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Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens.
Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê.
Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão.
Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
Uma tradição paulista que se espalhou pelo país todo, em Junho aproveitando o final do 1º Semestre escolar as escolas fazem a festa Junina, homenageando os Santos Populares: Santo Antônio, São João e São Pedro.
Algumas coreografias são tradicionais que todo mundo conhece, tais como "ponte caiu", "olha a cobra" e as roupas com remendos, chapéus de palha e bigodes feitos com rolha queimada.
Para aqueles que apreciam uma boa quadrilha nada como passar o sábado no São José, foram varias turmas desde o primeiro ano ate as classes mais avançadas.
Talvez determinada aplicação não suporte MFA diretamente.
Então use:
gateway;
jump server;
PAM;
controle de rede;
monitoramento;
segunda validação.
Segurança prática vive de composição.
🧠 Não romantize o controle perfeito
Não existe.
O objetivo é reduzir probabilidade e impacto.
Ferris pode tentar.
Queremos:
bloquear;
detectar;
conter;
explicar.
🚘 O pai de Cameron tinha um problema de governança
A Ferrari era um ativo crítico.
Mas não existia governança proporcional ao valor.
Muito valor.
Pouco controle.
Essa assimetria é perigosa.
📊 Crown Jewels
Empresas deveriam identificar joias da coroa.
Dados críticos.
Sistemas críticos.
Contas críticas.
Chaves críticas.
Depois aplicar controles proporcionais.
Nem tudo precisa de Ferrari security.
Mas Ferrari precisa.
💎 Classificação de ativo
Pergunte:
qual impacto se alguém:
ler?
alterar?
usar?
parar?
copiar?
Esse exercício ajuda a definir proteção.
☕ A pergunta Bellacosa
Eu colocaria esta numa War Room:
“Qual ativo nosso está protegido principalmente porque acreditamos que ninguém ousaria tocar?”
Se alguém responder rápido demais:
“nenhum”,
eu perguntaria de novo.
Porque quase toda empresa tem sua Ferrari.
🔴 Outra pergunta
“Quem possui acesso permanente que só deveria usar raramente?”
Aí começa a diversão.
🧠 E uma terceira
“Se essa pessoa for enganada, qual é o próximo controle?”
Se a resposta for:
“esperamos que ela não seja enganada”,
temos problema.
🎬 Ferris não quebrou a Ferrari
Ele quebrou o modelo mental ao redor dela.
Essa é a grande lição.
O carro era fisicamente robusto.
O sistema social não.
O pai de Cameron acreditava que proibição era equivalente a controle.
Não era.
☕ Epílogo: ninguém jamais faria isso
Ferrari na garagem.
Perfeita.
Polida.
Quase sagrada.
O pai de Cameron provavelmente dormia tranquilo porque acreditava numa certeza:
ninguém vai tocar.
Isso é confortável.
Mas segurança não vive de conforto.
Red Team existe para destruir certezas antes que um atacante real faça isso.
Não perguntamos:
“as pessoas deveriam fazer?”
Perguntamos:
“podem fazer?”
Não perguntamos:
“isso é proibido?”
Perguntamos:
“o sistema impede?”
Não perguntamos:
“ninguém faria?”
Perguntamos:
“O que acontece quando alguém fizer?”
Essa diferença separa política de controle.
Confiança de verificação.
Medo de segurança.
A Ferrari do Cameron não precisava de um discurso.
Precisava de camadas.
MFA.
PAM.
Least privilege.
Segregação.
Auditoria.
Monitoramento.
Controles compensatórios.
Porque objetos valiosos atraem comportamento adversarial.
E sistemas críticos também.
Se sua produção está protegida principalmente por:
“ninguém mexe nisso”,
Ferris já está sorrindo.
Cameron já está nervoso.
E a garagem acabou de virar sua nova superfície de ataque.
☕ SAVE FERRIS.
No próximo artigo:
Colocamos a Ferrari em Ré — Por Que Rollback Não É Backup
Porque descobrir que alguém usou seu ativo crítico já é ruim.
