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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

"Me llamo la primorosa" pela Orquestra Sinfônica de Campinas Natal 2017

Mais uma apresentação da soprano Jaquelina Livieri


O maestro Victor Hugo Toro fez uma apresentação fantástica nesta tarde de sábado, gostaria de saber o nome de todos os músicos para divulgar aqui em nosso canal, pois eles merecem o nosso total apoio.

O povo gosta de cultura, necessita de mais espetáculos como esse... imagine quase 10.000 pessoas indo assistir o concerto natalino... o parque de Portugal fica repleto de pessoas, vendedores ambulantes fazem  a festa, o povo participa, sempre que pode, batendo palmas, assobiando ou apenas acompanhando a musica.

Nossos governantes deveriam copiar este modelo e divulgar a cultura em todos os lugares, impulsionar a criação de grupos musicais, apresentação de quartetos, quintetos e divulgar a criação de operas e composição de musica.

Criar esse circulo virtuoso onde teríamos a divulgação de novos músicos, a criação de oficinas, fabricas e técnicos para a confecção de instrumentos musicais, imagine quantos empregos diretos e indiretos que seriam criados em nosso país.





segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

O tenor Marcelo Vannucci e a Orquestra Sinfônica de Campinas Natal 2017

Um concerto de Natal cheio de surpresas


O tenor Marcelo Vannucci com uma voz que emocionou o publico presente, inclusive este humilde Youtuber, que ficou até arrepiado, este Concerto de Natal foi fantástico, um belo presente da Sinfônica para o povo Campineiro.

A seleção de musica foi fantástica,  imagine 64 apresentações durante o ano, um publico estimado em mais de 50.000 pessoas, milhares de pequenos vídeos gravados e postado nas redes sociais.

A Orquestra Sinfônica de Campinas é um serviço publico exemplar, nestas horas ficamos satisfeitos em pagar impostos, a cultura deve ser valorizada e incentiva, imagino os postos de trabalho criados para gerir toda a infraestrutura. 

E as apresentações gratuitas, os ensaios abertos, as visitas escolares e a possibilidade de criar um mercado de trabalho para jovens músicos, que inspiram-se nos músicos da Sinfônica, a parte cultural e a participação da sociedade nas apresentações fazem da Orquestra, A nossa Orquestra.


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Hino Nacional Brasileiro pela Orquestra Sinfônica de Campinas

Abertura do concerto de Natal 2017 


Estamos em Campinas no auditório Bethoveen da famosa Concha Acústica do Parque de Portugal com um publico de quase 10.000 pessoas prestigiando o maestro Vitor e sua excelente equipe de músicos.

O povo esta eufórico após a manifestação de apoio gritando "a orquestra é nossa" a todo pulmão, para mostrar ao poder público que a população luta por aquilo que acredita, que ama e que admira.

Na abertura tocando o hino nacional o povo esta ali, participando e aplaudindo, arrepia ver o povo assim lutando por algo que acredita, curtindo uma boa musica, alimentando a alma do povo com boa musica.

Participem e prestigiem a orquestra no Teatro Castro Mendes, deixem joinha no vídeo e participe do nosso canal.


quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

A orquestra é NOSSA. Um protesto na concha acústica

Entenda o que aconteceu na apresentação de Natal da Orquestra Sinfônica.


Um vereador querendo ganhar destaque na mídia, lançou uma proposta polemica na Câmara Municipal de Campinas, vendo as despesas anuais da Secretaria da Cultura, viu o custo da Orquestra Sinfônica.

Sem avaliar devidamente os valores, não sabemos se foi devido a baixa qualificação do edil, ou se desejava polemizar, ele propôs a criação de um projeto de lei que extinguisse a Orquestra.

A cidade de Campinas em peso caiu de pau no edil, as redes sociais choveram de criticas ao politico, o povo enfurecido atacou o abestalhado de tal maneira, que ele até sumiu do ar, e o povo feliz manteve a honra e a dignidade da Orquestra a salvo.

