✨ Bem-vindo ao meu espaço! ✨ Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens. Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê. Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão. Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Uma tarde de musica medieval no Castelo de São Jorge
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
💡 Mid-Week Tech Insight | IBM MQ for z/OS & SMF Data
💡 Mid-Week Tech Insight | IBM MQ for z/OS & SMF Data
Mensageria crítica explicada para quem já confia mais no SMF do que em dashboard bonito
☕ 02:22 — Quando a fila começa a crescer em silêncio
Todo mainframer já viveu esse momento:
o sistema “está no ar”, ninguém reclamou…
mas o depth da fila começa a subir.
No mundo distribuído isso vira pânico tardio.
No z/OS, isso vira SMF bem lido.
Este artigo é sobre IBM MQ for z/OS + SMF como fundação real de aplicações distribuídas críticas — sem hype, sem romantização.
1️⃣ Um pouco de história: quando mensageria virou espinha dorsal 🧬
Antes de “event-driven” virar buzzword:
-
MQ já desacoplava sistemas
-
Garantia entrega
-
Preservava ordem
-
Sobrevivia a falhas
📌 Comentário Bellacosa:
MQ não nasceu para “escala web”.
Nasceu para não perder mensagem.
2️⃣ Por que SMF é a alma do MQ no z/OS 🧠
No z/OS:
-
Nada sério existe sem SMF
-
Performance sem SMF é palpite
No MQ:
-
SMF mostra o que realmente aconteceu
-
Não o que alguém acha que aconteceu
🔥 Tradução direta:
SMF é o trace definitivo do MQ.
3️⃣ O que o SMF revela sobre o MQ (e ninguém vê) 🔍
Com SMF você enxerga:
-
Volume de mensagens
-
Taxa de PUT / GET
-
Uso de CPU e I/O
-
Esperas
-
Gargalos por fila ou aplicação
😈 Easter egg:
Quem analisa SMF sabe que fila cheia não é causa — é sintoma.
4️⃣ MQ no mundo distribuído: o elo invisível 🌍
Aplicações modernas:
-
Microservices
-
Eventos
-
APIs
Mas no core:
-
MQ continua segurando o mundo
📌 Comentário ácido:
Kafka fala alto.
MQ entrega calado.
5️⃣ Passo a passo mental: analisando MQ via SMF 🧭
1️⃣ Observe o crescimento da fila
2️⃣ Correlacione com horário e carga
3️⃣ Analise PUT vs GET
4️⃣ Verifique latência e espera
5️⃣ Avalie consumo de CPU
6️⃣ Identifique aplicação causadora
7️⃣ Só então ajuste parâmetros
🔥 Regra de ouro:
Nunca aumente buffer antes de entender o gargalo.
6️⃣ SMF vs Observabilidade moderna (o encontro dos mundos) 📊
| Mainframe | Mundo distribuído |
|---|---|
| SMF MQ | Traces de mensageria |
| RMF | Métricas de throughput |
| Queue Depth | Lag de consumidor |
| PUT/GET | Producer / Consumer |
| Abend | Incident |
😈 Curiosidade:
O que hoje chamam de “lag” você sempre chamou de fila crescendo.
7️⃣ Erros comuns (e caros) ⚠️
❌ Ignorar SMF e confiar só em alertas
❌ Tratar MQ como “infra”
❌ Ajustar parâmetros sem evidência
❌ Não correlacionar com carga real
📌 Comentário Bellacosa:
Mensageria sem visibilidade vira buraco negro.
8️⃣ Guia de estudo prático 📚
Conceitos
-
Mensageria confiável
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Desacoplamento real
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Backpressure
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Observabilidade
-
Capacidade
Exercício
👉 Pegue dados SMF do MQ
👉 Monte uma linha do tempo
👉 Relacione com batch, online e APIs
🎯 Aplicações reais no mundo enterprise
-
Core bancário
-
Integração mainframe-cloud
-
Sistemas regulados
-
Alta disponibilidade
-
Processamento assíncrono crítico
🔥 Comentário final:
Sem MQ, o distribuído cai.
