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sábado, 14 de dezembro de 2024

JSON em COBOL no IBM Z: O Holocron das APIs Modernas

 

Bellacosa Mainframe COBOL com JSON

JSON em COBOL no IBM Z: O Holocron das APIs Modernas

Como um Linguagem Criada em 1959 Aprendeu a Conversar com APIs, Mobile, Open Banking e a Nuvem

Por muitos anos, o universo COBOL parecia limitado a arquivos VSAM, DB2, IMS, CICS, JCLs e relatórios batch executados silenciosamente nos datacenters. Entretanto, a transformação digital trouxe novos desafios e uma nova linguagem passou a dominar a comunicação entre aplicações modernas: JSON (JavaScript Object Notation).

Hoje, smartphones, microsserviços, OpenShift, Open Banking, PIX, aplicações em nuvem e plataformas de inteligência artificial utilizam JSON como principal formato de intercâmbio de informações. E o mais interessante é que o Enterprise COBOL para IBM Z evoluiu para participar naturalmente desse ecossistema.

Com a introdução das instruções JSON PARSE e JSON GENERATE no Enterprise COBOL 6.x, programas COBOL passaram a compreender, produzir e consumir documentos JSON de forma nativa, eficiente e segura, permitindo a integração com APIs REST, IBM MQ, Kafka, z/OS Connect e arquiteturas modernas baseadas em eventos.

Esta série especial Bellacosa Mainframe apresenta uma jornada completa para o jovem Padawan COBOL compreender desde os conceitos básicos até técnicas avançadas utilizadas por especialistas IBM Z.


📖 Capítulo 1 – O Despertar do JSON

Quando o Padawan Descobre que COBOL Pode Falar a Linguagem das APIs

Neste primeiro holocron, exploramos os fundamentos do JSON, sua história, a chegada do suporte nativo ao Enterprise COBOL, diferenças entre JSON e XML, conceitos de UTF-8 e EBCDIC, além dos primeiros exemplos utilizando JSON GENERATE.

➡️ https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2024/07/json-em-cobol-no-ibm-z-o-holocron-das.html


📖 Capítulo 2 – JSON PARSE

Quando o Padawan Aprende a Transformar Texto em Estruturas COBOL

Aqui mergulhamos na instrução JSON PARSE, aprendendo a converter documentos JSON em estruturas COBOL, trabalhar com objetos aninhados, vetores utilizando OCCURS, tratar exceções, validar payloads recebidos e compreender os desafios relacionados à segurança e ao processamento de grandes volumes de dados.

➡️ https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2024/09/json-em-cobol-no-ibm-z-o-holocron-das.html


📖 Capítulo 3 – JSON GENERATE

Quando o Padawan Aprende a Construir APIs REST com COBOL

No terceiro capítulo, estudamos JSON GENERATE, recursos como SUPPRESS, NAME OF, tratamento de campos opcionais, construção de respostas para APIs REST, geração de payloads PIX e Open Banking, além de recomendações de desempenho e proteção contra exposição acidental de informações sensíveis.

➡️ https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2024/10/json-em-cobol-no-ibm-z-o-holocron-das.html


📖 Capítulo 4 – JSON Jedi Master

z/OS Connect, MQ, Kafka, OpenShift, OWASP e as Técnicas Jedi do IBM Z

No capítulo final, elevamos o nível de conhecimento para arquiteturas corporativas modernas. Exploramos o papel do z/OS Connect, integração com IBM MQ, Kafka, OpenShift, APIs de alto desempenho, conceitos da OWASP API Top 10, estratégias de observabilidade, segurança, escalabilidade e as melhores práticas adotadas por equipes especializadas em IBM Z.

➡️ https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2024/11/json-em-cobol-no-ibm-z-o-holocron-das.html


O Conselho Final do Mestre Bellacosa

Durante décadas, disseram aos desenvolvedores COBOL que sua missão terminava em arquivos sequenciais e terminais verdes. O JSON mostrou exatamente o contrário. Ele permitiu que programas escritos há décadas passassem a conversar com smartphones, microsserviços, aplicações em nuvem e plataformas digitais espalhadas por toda a galáxia tecnológica.

COBOL não precisou abandonar sua robustez, estabilidade ou capacidade de processar milhões de transações por segundo. Ele apenas aprendeu um novo idioma.

E talvez esta seja a maior lição deste Holocron:

COBOL não é uma tecnologia do passado.

COBOL é um veterano experiente que aprendeu a falar a língua do futuro.

Que o JSON PARSE esteja com você. E que o JSON GENERATE jamais exponha uma senha em produção. 🚀💙🖥️


Para ir mais longe

🔥☕ Como se Usa JSON em COBOL?

Nos últimos anos, o JSON (JavaScript Object Notation) tornou-se o formato mais utilizado para integração entre aplicações modernas, APIs REST, Mobile, Cloud e Mainframe.

https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2007/02/como-se-usa-json-em-cobol.html

🔥☕ JSON: O “COBOL DOS DADOS MODERNOS”? — A Linguagem Invisível Que Dominou APIs, Nuvem e Até o Mainframe

https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2010/10/json-o-cobol-dos-dados-modernos.html


sábado, 9 de novembro de 2024

JSON em COBOL no IBM Z: O Holocron das APIs Modernas – JSON Jedi Master - Parte IV

 

Bellacosa Mainframe e o json no cobol parte iv

JSON em COBOL no IBM Z: O Holocron das APIs Modernas

Parte 4 – JSON Jedi Master

z/OS Connect, MQ, Kafka, OpenShift, APIs de Alto Desempenho, Segurança OWASP e as Técnicas Jedi do IBM Z

Por Bellacosa Mainframe


"O Padawan aprende JSON PARSE. O Cavaleiro domina JSON GENERATE. O Mestre compreende que JSON é apenas a linguagem utilizada para conectar mundos inteiros."

Mestre Bellacosa Sysprog Jedi


Introdução

Chegamos ao último holocron.

Na Parte 1 aprendemos:

  • JSON

  • JSON GENERATE

  • UTF8

  • APIs

Na Parte 2:

  • JSON PARSE

  • Arrays

  • OCCURS

  • Segurança

Na Parte 3:

  • JSON GENERATE avançado

  • SUPPRESS

  • NAME OF

  • APIs REST

Agora chegamos ao nível do Mestre.

O momento em que COBOL deixa de apenas processar JSON.

E passa a ser um participante ativo de arquiteturas modernas.


O grande segredo

Muitos ainda imaginam.

COBOL

↓

Batch

↓

Relatório

↓

Fim.

Mas o IBM Z moderno é muito diferente.

Hoje podemos encontrar:

COBOL

↓

JSON

↓

API

↓

Mobile

↓

Cloud

↓

Kafka

↓

OpenShift

↓

IA

↓

Aplicações Web


O papel do JSON

JSON tornou-se.

O idioma universal.


Imagine.

Banco.

Aplicativo.

PIX.

Open Finance.

Cartão.

Seguro.

Marketplace.

IoT.


Praticamente todos utilizam.

JSON.


z/OS Connect

Talvez seja a tecnologia mais importante.

Para o COBOL moderno.


O que é?

Uma ponte.

Entre.

IBM Z.

E.

REST APIs.


Visualmente.

Smartphone

↓

REST

↓

z/OS Connect

↓

COBOL

↓

DB2

Exemplo

Usuário.

