✨ Bem-vindo ao meu espaço! ✨ Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens. Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê. Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão. Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
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terça-feira, 9 de janeiro de 2018
"Me llamo la primorosa" pela Orquestra Sinfônica de Campinas Natal 2017
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
O tenor Marcelo Vannucci e a Orquestra Sinfônica de Campinas Natal 2017
Um concerto de Natal cheio de surpresas
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
Hino Nacional Brasileiro pela Orquestra Sinfônica de Campinas
Abertura do concerto de Natal 2017
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
A orquestra é NOSSA. Um protesto na concha acústica
Entenda o que aconteceu na apresentação de Natal da Orquestra Sinfônica.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Ensaio do Coral em conjunto com a Orquestra Sinfônica de Campinas
Preparativos para uma grande apresentação.
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Surpresas no parque de Portugal: Galinha de Angola no Taquaral
Achamos uma nova espécime na fauna do Parque de Portugal.
domingo, 31 de dezembro de 2017
Formiga com medo dos cisnes da lagoa
Uma tarde no parque apreciando seus tesouros únicos.
sábado, 30 de dezembro de 2017
Formiga em uma visita a Caravela do Taquaral
Uma replica de uma caravela portuguesa em plena Lagoa do Taquaral.
domingo, 13 de março de 2016
Os patos no Taquaral
| Bellacosa Maifnrame e os patos da Lagoa do Taquaral |
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
🦆 Os Patos no Taquaral — Um Dia sem Relógio
Um céu azul, um pouco de pão velho e aqueles raros momentos em que ninguém precisava chegar a lugar algum
Era março de 2016.
Naquele dia, eu, Juliana e o pequeno Formiga aproveitamos um daqueles lindos dias de céu azul e sol em Campinas para simplesmente curtir alguns momentos em família no Parque Portugal, o nosso conhecido Parque do Taquaral.
Não havia uma grande missão.
Não havia horário apertado.
Não havia aquela obrigação moderna de transformar cada minuto em alguma coisa produtiva.
Era apenas um passeio.
E talvez justamente por isso tenha se transformado em memória.
Entre as inúmeras brincadeiras daquele dia, havíamos levado de casa um pouco de pão velho para alimentar os patos. Algo extremamente simples, mas que, para uma criança curiosa, podia transformar a margem da lagoa em uma verdadeira expedição.
Formiga estava encantado.
Observava os patos adultos caminhando tranquilamente pelo parque, outros nadando serenamente pela lagoa e, principalmente, os filhotes que apareciam próximos às moitas.
Olhava, acompanhava, perguntava.
Por que eles faziam aquilo?
Para onde estavam indo?
Onde estavam os pequenos?
Eram machos? Eram fêmeas?
A curiosidade infantil tem uma característica maravilhosa: ela consegue transformar aquilo que um adulto já considera parte da paisagem em alguma coisa extraordinária.
Um pato deixa de ser apenas um pato.
Passa a ser uma descoberta.
E então apareceu outro personagem daquela tarde.
O Vagner criança grande.
Porque se existe uma criança observando patos, naturalmente existe a possibilidade de um adulto perfeitamente responsável começar a andar pelo parque fazendo:
— Quá! Quá! Quá!
Formiga se divertia.
Eu imitava os patos.
E o mais engraçado é que alguns deles pareciam ficar curiosos com aquele estranho espécime humano tentando desesperadamente falar a língua deles.
Talvez estivessem pensando:
— Que pato enorme e mal-ajambrado é esse?
Ou talvez:
— Esse aí definitivamente precisa melhorar o sotaque.
Não importa.
Durante alguns minutos, funcionou.
As aves olhavam curiosas, Formiga ria e eu continuava com meu sofisticadíssimo método científico de comunicação interespecífica:
Quá, quá, quá!
Hoje, revendo esse pequeno registro tantos anos depois, percebo que existe algo muito maior escondido naquela brincadeira aparentemente insignificante.
Era um momento de absoluto relaxamento.
Não estávamos correndo contra o relógio.
