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domingo, 9 de dezembro de 2018

Cortejo Elesbão Vive o crime o auto a fuga e a execução de um escravo na Campinas colonial. Parte Ii

O jovem sinhozinho foi morto com requintes de crueldade. Apos muita tortura dois escravos foram acusados pelo crime, julgados foram enviados a Sao Paulo de onde fogem, apos a captura um deles foi enforcado. 

ELESBÃO continua foragido por dois anos, uns dizem que escondido em Itatiba no Quilombo de Brotas outros que foi ao interior. Por fim foi capturado perto de seu antigo lar, enviado ao campo da forca no largo de Santa Cruz, acampamento de quarentena de escravos... foi enforcado e martirizado. 

Mas nossa historia nao termina assim, servindo para curar antigas feridas e incentivar a integracao entre os povos, valorizando a memoria, a cultura e a hamonia entre os povos.

#Campinas #teatroamador #elesbao #elesbantho #elesbaovive #historia #afro #escravo #julgamento


sábado, 8 de dezembro de 2018

Cortejo Elesbão Vive o crime o auto a fuga e a execução de um escravo na Campinas colonial

Primeira parte.

Temos os primordios da historia de Campinas com os bandeirantes invadindo o interior, seguindo os caminhos de peabiru chegam a Mato Grosso de Goias em aprasiveis campinas para capturar indios e procurarem riquezas naturais. 

Passamos pela fundação da vila, os primeiros habitantes, a elevacao, as primeiras eleicoes, a cana de acucar e o primeiros engenhos a chegada dos escravos africano, o ouro verde, ou seja o cafe e as senzalas. 

Por fim chegamos ao assassinato do Sinhozinho. Com a dor de uma mae que perdeu seu filho de maneira tão cruel... a perseguicao aos escravos... com diversas cenas cotidiano da Campinas colonial. Estamos na praca Bento Quirino o local onde surgiu e cresceu esta bela cidade.

#Campinas #teatroamador #elesbao #elesbantho #elesbaovive #historia #afro #escravo #julgamento


O auto de Elesbão... preparativos do Cortejo caminho pelo centro de Campinas.

Estamos no Centro de Campinas com o grupo Elesbantho partindo do antigo predio Museu da Cidade e caminhamos rumo a Praca Bento Quirino. Apregando ao povo a peça que sera exibida em breve.

E todos muitos animados cantam e batem palmas caminhando pelas ruas da cidade. Estamos no Centro de Campinas com o grupo Elesbantho partindo do antigo predio Museu da Cidade e caminhamos rumo a Praca Bento Quirino.

E todos muitos animados cantam e batem palmas caminhando pelas ruas da cidade. Estamos no Centro de Campinas com o grupo Elesbantho partindo do antigo predio Museu da Cidade e caminhamos rumo a Praca Bento Quirino.

E todos muitos animados cantam e batem palmas caminhando pelas ruas da cidade. Passamos pela Estaçao Ferroviaria, pelas diversas ruas, pela Catedral e rumamos para o antigo nucleo urbano da Vila de Sao Carlos.

No proximo video apresento alguns momentos da peca que seguiu rumo ao largo de Santa Cruz

#Campinas #teatroamador #elesbao #elesbantho #elesbaovive #historia #afro #escravo #julgamento


sábado, 30 de abril de 2016

A divisão dos grupos

Bellacosa Mainframe e a Estação Cultura em Campinas com o grupo de teatro amador

🎭 A Divisão dos Grupos

Um registro dos ensaios na Estação Cultura de Campinas — 2016 e a preparação de uma Festa Julina

Em 2016, a Estação Cultura de Campinas tornou-se palco de uma série de iniciativas culturais promovidas pela Prefeitura de Campinas.

Entre essas atividades estavam o curso de teatro amador, encontros, exercícios, ensaios e a formação de um núcleo de estudos, reunindo pessoas interessadas não apenas em subir ao palco, mas também em experimentar, aprender e construir coletivamente.

Este pequeno vídeo é um registro daquele período. As pessoas se reunindo e dividindo tarefas para uma animada festa para a população, uma festa cultural uma festa Julina e ao mesmo tempo a formação dos grupos.

À primeira vista, não acontece nada extraordinário.

Não temos uma grande apresentação.

Não temos figurinos elaborados.

Não temos iluminação teatral ou uma plateia esperando pelo início do espetáculo.

Temos algo que normalmente acontece antes de tudo isso:

os grupos estavam se formando.



🎬 O teatro antes do espetáculo

Durante os ensaios, os participantes eram organizados em grupos para desenvolver as diferentes atividades propostas.

Era o momento de conhecer pessoas, distribuir participantes, experimentar ideias e começar a descobrir como cada grupo funcionaria.

Hoje, olhando para essas imagens tantos anos depois, justamente essa simplicidade torna o registro interessante.

Estamos vendo o teatro antes de ele se transformar em teatro.

