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sexta-feira, 15 de maio de 2026

IBM Storage Insights 2Q26 Muito Além do Monitoramento: A Nova Era da Observabilidade para IBM Storage

 

Bellacosa Mainframe a nova era do ibm storage


☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

IBM Storage Insights 2Q26

Muito Além do Monitoramento: A Nova Era da Observabilidade para IBM Storage

"Durante muitos anos administradores de storage olhavam para discos, controladoras e portas Fibre Channel. Hoje observam tendências, saúde operacional e inteligência analítica. A diferença parece pequena. Na prática, muda completamente a forma de operar um datacenter."


O Storage deixou de ser invisível

Durante décadas, armazenamento era considerado infraestrutura.

Funcionava?
Ótimo.

Não funcionava?
Chamavam o especialista de storage.

Hoje isso mudou.

Em um ambiente moderno existem:

  • IBM Z

  • LinuxONE

  • VMware

  • Kubernetes

  • OpenShift

  • Cloud híbrida

  • IA

  • Data Lakes

  • Storage Scale

  • FlashSystem

  • DS8000

Tudo depende do storage.

Um pequeno problema em uma porta Fibre Channel pode afetar milhares de aplicações.

É justamente esse cenário que o IBM Storage Insights procura resolver.


O foco da versão 2Q26

Ao analisar todas as novidades percebe-se um padrão.

A IBM investiu em cinco pilares:

  • observabilidade

  • experiência do operador

  • análise inteligente

  • integração

  • automação

Não há novos equipamentos.

Não há novo hardware.

Há inteligência operacional.

E isso vale muito mais.


1. Fleet Performance Analysis

Até agora a análise era muito centrada em um storage específico.

Agora passa a existir uma visão da frota inteira.

Imagine um banco com:

  • 15 DS8900F

  • 8 FlashSystem

  • 6 SAN Directors

  • dezenas de switches Fibre Channel

Antes era necessário analisar equipamento por equipamento.

Agora é possível observar tendências globais.

Isso permite responder perguntas como:

  • Qual storage ficou mais lento?

  • Qual começou a aumentar a latência?

  • Em qual região ocorreu maior utilização?

  • Existe um comportamento anormal em todo o ambiente?

Esse tipo de análise aproxima o Storage Insights das plataformas modernas de observabilidade.


2. Upgrade guiado para o Pro

Parece um detalhe.

Não é.

A IBM percebeu que muitos clientes utilizavam apenas a versão Free porque o processo de migração não era claro.

Agora existe um assistente mostrando:

  • licença atual

  • recursos disponíveis

  • diferenças entre versões

  • caminho de atualização

Resultado:

menos dúvidas.

Menos chamados.

Menor tempo para adoção.


3. Novo NOC Dashboard

O dashboard ganhou uma filosofia muito diferente.

Antes havia muitas telas.

Agora existem cartões inteligentes.

Entre os novos recursos:

✔ Saúde

✔ Capacidade

✔ Performance

✔ Desvios

✔ Tendências

✔ Intervalo de tempo flexível

Além disso surgiu um widget extremamente interessante.

O novo Performance Widget identifica automaticamente quais sistemas merecem atenção.

Ou seja:

não é mais o operador procurando problemas.

É o dashboard chamando o operador.

Esse é um conceito típico de plataformas modernas de observabilidade.


4. Monitoramento óptico da SAN

Na minha opinião, esta é uma das novidades mais importantes.

Até hoje muitos problemas em Fibre Channel eram diagnosticados apenas quando os erros apareciam.

Agora passam a existir três métricas fundamentais:

SFP Temperature

Temperatura do transceiver óptico.

Temperatura elevada normalmente indica:

  • degradação

  • ventilação inadequada

  • desgaste


SFP Tx Power

Potência óptica transmitida.

Quando começa a cair pode indicar:

  • envelhecimento do laser

  • problemas no transmissor


SFP Rx Power

Potência óptica recebida.

Permite detectar:

  • fibras sujas

  • conectores danificados

  • curvatura excessiva

  • atenuação

  • perda óptica

Isso muda completamente o modelo de suporte.

Antes:

"O link caiu."

Agora:

"O nível óptico vem degradando há três semanas."

É manutenção preditiva.


Bellacosa Mainframe espiona o DS8000

5. Capacity Insights para DS8000

Quem administra DS8000 sabe como planejamento de capacidade pode ser complexo.