Não havia compromisso esperando do outro lado do parque.
Não precisávamos terminar rapidamente aquela atividade para começar a próxima.
Podíamos simplesmente ficar ali.
Olhar os patos.
Jogar pedacinhos de pão.
Observar os filhotes.
Responder perguntas.
Inventar outras respostas.
Rir.
E fazer quá-quá para uma ave que provavelmente não estava entendendo absolutamente nada.
Talvez seja justamente esse o verdadeiro luxo que algumas fotografias e vídeos antigos acabam revelando anos depois.
Ter tempo.
Tempo para uma criança observar um pato durante vários minutos.
Tempo para um pai entrar na brincadeira.
Tempo para uma família caminhar pelo parque sem transformar o passeio numa corrida.
Naquele domingo ensolarado de março de 2016, o Parque Portugal não precisava oferecer nenhuma atração extraordinária.
O extraordinário já estava acontecendo.
Juliana estava ali.
Formiga estava descobrindo o mundo.
Eu estava fazendo palhaçada.
Os patos estavam apenas sendo patos.
E ninguém precisava estar em outro lugar.
Dez anos depois, talvez seja essa a parte mais bonita daquele pequeno vídeo.
A câmera registrou os patos.
Mais um vídeo do maluco que pensa que sabe imitar animais...
O Formiga e o seu amigo estão passeando pelo parque do Taquaral em Campinas e encontram este animado grupo de patos.
O lokinho resolve imitar uns patos e deixa o formiga bravo, querendo ir embora para achar o caminho para a orquestra.
Mas os pato lokinho não desiste e tenta com seu qua qua qua chamar a atenção dos patos. Sera que ele ira conseguir?
A sucuri no parque Taquaral
| Bellacosa Mainframe e uma tarde no Parque e achamos uma sucuri |
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
A sucuri no parque Taquaral
O pequeno Formiga se divertia.
Mas boa parte daquela diversão não estava propriamente nos brinquedos do parque. Estava nas histórias malucas que eu inventava na hora.
Bastava encontrar alguma coisa diferente pelo caminho.
Uma estátua.
Um animal.
Um trilho.
Uma construção estranha.
Uma velha caravela parada junto à lagoa.
Ou uma enorme sucuri que, evidentemente, não precisava ser apenas uma escultura.
Na nossa imaginação, qualquer coisa podia ganhar uma história.
E assim explorávamos o Parque Portugal — muito mais conhecido pelos campineiros simplesmente como Parque Taquaral.
Não havia roteiro.
Não havia horário.
Muito menos obrigação de chegar a algum lugar.
Nós simplesmente vasculhávamos.
Procurávamos.
Explorávamos.
Aquelas coisas aparentemente comuns, que depois de centenas de visitas acabam desaparecendo na paisagem para os adultos, ainda eram extraordinárias para uma criança. E eu aproveitava justamente isso.
Se alguma coisa merecesse atenção, nós parávamos.
Olhávamos.
Inventávamos alguma história.
Tirávamos uma fotografia.
Brincávamos um pouco.
E depois continuávamos andando.
🐍 Cuidado com a sucuri!
Foi assim com a famosa sucuri do parque.
Para um adulto, uma escultura.
Para uma criança acompanhada por um adulto disposto a falar algumas bobagens, aquilo poderia ser praticamente qualquer coisa.
Talvez uma gigantesca serpente amazônica que tivesse atravessado secretamente metade do Brasil.
Talvez estivesse dormindo.
Talvez estivesse esperando alguém chegar perto.
Talvez nós fôssemos exploradores enviados numa missão ultrassecreta para descobrir como aquela criatura havia aparecido em Campinas.
Não precisava fazer sentido.
Aliás, era muito melhor quando não fazia sentido algum.
Durante aqueles minutos, não existia necessidade de ser real.
Era fantasia criada exclusivamente para aquele momento, naquele lugar, naquela hora.
E depois seguíamos adiante.