Consulta saldo.

Aplicativo.

↓

HTTPS

↓

z/OS Connect

↓

JSON

↓

COBOL

↓

DB2

↓

JSON

↓

Aplicativo


Tudo transparente.


COBOL não vê HTTP

Na maioria dos casos.

Não.


Ele apenas recebe.

Estrutura.

COBOL.

Já preenchida.


Exemplo.

01 WS-CONTA.


05 AGENCIA.


05 CONTA.



JSON PARSE.

Feito.

Automaticamente.


MQ

Outro caso.

Muito comum.


Mensagem.

Chega.

MQ.


Payload.

JSON.


COBOL.

Processa.


Exemplo.

{

"tipo":"pix",

"valor":100

}

COBOL.

Recebe.


Executa.

Negócio.


Responde.


JSON GENERATE.


MQPUT.


Fim.


Kafka

Sim.

Também.


Arquitetura.

COBOL

↓

MQ

↓

Kafka Bridge

↓

Kafka

↓

Analytics

Muito utilizado.


Open Finance.


Fraudes.


IA.


Big Data.


OpenShift

Outro mundo.

Interessante.


Microsserviços.

Containers.

Kubernetes.


COBOL.

Participa.


Arquitetura.

OpenShift

↓

REST

↓

zOS Connect

↓

COBOL

↓

IMS

DB2

Muito elegante.


APIs síncronas

Cliente.

Espera.

Resposta.


Exemplo.

Saldo.


API.

Responde.

200 ms.


APIs assíncronas

MQ.

Kafka.

Evento.


Mais modernas.


GraphQL

Também possível.


Embora.

Menos comum.


Segurança

Aqui começa.

O lado sombrio.


OWASP.

Existe.

Também.

Para APIs.


OWASP API Top 10

Excelente leitura.


Problemas.

Mais comuns.


Excesso.

Dados.


Exposição.

Sensível.


Autorização.

Fraca.


Payload.

Gigante.


DoS.


Exemplo ruim

COBOL.

01 CLIENTE.


05 CPF.


05 SENHA.


05 TOKEN.

JSON GENERATE.


API.


Exposta.


Desastre.


Melhor

Criar DTO.


Exemplo.

01 API-CLIENTE.


05 NOME.


05 LIMITE.

Muito melhor.


JWT

Muito utilizado.


JSON Web Token.


Aplicação.

Recebe.


Valida.


Autoriza.


COBOL.

Pode.

Consumir.


Ou.

Delegar.


TLS

Obrigatório.

Hoje.


HTTPS.

Sempre.


Nunca.

HTTP.


Rate Limit

Muito importante.


Evita.

DoS.


Exemplo.

Chamadas.

Por minuto.


Logs

Essenciais.


Exemplo.

2026-06-25


PIX


100 reais


OK

Muito útil.


Auditoria.


Performance

JSON.

Tem custo.


Parser.

CPU.


Serializer.

CPU.


Mas.

IBM Z.

É extremamente eficiente.


Benchmarks.

Mostram.

Milhares.

TPS.


Sem dificuldades.


JSON gigantesco

Cuidado.


Exemplo.

50 MB.


Parser.

Vai sofrer.


CPU.

Memória.


Melhor.

Paginar.


Streaming

Excelente opção.


Processar.

Em partes.


Mais eficiente.


Cache

Pode ajudar.


JSON.

Já montado.


Evita.

JSON GENERATE.

Toda vez.


Curiosidade

Muitos bancos.

Geram.

Milhões.

JSON.

Por hora.


E.

Grande parte.

Nasce.

Em COBOL.


Curiosidade 2

Usuário.

Abre.

App.


Consulta.

Saldo.


Recebe.

JSON.


Origem.

Programa COBOL.

Escrito.


Executando.

Num.

IBM z17.


Curiosidade 3

Muitos.

Open Banking.

Brasileiros.

Passam.

Por.

COBOL.

Sem.

Que.

Usuário.

Perceba.


Bellacosa Best Practices

Regra 1

Nunca.

Gerar.

JSON.

Com STRING.


Regra 2

JSON GENERATE.

Sempre.


Regra 3

JSON PARSE.

Sempre.


Regra 4

Versione.

APIs.


Exemplo.

v1

v2

v3


Regra 5

OpenAPI.

Swagger.

Documente.


Regra 6

Nunca.

Expor.

Campos internos.


Regra 7

Teste.

UTF8.


Regra 8

Monitore.

SMF.

RMF.

Logs.


Regra 9

Valide.

Payloads.


Regra 10

Use.

OWASP.

API Top 10.


Quando usar JSON?

Excelente.

REST.

Open Banking.

PIX.

Cloud.

Kafka.

MQ.

OpenShift.

Mobile.

Marketplace.

IoT.

Microsserviços.


Quando evitar?

Batch.

VSAM.

Arquivos internos.

Processamento.

Fechado.


O Conselho Final do Mestre Bellacosa

Durante muito tempo, disseram ao desenvolvedor COBOL que seu universo terminava em arquivos sequenciais, JCLs, relatórios impressos e terminais verdes.

JSON mostrou que isso nunca foi verdade.

JSON permitiu que programas escritos décadas atrás passassem a conversar com smartphones, aplicativos financeiros, plataformas Open Banking, clusters OpenShift, sistemas Kafka e serviços espalhados por diversas nuvens.

Talvez essa seja a maior beleza do IBM Z moderno.

Ele não obriga ninguém a abandonar o COBOL.

Ele apenas entrega novas ferramentas.

E diz:

Continue usando seus níveis 01, 05, 10 e OCCURS.

Continue confiando na robustez do Enterprise COBOL.

Continue processando milhões de transações por segundo.

Eu apenas ensinarei seu programa a falar o idioma utilizado pela galáxia digital.

E talvez essa seja a verdadeira lição do Holocron JSON.

JSON não substituiu COBOL.

JSON apenas permitiu que COBOL expandisse sua voz para além dos corredores do datacenter, alcançando praticamente qualquer sistema capaz de compreender uma simples mensagem cercada por chaves e aspas.


Fim do Holocron Bellacosa Mainframe

JSON em COBOL no IBM Z – Parte 1 a Parte 4 concluídas

"Que o JSON PARSE esteja com você. E que o JSON GENERATE nunca produza um campo SENHA por engano." 🚀💙🖥️


sexta-feira, 11 de outubro de 2024

JSON em COBOL no IBM Z: O Holocron das APIs Modernas – JSON GENERATE - Parte III

 

Bellacosa Mainframe e o json em cobol parte iii

JSON em COBOL no IBM Z: O Holocron das APIs Modernas

Parte 3 – JSON GENERATE

Quando o Padawan Aprende a Construir APIs REST com COBOL e Descobre que Também Pode Falar com a Galáxia

Por Bellacosa Mainframe


"JSON PARSE ensina COBOL a escutar. JSON GENERATE ensina COBOL a responder. Um Mestre Jedi precisa dominar ambos."

Mestre Bellacosa Sysprog Jedi


Introdução

Nas jornadas anteriores, o jovem Padawan descobriu algo extraordinário.

Primeiro aprendeu que COBOL moderno fala JSON.

Depois aprendeu a utilizar JSON PARSE.

Agora chega o momento em que ele percebe uma verdade ainda mais impressionante.

COBOL não apenas entende JSON.