A IBM agora separa claramente:

  • capacidade IBM Z

  • Open Systems

  • Thin Provisioning

  • Compression

  • Non Compression

  • economia obtida

  • eficiência geral

Isso facilita responder perguntas clássicas da diretoria:

"Precisamos comprar mais discos?"

Ou:

"A compressão está realmente gerando economia?"


6. IBM Storage Scale na nova interface

Outro passo importante.

O IBM Storage Scale passa a aparecer na interface moderna.

Nesta primeira fase (Technology Preview), o foco é:

  • inventário

  • configuração

  • hardware

  • software

No futuro deverão chegar métricas completas de desempenho.

A tendência é consolidar toda a infraestrutura IBM Storage em uma única interface.


7. REST API Version 2

Toda plataforma moderna precisa ser automatizada.

A nova API V2 simplifica integrações com ferramentas como:

  • Ansible

  • Terraform

  • Grafana

  • ServiceNow

  • Red Hat Ansible Automation Platform

  • IBM Concert

  • IBM Turbonomic

O detalhe interessante é que a IBM manteve compatibilidade com a versão anterior.

Ou seja:

não quebra integrações existentes.

É uma evolução segura.


O que isso significa para ambientes IBM Z?

Embora o IBM Storage Insights não substitua ferramentas tradicionais de administração do z/OS, ele complementa a visão operacional do ambiente.

Em um datacenter IBM Z, ele pode fornecer visibilidade sobre:

  • DS8000

  • FlashSystem

  • SAN Fibre Channel

  • Storage Scale

  • eficiência de compressão

  • crescimento de capacidade

  • tendências de desempenho

  • saúde da infraestrutura de armazenamento

Isso ajuda equipes de infraestrutura a identificar gargalos antes que impactem workloads críticos executados no IBM Z.


Minha avaliação

A IBM claramente está posicionando o Storage Insights como uma plataforma de observabilidade para armazenamento, e não apenas como um console de monitoramento.

As novidades mais relevantes desta versão são:

Fleet-Level Performance Analysis — visão consolidada do ambiente.

Monitoramento óptico de SAN — manutenção preditiva para Fibre Channel.

Capacity Insights para DS8000 — planejamento de capacidade mais preciso.

IBM Storage Scale na interface moderna — unificação da administração.

REST API v2 — integrações mais simples e preparadas para automação.

Novo NOC Dashboard — operação orientada por eventos e indicadores.

Para organizações que operam ambientes críticos — bancos, seguradoras, governos e grandes empresas — esses recursos reduzem o tempo gasto em diagnóstico, aumentam a visibilidade da infraestrutura e fortalecem uma abordagem proativa na gestão do armazenamento, em vez de apenas reagir a incidentes quando eles já ocorreram.


quinta-feira, 4 de julho de 2024

☕💥 Storage: DASD, Flash e a Imortalidade do 3390

 

Bellacosa Mainframe e o storage em mainframe evolução do armazenamento

☕💥 DASD, Flash e a Imortalidade do 3390

Ou como a IBM convenceu o z/OS de que ainda estamos em 1989 enquanto gravamos dados em NVMe mais rápido que um caça de quinta geração



Introdução

Existe uma lenda urbana entre desenvolvedores Mainframe.

Dizem que em algum lugar dentro de um DS8950F existe um pequeno senhor de barba branca usando suspensórios, fumando cachimbo e respondendo:

"Sim, z/OS. Eu ainda sou um 3390."

E o mais assustador?

Ele está dizendo a verdade.

Enquanto boa parte da indústria de TI troca tecnologias como quem troca de smartphone, o Mainframe possui uma filosofia bastante diferente.

Ele não descarta tecnologias.

Ele as absorve.

Encapsula.

Virtualiza.

Esconde atrás de interfaces estáveis.

E permite que programas COBOL escritos durante o Governo Sarney continuem funcionando em um IBM z17 sem perceber que o disco físico que armazena seus arquivos está centenas de milhares de vezes mais rápido.

Hoje vamos tomar um café forte e explorar a evolução do armazenamento IBM Z.


Bellacosa Mainframe e o disco fisico no mundo mainframe

O que é DASD?

DASD significa:

Direct Access Storage Device

Foi o nome adotado pela IBM para dispositivos de armazenamento de acesso direto.

Na prática:

  • HDs Mainframe

  • SSDs Mainframe

  • Volumes virtuais

  • Flash arrays

No universo z/OS tudo continua sendo chamado simplesmente de:

DASD

Mesmo que não exista mais nenhum disco girando.


