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sábado, 2 de abril de 2016

Criaçao de trutas em Monte Verde

Bellacosa Mainframe e o restaurante e criadoro de trutas

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🐟 Criação de Trutas em Monte Verde — Do Tanque ao Nosso Prato

Monte Verde tinha frio, montanha, lareira e aquele clima perfeito para desaparecer do mundo durante um fim de semana. Juliana era apaixonada pelo lugar e, sempre que podíamos, pegávamos a estrada para mais uma pequena aventura a dois. Em uma delas, fomos almoçar num restaurante onde a atração começava muito antes de a comida chegar à mesa.

Juliana era apaixonada por Monte Verde.

E talvez por isso não precisássemos de grandes desculpas para voltar.

Sempre que aparecia uma oportunidade, partíamos para um fim de semana por lá. Era um daqueles programas simples que funcionavam perfeitamente: viajar a dois, caminhar sem muita pressa, aproveitar o frio da serra, entrar nas lojinhas, comer alguma coisa diferente e, no final do dia, voltar para o aconchego da lareira.

Monte Verde tinha essa capacidade de transformar um simples fim de semana numa pequena viagem para longe da rotina.

E em uma dessas viagens descobrimos que até o almoço poderia virar passeio.


🐟 Um restaurante onde o almoço ainda estava nadando

Fomos almoçar em um restaurante que possuía sua própria criação de trutas.

Mas aquilo não era simplesmente um restaurante com alguns peixes decorativos nadando num laguinho.

Havia vários tanques.

E caminhando entre eles era possível observar as diferentes etapas da criação das trutas.

Peixes menores em determinados tanques, outros já maiores, diferentes estruturas, circulação constante da água, redes de proteção e todo um pequeno sistema funcionando silenciosamente diante dos visitantes.

Para quem gosta de observar como as coisas funcionam — e eu sempre gostei — aquilo era quase uma visita técnica disfarçada de almoço.

Só que havia uma diferença fundamental.

No final daquela linha de produção havia manteiga, temperos e um prato esperando por nós.

🌊 Do tanque para a cozinha

A experiência ficava ainda mais interessante porque o comensal podia escolher a própria truta.

Não era aquela abstração que normalmente existe num restaurante.

Você olha o cardápio.

Pede peixe.

Algum tempo depois aparece um filé no prato.

Pronto.

Ali não.

O peixe estava diante de nós.

Nadando.

Você acompanhava parte daquele pequeno ecossistema, observava os tanques, escolhia a truta e ela seguia para ser preparada.

Pouco tempo depois chegava à mesa.

É difícil imaginar um peixe mais fresco.


🍽️ O sabor daquilo que acabou de sair da água

E existe diferença.

Uma enorme diferença.

A sensação de comer uma truta que pouco antes estava nadando naquele mesmo lugar é completamente diferente daquela proporcionada por um peixe que passou por processamento, transporte, armazenamento, refrigeração, distribuição e finalmente chegou ao restaurante.

Ali a distância entre origem e prato podia ser medida em metros.

E o sabor acompanhava essa distância.

A carne delicada, a textura e principalmente aquela percepção de frescor faziam parte da experiência.

Não era simplesmente:

"Vamos comer truta."

Era:

"Vamos conhecer de onde vem a nossa truta."

E isso transforma uma refeição em memória.


🐟 Os tanques contavam uma história

Antes ou depois do almoço, podíamos caminhar entre os tanques e observar as várias etapas da criação.

E talvez essa fosse uma das coisas mais interessantes daquele lugar.

Quando encontramos o produto pronto no supermercado, toda a história anterior desapareceu.

Vemos apenas a embalagem.

Naquele restaurante, não.

Os tanques mostravam que existia um processo.

A truta não aparecia magicamente no prato.

Existiam diferentes fases de desenvolvimento, manejo dos peixes, alimentação, circulação da água e cuidados necessários para que chegassem ao tamanho adequado.

Era praticamente possível caminhar pela história do peixe.