Descobrir que você não consegue desfazer direito...
é muito pior.
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe — Especial Red Team
SAVE FERRIS — Ferris Bueller’s Red Team
Uma série de 12 artigos sobre Red Team, segurança ofensiva,
engenharia social, OSINT, integridade de dados, MFA, PAM,
rollback, Blue Team, inteligência artificial, RACF e z/OS,
usando Ferris Bueller para explorar uma pergunta fundamental:
o sistema está realmente seguro ou apenas acredita que está?
Red Team
OSINT
Engenharia Social
Blue Team
MFA
PAM
IA Generativa
RACF
z/OS
Mainframe
1
Ferris Bueller Tinha um Plano de Ataque — Red Team Antes de Existir Red Team
Reconhecimento, criatividade adversarial e a ideia de que
o verdadeiro alvo nem sempre é a tecnologia:
são as suposições de quem construiu o sistema.
Red Team • Recon • Threat Modeling • Criatividade Adversarial
Nove Faltas? CTRL+Z — Quando o Banco de Dados Decide o que é Verdade
Integridade de dados, alteração de registros, privilégio,
auditoria e a perigosa diferença entre aquilo que aconteceu
e aquilo que o banco de dados afirma ter acontecido.
Integridade • Db2 • Auditoria • Insider Threat • Dados
Cameron, Atenda o Telefone — Social Engineering as a Service
Ferris → Cameron → telefone → escola → funcionário → sistema.
Nenhuma peça precisa falhar sozinha quando a cadeia inteira
possui uma combinação explorável de confiança.
Social Engineering • Swiss Cheese Model • Human Risk
O Diretor Rooney Está Procurando Malware no Lugar Errado
Firewall, SIEM, EDR e Zero Trust podem funcionar perfeitamente
enquanto engenharia social, Help Desk e processos humanos
criam outro caminho até o objetivo.
Privilégio, acesso físico, MFA, PAM, least privilege e o risco
de proteger um ativo crítico apenas com medo, confiança
e a esperança de que ninguém ousará tocá-lo.
Colocamos a Ferrari em Ré — Por Que Rollback Não É Backup
Rollback, restore, journaling, logs, Db2, VSAM e recuperação:
voltar o estado de um sistema não significa apagar
as consequências daquilo que aconteceu.
“A Vida Passa Muito Rápido” — O Red Team Depois que Todo Mundo Foi Embora
Red Team não termina em “conseguimos entrar”.
Ataque deve gerar descoberta, evidência, correção,
detecção e aprendizado para deixar a organização mais resiliente.
Red Teaming • Purple Team • Detection • Resilience • Learning
Ferris Bueller’s Red Team: Como Hackear o Sistema
Sem Precisar Roubar a Ferrari do Cameron
reúne os doze episódios e conecta Red Team,
engenharia social, IA, Blue Team e segurança de mainframe.
A série SAVE FERRIS, publicada no
Bellacosa Mainframe, utiliza situações inspiradas
em Ferris Bueller para explicar conceitos de
Red Team, cybersecurity, segurança ofensiva,
engenharia social, OSINT, Blue Team, Purple Team,
Zero Trust, MFA, PAM, inteligência artificial,
RACF, IBM z/OS, CICS, Db2, MQ e segurança de mainframe.
O fio condutor é simples: um atacante não precisa necessariamente
quebrar a tecnologia. Ele pode explorar relações de confiança,
processos, identidades, privilégios, integrações e suposições
existentes entre pessoas e sistemas.
A temporada acompanha o ciclo completo:
reconhecimento → engenharia social → acesso →
privilégio → impacto → detecção → correção → aprendizado.
Para Red Teams e Blue Teams, o objetivo final não é provar
quem é mais inteligente, mas encontrar caminhos invisíveis
antes que um adversário real os descubra.
A festa junina do São José teve um momento impar, um aparte em que foi feita uma singela homenagem a diretora Terezinha pelo sucesso da quermesse e o empenho pelo sucesso da organização da quadrilha.