Bellacosa Mainframe e a evolução do storage no Mainframe

A Pré-história

2305

Ano: 1970

Capacidade:

5 MB

Tecnologia:

Disco removível

Tempo acesso:

30 ms


3330 Merlin

1971

Capacidade:

100 MB

RPM:

3600


3350

1975

317 MB


O gigante dos anos 80

IBM 3380

Lançamento:

1980

Capacidade:

2,52 GB

Velocidade:

3600 rpm

Track:

47.476 bytes

15 tracks/cylinder

Peso:

Mais de 500 kg

Era praticamente uma geladeira industrial.


O rei absoluto

IBM 3390

Ano

1989

Track Size

56.664 bytes

Tracks

15

Cylinder

849.960 bytes

≈0,81 MB


Modelos

ModeloCylCapacidade
111130,9 GB
222261,8 GB
333392,7 GB
9100178 GB
273276026 GB
546552054 GB

Como calcular espaço

Cyl = 15 trilhas

Track = 56664

Exemplo

100 cylinders

100 × 849960

84 MB

aproximadamente


Como o z/OS enxerga discos

Programa COBOL:

SELECT CLIENTE
ASSIGN TO CLIENTE.

FD CLIENTE.

01 REG-CLI.
   05 CODIGO PIC 9(9).
   05 NOME PIC X(50).

Nada aqui sabe se o dado está em:

3390

SSD

NVMe

DS8000

Cloud

Absolutamente nada.


O truque da IBM

Hoje usamos:

DS8880

DS8910

DS8950

DS8A10

DS8A50

Mas o z/OS continua vendo:

3390-54

ou

3390-A

Virtual.


A era DS8000

DS8000

Ano

2004

Foi revolucionário.

Trouxe:

FICON

RAID

Cache enorme

Tiering

Snapshots

Replication


DS8880

2015

Até centenas de TB

Flash

Easy Tier


DS8950F

Flash puro.

NVMe

Microsegundos de latência.


Como funciona internamente

Aplicação

VSAM

Catalog

SMS

Volume

DS8000


SMS

Storage Management System

Possui:

ACS

Storage Class

Data Class

Management Class


Exemplo

STORCLAS

FAST

MGMTCLAS

BACKUP30


Exemplo JCL

//STEP1 EXEC PGB=IEFBR14

//ARQ DD

DSN=VAGNER.TESTE

DISP=(NEW,CATLG)

SPACE=(CYL,(100,20))

UNIT=3390

DCB=(RECFM=FB,LRECL=80)

Observe

UNIT=3390

Mesmo em 2026.


VSAM

KSDS

ESDS

RRDS

LDS


IDCAMS

//DEF EXEC PGB=IDCAMS

//SYSIN DD *


DEFINE CLUSTER(

NAME(CLIENTE.KSDS)

VOLUMES(VOL001)

TRACKS(100 20)

)

/*

Onde monitorar uso

ISPF

3.4

Volume


SDSF

DA

DEV


IDCAMS

LISTCAT

LISTCAT ENT(CLIENTE.KSDS)

DFSMS

DCOLLECT


RMF

RMF Monitor III


SMF

42

74

78


Comandos úteis

D U,VOL=SER001

LISTVTOC

LISTCAT


Curiosidade

52 GB parecia enorme.

Hoje um smartphone possui:

512 GB

Dez vezes mais.

Mas...

Um smartphone não processa

PIX

Bolsa

INSS

Cartões

Compensação bancária

para milhões de pessoas.


Flash

Flash eliminou:

Seek time

Rotação

Head movement


Antes

10 ms

Hoje

100 microsegundos

100 vezes melhor.


Easy Tier

Move automaticamente dados.

Hot

SSD

Cold

SATA

Sem intervenção.


Compressão

Hardware.

Sem CPU z/OS.


Replicação

Metro Mirror

Global Mirror

Safeguarded Copy


Erros comuns

B37

Sem espaço


D37

Volume cheio


E37

Extensão insuficiente


IEC070I

Falha de alocação


Solução

Mais secondary

SMS

Novo volume


Melhor prática

Nunca usar:

SPACE=(CYL,(1,1))

Produção odeia isso.


Bellacosa Mainframe e a evolução do storage 

Easter Egg Bellacosa

Imagine um COBOL de 1987.

Compilado em COBOL II.

Executando em 2026.

Lendo VSAM.

Em um DS8950F.