COBOL também consegue produzir JSON de forma elegante, otimizada e extremamente rápida.

E isso é feito através de uma instrução quase tão poderosa quanto um sabre de luz recém-montado.

JSON GENERATE


O que é JSON GENERATE?

JSON GENERATE é um serializador.

Seu objetivo é simples.

Transformar estruturas COBOL em texto JSON.

Visualmente.

WORKING STORAGE


↓

JSON GENERATE


↓

JSON


↓

REST API


↓

Aplicativo


↓

Microsserviço

Em outras palavras.

Ele faz exatamente o oposto de JSON PARSE.


Antes do Enterprise COBOL 6

A vida era difícil.

Muitos sistemas faziam:

STRING

"{"

'"id":'

WS-ID

','
'"nome":"'

WS-NOME

'"'

"}"

INTO WS-BUFFER

Problemas.

Vírgulas.

Aspas.

Espaços.

Campos vazios.

Arrays.

Escape.

Tudo manual.


Padawan sofria.


O nascimento de JSON GENERATE

Enterprise COBOL Version 6.

Introduziu.

JSON GENERATE.


Mudou completamente.

Integrações.


Hoje.

Muito utilizado.

6.3

6.4

6.5


Primeiro exemplo

Passo 1

Estrutura COBOL

01 WS-CLIENTE.


05 WS-ID.
PIC 9(5).


05 WS-NOME.
PIC X(30).


05 WS-IDADE.
PIC 999.

Passo 2

JSON Buffer

01 WS-JSON.

PIC X(500).

Passo 3

Popular

MOVE 100

TO WS-ID


MOVE 'Bellacosa'

TO WS-NOME


MOVE 52

TO WS-IDADE

Passo 4

Gerar

JSON GENERATE

WS-JSON


FROM WS-CLIENTE

Passo 5

Display

DISPLAY WS-JSON

Resultado.

{

"id":100,

"nome":"Bellacosa",

"idade":52

}

Pronto.

API pronta.


Como funciona internamente?

Compilador gera.

Serializer.


Percorre.

Estrutura.

Campo.

Por campo.


Converte.

Numéricos.

Strings.

Booleans.

Occurs.


Escreve.

JSON.


Visualmente.

WS-ID


↓

Serializer


↓

"id":100

Memória

JSON continua sendo.

Texto.


Exemplo.

01 WS-JSON.

PIC X(10000).

Buffer.

Grande.


Serializer.

Preenche.


Pouco overhead.


Muito eficiente.


Campos vazios

Problema comum.


Exemplo.

MOVE SPACES

TO WS-NOME

Resultado.

"name":""

Nem sempre desejado.


SUPPRESS

Ferramenta poderosa.


Exemplo conceitual.

JSON GENERATE

WS-JSON


FROM WS-DADOS


SUPPRESS

Campos vazios.

Não aparecem.


Muito usado.

Em APIs.


OMITTED

Outra técnica.


Campo opcional.


Excelente.

Open Banking.

PIX.


NAME OF

Talvez a funcionalidade favorita.

Do Bellacosa.


COBOL.

05 WS-NOME.

JSON desejado.

"customerName"

NAME OF permite.

Mapear.


Muito elegante.


Exemplo API PIX

COBOL.

01 PIX.


05 CHAVE.


05 VALOR.


05 DATA.

JSON.

{

"chave":"abc",


"valor":100,


"data":"2026-06-25"

}

JSON GENERATE.

Faz.

Tudo.


Arrays

Muito útil.


COBOL.

05 TELEFONES.


10 TEL OCCURS 5.

JSON.

"telefones":[


"1111",


"2222"

]

Automático.


Objetos aninhados

COBOL.

01 CLIENTE.


05 DADOS.


10 ID.


10 NOME.



05 ENDERECO.


10 CIDADE.


10 CEP.

Resultado.

{

"cliente":{


"id":1,

"nome":"Bellacosa"


},

"endereco":{


"cidade":"SP"

}

}

Muito elegante.


Null

JSON suporta.


COBOL não.


Precisamos.

Decidir.


Campo vazio.


Campo omitido.


Valor padrão.


Muito importante.


UTF8

Outro cuidado.


JSON.

UTF8.


COBOL.

EBCDIC.


Conversão.

Necessária.


Especialmente.

Acentos.


José.

São Paulo.


Ç.

Ã.


Sempre testar.


Segurança

Poucos lembram.


JSON GENERATE.

Também possui.

Riscos.


Exemplo.

Dados internos.


Senha.


CPF.


Token.


Acidentalmente.

Expostos.


Exemplo.

01 CLIENTE.


05 SENHA.


PIC X(20).

JSON GENERATE.

Sem SUPPRESS.


API.

Expõe.

Senha.


Muito perigoso.


Boa prática

Criar.

Estrutura.

Específica.

API.


Nunca.

Gerar.

Diretamente.

Working Storage.

Inteira.


Pretty JSON

COBOL.

Não gera.

JSON bonito.


Compacto.


Mais eficiente.


Consumidor.

Pode formatar.


Performance

Excelente.


Serializer.

Nativo.


Compilado.


Muito rápido.


Melhor.

Que STRING.


Melhor.

Que montar.

Na mão.


Benchmark aproximado

Manual.

100%


JSON GENERATE.

Muito menor.

CPU.


Menos bugs.


Mais manutenção.


Curiosidade

Muitos aplicativos bancários.

Recebem.

JSON.

Gerado.

Por COBOL.


Usuário.

Nunca percebe.


Abre app.


Consulta saldo.


Recebe.

JSON.


Origem.

COBOL.

No z17.


APIs modernas

JSON GENERATE é usado.

Em.

z/OS Connect

CICS

Liberty

MQ

Kafka

OpenShift

Cloud Pak


Praticamente.

Todo lugar.


Bellacosa Best Practices

Sempre

Criar DTO.

Separado.


Sempre

Usar SUPPRESS.


Sempre

Validar UTF8.


Sempre

Versionar JSON.


Sempre

Documentar.

Swagger.

OpenAPI.


Nunca

Expor.

Campos internos.


Nunca

Montar.

JSON.

Na mão.

Com STRING.


Comparação

TécnicaRecomendada
STRINGNão
UNSTRINGNão
INSPECTNão
Parser próprioEvitar
JSON GENERATESim
JSON PARSESim

O Conselho do Mestre Bellacosa

Durante muitos anos, o programador COBOL era visto como alguém responsável apenas por arquivos sequenciais, relatórios batch e transações CICS.

JSON GENERATE mudou essa percepção.

Ele permitiu que sistemas escritos décadas atrás começassem a responder chamadas REST, conversar com aplicativos móveis, participar do Open Finance e integrar-se naturalmente a arquiteturas modernas baseadas em APIs.

Talvez essa seja uma das maiores virtudes do Enterprise COBOL.

Ele não exige que o desenvolvedor abandone tudo aquilo que aprendeu.

Ele simplesmente acrescenta novas habilidades.

E diz ao Padawan:

Continue usando seus níveis 01, 05 e 10.

Continue escrevendo programas robustos.

Continue confiando na estabilidade do IBM Z.

Eu apenas ensinarei seu código a responder em uma linguagem compreendida por praticamente toda a galáxia digital.


