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segunda-feira, 3 de novembro de 2025

🔥🧠 REXX: A ARTE DE ENSINAR O MAINFRAME A PENSAR — IF, DO, SELECT E O CÉREBRO OPERACIONAL DO z/OS 🧠🔥

 

Bellacosa Mainframe laços de repetição e desvio em REXX


🔥🧠 REXX: A ARTE DE ENSINAR O MAINFRAME A PENSAR — IF, DO, SELECT E O CÉREBRO OPERACIONAL DO z/OS 🧠🔥

“Enquanto muita gente achava que REXX era apenas uma linguagem de script… o mainframe já estava automatizando datacenters inteiros.”
— Bellacosa Mainframe


☕ Introdução — O Momento em Que o REXX Ganha Vida

Existe um instante mágico no aprendizado de REXX.

Até então você apenas:

  • executava comandos
  • mostrava mensagens
  • manipulava variáveis
  • fazia pequenos scripts

Mas quando aparecem:

  • IF
  • THEN
  • ELSE
  • DO
  • SELECT
  • WHILE
  • FOREVER

…o EXEC deixa de ser uma lista de comandos.

E passa a “pensar”.

É aqui que nasce a automação real.

É aqui que o REXX deixa de ser script.

E vira um OPERADOR DIGITAL DE MAINFRAME.


🧠 O REXX Foi Criado Para Humanos

Essa é talvez a característica mais genial da linguagem.

O REXX foi desenhado por Mike Cowlishaw com uma obsessão:

“Programas devem parecer inglês.”

E honestamente?

Ele conseguiu.

Compare isso:

if(x==1 && y!=2)

Com isso:

If x = 1 & y \= 2 Then

O segundo parece quase uma frase operacional.

Isso não foi acidente.

Foi engenharia de produtividade.


🏛️ O Contexto Histórico Que Pouca Gente Conhece

Nos anos 70 e 80:

  • operadores precisavam automatizar tarefas rapidamente
  • sysprogs precisavam integrar ferramentas
  • ambientes eram extremamente caros
  • erros humanos custavam milhões

Então nasceu uma linguagem:

✅ simples
✅ poderosa
✅ legível
✅ integrada ao host
✅ fácil para operadores

REXX não queria competir com FORTRAN.

Ele queria dominar o ambiente operacional.

E conseguiu.


⚡ O DIA EM QUE O OPERADOR DESCOBRE O IF

Existe uma transformação psicológica quando alguém aprende IF no REXX.

Antes:

Say "PROCESSANDO"

Depois:

If rc = 0 Then
Say "JOB EXECUTADO COM SUCESSO"
Else
Say "ABEND DETECTADO"

Agora o EXEC reage.

Analisa.

Decide.


🔥 O RC — A ENTIDADE MÍSTICA DO MAINFRAME

Se você trabalha em z/OS…

Você sabe.

RC não é apenas variável.

RC é estado emocional operacional.

If rc > 8 Then
Say "O CAOS COMEÇOU"

😂 Easter Egg #1 — O Operador Veterano

Todo operador experiente já fez isso:

If rc = 0 Then
Say "MILAGRE"
Else
Say "COMO SEMPRE"

🧮 Comparações — O Cérebro Binário do EXEC

No REXX:

  • 1 = TRUE
  • 0 = FALSE

Simples.

Elegante.

Brutalmente eficiente.


Exemplo

Say 10 > 5

Resultado:

1

O EXEC literalmente responde:

“Sim. Isso é verdade.”


🧵 Comparações String — Onde o Mainframe Mostra Sua Personalidade

No mundo distribuído moderno:

  • espaços são ignorados
  • padding é irrelevante
  • strings são “flexíveis”

No mainframe?

HAHAHAHAHAHA.

Não.


O Trauma do Campo CHAR FIXO

campo = "IBM "

é DIFERENTE de:

"IBM"

E é aqui que nasce o operador STRICT.


⚔️ O Temido ==

Say "IBM " == "IBM"

Resultado:

0

Porque no mainframe:

ESPAÇOS IMPORTAM.

Muito.


🧠 Easter Egg #2 — O Programador COBOL Sentindo Dor

Quando o novato descobre isso:

Say "ABC" == "ABC   "

o espírito de milhares de layouts PIC X(80)
sussurra no vento:

“Bem-vindo ao processamento posicional…”


🚦 IF THEN ELSE — A Tomada de Decisão do z/OS

O IF no REXX é quase poético.

