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sábado, 1 de novembro de 2025

XML com indexação do Site - Teste



 



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Teste de indexação

El Jefe Midnight Lunch


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sábado, 9 de janeiro de 2010

🔥☕ XML: O “DINOSSAURO IMORTAL” QUE AINDA MOVE BANCOS, GOVERNOS E O MAINFRAME — A TECNOLOGIA QUE SOBREVIVEU À INTERNET, À NUVEM E AO JSON ☕🔥

 


Bellacosa Mainframe apresenta o XML

🔥☕ XML: O “DINOSSAURO IMORTAL” QUE AINDA MOVE BANCOS, GOVERNOS E O MAINFRAME — A TECNOLOGIA QUE SOBREVIVEU À INTERNET, À NUVEM E AO JSON ☕🔥

Tem tecnologia que nasce como moda.

E tem tecnologia que vira infraestrutura invisível da civilização digital.

O XML pertence ao segundo grupo.

Muita gente nova olha para XML como se fosse apenas “aquele formato verboso cheio de tags”.
Mas o programador COBOL sênior sabe de uma coisa:

👉 Quando o assunto é integração corporativa séria, rastreabilidade, contratos rígidos, padronização e interoperabilidade… o XML ainda reina em silêncio.

Enquanto startups brigavam por frameworks JavaScript…

O XML estava movimentando:

  • bancos centrais,
  • sistemas SWIFT,
  • telecomunicações,
  • ERPs,
  • SOA corporativo,
  • NF-e,
  • SOAP,
  • mensageria,
  • e toneladas de integrações no z/OS.

Sim…

O “velho XML” ainda respira dentro de milhões de transações por segundo.


☕ O NASCIMENTO DO XML — QUANDO A WEB VIROU BAGUNÇA

No começo da internet, o HTML dominava tudo.

Mas existia um problema gigantesco:

HTML servia para exibir dados.
Não para descrever dados.

Ou seja:

  • visual bonito,
  • estrutura fraca,
  • sem semântica corporativa,
  • difícil integração entre sistemas.

A indústria percebeu rapidamente:

“Precisamos de um padrão universal para troca estruturada de informações.”

Foi aí que nasceu o XML.


🔥 QUEM CRIOU O XML?

O XML foi criado por um grupo do W3C (World Wide Web Consortium).

O principal nome associado ao XML é:

🚀 Jon Bosak

Engenheiro da Sun Microsystems.

Conhecido até hoje como:

“O Pai do XML”.

Bosak liderou o Working Group responsável pela especificação.


📅 DATA OFICIAL DE LANÇAMENTO

O XML 1.0 tornou-se recomendação oficial do W3C em:

📌 10 de fevereiro de 1998

E praticamente explodiu no mercado corporativo.


💣 A IDEIA REVOLUCIONÁRIA DO XML

O XML não queria substituir HTML.

Ele queria resolver outro problema:

🔥 DAR SIGNIFICADO AOS DADOS

Exemplo:

<cliente>
<nome>Vagner Bellacosa</nome>
<conta>45892</conta>
<saldo>9500.75</saldo>
</cliente>

Agora o sistema entende:

  • o que é nome,
  • o que é conta,
  • o que é saldo,
  • e como transportar isso entre plataformas diferentes.

Isso mudou completamente a integração corporativa.


☕ O XML VIROU A “LINGUAGEM UNIVERSAL” DAS EMPRESAS

Nos anos 2000, XML virou praticamente religião corporativa.

Tudo era XML:

  • Web Services SOAP,
  • ESB,
  • integração B2B,
  • mensageria,
  • ERP,
  • telecom,
  • middleware,
  • governo eletrônico,
  • documentos fiscais.

Era o Esperanto da TI corporativa.


🚀 XML NO MAINFRAME — A FUSÃO ENTRE O LEGADO E A INTERNET

Aqui começa a parte que o programador COBOL sênior conhece profundamente.

Quando o mundo começou a falar:

  • APIs,
  • e-business,
  • internet banking,
  • SOA,
  • integração distribuída,

o mainframe precisava conversar com o planeta.

