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quinta-feira, 22 de dezembro de 2022

🕰️🕰️ DIO Metaverso: Minha Experiência na DIO jogando Roblox e algumas memorias do Tiozão Gamer 🕰️🕰️

 

🕰️🕰️ DIO Metaverso: Minha Experiência na DIO jogando Roblox e algumas memorias do Tiozão Gamer 🕰️🕰️

Bellacosa Mainframe e o DIO Metaverso

DIO ROBLOX

Salve jovem padawan, seja bem vindo para mais um artigo em nossa comunidade. Hoje resolvi tirar da gaveta um velho artigo, que rascunhei no meio do ano e por motivos profissionais, acabei não evoluindo, ficando como pendente em minha lista TODO. Como sou perfeccionista e não gosto de deixar nada para trás, sente-se e prepare que la vem histórias.

Primórdios da Realidade Virtual.

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Telejogo - Philco/Ford videogame na decada de 70

Existem inúmeros filmes antigos que tratavam da temática realidade virtual, mas dois deles marcaram minha infância nos idos anos setenta, onde efetuei meu primeiro mergulho, na altura um revolucionário videogame da Philco-Ford em 1978, comercialmente vendido como Telejogo, bem básico com jogos viciantes para a época.

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Pinball o primeiro jogo eletro-mecanico.

A seguir, sempre acompanhado pelo meu pai Wilson Bellacosa (fotografo e curioso por tecnologia) , frequentávamos Fliperamas, onde meu velho cúrtia os pinballs e eu nos arcades, definitivamente era com isso que gostaria de trabalhar, codificar, saber mexer nas estruturas do sistema, inclusive tentei a parte de hardware na faculdade, mas não rolou, meu negócio é codificar. Um hacker das antigas, meu pai gostava de eletrônica e mecânica, inclusive consertando alguns equipamentos domésticos, a tv a válvula era o clássico.

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Valvula comum nos aparelhos eletronicos na decada de 70/80

O que a cultura popular falava sobre realidade virtual?

Dois filmes marcarem-me profundamente: Tron ( onde um jovem entra na realidade virtual) e Jogos de Guerra ( onde um jovem quase provoca uma guerra nuclear). Vale a pena assistirem ambos velhinhos com quase 4 décadas, ainda assim, relevantes.

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Tron um marco na imersão e mundo virtual

Chegamos aos anos 80 com os equipamentos multimídia, que trouxeram som surround para os pcs, o mouse, monitores coloridos e muito mais, claro que a princípio nos microcomputadores de 8 bits e menos 64 kilobytes de memória, a evolução foi selvagem e em breve teríamos verdadeiros computadores.

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TK85 um microcomputador de 8 bits

Dois caminhos : Games e Programação

Durante muito tempo, houve uma certa rixa entre os nerds da altura, aficionados por tecnologia, pejorativamente conhecidos como micreiros. Os gamers na altura eram olhados com desdem, algo improdutivo, achavam que jogos eram para crianças. Com isso muitos, tinham vergonha de assumirem-se gamemaniacos, mas o Atari, o Nintendinho e outros além, faziam o maior sucesso.

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Luva Power Glove

A realidade não era imersiva, tudo em 2D e limitado a mundos pequenos, mas que faziam a loucura dos jovens, aqueles dos cabelos prateados que o digam, Adventure no Atari e os primeiros RPGs no Apple 8 bits.

Multiverso nos anos 90.

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RPG Adventure da Atari

O negócio estava quente, com inúmeros periféricos para estender a imersibilidade, joysticks irados, armas e sensores de movimento, a famosa Luva Power Glover, meu sonho de consumo, cores fabulosas no monitores com 16 cores e som realmente surround com as placas de vídeos e surgem os primeiros acelerados de vídeos.

Vidas virtuais com simuladores

Com o advento da internet e os primórdios das redes sociais, caíram as distâncias e os avatares dominaram, pessoas podiam assumir qualquer tipo de identidade, com a privacidade garantida atrás do teclado.