Ainda no calor da bagunça o publico presente se manifestou em prol dos músicos e da orquestra Sinfônica de Campinas. Muitas noticias e falatório, deixando o povo revoltado com a administração municipal. O que você acha, deixa seu comentário.



quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Ensaio do Coral em conjunto com a Orquestra Sinfônica de Campinas

Preparativos para uma grande apresentação.


Os músicos estão posicionados, o público continua chegando afluindo em peso para lotar o auditório Bethoveen, esta um calor insuportável, mesmo para o final de tarde, o banco de cimento esta muito quente, deixando a bunda quente.

O coral que irá participar do encerramento esta fazendo os últimos ensaios para a grande apresentação, ouça o que esta por vir, aproveite esta pequena canjinha para ver ou rever este show sensacional.

Foi um final de tarde muito rico em cultura e uma cidade ter sua orquestra, deixa a população feliz, nós que vivemos num país tão pobre em eventos culturais, em que o poder público é omisso em promover a cultura, Campinas é uma cidade que há quase 100 anos valoriza sua Orquestra e cada vez mais atrai um público jovem para acompanhar seus trabalhos.

Deixo este vídeo para junto relembrarmos os melhores momentos desta apresentação... o coral e a orquestra Sinfônica de Campinas, obrigado Vitor.





terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Surpresas no parque de Portugal: Galinha de Angola no Taquaral

Achamos uma nova espécime na fauna do Parque de Portugal.


As surpresas não param de nos encantarem, desta vez próximo a Lagoa do Taquaral, ouvi um som característico de uma ave muito barulhenta, vocês nem imaginam o que encontramos ciscando o chão.

Esse som te diz algo? To fraco, to fraco, to fraco? Acertou quem disse Galinhas de Angola, soltas e animando nossa visita ao Parque, essa fauna tão diversificada com tantas espécimes de aves.

Tão engraçadas com suas penas cinzas escuras e bolinhas brancas, andando em bandos, soltas, tranquilas e barulhentas. Convido você a levar seu pequenino ao parque, garanto que será um momento de prazer único, encontrar diversos animais passeando pelo parque.

Veja patos, marrecos, gansos, cisnes, andorinhas e tantas outras aves soltas enriquecendo nossa paz com seu som, venha curtir algo tão bacana, prestigie o parque da sua cidade.




domingo, 31 de dezembro de 2017

Formiga com medo dos cisnes da lagoa


Uma tarde no parque apreciando seus tesouros únicos.


Estamos retornando a concha acústica para o inicio do Concerto, estávamos na Caravela Portuguesa e o Formiga esta muito divertido e encantado com tantas coisas curiosas, a imaginação da criança viaja para um mundo fantástico.

Quando resolvi parar próximo a Lagoa do Taquaral para apreciar a bela e bucólica imagem do lago, o dia estava lindo bem quente, com um céu azul com poucas nuvens e as águas da lagoa estavam num verde quase turquesa.

Ao longe vejo um casal de cisnes, me aproximo e começo filmar a mais bela das aves, em seu tranquilo passeio pelas águas, o Formiguinha receoso não se aproxima e fica ao longe apreciando, preocupado com o tamanho da ave e receio de acontecer algo.

A beleza do parque do Taquaral é memorável, um lugar único que abriga diversas especies animais, neste pequeno vídeo apreciamos um casal de cisnes e pensar que tudo começou com a ideia de preservar uma fazenda da especulação imobiliária e veja o tesouro que virou. Obrigado Quércia.







sábado, 30 de dezembro de 2017

Formiga em uma visita a Caravela do Taquaral

Uma replica de uma caravela portuguesa em plena Lagoa do Taquaral.


Atenção pequenos exploradores, aqueles que querem soltar a imaginação e visitar uma replica de caravela portuguesa, estejam a vontade de subir a bordo, na lagoa do Taquaral no Parque Portugal em Campinas.