E o XML virou a ponte.


🔥 O DIA EM QUE O COBOL COMEÇOU A “FALAR INTERNET”

A IBM integrou XML ao ecossistema z/OS de várias formas:

  • CICS Web Services
  • IMS Connect
  • MQ
  • SOAP Services
  • DB2 XML
  • z/OS Connect
  • Enterprise COBOL XML PARSE
  • XML GENERATE

De repente:

👉 programas COBOL passaram a consumir e gerar XML nativamente.


☕ EXEMPLO REAL EM COBOL — XML GENERATE

Gerando XML diretamente do COBOL

IDENTIFICATION DIVISION.
PROGRAM-ID. XMLTEST.

DATA DIVISION.
WORKING-STORAGE SECTION.

01 CLIENTE.
05 NOME PIC X(20) VALUE 'BELLACOSA'.
05 CONTA PIC 9(6) VALUE 123456.
05 SALDO PIC 9(5)V99 VALUE 150075.

01 XML-SAIDA PIC X(500).

PROCEDURE DIVISION.

XML GENERATE XML-SAIDA
FROM CLIENTE

DISPLAY XML-SAIDA.

STOP RUN.

Resultado aproximado:

<CLIENTE>
<NOME>BELLACOSA</NOME>
<CONTA>123456</CONTA>
<SALDO>1500.75</SALDO>
</CLIENTE>

Sim…

O COBOL virou produtor de XML sem precisar reinventar parser manual.


💣 XML PARSE — QUANDO O COBOL COMEÇOU A ENTENDER TAGS

Depois veio o:

XML PARSE

Agora o COBOL conseguia interpretar XML de entrada.

Isso foi revolucionário.

O legado deixou de ser “isolado”.

O mainframe passou a:

  • consumir serviços externos,
  • receber payloads SOAP,
  • integrar ERPs,
  • conversar com Java,
  • integrar aplicações distribuídas.

🚀 XML E O IMPÉRIO DO SOAP

Antes do REST dominar o hype…

SOAP era o rei absoluto das integrações corporativas.

E SOAP é baseado em XML.

Exemplo:

<soap:Envelope>
<soap:Body>
<consultaSaldo>
<conta>123456</conta>
</consultaSaldo>
</soap:Body>
</soap:Envelope>

Milhões de transações bancárias ainda usam isso HOJE.


☕ O XML É “VERBOSO”? SIM. E ISSO É DE PROPÓSITO.

A nova geração reclama:

“XML é grande demais.”

Mas existe um motivo.

O XML foi criado pensando em:

  • legibilidade,
  • validação,
  • governança,
  • auditoria,
  • contratos formais,
  • interoperabilidade corporativa.

Ele privilegia:

clareza acima da compactação.


🔥 VANTAGENS DO XML

🚀 Estrutura rígida

Excelente para ambientes críticos.


🚀 Auto descritivo

Os dados explicam a si mesmos.


🚀 Padronização mundial

Quase toda plataforma suporta XML.


🚀 Extensível

Você cria suas próprias tags.


🚀 Forte validação

Com:

  • DTD
  • XSD Schema

🚀 Excelente para integração corporativa

Principalmente em ambientes heterogêneos.


💣 DESVANTAGENS DO XML

⚠️ Verbosidade

Arquivos grandes.


⚠️ Parsing pesado

Consome CPU e memória.


⚠️ Mais lento que JSON

Especialmente em APIs modernas.


⚠️ Complexidade

Schemas gigantes podem virar monstros corporativos.


☕ O JSON “MATOU” O XML?

Não.

Ele apenas ocupou outro espaço.

JSON venceu:

  • mobile,
  • microservices,
  • front-end,
  • APIs leves.

Mas XML continua fortíssimo em:

  • bancos,
  • telecom,
  • governo,
  • seguros,
  • sistemas críticos,
  • integrações legadas,
  • contratos corporativos.

