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sexta-feira, 20 de setembro de 2024

Uma aula com a lendaria Grace Hopper

Este video é uma pequena olhadela na sua didatica. Uma lendaria mulher que ajudou a criar o mundo da informatica que vivemos hoje.

Pergunte ao Bat Computer

Batman 1966 foi alem do seu tempo. A divertida aventura non sense do homem morcego nos introduziu inumeros conceitos... Imagine acesso remoto ao computador. Fazendo pesquisa no Banco de Dados por voz e obtendo realtime a resposta a pergunta e geolocalização. Coisas que para nos hoje é banal, a 60 anos atrás era o high tech

Mainframe Computer

Uma divertida montagem com Mainframe computer


 




Bellacosa Mainframe apresenta o Batcomputador um dos primeiros computadores na TV


Mainframe no Cinema

O mainframe, o gigante da computação, tem uma longa e dramática história no cinema de Hollywood, evoluindo de uma ferramenta reverenciada a um vilão existencial. Uma das primeiras e mais notáveis aparições ocorreu na comédia romântica de 1957, "Desk Set" (A Mulher do Sabichão), estrelada por Spencer Tracy e Katharine Hepburn. O equipamento em destaque era o fictício "EMERAC" (Electromagnetic Memory and Research Arithmetical Calculator), uma máquina que ocupava uma sala inteira, explicitamente baseada no UNIVAC real, a marca de mainframe mais famosa da época.

A filosofia inicial por trás dessas máquinas no cinema refletia as ansiedades da sociedade sobre a automação. Em Desk Set, a preocupação não era a segurança física, mas a perda de empregos: o EMERAC foi trazido para substituir a equipe da biblioteca de referência de uma rede de TV. No entanto, na década de 1960, a narrativa mudou drasticamente com "2001: A Space Odyssey" (2001: Uma Odisseia no Espaço), de 1968. O computador central da nave Discovery, HAL 9000, embora uma inteligência artificial incorpórea, operava com a arquitetura e o controle centralizado de um mainframe de escala espacial. O filme introduziu a filosofia de uma máquina ganhando consciência e se voltando contra seus criadores.

Outros filmes notáveis incluem "WarGames" (Jogos de Guerra), de 1983, com o supercomputador/mainframe WOPR (War Operation Plan Response), projetado para simular guerras nucleares e que quase inicia a Terceira Guerra Mundial por não saber distinguir entre simulação e realidade. E "Hackers" (Hackers - Piratas de Computador), de 1995, que apresenta o mainframe fictício "Gibson", uma homenagem a William Gibson, o autor que cunhou o termo "ciberespaço".

Curiosidades cinematográficas: a curiosidade mais icônica é a teoria de que o nome HAL de 2001 é um deslocamento de uma letra para trás da sigla IBM (H-I, A-B, L-M), embora Arthur C. Clarke sempre tenha negado a intenção. Em Desk Set, o computador satirizou o papel da automação na eliminação de empregos tradicionais, um tema que continua relevante com o desenvolvimento da IA moderna.

Quando Hollywood fala aos leigos

A visão cinematografica do Mainframe




quinta-feira, 19 de setembro de 2024

Mainframe na cultura popular : TV Shows e Filmes

Uma coleção de filmes e seriados onde o computador mainframe era uma ator coadjuvante

Bunch e os sete anoes

Bunch e os sete anões



A analogia “BUNCH e os Sete Anões” é uma das mais saborosas — e irônicas — da história do mercado de mainframes nas décadas de 1960 e 1970. Ela mistura rivalidade tecnológica, marketing agressivo e uma boa dose de folclore corporativo, exatamente no espírito old school do mundo mainframe.


Quem cunhou o termo

O termo BUNCH surgiu dentro da própria indústria e da imprensa técnica norte-americana no final dos anos 1960. Ele não foi “oficialmente registrado” por uma única pessoa, mas é amplamente atribuído a analistas de mercado e jornalistas especializados, que buscavam uma forma rápida de classificar os concorrentes da IBM.

