☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
Gostou do conteúdo? Ajude a manter o café quente, o COBOL compilando e o mainframe acordado. 😄
☕ Pague um café ao Bellacosa

Translate

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

SP 360 - Viagem em destino a Itatiba

Bellacosa Mainframe e o retorno a itatiba pela sp 360

🌄 SP-360 — Viagem em Destino a Itatiba

Deixando Morungaba para trás, entre antenas gigantes, velhas fazendas, doces de tacho e as sombras do entardecer

Era hora de voltar para casa.

Depois de um dia inteiro passeando por Morungaba, entramos novamente na SP-360 — Rodovia Engenheiro Constâncio Cintra, agora em direção a Itatiba.

Mas aquela não havia sido apenas mais uma voltinha pelo interior.

Durante o dia passamos pelas antigas instalações da Embratel, onde gigantescas antenas parabólicas dominavam a paisagem. Para quem gosta de tecnologia, era impossível não olhar para aquelas estruturas e imaginar quantas comunicações passaram por ali em uma época na qual falar com alguém do outro lado do mundo era uma operação muito mais complicada do que retirar um smartphone do bolso.

Depois vieram as paisagens de Morungaba.



Passamos pelo rio, pelas antigas fazendas e por aqueles caminhos onde o interior paulista ainda deixa escapar pedaços de sua história.

E, naturalmente, não poderíamos terminar o passeio sem uma parada para os doces.

Na tradicional Doceria David, encontramos outro tipo de tecnologia — uma tecnologia muito mais antiga.

Doces da fazenda preparados em tachos de cobre, seguindo receitas transmitidas através das gerações. Sabores que parecem pertencer a uma época distante, quando ninguém falava em MasterChef, doces gourmet ou fotografava sobremesas para colocar no Instagram.

Ali não havia necessidade de inventar moda.

Havia açúcar, frutas, leite, fogo, paciência e memória.

Depois dessa viagem gastronômica pelo passado, voltamos para a estrada.

A SP-360 seguia entre montes e picos enquanto o sol começava a desaparecer no horizonte.

As árvores projetavam longas sombras sobre a paisagem, quase dançando enquanto o carro avançava.

Morungaba lentamente ficava para trás.

Itatiba estava logo adiante.

E assim terminava mais um daqueles dias aparentemente comuns que, dez anos depois, descobrimos que eram justamente os dias que valia a pena guardar.

Destino: casa.




-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Retorno a casa com um belo por de sol.


Terminamos nossa visita a Morungaba e o rio Jaguary era de retornar, realmente a SP 360 eh show... a cada momento um jogo de luz provoca sombras impressionantes combinado com a paisagem, são diversos montes e picos, tornando a viagem um show.


A sombra cai sob dia que se encerra e as árvores ficam com sombras dançantes.

Rio Jaguary em Morungaba

Formiguinha e o rio

O Rio Jaguary fica a 300 metros depois da EMBRATEL sendo possível avistar a ponte, estrada de terra, cheia de cerca margeiam o rio, porem em alguns pontos possuem aberturas onde se pode apreciar o rio.


Depois de vermos as antenas Jedi (segundo o formiguinha), avançamos em direçao ao rio Jaguary que devido as constantes chuvas esta bem cheio escondendo as pedras. A rapaziada aproveitou o dia quente e mergulhou de cabeça nas aguas.

O formiguinha se divertiu vendo as pessoas nadando nas aguas barrentas do rio, sempre questionando se a agua estava suja.

Estaçao de Satelites de Morungaba


Fundada em 1986, entre as montanhas da pequena cidade do interior paulista, local ideal, protegido de interferências eletromagnéticas, nascia a estação da Embratel. São Paulo como principal gerador de tráfego internacional do país, necessitava de um teleporto mais próximo, logo após sua fundação a estação ficou responsável por aproximadamente 40% do tráfego de todo país.

Por muitos anos a estação da Embratel, foi o orgulho para os moradores da pequena Morungaba.
Em 1998 Dezembro de 2003, encerrou suas atividades, pois cabos de fibra-óptica submarina, se tornavam populares, e aos poucos foram se tornando, alternativas mais rápidas e confiáveis para transmissão de sinais em longas distâncias.


