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quinta-feira, 17 de maio de 2018

☕🔥 15 ANIMES PSICOLÓGICOS QUE DESTRUÍRAM A SANIDADE DOS OTAKUS — O LADO SOMBRIO DOS ANIMES QUE VOCÊ NUNCA ESQUECE

 

Bellacosa Mainframe e 15 animes que podem destruir sua mente

☕🔥 15 ANIMES PSICOLÓGICOS QUE DESTRUÍRAM A SANIDADE DOS OTAKUS — O LADO SOMBRIO DOS ANIMES QUE VOCÊ NUNCA ESQUECE

Existe um momento na vida de todo fã de anime em que ele percebe uma verdade perturbadora:

alguns animes não querem apenas entreter.

🔥 Eles querem te desmontar psicologicamente.

Essas obras:

  • mexem com trauma

  • paranoia

  • identidade

  • loucura

  • isolamento

  • violência emocional

  • existencialismo

E quando analisamos isso ao estilo Bellacosa Mainframe…

descobrimos algo fascinante:

muitos desses animes funcionam como sistemas críticos entrando lentamente em corrupção lógica.

A mente humana vira:

  • o sistema operacional

  • o banco de dados

  • o ponto de falha

E o resultado frequentemente é:

🔥 colapso psicológico em produção.


☕🔥 1. SHOUJO TSUBAKI (MIDORI)

📅 Ano

1992

🇯🇵 Título Original

少女椿 (Shōjo Tsubaki)

✍️ Autor

Suehiro Maruo

📺 Mídia

OVA / Filme experimental

🎞️ Episódios

1

👤 Personagens

  • Midori

  • Sr. Arashi

  • Freaks do circo

☕ Resumo

Uma garota órfã entra em um circo grotesco e mergulha num pesadelo psicológico extremo.

☕ História

Mistura:

  • abuso

  • decadência

  • trauma

  • surrealismo grotesco


☕ Easter Eggs

Inspirado no movimento ero-guro japonês.


☕ Curiosidades

🔥 Foi censurado e proibido em diversos lugares.


☕🔥 2. PERFECT BLUE

📅 Ano

1997

🇯🇵 Original

パーフェクトブルー

✍️ Autor

Yoshikazu Takeuchi / Satoshi Kon

📺 Mídia

Filme

👤 Personagens

  • Mima Kirigoe

  • Rumi

  • Me-Mania

☕ Resumo

Uma idol abandona a carreira musical e começa a perder a noção entre realidade e paranoia.

☕ História

Um thriller psicológico brutal sobre:

  • obsessão

  • fama

  • identidade


☕ Easter Eggs

Diversas cenas inspiraram:

  • Black Swan

  • Requiem for a Dream


☕ Curiosidades

🔥 Satoshi Kon virou lenda após esse filme.


☕🔥 3. MADE IN ABYSS

📅 Ano

2017

🇯🇵 Original

メイドインアビス

✍️ Autor

Akihito Tsukushi

📺 Mídia

Anime / Mangá / Filmes

🎞️ Episódios

2 temporadas + filmes

👤 Personagens

  • Riko

  • Reg

  • Nanachi

☕ Resumo

Uma aventura infantil aparentemente inocente vira horror existencial.

☕ História

O Abyss é praticamente:
🔥 um sistema operacional infernal vivo.

Quanto mais fundo:

  • pior o trauma

  • pior a maldição


☕ Easter Eggs

Camadas do Abyss lembram círculos do inferno de Dante.


☕ Curiosidades

🔥 O contraste “fofura vs horror” traumatizou muita gente.


☕🔥 4. HIGURASHI WHEN THEY CRY

📅 Ano

2006

🇯🇵 Original

ひぐらしのなく頃に

✍️ Autor

Ryukishi07

📺 Mídia

Visual Novel / Anime

🎞️ Episódios

50+

👤 Personagens

  • Keiichi

  • Rena

  • Satoko

  • Rika

☕ Resumo

Uma vila aparentemente tranquila esconde paranoia coletiva e assassinatos brutais.

☕ História

Loops temporais, trauma e insanidade se misturam.


☕ Easter Eggs

Referências ocultas aparecem antes das revelações principais.


☕ Curiosidades

🔥 Ficou famoso pelas expressões faciais perturbadoras.


☕🔥 5. DEVILMAN CRYBABY

📅 Ano

2018

🇯🇵 Original

デビルマン

✍️ Autor

Go Nagai

📺 Mídia

Anime Netflix

🎞️ Episódios

10

👤 Personagens

  • Akira

  • Ryo

  • Miki

☕ Resumo

Demônios e humanidade entram numa espiral brutal de violência e desespero.

