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sexta-feira, 23 de junho de 2017

A Pinacoteca e a Ilusão de Ótica luz neon rosa

Bellacosa Mainframe e a exposição na Pinacoteca

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

🎨 A Pinacoteca — Quando São Paulo Era o Meu Quintal

Da Estação da Luz às luzes de neon: décadas entrando pelas mesmas portas e sempre descobrindo alguma coisa nova

Existem lugares que visitamos.

E existem lugares que, de alguma maneira, crescem conosco.

A Pinacoteca de São Paulo pertence ao segundo grupo.

Muito antes de compreender completamente o que havia dentro daquele prédio, eu já conhecia sua presença. Quando criança, passava pela região com meus pais, seguindo em direção à Estação da Luz, à antiga Rodoviária ou à Estação Sorocabana.

Aquele pedaço de São Paulo fazia parte do mapa da minha infância.

Depois vieram os anos entre 1987 e 1991, quando comecei a circular constantemente pela região por causa do programa Enigma, no Teatro Franco Zampari.

São Paulo começava a deixar de ser simplesmente a enorme cidade onde eu morava.

A cidade estava virando meu quintal.

Eu gostava de sair, caminhar, explorar e descobrir.

E, quando sobrava tempo, o Parque da Luz e a Pinacoteca estavam ali.



🌳 Do Parque da Luz para dentro do museu

Era muito fácil transformar uma caminhada aparentemente comum em uma pequena aventura.

Entrar no Parque da Luz.

Caminhar entre as árvores.

Observar os prédios antigos.

E então atravessar as portas da Pinacoteca.

Depois de algumas visitas, comecei a reconhecer salas, caminhos, obras e pequenos detalhes que alguém chegando pela primeira vez provavelmente não perceberia.

Cheguei ao ponto de certa vez servir de guia para a Patricia, do Enigma.

Aquilo devia ser divertido: um moleque que já tinha explorado o lugar algumas vezes assumindo orgulhosamente o papel de guia turístico.

— Vem por aqui. Quero te mostrar uma coisa...

Eu conhecia alguns dos “segredos” daquele lugar.

Não os segredos oficiais dos historiadores da arte.

Eram os meus segredos.

Aquela sala interessante.

Aquele corredor.

Uma obra que merecia alguns minutos.

Uma passagem que levava a outra descoberta.

Décadas depois percebo que talvez tenha começado ali um hábito que carregaria pela vida inteira:

não gosto simplesmente de chegar a um lugar. Gosto de explorá-lo.



❤️ Um museu que atravessou meus relacionamentos

Com o passar dos anos, voltei outras vezes.

E também levei algumas namoradas.

Isso transformou a Pinacoteca em algo curioso dentro da minha memória.

As obras continuavam nas paredes.

O prédio permanecia ali.

O Parque da Luz continuava do lado de fora.

Mas as pessoas ao meu lado mudavam.

Cada visita criava uma camada nova sobre as anteriores.

É quase uma arqueologia afetiva.

Em algum corredor pode existir a lembrança de uma conversa.

Em determinada sala, uma risada.

Em outra exposição, uma surpresa.

Talvez seja exatamente por isso que alguns lugares se tornam especiais para nós.

Não é apenas pelo que existe neles.

É por quem fomos quando estivemos ali.

💗 E então apareceram as luzes de neon

Em 2017, lá estava eu novamente.

Dessa vez com Juliana.

Mas aquela não era simplesmente outra visita à Pinacoteca.

Era a continuação de uma tradição que havia começado décadas antes.

Só que o museu também havia mudado.

Entre obras, salas e exposições encontramos uma experiência completamente diferente: luzes, cores, neon rosa, movimento e ilusão de ótica.

Era arte brincando com nossos sentidos.

A luz modificava aquilo que enxergávamos.

As cores enganavam o cérebro.

A percepção fazia parte da própria obra.

E achei aquilo fantástico.

