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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Momentos de vida selvagem no parque da Juventude

A garça maluquinha.


Estamos no parque Luis Latorre, vulgarmente conhecido como parque da Juventude. Em volta da lagoa tem uma pocinha cercada utilizada para a garotada se refrescar e fazerem brincadeiras.

Eu e o formiguinha as vezes vamos pilotar a lancha Speedy, onde aproveitamos para passar bons bocados e dia desses estávamos ali, quando surgiu uma garça, o animal esta tão domesticado que não tem medo dos humanos e fica por ali de boa, a espera de algum alimento.


E eu aproveito para capturar estes momentos, filmando e fotografando a maluquinha da garça.


quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Passeando as margens do rio Tamanduatei

Avenida do Estado e o mercado municipal


No ultimo dia do ano, uma volta pelo centro velho de Sao Paulo vendo o Rio Tamanduatei, o mercado municipal e os velhos prédios que fizeram a historia do centro velho de Sao Paulo.

Aproveitando para contar ao formiga velhas historias de outros tempos.


Foram bons anos que passei no centro, andando por estas ruas e aproveitei esta passagem para relembrar velhas historias, Vendo as evoluções, novas construções, demolições das antigas. O antigo quartel abandonado... o palácio das industrial uma vez abandonado, depois reformado , outra vez abandonado e agora um museu.


quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Shinmai Maou no Testament BURST

 

Bellacosa Mainframe apresenta shinmai maou no testament burst

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Shinmai Maou no Testament BURST (新妹魔王の契約者 BURST)

Quando um Programador COBOL Descobre que Proteger um Sistema em Produção é Muito Mais Difícil do que Implantá-lo

Se a primeira temporada apresentou os personagens e estabeleceu o universo, Shinmai Maou no Testament BURST amplia significativamente a escala da história. O foco deixa de ser apenas a convivência entre Basara, Mio e Maria para explorar conspirações, disputas pelo trono demoníaco e uma guerra que ameaça todo o equilíbrio entre humanos, heróis e demônios. (AnimeList)

Para um profissional IBM Z, esta temporada lembra exatamente a diferença entre colocar uma aplicação em produção e mantê-la funcionando sob alta carga, onde novas integrações, dependências e riscos surgem continuamente.


Ficha Técnica

Título original: 新妹魔王の契約者 BURST

Título internacional: The Testament of Sister New Devil BURST

Autor da obra original: Tetsuto Uesu

Ilustrações: Nekosuke Ōkuma

Diretor: Hisashi Saitō

Roteiro: Sumio Uetake

Trilha sonora: Yasuharu Takanashi

Estúdio: Production IMS

Estreia: 9 de outubro de 2015

Encerramento: 11 de dezembro de 2015

Episódios: 10

Origem: Light Novel

 


O Studio

A Production IMS manteve praticamente toda a equipe da primeira temporada.

O estúdio buscou:

  • melhorar as cenas de batalha;

  • ampliar os efeitos mágicos;

  • aprofundar o universo político;

  • preservar a identidade visual da série.

Apesar do orçamento limitado em comparação com grandes estúdios, entregou uma sequência consistente antes de encerrar suas atividades alguns anos depois. 


Sinopse

Após derrotar Zolgia, Basara acredita que finalmente poderá viver em paz.

Entretanto, uma convocação leva Mio ao Mundo dos Demônios, onde diferentes facções disputam o controle do reino. Basara decide acompanhá-la, iniciando uma jornada muito mais perigosa do que qualquer conflito anterior.

Agora, não basta proteger Mio: será preciso impedir uma guerra civil demoníaca.  


Resumo da História

A segunda temporada muda o foco da narrativa.

Enquanto a primeira era centrada na adaptação da nova família, BURST expande o universo:

  • conflitos diplomáticos;

  • guerras entre clãs;

  • alianças frágeis;

  • traições;

  • estratégias militares;

  • novos reis demônios;

  • crescimento do poder de Basara.

A escala aumenta e o mundo parece muito mais vivo.


Personagens Principais

Basara Toujou

Continua sendo o protetor de Mio.

Nesta temporada aprende que força sozinha não resolve crises políticas.


Mio Naruse

Agora assume cada vez mais seu papel como sucessora legítima do antigo Rei Demônio.

Passa a demonstrar maior maturidade.


Maria Naruse

Mantém o humor característico, mas também revela aspectos importantes sobre sua família e sua origem.


Yuki Nonaka

Continua sendo uma das maiores aliadas de Basara.

Sua magia ganha importância nas batalhas.


Zest

Recebe excelente desenvolvimento.

Sua lealdade, honra e capacidade militar tornam-se fundamentais para o grupo.


Leohart

Talvez o personagem político mais interessante da série.

Não governa pelo medo.

Busca estabilidade.


Lukia

Nova personagem.

Irmã mais velha de Maria.

Sua chegada altera completamente a dinâmica da história. 


O que muda em BURST?

Comparando com a primeira temporada:

✅ muito mais ação;

✅ maior foco em política;

✅ menos episódios cotidianos;

✅ universo expandido;

✅ novos personagens;

✅ batalhas maiores;

✅ maior desenvolvimento de Basara.