Sem SMF, ninguém sabe por quê.
🖤 Epílogo — 03:05, filas sob controle
Enquanto alguns discutem se mensageria é “moderna”,
o MQ segue processando bilhões de mensagens… com SMF contando a verdade.
El Jefe Midnight Lunch assina:
“Mensagens podem esperar. Diagnóstico não.”
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
🥀 A Filosofia do Desejo em Anime — Parte 2: Poder, Submissão e o Mito da Mulher Ideal
🥀 A Filosofia do Desejo em Anime — Parte 2: Poder, Submissão e o Mito da Mulher Ideal
O desejo humano é um sistema operacional arcaico — não tem atualização, apenas novas interfaces.
Nos animes, esse sistema aparece travestido de narrativa, estética e simbolismo.
O Japão, com sua mistura de repressão e contemplação, transformou o desejo em arte visual.
E é nesse paradoxo — entre o pudor e o fascínio — que o fetiche encontra sua morada filosófica.
⚖️ O Desejo como Poder
O poder é o fetiche supremo.
Não há nada mais erótico, em termos simbólicos, do que o ato de dominar e ser dominado —
não no corpo, mas na mente.
Lelouch (Code Geass) manipula a vontade dos outros com um olhar.
Light Yagami (Death Note) mata com uma caneta.
Makima (Chainsaw Man) transforma submissão em culto.
Todos compartilham um mesmo arquétipo: o poder que desperta desejo, e o desejo que corrompe o poder.
É um jogo antigo, com regras invisíveis, onde o prazer está em quem comanda o tabuleiro —
não necessariamente quem vence a partida.
🔎 Curiosidade Bellacosa: o Japão sempre tratou a autoridade como uma forma de erotismo cultural.
O samurai se ajoelha diante do shogun com a mesma reverência de quem se entrega a um amor impossível.
🩸 Submissão: o outro lado do espelho
Se há prazer em dominar, há mistério em se entregar.
O fetiche da submissão, tão recorrente nos animes, é menos sobre humilhação e mais sobre confiança.
A submissão é, paradoxalmente, o gesto mais poderoso —
é entregar o controle e confiar que o outro não destrua sua essência.
Personagens como Shinji (Evangelion), Subaru (Re:Zero) e até Guts (Berserk)
representam essa fragilidade: o homem que sofre, que falha, mas que se ergue com a dor.
A submissão emocional se torna rito de passagem.
🔎 Curiosidade Bellacosa: Freud chamaria isso de “economia da libido”;
eu prefiro chamar de “o combustível da narrativa”.
🌸 A Mulher Ideal: o fetiche que o Japão exportou
A cultura japonesa construiu um mito perigoso e belo:
a mulher perfeita — pura, gentil, silenciosa, e ao mesmo tempo inatingível.
Rei Ayanami, Belldandy, Hinata Hyuga, Rem —
todas refletem o ideal de uma feminilidade dócil, quase sagrada.
Mas também há o outro extremo:
as mulheres dominantes, fortes, perigosas —
Makima, Esdeath, Revy, Motoko Kusanagi —
símbolos da independência que fascina e ameaça.
Ambas são projeções do mesmo desejo:
o homem dividido entre querer proteção e ser destruído.
🔎 Curiosidade Bellacosa: o fetiche pela mulher ideal é, na verdade, uma tentativa de domar o caos do mundo moderno.
O amor vira refúgio; o ideal feminino, o antivírus emocional.
☕ Epílogo de Balcão
O desejo, nos animes, é uma lente de aumento sobre a alma humana.
Ele revela o medo, a solidão, o poder e a fragilidade de quem ama e sonha demais.
Por isso, o fetiche, quando bem explorado, não é vulgar — é filosófico.
Ele pergunta:
“O que é realmente belo: o corpo que se oferece ou o olhar que o torna desejável?”
