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Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens.
Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê.
Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão.
Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
🎌🚫 20 Animes Que Sofreram Censura no Ocidente — e o Que Mudou em Cada Um
A guerra entre “versão original japonesa” e “edição ocidental politicamente segura”.
A história da animação japonesa fora do Japão é marcada por tesouras afiadas.
Desde os anos 80, quando o anime começou a ser exibido nos EUA e Europa, violência, sexualidade e até cultura japonesa foram cortadas ou alteradas para se adequar às audiências ocidentais.
Vamos ver 20 exemplos icônicos de como o Ocidente “suavizou” (ou distorceu) clássicos do Japão.
1. Sailor Moon (1992)
💥 Mudança: o casal Uranus e Neptune virou “primas” na dublagem americana.
🎭 Motivo: censura a relacionamentos homoafetivos.
📺 Efeito: confusão geral — os “primos” agiam com uma intimidade… nada familiar.
2. Dragon Ball Z (1989)
💥 Mudança: cortes em sangue, mortes e nudez cômica.
🎭 Motivo: tornar “adequado para crianças”.
📺 Efeito: Goku virava um herói sem sangue nas mãos e com nuvens mágicas no lugar de palavrões.
3. Pokémon (1997)
💥 Mudança: episódio “Electric Soldier Porygon” banido após causar convulsões.
🎭 Outros cortes: episódios com armas, cruzes ou insinuações românticas.
📺 Efeito: Porygon foi “cancelado” da franquia por décadas.
4. One Piece (1999)
💥 Mudança: a 4Kids removeu sangue, cigarros e até alterou a história.
🎭 Motivo: adequar à TV infantil.
📺 Efeito: Sanji passou a “chupar pirulitos” em vez de fumar.
5. Naruto (2002)
💥 Mudança: cenas de sangue, suicídio e nudez foram cortadas.
🎭 Motivo: público infantil.
📺 Efeito: lutas dramáticas perderam impacto emocional — e algumas mortes “sumiram”.
6. Yu-Gi-Oh! (1998)
💥 Mudança: armas substituídas por dedos apontando (!).
🎭 Motivo: evitar violência explícita.
📺 Efeito: seguranças “ameaçavam” com o dedo, criando cenas absurdas.
7. Cardcaptor Sakura (1998)
💥 Mudança: virou “Cardcaptors”, com foco no menino Shaoran.
🎭 Motivo: esconder o romance lésbico e “masculinizar” o enredo.
📺 Efeito: a protagonista Sakura perdeu protagonismo na versão ocidental.
8. Shaman King (2001)
💥 Mudança: sangue e temas espirituais cortados.
🎭 Motivo: religiosidade e morte vistas como “tabu”.
📺 Efeito: o anime perdeu boa parte de sua filosofia original.
9. Tokyo Ghoul (2014)
💥 Mudança: cenas de canibalismo e tortura escurecidas ou removidas.
🎭 Motivo: censura de violência extrema.
📺 Efeito: algumas cenas viraram “telas pretas” inteiras na TV japonesa e ocidental.
10. Attack on Titan (2013)
💥 Mudança: censura a sangue e nudez dos titãs em algumas versões.
🎭 Motivo: regras de exibição em horário nobre.
📺 Efeito: a brutalidade da guerra foi suavizada em alguns países.
11. Death Note (2006)
💥 Mudança: banido em vários países após jovens imitarem o “caderno da morte”.
🎭 Motivo: medo de incentivo à violência.
📺 Efeito: em lugares como a China, o anime só é acessível via VPN.
12. Hellsing Ultimate (2006)
💥 Mudança: cortes de sangue e blasfêmia religiosa.
🎭 Motivo: conteúdo considerado ofensivo em países cristãos.
📺 Efeito: perdeu parte da crítica à guerra e à hipocrisia religiosa.
13. Ranma ½ (1989)
💥 Mudança: nudez e trocas de gênero censuradas.
🎭 Motivo: medo de polêmica com identidade de gênero.
📺 Efeito: piadas e temas sobre autodescoberta foram cortados.
14. Digimon (1999)
💥 Mudança: diálogos alterados, piadas adultas removidas.
🎭 Motivo: versão “infantilizada” para o público americano.
📺 Efeito: personalidades dos personagens ficaram mais rasas.
