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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Praia de Maranduba em Ubatuba

Para nao perder o costume, choveu em Ubachuva


Viemos passar o final de semana em Ubatuba, aproveitar a paz e o sossego dos finais de semana que antecedem as festas de final de ano.



Com a praia vazia aproveitei para caminhar pela areia, vendo a paisagem e conhecendo os pequenos segredo que esta praia esconde. Encontrei um antigo barco abandonado no mato, um carrinho de food truck.

Vários bichinhos vivendo na agua, bom indicativo do nível de limpeza da agua. Aproveitamos um dos dias de sol, para brincar com o formiguinha de castelo de areia e jogar bola na agua.

Foi um bom final de semana otimo para recuperar as energias.

sábado, 12 de dezembro de 2015

SP 70 - Um rolezinho pela Carvalho Pinto

Filmando os tuneis


Estamos a caminho de Ubatuba, saímos da Dom Pedro e agora estamos na Carvalho Pinto, estrada moderna construída sob as mais modernas técnicas de engenharia.

Porém não vim para falar de construções, estávamos entretidos ouvindo musica, naquelas horas em que o assunto morre, vai batendo um soninho.  Para quebrar um pouco esta preguicinha, resolvi filmar os túneis e um pouco da estrada.



O formiguinha vibra na estrada, vendo túneis e se divertindo vendo as paisagens e para tornar mais divertida a viagem fazemos grandes gincanas de o que é o que é.

Voltando a SP 70 para aqueles que amam estradas para sentir, curtir a viagem. Esta estrada nao é um exemplo, foi construída para se estrada de ligação rápida. Então ela é muito reta e tem poucos pontos distractivos, tirando os túneis, o resto da viagem passa quase que invisível.



sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

🔥 CICS TS 5.3 — DevOps, Cloud e Modernização de Verdade

 

Bellacosa Mainframe anuncia o cics 5.3

🔥 CICS TS 5.3 — DevOps, Cloud e Modernização de Verdade



☕ Midnight Lunch em dezembro de 2015 — o CICS vira plataforma de automação

O CICS Transaction Server for z/OS 5.3 não foi apenas uma atualização incremental — foi o release que aproximou o CICS da era DevOps e Cloud, entregando automação de build e deploy, métricas ampliadas e refinamentos profundos em agilidade de serviço. Ele completa centenas de requisitos de clientes, consolidando tudo que veio antes e colocando o CICS como plataforma de aplicação corporativa madura.


📅 Datas Importantes

📌 Data de Lançamento (GA): dezembro de 2015
📌 End of Service (EOS): 31 de dezembro de 2021 (fim oficial do suporte para CICS TS 5.3)

💬 Bellacosa comenta:
“Cinco ponto três — o ‘CICS que aprendeu DevOps’.”


CICS 5.3


🆕 O que há de novo em CICS TS 5.3

O release 5.3 traz três grandes temas:


🔄 1) Service Agility Expandida

Liberty Profile ainda mais forte — Com mais recursos para hospedar aplicações web, incluindo suporte a Java SE / EE e interoperabilidade simplificada.
Interoperabilidade refinada — Mais suporte a serviços expostos via HTTP, melhor integração com stacks corporativos existentes.
Gerenciamento simplificado — CICS Explorer recebe mais views e opções de personalização.

💬 Bellacosa insight:

“Era como se o CICS dissesse: ‘Quer me tratar como servidor de aplicações corporativas? Então olha esse Liberty aqui, bonitão!’”


⚙️ 2) Operational Efficiency — Métricas, Performance e Segurança

Métricas ampliadas — mais detalhes de performance, métricas de workload e visibilidade profunda.
Otimizações de desempenho — ajustes internos para Web Services, threads e execução Java mais suave.
Options de segurança extras — mais granularidade em opções de controle, integração com padrões de segurança corporativos.

💬 Bellacosa comentário:

“Quando o CICS começa a falar às métricas, significa que ele quer ser observável, e não apenas executável.”


☁️ 3) Cloud com DevOps

Este foi o ponto “uau” do 5.3:

Automated builds — CICS começa a entrar no mundo de builds automatizados.
Scripted deployments — implantação de aplicações via scripts, reduzindo intervenção manual.
UrbanCode Deploy suporte — integração com ferramentas DevOps reais.
Cloud enablement — explicitamente voltado para facilitar deploy e rollback no estilo “Cloud Era”.

💬 Bellacosa diz:

“Foi aqui que a CI/CD saiu do mundo distribuído e disse ‘chega de fronteira’ — e o CICS respondeu ‘tô dentro’.”


🔧 Qual é o foco técnico?

