurai real — não o romantizado — era um profissional da guerra:

  • Mestre em katana, arco e lança

  • Usuário experiente de armas de fogo (tanegashima)

  • Treinado desde jovem

  • Guiado por códigos de honra, mas também por pragmatismo

O Japão adotou armas de fogo mais rápido que muitos países europeus.
Sim, isso quebra vários mitos de anime.

No paralelo tecnológico:

O samurai era o engenheiro sênior raiz: domina tudo, resolve no braço, mas brilha mesmo quando bem integrado ao time.


💥 O confronto de 1582: menos Hollywood, mais realidade

O encontro entre Terços (ou soldados ibéricos ligados às Filipinas) e samurais ocorreu em um contexto de tensões locais, missões diplomáticas e confrontos armados pontuais.

Não foi uma batalha campal épica.
Foi um choque real de doutrinas militares.

Relatos da época mostram:

  • Europeus impressionados com a ferocidade e técnica japonesa

  • Japoneses atentos à eficiência das formações europeias

  • Ambos entendendo que o inimigo não era “atrasado”

Resultado?
👉 Aprendizado mútuo, não aniquilação.


🧠 O que esse episódio ensinou ao mundo

Esse encontro ajudou a moldar decisões importantes:

  • O Japão aperfeiçoou o uso de armas de fogo

  • A disciplina coletiva ganhou mais valor

  • Mais tarde, o xogunato Tokugawa restringiria armas não por ignorância, mas por controle social

Ou seja:

Às vezes você não elimina a tecnologia — você a governa.

Soa familiar, mainframer?


🥚 Easter eggs históricos (porque todo bom sistema tem)

  • Samurais usavam arcabuzes em larga escala

  • O Japão produzia armas com qualidade europeia

  • Terços só perderam protagonismo no século XVII

  • Animes como Drifters e Samurai Champloo exploram esse choque cultural

  • Parece isekai? Mas é documentação histórica


🧩 A lição final (para quem vive entre COBOL e anime)

O confronto entre Terços e samurais deixa um recado claro:

O futuro não pertence ao mais forte, nem ao mais honrado.
Pertence a quem integra tradição com inovação.

No nosso mundo:

  • COBOL + APIs

  • Mainframe + Cloud

  • Cultura antiga + tecnologia nova

Exatamente como em 1582.


☕ Comentário final estilo El Jefe

Enquanto muita gente ainda discute se o mainframe “vai acabar”, vale lembrar:
os sistemas que sobrevivem são aqueles que se adaptam sem perder identidade.

Os Terços caíram.
Os samurais mudaram.
O Japão se transformou.

E o mainframe?
Segue firme, silencioso, processando o mundo.

END-OF-JOB
RC=0

quarta-feira, 1 de julho de 2009

🛡️ SMP/E e Segurança: Quando manutenção vira proteção (ou vulnerabilidade)

 

Bellacosa Mainframe apresenta IBM SMP/E

🛡️ SMP/E e Segurança

Quando manutenção vira proteção (ou vulnerabilidade)

“No mainframe, segurança não começa no RACF.
Começa no SMP/E.”


🧠 Por que SMP/E é parte da segurança?

SMP/E controla o que entra no sistema operacional.

Quem controla:

  • Código

  • Versões

  • Dependências

  • Histórico

…controla superfície de ataque.

👉 Um PTF não aplicado é uma brecha.
👉 Um PTF mal aplicado é um risco maior ainda.


🔓 O maior mito

“Segurança é só RACF, ACF2 ou TopSecret.”

✅ Verdade:

  • RACF protege acesso

  • SMP/E protege integridade do código

📌 Sem SMP/E bem gerenciado:

  • Módulos vulneráveis continuam rodando

  • Correções críticas não entram

  • Auditoria reprova


🚨 PTF de segurança: prioridade máxima

A IBM libera PTFs que:

  • Corrigem falhas exploráveis

  • Atendem compliance (PCI, SOX, LGPD)

  • Eliminam vetores de ataque

Esses PTFs geralmente vêm com:

  • ++HOLD(SECURITY)

  • Texto explicativo detalhado

👉 Não aplicar é decisão de risco.


🔍 ++HOLD(SECURITY): leia com atenção

O que significa?

++HOLD(SECURITY)

Indica:

  • Impacto direto em segurança

  • Mudança de comportamento

  • Possível quebra de compatibilidade

📌 Normalmente envolve:

  • Autorização

  • Criptografia

  • Controle de acesso

  • SMF / auditoria


Dica Bellacosa

Ignore um HOLD de segurança e o auditor vai encontrar.