☕ História

Uma crítica pesada:

  • à humanidade

  • ao medo

  • à histeria coletiva


☕ Easter Eggs

Ryo representa uma releitura moderna de Satanás.


☕ Curiosidades

🔥 Final considerado um dos mais devastadores dos animes.


☕🔥 6. ELFEN LIED

📅 Ano

2004

🇯🇵 Original

エルフェンリート

✍️ Autor

Lynn Okamoto

📺 Mídia

Anime / Mangá

🎞️ Episódios

13 + OVA

👤 Personagens

  • Lucy

  • Kouta

  • Nana

☕ Resumo

Mutantes perseguidos entram num ciclo brutal de violência e trauma.

☕ História

Explora:

  • abuso

  • rejeição

  • sofrimento humano


☕ Easter Eggs

A abertura usa referências à arte de Gustav Klimt.


☕ Curiosidades

🔥 Mistura extrema de violência e melancolia.


☕🔥 7. SERIAL EXPERIMENTS LAIN

📅 Ano

1998

🇯🇵 Original

シリアルエクスペリメンツレイン

✍️ Autor

Yasuyuki Ueda

📺 Mídia

Anime

🎞️ Episódios

13

👤 Personagens

  • Lain

  • Alice

  • Eiri

☕ Resumo

Uma garota mergulha numa internet experimental que dissolve a realidade.

☕ História

Cyberpunk psicológico extremamente filosófico.


☕ Easter Eggs

Previu:

  • hiperconectividade

  • identidade digital

  • internet social


☕ Curiosidades

🔥 Hoje parece assustadoramente profético.


☕🔥 8. PARANOIA AGENT

📅 Ano

2004

🇯🇵 Original

妄想代理人

✍️ Autor

Satoshi Kon

📺 Mídia

Anime

🎞️ Episódios

13

👤 Personagens

  • Lil' Slugger

  • Tsukiko

  • Detetives

☕ Resumo

Ataques misteriosos revelam traumas escondidos da sociedade.

☕ História

A paranoia coletiva vira epidemia psicológica.


☕ Easter Eggs

Cada episódio representa uma faceta da fuga psicológica.


☕ Curiosidades

🔥 Um dos trabalhos mais inteligentes de Satoshi Kon.


☕🔥 9. ANOTHER

📅 Ano

2012

🇯🇵 Original

アナザー

✍️ Autor

Yukito Ayatsuji

📺 Mídia

Anime / Novel

🎞️ Episódios

12

👤 Personagens

  • Mei Misaki

  • Kouichi

☕ Resumo

Uma sala de aula amaldiçoada mergulha em mortes brutais.

☕ História

Paranoia e medo coletivo dominam tudo.


☕ Easter Eggs

Diversos sinais antecipam quem está “morto”.


☕ Curiosidades

🔥 O guarda-chuva virou símbolo traumático do anime.


☕🔥 10. TEXHNOLYZE

📅 Ano

2003

🇯🇵 Original

Texhnolyze

✍️ Autor

Chiaki J. Konaka

📺 Mídia

Anime

🎞️ Episódios

22

👤 Personagens

  • Ichise

  • Ran

  • Yoshii

☕ Resumo

Cyberpunk existencial sobre decadência humana.

☕ História

Um mundo subterrâneo caminha lentamente para o colapso total.


☕ Easter Eggs

A cidade Lux simboliza decomposição civilizacional.


☕ Curiosidades

🔥 Considerado um dos animes mais depressivos já feitos.


☕🔥 11. CORPSE PARTY

📅 Ano

2013

🇯🇵 Original

コープスパーティー

✍️ Autor

Makoto Kedouin

📺 Mídia

OVA / Game

🎞️ Episódios

4

👤 Personagens

  • Naomi

  • Seiko

  • Ayumi

☕ Resumo

Estudantes presos numa escola amaldiçoada enfrentam horror extremo.

☕ História

Mistura:

  • fantasmas

  • mutilação

  • trauma psicológico


☕ Easter Eggs

Conexões ocultas entre timelines aparecem nos games.


☕ Curiosidades

🔥 Extremamente pesado até para fãs de horror.


☕🔥 12. MONSTER

📅 Ano

2004

🇯🇵 Original

モンスター

✍️ Autor

Naoki Urasawa

📺 Mídia

Anime / Mangá

🎞️ Episódios

74

👤 Personagens

  • Dr. Tenma

  • Johan Liebert

  • Nina

☕ Resumo

Um médico salva um garoto que cresce e vira um monstro psicológico.