If user = "IBMUSER" Then
Say "ACESSO LIBERADO"
Else
Say "CHAMA O RACF"

🔥 O Poder do DO/END

O DO/END é o contêiner da lógica.

Ele organiza o caos.


Exemplo

If rc \= 0 Then
Do
Say "ERRO DETECTADO"
Say "NOTIFICANDO OPERADOR"
Exit 8
End

☢️ Easter Egg #3 — O Exit 8 Filosófico

Existe um momento na carreira do mainframeiro em que:

Exit 8

vira linguagem universal.


🎛️ SELECT — O Menu Supremo do ISPF

O SELECT é uma obra-prima operacional.

Ele nasceu para menus.

E o ISPF praticamente respira SELECT.


Exemplo

Select

When opcao = "1" Then
Say "ALLOCATE"

When opcao = "2" Then
Say "DELETE"

When opcao = "3" Then
Say "LISTCAT"

Otherwise
Say "USUARIO INVENTANDO MODA"

End

😂 Easter Egg #4 — O Usuário Criativo

Todo sysprog conhece:

DIGITE UMA OPCAO:
_

Usuário digita:

BATATA

🔁 LOOPS — O Motor da Automação

Sem loops:

  • não existe monitoramento
  • não existe polling
  • não existe automação contínua
  • não existe scheduler inteligente

Loops são o coração operacional do REXX.


🔥 DO FOREVER — O LOOP IMORTAL

Do Forever

"LISTCAT LEVEL(PROD)"

If rc \= 0 Then
Leave

End

Esse tipo de código rodou datacenters inteiros por décadas.


☕ Easter Egg #5 — O Café do Operador

Do Forever

Say "VERIFICANDO JES2..."

If cafe = 0 Then
Signal DEAD

End

🧨 LEAVE — A FUGA ESTRATÉGICA

If rc > 8 Then
Leave

O EXEC diz:

“Chega. Não vale mais continuar.”


🔄 ITERATE — O “PRÓXIMO!”

If linha = "" Then
Iterate

Muito usado em:

  • leitura de datasets
  • parsing
  • filas
  • processamento batch

🏛️ O Mainframe Nunca Precisou de “Modernidade”

Enquanto o mundo distribuído reinventava:

  • automação
  • scripts
  • pipelines
  • workflows

O z/OS já fazia isso há décadas com:

  • JCL
  • REXX
  • ISPF
  • CLIST
  • SDSF
  • RACF automation

⚡ O REXX NÃO É “SCRIPTZINHO”

Essa é uma das maiores injustiças tecnológicas da história.

REXX controlou:

✅ bancos
✅ operadores
✅ JES2
✅ spool
✅ RACF
✅ storage
✅ ISPF
✅ automações críticas
✅ monitoramento corporativo


🧠 Exemplo Realista — Monitor Operacional

Address TSO

Do Forever

"LISTCAT LEVEL(PROD.CRITICO)"

If rc = 0 Then
Do
Say "CATALOGO OK"
End
Else
Do
Say "ALERTA!"
Say "PROBLEMA NO CATALOGO"

Exit 12
End

Call SysSleep 10

End

🔥 Easter Egg #6 — O Operador Ninja

O operador veterano olha isso:

Exit 12

e já sabe:

  • quem vai ligar
  • quem vai culpar o storage
  • quem vai dizer “aqui não mudou nada”

🎯 O Verdadeiro Poder do REXX

O REXX não impressiona por:

  • orientação a objetos
  • frameworks
  • hype
  • buzzwords

Ele impressiona por algo mais raro:

PRODUTIVIDADE OPERACIONAL ABSURDA.


☕ Bellacosa Mainframe Thought™

Existe uma diferença enorme entre:

“linguagem moderna”

e

“linguagem que mantém bancos funcionando há 40 anos.”

O REXX pertence à segunda categoria.

E honestamente?

Isso vale muito mais.


🚀 Conclusão — Quando o EXEC Aprende a Pensar

Neste momento do aprendizado:

  • IF dá decisão
  • SELECT dá organização
  • DO dá estrutura
  • LOOP dá persistência
  • LEAVE dá controle
  • ITERATE dá eficiência

E o EXEC finalmente ganha algo fundamental:

🧠 comportamento.