Estamos em uma tarde de domingo estamos revisitando o parque do Taquaral e um dos melhores monumentos é uma replica de caravela portuguesa, claro que historicamente não é tão precisa, os construtores tiveram uma liberdade para fazer o barco a sua vontade, as margens do lago e beirando o trilho do bonde... visitada por adultos e crianças vale a pena. pelo momento lúdico.

A Orquestra Sinfônica de Campinas em breve inciará sua apresentação, enquanto isso aproveitamos e exploramos vários pedacinhos do parque, são tantas atrações que perde-se a noção do tempo, explorando este parque e você conhece o parque? Temos diversos vídeos com varias partes do parque em versão atual e antiga.

Visite nosso canal e explore-o...


domingo, 13 de março de 2016

Os patos no Taquaral

Bellacosa Maifnrame e os patos da Lagoa do Taquaral

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🦆 Os Patos no Taquaral — Um Dia sem Relógio

Um céu azul, um pouco de pão velho e aqueles raros momentos em que ninguém precisava chegar a lugar algum

Era março de 2016.

Naquele dia, eu, Juliana e o pequeno Formiga aproveitamos um daqueles lindos dias de céu azul e sol em Campinas para simplesmente curtir alguns momentos em família no Parque Portugal, o nosso conhecido Parque do Taquaral.

Não havia uma grande missão.

Não havia horário apertado.

Não havia aquela obrigação moderna de transformar cada minuto em alguma coisa produtiva.

Era apenas um passeio.

E talvez justamente por isso tenha se transformado em memória.

Entre as inúmeras brincadeiras daquele dia, havíamos levado de casa um pouco de pão velho para alimentar os patos. Algo extremamente simples, mas que, para uma criança curiosa, podia transformar a margem da lagoa em uma verdadeira expedição.

Formiga estava encantado.

Observava os patos adultos caminhando tranquilamente pelo parque, outros nadando serenamente pela lagoa e, principalmente, os filhotes que apareciam próximos às moitas.

Olhava, acompanhava, perguntava.

Por que eles faziam aquilo?

Para onde estavam indo?

Onde estavam os pequenos?

Eram machos? Eram fêmeas?

A curiosidade infantil tem uma característica maravilhosa: ela consegue transformar aquilo que um adulto já considera parte da paisagem em alguma coisa extraordinária.

Um pato deixa de ser apenas um pato.

Passa a ser uma descoberta.

E então apareceu outro personagem daquela tarde.

O Vagner criança grande.

Porque se existe uma criança observando patos, naturalmente existe a possibilidade de um adulto perfeitamente responsável começar a andar pelo parque fazendo:

— Quá! Quá! Quá!

Formiga se divertia.

Eu imitava os patos.

E o mais engraçado é que alguns deles pareciam ficar curiosos com aquele estranho espécime humano tentando desesperadamente falar a língua deles.

Talvez estivessem pensando:

— Que pato enorme e mal-ajambrado é esse?

Ou talvez:

— Esse aí definitivamente precisa melhorar o sotaque.

Não importa.

Durante alguns minutos, funcionou.

As aves olhavam curiosas, Formiga ria e eu continuava com meu sofisticadíssimo método científico de comunicação interespecífica:

Quá, quá, quá!



Hoje, revendo esse pequeno registro tantos anos depois, percebo que existe algo muito maior escondido naquela brincadeira aparentemente insignificante.

Era um momento de absoluto relaxamento.

Não estávamos correndo contra o relógio.

Não havia compromisso esperando do outro lado do parque.

Não precisávamos terminar rapidamente aquela atividade para começar a próxima.

Podíamos simplesmente ficar ali.

Olhar os patos.

Jogar pedacinhos de pão.

Observar os filhotes.

Responder perguntas.

Inventar outras respostas.

Rir.

E fazer quá-quá para uma ave que provavelmente não estava entendendo absolutamente nada.

Talvez seja justamente esse o verdadeiro luxo que algumas fotografias e vídeos antigos acabam revelando anos depois.

Ter tempo.