Continua na Parte 4

JSON Jedi Master – z/OS Connect, MQ, Kafka, OpenShift, APIs de Alto Desempenho, Segurança OWASP e Técnicas Avançadas para o Mestre Bellacosa do IBM Z.

sábado, 7 de setembro de 2024

JSON em COBOL no IBM Z: O Holocron das APIs Modernas – JSON PARSE - Parte II

 

Bellacosa Mainframe e o json no cobol parte II

JSON em COBOL no IBM Z: O Holocron das APIs Modernas

Parte 2 – JSON PARSE

Quando o Padawan Aprende a Transformar Texto em Estruturas COBOL

Por Bellacosa Mainframe


"JSON é apenas texto. O verdadeiro poder está em fazer COBOL compreender esse texto como se fosse uma estrutura nativa do IBM Z."

Mestre Bellacosa Sysprog Jedi


Introdução

Na Parte 1, o Padawan descobriu algo surpreendente.

COBOL moderno fala JSON.

Aprendemos:

  • JSON GENERATE

  • UTF-8

  • CCSID

  • Enterprise COBOL 6.x

  • APIs REST

  • JSON em memória

  • Segurança básica

Agora chegamos ao momento em que o programa COBOL deixa de apenas produzir JSON.

Ele começa a entender JSON.

E isso acontece através de uma instrução quase mágica.

JSON PARSE


O que é JSON PARSE?

JSON PARSE é o tradutor universal.

Ele recebe.

Texto.

Transforma.

Em estruturas COBOL.


Visualmente.

JSON


↓

JSON PARSE


↓

WORKING STORAGE


↓

Programa COBOL

Exemplo.

Recebemos.

{
"id":100,

"nome":"Bellacosa",

"idade":52
}

COBOL deseja.

01 CLIENTE.

05 ID.

PIC 9(5).


05 NOME.

PIC X(30).


05 IDADE.

PIC 999.

JSON PARSE faz isso.

Automaticamente.


Quando surgiu?

IBM introduziu.

JSON PARSE

Enterprise COBOL

Version 6.


Mais utilizado hoje.

6.3

6.4

6.5


Mudou completamente.

Integrações.


Primeiro programa JSON PARSE

Passo 1

Estrutura COBOL

01 WS-CLIENTE.


05 WS-ID.
PIC 9(5).


05 WS-NOME.
PIC X(30).


05 WS-IDADE.
PIC 999.

Passo 2

Buffer JSON

01 WS-JSON.

PIC X(500).

Passo 3

Popular

MOVE

'{"id":100,

"nome":"Bellacosa",

"idade":52}'


TO WS-JSON

Passo 4

Parse

JSON PARSE

WS-JSON

INTO WS-CLIENTE

Passo 5

Display

DISPLAY WS-ID.


DISPLAY WS-NOME.


DISPLAY WS-IDADE.

Resultado.

100


Bellacosa


52

Pronto.

JSON virou COBOL.


O que acontece internamente?

Compilador cria.

Parser interno.


Percorre.

Caractere.

Por caractere.


Reconhece.

Chaves.

Aspas.

Números.

Vetores.


Mapeia.

Campos.


Visualmente.

{


"id"



100



}


↓

COBOL


ID=100

Como funciona na memória?

JSON continua sendo texto.


Exemplo.

Buffer


500 bytes

Parser lê.


Move dados.


Para.

Working Storage.


Resultado.

WS-ID


100



WS-NOME


Bellacosa

Sem ponteiros.

Sem árvore.

Sem DOM.


Muito eficiente.


Objetos Aninhados

JSON suporta.

Estruturas.

Dentro.

De estruturas.


Exemplo.

{

"cliente":{

"id":1,

"nome":"Bellacosa"

}

}

COBOL.

01 CLIENTE.


05 DADOS.


10 ID.


10 NOME.

Muito elegante.


Arrays

Chegamos.

Ao lado divertido.


JSON.

{

"telefones":[

"1111",

"2222"

]

}

COBOL.

05 TELEFONES.

10 TEL OCCURS 10.


15 NUMERO.


PIC X(20).

Parser.

Preenche.


COUNT IN

Muito útil.


Exemplo.

JSON PARSE

WS-JSON


INTO WS-DADOS


COUNT IN WS-CONTADOR

Retorna.

Quantidade.

Itens.


Excelente.

Para.

Arrays.


ON EXCEPTION

Fundamental.

Nunca esquecer.


Exemplo.

JSON PARSE

WS-JSON


INTO WS-CLI


ON EXCEPTION


DISPLAY 'ERRO'

Padawan.

Sempre use.


Exemplo inválido

JSON.

{


"id":100


"nome":"Bellacosa"

Aspa.

Faltando.


Parser.

Falha.


ON EXCEPTION.

Executado.


JSON Malicioso

Poucos falam.

Mas existe.


Payload.

Gigante.


Exemplo.

50 MB.


Consome.

CPU.


Memória.


Tempo.


DoS.


Negação.

Serviço.


Boa prática

Validar.

Tamanho.


Exemplo.

IF WS-LEN > 100000

DISPLAY 'ERRO'

Muito recomendado.


Nomes diferentes

JSON.

Pode vir.

{

"customer_name":"Bellacosa"

}

COBOL.

05 WS-NOME.

Problema.


Precisamos.

Mapear.


Enterprise COBOL possui.

NAME OF.

SUPPRESS.


Falaremos.

Parte 3.


UTF8

Grande inimigo.


JSON.

UTF8.


COBOL.

EBCDIC.


José.

Pode quebrar.


Ç.

Ã.

É.


Atenção.

Sempre.


JSON NULL

JSON.

{


"nome":null
}

COBOL.

Não possui.

Null textual.


Precisamos.

Tratar.


Muito importante.


Performance

Excelente.


JSON PARSE.

É compilado.


Muito rápido.


Melhor.

Que parser.

Manual.


Evite.

UNSTRING


INSPECT


STRING

Desnecessário.


JSON PARSE.

Resolve.


Curiosidades

Muitos bancos.

Recebem.

Milhões.

JSON.

Por dia.


Aplicativos.

PIX.

Cartão.

Open Finance.


Tudo passa.

Por.

JSON.


E em muitos casos.

Existe.

COBOL.

No fim.

Da cadeia.


Debug

Exemplo.

DISPLAY WS-JSON

Muito útil.


Ou.

IBM Debug Tool.


Fault Analyzer.


Dump.


Quando usar?

Excelente.

REST

MQ

Kafka

zOS Connect

Mobile

Open Banking

PIX

Cloud


Quando evitar?

Arquivos internos.


VSAM.


Relatórios.


Batch tradicional.


Bellacosa Best Practices

Sempre

Use ON EXCEPTION


Sempre

Validar tamanho


Sempre

Testar UTF8


Sempre

Documentar JSON


Sempre

Versionar APIs


O Conselho do Mestre Bellacosa

JSON PARSE é provavelmente uma das maiores evoluções já incorporadas ao Enterprise COBOL.

Ele permite que um programa escrito há vinte ou trinta anos compreenda payloads produzidos por smartphones, microsserviços, plataformas OpenShift e aplicações espalhadas pela Internet.

O jovem Padawan deve perceber uma verdade importante.

JSON continua sendo apenas texto.

Mas JSON PARSE transforma esse texto em algo que COBOL entende profundamente.

Estruturas.

Campos.

Vetores.

Níveis.

OCCURS.

Variáveis.

