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sexta-feira, 17 de junho de 1994

Apiai e seu tesouro subterraneo

As cavernas do Petar

O grupo Encaminhada com o passar dos anos foi evoluindo, o grupo foi ganhando resistência e então fomos ficando mais audaciosos, escolhendo aventuras mais radicais.

Visitar Apiai no Vale do Ribeira e conhecer as cavernas do Petar foi o encerrar de um ciclo de grandes aventuras com o Encaminhada. Realmente fomos ao fundo, brincadeira na verdade exploramos diversas cavernas da região.




Para se ter ideia a melhor de todas as cavernas foi uma que atravessamos o interior da montanha por baixo d'agua, nadando algo de 3 a 4 metros na escuridão total, guiados apenas por uma corda guia, para sair em outra gruta e dela encontrar a saida.

Vimos restos arqueologicos de Sambaqui, tivemos aula de historia sobre os primeiros habitantes daquela regiao. Andamos com laternas de carbureto, encontramos animais selvagens, vimos mais cachoeiras e piscinas naturais. 

sábado, 19 de junho de 1993

CODESP na Serra do Mar

CODESP, a serra do mar e as maravilhas da mata Atlântica


Em mais uma aventura da equipe Encaminhada, viemos para a regiao da serra do mar, próximo a Paranapiacaba e seguimos em Direcção a CODESP dentro de uma reserva protegida.

Um lugar completo com trilhas, cachoeiras, rios e lago com condutas para a hidroeléctrica, depois descemos em Direcção a casa das maquinas, andamos de trem pela região e para completar a mega aventura pegamos balsa pelo rio Itapanhau.



A Tata, o Edsinho, o Emilinho e o Edu estavam na trupe, onde nos divertimos o dia todos, devido a ser uma instalaçao industrial, o terreno era pouco acidentado e foi uma das caminhadas mais fácil que fizemos.

Boas recordações tenho do Trem e da Balsa, tipo meio Indiana Jones.

Encaminhada subindo a Pedra Grande

Caminhada em Atibaia


Mais uma aventura do grupo Encaminhada, desta vez estamos em Atibaia fazendo as trilhas ao pe da Pedra Grande, o objectivo é subir por uma trilha lateral e chegar ao de cima antes do por do sol.

O grupo esta bem empolgado, esta trilha parece fácil, mas enganou-me sem árvores de grande porte para fazer sombra, nenhum curso d'agua para refrescar, a brincadeira acabou sendo dura.


Subimos contornando a encosta e por volta das 16 horas chegamos ao nosso destino e com sorte chegamos bem a tempo de ser o salto dos parapentes.

A Tatinha ficou extremamente cansada e dormiu o restante da viagem somente acordando em Sampa.

domingo, 2 de maio de 1993

Caminhando no Parque ecologico da Jureia

Nova aventura do Indiana

Estamos em Peruibe, se dirigindo ate a Barra do Una, eu já conhecia a Jureia tendo acampando ali no ano anterior.

Mas desta vez foi diferente pegamos varias trilhas pela mata, ziguezagueando ate chegar em praias deserta, depois retornamos e ficamos um bom tempo brincando em um rio.




Neste rio tínhamos um tobogan natural, pequenas cascatas, mini corredeira e o mais divertido uma corda amarrada em uma árvore que permitia saltar bem no meio do rio.

Digo logo que não reconheço o cara que esta fazendo macaquice na corda. Essa foi mais uma viagem do grupo encaminhada.

sábado, 20 de março de 1993

Palmilhando a vila dos ingleses em Paranapiacaba.

A vila dos ingleses de Paranapiacaba e a ferrovia.


Para aqueles que gostam de arquitectura e arqueologia industrial, Paranapiacaba é o point... próximo a São Paulo, encravada na serra do Mar, protegida da especulação urbana e crescimento descontrolado.

Essa pequena Vila foi durante muito tempo a sede de operações da ferrovia que ligava a capital ao porto de Santos, suas casas em estilo inglês foram usadas por gerações de operários dos caminhos de ferro. Segundo-se consta a madeira veio importada dos países bálticos Lituânia e Letónia, os tijolos e ferros da Inglaterra.

A vila foi planejada para ser funcional dentro dela facilmente consegues se deslocar ate as oficinas e pateos da ferrovia.

Os pateos de manobras, as oficinas de fundição, manutenção e funiculares sao outros pontos de grande interesse, ali pode-se ver como era a operação ferroviária nos primórdios do século XX.




Este video foi feito com fotos de mais uma aventura da equipe encaminhada, fizemos um giro pela cidade e adentramos pela serra do mar, cruzando antigos trechos da ferrovia, passando por pontes e túneis abandonados.

sábado, 15 de agosto de 1992

Campos do Jordao descendo a serra da Mantiqueira.

