✨ Bem-vindo ao meu espaço! ✨
Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens.
Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê.
Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão.
Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
Viemos passar o final de semana em Ubatuba, aproveitar a paz e o sossego dos finais de semana que antecedem as festas de final de ano.
Com a praia vazia aproveitei para caminhar pela areia, vendo a paisagem e conhecendo os pequenos segredo que esta praia esconde. Encontrei um antigo barco abandonado no mato, um carrinho de food truck.
Vários bichinhos vivendo na agua, bom indicativo do nível de limpeza da agua. Aproveitamos um dos dias de sol, para brincar com o formiguinha de castelo de areia e jogar bola na agua.
Foi um bom final de semana otimo para recuperar as energias.
Estamos a caminho de Ubatuba, saímos da Dom Pedro e agora estamos na Carvalho Pinto, estrada moderna construída sob as mais modernas técnicas de engenharia.
Porém não vim para falar de construções, estávamos entretidos ouvindo musica, naquelas horas em que o assunto morre, vai batendo um soninho. Para quebrar um pouco esta preguicinha, resolvi filmar os túneis e um pouco da estrada.
O formiguinha vibra na estrada, vendo túneis e se divertindo vendo as paisagens e para tornar mais divertida a viagem fazemos grandes gincanas de o que é o que é.
Voltando a SP 70 para aqueles que amam estradas para sentir, curtir a viagem. Esta estrada nao é um exemplo, foi construída para se estrada de ligação rápida. Então ela é muito reta e tem poucos pontos distractivos, tirando os túneis, o resto da viagem passa quase que invisível.
🔥 CICS TS 5.3 — DevOps, Cloud e Modernização de Verdade
☕ Midnight Lunch em dezembro de 2015 — o CICS vira plataforma de automação
O CICS Transaction Server for z/OS 5.3 não foi apenas uma atualização incremental — foi o release que aproximou o CICS da era DevOps e Cloud, entregando automação de build e deploy, métricas ampliadas e refinamentos profundos em agilidade de serviço. Ele completa centenas de requisitos de clientes, consolidando tudo que veio antes e colocando o CICS como plataforma de aplicação corporativa madura.
📅 Datas Importantes
📌 Data de Lançamento (GA):dezembro de 2015
📌 End of Service (EOS):31 de dezembro de 2021 (fim oficial do suporte para CICS TS 5.3)
💬 Bellacosa comenta:
“Cinco ponto três — o ‘CICS que aprendeu DevOps’.”
CICS 5.3
🆕 O que há de novo em CICS TS 5.3
O release 5.3 traz três grandes temas:
🔄 1) Service Agility Expandida
✔ Liberty Profile ainda mais forte — Com mais recursos para hospedar aplicações web, incluindo suporte a Java SE / EE e interoperabilidade simplificada.
✔ Interoperabilidade refinada — Mais suporte a serviços expostos via HTTP, melhor integração com stacks corporativos existentes.
✔ Gerenciamento simplificado — CICS Explorer recebe mais views e opções de personalização.
💬 Bellacosa insight:
“Era como se o CICS dissesse: ‘Quer me tratar como servidor de aplicações corporativas? Então olha esse Liberty aqui, bonitão!’”
⚙️ 2) Operational Efficiency — Métricas, Performance e Segurança
✔ Métricas ampliadas — mais detalhes de performance, métricas de workload e visibilidade profunda.
✔ Otimizações de desempenho — ajustes internos para Web Services, threads e execução Java mais suave.
✔ Options de segurança extras — mais granularidade em opções de controle, integração com padrões de segurança corporativos.
💬 Bellacosa comentário:
“Quando o CICS começa a falar às métricas, significa que ele quer ser observável, e não apenas executável.”
☁️ 3) Cloud com DevOps
Este foi o ponto “uau” do 5.3:
✔ Automated builds — CICS começa a entrar no mundo de builds automatizados.
✔ Scripted deployments — implantação de aplicações via scripts, reduzindo intervenção manual.
✔ UrbanCode Deploy suporte — integração com ferramentas DevOps reais.
✔ Cloud enablement — explicitamente voltado para facilitar deploy e rollback no estilo “Cloud Era”.
💬 Bellacosa diz:
“Foi aqui que a CI/CD saiu do mundo distribuído e disse ‘chega de fronteira’ — e o CICS respondeu ‘tô dentro’.”
🔧 Qual é o foco técnico?