Já a contraparte “os Sete Anões” foi uma alfinetada informal, quase uma fofoca de corredor corporativo, atribuída a executivos e engenheiros da IBM, usada de forma meio jocosa (e meio arrogante) para se referir aos concorrentes menores.

A metáfora vinha diretamente do conto da Branca de Neve:
a IBM era a “Branca de Neve” dominante, e os outros… bem, os anões.


O que era o BUNCH

BUNCH é um acrônimo formado pelas iniciais dos principais concorrentes da IBM no mercado de mainframes:

  • Burroughs

  • Univac

  • NCR

  • Control Data Corporation (CDC)

  • Honeywell

Essas empresas disputavam grandes contratos governamentais, bancários, militares e científicos.


Quem eram “os Sete Anões”

Além das empresas do BUNCH, o rótulo “Sete Anões” incluía também:

  • RCA

  • GE (General Electric)

Por isso, dependendo da época e da fonte, você verá variações na lista. Mas a ideia central era sempre a mesma:
👉 todos juntos ainda não alcançavam o domínio da IBM.


O papel da IBM: a “Branca de Neve”

Nos anos 1960–70, a IBM dominava entre 65% e 75% do mercado mundial de mainframes. O lançamento do IBM System/360 (1964) foi um divisor de águas:

  • Arquitetura compatível entre modelos

  • Forte ecossistema de software

  • Suporte técnico agressivo

  • Contratos “casados” (hardware + software + serviços)

Isso deixou os concorrentes em desvantagem brutal.


Curiosidades e fofocas corporativas 🧾

  • 💬 Diz-se que engenheiros da IBM usavam o termo “anões” em reuniões internas, nunca publicamente.

  • 🧠 A CDC, com Seymour Cray, chegou a superar a IBM em computação científica, mas não em volume de vendas.

  • 🏦 Burroughs dominava bancos porque sua arquitetura era orientada a transações e segurança.

  • 🧾 Univac carregava o prestígio de ter feito o primeiro computador comercial da história.

  • 💣 Honeywell era forte em contratos militares e aeroespaciais.

  • 😬 A GE saiu do mercado de mainframes em 1970, vendendo sua divisão para a Honeywell.

  • 🔥 A RCA fez o mesmo, abandonando o setor por prejuízos enormes.


Easter eggs técnicos

  • Muitos sistemas do BUNCH tinham arquiteturas mais elegantes que as da IBM, mas perdiam no ecossistema.

  • Algumas linguagens e conceitos de segurança bancária nasceram nos mainframes da Burroughs.

  • A obsessão da IBM por compatibilidade nasceu do medo real de perder espaço para o BUNCH.


Dicas para quem estuda mainframe hoje

  • Entender o BUNCH ajuda a compreender por que a IBM virou sinônimo de mainframe.

  • Muitas ideias modernas de virtualização, segurança e transações nasceram nesses “anões”.

  • A arrogância da IBM quase virou fraqueza — e foi isso que levou aos processos antitruste nos anos 1970.


Conclusão ao estilo Bellacosa Mainframe 😎

O BUNCH e os Sete Anões não eram fracos — eram fragmentados.
A IBM venceu menos pela tecnologia pura e mais pela estratégia, padronização e controle do ecossistema.

No fim das contas, a história dos mainframes prova uma velha verdade do mundo corporativo:

Não basta ser o mais inteligente da sala — é preciso ser o mais organizado.

Em memória dos diversos fabricantes de Mainframe do seculo passado. 

 

domingo, 8 de setembro de 2024

🌸 Linguagem da rua japonesa — o “slang” do cotidiano

 


🌸 Linguagem da rua japonesa — o “slang” do cotidiano

Enquanto o japonês formal é cheio de camadas de respeito (keigo, sonkeigo, kenjougo…), o japonês informal é puro improviso e emoção.
Essas palavras que você escuta em animes, dramas, ou no karaokê depois do saquê, nascem nas ruas de Shibuya, nas salas de aula, e até nos fóruns online tipo 2channel.
São expressões flexíveis, vivas e mutantes — um reflexo da cultura japonesa urbana e digital.