O fanservice continua presente — e em alguns momentos é até mais intenso —, mas a narrativa dedica mais espaço às consequências políticas das decisões dos protagonistas.  


Temática

A segunda temporada aborda:

  • liderança;

  • responsabilidade;

  • confiança;

  • honra;

  • alianças;

  • diplomacia;

  • guerra;

  • sacrifício;

  • amadurecimento.


Gêneros

  • Fantasia

  • Ação

  • Sobrenatural

  • Ecchi

  • Harém

  • Romance

  • Demônios

  • Escolar


Classificação

Indicada para maiores de 18 anos em diversos mercados devido ao forte conteúdo sexual, nudez parcial, violência e linguagem adulta.  


As Aventuras

Durante BURST encontramos:

  • guerras entre nobres demônios;

  • confrontos mágicos;

  • invasões de fortalezas;

  • duelos entre guerreiros lendários;

  • viagens ao Reino Demoníaco;

  • alianças improváveis;

  • conflitos familiares;

  • conspirações internas.

Cada arco aumenta a complexidade política da franquia.


Mensagens Ocultas

1. Produção é diferente de desenvolvimento

Na primeira temporada tudo era descoberta.

Agora surgem:

  • usuários;

  • clientes;

  • regras;

  • governança.

Exatamente como acontece após um sistema COBOL entrar em produção.


2. Liderança exige negociação

Basara percebe que derrotar inimigos não basta.

É preciso convencer aliados.

Todo arquiteto de sistemas aprende isso cedo.


3. Confiança é um ativo

Os contratos mágicos continuam sendo fundamentais.

Mas nesta temporada fica evidente que:

contratos sem confiança valem muito pouco.


4. Poder sem autocontrole destrói

Vários personagens mostram que força absoluta não significa capacidade de liderar.


5. O inimigo nem sempre é externo

Grande parte dos problemas nasce dentro do próprio Reino Demoníaco.

Assim como em TI:

nem sempre o maior problema vem do cliente.

Às vezes vem da arquitetura.


Bellacosa Mainframe

Imagine que a primeira temporada representava a implantação de um sistema bancário.

BURST representa o primeiro grande pico de produção.

Agora aparecem:

  • milhares de usuários;

  • novas integrações;

  • auditorias;

  • mudanças regulatórias;

  • pressão política;

  • incidentes;

  • disponibilidade 24x7.

Basara deixa de ser apenas um excelente programador.

Ele passa a agir como um System Programmer, um arquiteto ou um líder técnico que precisa equilibrar desempenho, segurança, continuidade do serviço e interesses de diferentes áreas.

O Reino Demoníaco torna-se um enorme ambiente corporativo distribuído, onde cada decisão afeta toda a infraestrutura.


Impacto Cultural

Embora não tenha alcançado o mesmo nível de popularidade de franquias como High School DxD, BURST consolidou a identidade da série ao expandir seu universo e aprofundar os conflitos políticos. Entre os fãs, é frequentemente considerada superior à primeira temporada pela evolução dos personagens e pelo foco maior na narrativa, ainda que continue sendo lembrada pelo elevado nível de fanservice.  


Conclusão

Para um Programador COBOL Padawan, Shinmai Maou no Testament BURST ensina uma lição clássica da engenharia de software:

Criar um sistema é apenas o começo. O verdadeiro desafio é mantê-lo estável quando o ambiente cresce, surgem novas integrações e cada mudança passa a impactar milhares de usuários.

Basara amadurece exatamente como um profissional IBM Z: deixa de pensar apenas em resolver problemas imediatos e passa a enxergar o ambiente como um ecossistema completo, onde contratos, confiança, arquitetura e governança são tão importantes quanto poder e conhecimento técnico.


terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Brasil 2015: quando o sistema entrou em rollback e descobrimos que não havia backup

 

Bellacosa Mainframe e a retrospectiva Brasil 2015

Brasil 2015: quando o sistema entrou em rollback e descobrimos que não havia backup

ao estilo bellacosa mainframe, para o El Jefe Midnight Lunch

Meu segundo ano de volta ao Brasil foi 2015. Se 2013 tinha sido o alerta e 2014 a entrada em produção sem homologação, 2015 foi o momento em que alguém tentou desesperadamente dar rollback — só para descobrir que o backup estava corrompido. Para quem passou doze anos na Europa, acostumado a ambientes onde crise vem com manual, plano e cronograma, 2015 foi o choque definitivo: o Brasil não estava em crise econômica apenas. Estava em crise de confiança no sistema.

Economia: quando o desempenho cai de uma vez só

Em 2015, a economia deixou de fingir. O consumo travou, o crédito sumiu, o desemprego começou a aparecer de verdade. Foi como ver um sistema que rodava no limite finalmente estourar o SLA. Quem tinha reserva se encolheu, quem não tinha entrou em modo sobrevivência.