🚀 CURIOSIDADES QUE MUITA GENTE NÃO SABE

🔥 XML influenciou profundamente o mundo moderno

Muitas tecnologias nasceram em cima dele:

  • SOAP
  • WSDL
  • XSLT
  • SVG
  • RSS
  • XHTML
  • Office Open XML

🔥 DOCX É XML

Sim.

Um arquivo Word moderno:

.docx

na verdade é:

  • um ZIP
  • cheio de XMLs internos.

🔥 Excel também usa XML

O formato XLSX é praticamente XML compactado.


🔥 Android usa XML em layouts

Até hoje.


💣 EASTER EGG HISTÓRICO

O nome XML significa:

eXtensible Markup Language

Mas internamente, muitos engenheiros brincavam dizendo:

“XML = eXtremely Much Language”

por causa da verbosidade absurda.


☕ XML NO DB2 — O BANCO RELACIONAL VIROU HÍBRIDO

O DB2 introduziu suporte nativo XML.

Isso foi gigantesco.

Agora era possível:

  • armazenar XML puro,
  • indexar XML,
  • consultar XML com XPath/XQuery,
  • misturar SQL relacional com dados hierárquicos.

O banco relacional começou a absorver características semiestruturadas.

Muito antes do hype NoSQL.


🚀 XML E O z/OS CONNECT

Hoje o z/OS Connect traduz:

  • REST ⇄ COBOL
  • JSON ⇄ estruturas legadas

Mas internamente muitos ambientes ainda convertem:

  • XML,
  • SOAP,
  • payloads corporativos.

O XML continua sendo peça fundamental da integração enterprise.


🔥 O GRANDE PARADOXO DO XML

Todo mundo fala que XML morreu.

Mas:

  • bancos continuam usando,
  • governos continuam usando,
  • seguradoras continuam usando,
  • o mainframe continua usando,
  • middleware continua usando.

É o típico caso da tecnologia invisível:

quanto mais crítica ela é…

menos as pessoas percebem que ela existe.


☕ CONCLUSÃO — O XML NÃO É MODA. É INFRAESTRUTURA.

O programador COBOL sênior entende algo que o mercado esquece rápido:

👉 tecnologia corporativa não vive de hype.

Ela vive de:

  • estabilidade,
  • compatibilidade,
  • governança,
  • previsibilidade,
  • integração,
  • longevidade.

E nisso…

o XML virou praticamente aço estrutural da computação enterprise.

Enquanto frameworks nascem e morrem em dois anos…

o XML segue silenciosamente:

  • integrando continentes,
  • movendo trilhões,
  • conectando sistemas críticos,
  • e mantendo o mainframe conversando com o mundo moderno.

🔥 Porque no fim…

o XML nunca quis ser “cool”.

Ele queria ser eterno.

quarta-feira, 21 de março de 2007

O que é a Norma ISO 1989?

 

Bellacosa Mainframe e a norma iso 1989 a certidao de nascimento do cobol

O que é a Norma ISO 1989?

A ISO 1989 é a norma internacional que define oficialmente a linguagem COBOL (Common Business-Oriented Language).

Ela estabelece as regras, sintaxe, recursos e padrões que os compiladores COBOL devem seguir para garantir compatibilidade e portabilidade entre diferentes fabricantes e plataformas.

Em resumo:

ISO 1989 = Padrão Oficial do COBOL

O que é ISO?

ISO significa:

International Organization for Standardization

É a organização responsável pela criação de padrões internacionais utilizados em praticamente todos os setores da tecnologia e da indústria.


Objetivo da ISO 1989

O principal objetivo é garantir que um programa COBOL escrito em um ambiente possa ser compreendido e executado em outros ambientes compatíveis.

Exemplo:

IBM COBOL
     ↓
COBOL Padrão ISO
     ↓
Micro Focus COBOL

História da Norma

O COBOL nasceu em:

1959

através do comitê CODASYL.

Posteriormente surgiu a necessidade de padronização internacional.


Evolução da ISO 1989

ISO 1989:1978

Primeira padronização internacional.


ISO 1989:1985

Conhecida como:

COBOL-85

Foi a versão mais popular da história.