Talvez o segredo esteja aí.
Entre submissão e poder, o fetiche é o lembrete de que o amor —
como a própria vida — só existe enquanto houver risco.
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
🎌🚫 20 Animes Que Sofreram Censura no Ocidente — e o Que Mudou em Cada Um
🎌🚫 20 Animes Que Sofreram Censura no Ocidente — e o Que Mudou em Cada Um
A guerra entre “versão original japonesa” e “edição ocidental politicamente segura”.
A história da animação japonesa fora do Japão é marcada por tesouras afiadas.
Desde os anos 80, quando o anime começou a ser exibido nos EUA e Europa, violência, sexualidade e até cultura japonesa foram cortadas ou alteradas para se adequar às audiências ocidentais.
Vamos ver 20 exemplos icônicos de como o Ocidente “suavizou” (ou distorceu) clássicos do Japão.
1. Sailor Moon (1992)
💥 Mudança: o casal Uranus e Neptune virou “primas” na dublagem americana.
🎭 Motivo: censura a relacionamentos homoafetivos.
📺 Efeito: confusão geral — os “primos” agiam com uma intimidade… nada familiar.
2. Dragon Ball Z (1989)
💥 Mudança: cortes em sangue, mortes e nudez cômica.
🎭 Motivo: tornar “adequado para crianças”.
📺 Efeito: Goku virava um herói sem sangue nas mãos e com nuvens mágicas no lugar de palavrões.
3. Pokémon (1997)
💥 Mudança: episódio “Electric Soldier Porygon” banido após causar convulsões.
🎭 Outros cortes: episódios com armas, cruzes ou insinuações românticas.
📺 Efeito: Porygon foi “cancelado” da franquia por décadas.
4. One Piece (1999)
💥 Mudança: a 4Kids removeu sangue, cigarros e até alterou a história.
🎭 Motivo: adequar à TV infantil.
📺 Efeito: Sanji passou a “chupar pirulitos” em vez de fumar.
5. Naruto (2002)
💥 Mudança: cenas de sangue, suicídio e nudez foram cortadas.
🎭 Motivo: público infantil.
📺 Efeito: lutas dramáticas perderam impacto emocional — e algumas mortes “sumiram”.
6. Yu-Gi-Oh! (1998)
💥 Mudança: armas substituídas por dedos apontando (!).
🎭 Motivo: evitar violência explícita.
📺 Efeito: seguranças “ameaçavam” com o dedo, criando cenas absurdas.
7. Cardcaptor Sakura (1998)
💥 Mudança: virou “Cardcaptors”, com foco no menino Shaoran.
🎭 Motivo: esconder o romance lésbico e “masculinizar” o enredo.
📺 Efeito: a protagonista Sakura perdeu protagonismo na versão ocidental.
8. Shaman King (2001)
💥 Mudança: sangue e temas espirituais cortados.
🎭 Motivo: religiosidade e morte vistas como “tabu”.
📺 Efeito: o anime perdeu boa parte de sua filosofia original.
9. Tokyo Ghoul (2014)
💥 Mudança: cenas de canibalismo e tortura escurecidas ou removidas.
🎭 Motivo: censura de violência extrema.
📺 Efeito: algumas cenas viraram “telas pretas” inteiras na TV japonesa e ocidental.
10. Attack on Titan (2013)
💥 Mudança: censura a sangue e nudez dos titãs em algumas versões.
🎭 Motivo: regras de exibição em horário nobre.
📺 Efeito: a brutalidade da guerra foi suavizada em alguns países.
11. Death Note (2006)
💥 Mudança: banido em vários países após jovens imitarem o “caderno da morte”.
🎭 Motivo: medo de incentivo à violência.
📺 Efeito: em lugares como a China, o anime só é acessível via VPN.
12. Hellsing Ultimate (2006)
💥 Mudança: cortes de sangue e blasfêmia religiosa.
🎭 Motivo: conteúdo considerado ofensivo em países cristãos.