É aqui que nasce a automação real do mainframe.

E é aqui que muita gente percebe:

O REXX talvez seja uma das linguagens mais subestimadas da história da computação.


☕ Até o Próximo Café no Bellacosa Mainframe…

E lembre-se:

If mainframe = "VIVO" Then
Say "O MUNDO CONTINUA FUNCIONANDO"
Else
Say "ABEND GLOBAL"

😄🔥

🌸 Nana: Amor, Amizade e a Alma da Juventude Japonesa

 


🌸 Nana: Amor, Amizade e a Alma da Juventude Japonesa

Criadora: Ai Yazawa
Ano de lançamento: 2000 (mangá), 2006 (anime)
Gênero: Drama, romance, slice-of-life, música
Sinopse sem spoiler: Nana acompanha a vida de duas jovens com o mesmo nome que se cruzam em Tóquio. Cada uma busca realização pessoal, amor e independência, enquanto enfrenta os desafios de crescer na grande cidade.




🏙️ Contexto social do Japão no início dos anos 2000

  • Urbanização e vida adulta: Muitas jovens migravam do interior para Tóquio em busca de carreira, liberdade e identidade própria.

  • Mudança de papéis femininos: Crescia a busca por independência econômica e emocional, num país ainda muito pautado por tradições de gênero.

  • Pressão social e solidão: Apesar da modernização, existia grande pressão por sucesso profissional e pessoal, levando a dilemas emocionais e existenciais.

Nana reflete exatamente esses temas: sonhos versus realidade, amizade versus isolamento, escolhas pessoais versus expectativas sociais.




🎵 Impacto cultural do anime

  1. Moda e estilo:

    • Roupas, cortes de cabelo e acessórios inspirados em Nana se tornaram tendências jovens no Japão e na Ásia.

    • O estilo “punk chic” da Nana musical, por exemplo, influenciou moda urbana feminina.

  2. Identificação com personagens:

    • O público-alvo (jovens adultas) se reconheceu nas inseguranças, ambições e conflitos da vida urbana retratada.

    • Temas como amizade profunda, amores complexos e decisões difíceis criaram uma conexão emocional intensa.

  3. Discussão de temas sociais:

    • Aborda carreira, relacionamentos e saúde emocional de maneira honesta.

    • Contribuiu para debates sobre independência feminina, pressão social e escolhas de vida no Japão moderno.

  4. Música e indústria cultural:

    • Banda fictícia presente no anime influenciou o gosto musical da época.

    • Canções da trilha sonora se tornaram populares, aumentando o interesse por bandas de rock e pop feminino no Japão.


💡 Curiosidades Bellacosa

  • Ai Yazawa, a criadora, é conhecida por retratar mulheres jovens de forma realista, com nuances emocionais raramente vistas em outros shōjo ou josei.

  • O anime/mangá é considerado um marco do josei, gênero que fala para mulheres jovens adultas, diferente do shōjo mais adolescente.

  • Nana influenciou revistas de moda, playlists de música e até atitudes sociais de jovens adultas, como morar sozinha, viajar e se expressar com estilo próprio.


🧠 Reflexão Bellacosa

Nana não é apenas romance ou drama. É um espelho da juventude urbana japonesa: cheia de sonhos, conflitos, estilo e emoções à flor da pele.
O impacto social não veio de superpoderes ou batalhas épicas, mas da identificação profunda com os dilemas reais da vida moderna, especialmente para mulheres que precisavam equilibrar independência e relações humanas.

✨ Em resumo: Nana mostrou que um anime pode ser culturalmente transformador, influenciando moda, música e, principalmente, a maneira como jovens japonesas enxergam sua vida e escolhas.

Top 20 Caretas Grotescas do Anime – Linha do Tempo

 

Bellacosa Mainframe e as caretas grotescas em anime

Top 20 Caretas Grotescas do Anime – Linha do Tempo

Caretas Grotescas nos Animes: Quando Exagerar as Expressões Faz Parte da Arte

Uma das características mais marcantes da animação japonesa é a liberdade para exagerar as expressões faciais. As famosas caretas grotescas transformam rostos normalmente elegantes em imagens distorcidas, exageradas e, muitas vezes, extremamente engraçadas. Olhos saltando, bocas enormes, dentes afiados, rostos deformados e traços caricatos fazem parte de um recurso artístico conhecido como exaggerated facial expression.