E talvez essa seja a maior beleza do IBM Z moderno.

Ele não exige que o desenvolvedor abandone décadas de conhecimento.

Ele apenas oferece novas ferramentas.

E diz:

Continue programando em COBOL.

Continue usando seus níveis 01, 05 e 10.

Continue confiando em sua experiência.

Eu apenas ensinarei ao seu programa a compreender uma nova linguagem falada por toda a galáxia digital.


Continua na Parte 3

JSON GENERATE – Quando o Padawan Aprende a Construir APIs REST com COBOL, Criar Payloads Elegantes, Controlar Campos, Suprimir Dados e Falar com Microsserviços do Futuro.


quinta-feira, 12 de maio de 2022

O Arquivo Secreto do JSON : Os Recursos Avançados do Enterprise COBOL que Quase Ninguém Aprende...

 

Bellacosa Mainframe e o arquivo secreto do json

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

O Arquivo Secreto do JSON

Os Recursos Avançados do Enterprise COBOL que Quase Ninguém Aprende... Mas que Movem Bilhões de Transações Todos os Dias

"Existem programadores que sabem escrever COBOL. Existem programadores que sabem integrar COBOL ao mundo moderno. A diferença entre eles pode ser apenas uma instrução chamada JSON PARSE."


Prólogo — A Porta Número 3270

Era quase meia-noite.

As luzes do CPD permaneciam acesas como sempre.

O z16 processava milhões de transações silenciosamente. Em algum lugar daquele prédio, centenas de aplicações CICS conversavam entre si, acessando DB2, VSAM, MQ e dezenas de microsserviços espalhados pela nuvem.

Na tela verde do terminal 3270, um jovem Programador Padawan acabara de receber sua primeira missão.

Integrar um programa COBOL com uma API REST.

A documentação dizia apenas:

"Receber um JSON."

Somente isso.

Nenhuma explicação.

Nenhum diagrama.

Nenhuma pista.

Foi naquele momento que ele descobriu que o maior mistério do Mainframe moderno não era o COBOL.

Era o JSON.

Pegue seu café.

Hoje vamos abrir um dos arquivos mais secretos do Enterprise COBOL.


Quando o IBM Z Aprendeu um Novo Idioma

Durante décadas o Mainframe falava uma linguagem extremamente organizada.

Cada campo possuía tamanho fixo.

Cada byte tinha uma posição.

Cada registro obedecia um layout rígido.

Exemplo:

Cliente........30 bytes
Conta..........10 bytes
Saldo..........09 bytes

Nada podia sair do lugar.

Era como uma biblioteca onde todos os livros ocupavam exatamente a mesma prateleira.

Então surgiu a Internet.

Depois vieram smartphones.

Cloud.

Microsserviços.

Open Banking.

PIX.

Aplicativos.

Inteligência Artificial.

Todos falavam uma língua completamente diferente.

JSON.

Ao invés de posições fixas...

Possuíam nomes.

Ao invés de layouts...

Possuíam objetos.

Ao invés de registros...

Possuíam documentos.

Durante algum tempo muitos acreditaram que COBOL jamais conversaria naturalmente com esse novo mundo.

Estavam completamente enganados.


O Nascimento do JSON PARSE

A IBM resolveu o problema adicionando dois comandos revolucionários ao Enterprise COBOL:

JSON PARSE

e

JSON GENERATE

Essas duas instruções mudaram completamente a forma como aplicações COBOL se integram ao restante do mercado.

Hoje um programa escrito há quarenta anos pode conversar com uma aplicação Android, um sistema em Java, um microsserviço em Go, uma aplicação Python ou um modelo de Inteligência Artificial.

Sem precisar reinventar a roda.


O Grande Tradutor Invisível

Imagine um tradutor simultâneo.

Uma pessoa fala japonês.

Outra fala português.

O tradutor escuta.

Converte.

Entrega a mensagem.

É exatamente isso que o parser faz.

Ele recebe:

{
   "nome":"Maria",
   "idade":30
}

e transforma automaticamente em:

05 WS-NOME.
05 WS-IDADE.

Nenhuma linha extra de código.

Nenhum parser artesanal.

Nenhuma rotina gigantesca.


O Que Acontece Dentro do Enterprise COBOL?

Pouca gente sabe.

Mas internamente o compilador cria uma estrutura extremamente sofisticada.

Quando encontra:

JSON PARSE

ele gera código capaz de:

✔ analisar caractere por caractere;

✔ identificar objetos;

✔ validar aspas;

✔ converter números;

✔ interpretar arrays;

✔ localizar campos;

✔ detectar erros;

✔ copiar os valores para a Working-Storage.

Tudo isso acontece em microssegundos.


JSON PARSE WITH DETAIL

Aqui começamos a entrar na parte que muitos programadores nunca utilizam.

Imagine receber um JSON com erro.

Sem WITH DETAIL.

Você sabe apenas que falhou.

Com:

JSON PARSE WS-JSON

INTO WS-DADOS

WITH DETAIL

ON EXCEPTION

DISPLAY "ERRO"

END-JSON

o compilador produz informações muito mais ricas sobre o ponto exato da falha.

Isso facilita enormemente o diagnóstico em produção.

Em grandes bancos, localizar rapidamente o campo inválido pode significar minutos em vez de horas de investigação.

☕ Curiosidade Bellacosa: muitos incidentes de integração não são causados pelo COBOL, mas por mudanças discretas em contratos JSON feitos por equipes externas sem comunicação adequada.


NAME OF — Quando Dois Mundos Usam Nomes Diferentes

Imagine o seguinte cenário.

API:

customerName

COBOL:

CLIENTE-NOME

Os nomes não coincidem.

Em vez de alterar um copybook utilizado por dezenas de programas, o Enterprise COBOL permite realizar o mapeamento de nomes com recursos como NAME OF, preservando a estrutura interna da aplicação.

Isso é extremamente útil quando uma API segue convenções como camelCase e o ambiente Mainframe utiliza nomes tradicionais em maiúsculas.


SUPPRESS — O Segredo dos JSONs Elegantes

Imagine um cadastro.

Telefone

Email

Fax

Todos vazios.

Sem SUPPRESS.

{
   "telefone":"",
   "email":"",
   "fax":""
}

Com SUPPRESS.

{
}

Ou apenas:

{
   "nome":"Luke"
}

Arquivos menores.

Menos tráfego.

Mais desempenho.

Menor consumo de banda.

Em ambientes de alta escala, alguns poucos bytes economizados por mensagem representam milhões de bytes ao longo do dia.


COUNT IN — Descobrindo Quantos Objetos Foram Processados

Imagine receber uma lista de clientes.

[
...
]

Como saber quantos registros realmente foram convertidos?

Entra em cena:

COUNT IN

Ele informa quantos elementos foram efetivamente processados.

Extremamente útil para:

  • auditoria;

  • logs;

  • validação;

  • conferência de cargas;

  • integração batch.


CONVERTING — O Pequeno Mágico

Nem sempre dois sistemas utilizam os mesmos valores.

API:

true

COBOL:

"S"

Outro sistema:

1

Outro:

"ATIVO"

O recurso CONVERTING permite realizar essas transformações de forma controlada, reduzindo código repetitivo e centralizando regras de conversão.


Arrays Complexos — O Labirinto do Minotauro

É aqui que muitos iniciantes se perdem.