📺 Efeito: perdeu parte da crítica à guerra e à hipocrisia religiosa.
13. Ranma ½ (1989)
💥 Mudança: nudez e trocas de gênero censuradas.
🎭 Motivo: medo de polêmica com identidade de gênero.
📺 Efeito: piadas e temas sobre autodescoberta foram cortados.
14. Digimon (1999)
💥 Mudança: diálogos alterados, piadas adultas removidas.
🎭 Motivo: versão “infantilizada” para o público americano.
📺 Efeito: personalidades dos personagens ficaram mais rasas.
15. Bleach (2004)
💥 Mudança: sangue e álcool substituídos por “suco” e “energético”.
🎭 Motivo: controle de conteúdo jovem.
📺 Efeito: humor e intensidade ficaram desbalanceados.
16. Rurouni Kenshin (1996)
💥 Mudança: cenas de decapitação removidas.
🎭 Motivo: violência realista demais.
📺 Efeito: duelos históricos perderam autenticidade.
17. Elfen Lied (2004)
💥 Mudança: censura pesada em TV ocidental; exibido só em horários restritos.
🎭 Motivo: violência gráfica e nudez.
📺 Efeito: parte da mensagem sobre preconceito e trauma foi perdida.
18. Ghost in the Shell (1995)
💥 Mudança: nudez simbólica cortada.
🎭 Motivo: tabu sexual na animação.
📺 Efeito: perdeu impacto filosófico sobre corpo e identidade.
19. Akira (1988)
💥 Mudança: dublagem americana suavizou falas e contexto político.
🎭 Motivo: receio de críticas a governo e temas adultos.
📺 Efeito: a versão original é muito mais complexa e filosófica.
20. Neon Genesis Evangelion (1995)
💥 Mudança: diálogos e cenas religiosas censuradas nos EUA e América Latina.
🎭 Motivo: medo de “blasfêmia” e confusão teológica.
📺 Efeito: parte da metáfora existencial foi perdida em versões dubladas.
☕ Conclusão Bellacosa
Quando o Ocidente tentou “proteger” o público, acabou distorcendo a arte.
A censura nos animes revela mais sobre os medos culturais de quem assiste do que sobre quem produz.
E no fim das contas, as versões originais continuam sendo a forma mais honesta de sentir o que o autor quis dizer — com todas as sombras, falhas e verdades que vêm junto.
Porque no mundo dos animes, até o corte mais pequeno muda o sentido de uma alma inteira. 🎭
Hora do agradecimento para aqueles que ajudam a Orquestra Sinfônica de Campinas
O Maestro Victor Hugo Toro fala sobre aqueles que ajudaram a Orquestra Sinfônica.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
"O Sole Mio" pela Orquestra Sinfônica Campinas Natal 2017
O espetáculo vai conquistando mais e mais a plateia.
Ao ouvir a canção "O Sole Mio" pela voz de Marcelo Vannucci, o publico veio ao estase curtindo a esta bela canção, uma das canções napolitanas mais famosas e conhecidas. Composta em 1898 e conhecida no mundo todo e já foi traduzida em quase todas as línguas.
O auditório Bethoveen ou mais conhecido como Concha Acústica do Taquaral estava maravilhado com esta interpretação e você gostou? Curtiu o vídeo? Deixe seu comentário, partilhe com os amigos. Ajude nosso canal a crescer.
Deixo aqui para os apreciadores a letra completa:
Che bella cosa na jurnata 'e sole,
N'aria serena doppo na tempesta!
Pe' ll'aria fresca pare gia' na festa...
Che bella cosa na jurnata 'e sole.
Ma n'atu sole
Cchiu' bello, oi ne'.
'O sole mio
Sta 'nfronte a te!
'O sole, 'o sole mio
Sta 'nfronte a te!
Sta 'nfronte a te!