Podemos resumir as mudanças de 5.3 em quatro pilares:
Usuário de DevOps — builds e deploys automatizados
Java + Liberty mais maduro — integração facilitada
Visibilidade operacional maior — métricas e personalização
Agilidade de serviços e cloud enablement — deploy rápido e rollback simplificado
💬 Easteregg Bellacosa:
“5.3 é um “release ninja” — você nota as melhorias só depois de usar em produção.”
🧠 O que isso significa para você
Se em 5.2 o CICS já tinha dado o passo para JSON, REST e mobile support, no 5.3 ele entrou oficialmente no terreno de fluxo DevOps e operações corporativas orientadas ao cloud era.
📌 Antes do 5.3:
✔ Deploy era manual
✔ Métricas limitadas
✔ Java e Liberty existiam, mas eram coadjuvantes
📌 Depois do 5.3:
✔ Deploy automatizado é real
✔ Métricas viram first class citizen
✔ Plataforma de integração é robusta — sem middleware pesado
🧪 Exemplo Bellacosa de produção
Imagine isso acontecendo em 2016:
👩💻 Equipe Dev:
Criou um serviço REST com JSON no CICS
Usou scripts para deploy automático
Feedback do pipeline aparece no dashboard
👨💼 Equipe de Ops:
Configurou métricas detalhadas
Viu problemas de performance rapidamente
Ajustou thresholds sem reiniciar a região
Resultado: menor tempo de entrega + menos chamadas de suporte.
💬 Bellacosa comenta:
“Produtividade sobe quando o sistema sabe de verdade que você está no século XXI.”
🎯 Dicas e Sacadas Bellacosa
🔹 Use CICS Explorer com inteligência: personalize views para o que importa no seu ambiente.
🔹 Scripted deployment não é moda, é disciplina: automatize para reduzir erro humano.
🔹 Revisite métricas antigas: agora elas viram insights, não apenas números.
🔹 Segurança não é detalhe: revise opções de controle que ganharam granularidade.
💬 Eastereggs & Curiosidades
🍺 UrbanCode Deploy foi meio que batismo devops do CICS — antes só se falava de middleware pesado.
🍺 5.3 é onde o CICS começou a parecer um servidor de aplicações real, e não apenas um “servidor transacional”.
🍺 Alguns sites relataram que o 5.3 foi o primeiro release que muitos times largaram o antigo “deploy de sexta à noite” em favor de pipelines reais.
📌 Conclusão Bellacosa
✨ CICS TS 5.3 não foi apenas uma versão — foi um compromisso com o futuro.
Ele fez o CICS:
✔ amadurecer como plataforma de integração real
✔ entrar no mundo DevOps com ferramentas modernas
✔ ganhar visibilidade operacional de verdade
✔ tornar o deploy rápido, seguro e automatizado
🔥 Em 5.3, o CICS parou de ser “apenas mainframe” e começou a ser “plataforma corporativa de missão crítica moderna”.
Enfileirar domino e derrubar, para vê-los caindo em sequência criando desenhos. Um trabalho de paciência para ajeitar as pecinhas sem caírem.
O formiguinha se divertiu com o novo jogo e passamos um bom par de horas, armando e desarmando os dominos. Tendo cuidado das quinas e senas caírem na posição correta, o barulhinho típico das peças.
O parque da Juventude em Itatiba teve dois super eventos este ano. Simultaneamente teve a chegada do Papai Noel e a exposição de carros antigos.
A criançada foi a gloria com direito a chuva de balas e rebuçados. Brincadeiras em cima do carro de bombeiro e ver de pertinho o pouso e decolagem de um helicóptero.
Algumas fortalezas japonesas, como Himeji, sobreviveram não apenas por causa de suas muralhas, mas porque sucessivas gerações restauraram telhados, substituíram vigas, reforçaram fundações e adaptaram a construção às necessidades de cada época. A identidade da fortaleza permaneceu, embora muitos de seus componentes tenham sido renovados ao longo do tempo.
Os sistemas IBM Z seguem lógica semelhante. Hardware, compiladores, dispositivos de armazenamento, protocolos de comunicação e ferramentas de desenvolvimento evoluem continuamente, enquanto regras de negócio, confiabilidade e compromisso com a continuidade permanecem como pilares da arquitetura.
14. Easter Egg — A Última Linha de Código
Conta uma antiga história que um programador, ao se aposentar depois de quarenta anos, fez apenas uma alteração.
Não modificou nenhum algoritmo.
Não alterou nenhuma regra.
Não otimizou nenhuma rotina.