15. Bleach (2004)
💥 Mudança: sangue e álcool substituídos por “suco” e “energético”.
🎭 Motivo: controle de conteúdo jovem.
📺 Efeito: humor e intensidade ficaram desbalanceados.
💥 Mudança: censura pesada em TV ocidental; exibido só em horários restritos.
🎭 Motivo: violência gráfica e nudez.
📺 Efeito: parte da mensagem sobre preconceito e trauma foi perdida.
18. Ghost in the Shell (1995)
💥 Mudança: nudez simbólica cortada.
🎭 Motivo: tabu sexual na animação.
📺 Efeito: perdeu impacto filosófico sobre corpo e identidade.
19. Akira (1988)
💥 Mudança: dublagem americana suavizou falas e contexto político.
🎭 Motivo: receio de críticas a governo e temas adultos.
📺 Efeito: a versão original é muito mais complexa e filosófica.
20. Neon Genesis Evangelion (1995)
💥 Mudança: diálogos e cenas religiosas censuradas nos EUA e América Latina.
🎭 Motivo: medo de “blasfêmia” e confusão teológica.
📺 Efeito: parte da metáfora existencial foi perdida em versões dubladas.
☕ Conclusão Bellacosa
Quando o Ocidente tentou “proteger” o público, acabou distorcendo a arte.
A censura nos animes revela mais sobre os medos culturais de quem assiste do que sobre quem produz.
E no fim das contas, as versões originais continuam sendo a forma mais honesta de sentir o que o autor quis dizer — com todas as sombras, falhas e verdades que vêm junto.
Porque no mundo dos animes, até o corte mais pequeno muda o sentido de uma alma inteira. 🎭
O Maestro Victor Hugo Toro fala sobre aqueles que ajudaram a Orquestra Sinfônica.
O maestro é uma pessoa muito carismática, que conquista a todos com seu talento, simpatia e humildade, o publico adora os momentos entre cada ato, em que ele aproveita para quebrar a quarta parede e conversar com o público.
São momentos muito interessantes onde ele conversa sobre os bastidores, da alguma dica sobre a próxima musica, comenta sobre politica, fala sobre o atual momento e neste vídeo ele faz um agradecimento a todas as autoridades que ajudam e ajudaram a Sinfônica de Campinas durante o ano.
Espero que apreciem a sinceridade, a maneira de falar franco e direto e ao mesmo tempo prendendo a atenção do público de uma maneira única, costumo ir a outros concertos e cada maestro tem sua maneira de se dirigir ao público.
Eu indiscutivelmente sou fã do Victor e espero um dia fazer um vídeo com o maestro, o que acham? Deixem seus comentários, joinha e partilhe nosso vídeo. E caso não seja inscrito inscreva-se no canal, tem muita coisa interessante armazenada.
O espetáculo vai conquistando mais e mais a plateia.
Ao ouvir a canção "O Sole Mio" pela voz de Marcelo Vannucci, o publico veio ao estase curtindo a esta bela canção, uma das canções napolitanas mais famosas e conhecidas. Composta em 1898 e conhecida no mundo todo e já foi traduzida em quase todas as línguas.
O auditório Bethoveen ou mais conhecido como Concha Acústica do Taquaral estava maravilhado com esta interpretação e você gostou? Curtiu o vídeo? Deixe seu comentário, partilhe com os amigos. Ajude nosso canal a crescer.
Deixo aqui para os apreciadores a letra completa:
Che bella cosa na jurnata 'e sole,
N'aria serena doppo na tempesta!
Pe' ll'aria fresca pare gia' na festa...
Che bella cosa na jurnata 'e sole.
Ma n'atu sole
Cchiu' bello, oi ne'.
'O sole mio
Sta 'nfronte a te!
'O sole, 'o sole mio
Sta 'nfronte a te!
Sta 'nfronte a te!
Quanno fa notte e 'o sole
Se ne scenne,
Me vene quase 'na malincunia;
Sotto 'a fenesta toia restarria
Quanno fa notte e 'o sole
Se ne scenne.
Ma n'atu sole
Cchiu' bello, oi ne'.
'O sole mio
Sta 'nfronte a te!
'O sole, 'o sole mio
Sta 'nfronte a te!
Sta 'nfronte a te!