Introduziu:

  • END-IF

  • Escopo explícito

  • Melhor legibilidade


Exemplo:

IF SALDO > 0

   DISPLAY 'OK'

END-IF

ISO 1989:2002

Grande modernização da linguagem.

Introduziu:

  • Programação Orientada a Objetos

  • XML

  • Tipos de dados modernos

  • Métodos


ISO 1989:2014

Atualização importante.

Incluiu:

  • JSON

  • Melhorias OO

  • Novos recursos de interoperabilidade


ISO 1989:2023

Versão mais recente da norma.

Incorpora diversas melhorias acumuladas ao longo dos anos para manter o COBOL alinhado às necessidades modernas de integração e desenvolvimento corporativo.


O que a Norma Define?


Estrutura do Programa

IDENTIFICATION DIVISION.
ENVIRONMENT DIVISION.
DATA DIVISION.
PROCEDURE DIVISION.

Regras de Sintaxe

Exemplo:

MOVE A TO B

Tipos de Dados

PIC X
PIC 9
COMP
COMP-3

Comandos

  • IF

  • PERFORM

  • CALL

  • READ

  • WRITE

  • OPEN

  • CLOSE


Arquivos

QSAM

VSAM

Sequential

Indexed

Relative


Funções

FUNCTION CURRENT-DATE

Manipulação de Strings

STRING
UNSTRING
INSPECT

Benefícios da Padronização

Portabilidade

Permite mover aplicações entre compiladores.


Compatibilidade

Reduz dependência de fornecedor.


Evolução Controlada

Novos recursos seguem um padrão global.


Treinamento

Facilita formação de profissionais.


COBOL IBM e a ISO 1989

O Enterprise COBOL da IBM segue a norma ISO, mas também possui extensões próprias.

Exemplos:

CICS
DB2
JSON
XML
LE

Padrão ISO x Extensões Proprietárias

Padrão ISO

IF A = B

Extensão do Fabricante

EXEC CICS
END-EXEC

Áreas Cobertas pela Norma

ÁreaCoberta
Sintaxe COBOLSim
Tipos de DadosSim
ArquivosSim
FunçõesSim
OO COBOLSim
XMLSim
JSONSim
CICSNão
DB2Não
IMSNão

Relação com Mainframe

Grande parte dos programas COBOL executados hoje em:

  • IBM Z

  • z/OS

  • CICS

  • Batch

  • DB2

segue conceitos definidos pela ISO 1989.


Exemplo Clássico ISO COBOL

IDENTIFICATION DIVISION.
PROGRAM-ID. EXEMPLO.

DATA DIVISION.

WORKING-STORAGE SECTION.

01 WS-NOME PIC X(20).

PROCEDURE DIVISION.

MOVE 'BELLACOSA' TO WS-NOME

DISPLAY WS-NOME

GOBACK.

Curiosidades

1. COBOL é uma das poucas linguagens com padrão ISO formal há décadas.

2. A versão COBOL-85 (ISO 1989:1985) ainda influencia milhares de sistemas em produção.

3. Muitas funcionalidades modernas de JSON e XML foram incorporadas às versões recentes da norma.

4. A IBM participa ativamente dos grupos internacionais que evoluem o padrão COBOL.

5. Milhões de linhas de código executadas diariamente em bancos e governos seguem regras definidas pela ISO 1989.


Resumo Rápido

NormaMarco
ISO 1989:1978Primeiro padrão
ISO 1989:1985COBOL-85
ISO 1989:2002Orientação a Objetos
ISO 1989:2014JSON e melhorias
ISO 1989:2023Atualização moderna

Conclusão

A ISO 1989 é a norma internacional que define oficialmente a linguagem COBOL. Ela garante padronização, compatibilidade e evolução controlada da linguagem desde os anos 1970, permitindo que aplicações COBOL continuem sendo desenvolvidas e mantidas em ambientes modernos como IBM Z, LinuxONE, Cloud, APIs REST, XML e JSON, preservando décadas de investimento tecnológico das organizações.