Observe:

Clientes

↓

Telefones

↓

Endereços

↓

Documentos

Objetos dentro de objetos.

Arrays dentro de arrays.

No COBOL isso é representado através de grupos e OCCURS.

CLIENTE

↓

ENDERECOS OCCURS

↓

TELEFONES OCCURS

O parser percorre cada nível da estrutura, preenchendo automaticamente as tabelas.

É como explorar um enorme arquivo de fichas organizado em gavetas, pastas e divisórias.


OCCURS DEPENDING ON

Nem sempre sabemos quantos registros existirão.

Hoje chegam cinco clientes.

Amanhã cinquenta.

Depois mil.

O OCCURS DEPENDING ON permite estruturas variáveis, mas exige atenção redobrada: o contador deve refletir corretamente a quantidade de elementos, caso contrário leituras incompletas ou acessos inválidos podem ocorrer.


O Fantasma do UTF-8

Existe um fantasma que assombra integrações.

Seu nome:

UTF-8.

O Mainframe tradicional trabalha naturalmente em EBCDIC.

Grande parte da Internet utiliza UTF-8.

Quando a conversão é esquecida...

acentos desaparecem.

Caracteres ficam ilegíveis.

Nomes tornam-se símbolos estranhos.

Antes de culpar o JSON, verifique sempre a codificação.

Esse detalhe já consumiu incontáveis horas de troubleshooting em ambientes corporativos.


O Castelo do z/OS Connect

Agora imagine o seguinte cenário.

Aplicativo.

↓

Internet.

↓

API REST.

↓

z/OS Connect.

↓

CICS.

↓

COBOL.

↓

DB2.

Esse é um dos caminhos mais comuns atualmente.

O z/OS Connect funciona como um diplomata.

Ele recebe JSON.

Traduz.

Entrega ao programa COBOL.

Depois faz exatamente o caminho inverso.

O desenvolvedor trabalha na lógica de negócio enquanto a infraestrutura cuida do protocolo.


CICS e JSON

Durante muito tempo o CICS falava principalmente COMMAREA.

Hoje ele também conversa utilizando:

CHANNEL.

CONTAINER.

JSON.

Isso permitiu criar aplicações muito maiores do que os antigos limites impostos por COMMAREA.

Além disso, o modelo de canais facilita integrações complexas e transporte de documentos maiores.


APIs REST — O Novo Correio do Mainframe

As APIs REST funcionam como um serviço postal moderno.

GET.

Buscar.

POST.

Criar.

PUT.

Atualizar.

DELETE.

Excluir.

O JSON é a carta.

O HTTP é o carteiro.

O COBOL continua sendo o especialista que decide o que fazer quando a carta chega.


O Caminho de Uma Transação

Imagine um PIX.

Aplicativo.

↓

API.

↓

Gateway.

↓

z/OS Connect.

↓

CICS.

↓

JSON PARSE.

↓

COBOL.

↓

DB2.

↓

JSON GENERATE.

↓

Resposta.

Tudo isso pode acontecer em poucos milissegundos.

Enquanto você termina de piscar os olhos, milhares de mensagens semelhantes atravessaram esse caminho.


Segurança Nunca É Opcional

Nem todo JSON recebido deve ser considerado confiável.

Boas práticas incluem:

  • validar tamanho do payload;

  • tratar exceções com ON EXCEPTION;

  • inicializar estruturas antes do parse;

  • rejeitar campos inesperados quando necessário;

  • proteger informações sensíveis;

  • evitar registrar senhas, tokens ou números completos de cartões em logs.

Segurança começa antes mesmo da primeira linha de lógica de negócio.


Performance — O Mito do JSON Lento

Existe quem diga que JSON é lento.

Depende.

O parser nativo do Enterprise COBOL foi otimizado para esse trabalho.

Na maioria dos casos, o gargalo não está no processamento do JSON, mas na comunicação de rede, no acesso ao banco de dados ou em integrações externas.

Um bom desenho de aplicação, buffers bem dimensionados e estruturas adequadas fazem enorme diferença.


Armadilhas Que Todo Padawan Enfrenta

  • Buffer pequeno para armazenar o JSON.

  • Campos numéricos recebendo texto.

  • Datas em formatos diferentes.

  • Arrays maiores do que o OCCURS previsto.

  • Objetos opcionais não tratados.

  • Mudanças silenciosas em contratos de API.

  • Esquecimento da conversão EBCDIC ↔ UTF-8.

  • Logs excessivos em produção.

Reconhecer essas armadilhas cedo economiza muitas madrugadas de plantão.


O Checklist do Mestre Jedi do JSON

Antes de colocar uma aplicação em produção, pergunte:

  • O JSON foi validado?

  • Há tratamento ON EXCEPTION?

  • Os buffers suportam o maior payload esperado?

  • Os campos opcionais foram considerados?

  • A codificação está correta?

  • O contrato da API está documentado?

  • Os logs preservam a privacidade dos dados?

  • O desempenho foi testado com volumes reais?

Se todas as respostas forem "sim", você está muito mais próximo de uma implantação tranquila.


☕ Easter Egg Bellacosa

Nas antigas revistas de mistério noir dos anos 1950, sempre existia um personagem discreto que parecia apenas observar a história. No final, descobria-se que ele era a peça-chave de toda a investigação.

No universo do Mainframe moderno, o JSON desempenha um papel semelhante.

Ele raramente aparece nas manchetes. Quase ninguém comenta sobre ele em reuniões executivas. Porém, é esse "mensageiro silencioso" que leva ordens, saldos, cadastros, pagamentos, consultas e confirmações entre sistemas espalhados pelo planeta.

Da próxima vez que você abrir um aplicativo bancário e visualizar um saldo em segundos, lembre-se: em algum lugar do caminho, um programa COBOL pode ter recebido um JSON, transformado aquela mensagem em estruturas internas, consultado um banco de dados e respondido antes mesmo que você terminasse de tocar a tela do celular.


Conclusão — O Verdadeiro Mistério Nunca Foi o JSON

Quando os primeiros programadores COBOL surgiram, ninguém imaginava que décadas depois seus programas conversariam com smartphones, APIs REST, aplicações em nuvem e modelos de Inteligência Artificial.

Mas a essência permaneceu exatamente a mesma.

Receber dados.

Validar.

Processar.

Garantir integridade.

Responder com segurança.

O JSON não substituiu o COBOL.

Ele apenas abriu uma nova porta.

E, como todo bom investigador das antigas histórias noir descobriria, o segredo nunca esteve na porta.

O segredo sempre esteve em compreender o que existe do outro lado.

O Programador Padawan que domina JSON PARSE, JSON GENERATE, WITH DETAIL, NAME OF, SUPPRESS, COUNT IN, CONVERTING, arrays complexos e integrações com CICS e z/OS Connect deixa de ser apenas um mantenedor de sistemas legados. Ele se torna um tradutor entre dois mundos: a robustez do IBM Z e a velocidade do ecossistema digital moderno.