Em contra partida, os sistemas de satélites sofriam, altos custos operacionais e condições adversas de clima como, ruído solar da cintilação ionosférica sem contar o delay (atraso), gerado em uma transmissão via satélite, esses motivos e outros foram levados em conta para permanente desativação desta estação.

E o nosso formiguinha ficou louquinho falando que aqui era a base Jedi do Star Wars


SP 360 - Estrada dos Bambus

Bellacosa Mainframe percorrendo a SP 360 e sua caverna de Bambus

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

🎋 A estrada que atravessou minha vida

A SP-360 nunca foi apenas uma estrada para mim.

Quando olho para ela hoje, percebo que seus quilômetros acabaram costurando diferentes capítulos da minha própria biografia. Mudaram os anos, mudaram as pessoas, mudaram os carros, mudaram os motivos da viagem. Mas a estrada continuou ali.

Entre 1993 e 1996, atravessar aqueles caminhos estava associado a Cristiani, a Cris. Amparo era o destino.

Anos depois, entre 1999 e 2002, a paisagem voltou a aparecer pela janela. Dessa vez havia outra história sendo escrita e outro nome associado à viagem: Giovana.

Dois tempos.

Duas garotas.

A mesma estrada.

A mesma cidade: Amparo.

Talvez seja justamente isso que transforme certas rodovias em algo muito maior do que uma sequência de quilômetros, curvas, pontes e placas. Algumas estradas acabam funcionando como linhas do tempo. Basta passar novamente por determinado lugar para alguma memória que parecia arquivada reaparecer.

Depois vieram outros caminhos. Passei muitos anos fora do Brasil e, quando retornei em 2013, voltei também a cruzar a SP-360.

Mas agora havia uma diferença importante: comecei a registrar esses pequenos momentos.

Uma estrada que antes guardava minhas lembranças começou também a aparecer nas fotografias e nos vídeos.

Foi assim que, em 2016, registrei um dos trechos mais bonitos dessa rota, próximo de Morungaba: os bambus crescendo dos dois lados da pista e encontrando-se sobre a rodovia, formando uma espécie de caverna vegetal.

Entrar naquele trecho é como atravessar um pequeno portal.

A luminosidade diminui. A paisagem muda. Por alguns segundos, deixamos de simplesmente dirigir por uma rodovia e passamos por dentro da vegetação.

Os bambus se curvam sobre os viajantes como se estivessem fazendo uma reverência.

Como se saudassem quem chega.



Não surpreende que o lugar desperte a atenção de viajantes e motociclistas. Existe ali algo que nenhuma obra planejada conseguiria reproduzir exatamente da mesma maneira: uma arquitetura construída lentamente pela própria natureza.

E talvez eu goste tanto daquele pequeno túnel justamente porque ele representa perfeitamente minha relação com a SP-360.

Passei por ela inúmeras vezes.

Às vezes apaixonado.

Às vezes indo encontrar alguém.

Às vezes voltando.

Décadas depois, apenas observando e registrando.

Cristiani pertence a um capítulo. Giovana pertence a outro. Muitas outras histórias aconteceram antes e depois delas.

Os bambus cresceram.

Eu envelheci.

Amparo continuou no mapa.

E a SP-360 permaneceu ligando todos esses pontos invisíveis.

Hoje, quando revejo aquele pequeno registro de 2016, já não vejo apenas uma curiosidade da estrada.

Vejo uma velha conhecida.

Uma estrada que me viu passar aos vinte e poucos anos e me recebeu novamente depois de uma vida atravessada por outros lugares.

E naquele pequeno trecho de Morungaba, os bambus continuam inclinados sobre o asfalto.

Talvez não estejam apenas formando um túnel.

Gosto de imaginar que estejam dizendo:

— Bem-vindo de volta, viajante.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Túnel vivo de Bambu


O trecho mais encantador da rodovia SP 360 e este ponto onde os bambus fazem um tunel dentro da estrada, são dois trechos, o primeiro com cerca de 10 metros e o segundo com 40 metros, tornando a estrada escura fazendo uma bela simbiose entre o asfalto e a natureza.


Quase chegando a Morungaba entramos no túnel,  A temperatura fica mais fresca a estrada escurece, tornando ainda mais bonito este trecho.