Tanque → crescimento → seleção → cozinha → prato.

Uma pequena cadeia produtiva acontecendo diante dos nossos olhos.

❄️ Por que justamente trutas em Monte Verde?

Existe também uma explicação interessante para encontrarmos esse tipo de criação nas regiões serranas.

A truta-arco-íris é um peixe associado a águas frias, limpas e bem oxigenadas.

Isso ajuda a explicar por que regiões montanhosas e de clima mais frio tornaram-se tão associadas à criação e ao consumo de trutas.

Monte Verde reúne justamente o cenário que combina com essa experiência.

Montanhas.

Frio.

Água.

Turismo.

Gastronomia.

E, naturalmente, trutas.

De repente aquele peixe no prato fazia parte da própria paisagem.

🧊 E dava para levar Monte Verde para casa

A experiência ainda tinha uma continuação.

Também era possível comprar trutas congeladas para levar.

E claro que isso era interessante.

Depois do fim de semana, podíamos voltar para casa carregando um pequeno pedaço gastronômico da viagem.

Dias depois, preparar uma daquelas trutas era quase apertar um botão de RESTORE:

Monte Verde recuperado com sucesso.

O sabor trazia novamente alguma coisa daquele fim de semana.

A estrada.

O frio.

As montanhas.

A lareira.

Os passeios.

Juliana.

E aquele restaurante.

Mas havia uma coisa impossível de congelar.

❤️ O peixe congelado voltava conosco. A experiência, não.

A truta que levávamos para casa podia ser excelente.

Mas aquela que comíamos ali tinha algo que nenhuma embalagem conseguiria reproduzir.

Não era somente o frescor.

Era o contexto.

Estávamos em Monte Verde.

Estávamos passeando.

Estávamos juntos.

Tínhamos acabado de caminhar entre os tanques e observar aqueles peixes.

Escolhíamos nossa truta.

Pouco depois ela chegava preparada à mesa.

Comíamos sem pressa.

Era uma refeição inserida dentro de uma aventura.

E talvez seja justamente por isso que, tantos anos depois, eu não me lembre apenas de ter comido uma boa truta.

Eu me lembro dos tanques.

Lembro do passeio.

Lembro da experiência de observar as várias etapas da criação.

Lembro daquela estranha satisfação de saber que o almoço estava absurdamente fresco.

E principalmente lembro que estávamos fazendo aquilo que tantas vezes fizemos juntos:

transformando um simples fim de semana numa pequena aventura.

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Hoje consigo perceber uma coisa que provavelmente não pensei naquele almoço.

Nós acreditávamos estar simplesmente visitando Monte Verde novamente.

Mas estávamos alimentando outra coisa.

Um enorme banco de dados de pequenas memórias.

Nenhuma delas parecia particularmente extraordinária naquele momento.

Um restaurante.

Alguns tanques.

Trutas nadando.

Um almoço.

Uma lareira.

Um fim de semana.

Separadamente, são registros pequenos.

Juntos, tornam-se uma época inteira da vida.

Talvez memória funcione exatamente assim.

Você não sabe quais momentos serão importantes enquanto eles estão acontecendo.

Então simplesmente vive.

Décadas depois, abre uma postagem antiga, encontra algumas fotografias e percebe que aquele almoço aparentemente banal preservou muito mais que o sabor de uma truta.

Preservou quem estava sentado do outro lado da mesa.

🥚 Easter egg Bellacosa

Em algum lugar daquele criadouro havia uma espécie de processamento em batch acontecendo:

INPUT → TRUTA NO TANQUE
PROCESS → COZINHA
OUTPUT → TRUTA NO PRATO

A diferença é que naquele sistema havia um SLA particularmente agressivo.

Do tanque para a mesa em minutos.

E pela primeira vez na carreira deste programador COBOL, ninguém queria aumentar o tempo de retenção do arquivo.

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A criação de trutas em Monte Verde.


Visitamos um criadouro de trutas perdido em Monte Verde, montes de tanques com vários estágios de criação de peixe. é divertido explorar e aprender como funciona.