Enquanto bilhões de transações continuarem atravessando o planeta todos os dias, haverá espaço para profissionais capazes de unir tradição e inovação. E talvez esse seja o maior mistério do Mainframe: a tecnologia mais antiga em produção continua encontrando novas maneiras de conversar com o futuro.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

🔥☕ JSON: O “COBOL DOS DADOS MODERNOS”? — A Linguagem Invisível Que Dominou APIs, Nuvem e Até o Mainframe ☕🔥

 

Bellacosa Mainframe explica o JSON


🔥☕ JSON: O “COBOL DOS DADOS MODERNOS”? — A Linguagem Invisível Que Dominou APIs, Nuvem e Até o Mainframe ☕🔥

“Enquanto muita gente ainda pensava em arquivos texto… o JSON já estava preparando o planeta para microserviços, APIs e integração global.”


🚀 Introdução — O Formato Que Conquistou o Mundo

Se existe algo que une JavaScript, Python, Java, Node.js, Kubernetes, APIs REST, Open Banking, cloud e até o z/OS… esse algo é o JSON.

Sim…

Aquele bloco aparentemente simples:

{
"cliente": "BELLACOSA",
"conta": 12345,
"saldo": 9999.99
}

Hoje parece trivial.

Mas o impacto do JSON na computação foi monstruoso.

Ele virou:

  • o idioma oficial das APIs,
  • a “cola” da internet moderna,
  • o padrão universal de troca de dados,
  • e uma das maiores revoluções silenciosas da computação corporativa.

E o mais curioso?

O JSON nasceu de forma extremamente simples… quase como um “truque elegante” dentro do JavaScript.


🧠 Quem Criou o JSON?

O JSON foi criado por:

👨 Douglas Crockford

Programador, arquiteto de software e evangelista JavaScript.


📅 Data de Criação

O JSON começou a ganhar forma por volta de:

📌 2001

E foi oficialmente popularizado entre:

📌 2002–2005


🌍 O Problema Que o JSON Resolveu

Antes do JSON, integração era quase sempre baseada em:

  • XML
  • CSV
  • Arquivos posicionais
  • Protocolos binários
  • EDI
  • Mensagens proprietárias

O problema?

Tudo era:

  • pesado,
  • verboso,
  • lento,
  • difícil de ler,
  • difícil de debugar.

Exemplo de XML:

<cliente>
<nome>BELLACOSA</nome>
<saldo>9999.99</saldo>
</cliente>

Agora compare com JSON:

{
"nome": "BELLACOSA",
"saldo": 9999.99
}

Menos ruído.
Mais legibilidade.
Mais velocidade.
Mais simplicidade.

E o mercado enlouqueceu.


⚡ O Grande Segredo do JSON

O JSON nasceu inspirado diretamente nos objetos JavaScript.

Na prática:

var cliente = {
nome: "BELLACOSA",
saldo: 9999.99
}

Douglas Crockford percebeu:

“E se isso virar um formato universal de troca de dados?”

E virou.


🔥 O JSON Explodiu Com as APIs REST

Quando APIs REST começaram a dominar o mercado…

o JSON virou praticamente obrigatório.

Porque:

  • era leve,
  • rápido,
  • fácil de parsear,
  • perfeito para internet,
  • amigável para humanos.

Resultado?

O XML começou a perder espaço rapidamente.


☕ O Mainframe Não Ficou de Fora

Aqui começa a parte interessante para o mundo COBOL.

Muita gente achava:

“Mainframe nunca vai falar JSON.”

Erro histórico.

Hoje o z/OS conversa JSON o tempo inteiro:

  • APIs REST
  • z/OS Connect
  • CICS Web Services
  • MQ
  • Kafka
  • Open Banking
  • Microsserviços
  • Cloud híbrida

O JSON virou peça fundamental da modernização mainframe.


🧠 COBOL + JSON = O Casamento Corporativo Moderno

A IBM percebeu rapidamente:

Se o mainframe quisesse continuar reinando…
precisaria falar JSON nativamente.

E então vieram recursos modernos como:

📌 JSON PARSE

e

📌 JSON GENERATE

no Enterprise COBOL.


🚀 Exemplo COBOL Moderno Com JSON

Gerando JSON

IDENTIFICATION DIVISION.
PROGRAM-ID. GERJSON.

DATA DIVISION.

WORKING-STORAGE SECTION.

01 CLIENTE.
05 NOME PIC X(20) VALUE 'BELLACOSA'.
05 SALDO PIC 9(5)V99 VALUE 99999.99.

01 JSON-SAIDA PIC X(200).

PROCEDURE DIVISION.

JSON GENERATE JSON-SAIDA
FROM CLIENTE

DISPLAY JSON-SAIDA.

STOP RUN.

Saída:

{"NOME":"BELLACOSA","SALDO":99999.99}

🔥 Parsing JSON no COBOL

Recebendo API REST

JSON PARSE JSON-ENTRADA
INTO CLIENTE

Isso foi revolucionário no z/OS.

Porque eliminou:

  • parsers manuais,
  • tratamentos absurdos,
  • lógica artesanal,
  • conversões complexas.

🧠 O Que Tornou o JSON Tão Poderoso?

📌 1. Legibilidade Humana

Até operador consegue entender.


📌 2. Estrutura Hierárquica

Permite:

  • objetos,
  • listas,
  • arrays,
  • árvores complexas.

📌 3. Independência de Linguagem

Funciona em:

  • COBOL
  • Java
  • Python
  • Go
  • Node.js
  • Rust
  • RPG
  • PL/I

📌 4. Perfeito Para APIs

JSON praticamente virou:

“o TCP/IP da integração moderna.”


⚠️ Desvantagens do JSON

Nem tudo são flores.


❌ 1. Sem Tipagem Forte

JSON puro não define:

  • decimal fixo,
  • packed decimal,
  • COMP-3,
  • datas reais.

Isso gera problemas em integrações financeiras.


❌ 2. Overhead de Texto

JSON é texto.

Protocolos binários podem ser mais rápidos.


❌ 3. Segurança

Parsing inseguro pode causar:

  • injection,
  • payload malicioso,
  • consumo excessivo de memória.

❌ 4. Precisão Numérica

Problema clássico:

  • valores financeiros,
  • arredondamentos,
  • IEEE floating point.

O mainframe sofre muito menos disso graças ao decimal packed.


🔥 Curiosidades Históricas

☕ JSON NÃO É Linguagem

Apesar do nome:

JavaScript Object Notation

JSON NÃO é uma linguagem de programação.

É apenas um formato de dados.


☕ O JSON Virou Padrão Oficial

RFC oficial:

📌 RFC 8259


☕ XML Dominava Absolutamente

Antes do JSON:

  • SOAP,
  • WSDL,
  • XML Schema,
  • namespaces,
  • tags gigantescas.

Parecia um ritual mágico corporativo.

JSON chegou como uma motosserra.


💣 Easter Egg Histórico

Douglas Crockford chegou a remover referências perigosas do JavaScript porque:

📌 JSON podia executar código involuntariamente

No começo muita gente fazia:

eval(json)

Isso virou um pesadelo de segurança.

Daí nasceram parsers seguros.


🚀 JSON no Mundo Mainframe Moderno

Hoje o JSON está em todo lugar no z/OS:

TecnologiaUso
z/OS ConnectAPIs REST
CICSWeb Services
IMSIntegração moderna
MQMensageria
KafkaStreaming
Db2 RESTAPIs corporativas
Open BankingPayloads financeiros
Cloud híbridaMicrosserviços



🔥 O JSON Mudou o Papel do Programador COBOL

Antigamente:

  • COBOL manipulava arquivos,
  • VSAM,
  • copybooks,
  • EBCDIC.