💥 1. Maji (マジ)

Significado: “Sério”, “de verdade”, “realmente”.
Origem: vem de majime (真面目), que significa “sério, honesto, aplicado”. Com o tempo, os jovens encurtaram pra “maji” — mais leve e expressivo.

Uso:

  • 「マジで?」 (Maji de?) → “Sério mesmo?”

  • 「マジかよ!」 (Maji kayo!) → “Tá brincando!?”

  • 「マジで疲れた。」 (Maji de tsukareta.) → “Tô cansado pra caramba.”

🧠 Curiosidade Bellacosa: é o equivalente japonês do nosso “sério mesmo?” ou “na moral?”. Hoje é quase universal entre jovens e aparece em quase todo anime escolar.


😩 2. Darui (だるい)

Significado: “Preguiça”, “moleza”, “sem energia”.
Origem: deriva de “darui” (怠い ou だるい) — uma palavra antiga que descrevia o corpo cansado ou sem ânimo.

Uso:

  • 「今日だるいなぁ。」 (Kyō darui naa.) → “Tô mole hoje.”

  • 「授業だるい。」 (Jugyō darui.) → “A aula tá chata/pesada.”

🧘 Bellacosa Note: É a palavra do adolescente de segunda-feira. É o “aff” japonês, o “que preguiça” dos tempos modernos.


⚡ 3. Yabai (ヤバい)

Significado: originalmente “perigoso”, mas hoje pode ser “incrível”, “tenso”, “lascou”, “da hora”, dependendo do contexto.
Origem: vem do dialeto de criminosos no Japão do século XX — yabai descrevia uma situação arriscada (tipo “a polícia tá vindo”).
Com o tempo, virou um gíria universal que expressa tanto perigo quanto admiração.

Uso:

  • 「このラーメンやばい!」 (Kono rāmen yabai!) → “Esse ramen tá incrível!”

  • 「テストやばい…」 (Tesuto yabai…) → “Tô ferrado na prova…”

🔥 Bellacosa Insight: É o “mano do céu!” japonês. Pode ser bom ou ruim — depende do tom e do contexto. É o camaleão das gírias nipônicas.


🤝 4. Sorena (それな)

Significado: “Verdade!”, “Exatamente isso!”, “Concordo total.”
Origem: junção de sore (isso) + na (partícula de concordância ou ênfase). Literalmente “isso aí, né”.

Uso:

  • 「あの先生うるさいよね。」→「それな!」 (Aquele professor é chato, né?Pois é!)

Bellacosa Reflexão: é o “totalmente”, “é isso aí”, o “fala tudo” japonês — usado em bate-papo entre amigos pra demonstrar sintonia.


🫡 5. Otsu (おつ)

Significado: abreviação de otsukaresama (お疲れ様) — algo como “bom trabalho”, “valeu pelo esforço”.
Origem: vem da etiqueta do trabalho japonês. É dito ao final de um expediente, ou ao terminar uma tarefa.

Uso:

  • 「おつかれ!」 (Otsukare!) → “Valeu, bom trabalho!”

  • 「おつ!」 (Otsu!) → “Falou!”, “Tamo junto!”

💼 Bellacosa Contexto: no mundo corporativo japonês, é quase um ritual: você diz “otsukaresama deshita” ao sair, mesmo que o colega ainda vá ficar.
No digital (LINE, Discord, games), virou o “flw”, “vlw”, “gg” japonês.