Nomes virtuais, personagens virtuais, vida virtual. As pessoas podiam viver uma outra vida, libertas dos conservadorismos e policiamento social, afinal ninguém sabia quem era quem. Numa época ainda com muito texto, nas salas de bate-papo, os famosos chats do IRC, MIRC e outros. Estávamos longe dos comunicadores que tiveram seu nascimento e divulgação com o ICQ, a proposito eu era o 14.881.540, não me esqueço, madrugadas adentro devido ao alto custo da conexão telefônica com os velhos modens.

Mundo Virtual

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The SIMS simulador de vida social

O jogo The Sims e Second Life pioneiros em vida virtual, fora os Tomagotchi, sem contar as dezenas de jogos, estilo simulação com o SimCity no top da lista. Usando luvas de realidade e mesmo mascaras de imersão. Minha mãe Mercedes Bellacosa era uma aficionada por este jogo, no princípio, assistia-me a jogar, onde palpitava o tempo todo. Até que irritado liguei o outro PC e ensinei-a jogar, criei uma fera, viciadona no simulador, tinha inúmeras famílias, onde criava mapas, baixava objetos em fóruns e ensinava o povo a jogar.

Me lembro de uma Fenasoft, uma lendária feira de informática, onde tive o grande prazer de utilizar uma máscara de realidade virtual, uau, até arrepio lembrando da sensação e sentir como se estivesse dentro do jogo. Numa época que existia a reserva de mercado, nosso parque informático era muito atrasado e o melhor da informática, chegava por contrabando, velho Jamil e seus games k7 pirata.

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Mascara de realidade virutal

Cada jogo lançado ia além, pavimentando o caminho, ouvindo os gamers, usando o máximo dos equipamentos, inclusive forçando positivamente o lançamento de melhores e cada vez mais acessíveis computadores.

Feito a introdução chegamos ao ROBLOX

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Uma plataforma e framework para criação de jogos, onde mundos imersivos são criados e compartilhados entre os jogadores, alguns gratuitos, outros Paywares e outros Freewares, onde a comunidade auxilia na evolução.

Seguindo esta tendência, em Abril de 2022 a DIO lançou a formação de Games e Roblox. Disponível na plataforma para os assinantes do DIO PRO e DIO Global. A seguir apresento algumas telas desta aventura e quem quiser jogar, sugiro instalar o Roblox e baixar a versão, que poderá estar bem diferente das imagens, pois a DIO não para e os deploys são constantes.

O game foi produzido com muito carinho pelo LeonQuenix, recheado de passagens secretas, easter-eggs, desafios e varias salas da DIO, conheça o Metaverso da DIO, jogue o RobloxDIO.

Feliz Natal.

Vagner Bellacosa, o Tiozão do Mainframe

Entrando no jogo

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Boas vindas no DIO Roblox

Sala de aula virtual

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Visão geral da sala de aula

Espionando qual o próximo Bootcamp para poder ranquear.

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Inumero objetos disponiveis para explorar e descobrir segredos

Encontrando um Dionito perdido pelos corredores

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Encontrando um #Dionito

Loguei-me nos pcs secretos

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Bisbilhotando os terminais da DIO

Hehehe

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Estou dentro da Matrix

Filando um refri... e aguardando o download terminar

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Uma das inumeras salas, pegando um refri na maquina

Relaxando e com vários segredos descobertos vamos curtir os games

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Relax no salão de jogos

Easter-eggs e passagens secretas

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Uma passagem nem tão secreta

Um desafio a sério

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Um desafio as suas habilidades no telcado

Sofrendo para terminar o desafio.

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uma ponte armadilhada

Venci o desafio

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O Fim

Iuhuhuu hashtagDionitos em Ação

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ADeuzinho

Feliz Natal e Bom ano novo... que 2023 nos surpreendam ainda mais... DIO LENDÁRIA


https://web.dio.me/track/formacao-game-developer-roblox

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Bootcamp Roblox


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Referência Bibliográfica

WIKIPÉDIA - A Enciclopédia Livre, faça parte, ajude actualizando ou criando verbetes http://www.wikipedia.org

Google Books um repositório com milhões de livros digitalizados https://books.google.com/

Internet Archive, tudo aquilo que um dia foi publicado veio parar aqui. https://archive.org/