SP 360 - Rodovia Constancio Cintra


Bellacosa Mainframe e a rodovia constancio cintra

🚗 SP-360 — Pelas Curvas da Rodovia Constâncio Cintra

De Itatiba a Morungaba entre curvas, montanhas e paisagens

Existem estradas que servem apenas para chegar a algum lugar. E existem aquelas em que o próprio caminho faz parte da viagem. A SP-360, Rodovia Engenheiro Constâncio Cintra, especialmente no trecho entre Itatiba e Morungaba, pertence ao segundo grupo.

Naquele passeio de fevereiro de 2016, estávamos deixando Itatiba em direção a Morungaba com uma pequena missão: levar o Formiguinha para conhecer o Rio Jaguari e a estação de satélites da Embratel.

Mas antes mesmo de chegarmos ao destino, a estrada já proporcionava sua própria aventura.

A SP-360 havia recebido melhorias naquele período, com asfalto recapeado, nova sinalização e alguns trechos duplicados. Mesmo assim, continuava preservando uma de suas características mais marcantes: as curvas. Muitas curvas!



Conforme o carro avança, a paisagem urbana de Itatiba vai ficando para trás e começam a aparecer morros, vegetação, propriedades rurais e aquele horizonte característico do interior paulista. É uma estrada que convida a diminuir um pouco a velocidade e simplesmente observar o cenário.

Em determinados pontos, cada curva parece abrir uma nova janela para a paisagem.

E talvez seja justamente isso que transforme um passeio aparentemente simples em memória.

Naquele dia, Morungaba era o destino, mas o Rio Jaguari e as enormes antenas ainda estavam alguns quilômetros adiante. Antes deles havia a estrada, as conversas dentro do carro, a curiosidade do Formiguinha e uma câmera registrando um pequeno pedaço daquele momento.

Dez anos depois, o vídeo ganha outro significado.

Não registra apenas a SP-360 em 2016.

Registra uma tarde comum que, sem percebermos, acabou se transformando em história.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

As estrada cheia de curvas


SP 360 no trecho que liga Itatiba a Morunga, recentemente teve o asfalto recapeado, alguns trechos duplicados, nova sinalização, mas com curvas fantásticas e paisagem de sonho. Uma delicia trafegar por aqui.


Estamos saindo de Itatiba em direçao a Morungaba, onde vamos levar o formiguinha para conhecer o Rio Jaguary e a antena da Embratel.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A Arqueologia do Caos Infantil: Um Relato Bellacosa Mainframe Para o Século XXII

 


A Arqueologia do Caos Infantil:
Um Relato Bellacosa Mainframe Para o Século XXII

No século XXII, quando drones-escavadores, IA paleo-doméstica e arqueólogos com exoesqueleto vasculharem as antigas coordenadas da Rua Ultrecht, eles não farão ideia do que estão prestes a encontrar. Nos relatórios oficiais aparecerá algo como:

“Estrato C-22B — Depósito Ritualístico Lúdico.
Artefatos plásticos mutilados, rodas soltas, cabeças de bonecas e fragmentos de carrinhos.”

Eles vão achar que era algum tipo de culto.
E não estarão tão errados assim.

Mas, antes da escavação, antes do carbono-14 aplicado numa Barbie sem cabeça, antes da perplexidade dos doutores tentando entender por que diabos havia braços de Falcon misturados com rodas de rolimã, existe o contexto.
E o contexto é a sagrada liturgia dominical da Rua Ultrecht.



📜 A Feira de Domingo — A Eucaristia Paulistana

Domingo, sol na cara, pouca verba e muita felicidade.
Minha mãe puxando a velha máquina de macarrão caseiro — aquela de ferro, presa na quina da mesa — e preparando a massa como quem prepara o destino da semana. A missão era clara:

  1. Comprar tomates extra maduros (quase virando geleia, perfeitos pro molho).

  2. Comer pastel de feira (mordida com crocância e queimadura de óleo na língua).

  3. Beber caldo de cana (com ou sem limão, dependendo da coragem).

  4. Comprar um brinquedo vagabundo (que quebrava no caminho de volta, mas tudo bem).

E assim começava o ritual.