Podemos resumir as mudanças de 5.3 em quatro pilares:

  1. Usuário de DevOps — builds e deploys automatizados

  2. Java + Liberty mais maduro — integração facilitada

  3. Visibilidade operacional maior — métricas e personalização

  4. Agilidade de serviços e cloud enablement — deploy rápido e rollback simplificado

💬 Easteregg Bellacosa:

“5.3 é um “release ninja” — você nota as melhorias só depois de usar em produção.”


🧠 O que isso significa para você

Se em 5.2 o CICS já tinha dado o passo para JSON, REST e mobile support, no 5.3 ele entrou oficialmente no terreno de fluxo DevOps e operações corporativas orientadas ao cloud era.

📌 Antes do 5.3:
✔ Deploy era manual
✔ Métricas limitadas
✔ Java e Liberty existiam, mas eram coadjuvantes

📌 Depois do 5.3:
✔ Deploy automatizado é real
✔ Métricas viram first class citizen
✔ Plataforma de integração é robusta — sem middleware pesado


🧪 Exemplo Bellacosa de produção

Imagine isso acontecendo em 2016:

👩‍💻 Equipe Dev:

  • Criou um serviço REST com JSON no CICS

  • Usou scripts para deploy automático

  • Feedback do pipeline aparece no dashboard

👨‍💼 Equipe de Ops:

  • Configurou métricas detalhadas

  • Viu problemas de performance rapidamente

  • Ajustou thresholds sem reiniciar a região

Resultado: menor tempo de entrega + menos chamadas de suporte.

💬 Bellacosa comenta:

“Produtividade sobe quando o sistema sabe de verdade que você está no século XXI.”


🎯 Dicas e Sacadas Bellacosa

🔹 Use CICS Explorer com inteligência: personalize views para o que importa no seu ambiente.
🔹 Scripted deployment não é moda, é disciplina: automatize para reduzir erro humano.
🔹 Revisite métricas antigas: agora elas viram insights, não apenas números.
🔹 Segurança não é detalhe: revise opções de controle que ganharam granularidade.


💬 Eastereggs & Curiosidades

🍺 UrbanCode Deploy foi meio que batismo devops do CICS — antes só se falava de middleware pesado.
🍺 5.3 é onde o CICS começou a parecer um servidor de aplicações real, e não apenas um “servidor transacional”.
🍺 Alguns sites relataram que o 5.3 foi o primeiro release que muitos times largaram o antigo “deploy de sexta à noite” em favor de pipelines reais.


📌 Conclusão Bellacosa

CICS TS 5.3 não foi apenas uma versão — foi um compromisso com o futuro.
Ele fez o CICS:

✔ amadurecer como plataforma de integração real
✔ entrar no mundo DevOps com ferramentas modernas
✔ ganhar visibilidade operacional de verdade
✔ tornar o deploy rápido, seguro e automatizado

🔥 Em 5.3, o CICS parou de ser “apenas mainframe” e começou a ser “plataforma corporativa de missão crítica moderna”.


Queda de Domino

Brincadeira antiga

Enfileirar domino e derrubar, para vê-los caindo em sequência criando desenhos. Um trabalho de paciência para ajeitar as pecinhas sem caírem.


O formiguinha se divertiu com o novo jogo e passamos um bom par de horas, armando e desarmando os dominos. Tendo cuidado das quinas e senas caírem na posição correta, o barulhinho típico das peças.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

O Natal da Galinha Pintadinha - 2015

Campinas Shopping no Natal de 2015


Foi montando um parque com atraçoes da Galinha Pintadinha Natalina, instalaram oficina e uma roda gigante para as crianças.


Apesar de ser um Shopping fora de mão e pequeno, tem a vantagem de ter a policia federal e o poupatempo, fazendo que vala a pena ir ate ele.

Ja sabem se precisarem tirar passaporte ou renovarem a carta de conduçao, o Shopping Campinas tem tudo.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Chegada do Papai Noel em Itatiba - 2015

Helicóptero trazendo o papai Noel para Itatiba 

O parque da Juventude em Itatiba teve dois super eventos este ano. Simultaneamente teve a chegada do Papai Noel e a exposição de carros antigos.



A criançada foi a gloria com direito a chuva de balas e rebuçados. Brincadeiras em cima do carro de bombeiro e ver de pertinho o pouso e decolagem de um helicóptero.


sábado, 5 de dezembro de 2015

Engenharia Militar : Capítulo XII — A Fortaleza Invisível

Bellacosa Mainframe e a engenharia militar parte xii

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Engenharia Militar sem Mistérios para Programadores COBOL

Capítulo XII — A Fortaleza Invisível

Quando um Programador COBOL Descobre que o Maior Sistema do Mundo Nunca Foi Construído com Pedra, Ferro ou Silício... Mas com Confiança

O sol começava a nascer.