Na Europa, recessão costuma ser previsível: gráficos, avisos, pacotes de ajuste. No Brasil, ela chegou como crash. Empresas fecharam do dia para a noite, projetos foram congelados sem explicação, e a sensação geral era de chão sumindo sob os pés.

Como ex-imigrante, foi impossível não comparar: lá fora, quando o sistema falha, assume-se a falha. Aqui, cada operador culpava o outro enquanto o usuário final via o salário encolher e o futuro evaporar.

Sociedade: o país em deadlock

Socialmente, 2015 foi um ano de deadlock. Ninguém cedia, ninguém confiava, ninguém escutava. O clima era de confronto permanente — nas ruas, na imprensa, nas redes sociais, nas mesas de bar. Para quem voltou esperando reconstruir laços, foi um ano duro.

Na Europa, divergência política raramente rompe relações pessoais. No Brasil de 2015, rompeu. Vi amizades de décadas sendo suspensas, famílias evitando certos assuntos para não travar a convivência. Era como um sistema em que dois processos se bloqueiam mutuamente, esperando que o outro libere o recurso que nunca vem.

Cultura: o fim da ilusão de estabilidade

Culturalmente, 2015 marcou o fim de uma fantasia: a de que o Brasil tinha encontrado um caminho estável. O discurso otimista virou ruído. O humor ficou mais ácido, o entretenimento mais escapista, a arte mais política — ou mais desesperada.

Para quem viveu na Europa, ficou claro: quando a confiança institucional cai, a cultura vira espaço de catarse. Séries, músicas, textos e piadas começaram a refletir um país cansado de promessas. O improviso, antes celebrado, passou a ser visto como sintoma de abandono.

O brasileiro percebeu algo doloroso: criatividade não substitui estrutura.

População: medo, adaptação e fadiga

O povo em 2015 não estava mais apenas irritado. Estava com medo. Medo de perder o emprego, de não conseguir pagar contas, de descer alguns degraus na escada social. Para quem voltou de fora, foi chocante perceber como a insegurança se espalhou rápido.

Mas, como sempre, houve adaptação. Gente voltando a morar com a família, fazendo bicos, criando negócios improvisados, reinventando-se na marra. Vi uma resiliência que impressiona qualquer europeu — mas também uma exaustão que não aparece nas estatísticas.

O brasileiro aguenta muito. E isso, paradoxalmente, é parte do problema.

Segundo ano pós-retorno: o ajuste interno

No meu segundo ano de volta, entendi que retornar não era apenas geográfico. Era emocional e cultural. Em 2015, parei de comparar o Brasil com a Europa como quem espera equivalência. Passei a enxergar o Brasil como um sistema próprio, com lógica interna, cheia de exceções, patches improvisados e regras não documentadas.

Aprendi que aqui, sobreviver exige leitura de ambiente, não só competência técnica. Que seguir o manual nem sempre garante estabilidade. E que o custo psicológico de viver em um sistema instável é alto, mesmo para quem já viveu fora.

Epílogo: lição de mainframe

2015 ensinou uma lição clássica de ambientes críticos:
não existe rollback sem backup confiável.

O Brasil tentou voltar atrás, corrigir rotas, ajustar parâmetros — mas descobriu tarde demais que tinha ignorado alertas por anos. O sistema continuou rodando, porque sempre roda. Mas agora com perda de dados, falhas intermitentes e operadores exaustos.

No fim daquele ano, como ex-imigrante definitivamente reabsorvido pelo ambiente, eu já sabia:
o Brasil não estava mais em fase de ajuste fino.
Estava em modo recovery
sem certeza se o sistema voltaria exatamente como antes.

E todo operador veterano sabe: depois de um crash desses, nada volta igual.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Formiguinha nadador...

Os benefícios de colocar uma criança na natação.

O formiguinha adora uma piscina e com esse calor, aproveitamos o dia para visitar os primos de Atibaia, saímos cedo de casa e para alegria do formiga, a aguar estava uma delicia.


O malandrinho após um ano de natação esta um craque, muito audacioso dando excelentes braçadas para la e para ca, confia nos braços e se aventura para experimentar o fundo.

Recomendo que quem puder coloque seu filho na natação, os benefícios valem a pena.

SP 65 - Indo para Atibaia pela Dom Pedro

A Rodovia Dom Pedro no sentido a Atibaia


A Dom Pedro é uma estrada retilinea sem muitas coisas bacanas, feita para ser via de ligação. A paisagem é um pouco pobre.



Mesmo assim capturei nossa voltinha para no futuro vermos o que mudou na pista.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Papai noel de Itatiba visitando o Jardim Arizona.

Visitante natalino uma tradição itatibense.


Uma tradição muito bacana que existe em Itatiba é o desfile dos papais Noeis, existem aproximadamente 10 grupos que se organizam durante o ano para arrecadar fundos para comprar balas e rebuçados.



Quando chega em Dezembro o líder deste grupo se veste de Papai Noel, enfeitam carros e saem pelos bairros da cidade, distribuindo doces para as crianças.

Tem trenós, jipes, caminhonetas e ate motos... este pequeno video foi feito a quando da visita de um destes papais Noeis no bairro do Jardim Arizona.
Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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