🎌 Epílogo Bellacosa Mainframe

Essas cinco palavras — maji, darui, yabai, sorena, otsu — são o código-fonte da alma jovem japonesa.
Misturam respeito e rebeldia, tradição e modernidade, como o COBOL e o JSON da língua falada.
O Japão pode ser milenar e hierárquico, mas na esquina de Akihabara, no Discord gamer, ou no barzinho de Shinjuku, o japonês vivo respira, ri e cria novas versões de si mesmo — sempre com um toque de yabai energia.


sábado, 7 de setembro de 2024

JSON em COBOL no IBM Z: O Holocron das APIs Modernas – JSON PARSE - Parte II

 

Bellacosa Mainframe e o json no cobol parte II

JSON em COBOL no IBM Z: O Holocron das APIs Modernas

Parte 2 – JSON PARSE

Quando o Padawan Aprende a Transformar Texto em Estruturas COBOL

Por Bellacosa Mainframe


"JSON é apenas texto. O verdadeiro poder está em fazer COBOL compreender esse texto como se fosse uma estrutura nativa do IBM Z."

Mestre Bellacosa Sysprog Jedi


Introdução

Na Parte 1, o Padawan descobriu algo surpreendente.

COBOL moderno fala JSON.

Aprendemos:

  • JSON GENERATE

  • UTF-8

  • CCSID

  • Enterprise COBOL 6.x

  • APIs REST

  • JSON em memória

  • Segurança básica

Agora chegamos ao momento em que o programa COBOL deixa de apenas produzir JSON.

Ele começa a entender JSON.

E isso acontece através de uma instrução quase mágica.

JSON PARSE


O que é JSON PARSE?

JSON PARSE é o tradutor universal.

Ele recebe.

Texto.

Transforma.

Em estruturas COBOL.


Visualmente.

JSON


↓

JSON PARSE


↓

WORKING STORAGE


↓

Programa COBOL

Exemplo.

Recebemos.

{
"id":100,

"nome":"Bellacosa",

"idade":52
}

COBOL deseja.

01 CLIENTE.

05 ID.

PIC 9(5).


05 NOME.

PIC X(30).


05 IDADE.

PIC 999.

JSON PARSE faz isso.

Automaticamente.


Quando surgiu?

IBM introduziu.

JSON PARSE

Enterprise COBOL

Version 6.


Mais utilizado hoje.

6.3

6.4

6.5


Mudou completamente.

Integrações.


Primeiro programa JSON PARSE

Passo 1

Estrutura COBOL

01 WS-CLIENTE.


05 WS-ID.
PIC 9(5).


05 WS-NOME.
PIC X(30).


05 WS-IDADE.
PIC 999.

Passo 2

Buffer JSON

01 WS-JSON.

PIC X(500).

Passo 3

Popular

MOVE

'{"id":100,

"nome":"Bellacosa",

"idade":52}'


TO WS-JSON

Passo 4

Parse

JSON PARSE

WS-JSON

INTO WS-CLIENTE

Passo 5

Display

DISPLAY WS-ID.


DISPLAY WS-NOME.


DISPLAY WS-IDADE.

Resultado.

100


Bellacosa


52

Pronto.

JSON virou COBOL.


O que acontece internamente?

Compilador cria.

Parser interno.


Percorre.

Caractere.

Por caractere.


Reconhece.

Chaves.

Aspas.

Números.

Vetores.


Mapeia.

Campos.


Visualmente.

{


"id"



100



}


↓

COBOL


ID=100

Como funciona na memória?

JSON continua sendo texto.


Exemplo.

Buffer


500 bytes

Parser lê.


Move dados.


Para.

Working Storage.


Resultado.

WS-ID


100



WS-NOME


Bellacosa

Sem ponteiros.

Sem árvore.

Sem DOM.


Muito eficiente.


Objetos Aninhados

JSON suporta.

Estruturas.

Dentro.

De estruturas.


Exemplo.

{

"cliente":{

"id":1,

"nome":"Bellacosa"

}

}

COBOL.

01 CLIENTE.


05 DADOS.


10 ID.


10 NOME.

Muito elegante.


Arrays

Chegamos.

Ao lado divertido.


JSON.

{

"telefones":[

"1111",

"2222"

]

}

COBOL.

05 TELEFONES.

10 TEL OCCURS 10.


15 NUMERO.


PIC X(20).

Parser.

Preenche.


COUNT IN

Muito útil.


Exemplo.