☕ História

Explora:

  • mal absoluto

  • manipulação

  • niilismo


☕ Easter Eggs

Referências constantes à Alemanha pós-Guerra Fria.


☕ Curiosidades

🔥 Johan é considerado um dos maiores vilões dos animes.


☕🔥 13. SHIKI

📅 Ano

2010

🇯🇵 Original

屍鬼

✍️ Autor

Fuyumi Ono

📺 Mídia

Anime / Novel

🎞️ Episódios

22

👤 Personagens

  • Toshio

  • Sunako

  • Natsuno

☕ Resumo

Vampirismo como metáfora brutal sobre sobrevivência humana.

☕ História

O anime questiona:
🔥 quem realmente é o monstro.


☕ Easter Eggs

Inspirado parcialmente em Salem’s Lot de Stephen King.


☕ Curiosidades

🔥 O visual extravagante esconde um horror extremamente cruel.


☕🔥 14. HAPPY SUGAR LIFE

📅 Ano

2018

🇯🇵 Original

ハッピーシュガーライフ

✍️ Autor

Tomiyaki Kagisora

📺 Mídia

Anime / Mangá

🎞️ Episódios

12

👤 Personagens

  • Satou

  • Shio

☕ Resumo

Obsessão afetiva levada ao limite da insanidade.

☕ História

Uma relação aparentemente “fofa” vira pesadelo psicológico.


☕ Easter Eggs

As cores doces escondem simbolismo perturbador.


☕ Curiosidades

🔥 Um dos animes mais desconfortáveis emocionalmente.


☕🔥 15. BERSERK

📅 Ano

1997

🇯🇵 Original

ベルセルク

✍️ Autor

Kentaro Miura

📺 Mídia

Mangá / Anime / Filmes

🎞️ Episódios

25 (1997)

👤 Personagens

  • Guts

  • Griffith

  • Casca

☕ Resumo

Fantasia sombria sobre ambição, trauma e destino.

☕ História

Berserk mistura:

  • guerra

  • horror

  • filosofia

  • sofrimento humano


☕ Easter Eggs

A Marca do Sacrifício aparece repetidamente em detalhes ocultos.


☕ Curiosidades

🔥 O Eclipse traumatizou gerações de fãs.


☕🔥 CONCLUSÃO — O VERDADEIRO HORROR NÃO ESTÁ NOS MONSTROS… MAS NA MENTE HUMANA

Esses animes possuem algo em comum:

o inimigo raramente é apenas físico.

Frequentemente é:

  • trauma

  • identidade

  • paranoia

  • obsessão

  • vazio existencial

E talvez seja exatamente isso que os torna inesquecíveis.

Porque no fim…

🔥 os monstros mais assustadores dos animes quase sempre nascem dentro da própria mente humana.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

🔥☕ “O MAINFRAME NÃO ESTÁ LENTO — VOCÊ É QUE NÃO OLHOU O DB2 PELO PAINEL DE COMANDO” 💾🚨

 

Bellacosa Mainframe Painel de Comando do DB2

🔥☕ “O MAINFRAME NÃO ESTÁ LENTO — VOCÊ É QUE NÃO OLHOU O DB2 PELO PAINEL DE COMANDO” 💾🚨

O laboratório definitivo de DB2 Commands para Sysprogs, DBAs e sobreviventes de produção no IBM Z

Existe um momento na vida de todo profissional de Mainframe em que ele percebe uma verdade brutal:

O problema não está no COBOL.
Não está no CICS.
Não está no batch.
Muitas vezes… o DB2 já estava gritando há horas no painel de comandos.

E é exatamente aí que nasce o verdadeiro operador de produção, o DBA raiz e o sysprog veterano.

Porque enquanto muita gente depende:

  • de dashboard web,
  • monitor colorido,
  • ferramenta gráfica,
  • console “moderninho”,

o profissional de IBM Z abre um terminal 3270 e digita:

-DIS THD(*)

E em segundos ele enxerga:

  • travamentos,
  • contenção,
  • deadlocks,
  • pressão de memória,
  • gargalo de I/O,
  • DDF congestionado,
  • utilities presas,
  • aplicações morrendo lentamente.

Tudo isso diretamente no coração do DB2.


💾 O QUE É O DB2 COMMAND FACILITY?

O DB2 Command Facility é o mecanismo operacional do DB2 z/OS usado para:

  • monitoramento,
  • administração,
  • troubleshooting,
  • recovery,
  • tuning,
  • análise de performance.

