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segunda-feira, 3 de agosto de 2026

CSI Las Vegas — O Caso do Agente Fantasma Afinal : Onde Mora o IBM Bob?

Bellacosa Mainframe e o caso do agente fantasma onde o ibm bob habita?

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

CSI Las Vegas — O Caso do Agente Fantasma

Afinal... Onde Mora o IBM Bob?

"Toda investigação começa com uma pergunta aparentemente simples. No CSI Las Vegas aprendemos que, muitas vezes, a resposta está escondida exatamente onde ninguém pensa em procurar."

A pergunta chegou ao laboratório Bellacosa Mainframe numa tarde qualquer.

"O IBM Bob mora dentro do Mainframe?"

Silêncio.

O programador COBOL olha para o SDSF.

O operador observa a JES2.

O Sysprog abre a SYS1.PROCLIB.

O Administrador RACF consulta os Started Tasks.

Nada.

Nenhum PROC chamado BOB.

Nenhuma SYS.BOB.LIB.

Nenhum BOBLOAD.

Nenhum BOBPROC.

Nenhum STC.

Então...

Onde diabos mora esse agente?

Pegue sua lanterna.

Hoje investigaremos uma das maiores cenas do crime da Inteligência Artificial aplicada ao IBM Z.


Cena do Crime

CSI Las Vegas.

Sala escura.

Monitores iluminando o laboratório.

Na parede um enorme diagrama do z/OS.

Grissom aproxima-se.

— Catherine...

Onde está o Bob?

Nick responde:

— Não encontramos nenhum dataset.

Sara consulta o catálogo.

LISTCAT LEVEL(SYS.BOB)

Resultado:

ENTRY NOT FOUND

Brass pergunta:

— Então ele não existe?

Grissom sorri.

— Existe.

Só não mora onde vocês estão procurando.



A Primeira Hipótese

Todo programador COBOL imagina algo parecido com isto.

SYS1.PROCLIB

↓

SYS1.PARMLIB

↓

SYS1.LINKLIB

↓

USER.COBOL

↓

COPYLIB

↓

JCLLIB

↓

SYS.BOB.LIB

Seria maravilhoso.

Uma biblioteca contendo:

BOB

BOBINIT

BOBPROC

BOBLOAD

BOBCFG

Mas isso simplesmente não existe.

Pelo menos não na arquitetura atual.


O Grande Engano

Nós, profissionais de mainframe, fomos treinados durante quarenta anos para acreditar que:

"Se executa alguma coisa...

ela deve morar em algum dataset."

É natural pensar assim.

O CICS mora em bibliotecas.

O DB2 mora em bibliotecas.

O IMS mora em bibliotecas.

O MQ mora em bibliotecas.

O RACF possui módulos.

O DFSORT possui módulos.

Até o ISPF possui bibliotecas.

Então...

onde mora Bob?

A resposta muda completamente nossa forma de pensar.



Bob não mora no z/OS

Bob é um serviço.

Mais precisamente,

um AI Software Engineer Service.

Ele vive em infraestrutura moderna.

Pode estar:

  • IBM Cloud

  • Linux

  • Kubernetes

  • OpenShift

  • LinuxONE

  • Cloud privada

  • Data Center corporativo

Mas normalmente

não dentro do Address Space do z/OS.


Pense no Banco de Dados

Imagine um programa COBOL.

READ CLIENTE

Os dados não estão no COBOL.

Estão no VSAM.

Agora imagine:

EXEC SQL
SELECT *
FROM CLIENTES

O DB2 não mora no COBOL.

Ele responde ao COBOL.

Bob faz exatamente isso.



O Novo Modelo Mental

Em vez disso,

pense assim.

                 IBM Bob

             AI Service

                 │

      HTTPS / MCP / APIs

                 │

      IBM Z Open Editor

                 │

          Seu Programa

                 │

              Mainframe

O Bob está do outro lado da conversa.


Quem faz a ponte?

Aqui entra um personagem novo.

O MCP.

Model Context Protocol.