Ma n'atu sole
Cchiu' bello, oi ne'.
'O sole mio
Sta 'nfronte a te!
'O sole, 'o sole mio
Sta 'nfronte a te!
Sta 'nfronte a te!
Bellacosa Mainframe apresenta o ibm mainframe parte I
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
Capítulo I — Não Entre em Pânico!
O Maior Equívoco da História da Computação
NÃO ENTRE EM PÂNICO.
Estas talvez sejam as duas palavras mais importantes que um Programador COBOL Padawan pode ler antes de iniciar sua jornada pelo universo do Mainframe.
Respire.
Guarde sua toalha... digo... seu manual de JCL.
Pegue seu café.
Ajuste o brilho do terminal 3270.
Estamos prestes a atravessar um buraco de minhoca tecnológico.
Nosso destino?
O computador mais mal compreendido da galáxia corporativa.
Bem-vindo ao Guia do Mochileiro Mainframe
Se algum explorador interestelar pousasse na Terra e resolvesse aprender computação apenas lendo redes sociais, provavelmente encontraria algumas "verdades absolutas":
"Mainframe morreu."
"COBOL é linguagem dos dinossauros."
"Tudo roda na nuvem."
"Hoje é só Kubernetes."
Depois de alguns minutos, esse viajante concluiria:
— Interessante... então quem processa bilhões de dólares por dia?
Silêncio.
— Quem controla cartões de crédito?
Silêncio novamente.
— Quem executa milhões de transações bancárias por segundo?
Mais silêncio.
Então alguém responderia timidamente:
"...o mainframe."
É exatamente aqui que começa nossa aventura.
A Galáxia Está Cheia de Mitos
Toda civilização cria histórias.
Algumas são lendas.
Outras são mitos.
No universo da computação existe uma das maiores delas.
Ela diz:
"Os mainframes desapareceram."
Curiosamente, essa história é contada há mais de quarenta anos.
Enquanto isso...
os mainframes continuam trabalhando.
Sem reclamar.
Sem aparecer em manchetes.
Sem precisar de marketing.
É como aquele velho engenheiro da nave que nunca aparece nas fotos da tripulação, mas sem ele ninguém sairia da órbita.
O Grande Mal-Entendido
Imagine uma nave espacial gigantesca.
Ela possui:
milhares de sistemas
centenas de motores
redundância completa
escudos
sensores
computadores
Agora imagine alguém dizendo:
"Vamos substituir tudo isso por milhares de scooters voadoras."
É exatamente isso que aconteceu nos anos 90.
O mercado acreditou que centenas de pequenos servidores substituiriam completamente os grandes computadores corporativos.
Parecia lógico.
Mais barato.
Mais moderno.
Mais distribuído.
Na teoria.
Na prática...
descobriu-se que distribuir problemas também significa distribuir falhas.
O Universo Não Liga para Marketing
Existe uma lei cósmica pouco conhecida.
Ela diz:
A Física ignora PowerPoint.
Da mesma forma...
A Engenharia ignora Marketing.
Você pode afirmar mil vezes que um sistema é moderno.
Mas, quando um banco precisa processar:
50 milhões de PIX
cartões
TED
DOC
compensação
folha salarial
previdência
...a matemática começa a fazer perguntas difíceis.
Disponibilidade.
Integridade.
Consistência.
Latência.
Escalabilidade.
Nesse momento, slogans deixam de funcionar.
Arquitetura passa a importar.
A Diferença Entre Impressionar e Funcionar
No universo existem dois tipos de tecnologia.
Aquela que impressiona.
E aquela que funciona durante cinquenta anos.
Nem sempre são a mesma coisa.
Um smartphone impressiona.
Um data center impressiona.
Uma IA generativa impressiona.
Mas existe uma pergunta mais interessante:
Quem continua funcionando depois de quarenta anos sem interromper os negócios do planeta?
É aqui que surge o protagonista desta história.
O Computador Invisível
Você provavelmente nunca viu um IBM Z pessoalmente.
Muita gente nunca verá.
Mesmo assim...
é extremamente provável que você já tenha utilizado um hoje.
Talvez dezenas de vezes.
Quando passou seu cartão.
Quando fez um PIX.
Quando consultou saldo.
Quando comprou uma passagem aérea.
Quando utilizou o SUS.
Quando declarou imposto.