Ele permite conversar diretamente com o subsystem DB2.

Na prática:

  • você não executa SQL,
  • você conversa com o motor interno do DB2.

É quase como abrir um shell administrativo do banco.


🔥 O PAINEL QUE ASSUSTA INICIANTES… E SALVA PRODUÇÃO

A clássica tela:

DB2 COMMANDS

parece simples.

Mas ela é uma das interfaces mais poderosas do ecossistema IBM Z.

Ali vivem comandos capazes de:

  • parar databases,
  • analisar locks,
  • detectar gargalos,
  • visualizar threads,
  • monitorar DDF,
  • inspecionar bufferpools,
  • acompanhar utilities,
  • identificar problemas de log.

Em ambientes bancários isso significa:

milhões de transações por minuto.


🚨 O PRIMEIRO ERRO QUE TODO MUNDO COMETE

Você digitou:

-DIS

e recebeu:

REQUIRED KEYWORD IS MISSING

Esse erro é quase um ritual de iniciação 😄

O DB2 funciona com estrutura:

-VERBO OBJETO(OPÇÕES)

Exemplo:

ComandoFunção
-DIS THREAD(*)Mostra threads
-DIS DB(*)Mostra databases
-DIS LOGMostra logs
-DIS UTIL(*)Mostra utilities
-DIS DDFMostra Distributed Data Facility

🔥 DISPLAY THREAD — O ELETROCARDIOGRAMA DO DB2

Comando

-DIS THD(*)

ou:

-DIS THREAD(*)

💣 O QUE ELE MOSTRA?

Esse comando revela:

  • conexões ativas,
  • jobs batch,
  • usuários TSO,
  • transações CICS,
  • conexões distribuídas,
  • planos DB2,
  • waits,
  • locks.

É literalmente o “quem está vivo” dentro do DB2.


🚨 O QUE UM SYSPOG PROCURA?

🔥 STATUS=WAIT

Pode indicar:

  • lock contention,
  • deadlock,
  • timeout,
  • gargalo I/O.

🔥 THREADS DDF EXCESSIVAS

Pode indicar:

  • avalanche de conexão distribuída,
  • problema de aplicação Java,
  • pool mal configurado.

🔥 CPU DISPARANDO

Às vezes um único thread:

  • está executando SQL ruim,
  • segurando recurso crítico,
  • consumindo zIIP,
  • causando storm de lock.

💾 DISPLAY DATABASE — A RADIOGRAFIA DO STORAGE LÓGICO

Comando

-DIS DB(*)

ou:

-DIS DB(DBPROD) SP(*)

🔥 O QUE ISSO ENTREGA?

Mostra:

  • status databases,
  • tablespaces,
  • pendências recovery,
  • copy pending,
  • utility pending,
  • read only,
  • stop states.

🚨 STATUS QUE ASSUSTAM DBA

StatusProblema
STOPDatabase indisponível
UTUtility executando
COPYBackup pendente
CHKPCheck pending
RECOVERRecovery necessário

💣 O QUE ISSO SIGNIFICA EM PRODUÇÃO?

Um database em:

STOP

pode derrubar:

  • internet banking,
  • PIX,
  • cartão,
  • ATM,
  • APIs distribuídas.

🔥 DISPLAY DDF — O “PULMÃO” DAS CONEXÕES DISTRIBUÍDAS

Comando

-DIS DDF

💾 O QUE É DDF?

DDF = Distributed Data Facility.

É o componente responsável pelas conexões:

  • JDBC,
  • Java,
  • APIs,
  • microservices,
  • aplicações distribuídas,
  • Linux,
  • cloud.

Ou seja:

praticamente o mundo moderno acessa DB2 via DDF.


🚨 O QUE O SYSPOG ANALISA?

STATUS=STOPD

🔥 Grave.

Significa:

  • aplicações externas perderam conexão.

CONDBAT EXCEDIDO

Pode indicar:

  • excesso de conexões,
  • pool mal configurado,
  • tempestade de microservices.

💣 DISPLAY LOCKS — O DETETIVE DE CRIMES EM PRODUÇÃO

Comando

-DIS LOCKS

🔥 O QUE ELE MOSTRA?

  • locks ativos,
  • quem segura lock,
  • recursos travados,
  • deadlocks,
  • waits.

💾 CENÁRIO CLÁSSICO

Batch noturno:

UPDATE MASSIVO

segura lock exclusivo.