Pela primeira vez...

o velho engenheiro não estava esperando o jovem aprendiz.

A varanda da antiga torre permanecia vazia.

Sobre a mesa existia apenas uma chaleira ainda quente.

Duas xícaras.

Um mapa cuidadosamente dobrado.

E um pequeno envelope.

O jovem comandante aproximou-se.

Abriu lentamente o papel.

Dentro havia apenas uma frase.

"Toda fortaleza pertence apenas temporariamente ao seu guardião."

Ele ficou imóvel.

Olhou novamente para a cidade.

Os mercados começavam a abrir.

As crianças atravessavam a praça.

Os artesãos erguiam as portas de suas oficinas.

Nada parecia extraordinário.

E justamente por isso...

tudo era extraordinário.

O velho engenheiro havia partido durante a madrugada.

Sem despedidas.

Sem cerimônias.

Sem discursos.

Porque sabia que toda obra realmente importante precisa aprender a existir sem o seu criador.

Séculos depois...

07h31.

O primeiro lote bancário do dia havia terminado.

Bilhões em transações.

Milhões de registros.

Milhares de programas.

Centenas de sistemas.

Tudo concluído.

O operador apenas registrou:

JOB ENDED - MAXCC=0000

Uma única linha.

Tão pequena.

Tão silenciosa.

Mas atrás dela existiam décadas de engenharia.

Milhares de profissionais.

Centenas de milhares de horas de estudo.

Milhões de decisões invisíveis.

Pegue seu café.

Hoje não falaremos apenas sobre COBOL.

Nem apenas sobre Mainframe.

Hoje falaremos sobre aquilo que realmente sustenta uma civilização.


1. Toda civilização constrói fortalezas

Os egípcios ergueram templos.

Os romanos construíram estradas.

Os japoneses levantaram castelos.

Os incas criaram cidades nas montanhas.

Os navegadores construíram faróis.

Nós...

construímos sistemas.

Toda época possui sua própria fortaleza.

O formato muda.

A missão permanece.

Proteger aquilo que permite que uma sociedade continue existindo.


2. A Fortaleza Moderna Não Tem Muralhas

Imagine um banco.

Ele ocupa diversos prédios.

Diversos Data Centers.

Diversas regiões.

Diversos países.

Mesmo assim...

a verdadeira fortaleza não está em lugar algum.

Ela existe na soma de:

dados.

algoritmos.

procedimentos.

auditorias.

criptografia.

processos.

conhecimento.

A fortaleza moderna tornou-se invisível.


3. O Silício Também Envelhece

Existe uma curiosidade interessante.

Nenhum computador permanece moderno para sempre.

Nenhum processador.

Nenhum disco.

Nenhuma linguagem.

Nenhuma arquitetura.

Tudo envelhece.

Então...

por que alguns sistemas sobrevivem durante cinquenta anos?

Porque não dependem apenas do hardware.

Dependem do conhecimento humano.


4. O Conhecimento é o Verdadeiro Alicerce

Durante toda esta obra falamos sobre:

estratégia.

logística.

liderança.

espionagem.

continuidade.

segurança.

No fundo...

todos esses assuntos tratavam exatamente da mesma matéria-prima.

Conhecimento.

Sem conhecimento...

não existe arquitetura.

Não existe recuperação.

Não existe segurança.

Não existe futuro.


5. O Tempo Constrói Engenheiros

Existe algo curioso.

Programadores aprendem linguagens.

Engenheiros aprendem consequências.

No começo da carreira pensamos:

"Como resolver este problema?"

Anos depois perguntamos:

"Que novos problemas esta solução poderá criar?"

Essa mudança parece pequena.

Na realidade...

ela transforma completamente a profissão.


6. O Preço da Pressa

Durante séculos...

castelos construídos rapidamente caíram primeiro.

Pontes improvisadas romperam primeiro.

Navios mal planejados afundaram primeiro.

Na tecnologia ocorre exatamente igual.

A pressa frequentemente produz:

dívida técnica.

documentação ausente.

testes insuficientes.

segurança incompleta.

A engenharia sempre cobra juros.

Às vezes anos depois.


7. A Matemática da Confiança

Imagine um banco realizando um bilhão de operações.

Se a taxa de erro for de apenas 0,001%.

Ainda assim teremos milhares de problemas.

É por isso que sistemas críticos perseguem excelência.

Não por perfeccionismo.