Tempo para uma criança observar um pato durante vários minutos.

Tempo para um pai entrar na brincadeira.

Tempo para uma família caminhar pelo parque sem transformar o passeio numa corrida.

Naquele domingo ensolarado de março de 2016, o Parque Portugal não precisava oferecer nenhuma atração extraordinária.

O extraordinário já estava acontecendo.

Juliana estava ali.

Formiga estava descobrindo o mundo.

Eu estava fazendo palhaçada.

Os patos estavam apenas sendo patos.

E ninguém precisava estar em outro lugar.

Dez anos depois, talvez seja essa a parte mais bonita daquele pequeno vídeo.

A câmera registrou os patos.

A memória registrou o resto.
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Mais um vídeo do maluco que pensa que sabe imitar animais...


O Formiga e o seu amigo estão passeando pelo parque do Taquaral em Campinas e encontram este animado grupo de patos.



O lokinho resolve imitar uns patos e deixa o formiga bravo, querendo ir embora para achar o caminho para a orquestra.

Mas os pato lokinho não desiste e tenta com seu qua qua qua chamar a atenção dos patos. Sera que ele ira conseguir?

A sucuri no parque Taquaral

Bellacosa Mainframe e uma tarde no Parque e achamos uma sucuri

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A sucuri no parque Taquaral

O pequeno Formiga se divertia.

Mas boa parte daquela diversão não estava propriamente nos brinquedos do parque. Estava nas histórias malucas que eu inventava na hora.

Bastava encontrar alguma coisa diferente pelo caminho.

Uma estátua.

Um animal.

Um trilho.

Uma construção estranha.

Uma velha caravela parada junto à lagoa.

Ou uma enorme sucuri que, evidentemente, não precisava ser apenas uma escultura.

Na nossa imaginação, qualquer coisa podia ganhar uma história.

E assim explorávamos o Parque Portugal — muito mais conhecido pelos campineiros simplesmente como Parque Taquaral.

Não havia roteiro.

Não havia horário.

Muito menos obrigação de chegar a algum lugar.

Nós simplesmente vasculhávamos.

Procurávamos.

Explorávamos.

Aquelas coisas aparentemente comuns, que depois de centenas de visitas acabam desaparecendo na paisagem para os adultos, ainda eram extraordinárias para uma criança. E eu aproveitava justamente isso.

Se alguma coisa merecesse atenção, nós parávamos.

Olhávamos.

Inventávamos alguma história.

Tirávamos uma fotografia.

Brincávamos um pouco.

E depois continuávamos andando.

🐍 Cuidado com a sucuri!

Foi assim com a famosa sucuri do parque.

Para um adulto, uma escultura.

Para uma criança acompanhada por um adulto disposto a falar algumas bobagens, aquilo poderia ser praticamente qualquer coisa.

Talvez uma gigantesca serpente amazônica que tivesse atravessado secretamente metade do Brasil.

Talvez estivesse dormindo.

Talvez estivesse esperando alguém chegar perto.

Talvez nós fôssemos exploradores enviados numa missão ultrassecreta para descobrir como aquela criatura havia aparecido em Campinas.

Não precisava fazer sentido.

Aliás, era muito melhor quando não fazia sentido algum.

Durante aqueles minutos, não existia necessidade de ser real.

Era fantasia criada exclusivamente para aquele momento, naquele lugar, naquela hora.

E depois seguíamos adiante.



🌳 Um parque que é muitos parques

Talvez o Taquaral seja especialmente adequado para esse tipo de aventura porque ele nunca foi apenas uma lagoa cercada por uma pista de caminhada.

Há os pedalinhos navegando pela água.

Há o velho bonde e seus trilhos.

Há a Concha Acústica.

Há a pista de skate.

Há brinquedos.

Há esculturas.

Há animais.

Há a caravela.

Há ainda aquelas coisas curiosas e quase surreais, sobreviventes de outros tempos, que uma pessoa apressada pode atravessar sem sequer perceber.