Porque existe uma ideia equivocada de que museu é um lugar onde entramos silenciosamente para observar objetos antigos atrás de uma barreira.

Museus podem ser exatamente o contrário.

Podem provocar.

Confundir.

Brincar.

Enganar os olhos.

Fazer alguém parar e pensar:

“Mas que diabos está acontecendo aqui?”

E essa sensação de surpresa é maravilhosa.

🧠 Quando os olhos não contam toda a verdade

Uma ilusão de ótica também carrega uma pequena lição.

Nós confiamos absurdamente em nossos olhos.

Entretanto, aquilo que chamamos de “ver” é uma interpretação produzida pelo cérebro.

Luz, sombra, contraste, perspectiva e cores podem alterar completamente nossa percepção.

Naquela instalação, portanto, o visitante não estava apenas olhando para a obra.

O próprio cérebro do visitante fazia parte dela.

Talvez seja essa uma das coisas mais interessantes da arte contemporânea.

O quadro não precisa mais terminar na moldura.

A obra pode ocupar uma sala inteira.

Pode utilizar luz.

Pode utilizar som.

Pode utilizar movimento.

E pode utilizar você.

🚶 A velha tradição continuava viva

Olhando hoje para aquela pequena postagem de 2017, percebo algo que provavelmente não pensei naquele momento.

Aquela visita com Juliana era um resgate de uma tradição muito antiga.

O garoto que caminhava por São Paulo décadas antes continuava ali.

Mais velho, naturalmente.

Com milhares de quilômetros percorridos pelo mundo.

Com outras histórias.

Outras pessoas.

Outras preocupações.

Mas ainda existia a mesma curiosidade:

“Vamos entrar ali para ver o que encontramos?”

Talvez essa seja uma das poucas coisas que nunca mudaram.

Sempre gostei de sair.

Explorar.

Descobrir.

Entrar em museus.

Percorrer estações.

Caminhar por parques.

Dobrar uma esquina simplesmente para descobrir onde aquela rua terminava.

Durante muitos anos, São Paulo foi meu enorme parque de diversões particular.

Ou melhor:

São Paulo era o meu quintal.

E naquele quintal existiam lugares quase sagrados.

A Estação da Luz.

O Parque da Luz.

As antigas estações ferroviárias.

Os teatros.

As ruas do centro.

E a Pinacoteca.

🕰️ O verdadeiro truque de ilusão

Talvez exista ainda outra ilusão escondida naquela exposição.

Não uma produzida pelo neon.

Mas pelo tempo.

Entramos novamente em um lugar conhecido e, durante alguns segundos, todas as versões de nós mesmos parecem coexistir.

O garoto passando com os pais.

O adolescente indo ao Enigma.

O jovem explorando o Parque da Luz.

O guia improvisado mostrando a Pinacoteca para Patricia.

O namorado voltando anos depois acompanhado de outras pessoas.

E finalmente o homem caminhando pelo museu com Juliana diante de uma instalação de luz neon rosa.

Todos estão separados por anos.

Mas basta atravessar determinada porta para que algumas dessas distâncias desapareçam.

Talvez seja esse o maior poder dos lugares que fazem parte da nossa história.

Eles funcionam como pequenos CHECKPOINTs da memória.

Você volta.

O sistema lê o ambiente.

Encontra registros antigos.

E silenciosamente executa:

RESTORE MEMORIES

De repente, alguma coisa que estava arquivada há trinta anos volta para a memória principal.

Easter egg encontrado.



☕ Algumas aventuras não precisam estar longe

Passei boa parte da vida viajando e descobrindo lugares.

Mas algumas das aventuras mais importantes não exigiram avião, passaporte ou milhares de quilômetros.

Às vezes bastava pegar um ônibus ou um trem.

Descer no centro de São Paulo.

E começar a andar.

A Pinacoteca foi um desses lugares.

Um templo da arte, certamente.

Mas para mim também se tornou um templo da memória.