Mas porque pequenas porcentagens tornam-se enormes quando multiplicadas pela escala.

A confiabilidade é matemática aplicada à responsabilidade.


8. O Castelo Nunca Dorme

Mesmo quando todos dormem...

alguém continua observando.

No passado...

eram sentinelas.

Hoje encontramos:

operadores.

SREs.

analistas.

DBAs.

sysprogs.

equipes de segurança.

automações.

monitoramento.

A fortaleza continua protegida.

Apenas mudou de uniforme.


9. Inteligência Artificial Também Precisará de Engenheiros

Muito se fala sobre agentes autônomos.

Mas existe uma pergunta interessante.

Quem supervisionará esses agentes?

Quem validará decisões?

Quem investigará comportamentos inesperados?

Quem protegerá os dados?

A resposta continua sendo:

engenheiros.

Ferramentas tornam-se mais inteligentes.

Responsabilidade continua humana.


10. O Castelo Aprende

Os grandes castelos sobreviviam porque registravam tudo.

Onde houve incêndio.

Onde surgiu uma rachadura.

Qual ponte suportou melhor um terremoto.

Qual torre precisava de reforço.

Hoje fazemos exatamente igual.

Incidentes.

Post-mortems.

Logs.

Métricas.

Versionamento.

Auditoria.

Cada geração deixa um manual um pouco melhor.


11. A Última Tecnologia

Qual será a última tecnologia?

Ninguém sabe.

Talvez computação quântica.

Talvez biocomputação.

Talvez algo que ainda nem possui nome.

Mas existe uma certeza.

Ela também dependerá de:

arquitetura.

segurança.

ética.

governança.

liderança.

Porque esses elementos não pertencem a uma tecnologia.

Pertencem à engenharia.


12. O Programador do Futuro

Imagine um jovem profissional em 2075.

Talvez ele nunca tenha visto um cartão perfurado.

Talvez nunca utilize um terminal 3270.

Talvez programe utilizando interfaces conversacionais.

Mesmo assim...

ele ainda precisará compreender:

causa.

efeito.

risco.

continuidade.

responsabilidade.

Porque esses conceitos atravessam séculos.


13. Curiosidade Histórica

Algumas fortalezas japonesas, como Himeji, sobreviveram não apenas por causa de suas muralhas, mas porque sucessivas gerações restauraram telhados, substituíram vigas, reforçaram fundações e adaptaram a construção às necessidades de cada época. A identidade da fortaleza permaneceu, embora muitos de seus componentes tenham sido renovados ao longo do tempo.

Os sistemas IBM Z seguem lógica semelhante. Hardware, compiladores, dispositivos de armazenamento, protocolos de comunicação e ferramentas de desenvolvimento evoluem continuamente, enquanto regras de negócio, confiabilidade e compromisso com a continuidade permanecem como pilares da arquitetura.


14. Easter Egg — A Última Linha de Código

Conta uma antiga história que um programador, ao se aposentar depois de quarenta anos, fez apenas uma alteração.

Não modificou nenhum algoritmo.

Não alterou nenhuma regra.

Não otimizou nenhuma rotina.

Acrescentou somente isto:

* Se este programa ainda estiver funcionando daqui a vinte anos...
* significa que vocês cuidaram dele melhor do que eu consegui.
*
* Obrigado.

Anos depois...

um desenvolvedor encontrou aquele comentário.

Sorriu.

Logo abaixo escreveu:

* Continua funcionando.
*
* Obrigado por não desistir dele.

Ninguém sabe quem foram aqueles dois profissionais.

Mas ambos trabalharam no mesmo programa.

Separados por décadas.

Unidos pela mesma missão.


15. O Manifesto do Engenheiro

Ao terminar este livro...

talvez você tenha aprendido um pouco mais sobre:

COBOL.

IBM Z.

Castelos.

Samurais.

Goblin Slayer.

Shogun.

Segurança.

Continuidade.

Arquitetura.

Mas espero que tenha aprendido algo ainda mais importante.

Um engenheiro nunca trabalha apenas para computadores.

Trabalha para pessoas.

Toda linha de código representa confiança.

Todo backup representa esperança.

Toda documentação representa respeito pela próxima geração.

Toda arquitetura representa responsabilidade.

Toda revisão representa humildade.

Toda melhoria representa compromisso.


16. O Último Café

O jovem comandante voltou à antiga varanda.

Agora apenas uma xícara permanecia sobre a mesa.

Sentou-se.

Serviu café.

Olhou para o horizonte.

Pela primeira vez...

não esperava ouvir respostas.

Agora era sua vez de fazer perguntas.