Dia frio de inverno, mas a Encaminhada esta a posto.


Em pleno inverno a Encaminhada resolveu radicalizar, fomos ate Campos do Jordão iniciar uma trilha secular de romeiros que segue ate Aparecida do Norte, porem nos iremos parar antes, ficando em Campos do Jordão.

O ar húmido e cheio de serração da Serra da Mantiqueira tornou esta caminhada muito mais pratica e fácil, apesar que os escorregões eram constante, mesmo estando de bota commander, o negocio era liso como sabão.



A beleza do lugar era incrivel, imagine floresta de pinhais envoltos na bruma, o verde bem vivo devido a humidade, as pedras cheias de liquens, tornou este passeio visualmente muito belo. Passamos por pequenos sitios, atravessamos a fazenda Hare Khrisnah, tomamos lanche a beira de um riacho. Passamos bons momentos.

domingo, 19 de julho de 1992

Explorando a Serra do Japi em Jundiai.

Bellacosa Mainframe e o grupo Encaminhada na Serra do Japi

Um Café no Bellacosa Mainframe

🥾 Serra do Japi 1992 — Uma aventura do grupo Encaminhada

Este passeio pela Serra do Japi, em Jundiaí, fazia parte de uma série de pequenas aventuras que vivíamos com o grupo Encaminhada, organizado pelo setor de Benefícios e Lazer da Fundação CESP.

A proposta era simples e maravilhosa.

Periodicamente escolhíamos um roteiro, colocávamos a mochila nas costas e partíamos para explorar.

Não precisava existir resort.

Não precisava existir pacote turístico.

Muito menos aplicativo dizendo para onde virar.

Havia uma trilha, um destino, algumas pessoas dispostas a caminhar e aquela curiosidade fundamental:

— O que será que existe depois daquela curva?



🎒 Quando lazer também precisava caber no orçamento

É importante colocar esta história dentro de seu tempo.

Estamos falando do começo dos anos 1990.

A grana era curta.

Os boletos, esses aparentemente imortais predadores do orçamento doméstico, já imperavam.

Viajar e encontrar formas de lazer exigia criatividade. Por isso, iniciativas como o Encaminhada tinham um valor que talvez hoje não seja imediatamente perceptível.

Caminhar custava pouco.

Mas entregava muito.

Fazíamos atividade física, saíamos da rotina, encontrávamos amigos, respirávamos ar puro e conhecíamos lugares que estavam surpreendentemente próximos de São Paulo.

E talvez a Serra do Japi seja um dos melhores exemplos disso.

Você sai da paisagem urbana e, pouco depois, está diante de outro mundo.

Mata.

Trilhas.

Pássaros.

Insetos.

Árvores.

Pedras.

Água.

Silêncio.

E aquele cheiro característico de floresta que nenhuma fotografia consegue registrar.

🌳 Tão perto de São Paulo e aparentemente tão distante

Era justamente esse contraste que impressionava.

Geograficamente estávamos perto de uma das maiores regiões metropolitanas do planeta.

Mas entrando pelas trilhas da Serra do Japi, a sensação era outra.

Parecia que havíamos atravessado algum portal.

A cidade ficava para trás.

O ruído desaparecia.

Em seu lugar entravam os sons da mata.

Enquanto caminhávamos, observávamos a fauna e a flora, respirávamos aquele ar puro e, principalmente, descomprimíamos.

Talvez não usássemos essa palavra naquela época.

Hoje eu provavelmente diria que estávamos descarregando o buffer.

O trabalho ocupava memória.

As contas ocupavam memória.

As preocupações ocupavam memória.

Então chegava o fim de semana, colocávamos a mochila nas costas e executávamos:

PURGE STRESS

E curiosamente funcionava.



🧭 Emilio, nosso líder de exploração

À frente daquele pequeno grupo de exploradores estava Emilio, o líder do Encaminhada.

Dependendo do roteiro, contávamos também com a ajuda de guias locais, gente que conhecia os caminhos, as características da região e os acessos pela mata.

Isso permitia algo muito importante:

não estávamos simplesmente entrando aleatoriamente no mato.

Havia organização.

Havia orientação.

Havia um roteiro.

Mas continuava existindo espaço suficiente para aquilo que tornava tudo divertido:

a descoberta.

Era esse equilíbrio que transformava uma caminhada numa aventura.

Sabíamos aproximadamente para onde estávamos indo.

O que não sabíamos era tudo aquilo que encontraríamos pelo caminho.