Essas expressões não surgiram por acaso. Elas têm forte influência do teatro japonês, do mangá humorístico e da tradição de caricaturas, onde emoções intensas são representadas visualmente de forma imediata. Em poucos segundos, o espectador compreende que um personagem está furioso, apavorado, envergonhado, desesperado ou completamente enlouquecido.

Animes como One Piece, Gintama, Nichijou, Asobi Asobase, Prison School, Golden Kamuy e Mob Psycho 100 elevaram essa técnica a um verdadeiro espetáculo visual. Em alguns casos, a deformação é tão extrema que contrasta com o estilo artístico habitual da obra, tornando a cena ainda mais memorável.

Além do humor, essas caretas também servem para intensificar momentos de tensão, loucura ou horror psicológico. Elas quebram expectativas, ampliam o impacto emocional e demonstram uma das maiores qualidades da animação japonesa: utilizar a deformação artística como ferramenta narrativa, algo praticamente impossível de reproduzir com a mesma liberdade em produções live-action.




1. Lupin III (1971) – Lupin reagindo a falha

  • Episódio: Vários episódios da série clássica

  • Contexto: Lupin faz uma careta exagerada quando seus planos dão errado.

  • Curiosidade: Esse estilo de exagero facial inspirou muitos animes cômicos posteriores.




2. Urusei Yatsura (1981) – Lum surtando

  • Episódio: Diversos

  • Contexto: Lum fica completamente horrorizada ou furiosa, olhos bugando e boca distorcida.

  • Curiosidade: Rumiko Takahashi popularizou caretas bizarras como recurso cômico.




3. Dragon Ball (1986) – Goku assustado

  • Episódio: Episódios de comédia entre sagas

  • Contexto: Olhos saltando, boca enorme — clássico choque de Goku.

  • Curiosidade: Toriyama exagerava expressões para enfatizar humor físico.




4. Ranma ½ (1989) – Ranma transformado

  • Episódio: Episódios de comédia de transformação

  • Contexto: Ranma reage de forma grotesca a situações constrangedoras.

  • Curiosidade: Caretas viraram marca registrada das confusões do protagonista.




5. Slam Dunk (1993) – Sakuragi desesperado

  • Episódio: Episódios de treino ou derrota

  • Contexto: Sakuragi faz caretas enormes de frustração ou choque.

  • Curiosidade: Adicionava leveza ao anime esportivo, equilibrando drama e comédia.




6. One Piece (1999) – Luffy em choque

  • Episódio: Vários

  • Contexto: Olhos enormes, boca aberta em exagero total diante de absurdos.

  • Curiosidade: Eiichiro Oda mantém tradição de expressões grotescas até hoje.




7. Naruto (2002) – Naruto confuso

  • Episódio: Episódios de comédia filler

  • Contexto: Lábios distorcidos, olhos saltando, exagero total do desespero.

  • Curiosidade: A animação cômica ajuda a quebrar o clima de batalhas intensas.




8. Gintama (2006) – Gintoki surtando

  • Episódio: Quase todos os episódios de comédia

  • Contexto: Expressões absurdas e caricatas para satirizar outros animes.

  • Curiosidade: É praticamente um laboratório de caretas grotescas.




9. Soul Eater (2008) – Excalibur

  • Episódio: Primeiros episódios

  • Contexto: Personagem faz caretas bizarras exagerando sua loucura.

  • Curiosidade: Estilo visual de Atsushi Ōkubo privilegia deformação facial extrema.




10. K-On! (2009) – Yui distraída

  • Episódio: Episódios de comédia

  • Contexto: Expressões de confusão ou desespero infantil exageradas.

  • Curiosidade: Pequenas deformações para enfatizar fofura e humor.



11. Nichijou (2011) – Mio e o gato

  • Episódio: Diversos

  • Contexto: Caretas totalmente exageradas em situações absurdas do cotidiano.

  • Curiosidade: Kyoto Animation elevou a careta a arte cômica visual.




12. Kill la Kill (2013) – Ryuko dramaticamente

  • Episódio: Vários

  • Contexto: Olhos enormes, boca desproporcional em momentos de choque ou raiva.