🚑 O Hospital de Brinquedos da Rua Ultrecht

Um dia, somando:

  • os carrinhos baratos da feira,

  • os presentes usados que ganhávamos de famílias vizinhas,

  • e nossa capacidade natural de destruir tudo em 48 horas…

…minha casa virou um pronto-socorro de brinquedos.

Carrinhos sem rodas.
Bonecas sem cabeça.
Falcons amputados.
Transformers que só “formavam” meia transformação.
Robôs que só acendiam um olho.
Armas de ray-gun enferrujadas que atiravam com imaginação.

Um caos doméstico organizado, um data center de sucatas infantis, um JES2 de brinquedos esperando encaminhamento.
Até que um dia…




☢️ Evento de Nível Crítico: Modo Faxina Hardcore Ativado

Quando minha mãe entrava no Modo Faxina Hardcore, nem o CICS segurava o commit.
A ordem era simples:

“TUDO QUEBRADO VAI EMBORA.”

Minha irmã e eu acionamos o protocolo padrão de emergência:

  • crianças chorando,

  • apelos emocionais,

  • negociação digna de diplomacia intergaláctica,

  • tentativas desesperadas de esconder itens,

  • gritos silenciosos do tipo ‘não, esse não, pelo amor de Deus!’.

Nada funcionou.



Mãe é igual mainframe rodando system finalization:
quando ela decide, é GO.

E então veio a parte mítica da história.



🕳️ O Poço — O Fim de Todas as Coisas

Ao lado da casa havia um antigo poço de água, profundo, escuro, desativado, quase um buraco dimensional.
Minha mãe, com a serenidade de quem faz o que precisa ser feito, decretou:

“Vai tudo pra dentro.”

E ali, naquele precipício ancestral, o saco gigantesco de brinquedos —
nosso tesouro, nossa bagunça, nossa infância quebrada —
desceu para o abismo, como oferenda a alguma entidade subterrânea desconhecida.

Choramos.
Suplicamos.
Lutamos.
E perdemos.



🛸 Século XXII — A Descoberta Arqueológica do Milênio

Agora imagine…
Duzentos anos depois.
Tecnólogos-paleo-infantis encontram o poço.

O drone desce com sua câmera, ilumina o fundo e registra:

“Objeto humanoide decapitado (boneca).
Artefato metálico com rodas ausentes (carro).
Conglomerado plástico derretido (origem desconhecida).
Fragmentos de braço articulado (boneco de ação).”

Os arqueólogos concluem:

“Provavelmente um ritual de sacrifício infantil ligado a práticas domésticas do início do século XXI.”

E estarão quase certos.



Porque aquele poço não era só um depósito.
Era o cemitério oficial da infância barulhenta da Rua Ultrecht, gerenciado por uma mãe que sabia muito bem que:




toda casa tem seu limite.
E todo mainframe precisa de limpeza de spool.


domingo, 7 de fevereiro de 2016

🏆 As 20 Melhores Side Quests da História dos Games

 

Bellacosa Mainframe e as 20 melhores side quests

🏆 As 20 Melhores Side Quests da História dos Games

(na curadoria totalmente enviesada, porém impecável, do Bellacosa Mainframe)

As side quests, ou missões secundárias, são muito mais do que simples atividades opcionais nos jogos de RPG. Elas representam oportunidades para expandir o universo da aventura, aprofundar a história dos personagens e recompensar a curiosidade do jogador. Muitas vezes, essas missões apresentam narrativas tão envolventes quanto a trama principal, revelando segredos, lendas, culturas e acontecimentos que enriquecem a construção do mundo fictício.

Ao longo da história dos videogames, diversas side quests tornaram-se inesquecíveis por sua criatividade, impacto emocional e liberdade de escolha. Algumas exploram dilemas morais, outras desenvolvem personagens secundários marcantes, enquanto muitas escondem equipamentos lendários, locais secretos ou finais alternativos. Elas transformam a exploração em uma experiência recompensadora e fazem o jogador sentir que cada canto do mapa possui uma história esperando para ser descoberta.