Imagine o velho VTAM.

Ele ligava terminais.

O MCP liga Inteligências Artificiais.


Antes

3270

↓

VTAM

↓

CICS


Hoje

Bob

↓

MCP

↓

Git

↓

Filesystem

↓

Mainframe

↓

Cloud

↓

SQLite

↓

Appwrite

↓

GitHub

É o mesmo conceito.

Mudou apenas o protocolo.


O Investigador encontra uma pista

Sara abre o VS Code.

Existe um programa COBOL.

CLIENTE.CBL

Bob consegue explicar.

Grissom pergunta.

Como?

Será que Bob entrou no PDS?

Não.

Quem abriu o programa foi o editor.

O editor entregou o conteúdo ao Bob.


Quem entrega os COPYBOOKs?

Outra pergunta excelente.

Imagine.

COPY CLIENTE.

COPY CONTA.

COPY BMSMAP.

O editor conhece o projeto.

Ele resolve os COPYBOOKs.

Quando Bob precisa entender o código,

ele recebe esse contexto.

Não porque entrou no Mainframe.

Mas porque alguém lhe mostrou.


A mesma lógica vale para

  • JCL

  • PROC

  • SYSIN

  • SQL

  • REXX

  • CLIST

  • HLASM

Tudo depende do contexto entregue.



Então Bob nunca acessa o Mainframe?

Aí está o detalhe interessante.

Ele pode acessar.

Mas através de portas autorizadas.

Nunca "invadindo" o z/OS.

Por exemplo.


Caminho 1

VS Code

↓

Zowe Explorer

↓

z/OSMF

↓

REST

↓

Mainframe

Caminho 2

Bob

↓

MCP

↓

Git

↓

Pipeline

↓

DBB

↓

Mainframe

Caminho 3

Bob

↓

SSH

↓

USS

↓

Linux

Tudo depende da arquitetura.


LinuxONE entra na investigação

Agora a história fica muito mais interessante.

Imagine um datacenter IBM.

Rack

↓

IBM Z

+

LinuxONE

↓

Rede interna

↓

Storage

↓

OpenShift

O LinuxONE é um monstro.

Ele roda Linux.

Mas não é um Linux qualquer.

Ele compartilha muitas características do IBM Z.

Alta disponibilidade.

Segurança.

Virtualização.

Criptografia.

Escalabilidade absurda.


E se Bob morasse no LinuxONE?

Agora estamos falando.

Imagine.

LinuxONE

↓

OpenShift

↓

Container

↓

IBM Bob

Esse cenário faz muito sentido.

Porque:

  • baixa latência

  • segurança

  • sem sair do datacenter

  • integração corporativa


Bob e OpenShift

Imagine.

Pod

↓

IBM Bob

↓

MCP Server

↓

REST APIs

Tudo rodando localmente.

O Mainframe conversa pela rede interna.

Muito parecido com:

CICS

↓

MQ

↓

Application Server


O papel do Telum

Agora entra outro personagem.

Telum.

O processador do IBM Z.

Muita gente pensa:

"O Telum roda Bob."

Não exatamente.


O que Telum realmente faz?

Telum possui IA embarcada.

Mas ela foi criada para inferência transacional.

Exemplo.

Fraude bancária.

Cartão de crédito.

Detecção de risco.

Scoring.

Machine Learning.

Tudo isso acontece durante a própria transação.


Imagine.

Cliente compra.

↓

CICS.

↓

COBOL.

↓

DB2.

↓

Telum AI.

↓

Fraude detectada.

↓

Autoriza.

↓

Resposta.

Tudo em poucos milissegundos.


Então Bob usa Telum?

Hoje,

não diretamente.

Bob é um agente.

Telum é um acelerador de IA.

São papéis diferentes.

É como comparar.

Compilador COBOL

e

CPU

O compilador usa a CPU.

Mas não mora nela.


Poderia usar?

Perfeitamente.

Imagine uma arquitetura futura.