Acrescentou somente isto:
* Se este programa ainda estiver funcionando daqui a vinte anos...
* significa que vocês cuidaram dele melhor do que eu consegui.
*
* Obrigado.
Anos depois...
um desenvolvedor encontrou aquele comentário.
Sorriu.
Logo abaixo escreveu:
* Continua funcionando.
*
* Obrigado por não desistir dele.
Ninguém sabe quem foram aqueles dois profissionais.
Mas ambos trabalharam no mesmo programa.
Separados por décadas.
Unidos pela mesma missão.
15. O Manifesto do Engenheiro
Ao terminar este livro...
talvez você tenha aprendido um pouco mais sobre:
COBOL.
IBM Z.
Castelos.
Samurais.
Goblin Slayer.
Shogun.
Segurança.
Continuidade.
Arquitetura.
Mas espero que tenha aprendido algo ainda mais importante.
Um engenheiro nunca trabalha apenas para computadores.
Trabalha para pessoas.
Toda linha de código representa confiança.
Todo backup representa esperança.
Toda documentação representa respeito pela próxima geração.
Toda arquitetura representa responsabilidade.
Toda revisão representa humildade.
Toda melhoria representa compromisso.
16. O Último Café
O jovem comandante voltou à antiga varanda.
Agora apenas uma xícara permanecia sobre a mesa.
Sentou-se.
Serviu café.
Olhou para o horizonte.
Pela primeira vez...
não esperava ouvir respostas.
Agora era sua vez de fazer perguntas.
Na sala silenciosa do Data Center, um jovem desenvolvedor iniciava seu primeiro dia.
Diante dele havia um programa COBOL escrito décadas antes.
Mais de cento e cinquenta mil linhas.
Parecia impossível.
Um veterano aproximou-se.
Colocou duas xícaras de café sobre a mesa.
Sorriu.
E perguntou:
— Posso lhe contar uma história?
Naquele instante...
uma nova geração de guardiões começava sua jornada.
E talvez...
muitos anos no futuro...
esse mesmo profissional também deixasse uma pequena anotação em um comentário COBOL.
Para alguém que ele jamais conheceria.
Porque fortalezas nunca pertencem aos seus construtores.
Pertencem às gerações que continuam cuidando delas.
Epílogo Final — A Fortaleza Invisível
Se você chegou até esta página...
talvez tenha percebido que este nunca foi realmente um livro sobre guerra.
Nem sobre castelos.
Nem sobre COBOL.
Foi um livro sobre pessoas.
Sobre responsabilidade.
Sobre legado.
Sobre conhecimento.
Sobre a beleza silenciosa de uma profissão cujo maior sucesso consiste em permitir que milhões de pessoas vivam normalmente sem jamais perceber que alguém passou a madrugada inteira protegendo seus dados, seu dinheiro, sua saúde e sua confiança.
Enquanto existir uma única pessoa disposta a ensinar o que aprendeu...
Enquanto existir um profissional disposto a revisar um programa antigo em vez de desprezá-lo...
Enquanto existir alguém capaz de documentar uma solução para facilitar a vida da próxima geração...
A fortaleza continuará de pé.
Talvez construída em pedra.
Talvez em concreto.
Talvez em silício.
Talvez em computação quântica.
Isso pouco importa.
Porque a verdadeira fortaleza...
sempre será construída de conhecimento.
E conhecimento...
quando compartilhado...
nunca envelhece.
Fim da Obra.
Mas nunca da Missão.
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
Engenharia Militar sem Mistérios para Programadores COBOL
Uma campanha completa sobre estratégia, logística, inteligência,
segurança, liderança, continuidade, sistemas críticos, IBM Z e COBOL.
Um Data Center analisado como uma fortaleza em guerra
A série Engenharia Militar sem Mistérios para Programadores COBOL
compara castelos, exércitos, muralhas, cadeias de comando, logística,
inteligência e operações militares com os ambientes IBM Z responsáveis
por bancos, governos, seguros, transportes e serviços essenciais.
Cada artigo apresenta uma parte dessa arquitetura: aplicações COBOL,
Jobs JCL, transações CICS, bancos Db2, filas MQ, segurança RACF,
monitoramento, contingência, liderança, documentação e continuidade
operacional.
Sala de operações
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Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe
desde 1988
,
é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2,
z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais,
conhecimento técnico, história da computação e práticas
do universo mainframe para aproximar novas gerações das
tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos
ao redor do mundo.
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Mainframe desde 1988