Mas, quando estamos procurando aventuras, tudo isso serve de gancho para uma história.

E o parque continua para além de seus próprios limites.

Do lado de fora, quando a rua é fechada aos automóveis, o asfalto muda de função. Onde normalmente passariam carros, aparecem pessoas caminhando, correndo, pedalando, conversando e simplesmente aproveitando o espaço.

O Taquaral se transforma em um enorme organismo vivo.

E talvez essa seja uma de suas características mais bonitas.



Ele acolhe muitas tribos ao mesmo tempo.

Há quem esteja ali para correr.

Quem queira caminhar.

Quem leve a bicicleta.

Quem prefira o skate.

Quem queira andar de pedalinho.

Quem vá pela música.

Quem esteja passeando com a família.

Quem queira fotografar.

Quem simplesmente queira sentar debaixo de uma árvore e não fazer absolutamente nada.

E havia nós.

Nossa atividade era outra:

procurar coisas que pudessem virar histórias.

🔎 O extraordinário escondido no comum

Talvez tenha sido essa a verdadeira brincadeira.

Não era simplesmente levar o Formiga para passear no parque.

Era ensinar, mesmo sem perceber que estava ensinando, que vale a pena prestar atenção.

Uma estátua que milhares de pessoas atravessam sem olhar pode esconder uma aventura.

Um velho trilho pode provocar perguntas.

Para onde ia esse bonde?

Quem andou nele?

Por que ainda existem trilhos aqui?

Uma caravela estacionada no interior de São Paulo é praticamente um convite para uma criança perguntar:

— O que esse negócio está fazendo aqui?

E pronto.

Acabamos de encontrar material para outra história.

Não era necessário preparar nada antecipadamente. A própria paisagem fornecia os elementos e nossa imaginação fazia o restante.

Essa talvez seja uma das lembranças mais gostosas daqueles passeios.

Não tínhamos pressa.

Não precisávamos cumprir uma lista de atrações.

Não existia a obrigação moderna de transformar o passeio numa sucessão de lugares que precisam ser visitados rapidamente antes de seguir para o próximo.

Se alguma coisa despertasse nossa curiosidade, ficávamos ali.

Cinco minutos.

Dez minutos.

O tempo que fosse.

Porque naquele momento aquilo era importante.



📸 E então vinha a fotografia

Cada pequena descoberta que merecia atenção ganhava também uma fotografia.

Naquele instante era apenas mais uma foto.

Anos depois, ela se transforma em outra coisa.

A fotografia da sucuri já não registra apenas uma escultura do Parque Taquaral.

Ela guarda o pequeno Formiga.

Guarda aquela idade.

Guarda uma tarde.

Guarda uma brincadeira.

E, principalmente, guarda uma maneira de enxergar o mundo.

Talvez seja por isso que, tantos anos depois, algumas dessas imagens aparentemente banais adquiram um valor que jamais poderíamos calcular no momento em que apertamos o botão da câmera.

A sucuri continua lá na fotografia.

Mas o menino cresceu.

O dia terminou.

A história inventada naquela hora provavelmente foi esquecida.

E justamente por isso a fotografia ficou tão importante.

Ela é uma pequena âncora lançada naquele instante.

Olho para ela e consigo novamente encontrar aquele parque onde uma escultura não precisava ser simplesmente uma escultura.

Podia ser uma criatura monstruosa.

O bonde podia levar para algum lugar impossível.

A caravela podia estar preparando uma expedição.

E cada curva do caminho podia esconder alguma coisa que ainda não havíamos descoberto.

Talvez essa seja uma das melhores coisas que podemos oferecer a uma criança:

não apenas mostrar o mundo, mas ensinar que o mundo merece ser observado.

Porque uma tarde no parque pode ser apenas uma tarde no parque.

Ou pode ser uma expedição extraordinária.

Depende de quem está olhando.

E naquele dia, no Taquaral, nós estávamos procurando aventuras.

Até uma sucuri apareceu pelo caminho.