Antes do personagem.

Antes do figurino.

Antes do palco.

Antes dos aplausos.

Existe um grupo de pessoas tentando descobrir como trabalhar junto.



🚂 A Estação Cultura como espaço de encontro

A própria escolha da Estação Cultura acrescentava outra camada à experiência.

Um espaço historicamente associado à circulação de pessoas tornava-se também lugar para a circulação de ideias, experiências e manifestações culturais.

Ali aconteceram diferentes iniciativas.

Cursos.

Ensaios.

Encontros.

Experiências artísticas.

Discussões.

E também a tentativa de criação de um núcleo de estudos.

Para quem participou daquele período, cada pequeno vídeo acabou funcionando quase involuntariamente como uma cápsula do tempo.

📹 Um vídeo simples que virou documento histórico

Quando gravei essas imagens em 2016, provavelmente a intenção era apenas registrar mais um momento das atividades.

Dez anos depois, o significado é diferente.

As pessoas mudaram.

Os grupos se desfizeram.

Novos projetos apareceram.

A cidade continuou sua transformação.

Mas aquele instante permaneceu registrado.

E existe algo particularmente interessante em preservar justamente os bastidores.

Normalmente guardamos fotografias da apresentação pronta.

Fotografamos o palco.

Filmamos o espetáculo.

Registramos os aplausos.

Muito mais raramente alguém aponta uma câmera para aquele momento aparentemente banal em que alguém diz:

“Vamos dividir os grupos.”

Só que é exatamente ali que alguma coisa começa.

🎭 Quando os grupos começaram a existir

Este vídeo registra esse começo.

Pessoas reunidas na Estação Cultura de Campinas, participando das iniciativas culturais daquele período e começando a formar seus grupos durante os ensaios.

Não é o espetáculo pronto.

É o processo.

E talvez esteja justamente aí o seu valor.

Porque cultura não existe somente quando as cortinas se abrem.

Ela também existe na sala de ensaio, nas conversas, nos exercícios, nos erros, nas experiências e na formação espontânea de pequenos grupos de pessoas que decidiram dedicar algumas horas de suas vidas à criação de alguma coisa.

Em 2016 aquilo era apenas mais um ensaio.

Hoje é memória.

Estação Cultura — Campinas, 2016.

Um pequeno momento de uma iniciativa cultural da cidade preservado em vídeo.

E os grupos ainda estavam apenas começando a se formar.

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Preparativos para a festa julina.


A divisão dos grupos de trabalho, como toda iniciativa precisa de voluntários, o pessoal do grupo de teatro começou a divisão das pessoas para pegar as tarefas.



Grupos de trabalho para todos os preparativos, criação de cronograma e task do. Será uma grande empreitada fazer movimentar 5 pelotoes de pessoas.

sábado, 16 de abril de 2016

Teatro amador em Campinas SP

Bellacosa Mainframe e o teatro amador na estação cultura de campinas

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🎭 Teatro Amador em Campinas — Memórias revisitadas dez anos depois

Esta postagem de abril de 2016 parece simples. Algumas fotografias, pequenos vídeos, uma aula de teatro amador e a velha Estação Central de Campinas como cenário.

Mas, dez anos depois, consigo enxergar muito mais coisas escondidas dentro dessas imagens.

Naquela época eu vivia um breve romance com Ana Paula. Nossa história ainda teria muitas páginas pela frente: nós nos reencontraríamos em 2018 e viveríamos juntos, mantendo nosso relacionamento até 2025. Mas nada disso era conhecido naquele sábado de 2016.

Naquele momento existiam apenas duas pessoas vivendo suas próprias descobertas.

Ana Paula havia se separado em 2014 e estava atravessando uma fase de redescoberta da vida. Era uma linda mulher na casa dos quarenta anos querendo experimentar aquilo que durante muito tempo havia ficado para depois.

Era quase como observar um pássaro que acabara de descobrir que a porta da gaiola estava aberta.

E ela queria voar.

Eventos, passeios, atividades, lugares diferentes — havia um mundo inteiro esperando do lado de fora. Como sempre gostou de teatro, encontrou um curso de teatro amador realizado aos sábados na Estação Cultura de Campinas e resolveu participar.

E foi assim que, em alguns daqueles sábados, eu também apareci por lá.

Não como aluno.

Eu ia assistir às aulas, acompanhar um pouco daquele universo e, naturalmente, fazer aquilo que sempre gostei de fazer:

explorar.



🚂 Enquanto havia teatro no palco, havia história nos corredores

A Estação Cultura era particularmente fascinante para mim.

Não era simplesmente um prédio onde estava acontecendo uma aula de teatro. Aquela era a antiga estação ferroviária de Campinas, um lugar carregado de memória, arquitetura e vestígios de uma cidade construída ao redor dos trilhos.

E havia uma vantagem maravilhosa naqueles sábados.

Portas estavam abertas.