Na sala silenciosa do Data Center, um jovem desenvolvedor iniciava seu primeiro dia.

Diante dele havia um programa COBOL escrito décadas antes.

Mais de cento e cinquenta mil linhas.

Parecia impossível.

Um veterano aproximou-se.

Colocou duas xícaras de café sobre a mesa.

Sorriu.

E perguntou:

— Posso lhe contar uma história?

Naquele instante...

uma nova geração de guardiões começava sua jornada.

E talvez...

muitos anos no futuro...

esse mesmo profissional também deixasse uma pequena anotação em um comentário COBOL.

Para alguém que ele jamais conheceria.

Porque fortalezas nunca pertencem aos seus construtores.

Pertencem às gerações que continuam cuidando delas.


Epílogo Final — A Fortaleza Invisível

Se você chegou até esta página...

talvez tenha percebido que este nunca foi realmente um livro sobre guerra.

Nem sobre castelos.

Nem sobre COBOL.

Foi um livro sobre pessoas.

Sobre responsabilidade.

Sobre legado.

Sobre conhecimento.

Sobre a beleza silenciosa de uma profissão cujo maior sucesso consiste em permitir que milhões de pessoas vivam normalmente sem jamais perceber que alguém passou a madrugada inteira protegendo seus dados, seu dinheiro, sua saúde e sua confiança.

Enquanto existir uma única pessoa disposta a ensinar o que aprendeu...

Enquanto existir um profissional disposto a revisar um programa antigo em vez de desprezá-lo...

Enquanto existir alguém capaz de documentar uma solução para facilitar a vida da próxima geração...

A fortaleza continuará de pé.

Talvez construída em pedra.

Talvez em concreto.

Talvez em silício.

Talvez em computação quântica.

Isso pouco importa.

Porque a verdadeira fortaleza...

sempre será construída de conhecimento.

E conhecimento...

quando compartilhado...

nunca envelhece.

Fim da Obra.

Mas nunca da Missão.

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Engenharia Militar sem Mistérios para Programadores COBOL

Uma campanha completa sobre estratégia, logística, inteligência, segurança, liderança, continuidade, sistemas críticos, IBM Z e COBOL.

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25 documentos
2014–2016 linha histórica
IBM Z fortaleza digital
COBOL linguagem da missão
Arquivo estratégico

Um Data Center analisado como uma fortaleza em guerra

A série Engenharia Militar sem Mistérios para Programadores COBOL compara castelos, exércitos, muralhas, cadeias de comando, logística, inteligência e operações militares com os ambientes IBM Z responsáveis por bancos, governos, seguros, transportes e serviços essenciais.

Cada artigo apresenta uma parte dessa arquitetura: aplicações COBOL, Jobs JCL, transações CICS, bancos Db2, filas MQ, segurança RACF, monitoramento, contingência, liderança, documentação e continuidade operacional.

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  1. Engenharia Militar sem Mistérios para Programadores COBOL
  2. Prólogo — O Chamado do Guardião
  3. Capítulo I — O Castelo, a Ponte e o Job que Não Podia Falhar
  4. Capítulo II — Estratégia, Operação e Tática
  5. Capítulo III — A Cadeia de Comando
  6. Capítulo IV — Logística
  7. Capítulo V — As Muralhas Invisíveis
  8. Capítulo VI — Inteligência, Reconhecimento e Espionagem
  9. Capítulo VII — A Arte da Guerra Aplicada ao Mainframe
  10. Capítulo VIII — Liderança, Moral e Disciplina
  11. Capítulo IX — Inovação, Evolução e o Futuro
  12. Capítulo X — O Legado do Engenheiro
  13. Capítulo XI — O Guardião Invisível
  14. Capítulo XII — A Fortaleza Invisível
  15. Capítulo XIII — Os Sentinelas da Madrugada
  16. Capítulo XIV — A Civilização Invisível
  17. Capítulo XV — Engenharia de Cerco
  18. Glossário IBM Z + Engenharia Militar
  19. Apêndice A — Correspondências Históricas e Técnicas
  20. Os 10 Animes Mais Emblemáticos Sobre Engenharia Militar
  21. Os 10 Animes Mais Emblemáticos Sobre Logística Militar
  22. Os 10 Animes Mais Emblemáticos Sobre Tática Militar
  23. Os 10 Animes Mais Emblemáticos Sobre Estratégia Militar
  24. Especial — Guerrilha Urbana
  25. Especial — Guerrilha no Campo e na Floresta
Bellacosa Mainframe — Arquivo de Engenharia Militar

Estratégia, disciplina, conhecimento, resiliência e continuidade aplicados aos sistemas que não podem parar.

Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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