🌳 Um parque que é muitos parques
Talvez o Taquaral seja especialmente adequado para esse tipo de aventura porque ele nunca foi apenas uma lagoa cercada por uma pista de caminhada.
Há os pedalinhos navegando pela água.
Há o velho bonde e seus trilhos.
Há a Concha Acústica.
Há a pista de skate.
Há brinquedos.
Há esculturas.
Há animais.
Há a caravela.
Há ainda aquelas coisas curiosas e quase surreais, sobreviventes de outros tempos, que uma pessoa apressada pode atravessar sem sequer perceber.
Mas, quando estamos procurando aventuras, tudo isso serve de gancho para uma história.
E o parque continua para além de seus próprios limites.
Do lado de fora, quando a rua é fechada aos automóveis, o asfalto muda de função. Onde normalmente passariam carros, aparecem pessoas caminhando, correndo, pedalando, conversando e simplesmente aproveitando o espaço.
O Taquaral se transforma em um enorme organismo vivo.
E talvez essa seja uma de suas características mais bonitas.
Ele acolhe muitas tribos ao mesmo tempo.
Há quem esteja ali para correr.
Quem queira caminhar.
Quem leve a bicicleta.
Quem prefira o skate.
Quem queira andar de pedalinho.
Quem vá pela música.
Quem esteja passeando com a família.
Quem queira fotografar.
Quem simplesmente queira sentar debaixo de uma árvore e não fazer absolutamente nada.
E havia nós.
Nossa atividade era outra:
procurar coisas que pudessem virar histórias.
🔎 O extraordinário escondido no comum
Talvez tenha sido essa a verdadeira brincadeira.
Não era simplesmente levar o Formiga para passear no parque.
Era ensinar, mesmo sem perceber que estava ensinando, que vale a pena prestar atenção.
Uma estátua que milhares de pessoas atravessam sem olhar pode esconder uma aventura.
Um velho trilho pode provocar perguntas.
Para onde ia esse bonde?
Quem andou nele?
Por que ainda existem trilhos aqui?
Uma caravela estacionada no interior de São Paulo é praticamente um convite para uma criança perguntar:
— O que esse negócio está fazendo aqui?
E pronto.
Acabamos de encontrar material para outra história.
Não era necessário preparar nada antecipadamente. A própria paisagem fornecia os elementos e nossa imaginação fazia o restante.
Essa talvez seja uma das lembranças mais gostosas daqueles passeios.
Não tínhamos pressa.
Não precisávamos cumprir uma lista de atrações.
Não existia a obrigação moderna de transformar o passeio numa sucessão de lugares que precisam ser visitados rapidamente antes de seguir para o próximo.
Se alguma coisa despertasse nossa curiosidade, ficávamos ali.
Cinco minutos.
Dez minutos.
O tempo que fosse.
Porque naquele momento aquilo era importante.
📸 E então vinha a fotografia
Cada pequena descoberta que merecia atenção ganhava também uma fotografia.
Naquele instante era apenas mais uma foto.
Anos depois, ela se transforma em outra coisa.
A fotografia da sucuri já não registra apenas uma escultura do Parque Taquaral.
Ela guarda o pequeno Formiga.
Guarda aquela idade.
Guarda uma tarde.
Guarda uma brincadeira.
E, principalmente, guarda uma maneira de enxergar o mundo.
Talvez seja por isso que, tantos anos depois, algumas dessas imagens aparentemente banais adquiram um valor que jamais poderíamos calcular no momento em que apertamos o botão da câmera.
A sucuri continua lá na fotografia.
Mas o menino cresceu.
O dia terminou.
A história inventada naquela hora provavelmente foi esquecida.
E justamente por isso a fotografia ficou tão importante.
Ela é uma pequena âncora lançada naquele instante.
Olho para ela e consigo novamente encontrar aquele parque onde uma escultura não precisava ser simplesmente uma escultura.
Podia ser uma criatura monstruosa.
O bonde podia levar para algum lugar impossível.
A caravela podia estar preparando uma expedição.