🔥 ++ERROR e segurança

Um ++ERROR em PTF de segurança é crítico:

  • Pode corrigir parcialmente a falha

  • Pode introduzir outro risco

  • Pode exigir mitigação adicional

👉 Decisão nunca é automática.

📌 Boas ações:

  • Ler APAR

  • Avaliar CVE

  • Consultar IBM

  • Planejar superseding PTF


🔐 Controle de acesso ao SMP/E

Quem deve ter acesso?

  • System Programmers

  • Pouquíssimas pessoas

  • Com segregação clara

📌 Proteger:

  • CSI datasets

  • SMP/E libraries

  • JCL de manutenção


Boas práticas de RACF

  • UACC=NONE

  • Acesso mínimo necessário

  • LOG de alterações

  • Perfis específicos para SMP/E

👉 Quem mexe no SMP/E mexe no sistema inteiro.


🧾 Auditoria e compliance

Auditores adoram perguntar:

  • Quais PTFs estão aplicados?

  • Quando?

  • Por quem?

  • Por quê?

👉 SMP/E responde tudo isso.

📌 CSI é prova documental.


🧪 APPLY CHECK como ferramenta de segurança

APPLY CHECK ajuda a:

  • Identificar impacto

  • Prever conflitos

  • Avaliar risco antes da mudança

💡 Dica Bellacosa:

“APPLY CHECK é auditoria preventiva.”


🔄 Manutenção atrasada = risco ativo

  • PTF antigo = CVE ativo

  • Função obsoleta = ataque conhecido

  • Versão desatualizada = não conformidade

👉 Segurança também é disciplina de manutenção.


🧠 Caso real (estilo Bellacosa)

Falha crítica corrigida por PTF
PTF não aplicado por medo de IPL
Exploração acontece
Auditor pergunta: “Por quê?”

📌 Resposta errada:

“Porque sempre funcionou assim.”


🎓 Como aprender SMP/E focado em segurança

  • Ler PTFs de segurança

  • Analisar HOLDS

  • Estudar CVEs

  • Participar de workshops

  • Integrar SMP/E com gestão de risco


🧠 Curiosidades Bellacosa

  • SMP/E já fazia secure supply chain antes do termo existir

  • Código assinado é inútil se não for aplicado

  • Auditor confia mais no CSI do que em planilha


🧾 Comentário final – SMP/E e Segurança

Segurança não é só impedir acesso.
É garantir que o código certo esteja rodando.

E isso…
👉 é trabalho do SMP/E.

🛡️💾🔥


quinta-feira, 4 de junho de 2009

🎮 Isekai List 2009

 

Bellacosa Mainframe apresenta a lista de isekai 2009

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

2009 — O Ano em que o Isekai Estava Reinicializando o Gênero

Se 2010 foi o "boot" e 2012 a grande explosão, 2009 foi o último ano da era clássica dos isekais.

Naquele momento, ninguém imaginava que poucos anos depois o gênero dominaria completamente a indústria. Ainda predominavam histórias de fantasia misturadas com ficção científica, universos paralelos, dimensões alternativas e viagens entre mundos. O conceito moderno de "reencarnar após morrer e ganhar uma habilidade absurda" ainda praticamente não existia.

Era uma época em que os roteiristas ainda experimentavam diferentes formas de transportar personagens para outros mundos. Muitos desses animes hoje são considerados "proto-isekais": ajudaram a construir a base narrativa que, anos depois, seria refinada por obras como Sword Art Online, Overlord, Re:Zero e Mushoku Tensei.

Vamos fazer uma viagem até 2009, quando o servidor do gênero ainda rodava em modo de testes.



Os Isekais de 2009

1. Asura Cryin'

Título original: アスラクライン (Asura Cryin')

Episódios: 26 (13 + 13) (Wikipedia)

Resumo

Tomoharu Natsume vive uma vida aparentemente normal, mas é constantemente acompanhado pelo fantasma de sua amiga de infância, Misao. Após receber uma misteriosa mala, ele descobre uma organização secreta, armas sobrenaturais chamadas Asura Machina e diversos mundos coexistindo em diferentes dimensões.

Embora não seja um isekai tradicional, grande parte da trama envolve universos paralelos, mudanças de realidade e linhas temporais alternativas.

Principais personagens

  • Tomoharu Natsume

  • Misao Minakami

  • Kanade Takatsuki

  • Shuri Kurosaki

  • Hiwako Torishima

O que o torna diferente?