Quando acessou uma seguradora.
Existe uma boa chance de algum pedaço dessa transação ter passado por um mainframe.
O computador mais importante da sua vida provavelmente é aquele que você nunca viu.
O Paradoxo da Invisibilidade
Existe um fenômeno curioso.
Quanto melhor um sistema funciona...
menos ele aparece.
Ninguém abre um jornal para ler:
"Hoje o banco funcionou normalmente."
Isso não vira notícia.
A notícia aparece quando algo quebra.
O sucesso do mainframe é justamente sua discrição.
Ele trabalha em silêncio.
Há décadas.
O Zoológico da Computação
Vamos imaginar que toda a computação seja um grande zoológico galáctico.
Ali vivem criaturas muito diferentes.
O notebook.
Ágil.
Curioso.
Explorador.
O smartphone.
Pequeno.
Sempre conectado.
O servidor Linux.
Versátil.
Escalável.
Os clusters Kubernetes.
Organizados como colônias de insetos altamente cooperativos.
E então...
bem no centro...
existe uma criatura gigantesca.
Silenciosa.
Elegante.
Que não precisa provar nada para ninguém.
Esse é o Mainframe.
Ele não corre.
Ele não faz barulho.
Mas sustenta praticamente toda a infraestrutura econômica da civilização.
Supercomputador?
Não exatamente.
Aqui encontramos outro erro muito comum.
As pessoas confundem:
Supercomputador
com
Mainframe.
São espécies completamente diferentes.
Um supercomputador foi criado para resolver problemas científicos.
Ele pergunta:
"Quantos cálculos posso fazer por segundo?"
Já um mainframe pergunta:
"Quantas empresas conseguem dormir tranquilas porque eu não falhei hoje?"
Parece sutil.
Mas muda absolutamente tudo.
Um procura velocidade.
O outro procura confiança.
Como explica Wilhelm G. Spruth, sistemas científicos são otimizados para poder computacional, enquanto sistemas comerciais são projetados para sustentar operações críticas de governos e empresas com foco em disponibilidade, segurança e processamento contínuo.
O Maior Erro da História
Durante décadas, muita gente comparou o Mainframe usando apenas uma métrica:
MIPS.
Depois:
GHz.
Depois:
Número de CPUs.
Era como comparar um cargueiro interestelar com um caça apenas pela velocidade máxima.
São máquinas construídas para missões completamente diferentes.
O cargueiro não foi feito para vencer corridas.
Foi feito para garantir que a carga chegue inteira.
Sempre.
O Clube dos Cinco Noves
Existe um número mágico.
99,999%.
Parece pequeno.
Mas representa uma obsessão.
Cinco noves significam apenas alguns minutos de indisponibilidade por ano.
Essa não é apenas uma especificação técnica.
É uma filosofia.
Todo projeto.
Todo transistor.
Toda linha de código.
Toda decisão de arquitetura pergunta:
"Isso aumenta ou diminui a disponibilidade?"
Esse pensamento moldou toda a evolução do System z.
O Verdadeiro Combustível da Nave
Curiosamente...
o combustível do Mainframe nunca foi eletricidade.
Foi confiança.
Empresas não investem bilhões porque gostam de computadores grandes.
Elas investem porque precisam dormir.
Quando bilhões de reais passam por um sistema todos os dias...
a confiança vale muito mais do que velocidade.
O Relatório que Desafia o Consenso
Foi exatamente isso que Wilhelm G. Spruth procurou demonstrar em seu relatório System z and z/OS Unique Characteristics.
Em vez de discutir propaganda ou modismos, ele reuniu dezenas de características técnicas — arquitetura, confiabilidade, segurança, virtualização, I/O, gerenciamento de cargas, CICS, Parallel Sysplex e muitas outras — para mostrar que o mainframe incorporava tecnologias avançadas muito antes de elas se popularizarem em outras plataformas.
A mensagem central do autor pode ser resumida assim:
Muitas tecnologias consideradas "modernas" nasceram ou amadureceram primeiro no universo do mainframe.
Essa afirmação não significa que outras plataformas não evoluíram. Significa apenas que, em diversas áreas, o IBM Z percorreu esse caminho muito antes.
O Que Nos Espera Pela Frente?
Nossa viagem está apenas começando.