Salas e espaços que normalmente eu encontraria fechados estavam sendo utilizados pelas atividades culturais. Enquanto Ana Paula participava dos exercícios, eu tinha a oportunidade de observar detalhes do edifício, caminhar por seus espaços e descobrir pedaços daquela velha estação.

Fotografava.

Filmava.

Olhava portas, corredores, estruturas, plataformas e pequenos detalhes que provavelmente passariam despercebidos para quem estivesse ali apenas esperando alguém terminar uma aula.

Para mim aquilo era uma expedição.

Era possível sair de Itatiba em uma manhã de sábado simplesmente para acompanhar uma aula de teatro e terminar o dia tendo descoberto mais um pedaço da história de Campinas.



📷 Eu ainda não sabia que estava construindo um arquivo

Talvez esta seja a parte mais curiosa quando revejo essas postagens tantos anos depois.

Na época eu não pensava:

“Preciso documentar este momento para que em 2026 possa reconstruir minha história.”

Eu simplesmente fotografava.

Gravava.

Escrevia algumas linhas.

Publicava.

Pareciam acontecimentos banais do cotidiano.

Mas o cotidiano envelhece.

E quando envelhece suficientemente, transforma-se em memória.

Uma fotografia que em 2016 mostrava simplesmente uma aula de teatro passa a registrar roupas, pessoas, objetos, arquitetura e uma Campinas que já começou a mudar.

Um pequeno vídeo deixa de ser apenas um vídeo.

Torna-se uma janela.

E aquela postagem curtíssima que escrevi naquela época funciona hoje como uma etiqueta presa a uma caixa:



Campinas. Abril de 2016. Ana Paula. Teatro. Estação Cultura.

Quando abro a caixa, aparecem novamente os corredores, os sábados, as viagens saindo de Itatiba e aquela vontade permanente de descobrir o que existia depois da próxima porta.

🗺️ Itatiba ficava cada vez maior

Tecnicamente eu continuava morando em Itatiba.

Mas meu território pessoal já ultrapassava havia muito tempo os limites da cidade.

Campinas fazia parte desse mapa.

Cada compromisso podia se transformar em desculpa para conhecer outra rua, outro prédio, outra estação, outro parque ou alguma história escondida.

Se Ana Paula tinha teatro durante algumas horas, eu não enxergava aquilo como tempo de espera.

Era tempo de exploração.

Talvez por isso tantas dessas pequenas postagens tenham sobrevivido.

Enquanto muita gente esperaria sentada olhando o relógio, eu desaparecia com uma câmera.

E voltava carregando fotografias.

🎭 O palco era maior do que imaginávamos

Há ainda outra coisa interessante quando olho para tudo isso dez anos depois.

Ana Paula estava fazendo teatro.

Mas, de certa maneira, todos nós estávamos entrando em atos de uma peça cujo roteiro ainda não conhecíamos.

Em 2016 tivemos aquele breve romance.

A vida seguiu.

Em 2018 nossos caminhos voltariam a se encontrar.

Depois viveríamos juntos e construiríamos uma história que chegaria até 2025.

Por isso aquelas imagens da Estação Cultura adquiriram outra dimensão.

Elas pertencem ao primeiro ato.

Não havia como o Vagner segurando a câmera em 2016 saber o que aconteceria dois anos depois, muito menos imaginar onde aquela história estaria quase uma década mais tarde.

Talvez seja justamente isso que torne fotografias antigas tão poderosas.

Elas sabem apenas o passado.

Nós é que conhecemos o futuro delas.

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Hoje olho para aquela postagem e percebo que não estava documentando apenas uma aula de teatro amador.

Eu estava registrando uma mulher redescobrindo possibilidades.

Estava registrando o começo de uma história que ainda teria outros atos.

Estava registrando uma velha estação ferroviária transformada em espaço de cultura.

Estava registrando Campinas.

Estava registrando minhas pequenas viagens saindo de Itatiba.

E, sem perceber, estava registrando a mim mesmo.

Talvez seja por isso que eu não goste de apagar os registros antigos apenas porque são pequenos, imperfeitos ou possuem poucas palavras.

O texto antigo permanece.

As fotografias permanecem.

Os vídeos permanecem.

E acrescento aquilo que a memória ainda consegue recuperar.

Porque dez anos depois descobrimos uma coisa curiosa:

às vezes uma postagem de cinco linhas carregava uma história que precisava de dez anos para conseguir ser contada.

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Aula de teatro na estação cultural.


Tarde bem animada na antiga estação da Fepasa em Campinas, onde todo o espaço foi devolvido ao publico como área de cultura.



Aulas de dança, sapateado, teatro e artes circenses... para todas as idades, tudo gratuito e incentivado para atrair todas as classes.

Então ja sabe se esta em casa sem fazer nada, vista uma roupa de ginástica e um ténis confortável e corra para cá. Diversão garantida.
Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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