Mais do que aumentar o tempo de jogo, as side quests demonstram a riqueza do gênero RPG ao incentivar a investigação, a tomada de decisões e o envolvimento com o universo apresentado. Grandes franquias como Final Fantasy, The Elder Scrolls, The Witcher, Mass Effect e Dragon Quest mostraram que uma excelente missão secundária pode permanecer na memória dos jogadores por muitos anos. Em muitos casos, elas se tornam tão icônicas que acabam sendo lembradas com o mesmo carinho — ou até mais — do que a própria campanha principal.



20) “The Legend of the Drunken Dwarf” — Skyrim

Um anão perdido, três tonéis de hidromel e um item que você nunca deveria ter confiado.
Por que é icônica: começa como festa → vira investigação → termina em caos mágico.




19) “The Ghost in the Machine” — Cyberpunk 2077

Uma IA com crise existencial pede sua ajuda.
Por que é boa: filosofia + tiroteio + neon = diversão reflexiva.




18) “The Thirteenth Skull” — Monkey Island 2

Caçar caveiras numeradas sempre dá ruim.
Easter egg: a caveira 13 aparece antes da 12, porque Guybrush é Guybrush.




17) “Mario RPG – O Chefe Secreto Culex”

Um boss vindo de outro universo, no meio de um mundo fofinho.
Easter egg: trilha remix de Final Fantasy.


16) “The Dark Brotherhood – Misguided Mother” — Oblivion

Você precisa não matar a pessoa errada.
Por que marcou: tensão e humor negro.


15) “The Painted World” — Dark Souls

Uma pintura que te suga pra dentro.
Curiosidade: toda a lore é uma side quest gigante.


14) “The Ultimate Weapon” — Final Fantasy VIII

A caça ao monstro mais poderoso fora da história principal.
Por que vale: a luta é opcional, mas sua honra não é.


13) “Dead Money – Vera’s Story” — Fallout: New Vegas

Um fantasma de amor proibido em um cassino amaldiçoado.
Porque dói: poucas side quests entregam tragédia tão bem.


12) “Feline Armor Set” — The Witcher 3

Caçar diagramas escondidos como se fossem cartinhas de Pokémon medievais.
Dica: o melhor set leve do jogo.


11) “The Quest for the Biggoron Sword” — Zelda: Ocarina of Time

Uma cadeia infinita de trocas.
Por que é amada: hard work → recompensa gigante.


10) “The Super Turbo Turkey Puncher 3” — Doom 3

Sim, há uma side quest envolvendo socar perus digitais.
Easter egg: aumenta seu score… e seu tédio.


9) “Taxi Driver / Vigilante / Paramedic” — GTA III e Vice City

As origens do modo vida em GTA.
Curiosidade: criaram um mini-jogo dentro de um jogo.


8) “The Majima Everywhere System” — Yakuza 0

Majima pode surgir de qualquer lugar.
Por que é lendário: nada supera tomar susto de um cara saindo de um bueiro.


7) “A Night to Remember” — Skyrim

Você bebe → acorda em outro lugar → precisa desfazer seus pecados etílicos.
Épico: Skyrim virou Se Beber, Não Case.


6) “The Final Straw” — The Outer Worlds

Uma disputa trabalhista que você resolve ou piora.
Por que vale: crítica social afiada e escolhas difíceis.


5) “The Secret Cow Level” — Diablo II

A OG dos easter eggs virais.
Curiosidade: nasceu de uma zoeira da comunidade.


4) “Blood and Wine — A Bruxa Vinho Doce” — The Witcher 3

Uma side quest com nível de expansão inteira.
Por que é obra-prima: personagens, escolhas e finais múltiplos.


3) “Papyrus’ Date” — Undertale

Um encontro… improvisado… com um esqueleto ansioso.
Easter egg: você pode “namorar” o Sans também. Te vira.


2) “The Circus of Value” — Bioshock

Consertar máquinas de venda que gritam com você.
Motivo: virou meme eterno: “WELCOME TO THE CIRCUS OF VALUE!”




🥇 1) “The Bloody Baron” — The Witcher 3

A melhor side quest da história. Ponto.
Um conto de redenção, dor, brutalidade e escolhas impossíveis.

Por que é número 1:
Porque é mais forte emocionalmente do que 90% das histórias principais de qualquer jogo já feito.


Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
GitHub LinkedIn
Inicializando conteúdo...