Nos próximos capítulos, visitaremos setores fascinantes dessa gigantesca nave tecnológica:
Como uma arquitetura criada em 1964 continua evoluindo sem quebrar compatibilidade.
Por que a recuperação automática de falhas é tratada como parte do hardware.
Como milhares de transações compartilham o mesmo ambiente de execução no CICS.
O segredo do Parallel Sysplex para unir vários mainframes em um único sistema lógico.
Como LPARs, PR/SM e WLM inspiraram conceitos modernos de virtualização e gerenciamento de recursos.
Por que I/O, segurança e disponibilidade são tratados como cidadãos de primeira classe.
Cada parada revelará que o IBM Z não é apenas um computador poderoso, mas o resultado de décadas de engenharia orientada à continuidade dos negócios.
Diário de Bordo do Padawan COBOL
Antes de seguir para o próximo capítulo, guarde três lições:
✅ Nem toda tecnologia importante aparece nas manchetes.
✅ Nem toda inovação nasce na plataforma mais popular.
✅ Em engenharia, longevidade não é sinônimo de obsolescência; muitas vezes é evidência de uma arquitetura excepcionalmente bem concebida.
Agora ajuste o cinturão da cadeira do terminal 3270, mantenha sua curiosidade sempre à mão e lembre-se da regra número um de qualquer explorador da galáxia dos computadores comerciais:
Não entre em pânico. O mainframe está exatamente onde sempre esteve: discretamente mantendo a civilização funcionando.
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
O Guia Galáctico do IBM Z
Dezoito capítulos e uma conclusão reunidos em um painel interativo. Escolha uma missão, abra no visor e continue explorando diretamente no artigo original.
Não entre em pânico: se o Blogger impedir a exibição dentro do iframe, use “Abrir artigo”. Os links diretos continuam visíveis para leitores e motores de busca.
Mais uma apresentação da soprano Jaquelina Livieri
O maestro Victor Hugo Toro fez uma apresentação fantástica nesta tarde de sábado, gostaria de saber o nome de todos os músicos para divulgar aqui em nosso canal, pois eles merecem o nosso total apoio.
O povo gosta de cultura, necessita de mais espetáculos como esse... imagine quase 10.000 pessoas indo assistir o concerto natalino... o parque de Portugal fica repleto de pessoas, vendedores ambulantes fazem a festa, o povo participa, sempre que pode, batendo palmas, assobiando ou apenas acompanhando a musica.
Nossos governantes deveriam copiar este modelo e divulgar a cultura em todos os lugares, impulsionar a criação de grupos musicais, apresentação de quartetos, quintetos e divulgar a criação de operas e composição de musica.
Criar esse circulo virtuoso onde teríamos a divulgação de novos músicos, a criação de oficinas, fabricas e técnicos para a confecção de instrumentos musicais, imagine quantos empregos diretos e indiretos que seriam criados em nosso país.
O tenor Marcelo Vannucci com uma voz que emocionou o publico presente, inclusive este humilde Youtuber, que ficou até arrepiado, este Concerto de Natal foi fantástico, um belo presente da Sinfônica para o povo Campineiro.
A seleção de musica foi fantástica, imagine 64 apresentações durante o ano, um publico estimado em mais de 50.000 pessoas, milhares de pequenos vídeos gravados e postado nas redes sociais.
A Orquestra Sinfônica de Campinas é um serviço publico exemplar, nestas horas ficamos satisfeitos em pagar impostos, a cultura deve ser valorizada e incentiva, imagino os postos de trabalho criados para gerir toda a infraestrutura.
E as apresentações gratuitas, os ensaios abertos, as visitas escolares e a possibilidade de criar um mercado de trabalho para jovens músicos, que inspiram-se nos músicos da Sinfônica, a parte cultural e a participação da sociedade nas apresentações fazem da Orquestra, A nossa Orquestra.
🧂 Sazón — o tempero que hackeou o paladar do Brasil
Por Vagner Bellacosa ☕ — El Jefe Midnight Lunch Edition
Existe uma linha tênue entre cozinhar e compilar.
Entre quem mistura temperos e quem roda o PROC pronto do sabor.
E em 1988, o Japão olhou para o Brasil e disse:
“Por que não facilitar esse deploy?”