Quanno fa notte e 'o sole
Se ne scenne,
Me vene quase 'na malincunia;
Sotto 'a fenesta toia restarria
Quanno fa notte e 'o sole
Se ne scenne.
Ma n'atu sole
Cchiu' bello, oi ne'.
'O sole mio
Sta 'nfronte a te!
'O sole, 'o sole mio
Sta 'nfronte a te!
Sta 'nfronte a te!
Ma n'atu sole
Cchiu' bello, oi ne'.
'O sole mio
Sta 'nfronte a te!
'O sole, 'o sole mio
Sta 'nfronte a te!
Sta 'nfronte a te!
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
"Me llamo la primorosa" pela Orquestra Sinfônica de Campinas Natal 2017
Mais uma apresentação da soprano Jaquelina Livieri
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
O tenor Marcelo Vannucci e a Orquestra Sinfônica de Campinas Natal 2017
Um concerto de Natal cheio de surpresas
🧂 Sazón — o tempero que hackeou o paladar do Brasil
🧂 Sazón — o tempero que hackeou o paladar do Brasil
Por Vagner Bellacosa ☕ — El Jefe Midnight Lunch Edition
Existe uma linha tênue entre cozinhar e compilar.
Entre quem mistura temperos e quem roda o PROC pronto do sabor.
E em 1988, o Japão olhou para o Brasil e disse:
“Por que não facilitar esse deploy?”
Nascia aqui o Sazón, o tempero que ensinou o país a cozinhar com CTRL+C / CTRL+V do sabor caseiro.
Um pacote pequeno, uma promessa gigante: “Amor que tem sabor” — e uma revolução química que virou religião nas cozinhas brasileiras.
🇯🇵 Origem japonesa, alma brasileira
O Sazón é filho da Ajinomoto, empresa japonesa fundada em 1909 por Kikunae Ikeda, o químico que descobriu o umami, o quinto gosto humano (ao lado do doce, salgado, amargo e azedo).
Ikeda isolou o glutamato monossódico (MSG) da alga kombu — e o mundo nunca mais comeu igual.
Quando a Ajinomoto chegou ao Brasil nos anos 1950, começou tímida, vendendo realçadores de sabor para restaurantes.
Mas foi só em 1988 que veio o golpe de mestre: Sazón — nome derivado de “sazonal”, em referência ao frescor dos ingredientes.
Cada pacotinho era uma simulação precisa do tempero “feito à mão”, mas otimizado em laboratório.
O Brasil se apaixonou.
🥘 O tempero que virou dialeto nacional
Sazón não é só produto, é vocabulário.
“Usa Sazón?” significa “cozinha com afeto sintético”.
Cada cor, uma personalidade:
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❤️ Vermelho – arroz e feijão (base da cultura)
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💛 Amarelo – frango (a diplomacia da cozinha)
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🟢 Verde – carnes e churrascos (modo guerreiro)
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🟣 Roxo – massas (versão romântica, candlelight com gosto de miojo premium)
E claro: o comercial inesquecível dos anos 1990 com o jingle
🎵 “Sazón… é amor que tem sabor…” 🎵
gravado no subconsciente coletivo de uma geração inteira que achava que amor vinha em sachê.
⚙️ Curiosidades dignas de laboratório Bellacosa
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🔬 O segredo do Sazón está no umami, sabor descoberto em 1908 — uma combinação de aminoácidos e glutamatos que estimulam o cérebro como música boa ou nostalgia pura.
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🧪 No Japão, o Sazón se chama “Hondashi”, e é feito com peixe bonito seco (katsuobushi). No Brasil, a fórmula foi tropicalizada — mais cebola, alho e tomate, menos peixe e sutileza.
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🍛 A fábrica da Ajinomoto em Limeira (SP) é uma das maiores do mundo em produção de temperos prontos — um templo moderno do sabor padronizado.
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🧂 O brasileiro consome cerca de 3 bilhões de sachês de Sazón por ano — e 80% das famílias já usaram ao menos um sabor.