Resultado:

  • CICS trava,
  • online para,
  • filas aumentam,
  • CPU sobe,
  • usuários reclamam.

E então o DBA roda:

-DIS LOCKS

e encontra o culpado.


🔥 DISPLAY UTIL — O “CENTRO CIRÚRGICO” DO DB2

Comando

-DIS UTIL(*)

💾 O QUE MOSTRA?

Utilities ativas:

  • REORG,
  • COPY,
  • LOAD,
  • RUNSTATS,
  • RECOVER.

🚨 O QUE UM DBA OBSERVA?

Utility presa

Pode indicar:

  • lock,
  • falta de espaço,
  • erro dataset,
  • deadlock utility.

REORG eterno

Pode indicar:

  • tablespace gigantesca,
  • I/O saturado,
  • SORT insuficiente.

🔥 DISPLAY LOG — O DNA TRANSACIONAL DO DB2

Comando

-DIS LOG

💾 O QUE ANALISAR?

  • active logs,
  • archive logs,
  • checkpoints,
  • dual logging,
  • status de escrita.

🚨 LOG LOTADO = CAOS

Se active logs saturam:

  • aplicações param,
  • commits travam,
  • DB2 entra em pressão severa.

Pouca gente percebe:

o log é literalmente o sistema nervoso do DB2.


🔥 DISPLAY BUFFERPOOL — O RAIO-X DA MEMÓRIA

Comando

-DIS BPOOL(*)

💾 O QUE É BUFFERPOOL?

Cache inteligente do DB2.

Armazena:

  • páginas,
  • índices,
  • dados recentes.

Quanto melhor o bufferpool:

  • menos disco,
  • menos I/O,
  • menos CPU.

🚨 O QUE UM SYSPOG ANALISA?

PGFIX(NO)

Pode aumentar:

  • paging,
  • CPU,
  • overhead.

VPSIZE PEQUENO

Pode causar:

  • sync I/O,
  • leituras físicas excessivas.

HIT RATIO BAIXO

Indica:

  • cache ineficiente,
  • memória insuficiente.

💣 A VERDADE QUE POUCOS ACEITAM

Muitos problemas “de SQL” são:

problemas de bufferpool.


🔥 EXECUTANDO VIA JCL BATCH

O verdadeiro poder aparece no batch.


💾 EXEMPLO REAL

//STEP1 EXEC PGM=IKJEFT01
//STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=DSN910.SDSNLOAD
//SYSTSIN DD *
DSN SYSTEM(DB9G)
-DIS DDF
-DIS THD(*)
-DIS LOG
END
/*

🚨 O ERRO CLÁSSICO

Você encontrou:

IKJ56500I COMMAND DSN NOT FOUND

Isso significa:

  • SDSNLOAD ausente,
  • DB2 runtime não alocado,
  • comando DSN indisponível.

É um dos erros mais clássicos do mundo DB2 batch.


💾 O QUE É SDSNLOAD?

Biblioteca que contém:

  • DSN,
  • utilities,
  • runtime DB2,
  • SPUFI,
  • módulos administrativos.

Sem ela:

não existe DB2 no batch.


🔥 O QUE SEPARA JUNIOR DE VETERANO

O iniciante:

  • olha dashboard.

O veterano:

  • olha DISPLAY THREAD,
  • DISPLAY LOCKS,
  • DISPLAY LOG,
  • BUFFERPOOL,
  • utilities,
  • waits.

Porque ele sabe:

o DB2 sempre dá sinais antes do desastre.


☕ A FILOSOFIA DO SYSPOG MAINFRAME

No mundo distribuído:

  • muita gente troca ferramenta.

No IBM Z:

  • primeiro se entende o problema.

E o painel de comandos DB2 continua sendo:

  • rápido,
  • confiável,
  • preciso,
  • resiliente,
  • praticamente eterno.

Quarenta anos depois…
ele ainda está ali.

Piscando em verde, azul ou branco no 3270.

Esperando alguém digitar:

-DIS THD(*)

…e descobrir o que realmente está acontecendo dentro do Mainframe IBM Z 🔥💾

terça-feira, 15 de maio de 2018

🍩 Churros Paulista: o mainframe açucarado das ruas de São Paulo

 


🍩 Churros Paulista: o mainframe açucarado das ruas de São Paulo

Por Vagner Bellacosa ☕💭

Existem sons que definem uma cidade.
Em São Paulo, é o apito do metrô, o freio do busão… e o bip-bip mágico do carro de churros subindo a rua às quatro da tarde.
Esse é o chamado ancestral da infância, o interrupt mais doce do sistema operacional da memória paulistana.

