☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
Gostou do conteúdo? Ajude a manter o café quente, o COBOL compilando e o mainframe acordado. 😄
☕ Pague um café ao Bellacosa

Translate

Mostrar mensagens com a etiqueta Carinho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Carinho. Mostrar todas as mensagens

domingo, 26 de junho de 2016

Uma bolinha de pelo timida

Bellacosa Mainframe e uma doce bolinha de pelo timida dormindo no sofa

🐶 Uma Bolinha de Pelo Tímida

Quando tudo o que você quer depois da festa é um sofá e um pouco de sossego

Era junho de 2016, em Sorocaba, e a festa já tinha deixado suas marcas. Gente andando de um lado para outro, conversas, risadas, movimento e aquela agitação que parece não incomodar ninguém — exceto quem tem quatro patas, muito pelo e um enorme desejo de tirar uma soneca.

No meio de tudo isso estava nossa pequena bolinha de pelo.

Depois de acompanhar toda aquela movimentação, o cachorrinho finalmente encontrou aquilo que provavelmente considerava o melhor lugar do mundo naquele momento: o sofá.

Missão cumprida.

Ou quase.

Porque apareceu uma câmera.

🐶 “Sério? Agora?”



A pequena criatura, que aparentemente não tinha qualquer interesse em iniciar uma carreira cinematográfica, tentou escapar discretamente das filmagens. Nada de poses, performances ou entusiasmo diante das lentes. Seu plano parecia muito mais simples: encontrar um cantinho confortável, enrolar-se e descansar.

Mas quem consegue resistir por muito tempo quando começam os carinhos?

Pouco a pouco, a timidez foi dando lugar à confiança. A tentativa de fuga perdeu importância e aquela bolinha de pelo acabou aceitando a atenção.

Talvez até tenha gostado.

É justamente por isso que pequenos vídeos como este ficam tão interessantes quando revisitados anos depois.

Naquele momento era apenas um cachorrinho cansado depois de uma festa.

Hoje é uma pequena cápsula do tempo.

Um pedacinho de uma tarde de 2016 que permaneceu guardado enquanto os anos passaram, as câmeras mudaram, os computadores ficaram mais rápidos e nossas vidas seguiram adiante.

E lá continua ele.

Tímido.

Peludo.

Tentando escapar da câmera.

Até descobrir que, às vezes, ser encontrado significa ganhar carinho.

Sorocaba, junho de 2016.

🐾 E aparentemente algumas coisas importantes da vida continuam muito simples: um sofá confortável, alguém por perto e um bom cafuné.




-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Este cachorrinho é uma graça.


Final de festa e o caozinho esta cansado de tanta bagunça, nada como relaxar no sofa, mas como sempre aparece o chato da camera.



O pobrezinho quer fugir,  mas nao tem jeito foi apanhado e então vamos participar da farra...  claro q ele adora um carinho e fica todo derretido com o carinho.

domingo, 12 de junho de 2016

Os gatos malucos da Vivi em desfile

Bellacosa Mainframe e o santuario de gatos da Vicky

🐱 Os Gatos Malucos da Vivi em Desfile

Quando uma casa cheia de gatos resgatados vira palco para um desfile muito particular

Existem casas tranquilas, existem casas movimentadas e existem aquelas onde os verdadeiros donos possuem quatro patas, bigodes e uma habilidade extraordinária para aparecer justamente onde não deveriam.

Na casa da Vicky, os gatos estavam por toda parte, estamos na Cidade de São Pedro , um distrito de Santana do Parnaiba.

Era praticamente impossível olhar para algum canto sem encontrar um deles observando silenciosamente, dormindo confortavelmente ou planejando alguma travessura felina.

Mas por trás daquela divertida confusão existia uma história muito mais importante.

Muitos daqueles gatos haviam sido abandonados, maltratados ou simplesmente esquecidos. Alguns chegaram magros, assustados e desconfiados. Ali encontraram comida, abrigo, cuidados e principalmente algo que talvez já não conhecessem havia algum tempo: carinho.

Pouco a pouco recuperaram o peso, a confiança e aquela curiosidade típica dos gatos.

E então começou o verdadeiro espetáculo.


🐈 Um atravessa a sala.

🐈 Outro aparece sobre algum móvel.

🐈 Um terceiro observa tudo à distância, provavelmente julgando silenciosamente os humanos.

De repente, a câmera começa a registrar aquela pequena sociedade felina.

Era o desfile dos gatos malucos da Vivi.