Hoje o COBOL moderno:

  • consome APIs,
  • gera REST,
  • fala HTTP,
  • troca JSON,
  • integra cloud,
  • conversa com Kubernetes.

O programador COBOL virou:

engenheiro de integração corporativa.


☕ Comparação Filosófica: JSON vs Copybook COBOL

Curiosamente…

JSON lembra MUITO a ideia dos copybooks.

Veja:

Copybook

01 CLIENTE.
05 NOME PIC X(20).
05 SALDO PIC 9(5)V99.

JSON

{
"NOME": "BELLACOSA",
"SALDO": 99999.99
}

Ambos descrevem estrutura de dados.

A diferença?

O JSON atravessa internet, nuvem e APIs.


🧠 O Verdadeiro Motivo do Sucesso do JSON

Não foi tecnologia.

Foi simplicidade.

O JSON venceu porque:

  • humanos entendem,
  • programadores gostam,
  • APIs adoram,
  • clouds dependem,
  • empresas inteiras padronizaram nele.

💣 Conclusão — O JSON Virou a “Nova Linguagem Universal”

O JSON não matou o COBOL.

Na verdade…

Ele ajudou o COBOL a sobreviver à era cloud.

Hoje o mainframe continua relevante porque aprendeu:

  • REST,
  • APIs,
  • microsserviços,
  • containers,
  • integração moderna,
  • e principalmente…
  • JSON.

E talvez essa seja a maior ironia da computação:

O formato que nasceu no JavaScript acabou ajudando o z/OS a continuar dominando o coração financeiro do planeta.


☕ Frase Final no Estilo Bellacosa Mainframe

“O COBOL continua processando bilhões… mas agora conversa com o mundo em JSON.” 🔥🚀

 

sexta-feira, 16 de março de 2007

O que é z/OS Connect?

 

Bellacosa Mainframe olhando o Z/os connect

O que é z/OS Connect?

O z/OS Connect é uma tecnologia da IBM que permite transformar aplicações Mainframe em APIs REST modernas, possibilitando que programas COBOL, CICS, IMS e DB2 sejam consumidos por aplicações Web, Mobile, Cloud e Microsserviços.

Em termos simples:

Programa COBOL
      ↓
z/OS Connect
      ↓
API REST
      ↓
Aplicativo Mobile

Por que o z/OS Connect foi criado?

Durante décadas, aplicações Mainframe eram acessadas através de:

  • Telas CICS

  • MQ

  • Arquivos

  • SOAP/XML

  • Integrações proprietárias

Com a explosão das APIs REST e do mundo Mobile, surgiu a necessidade de expor programas Mainframe de forma moderna.

O z/OS Connect resolve exatamente esse problema.


Definição Simples

O z/OS Connect atua como uma ponte entre:

Mundo Moderno
(API REST + JSON)
          ↓
     z/OS Connect
          ↓
Mundo Mainframe
(COBOL + CICS + IMS + DB2)

Arquitetura Básica

Aplicativo Mobile
         ↓
      JSON
         ↓
    API REST
         ↓
  z/OS Connect
         ↓
     COBOL
         ↓
      DB2

O que ele faz?

Expor aplicações Mainframe como APIs

Transforma:

COBOL
CICS
IMS

em:

REST API

Consumir APIs externas

Também permite que aplicações Mainframe consumam APIs externas.

Exemplo:

COBOL
   ↓
z/OS Connect
   ↓
API Correios

Exemplo Prático

Imagine um programa COBOL que consulta saldo.

Antes:

Terminal 3270
       ↓
CICS
       ↓
COBOL

Depois:

App Mobile
      ↓
REST API
      ↓
z/OS Connect
      ↓
COBOL

Exemplo de Requisição

Chamada REST

GET /clientes/1001

JSON Recebido

{
  "id":1001
}

COBOL Processa

EXEC SQL

SELECT NOME
FROM CLIENTES

END-EXEC.

JSON Retornado

{
  "id":1001,
  "nome":"JOAO SILVA"
}

Componentes Principais

API Requester

Permite que o Mainframe consuma APIs.

COBOL
   ↓
Requester
   ↓
API Externa

API Provider

Permite expor programas como APIs.

API REST
    ↓
Provider
    ↓
COBOL

Integração com CICS

Muito comum.

REST API
     ↓
z/OS Connect
     ↓
CICS
     ↓
COBOL

Integração com IMS

Também suporta IMS.

REST API
     ↓
z/OS Connect
     ↓
IMS
     ↓
COBOL

Integração com DB2

Fluxo típico:

JSON
 ↓
REST
 ↓
COBOL
 ↓
DB2

JSON e Copybook

O z/OS Connect faz o mapeamento:

JSON
   ↔
Copybook COBOL

Exemplo:

JSON:

{
  "conta":"12345"
}

Copybook:

01 REQ-CONTA.
   05 CONTA PIC X(10).

API Mediation Layer

Camada responsável por:

  • Conversão JSON

  • Segurança

  • Mapeamento

  • Roteamento


Segurança

Suporta:

✅ RACF

✅ TLS

✅ OAuth 2.0

✅ JWT

✅ Certificados Digitais

✅ MFA


Open Banking

Grande parte das implementações de Open Finance utilizam:

API REST
      ↓
z/OS Connect
      ↓
COBOL

Benefícios

Modernização

Sem reescrever COBOL.


Reutilização

Aproveita décadas de regras de negócio.


Integração

Conecta:

  • Cloud

  • Mobile

  • APIs

  • Microsserviços


Segurança

Mantém os controles do z/OS.


Exemplo Real

Consulta de saldo:

Aplicativo
      ↓
REST API
      ↓
z/OS Connect
      ↓
CICS
      ↓
COBOL
      ↓
DB2
      ↓
Saldo

Relação com Cloud

Muito utilizado em arquiteturas híbridas.

AWS
Azure
Google Cloud
        ↓
API REST
        ↓
z/OS Connect
        ↓
IBM Z

Relação com LinuxONE

Containers
OpenShift
Kubernetes
        ↓
API REST
        ↓
z/OS Connect
        ↓
COBOL

Ferramentas Associadas

  • Zowe

  • OpenShift

  • API Connect

  • UrbanCode

  • Git

  • Jenkins

  • Ansible


Curiosidades

1. É uma das principais tecnologias de modernização da IBM

2. Permite expor aplicações escritas há décadas sem alterar o código COBOL

3. É amplamente utilizado em bancos e seguradoras

4. Facilita a integração com microsserviços

5. Reduz drasticamente o esforço de criação de APIs


Resumo Rápido

ComponenteFunção
z/OS ConnectGateway de APIs Mainframe
RESTInterface moderna
JSONFormato de dados
COBOLRegra de negócio
CICSProcessamento online
IMSTransações IMS
DB2Banco de dados
RACFSegurança
API ProviderExpor APIs
API RequesterConsumir APIs

Conclusão

O z/OS Connect é a principal tecnologia da IBM para conectar o Mainframe ao mundo das APIs REST. Ele permite transformar programas COBOL, CICS e IMS em serviços modernos baseados em JSON e HTTP, sem necessidade de reescrever aplicações críticas. Por isso, tornou-se peça fundamental em projetos de transformação digital, Open Finance, Cloud Híbrida, Mobile Banking e integração entre Mainframe e microsserviços.


Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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