O churros, que nasceu na Espanha, atravessou o oceano e chegou ao Brasil pelas mãos dos imigrantes ibéricos e feirantes criativos. Mas foi nas ruas de São Paulo, nos anos 1970 e 1980, que ele ganhou alma própria: recheado, doce e ambulante.
Nada de café com leite e jornal. O verdadeiro lanche da tarde era um churros de doce de leite escorrendo, embalado em guardanapo e saudade.


🌆 De Madrid ao M’Boi Mirim

Na Espanha, churros se come com chocolate quente, em cafés fechados.
Em São Paulo, se come na calçada, em pé, ao som do trânsito.
O paulista, prático e faminto, não quis esperar o chocolate derreter — preferiu o recheio pronto, direto da máquina prateada que parece saída de um laboratório soviético.

O carro de churros virou parte do DNA das quebradas: inox reluzente, aroma de fritura, doce de leite fervendo, e aquele operador lendário — o sysadmin do açúcar — girando a manivela com a precisão de um programador COBOL veterano.


💾 Arquitetura de um churros perfeito

Um churros é basicamente uma transação batch de felicidade:

  • Massa quente (input).

  • Fritura crocante (processamento).

  • Doce de leite ou goiabada (output).

  • Açúcar e canela (logging).

Quando tudo roda sem erro, o resultado é um commit direto no coração.




🍯 Curiosidades e cultura

  • O primeiro carro de churros paulistano data do início dos anos 70, inspirado nas “churrerías” espanholas, mas adaptado ao estilo de rua brasileiro.

  • Nos anos 90, o churros de feira virou febre: doce de leite, chocolate, goiabada — e mais tarde, até “duplo recheio”, uma inovação que faria Turing sorrir.

  • Hoje, há food trucks gourmet tentando reinventar o clássico… mas a verdade é: churros bom é o do tio da esquina, com óleo duvidoso e amor garantido.




Bellacosa comenta

O churros paulista é o mainframe do açúcar urbano — sólido, resiliente e sempre em produção, mesmo sem contrato de manutenção.
Ele representa o Brasil como ele é: doce, criativo e um pouco improvisado.
E quando o bip-bip ecoa pela rua, não é só comida… é o ping da infância chamando pra login.


domingo, 13 de maio de 2018

📟🌸 “ABEND NO SISTEMA, FOME NO SISTEMA — UM DIA COMUM NO ANTIGO ABN AMRO REAL”

 


📟🌸 “ABEND NO SISTEMA, FOME NO SISTEMA — UM DIA COMUM NO ANTIGO ABN AMRO REAL”
Crônica Bellacosa Mainframe para os padawans otakus com CPF ativo e saudade de São Paulo raiz


Estamos em 1999, avenida Paulista, coração financeiro do Brasil, ainda atarefados com a fusão do banco, as correções do bug do milenio, o famoso Y2k. Mas era um dia absolutamente comum no antigo ABN AMRO Real, aquele prédio onde a gente sabia que se o CICS estivesse lento, provavelmente a cafeteria também estaria, entupida de analistas parlapiando. Eu e a Lili estávamos naquela conversa matinal clássica de quem já sobreviveu a mais dumps do que relacionamentos:

“Capitão, você já viu esse ABEND S0C7? Seu programa de rateio de acionista,, aqui tá mastigando alfanumérico como se fosse RAMEN.”
“Manda o dump, Lili… vamos ver qual tabela ODO explodiu desta vez.”



Enquanto o SYSLOG cuspia mensagens $HASP e o RACF fazia aquele “não vai passar!” digno de Gandalf corporativo, monte de memos enviados a Analise de Produção e naquele status de waiting, quando a conversa desandou — como sempre — para comidas japonesas.

Porque é isso: nada une mais um time de mainframe do que COBOL e carboidratos.







🍙 ONIGUIRI — O Capitão jurava que era coxinha triangular

Lili, com a sabedoria ancestral de quem já brigou com VSAM RLS, disse:

“Lili, não se estresse, mas eu sempre achei que oniguiri era tipo uma coxinha de sushi.”

E Lili, já em modo senpai, mas quase tacando o teclado na minha cabeça:

“Oniguiri é arroz moldado com carinho e desespero… tipo adaptar copybook novo às 11h58 antes de virar janela.”

Falamos de umeboshi, nori, triângulos, e daquela clássica cena dos animes em que o herói segura o oniguiri com brilho mágico como se fosse um “recupera arquivo perdido” do SDSF.