Não havia passarela, iluminação profissional ou modelos famosos. O cenário era uma casa comum e os protagonistas simplesmente continuavam suas vidas enquanto um humano insistia em acompanhá-los com uma câmera.

Olhando novamente para esse registro de 2016, entretanto, existe algo bonito escondido atrás da brincadeira.

Um gato fazendo bagunça, dormindo despreocupadamente ou explorando uma casa significa que ele se sente seguro naquele lugar.

Talvez esse seja o verdadeiro significado dessas imagens.

Aqueles animais não estavam simplesmente desfilando diante da câmera.

Estavam mostrando que haviam encontrado novamente um lar.

E como qualquer gato que finalmente percebe que aquela casa também lhe pertence...

começaram imediatamente a mandar em tudo. 😹

El Jefe

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Esses gatos são do barulho...


Imagine um santuário de gatos abandonados, maltratados, maltrapilho, que perderam o amor ao serem abandonados pelos seus donos originais. Um lugar onde se recuperam das judieiras e malvadezas. Ganham novamente amor e vivem numa comunidade de Felinos.

Tratados com amor, recuperam seu peso, ganham carinho e convivem em harmonia... ate aparecer um louco com uma camera para filmar suas bagunças.


terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Que beijinho mais gostoso o Luigi e os Esquilos natalinos.

Bellacosa Mainframe e os esquilinhos natalinos

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

🎄 Um Natal Guardado no Backup da Memória

Ou: quando Luís tinha três anos, a lareira estava acesa e três esquilinhos de Natal ainda sabiam cantar

Existem backups que fazemos porque somos profissionais responsáveis.

Existem backups porque o auditor exige.

Existem aqueles que ninguém sabe exatamente por que ainda estão guardados, mas todo mundo tem medo de apagar.

E existem alguns poucos que não estão em fita, disco, nuvem ou cartucho.

Estão dentro da gente.

Às vezes passam anos sem serem montados.

Até que alguma coisa — uma música, um cheiro, uma fotografia, um enfeite velho encontrado no fundo de uma caixa — executa silenciosamente:

RESTORE MEMORIA.NATAL.2000

E, de repente, tudo volta.

A árvore.

A lareira.

Os presentes.

A família.

E um pequeno Luís, com apenas três anos de idade, olhando para o Natal como somente uma criança consegue olhar.

Como se aquilo tudo fosse absolutamente verdadeiro.


🎄 A árvore não era uma árvore

Para um adulto, árvore de Natal é decoração.

Você monta.

Desembaraça aquele maldito pisca-pisca que passou onze meses dentro de uma caixa desenvolvendo espontaneamente técnicas avançadas de macramê.

Pendura bolas.

Coloca alguns enfeites.

Tenta descobrir por que metade das lâmpadas não funciona.

E pronto.

Árvore montada.

Para uma criança de três anos, porém, aquilo era outra coisa.

Era uma instalação mágica no meio da sala.

Durante quase todo o ano aquele espaço obedecia às leis normais da física doméstica.

Mas chegava dezembro e aparecia ali uma árvore coberta de luzes, cores, pequenos personagens e objetos brilhantes.

O mundo havia mudado.

E ninguém parecia particularmente preocupado com isso.

Os adultos continuavam andando pela casa normalmente.

Luís, provavelmente, ainda não tinha aprendido essa estranha capacidade que adquirimos depois de crescer:

a capacidade de deixar de achar maravilhoso aquilo que vemos todos os anos.

Para ele, cada luz merecia ser observada.

Cada enfeite tinha importância.

Cada pacote que aparecia debaixo da árvore era um novo mistério colocado em produção.

E havia uma pergunta fundamental:

o que será que tem ali dentro?


🐿️ Então entravam em produção os esquilinhos

Ah, os esquilinhos cantantes.

Hoje podemos descrevê-los friamente.

Brinquedos natalinos.

Decoração eletrônica.

Pequenos bonecos mecânicos que cantavam músicas de Natal.

Tudo tecnicamente correto.

E absolutamente incapaz de explicar o que eles realmente eram.

Porque dentro daquela casa, naquele Natal, aqueles esquilinhos faziam parte do espetáculo.

Cantavam.

Mexiam-se.

Animavam os enfeites.

E havia um menino de três anos assistindo.

A engenharia interna podia ser ridiculamente simples: um pequeno motor elétrico, algumas engrenagens, alto-falante, pilhas e um circuito provavelmente mais humilde que muita calculadora de bolso.

Mas experimente explicar isso para Luís.

Não.

Os esquilos cantavam.

Fim da documentação técnica.

E talvez essa seja uma das coisas mais bonitas da infância.