Biblioteca de ícones https://www.flaticon.com/

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Momentos nostálgicos de uma baita serie, Westworld foi uma das melhores series sobre IA, com temas sobre engenharia social, dramas humanos, clonagem e roubo de identidade. Não sabemos quem é quem, só vemos a matança correndo solta é um salve-se quem puder, assustadoramente alertando para os riscos da Matrix e software autónomos. Recomendo assistir. Um video para distrair na jornada : https://www.youtube.com/watch?v=3b1pk1PGBS0

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https://www.linkedin.com/in/vagnerbellacosa/

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https://github.com/VagnerBellacosa/

Pode me dar uma ajudinha no YouTube?

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https://www.youtube.com/user/vagnerbellacosa

hashtagAnaliseSistemas hashtagMetaverso hashtagTelejogo hashtagAtari hashtagPhilco hashtagarcade hashtagRoblox hashtagRV hashtagPowerGlove hashtagFenasoft hashtaggamers hashtagvideogame hashtagtheSims



quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

World Trigger 3rd Season : Quando um Sysprog Descobre que Alta Performance Não Significa Executar Mais Rápido, Mas Tomar a Melhor Decisão no Momento Certo

 

Bellacosa Mainframe e a terceira temporada de World Trigger

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

World Trigger 3rd Season (ワールドトリガー 3rdシーズン)

Quando um Sysprog Descobre que Alta Performance Não Significa Executar Mais Rápido, Mas Tomar a Melhor Decisão no Momento Certo

Existe um momento na carreira de todo profissional de mainframe em que ele percebe uma verdade importante.

Os maiores ambientes do mundo não permanecem funcionando por causa de computadores mais rápidos.

Eles permanecem funcionando porque milhares de decisões corretas acontecem todos os segundos.

Essa é exatamente a essência da terceira temporada de World Trigger.

Se a primeira temporada apresentou o sistema e a segunda mostrou como defendê-lo, a terceira revela como uma organização madura evolui continuamente através de planejamento, análise de dados, treinamento e cooperação.

No universo Bellacosa Mainframe, esta temporada representa um ambiente IBM z/OS em produção, onde monitoramento, automação, governança e inteligência coletiva determinam o sucesso muito mais do que capacidade computacional.


Ficha Técnica

ItemInformação
Título Originalワールドトリガー 3rdシーズン (World Trigger 3rd Season)
Título InternacionalWorld Trigger Season 3
Autor OriginalDaisuke Ashihara
Baseado emMangá World Trigger
EstúdioToei Animation
DiretorMorio Hatano
Composição da sérieHiroyuki Yoshino
MúsicaKenji Kawai
Data de lançamento10 de outubro de 2021
Período de exibiçãoOutubro de 2021 a janeiro de 2022
Quantidade de episódios14
GêneroAção, Ficção Científica, Estratégia, Militar, Shounen
ClassificaçãoAproximadamente 12–14 anos

Sinopse

Depois da invasão de Galopoula, a Border retoma seu principal objetivo.

Preparar as equipes para a futura expedição ao Mundo Neighbor.

Mas apenas os melhores poderão participar.

As Rank Wars entram na fase decisiva.

Cada batalha agora vale classificação.

Cada erro pode eliminar uma equipe inteira.

É praticamente um grande processo seletivo para administrar um dos maiores data centers do planeta.


Resumo

A terceira temporada adapta a parte final das B-Rank Wars, consolidando o crescimento da equipe Tamakoma-2.

Ao longo dos episódios, vemos confrontos altamente estratégicos entre diversas equipes da Border, com foco em posicionamento, leitura do campo de batalha, comunicação e uso criativo dos Triggers.

Em vez de introduzir novos poderes, a série mostra personagens evoluindo por meio de experiência, treino e adaptação — um dos grandes diferenciais da franquia.


História

As equipes da Border entram em disputas decisivas para definir quem estará apto a participar da grande expedição.

As batalhas funcionam como exercícios militares.

Cada equipe:

  • estuda adversários;

  • analisa mapas;

  • monta estratégias;

  • escolhe equipamentos;

  • adapta planos durante o combate.