🍢 DANGO — O trio bolinha que parece job rodando em classe A

Eu ri:

“Dango parece spool: tudo em filinha.”

E a Lili:

“E quando vem com molho mitarashi, parece até que passaram caramelo na JCL pra ver se roda mais rápido.”

Já estávamos naquele nível da fome em que qualquer objeto circular virava comida.


🍰 CASTELLA — O bolo que engana qualquer analista no horário da tarde

Este curioso e atrapalhado amigo:

“Esse é aquele bolo de mel que parece pão de ló?”

Lili no comando...


“Sim, o bolo importado pelos portugueses no século XVI… o único código legado dessa época que ainda funciona sem ABEND.”


🍮 PUDIM JAPONÊS — O PUDIM OTAKU OFICIAL

E, obviamente, caímos na discussão eterna: “Por que no anime o pudim brilha?”

Minha resposta técnica:

“Porque os animadores usam brilho pra dizer: ‘se alguém comer isso sem permissão, o episódio vira filler de briga’.”


De repente…

O relógio do CICS marcava 11h59

E Lili soltou:

“Capitão, se a gente não sair AGORA, só sobra aquele obentô triste com arroz duro do bar da esquina.”

E como dois analistas experientes evitando S322 em batch crítico, levantamos imediatamente.


🍜 Destino: Um restaurante japonês delicioso na Brigadeiro Luís Antônio

Saímos pela Paulista com aquela sensação de missão crítica:
“Se não chegar antes do meio-dia, a fila é maior que validação de RACF num dia de troca de senha.”

E fomos lembrando dos clássicos:

  • Temaki do tamanho de um volume VSAM

  • Lámen fumegante que cura até dump de madrugada

  • Katsu que crunch-crunch igual teclado mecânico novo do programador

  • Karaage que te dá vontade de escrever copybooks melhores

Lili, empolgada:

“Hoje eu quero katsudon. Igual o do Yu-Gi-Oh.”
“Mano… katsudon é do Yuri on Ice.”
“É tudo com Y… deixa quieto.”

E rimos.

Porque mainframe é isso:
entre um ABEND e outro, a gente cria histórias, gargalha e sempre, sempre planeja o almoço.



🍡🍡🍡 Para saber mais sobre delícias da culinária niponica: 🍱🍱🍱

30 comidas japonesas em animes

https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2012/08/30-comidas-otaku-que-aparecem-em-animes.html


Doces niponicos para otakus

https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2013/06/parte-1-doces-otaku.html


Comidas japonesas de rua e barraquinhas

https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2014/10/parte-2-lanches-street-food-otaku.html


Pratos quentes e deliciosos da culinaria japonesa

https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2015/09/parte-3-pratos-quentes-caseiros-otaku.html


Comidas classicas japonesas.

https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2016/07/parte-4-classicos-tradicionais.html


Comidas exoticas e bizarras no Japão

https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2017/01/parte-5-comidas-estranhas-bizarras-dos.html


sábado, 12 de maio de 2018

🧨 Parte 2 — O Século da Pressa: O Mercado Engoliu o Homem

 


🧨 Parte 2 — O Século da Pressa: O Mercado Engoliu o Homem

por Bellacosa Mainframe ☕💼

O novo milênio chegou prometendo liberdade, tecnologia e prosperidade.
Mas entregou algo bem diferente: pressa, cobrança e cansaço crônico.

Os anos 2000 e 2010 foram o laboratório da ansiedade.
O crachá, antes símbolo de pertencimento, virou algema digital.
E o antigo pacto entre empresa e empregado se dissolveu como café solúvel na água morna do RH.

A meritocracia virou religião, e o PowerPoint, seu evangelho.
Coach virou profeta, KPI virou mandamento.
Aquele escritório onde o chefe conhecia o nome de todos foi substituído por open spaces com eco de solidão — e frases motivacionais coladas na parede pra disfarçar o vazio:

“Sonhe grande”,
“Pense fora da caixa”,
“Vista a camisa.”

Sim, a mesma camisa que agora ninguém mais lavava — porque ninguém mais tinha tempo.


⚙️ A Era do Desempenho Infinito

A lógica mudou.
Trabalhar deixou de ser um meio de vida e passou a ser um modo de sobrevivência emocional.
As metas se multiplicaram, os bônus diminuíram, e a pressão virou combustível.

As empresas descobriram que o medo é mais eficiente que o salário.
Basta ameaçar o desligamento, e pronto: nasce o colaborador ideal, sempre disponível, sempre sorrindo, mesmo com o burnout pendurado no crachá.