🥾 Mochila nas costas e chapéu de Indiana Jones

E lá íamos nós.

Mochila nas costas.

Tênis ou botas preparados para a caminhada.

Água.

Alguma coisa para comer.

Máquina fotográfica.

E, no meu caso, aquele espírito de explorador que provavelmente nunca desapareceu.

Faltava apenas a trilha sonora de Indiana Jones.

Aliás, dependendo do chapéu, talvez nem isso faltasse.

Só não havia uma enorme pedra rolando atrás da gente.

Ainda bem.

Porque nas trilhas reais a aventura é muito menos cinematográfica.

Há subida.

Descida.

Pedra.

Barro.

Galho.

Cansaço.

Suor.

Às vezes alguém escorrega.

Depois alguém faz uma piada.

Todo mundo ri.

E continuamos andando.

Até alguém perguntar:

— Falta muito?

Pergunta universal de qualquer caminhada desde que o primeiro Homo sapiens resolveu seguir outro Homo sapiens por uma trilha.

💧 E então encontramos a cachoeira

Naquela exploração da Serra do Japi, caminhamos pelas trilhas observando a vegetação e os animais que apareciam pelo caminho.

O destino era uma cachoeira.

Depois de caminhar pela mata, encontrar água daquele jeito tem um efeito curioso.

Você esquece momentaneamente o cansaço.

Chegamos.

Paramos.

Descansamos.

E entramos na água.

Gelada.

Porque cachoeira aparentemente possui um acordo internacional determinando que a temperatura da água deve estar sempre alguns graus abaixo daquilo que o corpo humano considera razoável.

Primeiro você coloca o pé.

Arrepende-se.

Depois entra.

Arrepende-se novamente.

Trinta segundos depois está achando maravilhoso.

Era nosso prêmio pela caminhada.

Não havia pulseirinha de resort.

Não havia piscina aquecida.

Não havia garçom trazendo bebida.

Havia uma cachoeira no meio da Serra do Japi.

E naquele momento não precisávamos de mais nada.

📸 Tire apenas fotografias

Existia também uma máxima que acompanhava nossas caminhadas.

Era uma filosofia simples de respeito à natureza.

Da mata, não retirávamos nada além do nosso próprio lixo.

O que encontrávamos permanecia onde estava.

Pedras continuavam sendo pedras da Serra do Japi.

Flores continuavam ali.

Plantas continuavam ali.

Animais definitivamente continuavam ali.

A única coisa que capturávamos eram fotografias.

E mesmo essas eram diferentes das fotografias de hoje.

Não havia celular produzindo 300 imagens durante uma caminhada.

Fotografia custava dinheiro.

Filme tinha 12, 24 ou 36 poses.

Cada clique precisava valer alguma coisa.

Você olhava.

Escolhia.

Enquadrava.

Click.

E torcia para descobrir, alguns dias depois, que a fotografia havia ficado boa.

Curiosamente, essa limitação talvez tenha tornado aquelas fotografias ainda mais preciosas.


❤️ O restante nós guardávamos na memória

Havia, entretanto, outra coisa que trazíamos da mata.

Essa não ocupava espaço na mochila.

Memórias.

As conversas.

As piadas.

O cansaço.

O banho gelado.

Uma árvore diferente.

Um animal avistado rapidamente entre a vegetação.

Aquela subida que parecia não acabar.

A sensação maravilhosa de finalmente sentar.

O lanche compartilhado.

O caminho de volta.

Pequenos acontecimentos que naquele domingo pareciam absolutamente comuns.

Décadas depois descobrimos que não eram.

E talvez seja justamente por isso que este blog existe.

As fotografias registraram alguns segundos.

Os textos registraram algumas linhas.

Mas quando volto a essas postagens antigas percebo que cada uma delas funciona como um ponteiro.

1992 → Serra do Japi → Encaminhada → Emilio → mochila → cachoeira

E subitamente um arquivo que parecia adormecido começa novamente a carregar.

🗃️ O Encaminhada era uma série antes de sabermos que existiam séries

Este episódio da Serra do Japi não aconteceu isoladamente.

Existem outras aventuras do grupo Encaminhada espalhadas pelo blog.

Outros lugares.

Outras caminhadas.

Outras descobertas.

Quando foram publicados, eram simplesmente registros independentes de passeios.

Hoje consigo enxergar algo diferente.

Eles formam capítulos.

Era quase uma série documental feita sem intenção de produzir uma série documental.

As Aventuras do Grupo Encaminhada.

Emilio organizava.

Os guias mostravam os caminhos.

Nós caminhávamos.

E eu registrava.

Décadas depois, aqueles pequenos registros permitem reconstruir não apenas os lugares visitados, mas também quem éramos naquela época.