E aquela exposição de luz, cores, ação e ilusão de ótica foi apenas mais uma camada acrescentada sobre dezenas de outras.

Naquele dia com Juliana, mais uma vez fiz aquilo que já fazia quando garoto:

entrei por uma porta sem saber exatamente o que encontraria do outro lado.

E encontrei alguma coisa.

Porque talvez a aventura nunca tenha sido apenas a exposição.

Talvez a verdadeira aventura sempre tenha sido continuar curioso o suficiente para entrar.

São Paulo era meu quintal.

A Pinacoteca era um dos seus lugares secretos.

E, felizmente, depois de tantos anos, eu ainda continuava explorando.

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A Pinacoteca e suas exposições.

São inúmeras salas com algumas replicas de obras clássicas feitas pelos alunos, outras salas como obras originais e únicas. Convidamos a todos para explorarem este museu. Conheçam obras de arte que fazem parte de nossa Pinacoteca.

E nós continuamos explorando a Pinacoteca e encontramos uma nova ilusão de ótica, desta vez sob o efeito de luz rosa, recomendo visitarem este museu sempre tem boas surpresas escondidas te esperando.





sábado, 21 de maio de 2016

8119 Teatro na Estaçao Ulisses passa no Bordel

Bellacosa Mainframe e Ulisses chega ao bordel

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

🔴 A luz vermelha e a ferida que ainda doía

Há cenas de teatro que assistimos.

E há cenas que, sem pedir licença, encontram alguma coisa dentro de nós.

Naquela noite, enquanto acompanhávamos a descida de Ulisses, percebi que Ana Paula estava desconfortável.

Não era simplesmente por causa da história.

Havia uma história anterior àquela história.

Em seu passado, existia a lembrança de um ex-marido que procurava bordéis, aparentemente buscando fora de casa alguma coisa que acreditava não encontrar dentro dela.

E então o teatro fez aquilo que às vezes sabe fazer de maneira quase cruel: encontrou uma cicatriz.

Uma cicatriz pode permanecer quieta durante anos. Você quase esquece que está ali. Mas basta alguma coisa arrancar aquela pequena casquinha para descobrir que, por baixo dela, talvez ainda exista uma região sensível.

E doía.

Talvez por isso aquela parte da peça tenha ficado tão marcada na minha memória.

🌑 Primeiro, não vemos nada

A construção da cena era extraordinária justamente porque o bordel não aparecia imediatamente.

Primeiro caminhávamos pela escuridão.

Não havia uma explicação.

Nenhuma placa dizendo:

“Agora vocês estão entrando em um prostíbulo.”

O teatro fazia algo muito mais inteligente.

Fazia nossos ouvidos chegarem antes dos nossos olhos.

À medida que avançávamos, começavam a surgir sons na escuridão.

Vozes.

Gritos.

Gemidos.

Risadas.

Conversas embaralhadas.

Ruídos que vinham de lugares que não conseguíamos identificar perfeitamente.

E nossa imaginação começava a construir aquilo que os olhos ainda não podiam enxergar.

Era quase como caminhar por um programa sem ter acesso ao source code.

Você recebe apenas os eventos.

Os sinais.

Os sintomas.

E tenta descobrir que sistema existe por trás deles.

👂 O cenário começava dentro da cabeça

Isso talvez seja uma das coisas mais interessantes daquela encenação.

O bordel não precisava ser completamente construído pelo cenógrafo.

Metade dele era construída pelo público.

Cada pessoa preenchia a escuridão com seu próprio repertório, seus preconceitos, suas experiências, seus medos e suas lembranças.

Então surgiu o vermelho.

Uma luz vermelha cortando a escuridão.

Depois, o neon.

BORDEL.

Pronto.

Aquilo que nossos ouvidos já haviam descoberto finalmente recebia um nome.

Mas, naquele momento, o cenário físico quase se tornava secundário.