  • Curiosidade: Estilo Gainax influenciou exagero cômico moderno.




13. One Punch Man (2015) – Saitama em tédio

  • Episódio: Episódio 1

  • Contexto: Careta minimalista de tédio absoluto contrastando com ação épica.

  • Curiosidade: Exagero e minimalismo cômico coexistem em uma mesma série.




14. Re:Zero (2016) – Subaru surtando

  • Episódio: Episódios de tensão

  • Contexto: Caretas de horror absoluto diante de tragédias repetidas.

  • Curiosidade: Mistura grotesco e psicológico, aumentando empatia.




15. Mob Psycho 100 (2016) – Mob em raiva

  • Episódio: Vários

  • Contexto: Desproporção extrema do rosto para dramatizar emoção intensa.

  • Curiosidade: Estilo de ONE permite deformações radicais sem perder humor.




16. Konosuba (2016) – Aqua em desespero

  • Episódio: Episódios cômicos

  • Contexto: Olhos girando, boca enorme — exagero total de desespero.

  • Curiosidade: Comédia isekai moderna resgata caretas clássicas.




17. The Devil is a Part-Timer! (2013) – Satan em choque

  • Episódio: Episódios de comédia

  • Contexto: Reações humanas exageradas em situações triviais.

  • Curiosidade: Humor físico grotesco adaptado a anime contemporâneo.




18. Jujutsu Kaisen (2020) – Panda e Itadori

  • Episódio: Momentos cômicos

  • Contexto: Expressões de confusão ou dor exageradas.

  • Curiosidade: Mesmo em anime de ação, caretas funcionam como alívio cômico.




19. Demon Slayer (2019) – Tanjiro dramático

  • Episódio: Momentos de comédia leve

  • Contexto: Boca distorcida, olhos arregalados em choque ou desespero.

  • Curiosidade: Ufotable mistura realismo e caricatura de forma impactante.




20. Spy x Family (2022) – Anya surtando

  • Episódio: Diversos

  • Contexto: Caretas exageradas para expressar emoções infantis absurdas.

  • Curiosidade: Exagero facial ajuda a criar empatia instantânea e humor.

domingo, 2 de novembro de 2025

🕴️ Crônicas do Homem Comum: o Salaryman e o Espelho do Japão Moderno

 


🕴️ Crônicas do Homem Comum: o Salaryman e o Espelho do Japão Moderno


Entre luzes de néon e trens lotados, vive o salaryman — o homem médio japonês.

Não é herói, não é vilão. É o rosto comum que carrega o peso silencioso de um país que aprendeu a existir pelo trabalho.


Esta série é sobre ele — o trabalhador de terno e alma cansada, símbolo do Japão urbano e das nossas próprias rotinas sem pausa.

O salaryman é mais que um personagem: é o espelho do mundo moderno, onde eficiência virou religião e solidão, epidemia.


💼 Parte I — O Homem Médio e a Solidão Moderna


Um retrato melancólico da vida automática.

Entre o barulho do metrô e o silêncio do coração, o salaryman representa a solidão coletiva — aquela que se disfarça de normalidade.


“O homem que sustenta o mundo, mas esquece de sustentar a si mesmo.”

Parte 1

⚡ Parte II — Quando o Homem Médio Desperta


Aqui o terno se rasga.

São os momentos em que o trabalhador comum rompe o ciclo: Retsuko gritando death metal, Kintarō desafiando o chefe, Satou tentando existir fora do sistema.

O salaryman acorda — e percebe que o verdadeiro inimigo é o automático.

Parte 2

🛰️ Parte III — O Futuro do Salaryman: o Homem Comum na Era Pós-Digital


O escritório virou tela, o crachá virou login.

O homem médio agora é freelancer, gamer, criador, hikikomori funcional.

O sistema mudou de forma, mas o vazio continua.

E ainda assim, no meio dos ruídos digitais, há lampejos de esperança: pequenas rebeldias de quem decide viver no próprio ritmo.

Parte 3

🌃 Epílogo


O salaryman é o Japão — e é cada um de nós.

O humano que sobrevive à engrenagem, o corpo que insiste em sentir mesmo quando tudo ao redor pede pressa.

Entre café frio e sonhos atrasados, ele nos lembra:


“A rotina é só o palco. A vida, se você olhar direito, ainda está acontecendo.”

Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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