Flash NVMe.

z17.

LinuxONE ao lado.

IA embarcada.

Criptografia quântica.

E ainda existe:

UNIT=3390

O programa olha para o disco e diz:

Bom dia senhor 3390.

O DS8950F responde:

Sim filho... continue trabalhando.

E ninguém percebe que existe aproximadamente quarenta anos de evolução tecnológica escondida atrás de uma única palavra.


Considerações finais

Talvez esta seja a maior obra de engenharia produzida pela IBM.

Não foi criar discos maiores.

Nem processadores mais rápidos.

Nem flash mais eficiente.

Foi construir um ecossistema onde décadas de aplicações continuam executando sem alterações significativas.

O Mainframe não luta contra o passado.

Ele conversa com ele.

E talvez seja exatamente por isso que, enquanto muitas plataformas precisam ser reescritas a cada década, ainda existam aplicações COBOL escritas por profissionais aposentados há vinte anos processando bilhões de dólares diariamente.

No universo IBM Z, o armazenamento não é apenas um lugar para guardar dados.

É um pacto silencioso entre gerações de engenheiros.

E toda vez que digitamos:

SPACE=(CYL,(100,20))
UNIT=3390

estamos, de certa forma, apertando a mão de todos os sysprogs, operadores e desenvolvedores que vieram antes de nós.

E isso merece, no mínimo, mais uma xícara de café.


sábado, 17 de março de 2007

Hardware Mainframe IBM Z: Conheça Todos os Componentes

 

Bellacosa Mainframe e o hardware mainframe

Hardware Mainframe IBM Z: Conheça Todos os Componentes

Quando falamos em um Mainframe IBM Z, muitas pessoas imaginam apenas um "computador gigante". Na realidade, ele é um conjunto extremamente sofisticado de componentes projetados para entregar:

✅ Disponibilidade próxima de 100%

✅ Segurança de nível bancário

✅ Processamento massivo

✅ Escalabilidade extrema

✅ Alta redundância


Visão Geral

Um Mainframe moderno é composto por:

┌─────────────────────┐
│ Processadores       │
├─────────────────────┤
│ Memória             │
├─────────────────────┤
│ Storage             │
├─────────────────────┤
│ Canais I/O          │
├─────────────────────┤
│ Rede                │
├─────────────────────┤
│ Criptografia        │
├─────────────────────┤
│ Energia             │
├─────────────────────┤
│ Refrigeração        │
└─────────────────────┘

Central Processor Complex (CPC)

O coração do Mainframe.

Também chamado de:

CPC
Central Processor Complex

Contém:

  • CPUs

  • Memória

  • Cache

  • Canais de I/O

  • Processadores auxiliares


Processadores Principais (CP)

São os processadores de propósito geral.

Conhecidos como:

CP
Central Processor

Executam:

  • COBOL

  • PL/I

  • Java

  • CICS

  • IMS

  • DB2

  • z/OS


Exemplo

Aplicação COBOL
        ↓
       CP
        ↓
Resultado

Núcleos (Cores)

Nos modelos atuais existem dezenas ou centenas de núcleos.

Exemplo:

CP1
CP2
CP3
CP4
...

Cada núcleo executa milhares de threads.


Processadores Auxiliares

Um dos diferenciais do Mainframe.

Eles descarregam trabalho dos CPs.


zIIP

z Integrated Information Processor

Muito utilizado atualmente.

Executa:

  • DB2

  • Java

  • XML

  • JSON

  • Analytics

  • APIs


Exemplo:

DB2 Query
      ↓
     zIIP

Economiza licenciamento.


zAAP

z Application Assist Processor

Criado para Java.

Hoje muitas funções foram absorvidas pelo zIIP.


IFL

Integrated Facility for Linux

Processador dedicado para Linux.

Executa:

Ubuntu
RHEL
SUSE
Debian

sobre:

LinuxONE
z/VM
KVM

SAP

System Assist Processor

Executa tarefas internas.

Exemplos:

  • Gerenciamento

  • Sincronização

  • Monitoramento


Crypto Express

Processadores criptográficos dedicados.

Executam:

  • AES

  • RSA

  • ECC

  • TLS

  • Certificados

Sem impactar CPUs principais.


Memória RAM

Mainframes modernos possuem:

Terabytes
de memória

Características:

✅ ECC

✅ Correção automática

✅ Redundância

✅ Hot Swap


Cache

Existem múltiplos níveis.