💻 As salas ficaram mais modernas, as pessoas mais exaustas.
Os computadores ficaram mais rápidos, os dias mais curtos.
E o elogio se tornou uma moeda rara — trocada apenas por “proatividade”, “resiliência” e “espírito de dono”.


🧠 Curiosidade de bastidor

Foi nessa época que o departamento de Recursos Humanos deixou de cuidar de pessoas e passou a administrar métricas.
RH virou planilha, e gente virou dado.
Os “colaboradores” começaram a se tratar como “ativos humanos”.
A linguagem corporativa virou uma espécie de dialeto orwelliano:
“Desligamento” no lugar de “demissão”.
“Sinergia” no lugar de “ordem”.
“Propósito” no lugar de “lucro”.


📟 Easter-egg: O 3270 do Capitalismo Turbo

No mainframe, o terminal 3270 responde rápido — mas só se você sabe o comando certo.
No capitalismo moderno, os comandos mudaram.
O “F3=Exit” foi substituído por “F∞=MaisMetas”.
E o “Enter” virou o novo “Sim, senhor”.

A velocidade que antes era sinal de eficiência virou sinônimo de ausência de pausa.
Trabalhar virou rodar em loop, sem commit de reconhecimento.


💣 O novo credo

O trabalhador pós-2000 aprendeu a sorrir cansado.
A dizer “tudo bem” quando não está.
A acreditar que o sucesso está a um curso online de distância — quando o verdadeiro curso é pra dentro, não pra fora.

A empresa virou um organismo faminto:
se alimenta da energia, do tempo e da juventude de seus colaboradores.
E ainda manda um e-mail motivacional no fim do expediente com o assunto:

“Juntos, somos mais fortes.”


🎯 Conclusão Bellacosa

A pressa virou o novo status.
Quem dorme, perde.
Quem sente, atrasa.
Quem pensa, questiona — e quem questiona, é desligado.

Vivemos a era em que o crachá não abre portas — abre feridas.
A meritocracia virou máscara pra desigualdade, e o “propósito corporativo” virou anestesia pra um sistema que suga em nome da performance.

A alma do trabalho foi substituída por métricas, e o tempo virou um ativo tóxico.
Bem-vindo ao Século da Pressa —
onde todo mundo corre, mas ninguém chega a lugar nenhum.


💼 #ElJefeMidnight #BellacosaMainframe #CrônicasDoTrabalho
🚀 #Meritocracia #FuturoDoTrabalho #RH #Performance #AnsiedadeCorporativa #COBOLDaVida


quinta-feira, 10 de maio de 2018

🧠 Modems Clássicos dos Anos 1990

 



🧠 Modems Clássicos dos Anos 1990



AnoModelo / FabricanteVelocidade MáximaTipo / PadrãoObservações
1990U.S. Robotics Courier HST9.600 bpsProprietário (HST)Muito usado por BBS e hackers; top de linha.
1991Hayes Smartmodem 96009.600 bpsV.32Referência da época; “Hayes Compatible” virou padrão.
1992SupraFAXModem 1440014.400 bpsV.32bisPopular por incluir fax e preço acessível.
1993Zoom Telephonics 14.414.400 bpsV.32bisUm dos mais vendidos para uso doméstico.
1994USRobotics Sportster 2880028.800 bpsV.34Alta performance para BBS e primeiras ISPs.
1995Hayes Accura 2880028.800 bpsV.34Modem confiável e fácil de configurar.
1996USRobotics Courier V.34+33.600 bpsV.34+Um dos melhores modems analógicos antes do 56K.
19973Com/USRobotics 56K X256.000 bpsX2 (pré-V.90)Tecnologia proprietária, depois virou padrão.
1998Motorola VoiceSurfer 56K56.000 bpsV.90Primeiro padrão global de 56K.
1999Creative Modem Blaster 56K56.000 bpsV.90 / V.92Incluía software de fax e voz, muito usado no Windows 98.



💾 Extras e curiosidades

  • 🔌 Interface: maioria conectava via porta serial RS-232, e só no fim da década surgiram os modems PCI internos.

  • 📞 Linha telefônica: exigia conexão discada (com aquele som icônico “chiado de modem”).

  • 📠 Fax: muitos modelos tinham função fax embutida (classe 1 e 2).

  • 🖥️ Softmodems (“winmodems”) surgiram no final da década — mais baratos, mas dependentes da CPU.

  • 🌐 Velocidade real: embora chamados “56K”, raramente passavam de 48 Kbps em uso real.,