A criança ainda não precisa desmontar a magia para compreender o mecanismo.

Nós, adultos, olhamos e pensamos:

motor, pilha, engrenagem, gravação.

A criança olha e pensa:

O ESQUILO ESTÁ CANTANDO!

E quem dos dois realmente entendeu melhor aquele Natal?

Tenho minhas dúvidas.


🔥 E havia uma lareira acesa

Essa parte muda tudo.

Porque Natal também é cheiro.

É temperatura.

É som.

É luz.

A lareira acesa transformava a sala.

O fogo crepitava enquanto as luzes da árvore piscavam.

De um lado, aquele amarelo vivo das chamas.

Do outro, pequenas luzes coloridas espalhadas pelos galhos.

E entre essas duas fontes de luz estava a família.

Talvez conversando.

Talvez rindo.

Talvez alguém reclamando de alguma coisa absolutamente irrelevante que, vinte anos depois, ninguém conseguiria sequer recordar.

É curioso.

Naquele momento ninguém provavelmente pensava:

“Estamos vivendo uma memória que um dia será preciosa.”

Nós nunca pensamos.

Esse é um dos grandes bugs da existência.

Os momentos mais importantes raramente aparecem acompanhados de uma mensagem:

ICH00001I ATENÇÃO: MOMENTO FELIZ EM EXECUÇÃO

Não existe alerta.

Não aparece janela perguntando:

Deseja salvar este instante permanentemente?

Você simplesmente vive.

A criança brinca.

Alguém coloca mais lenha na lareira.

Os esquilos cantam outra vez.

Uma pessoa atravessa a sala.

Outra tira uma fotografia.

Alguém ri.

E o instante passa.

Só muitos anos depois descobrimos que aquilo foi gravado.


🎁 Debaixo da árvore existia o maior datacenter de mistérios do universo

Os presentes.

Para uma criança de três anos, um pacote embrulhado é praticamente uma falha deliberada de segurança da informação.

Existe alguma coisa ali.

Os adultos sabem o que é.

Ele não sabe.

Portanto, naturalmente, começa uma operação de inteligência.

Sacudir discretamente.

Examinar dimensões.

Tentar olhar pelas laterais.

Avaliar peso.

Comparar com brinquedos conhecidos.

Perguntar:

— O que é?

Receber a resposta universal dos adultos:

— Depois você vai descobrir.

Uma crueldade psicológica perfeitamente aceita durante o Natal.

E então chegava o momento de abrir.

O papel, cuidadosamente colocado algumas horas antes, adquiria expectativa de vida inferior à de um job submetido com JCL errado.

Rasga daqui.

Fita adesiva voando dali.

Caixa aberta.

Olhos arregalados.

E naquele momento o objeto quase importava menos que a descoberta.

Porque havia felicidade.

Daquela felicidade infantil que ainda não aprendeu a fazer análise de custo-benefício.


👨‍👩‍👦 Mas o verdadeiro Natal estava em volta da árvore

É isso que os anos ensinam.

Na época olhamos as fotografias e vemos os presentes.

Depois de algumas décadas, olhamos novamente e vemos as pessoas.

Quem estava sentado naquele sofá?

Quem colocou os presentes ali?

Quem preparou a comida?

Quem riu daquela piada?

Quem acendeu a lareira?

Quem apertou o botão para fazer os esquilinhos cantarem pela décima sétima vez porque uma criança de três anos queria ouvir novamente?

É aí que a fotografia muda.

Quando somos jovens, enxergamos o cenário.

Quando envelhecemos, começamos a enxergar o tempo.

E percebemos uma coisa extraordinária:

éramos felizes e talvez nem soubéssemos exatamente o tamanho daquela felicidade.

Não porque tudo fosse perfeito.

Famílias nunca são.

Casas nunca são.

Natais nunca são.

Certamente alguém se irritou.

Alguma coisa queimou na cozinha.

Alguém chegou atrasado.

Talvez faltasse uma pilha justamente no brinquedo que precisava de quatro.

Provavelmente existiram pequenas discussões e contratempos.

Mas a memória possui seu próprio sistema de compressão.

Ela vai descartando os arquivos temporários.

E conserva aquilo que realmente interessa.

A árvore iluminada.

A lareira.

Os presentes.

Os esquilos cantando.

E Luís com três anos.


🧒 Três anos

Há algo quase brutalmente bonito nessa idade quando observada muitos anos depois.

Porque naquela época parecia normal.

Luís tinha três anos.

No ano seguinte teria quatro.

Depois cinco.

Seis.

Dez.

Quinze.