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O formiguinha enfrenta a sucuri


O parque Portugal vulgarmente conhecido como parque do Taquaral é um lugar cheio de surpresas...

Existem estátuas de ursos pandas, elefantes e ate uma sucuri.... além da famosa caravela na lagoa do Taquaral, o bonde, a concha acústica.

Para as crianças sempre é motivo de uma boa brincadeira se divertir fazendo a farra nas estátuas.


Todos querem fotografar, brincar, participar e curtir bem o dia neste parque fabuloso.


Campinas e os pedalinhos na Lagoa do Taquaral

Bellacosa Mainframe o Formiga se diverte nos pedalinhos na Lagoa do Taquaral no Parque Portugal em Campinas

🚣 Campinas e os Pedalinhos na Lagoa do Taquaral

Um domingo de passeio, água, barcos e descobertas em Campinas

Existem passeios que parecem muito simples quando acontecem, mas que, muitos anos depois, acabam se transformando em pequenas cápsulas do tempo.

Naquele domingo de março de 2016, estávamos passeando pela tradicional Lagoa do Taquaral, em Campinas, um daqueles lugares onde sempre existe alguma coisa acontecendo. Pessoas caminhando, famílias aproveitando o parque, crianças correndo e, naturalmente, muita curiosidade diante da água.

E foi justamente ali que o Formiguinha encontrou algo interessante para investigar: a região dos famosos pedalinhos da Lagoa do Taquaral.

🚣 Lá estavam eles, esperando os próximos navegadores.

Para uma criança, entretanto, aquilo não era simplesmente uma área de lazer. Poderia muito bem ser um pequeno porto escondido no meio de Campinas.

Havia água, embarcações, ancoragem e todo aquele movimento que imediatamente despertava a imaginação.

Mas outra embarcação acabou chamando ainda mais atenção.



🚒 O barco dos bombeiros!

Pronto.

Agora a expedição estava completa.

Formiguinha observava tudo atentamente, tentando entender como aquele barco funcionava e provavelmente imaginando as aventuras que poderiam acontecer naquela lagoa.

É curioso perceber como as crianças conseguem transformar lugares conhecidos em enormes territórios de exploração.

Para os adultos, eram apenas os pedalinhos do Taquaral.

Para ele, talvez estivéssemos diante de uma verdadeira base naval.

😄

Hoje, olhando novamente essas imagens tantos anos depois, o vídeo ganha outro significado.

Não registra apenas um passeio pela Lagoa do Taquaral.

Registra uma tarde, uma idade, uma curiosidade e um pequeno pedaço da nossa história.

Porque o tempo passa silenciosamente.

Os lugares mudam.

As crianças crescem.

Mas algumas tardes continuam navegando para sempre dentro da memória.

El Jefe — Midnight Lunch

📍 Lagoa do Taquaral — Campinas, São Paulo
📅 Março de 2016

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Bagunça nos pedalinhos


Domingo no parque, dia de bagunça explorando os pedalinhos da Lagoa do Taquaral, agora recolhidas mas durante o dia fazem a alegria das crianças e dos adultos.



Com a ajuda do Formiguinha vamos descobrindo os briquedos e explorando todos os detalhes do porto e ancoragem, bem como o barco dos bombeiros que é a grande curiosidade do Formiguinha.

Azucrinando com os patos do Taquaral em Campinas

Um pato maluco e seu amigo formiga.


Continuamos nosso dia agradável passeando no Taquaral, andando pela lagoa, brincando com os patos, um dia delicioso.



O formiguinha se divertindo com a bagunça, zoando, correndo, pulando e fazendo arte. Ate tentei imitar o pato Donald para provocar os patos da lagoa, sempre explorando, usando a imaginação e brincando.

O parque de Portugal tem muita coisa lúdica, que encantam as crianças, a lagoa, o bonde, a caravela, os pedalinhos, aves aquáticas, pista para caminhada. Tanta coisa que vale a pena perder algumas horas do dia aqui.

Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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