IBM Bob

↓

LLM

↓

Agente

↓

Inferência Telum

↓

Mainframe

Algumas decisões poderiam ser aceleradas pelo hardware.


O Grande Sonho do Sysprog

Agora imagine uma empresa.

Tudo dentro do próprio datacenter.

                  Firewall

                     │

────────────────────────────────────

             IBM Z

────────────────────────────────────

       z/OS

         │

    z/OSMF

         │

    REST APIs

────────────────────────────────────

     LinuxONE

────────────────────────────────────

 OpenShift Cluster

      │

 IBM Bob

 MCP Server

 Vector Database

 Granite LLM

 watsonx

────────────────────────────────────

      Storage

────────────────────────────────────

Observe.

Bob continua não morando no z/OS.

Mas mora ao lado.

Dentro da mesma empresa.


Como um Sysprog enxergaria isso?

Algo parecido com:

Users

↓

VS Code

↓

Bob

↓

MCP

↓

z/OSMF

↓

RACF

↓

Datasets

↓

JES2

↓

CICS

↓

DB2

Cada camada conversa apenas com a seguinte.


O papel do RACF

Outra pergunta importante.

Bob pode ler qualquer dataset?

Não.

Quem manda continua sendo o RACF.

Imagine.

USER

↓

RACF

↓

Permissão

↓

Dataset

Bob nunca deveria ultrapassar essas permissões.

Ele atua com as credenciais autorizadas.


E o Sysadmin?

O Sysadmin enxerga diferente.

Ele pensa.

CPU.

Containers.

Pods.

TLS.

Certificados.

Load Balancer.

Storage.

OpenShift.

Logs.

Monitoramento.

Prometheus.

Grafana.

Para ele,

Bob é apenas mais um serviço corporativo.


O Sysprog pensa diferente

Ele pensa.

SYS1.PARMLIB

LPAR

SMF

RMF

APF

LINKLIST

JES

RACF

WLM

Por isso existe a confusão.

Bob pertence mais ao universo DevOps do que ao universo clássico do z/OS.


E se IBM decidisse integrar tudo?

Agora começa a ficção científica.

Imagine.

IBM.BOB.STC

Started Task.

BOBPROC

PROC.

SYS1.BOBLIB

Biblioteca.

BOBCFG

Parâmetros.

BOBMCP

Servidor.

Tudo hospedado em USS.

Não é impossível.

Na verdade,

USS já permite executar aplicações Linux-like dentro do z/OS.

Poderíamos imaginar:

USS

↓

Container

↓

Granite

↓

MCP

↓

Bob

Embora hoje esse não seja o modelo oficial.


Easter Egg nº 1

Lembra quando dizíamos:

"O Mainframe é um computador enorme."

Hoje essa definição está errada.

O IBM Z virou um grande orquestrador.

Ele conversa com:

  • Linux

  • Cloud

  • Kubernetes

  • APIs

  • IA

  • Containers

O computador deixou de ser uma ilha.


Easter Egg nº 2

Nos anos 1980 perguntávamos:

"Onde está o programa?"

Hoje perguntamos:

"Onde está o serviço?"

É uma mudança filosófica enorme.


Easter Egg nº 3

Daqui a alguns anos,

talvez um novo programador pergunte:

"Onde mora o Agente?"

E o Sysprog responderá:

"Não importa onde ele mora.

Importa apenas qual identidade RACF ele usa."


Veredito do CSI Las Vegas

Grissom fecha a pasta da investigação.

Na primeira página está escrito:

O Caso do Agente Fantasma

Conclusão:

O IBM Bob não desapareceu.

Nunca esteve escondido em uma SYS.BOB.LIB.

Nunca foi um módulo APF.

Nunca ocupou uma PDSE ao lado dos seus COPYBOOKs.

Ele representa uma nova geração de software: serviços inteligentes distribuídos, acessados por protocolos modernos e integrados ao ecossistema corporativo.

Para o programador COBOL, isso pode parecer estranho no início. Afinal, passamos décadas procurando tudo em bibliotecas, PROCs, LOADLIBs e datasets catalogados. Mas o mundo mudou.