Dezoito.

A matemática é simples.

O coração não acha graça nenhuma nela.

Porque aquele menino específico existiu durante pouquíssimo tempo.

O Luís de três anos teve aproximadamente 365 dias de produção.

Depois recebeu upgrade obrigatório.

LUIS.V3 → LUIS.V4

E nunca mais foi possível fazer rollback.

Claro que continua sendo Luís.

Mas aquela voz, aquele tamanho, aquela maneira de olhar os esquilinhos, aquela compreensão particular do mundo...

pertencem àquela versão.

Descontinuada.

Sem suporte oficial.

Mas perfeitamente executável dentro da memória do pai.


🐿️ E os esquilinhos continuam cantando

Essa talvez seja a parte mais curiosa.

Objetos sobrevivem de maneiras estranhas.

Às vezes desaparecem.

Quebram.

São guardados.

Mudam de casa.

Ficam décadas dentro de caixas.

Ou simplesmente somem naquela misteriosa dimensão paralela onde vivem meias sem par, cabos de equipamentos que ninguém mais possui e controles remotos de aparelhos aposentados em 2007.

Mas alguns objetos deixam de ser objetos.

Viram ponteiros.

Você pensa no esquilinho e ele aponta para a árvore.

A árvore aponta para a sala.

A sala aponta para a lareira.

A lareira aponta para a família.

E a família aponta para um pequeno menino de três anos.

Pronto.

Um brinquedo eletrônico barato acaba de montar um filesystem inteiro dentro da cabeça.


☕ Talvez seja isso a saudade

Durante muito tempo achei curioso quando as pessoas tratavam saudade apenas como tristeza.

Não é.

Pelo menos não necessariamente.

Existe uma saudade que dói.

Mas existe também aquela saudade boa.

A que faz sorrir antes de apertar um pouquinho o peito.

Você olha para trás e não pensa:

“Eu quero voltar.”

Porque sabemos que não podemos.

E talvez nem devêssemos.

Você pensa:

“Que bom que eu estive lá.”

Que bom que houve aquela casa.

Que bom que aquela árvore existiu.

Que bom que a lareira esteve acesa.

Que bom que havia presentes espalhados.

Que bom que aqueles ridículos e maravilhosos esquilinhos cantavam.

Que bom que a família estava ali.

E, principalmente:

que privilégio ter conhecido Luís com três anos.


🎄 O Natal que nunca termina

Talvez um dia alguém encontre uma fotografia daquele Natal.

Talvez veja apenas uma criança, uma árvore e alguns enfeites antigos.

Quem olhar de fora não ouvirá nada.

Fotografias são terrivelmente silenciosas.

Mas quem estava lá consegue ouvir.

Consegue ouvir a lenha estalando.

As conversas.

As risadas.

O papel dos presentes sendo rasgado.

E, em algum canto daquela memória, três pequenos esquilos eletrônicos iniciando novamente sua apresentação natalina.

Talvez Luís nem se lembre de todos os detalhes.

É natural.

Ele tinha três anos.

Mas alguém lembra.

E enquanto alguém lembrar, aquele Natal continua existindo em algum pequeno volume protegido do grande mainframe da memória.

Sem necessidade de energia.

Sem contrato de suporte.

Sem risco de obsolescência.


Hoje a árvore pode ser outra.

Os presentes certamente são outros.

As pessoas cresceram.

Algumas casas ficaram para trás.

A vida executou milhares de jobs desde então.

Mas existe uma pequena LPAR que nunca foi desligada.

Lá é Natal.

A lareira continua acesa.

A árvore está iluminada.

Os presentes ainda esperam para ser abertos.

A família está reunida.

E um pequeno Luís de três anos olha fascinado para alguns esquilinhos que começaram a cantar.

Não precisamos voltar.

Basta lembrar.

E sorrir.

Porque algumas das coisas mais bonitas que possuímos não estão no presente.

Também não ficaram exatamente no passado.

Elas simplesmente passaram a morar conosco.

☕🎄🐿️

E, enquanto houver alguém capaz de executar aquele velho RESTORE, os esquilinhos continuarão cantando.

 Feliz Natal do pequeno Luigi para a famiglia Bellacosa. O pequenino Luigi aprontando arte, brincando com os Esquilinhos dançantes. Na época para ele era uma loucura ouvir esses esquilinhos, ele adorava brincar, agarrar, abraçar, apertar as musiquinhas sempre fazendo bagunca com eles.




https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2020/08/dona-mercedes-o-core-system-da-minha.html

Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
GitHub LinkedIn
Inicializando conteúdo...