A Tamakoma-2 enfrenta adversários cada vez mais preparados.

Não basta vencer.

É preciso provar competência.



Principais Personagens

Osamu Mikumo

Finalmente começa a mostrar o resultado de toda sua evolução.

Continua longe de ser o mais poderoso.

Mas talvez seja um dos melhores estrategistas.

No Bellacosa Mainframe, Osamu seria o arquiteto responsável por integrar dezenas de sistemas diferentes.


Yūma Kuga

Continua sendo um dos combatentes mais técnicos da Border.

Sua experiência Neighbor faz diferença em praticamente todas as batalhas.


Chika Amatori

Seu desenvolvimento psicológico é um dos maiores destaques da temporada.

Ela precisa superar limitações pessoais para utilizar plenamente seu enorme potencial.


Hyuse

Torna-se peça fundamental da Tamakoma-2.

Seu conhecimento das nações Neighbor muda completamente o equilíbrio estratégico da equipe.


Yūichi Jin

Mesmo sem protagonizar os combates principais, continua influenciando eventos através de sua capacidade de prever possibilidades futuras.


Equipes da Border

A temporada dá amplo espaço para diversos esquadrões, mostrando estilos distintos de combate, liderança e coordenação. Isso amplia a sensação de que a Border é uma organização completa, e não apenas um cenário para os protagonistas.


O que torna essa temporada diferente?

Estratégia acima da ação

As batalhas são quase partidas de xadrez.

Cada movimentação possui um objetivo.


Desenvolvimento coletivo

A evolução ocorre com toda a equipe.

Não existe crescimento individual isolado.


Planejamento em tempo real

As equipes modificam estratégias durante o combate.

É praticamente gerenciamento de incidentes em produção.


Poucos "power-ups"

A série continua fiel ao seu conceito.

As vitórias surgem da inteligência.


Temáticas

Liderança

Osamu aprende que um líder não precisa ser o mais forte.

Precisa tomar decisões melhores.


Confiança

Sem confiança entre os membros da equipe, nenhuma estratégia funciona.


Especialização

Cada agente continua sendo responsável por um papel específico.

Assim como:

  • DBA;

  • Sysprog;

  • Programador COBOL;

  • Analista CICS;

  • Especialista MQ;

  • Operador.


Evolução contínua

A melhoria nunca termina.

Sempre existe algo para aprender.


As Aventuras

Ao longo da temporada encontramos:

  • batalhas finais das Rank Wars;

  • novas estratégias entre equipes;

  • desenvolvimento de Hyuse;

  • amadurecimento de Chika;

  • liderança crescente de Osamu;

  • uso criativo dos Triggers;

  • preparação para a Expedição Neighbor.


Mensagens Ocultas

Conhecimento supera talento

Os personagens vencem porque estudam.

Não porque recebem poderes novos.


Arquitetura vence improviso

Uma equipe organizada derrota indivíduos mais fortes.

Assim acontece também em grandes ambientes corporativos.


Observabilidade gera vantagem

Conhecer o campo de batalha equivale a monitorar um ambiente de produção.

Quem possui mais informações toma melhores decisões.


Cooperação produz excelência

Nenhuma vitória acontece por acaso.

Ela é construída coletivamente.


O que há de diferente?

A terceira temporada praticamente elimina qualquer sensação de protagonismo exagerado.

As equipes funcionam como sistemas distribuídos.

Todos possuem importância.

Todos influenciam o resultado.

Isso diferencia World Trigger da maioria dos shounens.


Impacto Cultural

A terceira temporada consolidou a recuperação da franquia após o longo intervalo entre a primeira e a segunda temporadas. A qualidade consistente da animação, o ritmo mais enxuto e a fidelidade ao mangá foram amplamente elogiados pelos fãs, fortalecendo World Trigger como referência quando o assunto é combate estratégico em animes de ação.


Censura

A temporada manteve o padrão da série:

  • violência moderada;

  • pouco sangue;

  • confrontos utilizando Trion Bodies;

  • foco na estratégia e no trabalho em equipe.

Isso preserva sua classificação voltada ao público adolescente.