Uma festa por mais simples que seja dá um trabalho para ser feito, agora imagine uma festa para mais de 5.000 pessoas com danças e coreografias, barracas e praça de alimentação, segurança, higiene e limpeza. Tudo isso foi feito de maneira exemplar pela equipe coordenada pela Diretora Terezinha e por isso este vídeo mostra a homenagem surpresa.
Bellacosa Mainframe e a semana de ferias no colegio sao jose em campinas
Semana de Ferias no São José
📺 Intervalo comercial entre as danças
Entre o término de uma dança e o início da próxima, entra em cena aquilo que toda grande produção precisa ter: o intervalo comercial.
E quem assume o microfone?
Naturalmente, o Caipira-Mor.
Um caipira particularmente falante, capaz de falar pelos cotovelos e interromper tranquilamente a programação para incomodar todo mundo com sua publicidade. 😄
Desta vez, nosso patrocinador não está vendendo sabão em pó, automóvel ou plano de celular. O anúncio é muito mais importante:
vem aí uma semana de férias para as crianças!
Durante esses dias, a criançada terá várias brincadeiras e atividades disponíveis — informação devidamente transmitida pelo nosso departamento caipira de marketing, provavelmente utilizando muito mais palavras do que seriam estritamente necessárias.
É aquele pequeno momento entre apresentações que, na época, parecia apenas uma pausa.
Anos depois, porém, vira outra coisa.
Você revê o vídeo e percebe as roupas, as vozes, o jeito de falar, as crianças esperando, os adultos organizando tudo e aquela atmosfera de festa que nenhum vídeo profissional conseguiria reconstruir perfeitamente.
As danças eram o espetáculo.
Mas o intervalo comercial também acabou entrando para o backup da memória.
E lá está ele até hoje:
CAIPIRA-MOR.PUBLICIDADE
STATUS: falando pelos cotovelos desde aquela época. 😂🌽📺
Bellacosa Mainframe e a festa junina do Colégio São José
🌽 A Quadrilha Não Para
Festa Junina no Colégio São José — Campinas
Era uma tarde inteira de música, dança e tradição no Colégio São José, em Campinas.
Durante a Festa Junina, alunos do 1º ao 9º ano se revezavam nas apresentações. Aproximadamente a cada meia hora chegava uma nova turma, transformando o espaço da festa em um palco permanente de quadrilhas, brincadeiras e danças típicas.
E a criançada estava com a corda toda.
Já tinham pulado a fogueira, corrido atrás do balão, brincado com o sanfoneiro e participado de diferentes coreografias — mas a quadrilha ainda estava longe de terminar.
Este vídeo preserva um pequeno momento daquela tarde: um registro simples de uma festa escolar que, anos depois, também se tornou memória da vida cotidiana do Colégio São José.
Mais do que uma apresentação, era uma sequência de gerações da escola entrando no tablado, cada turma deixando por alguns minutos sua própria marca na Festa Junina.
🎥 Registro histórico: Festa Junina do Colégio São José — Campinas, SP.
Viagem ao pôr do sol na SP 065 saindo de Itatiba rumo a Campinas, vamos buscar o Formiga no São José e somos presenteados por um belo céu tons alaranjados.
Por causa de algumas pessoas todo o sistema fica em perigo, motoristas barbeiros que dirigem de modo imprudente e as vezes alcoolizados podem causar acidentes. Este pequeno vídeo mostra um motorista tentando a todo custo ultrapassar outros veículos, mesmo antes de ligarmos a câmera o condutor estava dirigindo de modo ofensivo.
A estrada ou melhor dizendo estradinha SP 063 Alkindar Monteiro liga Itatiba a Bragança paulista esta estrada é um perigo, poucos motoristas respeitam o traço continuo, trafegando acima do limite de velocidade e é uma rotina acontecerem acidentes aqui. Todo cuidado é pouco.
Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe
desde 1988
,
é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2,
z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais,
conhecimento técnico, história da computação e práticas
do universo mainframe para aproximar novas gerações das
tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos
ao redor do mundo.
IBM Champion
IBM Z
COBOL
CICS
Db2
z/OS
Mainframe desde 1988