O verdadeiro bordel já estava funcionando dentro da imaginação de cada espectador.

🍷 Ulisses entra

E então Ulisses, perdido, bêbado, ferido e à deriva, atravessa aquela fronteira.

Ele não entra simplesmente em um estabelecimento.

Ele desce mais um degrau.

Outras mulheres aparecem.

Outras figuras circulam.

Há clientes.

Há sombras.

Há vozes.

Há movimento.

Mas continuamos vendo muito pouco.

A luz vermelha domina tudo.

E isso torna a cena ainda mais poderosa.

Porque aquilo que não conseguimos enxergar completamente somos obrigados a completar.

O teatro entrega talvez vinte por cento.

Nossa cabeça produz os outros oitenta.



🔴 O vermelho não ilumina — esconde

Normalmente pensamos na luz como algo que permite enxergar.

Ali acontecia praticamente o contrário.

Aquela iluminação vermelha mostrava o suficiente para sabermos onde estávamos, mas escondia o suficiente para permitir que nossa imaginação trabalhasse.

Rostos deixavam de ser perfeitamente definidos.

Corpos transformavam-se em silhuetas.

Movimentos apareciam e desapareciam.

As pessoas que frequentavam aquele ambiente pareciam pertencer temporariamente àquele universo paralelo.

E Ulisses mergulhava nele.

Não porque o bordel fosse necessariamente o destino de sua viagem.

Mas porque ele estava perdido.

Talvez essa seja a diferença.

🧭 O homem que perdeu a bússola

Ulisses não parece entrar ali como um conquistador.

Entra como alguém que perdeu sua referência.

Existe uma enorme diferença entre procurar alguma coisa e simplesmente não saber mais para onde ir.

Naquele momento da peça, eu não enxergava um homem celebrando liberdade.

Eu enxergava um homem descendo.

E quanto mais ele descia, mais distante parecia ficar daquilo que realmente procurava.

Esse é um mecanismo humano assustadoramente comum.

Sentimos um vazio.

Tentamos preenchê-lo.

Não funciona.

Então aumentamos a dose.

Mais bebida.

Mais barulho.

Mais gente.

Mais distração.

Mais excessos.

Até que aquilo que deveria preencher o vazio passa apenas a impedir que escutemos o próprio vazio.




💔 Mas havia outra peça acontecendo ao meu lado

Enquanto Ulisses atravessava seu inferno particular, percebi que Ana Paula assistia a outra história.

O mesmo cenário.

As mesmas luzes.

Os mesmos atores.

Mas outra peça.

Porque para ela a palavra bordel possuía memória.

Possuía contexto.

Possuía perguntas.

Talvez inclusive aquela pergunta terrível que algumas pessoas acabam fazendo depois de uma traição:

“O que ele foi procurar lá que não encontrou comigo?”

É uma pergunta perigosa porque frequentemente transforma a escolha de outra pessoa em um julgamento sobre nós mesmos.

E o teatro não precisava responder.

Aliás, provavelmente nem deveria.

Bastava provocar.



🎭 É aqui que o teatro deixa de ser entretenimento

Foi então que compreendi uma coisa que aquele pequeno vídeo de 2016 jamais conseguiria registrar completamente.

Nós não estávamos simplesmente seguindo atores pelos espaços da antiga estação.

Estávamos carregando nossas próprias histórias atrás deles.

Cada espectador levava consigo um banco de dados invisível.

Amores.

Separações.

Traições.

Desejos.

Culpas.

Medos.

Lembranças.

Quando determinada cena encontrava a chave correta, fazia um SELECT numa tabela que talvez estivesse há anos sem ser consultada.

E o resultado aparecia.

Às vezes bonito.

Às vezes engraçado.

Às vezes doloroso.

Ana Paula provavelmente encontrou naquela luz vermelha registros que preferiria manter arquivados.

💾 O banco de dados emocional não possui DELETE

Talvez essa seja uma das grandes ilusões humanas.