Mangá

A terceira temporada adapta a sequência do mangá de Daisuke Ashihara, cobrindo a reta final das B-Rank Wars e preparando os acontecimentos que levam ao aguardado Arco da Seleção para a Expedição, ainda desenvolvido no mangá.


Light Novel

A franquia não possui uma light novel principal que adapte os eventos da terceira temporada. O mangá continua sendo a fonte oficial da história, complementado por databooks e materiais especiais.


Games

Os principais jogos relacionados à franquia continuam sendo:

  • World Trigger: Smash Borders (iOS/Android)

  • World Trigger: Borderless Mission (PlayStation Vita)

Embora antigos, eles ajudam a expandir o universo da série e permitem utilizar diversos agentes e Triggers.


Curiosidades

  • A terceira temporada foi exibida poucos meses após a segunda, mantendo o mesmo padrão elevado de produção.

  • O estúdio Toei Animation reaproveitou a equipe técnica responsável pela segunda temporada, garantindo consistência visual.

  • As Rank Wars desta fase são frequentemente citadas entre os melhores arcos táticos dos shounens modernos.

  • O desenvolvimento de Osamu, Chika e Hyuse é considerado um dos pontos altos da adaptação.

  • A trilha sonora de Kenji Kawai reforça a tensão e o clima militar durante os confrontos.


☕ Conclusão do Bellacosa Mainframe

A terceira temporada de World Trigger demonstra que a excelência não nasce de talentos extraordinários, mas da capacidade de aprender continuamente, compartilhar conhecimento e trabalhar em conjunto.

No universo Bellacosa Mainframe, ela representa um ambiente IBM z/OS de missão crítica operando com alta disponibilidade: cada componente tem uma função clara, cada decisão é baseada em dados e cada melhoria é resultado de planejamento cuidadoso.

Osamu Mikumo lembra um arquiteto de sistemas que não precisa ser o programador mais rápido para liderar um projeto complexo. Assim como nos maiores ambientes corporativos, o verdadeiro diferencial está em transformar pessoas, processos e tecnologia em um único ecossistema eficiente. Em World Trigger 3rd Season, a maior vitória não é derrotar um adversário, mas construir uma equipe capaz de evoluir continuamente e enfrentar desafios cada vez maiores com inteligência, disciplina e cooperação.

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

🎆 Sumida Fireworks — O Festival Onde o Céu de Tóquio Vira um Mainframe Aceso

 


🌙 El Jefe Midnight Lunch apresenta
🎆 Sumida Fireworks — O Festival Onde o Céu de Tóquio Vira um Mainframe Aceso
por Bellacosa Mainframe


Existem matsuri…
E existe o matsuri que reinventou o conceito de “explodir coisa no céu com elegância”.
O Sumida River Fireworks Festival — ou Sumidagawa Hanabi Taikai — é o IPL de verão de Tóquio, o evento que faz a cidade inteira parar, alinhar seus ponteiros internos e entrar em modo DISPLAY FIREWORKS,DETAIL.

Se o Tamagawa é emoção, o Sumida é tradição, competição e debug artístico.

Vamos abrir esse dataset colorido.




🏮 1. ORIGEM — O Festival que Nasceu do Caos, da Fome e da Solidão

O Sumida Fireworks tem pedigree histórico:
1733, período Edo.
Japão passando fome, doenças, mortalidade alta — o S0C4 social da época.

O xogunato Tokugawa Yoshimune decidiu fazer um ritual de purificação às margens do rio Sumida.
A ideia:

  • afastar pragas,

  • honrar os mortos,

  • levantar o moral do povo,

  • e provar que o governo ainda segurava as pontas.

O ritual evoluiu para uma tradição de fogos — os primeiros registros de hanabi modernos.

Mas aqui vem a maravilha:

💥 O festival nasceu também de uma GUERRA ENTRE FOGUEIROS.

Duas grandes famílias de pirotécnicos:

  • Tamaya

  • Kagiya

Competiam pelo melhor show.

O povo gritava os nomes:
“TA-MA-YAAA!”
“KA-GI-YAAA!”

Até hoje, se você ouvir alguém gritando isso, saiba:
não é glitch, é tradição.