JSON PARSE

WS-JSON


INTO WS-DADOS


COUNT IN WS-CONTADOR

Retorna.

Quantidade.

Itens.


Excelente.

Para.

Arrays.


ON EXCEPTION

Fundamental.

Nunca esquecer.


Exemplo.

JSON PARSE

WS-JSON


INTO WS-CLI


ON EXCEPTION


DISPLAY 'ERRO'

Padawan.

Sempre use.


Exemplo inválido

JSON.

{


"id":100


"nome":"Bellacosa"

Aspa.

Faltando.


Parser.

Falha.


ON EXCEPTION.

Executado.


JSON Malicioso

Poucos falam.

Mas existe.


Payload.

Gigante.


Exemplo.

50 MB.


Consome.

CPU.


Memória.


Tempo.


DoS.


Negação.

Serviço.


Boa prática

Validar.

Tamanho.


Exemplo.

IF WS-LEN > 100000

DISPLAY 'ERRO'

Muito recomendado.


Nomes diferentes

JSON.

Pode vir.

{

"customer_name":"Bellacosa"

}

COBOL.

05 WS-NOME.

Problema.


Precisamos.

Mapear.


Enterprise COBOL possui.

NAME OF.

SUPPRESS.


Falaremos.

Parte 3.


UTF8

Grande inimigo.


JSON.

UTF8.


COBOL.

EBCDIC.


José.

Pode quebrar.


Ç.

Ã.

É.


Atenção.

Sempre.


JSON NULL

JSON.

{


"nome":null
}

COBOL.

Não possui.

Null textual.


Precisamos.

Tratar.


Muito importante.


Performance

Excelente.


JSON PARSE.

É compilado.


Muito rápido.


Melhor.

Que parser.

Manual.


Evite.

UNSTRING


INSPECT


STRING

Desnecessário.


JSON PARSE.

Resolve.


Curiosidades

Muitos bancos.

Recebem.

Milhões.

JSON.

Por dia.


Aplicativos.

PIX.

Cartão.

Open Finance.


Tudo passa.

Por.

JSON.


E em muitos casos.

Existe.

COBOL.

No fim.

Da cadeia.


Debug

Exemplo.

DISPLAY WS-JSON

Muito útil.


Ou.

IBM Debug Tool.


Fault Analyzer.


Dump.


Quando usar?

Excelente.

REST

MQ

Kafka

zOS Connect

Mobile

Open Banking

PIX

Cloud


Quando evitar?

Arquivos internos.


VSAM.


Relatórios.


Batch tradicional.


Bellacosa Best Practices

Sempre

Use ON EXCEPTION


Sempre

Validar tamanho


Sempre

Testar UTF8


Sempre

Documentar JSON


Sempre

Versionar APIs


O Conselho do Mestre Bellacosa

JSON PARSE é provavelmente uma das maiores evoluções já incorporadas ao Enterprise COBOL.

Ele permite que um programa escrito há vinte ou trinta anos compreenda payloads produzidos por smartphones, microsserviços, plataformas OpenShift e aplicações espalhadas pela Internet.

O jovem Padawan deve perceber uma verdade importante.

JSON continua sendo apenas texto.

Mas JSON PARSE transforma esse texto em algo que COBOL entende profundamente.

Estruturas.

Campos.

Vetores.

Níveis.

OCCURS.

Variáveis.

E talvez essa seja a maior beleza do IBM Z moderno.

Ele não exige que o desenvolvedor abandone décadas de conhecimento.

Ele apenas oferece novas ferramentas.

E diz:

Continue programando em COBOL.

Continue usando seus níveis 01, 05 e 10.

Continue confiando em sua experiência.

Eu apenas ensinarei ao seu programa a compreender uma nova linguagem falada por toda a galáxia digital.


Continua na Parte 3

JSON GENERATE – Quando o Padawan Aprende a Construir APIs REST com COBOL, Criar Payloads Elegantes, Controlar Campos, Suprimir Dados e Falar com Microsserviços do Futuro.