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🧤 Em testes cegos, pratos com Sazón são 25% mais bem avaliados — não por gosto, mas por memória afetiva: o cérebro reconhece o cheiro da infância.
☕ Bellacosa comenta:
O Sazón é o mainframe da culinária brasileira: roda em segundo plano, é invisível e mantém o sistema de sabores funcionando há décadas sem downtime.
É a automação do amor em pó — o COBOL da cozinha.
Você não vê, mas ele está lá, garantindo integridade de sabor em cada byte de feijão.
Sazón é performance, padronização e emoção empacotada.
É o equilíbrio entre o toque da mãe e o checksum do químico.
É o middleware entre o fogão e o coração.
💡 Dica do El Jefe Midnight Lunch:
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Use Sazón no arroz de madrugada — e descubra que felicidade pode ser instantânea.
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Misture com um pouco de manteiga e vinagre — o resultado é uma poção de nostalgia líquida.
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Guarde um sachê na gaveta do trabalho.
Em dias cinzentos, abra só pra sentir o cheiro — é o ping do sistema avisando:“Tudo ainda tem sabor.”
🔚 Epílogo
O Sazón transformou a cozinha brasileira como o mainframe transformou os bancos:
Silenciosamente, com confiabilidade e sem glamour.
Mas sem ele, nada roda direito.
E no fim do turno, entre o feijão da janta e o teclado sujo de código, a gente entende:
O verdadeiro Amor que tem sabor é aquele que compila sem erro.
domingo, 7 de janeiro de 2018
Jaquelina Livieri e a Orquestra Sinfônica de Campinas no Concerto de Natal 2017
Formiga curtindo a Orquestra e a bela voz da soprano.
Todo final de ano em Campinas a cultura é democraticamente aberta ao povo com o famoso concerto de Natal na Concha Acústica do Parque do Taquaral, o auditório Bethoveen é pequeno para as milhares de pessoas que comparecem para este espetáculo.
Imagina o calor dos aplausos, a alegria dos músicos ao serem prestigiados por tantas pessoas, e neste ano tivemos a presença da soprano argentina: Jaquelina Livieri que veio abrilhantar ainda mais o espetáculo com sua belíssima voz.
Infelizmente meus equipamentos não tem a qualidade técnica para capturar o som na maior pureza, mas mesmo assim e muito bom ouvir a filmagem, imagine ao vivo, venha participar desta massa humana.
Não perca os próximos concertos, participe conosco prestigiando a Orquestra Sinfônica com seus espetáculos na cidade de Campinas, venha ao Parque de Portugal, vá ao Teatro Castro Mendes. Fique atento ao calendário de eventos.
Antes de partir deixe seu joinha, comente e partilhe nosso vídeo. Se não for inscrito inscreva-se. Obrigado
sábado, 6 de janeiro de 2018
O povo vai ao delírio gritando "A Orquestra é NOSSA"
Preparativos da maior selfie de Campinas.
#SinfonicaDeCampinas
Deu ruim na abertura do Concerto de Natal em Campinas.
Tem gente que se acha a ultima bolacha do pacote, as vezes da ruim.
Realmente tem cada figurinha carimbada neste mundo, que se não existisse o capeta ia lembrar de inventar, você que chegou agora, imagine a cena... o concerto natalino da Orquestra Sinfônica de Campinas é gratuito, com lugares livres ocupados por ordem de chegada.
Quem quer ter um bom lugar costuma chegar 3 horas antes do inicio, aguentar o calor do verão, o sol da tarde, até que no inicio do espetáculo aparece uns espertalhões que querem ficar sentados na sua frente, primeiro entram de rompante a meio da abertura e depois incomodam umas 10 pessoas.
Ai começa o barraco, na maior balburdia com a orquestra tocando, o palhaço filmado e a galera no bate boca, por fim, vencida a trupe dos folgados vão embora e podemos enfim assistir a abertura em paz.
Vem conosco e aproveite para curtir uma boa musica.