🎆 2. COMO FUNCIONA — 20 mil fogos, milhões de pessoas, zero confusão (milagre japonês)

O Sumida Fireworks acontece no verão, geralmente final de julho.
Duas plataformas de lançamento espalhadas ao longo do rio detonam cerca de 20.000 fogos.

Sim: vinte mil.
É o equivalente a rodar 20.000 jobs simultâneos e não tomar abend.

A multidão é algo entre:

  • 700 mil

  • e 1 milhão de pessoas.

E ninguém se mata.
Isso é o verdadeiro milagre japonês.

O festival é transmitido nacionalmente, um grande evento da NHK.
É o “Show da Virada” deles, só que com muito mais poesia e sem axé.


🍧 3. DICAS DE SOBREVIVÊNCIA — Para não travar seu buffer social

✔ Vá de metrô e volte voando (mentalmente)

Ir é fácil.
Voltar é um WTO BROADCAST humano.

✔ Leve leque

O calor derrete até sua alma.

✔ Chegue 5 horas antes

É sério.
Escolher lugar no Sumida é alocação de storage premium.

✔ Programe-se para comer

Leve onigiri ou compre nos yatai: yakisoba, kakigōri, taiyaki…
Se tiver matcha, coma.
Se tiver cerveja, beba.
E se tiver fila, aceite.

✔ Respeite as áreas proibidas

Alguns trechos são fechados por segurança.
Tentar entrar é o equivalente a rodar IEFBR14 achando que vai milagrosamente resolver algo.


🔍 4. CURIOSIDADES — O SYSLOG oculto do Sumida

  • É considerado o mais antigo festival de fogos do Japão.

  • Já foi cancelado diversas vezes por guerras, incêndios e, claro, tufões (que gostam de aparecer justo no dia).

  • A competição entre fogueiros moldou toda a indústria pirotécnica japonesa.

  • Fogos com formato de coração, elipse, flores, peixes e até emoji são comuns.

  • A filosofia do hanabi é profundamente budista:
    “a beleza surge e desaparece” — como a vida.


💬 5. FOFOCAS — Diretamente do SPILL DATASET

  • Em certo ano, dois pirotécnicos brigaram por causa do design de um fogo especial que fazia referência ao Ultraman. O escândalo durou semanas.

  • Muitos casais terminam durante o festival.
    O motivo?
    "Fogos mostram quem você realmente é", dizem as tias japonesas.

  • Artistas famosos assistem escondidos em barcos alugados.

  • Existe o mito urbano de que se você confessar amor durante o hanabi, a relação dura.
    Estatística?
    Zero.
    Simpatia?
    100%.


🥚 6. EASTER-EGGS — Para fãs hardcore

  • Em certos anos, aparecem fogos em homenagem à família Tamaya e Kagiya.

  • Alguns fogos têm assinatura — padrões secretos criados por mestres pirotécnicos, reconhecidos só por quem é otaku de hanabi.

  • Filãs de fotógrafos profissionais disputam milimetricamente o mesmo ângulo desde os anos 80.

  • Alguns fogos são inspirados em ukiyo-e clássicos do período Edo.


🏯 7. FILOSOFIA — O porquê do Sumida ser tão especial

O hanabi japonês carrega um sentimento chamado mono no aware:
a beleza da impermanência.

Quando o céu explode em cores, você lembra que tudo passa:
o verão, a juventude, o amor, a vida.

O festival transforma essa melancolia em espetáculo —
um gigantesco job poético rodando no céu noturno.


🌀 8. CONCLUSÃO — O que o Sumida realmente celebra?

O Sumida Fireworks é sobre:

  • tradição,

  • competição,

  • estética,

  • emoção,

  • e a capacidade humana de transformar pólvora em poesia.

É o festival que define Tóquio no verão.

Se o Tamagawa é intimista, o Sumida é o Super Bowl da alma japonesa.

No final, o Sumida não celebra fogos.
Celebra o fato de que, num mundo lotado, barulhento e caótico…
ainda conseguimos parar, olhar para cima e dizer:
“Tamaya! Kagiya!”

Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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