Hoje, o código continua vivendo no z/OS. Os dados continuam protegidos pelo RACF. Os JOBs continuam passando pelo JES2. O CICS continua processando milhões de transações e o Db2 continua armazenando o coração do negócio.

A novidade é que surgiu um novo colega de equipe.

Ele não mora na estante das bibliotecas.

Ele mora na rede.

Pode estar em um cluster OpenShift sobre LinuxONE, em uma nuvem privada IBM, integrado ao watsonx e aos modelos Granite, conversando com o z/OS por z/OSMF, Zowe, MCP e APIs seguras.

É como um consultor extremamente experiente sentado do outro lado do vidro da sala de operações. Ele não toca diretamente nos datasets nem invade o sistema. Observa o contexto que você lhe fornece, analisa, sugere, documenta, revisa e acelera o trabalho.

Talvez essa seja a maior transformação desde o surgimento do CICS ou do Db2: o conhecimento deixou de estar preso a uma biblioteca física e passou a existir como um serviço inteligente, distribuído, colaborativo e conectado.

E quem sabe, daqui a alguns anos, ao abrir um console do z/OS, o Sysprog encontre finalmente aquele velho sonho realizado:

===> START BOB

IEF403I BOB - STARTED

IBM AI Software Engineer ready.

Waiting for next mission...

Nesse dia, provavelmente Grissom apenas sorriria e diria:

"O agente nunca esteve perdido. Nós é que estávamos procurando no lugar errado."

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

☕💥 A Jornada do Padawan COBOL – Parte 9 Desvendando o Universo dos CALLs no Mainframe

 

Bellacosa Mainframe apresenta o call em cobol parte ix

☕💥 A Jornada do Padawan COBOL – Parte 9

Desvendando o Universo dos CALLs no Mainframe

JES2, SMF Internals, RMF, SRM, HiperSockets, Sysplex Distributor, Crypto Express, Telum AI e os Segredos dos Engenheiros IBM

Ou como descobrir que existe um universo inteiro trabalhando em silêncio enquanto seu COBOL executa um simples CALL

Por Vagner Bellacosa – Bellacosa Mainframe


O Dia em que o Padawan Descobre que o Mainframe Nunca Dorme

Depois de nove cafés, oito artigos, alguns S0C4 e incontáveis CALLs, o Padawan finalmente acredita que compreendeu o Mainframe.

Até que um Sysprog abre um painel do SDSF.

E mostra:

D A,L

D XCF

D OMVS

D WLM

D ASM

D SMF,O

Padawan:

— O que é isso?

Sysprog:

— Apenas o coração do z/OS batendo.


JES2

O Grande Mestre dos Jobs

Muitos desenvolvedores acreditam que JCL executa programas.

Na verdade não.

JCL conversa com JES.

JES conversa com o Initiator.

Initiator conversa com LE.

LE conversa com o programa.


Visualmente

JCL

↓

JES2

↓

Initiator

↓

LE

↓

COBOL

↓

CALL

↓

SUBPGM

O que JES2 faz?

Fila Jobs

Spool

Classes

Routing

Prioridades

Output

SYSOUT

Checkpoint


O easter egg

Existe banco executando:

300 mil jobs/dia

E JES2 nem sua.


SMF

O Diário do Mainframe

Padawan acha que logs são:

LOG4J

Splunk

ELK

CloudWatch

IBM criou algo décadas antes.

SMF.


SMF registra praticamente tudo.


Exemplos

SMF30

Batch

SMF70

CPU

SMF72

WLM

SMF110

CICS

SMF116

MQ

SMF101

DB2


Exemplo

SMF30

Programa

CPU

Elapsed

EXCP

Storage

RC

RMF

Resource Measurement Facility


O médico do Mainframe.


Ele mede:

CPU

I/O

Canal

Memória

Coupling Facility

WLM


Padawan pergunta:

— Meu programa está lento.