Achamos que esquecer significa apagar.

Não significa.

Muitas vezes apenas deixamos de acessar.

O registro continua lá.

Uma música pode recuperá-lo.

Um perfume.

Uma estação ferroviária.

Uma frase.

Uma fotografia.

Ou uma placa de neon vermelha encontrada inesperadamente durante uma peça de teatro.

Para um programador COBOL, eu explicaria assim:

não era um arquivo apagado.

Era um registro marcado como inativo.

E aquela cena realizou inesperadamente um:

READ MEMORIA

STATUS: 00

Registro encontrado.

🌑 E Ulisses continuou descendo

A peça, entretanto, não parava para explicar nada disso.

Esse talvez fosse seu maior mérito.

Ulisses continuava caminhando.

Nós continuávamos seguindo.

A escuridão continuava.

As vozes continuavam surgindo de lugares que não conseguíamos localizar.

E aquela luz vermelha permanecia atrás de nós.

Mas alguma coisa já tinha mudado.

Porque descobrimos que a verdadeira cenografia não estava apenas naquela antiga estação.

Estava dentro de cada pessoa que caminhava por ela.

Para alguns, aquela sequência poderia ser engraçada.

Para outros, provocativa.

Para outros, simplesmente mais uma etapa da aventura de Ulisses.

Para Ana Paula, entretanto, havia uma ferida antiga escondida naquele corredor.

E talvez esteja justamente aí a força daquele momento.

Ulisses entrou perdido no bordel.

Nós entramos atrás dele.

Mas cada espectador levou consigo seus próprios fantasmas.

E alguns fantasmas conheciam muito bem o caminho.

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Ulisses desce ao fundo do poço


Perdido em sua noitada de bebedeira, nosso amigo Ulisses vai parar em um bordel, perdido, alcoolizado ele entra na esbornia.



O negocio esta feio, perdeu o amor próprio, choraminga, reclama se perde e agora vai ao bordel, seu pobre amor esta em casa, sozinha abandonada e ele aqui na perdição.

Incrivelmente divertida esta passagem do nosso amigo, sem eira nem beira, indo ao fundo e tentando se descobrir e reencontrar.

Sera que esta historia terminara bem?

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🎭 Teatro na Estação — Campinas 2016

Uma viagem pelos registros do Teatro na Estação, na Estação Cultura de Campinas, incluindo a passagem de Ulisses à Deriva em 21 de maio de 2016.

Esta coleção reúne vídeos, relatos e memórias registrados durante o evento Teatro na Estação, preservando diferentes momentos da programação cultural realizada na antiga estação ferroviária de Campinas.

🚂 Uma estação transformada em palco

Em maio de 2016, a Estação Cultura de Campinas recebeu apresentações em que teatro, música, performances e personagens ocuparam plataformas, vagões e antigos espaços ferroviários.

Estes registros formam uma pequena memória digital daquele encontro entre ferrovia, patrimônio histórico, teatro, música e cultura em Campinas.

Entre as apresentações estava Ulisses à Deriva, montagem relacionada ao universo de Ulysses, de James Joyce, transformando a antiga estação em mais uma parada na longa viagem de Leopold Bloom.

📺 Visor — Teatro na Estação Artigo principal carregado
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📚 Teatro, ferrovia e memória cultural de Campinas

O projeto Teatro na Estação ocupou a histórica Estação Cultura de Campinas com apresentações, música, teatro e performances. Estes registros publicados no Bellacosa Mainframe preservam diferentes fragmentos daquela experiência cultural.

A coleção inclui cenas relacionadas a Ulisses à Deriva, além de músicos, personagens, performances e intervenções realizadas no ambiente ferroviário.

O conjunto conecta temas como Campinas, Estação Cultura, patrimônio ferroviário, teatro brasileiro, James Joyce, Ulysses, Leopold Bloom, Molly Bloom, literatura, música e memória cultural.

Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
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Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

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