E cada curva do caminho podia esconder alguma coisa que ainda não havíamos descoberto.
Talvez essa seja uma das melhores coisas que podemos oferecer a uma criança:
não apenas mostrar o mundo, mas ensinar que o mundo merece ser observado.
Porque uma tarde no parque pode ser apenas uma tarde no parque.
Ou pode ser uma expedição extraordinária.
Depende de quem está olhando.
E naquele dia, no Taquaral, nós estávamos procurando aventuras.
Até uma sucuri apareceu pelo caminho.
O formiguinha enfrenta a sucuri
Campinas e os pedalinhos na Lagoa do Taquaral
| Bellacosa Mainframe o Formiga se diverte nos pedalinhos na Lagoa do Taquaral no Parque Portugal em Campinas |
🚣 Campinas e os Pedalinhos na Lagoa do Taquaral
Um domingo de passeio, água, barcos e descobertas em Campinas
Existem passeios que parecem muito simples quando acontecem, mas que, muitos anos depois, acabam se transformando em pequenas cápsulas do tempo.
Naquele domingo de março de 2016, estávamos passeando pela tradicional Lagoa do Taquaral, em Campinas, um daqueles lugares onde sempre existe alguma coisa acontecendo. Pessoas caminhando, famílias aproveitando o parque, crianças correndo e, naturalmente, muita curiosidade diante da água.
E foi justamente ali que o Formiguinha encontrou algo interessante para investigar: a região dos famosos pedalinhos da Lagoa do Taquaral.
🚣 Lá estavam eles, esperando os próximos navegadores.
Para uma criança, entretanto, aquilo não era simplesmente uma área de lazer. Poderia muito bem ser um pequeno porto escondido no meio de Campinas.
Havia água, embarcações, ancoragem e todo aquele movimento que imediatamente despertava a imaginação.
Mas outra embarcação acabou chamando ainda mais atenção.
🚒 O barco dos bombeiros!
Pronto.
Agora a expedição estava completa.
Formiguinha observava tudo atentamente, tentando entender como aquele barco funcionava e provavelmente imaginando as aventuras que poderiam acontecer naquela lagoa.
É curioso perceber como as crianças conseguem transformar lugares conhecidos em enormes territórios de exploração.
Para os adultos, eram apenas os pedalinhos do Taquaral.
Para ele, talvez estivéssemos diante de uma verdadeira base naval.
😄
Hoje, olhando novamente essas imagens tantos anos depois, o vídeo ganha outro significado.
Não registra apenas um passeio pela Lagoa do Taquaral.
Registra uma tarde, uma idade, uma curiosidade e um pequeno pedaço da nossa história.
Porque o tempo passa silenciosamente.
Os lugares mudam.
As crianças crescem.
Mas algumas tardes continuam navegando para sempre dentro da memória.
El Jefe — Midnight Lunch
📍 Lagoa do Taquaral — Campinas, São Paulo
📅 Março de 2016
Bagunça nos pedalinhos
Domingo no parque, dia de bagunça explorando os pedalinhos da Lagoa do Taquaral, agora recolhidas mas durante o dia fazem a alegria das crianças e dos adultos.
Com a ajuda do Formiguinha vamos descobrindo os briquedos e explorando todos os detalhes do porto e ancoragem, bem como o barco dos bombeiros que é a grande curiosidade do Formiguinha.
Azucrinando com os patos do Taquaral em Campinas
Um pato maluco e seu amigo formiga.
Continuamos nosso dia agradável passeando no Taquaral, andando pela lagoa, brincando com os patos, um dia delicioso.
O formiguinha se divertindo com a bagunça, zoando, correndo, pulando e fazendo arte. Ate tentei imitar o pato Donald para provocar os patos da lagoa, sempre explorando, usando a imaginação e brincando.
O parque de Portugal tem muita coisa lúdica, que encantam as crianças, a lagoa, o bonde, a caravela, os pedalinhos, aves aquáticas, pista para caminhada. Tanta coisa que vale a pena perder algumas horas do dia aqui.