RMF responde:

— Seu programa está esperando disco.


SRM

System Resource Manager

Pouca gente conhece.

Mas todos usam.


SRM decide:

Quem usa CPU.

Quem espera.

Quem recebe prioridade.


Visualmente

Banco


↑


SRM


↓


Teste




WLM

Já vimos.

Mas agora profundamente.


Workload Manager


Ele pensa:

Cliente VIP?

Alta prioridade.

Teste?

Espera.


Exemplo

Classe A


99%



Classe B


40%



Classe C


10%

HiperSockets

Uma maravilha IBM.


Rede interna.

Sem cabo.

Sem switch.


LPAR

fala com

LPAR

pela memória.


Visualmente

LPAR A


====


MEMÓRIA



====


LPAR B

Latência?

Ridícula.


Sysplex Distributor

Balanceador.

IBM style.


Recebe.

Distribui.

Escolhe melhor LPAR.


Como um:

Nginx

Mas muito caro.

E muito bonito.


Crypto Express

O guardião.

Do reino.


Hardware dedicado.

Criptografia.


PIX

TLS

SSL

JWT

Open Banking


Tudo passa aqui.


Telum

IBM surpreendeu.


CPU

com IA.

No chip.


Exemplo

Fraude.

Cartão.

Pix.

Score.


Tempo.

Milissegundos.


O CALL invisível

Padawan escreve:

CALL 'AUTORIZA'

Na prática.

Pode envolver:

COBOL


↓

CICS


↓

MQ


↓

DB2


↓

Crypto Express


↓

Telum


↓

Sysplex


↓

CF


↓

Resposta




Enclave SRBs

Território avançado.


Permitem.

Executar trabalho.

Em engines especiais.


zIIP.

Ama isso.


Performance extrema

Veteranos observam:

SMF72

RMF

APA

Strobe


Exemplo

Programa

CPU

8 segundos

Após ajuste

500 ms


Como?

Mover.

XML.

Para zIIP.


Melhorar.

Storage.

Buffer.


Ajustar.

WLM.


Checklist Bellacosa

Dica 1

Leia SMF.


Dica 2

Aprenda RMF.


Dica 3

Conheça JES.


Dica 4

Use HiperSockets.


Dica 5

WLM é obrigatório.


Dica 6

Entenda Telum.


Dica 7

Crypto Express é fascinante.


Easter Egg Mainframe

Existe um pequeno grupo.

Capaz de olhar:

RMF Monitor III


SMF72


CF Activity


WLM Delay


SRB Time


E descobrir.

Em cinco minutos.

Por que um sistema bancário inteiro ficou lento.


Eles recebem muitos telefonemas.

Muito café.

Pouco reconhecimento.


São conhecidos.

Como:

Os Engenheiros IBM Z


Filosofia Jedi da Parte 9

O Padawan iniciante acredita:

Meu programa executa sozinho.

O desenvolvedor experiente pensa:

Meu programa depende do sistema.

O Mestre Mainframe entende:

Nenhum CALL existe isoladamente.

Ele depende de:

  • JES2

  • LE

  • WLM

  • SRM

  • RMF

  • SMF

  • XCF

  • Sysplex

  • Coupling Facility

  • Crypto Express

  • Telum AI

  • zIIP

  • HiperSockets

E o Arquiteto Supremo IBM Z sabe que, quando um desenvolvedor digita:

CALL 'SUBPGM'

ele está acionando silenciosamente décadas de engenharia IBM, dezenas de subsistemas, hardware especializado e mecanismos refinados durante mais de meio século, permitindo que bilhões de transações sejam executadas todos os dias com disponibilidade que continua sendo referência para toda a indústria.


Próxima aventura do Padawan COBOL – Parte 10

"As Últimas Runas do IBM Z: Telum II, Spyre AI Accelerator, Quantum Safe Cryptography, z/OS Connect Enterprise Edition, OpenTelemetry, Ansible, Zowe, DevOps e a Nova Ordem dos Arquitetos IBM Z."


Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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