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Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens.
Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê.
Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão.
Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
Sempre tive vontade de provar um frango frito a moda do Mississippi, depois de tanto enrolar, um dia inspirado comecei o preparo.
Comprei um frango inteiro e deixei marinar em tempero por 24 horas... alho, cebola, salsa, oregano, pimenta vermelha, pimenta do reino, cebolinha e sal a gosto.
(versão com áudio)
Depois em uma panela bem alta, despejei quase um litro de óleo e deixei pegar ponto de fervura.
Deixei o frango ficar crocante na pele e molhadinho por dentro. Acompanha bem com arroz a moçambique ou batatas cozidas.
Arroz a moda de moçambique e feito do género de risoto italiano e utiliza-se óleo de dende e leite de coco, para dar um sabor exótico.
As vezes queremos justificar uma gulodice arrumando explicação de que faz bem para a saúde.
Agora falando do ossobuco, este não tem para ninguém, junta o útil ao agradável, uma delicia de prato e altamente nutritivo para o corpo.
Para aqueles que não conhecem, ossobuco e a canela do boi, uma carne extremamente dura com um ossinho no meio cheia de tutano. Para prepara-lo é super simples, basta paciência e uma boa panela de pressão.
Ingredientes
ossobuco
cebola
alho
salsa
pimenta do reino
oregano
batata
cenoura
sal a gosto
açafrão
arroz tipo risoto italiano
Preparo
Cozinhe na panela de pressão o ossobuco e as especiarias todas com 2 litros de agua
Desligue a panela quando a carne estiver bem macia, soltando-se do osso e separe a carne do caldo.
Refogue o arroz com tempero a seu gosto, acrescente o açafrão e utilize o caldo do ossobuco para fazer o arroz.
Estamos no final do ano e nada como preparar algo diferente para a ceia.
Resolvi inovar e preparar um pernil na caçarola em pequenos bifes bem temperados e cozido lentamente em fogo baixo.
Usei tudo o que havia a mão, pimentões, alho, cebola, salsinha, cebolinha, oregano, pimenta preta, tomates. Fui montando camada por camada e distribuindo as especiarias de modo que o caldo durante a fervura alcançasse toda a carne
O sabor de um hambúrguer na brasa é único. Principalmente quando compramos a carne, mandamos moer no tamanho pequeno, fazemos nosso próprio tempero.
Depois o ritual de preparar o carvão e acender a churrasqueira, esperar atingir a temperatura certa e começar a assar.
Depois que a carne estiver no ponto, colocar uma folhinha de manjericao, a fatia de queijo e o pão para aquecer. Quando tudo estiver no ponto acrescentar o molho, o tomate e a alface.
Vou partilhar com vocês o prato da culinária portuguesa que mais me encanta no final da primavera/inicio do verão.
Estou falando das Sardinhas na Brasa, comidas em todo território português e também no mundo todo onde tiver um imigrante português.
Um prato super simples de fazer, mas com um sabor único que me faz ficar com agua na boca so de lembrar.
Quer tentar fazer em casa? Compre sardinhas inteiras bem gordas, tire as escamas com uma faca, use muito sal grosso e deixe descansar por uma hora.
Acenda o carvão na churrasqueira na altura que estiver bem quente, ponha as sardinhas na brasa e va virando para não deixar ficar muito seca, o aroma se espalha pelo ar, deixando qualquer um com agua na boca.
Acompanha lindamente com batata cozida e pimentões assados na brasa; puré de batata; sanduíche de pão português e sanduíche de broa.
Bom visitar um pais é uma experiência única, conhecer o povo, a cultura, as relíquias religiosas, as jóias arquitectónicas, ruínas arqueológicas e tesouros do passado.
Porem se não provarmos da culinária local, não podemos dizer que imergimos no pais. Eu sou uma pessoa de mente aberta e estômago de avestruz, adoro provar sabores, conhecer a culinária local
Um ícone da culinária são os biscoitinho secos e chá de hortelã bem doce que provei de norte a sul do Egipto.
De comidas posso dizer que provei carne de camelo, comi frango, búfalo... provei espagueti, arroz árabe, pão egípcio, batatas fritas e assadas, azeitonas, grão de bico, lentilha e outros quitutes mais.
Agora a gloria foi provar caldo de cana, nossa em Portugal não existe, então só quando visitava o Brasil tirava a barriga da miséria. Mas desta vez, não sempre que via um engenho, eu pedia para parar o bus e corria para comprar uma garrafinha. Ajuda aos navegantes o caldo de cana no Egito se chama ; Gasab
Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe
desde 1988
,
é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2,
z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais,
conhecimento técnico, história da computação e práticas
do universo mainframe para aproximar novas gerações das
tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos
ao redor do mundo.
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Mainframe desde 1988