Mistura:

  • mechas

  • magia

  • ciência

  • universos paralelos

  • realidades alternativas

É quase um laboratório de ideias que mais tarde seriam reaproveitadas por diversos isekais.

Easter Eggs

☕ O nome Asura Machina lembra a expressão "Deus Ex Machina", mas aqui a máquina literalmente altera o destino.

☕ Existem diversas linhas temporais escondidas que só fazem sentido quando o espectador reassiste ao anime.

☕ A segunda temporada continua exatamente da numeração da primeira (episódio 14), reforçando que a história é única. (Wikipedia)


Menções Honrosas (Isekai Adjacentes)

Embora 2009 tenha sido um ano relativamente fraco em quantidade de isekais puros, algumas obras exploraram conceitos muito próximos do gênero.

Guin Saga

Título original: グイン・サーガ

Episódios: 26

Embora seja uma fantasia épica tradicional, muitos fãs consideram que sua estrutura influenciou diversos autores de isekai posteriores.

Personagens

  • Guin

  • Rinda

  • Remus

Curiosidade

Baseado em uma das maiores séries literárias japonesas de fantasia, com mais de 130 volumes.


Queen's Blade: Gyokuza wo Tsugu Mono

Apesar de não ser um isekai, ajudou a popularizar o estilo medieval fantástico repleto de classes, guerreiros e monstros que depois seria praticamente obrigatório no gênero.


07-Ghost

Misturava religião, fantasia e um universo completamente separado da Terra.

Também não é oficialmente um isekai, mas muitos elementos inspirariam futuras obras.


O que aconteceu em 2009?

Foi um ano curioso.

Enquanto Hollywood apostava em super-heróis, o Japão experimentava novas formas de fantasia.

Os autores ainda não tinham encontrado a "receita perfeita".

As histórias exploravam:

  • dimensões alternativas;

  • mundos paralelos;

  • viagens temporais;

  • magia misturada com tecnologia;

  • realidade virtual.

Ainda não existia:

  • caminhão-kun;

  • reencarnação automática;

  • sistemas de RPG;

  • telas de status;

  • protagonista overpower desde o primeiro episódio;

  • guildas padronizadas.

Esses elementos só seriam consolidados alguns anos depois.


Curiosidades

📀 Em 2009 a maioria dos isekais ainda vinha de light novels experimentais, e não de web novels.

🎮 O sucesso dos JRPGs como Tales, Ys e Final Fantasy ainda influenciava fortemente o visual dos mundos fantásticos.

📚 Os autores escreviam pensando mais em aventuras e mistério do que em progressão de níveis.

⚔️ O conceito de "party de aventureiros" ainda aparecia com pouca frequência.


O que fez 2009 ser importante?

O ano de 2009 foi uma espécie de ambiente de homologação do gênero.

Os programadores do roteiro ainda compilavam diferentes algoritmos narrativos:

Fantasia
      +
Universo Paralelo
      +
Magia
      +
Tecnologia
      +
Mistério

Compilação...

Resultado:

Build concluída.

Aguardando 2010...

Foi justamente essa fase experimental que preparou o terreno para a transformação que aconteceria nos anos seguintes. Sem essas tentativas, dificilmente o gênero teria alcançado a identidade que o tornou um dos maiores fenômenos da animação japonesa.


☕ Conclusão — Um Café no Bellacosa Mainframe

Se 2009 fosse um sistema IBM Mainframe, ele estaria executando um ambiente de desenvolvimento (DEV).

Os programas ainda estavam sendo compilados.

Os módulos eram testados.

Os bugs apareciam.

As ideias eram refinadas.

Ainda não existia o "framework oficial" do isekai moderno, mas as instruções fundamentais já estavam sendo escritas.

Foi nesse ano que muitos conceitos de múltiplos mundos, realidades paralelas e aventuras fantásticas começaram a convergir para aquilo que, pouco tempo depois, se tornaria um dos gêneros mais populares da história dos animes.

Para quem gosta de explorar as origens do isekai, 2009 representa um verdadeiro dump de memória: um registro precioso de quando o gênero ainda estava sendo montado linha por linha, como um programa COBOL aguardando o primeiro SUBMIT no JCL antes de entrar em produção.

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Portal Isekai — A Linha do Tempo dos Mundos Paralelos

Atravesse o portal e explore os animes isekai lançados entre 2009 e 2025. Cada grimório anual reúne títulos, personagens, episódios, curiosidades, referências e mundos que mudaram o gênero.