L1
L2
L3
L4

Objetivo:

Reduzir acesso à memória principal.


Storage

Armazenamento corporativo.


DASD

Direct Access Storage Device

Equivalente aos discos.

Hoje geralmente:

Flash
SSD
NVMe

IBM DS8000

Storage mais comum em Mainframe.

Capaz de armazenar:

Petabytes

de informação.


Estrutura

Mainframe
     ↓
FICON
     ↓
DS8000

FICON

Fiber Connection

Protocolo principal de comunicação Storage/Mainframe.

Substituiu o ESCON.


Velocidades:

16 Gbps
32 Gbps
64 Gbps

Canais de I/O

Grande diferencial do Mainframe.

Enquanto servidores comuns usam CPU para I/O:

CPU
 ↓
Disco

No Mainframe:

CPU
 ↓
Canal
 ↓
Controladora
 ↓
Storage

Resultado:

Menos carga nas CPUs.


CHPID

Channel Path Identifier

Identifica caminhos de I/O.


OSA

Open Systems Adapter

Placa de rede Mainframe.

Conecta:

TCP/IP
Ethernet
Cloud
Internet

HiperSockets

Rede virtual interna.

Comunicação:

LPAR
 ↔
LPAR

Sem sair do equipamento.


Velocidade extremamente alta.


Comunicação de Rede

Protocolos suportados:

  • TCP/IP

  • IPv4

  • IPv6

  • TLS

  • HTTPS

  • FTP

  • MQ

  • Kafka


Controladores de Rede

Possuem:

10 Gb
25 Gb
40 Gb
100 Gb

e superiores.


LPARs

Logical Partitions

Virtualização nativa.


Exemplo:

IBM Z
 │
 ├── LPAR1 z/OS
 ├── LPAR2 Linux
 ├── LPAR3 Teste
 └── LPAR4 Produção

PR/SM

Processor Resource/System Manager

Hypervisor embarcado.

Responsável pelas LPARs.


z/VM

Camada adicional de virtualização.

Pode executar:

Milhares de VMs Linux

LinuxONE

Utiliza processadores IFL.

Executa:

  • OpenShift

  • Docker

  • Kubernetes

  • IA


Energia

Mainframes possuem múltiplas fontes.

Fonte A
Fonte B
Fonte C

Características:

✅ Redundância

✅ Hot Swap

✅ Failover automático


UPS

Normalmente conectado a sistemas de energia ininterrupta.


Refrigeração

Mainframes modernos utilizam:

Ar Forçado

Modelos menores.


Refrigeração Líquida

Modelos maiores.


Fluxo:

Processador
     ↓
Cold Plate
     ↓
Água Refrigerada
     ↓
Trocador de Calor

Sensores

Centenas de sensores monitoram:

  • Temperatura

  • Energia

  • Vibração

  • Umidade


Cabos

Existem vários tipos.


FICON

Storage.


Ethernet

Rede.


Fibre Channel

SAN.


HiperSockets

Interno.


Cabos de Energia

Redundantes.


Criptografia Integrada

Os processadores IBM Telum possuem:

Criptografia embarcada

Executam:

  • TLS

  • VPN

  • Open Banking

  • PIX


IBM Telum

Processador atual da família IBM Z.

Características:

✅ IA embarcada

✅ Criptografia

✅ Cache gigante

✅ Alta frequência


Exemplo Completo

App Mobile
      ↓
Internet
      ↓
OSA
      ↓
z/OS Connect
      ↓
CP / zIIP
      ↓
CICS
      ↓
DB2
      ↓
FICON
      ↓
DS8000

Componentes Resumidos

ComponenteFunção
CPCPU principal
zIIPProcessamento auxiliar
IFLLinux
SAPServiços internos
Crypto ExpressCriptografia
RAMMemória
CacheAceleração
DASDArmazenamento
DS8000Storage corporativo
FICONComunicação Storage
OSARede
HiperSocketsRede interna
LPARVirtualização
PR/SMHypervisor
z/VMVirtualização Linux
TelumProcessador IBM Z

Curiosidade

Um único IBM Z moderno pode:

  • Executar milhares de máquinas virtuais

  • Processar milhões de transações por segundo

  • Possuir dezenas de TB de memória

  • Armazenar petabytes de dados

  • Operar continuamente por anos sem parada planejada

Por isso, bancos, bolsas de valores, governos e seguradoras continuam utilizando Mainframes como plataforma principal para suas aplicações mais críticas.