Nascia aqui o Sazón, o tempero que ensinou o país a cozinhar com CTRL+C / CTRL+V do sabor caseiro.
Um pacote pequeno, uma promessa gigante: “Amor que tem sabor” — e uma revolução química que virou religião nas cozinhas brasileiras.
🇯🇵 Origem japonesa, alma brasileira
O Sazón é filho da Ajinomoto, empresa japonesa fundada em 1909 por Kikunae Ikeda, o químico que descobriu o umami, o quinto gosto humano (ao lado do doce, salgado, amargo e azedo).
Ikeda isolou o glutamato monossódico (MSG) da alga kombu — e o mundo nunca mais comeu igual.
Quando a Ajinomoto chegou ao Brasil nos anos 1950, começou tímida, vendendo realçadores de sabor para restaurantes.
Mas foi só em 1988 que veio o golpe de mestre: Sazón — nome derivado de “sazonal”, em referência ao frescor dos ingredientes.
Cada pacotinho era uma simulação precisa do tempero “feito à mão”, mas otimizado em laboratório.
O Brasil se apaixonou.
🥘 O tempero que virou dialeto nacional
Sazón não é só produto, é vocabulário.
“Usa Sazón?” significa “cozinha com afeto sintético”.
Cada cor, uma personalidade:
❤️ Vermelho – arroz e feijão (base da cultura)
💛 Amarelo – frango (a diplomacia da cozinha)
🟢 Verde – carnes e churrascos (modo guerreiro)
🟣 Roxo – massas (versão romântica, candlelight com gosto de miojo premium)
E claro: o comercial inesquecível dos anos 1990 com o jingle
🎵 “Sazón… é amor que tem sabor…” 🎵
gravado no subconsciente coletivo de uma geração inteira que achava que amor vinha em sachê.
⚙️ Curiosidades dignas de laboratório Bellacosa
🔬 O segredo do Sazón está no umami, sabor descoberto em 1908 — uma combinação de aminoácidos e glutamatos que estimulam o cérebro como música boa ou nostalgia pura.
🧪 No Japão, o Sazón se chama “Hondashi”, e é feito com peixe bonito seco (katsuobushi). No Brasil, a fórmula foi tropicalizada — mais cebola, alho e tomate, menos peixe e sutileza.
🍛 A fábrica da Ajinomoto em Limeira (SP) é uma das maiores do mundo em produção de temperos prontos — um templo moderno do sabor padronizado.
🧂 O brasileiro consome cerca de 3 bilhões de sachês de Sazón por ano — e 80% das famílias já usaram ao menos um sabor.
🧤 Em testes cegos, pratos com Sazón são 25% mais bem avaliados — não por gosto, mas por memória afetiva: o cérebro reconhece o cheiro da infância.
☕ Bellacosa comenta:
O Sazón é o mainframe da culinária brasileira: roda em segundo plano, é invisível e mantém o sistema de sabores funcionando há décadas sem downtime.
É a automação do amor em pó — o COBOL da cozinha.
Você não vê, mas ele está lá, garantindo integridade de sabor em cada byte de feijão.
Sazón é performance, padronização e emoção empacotada.
É o equilíbrio entre o toque da mãe e o checksum do químico.
É o middleware entre o fogão e o coração.
💡 Dica do El Jefe Midnight Lunch:
Use Sazón no arroz de madrugada — e descubra que felicidade pode ser instantânea.
Misture com um pouco de manteiga e vinagre — o resultado é uma poção de nostalgia líquida.
Guarde um sachê na gaveta do trabalho.
Em dias cinzentos, abra só pra sentir o cheiro — é o ping do sistema avisando:
“Tudo ainda tem sabor.”
🔚 Epílogo
O Sazón transformou a cozinha brasileira como o mainframe transformou os bancos:
Silenciosamente, com confiabilidade e sem glamour.
Mas sem ele, nada roda direito.
E no fim do turno, entre o feijão da janta e o teclado sujo de código, a gente entende:
O verdadeiro Amor que tem sabor é aquele que compila sem erro.
Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe
desde 1988
,
é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2,
z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais,
conhecimento técnico, história da computação e práticas
do universo mainframe para aproximar novas gerações das
tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos
ao redor do mundo.
IBM Champion
IBM Z
COBOL
CICS
Db2
z/OS
Mainframe desde 1988