17 anos catalogados
2009–2025 linha do tempo
1 portal dimensional

A grande biblioteca dos animes isekai

Um portal se abriu dentro do Bellacosa Mainframe. Do outro lado, aventureiros reencarnados, heróis convocados, jogadores presos em mundos virtuais, magos, demônios, fazendeiros, cozinheiros e administradores de reinos aguardam sua próxima missão.

Este índice organiza os artigos anuais da série Isekai List, começando em 2009 e avançando até 2025. Use a busca para localizar um ano, escolha a ordem cronológica ou abra cada artigo diretamente em uma nova aba. Também é possível visualizar o conteúdo dentro do próprio portal.

🧭 Console de Navegação Dimensional

17 grimórios encontrados.

Arquivo recuperado do mainframe

Grimórios Isekai por Ano

Sistema online
2025
Nova geração

Isekai List 2025

O ano em que o isekai começou a experimentar novos algoritmos, misturando fórmulas clássicas, continuações e novas variações.

2024
Expansão dimensional

Isekai List 2024

Um ciclo carregado de continuações, novos sistemas mágicos, protagonistas improváveis e múltiplas atualizações de firmware.

2023
Diversificação

Isekai List 2023

Fantasia, culinária, agricultura, aventura e slow life dividem espaço em um dos anos mais variados do gênero.

2022
Firmware atualizado

Isekai List 2022

Novas temporadas, adaptações aguardadas e mundos paralelos operando com sistemas cada vez mais especializados.

2021
Reinos conectados

Isekai List 2021

Heróis, vilões, estrategistas e habitantes de outros mundos disputam espaço em uma temporada de forte produção.

2020
Produção intensiva

Isekai List 2020

O gênero domina o horário de produção e se transforma em uma das principais forças da indústria de anime.

2019
Linha de montagem

Isekai 2019

A indústria amplia o catálogo e transforma mundos paralelos em uma linha constante de lançamentos e adaptações.

2018
Produção em massa

Isekai List 2018

O gênero entra definitivamente em produção em massa, multiplicando mundos, heróis e sistemas de habilidades.

2017
Industrialização

Isekai List 2017

O isekai vira linha de produção, recebe novas fórmulas narrativas e conquista uma audiência cada vez maior.

2016
Reinicialização

Isekai List 2016

Um ano decisivo, marcado por obras que reiniciaram o sistema operacional do gênero e redefiniram suas possibilidades.

2015
Ascensão imperial

Isekai List 2015

O isekai deixa de ser apenas um nicho, amplia seu público e começa a construir um verdadeiro império comercial.

2014
Permanência no outro mundo

Isekai List 2014

Os protagonistas descobrem que voltar para casa nem sempre é o objetivo principal de uma aventura em outro mundo.

2013
Nova identidade

Isekai List 2013

O gênero encontra uma identidade moderna e começa a estabelecer elementos que dominariam a década seguinte.

2012
Grande reinicialização

Isekai List 2012

O ano em que mundos virtuais, light novels e comunidades online ajudaram a reiniciar a indústria dos animes.

2011
Compilando o futuro

Isekai List 2011

Um período de transição em que os elementos do isekai moderno começam a ser compilados dentro da indústria.

2010
Pré-explosão

Isekai List 2010

Antes da grande explosão comercial, o gênero reiniciava silenciosamente seus códigos narrativos fundamentais.

2009
Código ancestral

Isekai List 2009

O começo desta linha do tempo: um gênero ainda em reinicialização, preparando terreno para sua evolução.

Janela dimensional

🌀 Visualizador de Artigos

Escolha “Ver no portal” em qualquer ano para carregar o artigo.

Portal em modo de espera Selecione um ano para iniciar a transferência.

O que você encontra neste índice de animes isekai?

Animes por ano

Uma organização cronológica dos lançamentos e continuações mais relevantes entre 2009 e 2025.

Histórias e personagens

Resumos, protagonistas, companheiros, vilões, sistemas mágicos e elementos marcantes de cada produção.

Curiosidades e easter eggs

Referências escondidas, relações com light novels, mangás, RPGs, jogos e outras obras da cultura japonesa.

Estilo Bellacosa

Uma viagem descontraída pelos mundos paralelos, misturando anime, nostalgia, tecnologia e o bom humor do mainframe.

Um Café no Bellacosa Mainframe
Onde cada anime é um programa e cada mundo paralelo é uma nova LPAR.

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Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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