💾 Easter egg — talvez o verdadeiro backup fosse esse

Passei a vida profissional pensando em dados.

Backup.

Recovery.

Arquivos.

Retenção.

Histórico.

Integridade.

Mas em 1992 já estávamos fazendo uma espécie de backup sem perceber.

Cada fotografia era um registro.

Cada passeio era um dataset.

Cada história compartilhada era uma cópia distribuída entre várias pessoas.

E cada lembrança guardada era uma redundância.

Algumas cópias se perderam.

Algumas fotografias desapareceram.

Alguns nomes talvez tenham escapado.

Alguns detalhes ficaram fragmentados.

Mas basta encontrar uma velha fotografia ou algumas linhas escritas décadas atrás para executar o comando invisível:

RESTORE MEMORIES

E lá estamos novamente.

Mochila nas costas.

Chapéu de Indiana.

Emilio à frente.

Um guia mostrando a trilha.

A Serra do Japi ao nosso redor.

E um grupo de amigos entrando na mata em busca de uma coisa que provavelmente nenhum de nós saberia definir naquele momento.

Hoje eu sei.

Estávamos colecionando histórias.

E seguindo uma regra que continua perfeita décadas depois:

não deixar nada além de pegadas, não retirar nada além do nosso próprio lixo, capturar apenas fotografias e trazer para casa aquilo que realmente importa — bons momentos guardados na memória.

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Percorrendo as trilhas do Japi


Mais uma aventura do grupo Encaminhada, desta vez viemos ate Jundiai, de onde seguimos ate o parque ecológico da Serra do Japi,

Foi uma caminhada de nível médio, com alguns altos e baixos devido a Serra, com boa quantidade de árvores tínhamos sombras e era fresco.



Ao final da caminhada uma deliciosa  cachoeira nos esperava, passamos um bom tempo ali antes de retornar, revigorados pelo banho de cachoeira, com uma agua bem fria para relaxar todos os musculos.





sábado, 13 de junho de 1992

Encaminhada no Rio Itapanhau

Caminhos na Serra do Mar, descendo de Mogi a Bertioga

Minha primeira aventura com a equipe Encaminhada fomos ate Mogi das Cruzes, entramos na Serra do Mar e pegamos uma trilha com destino a Bertioga, indo em busca da cachoeira do Rio Itapanhau.

O grupo estava animado apesar de que esta trilha era longa e de dificuldade media, tínhamos que manter um ritmo constante, pois senão não conseguiríamos chegar ate Bertioga antes do por do sol.



Foi uma caminhada divertida cheia de aventura onde encontramos uma grutinha, vários ribeiroes, banhamos-nos na grande cachoeira do Rio Itapanhau, ganhamos frutas de um sitiante local e por fim chegamos a Bertioga.

Sao Tome das Letras : A cidade onde todos os malucos querem ir

Dos lugares que visitei, posso dizer esta cidade é maluco beleza.


Desde meus acampamentos pelas praias e florestas sempre tive contacto com bichos grilos e hippies, porem em São Tome das Letras, encontrei o habit natural deles. Nossa que comunidade enorme de gente de bem.

Como dizem São Tome esta envolta de nuvens da paz, se é que me entende. Barzinhos, quiosques, tendinhas, venda e troca todos vivendo em paz consigo mesmo.


Nesta aventura do grupo Encaminhada fizemos um ciclo completo: caminhada em trilha no sertão, trilha em floresta, corredeiras, rio e riachos, piscinas naturais, grutas e cavernas. Andando a pe, de caminhão e trator.

Foi uma emocionante aventura que devido ha um acidente me custou metade de 2 dentes frontais, que historias a parte minha mae quase teve um treco e minha dentista a Dra. Alicia ficou muito triste, pois 2 semanas antes ela tinha feito todo o restauro e clareamento deles.



Para saber mais:



sábado, 6 de junho de 1992

Sao Tome das Letras um pequeno paraíso na serra.

Imagine um lugar único cheio de belezas e encantos


O grupo Encaminhada acertou em cheio ao escolher este destino. São Tome das Letras é uma cidade fabulosa, feita em pedra, cheia de encantos: tem uma pirâmide construída por um newage man. Tem construções únicas, que acredito mais cedo mais tarde, serão considerados patrimónios.

Existe um plato de onde avista-se o horizonte, vendo tudo e a tradição local diz que serve de discoporto, afinal os extraterrestres também frequentam estas bandas.




Listando algumas atraçoes tem corredeiras, ribeiroes, piscinas naturais, cachoeiras, cavernas e grutas e inúmeras trilhas para todo tipo de caminhante.
Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

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