Ver as bombas de agua, as redes de proteçao  e o cheirinho a peixe no ar, super instrutivo ver como funciona a criação e engorda de Truta Arco-iris.

Ao fundo tinha um alambique onde pude provar uma aguinha que passarinho não bebe, no restaurante saboreamos uma truta fresquinha assada na brava.

Estamos chegando a Monte Verde

Monte Verde logo pela manha.

Saímos de Camanducaia e pegamos 30 kilometros em uma estrada pequenina, sinuosa que passa por entre as belas colinas verdejantes.



Este ano tivemos algumas surpresas devido as forte chuvas que caíram em Março/2016 a estrada esta bem danificada, inclusive passamos por uma ponte de madeira bem precária, pois a ponte anterior em concreto foi destruída pela correnteza.

Para quem gosta de viajar e apreciar a paisagem esta estrada é um prato cheio, apesar de todos os problemas das chuvas, a viagem ainda é uma delicia, por ser zona de reflorestamento para a industria de celulose.

A  região mantem-se verde o ano todo, com equipes de prevenção para evitar desmatamento irregular e queimadas que poderiam destruir toda a beleza da região.

Para aqueles que assistiram o video com atenção teram reparado em uma relíquia histórica parado no acostamento. Um Gurgel vermelho!!!! Quem não sabe o que é olhem no Google.

domingo, 27 de março de 2016

Esta gaiola é bem diversificada

Bellacosa Mainframe e a gaiola bem diversificada

Esta gaiola é bem diversificada

Alem dos tucanos a bicharada ta toda na gaiola.


Que bela metáfora da vida privada, eis uma gaiola bem divertida desde tartarugas as  carpas, de Tucanos, a pavoes, marrecos e faisões... todos juntinhos no xadrez.



Sera que isso algum dia aconteceria? kkkkk Mas tirando as piadas de mau gosto. Foi tão bacana assistir os bichinhos e explicar para o formiguinha algo sobre eles.

Um pouco triste ver tão belas aves presas em gaiolas, mas tem o lado educativo em mostrar aves que uma criança dificilmente veria no dia a dia.

A gaiola das araras bagunceiras

Costela no fogo de chão.


De barriguinha cheia após um suculento almoço de costela na brasa, feita num fogo de chao durante horas para a alegria dos gulosinhos de plantão.



Explorando o local encontrei outra gaiolas, sao varias, desta vez com 2 araras meio bagunceiras, e eh claro que guardei o registro para a posteridade, vale a pena ver a bagunça que elas fazem.

Uma delas eh extremamente ante social e sacaneia directo com a vizinha, avacalhando a performance do show da outra, por ai a fora.

Vale a pena ver.

A gaiola dos Tucanos

Bellacosa Mainframe e a gaiola dos tucanos

A gaiola dos Tucanos 

Uma gaiola bem animada


Estamos no costelao da rodovia dom Pedro e esta gaiola é bem animada. Tem de tudo ali dentro.



Vejamos tem pavoes, faisões, marrecos, tucanos, tartarugas e carpas. O formiguinha se divertiu com a bagunça.

Para ir mais longe



Mais da arara doidona

Bellacosa Mainframe e mais aventuras da arara doidona

Mais da arara doidona 

Essa arara gosta de uma boa bagunça


Barriguinha cheia, todo feliz eu e o formiguinha estamos aprontando mil e uma nos arredores do restaurante.



Encontramos esta arara e resolvemos brincar com ela. Olha que farra ela faz. Dócil dócil adora um carinho na asa.

Segurando no touro mecanico

Bellacosa Mainframe em uma aventura no touro mecanico

Segurando no touro mecanico

La vai o gordinho


Vamos montar no touro e tentar ficar o máximo possível...  Seguraaaaaaa peão



Depois de umas brejas fica dificil montar o bicho kkkkkkk, sobe e cai, cai e sobe, la se foi nosso amigo, caindo ... au auuuuuuuuuuuuu

Para ir mais longe








Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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