✨ Bem-vindo ao meu espaço! ✨
Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens.
Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê.
Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão.
Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
Coleção histórica de páginas, comunidades, parceiros e referências
reunidas pelo El Jefe Midnight Lunch. Navegue pelos seis lotes de
páginas parceiras publicados no arquivo do blog.
📚 Páginas Parceiras — Lote 1
Primeiro conjunto histórico de páginas parceiras,
comunidades e referências reunidas pelo blog.
Coleção histórica de páginas, comunidades, parceiros e referências
reunidas pelo El Jefe Midnight Lunch. Navegue pelos seis lotes de
páginas parceiras publicados no arquivo do blog.
📚 Páginas Parceiras — Lote 1
Primeiro conjunto histórico de páginas parceiras,
comunidades e referências reunidas pelo blog.
O bloco carnavalesco "os demônios da Benjamin" mais uma vez abriram o carnaval de rua em Itatiba. Com muita irreverencia a festa do chifrudo foi demais, fazendo piada da penúria econômica da cidade e tirando sarro da politica de nossa terrinha e aloprando os políticos e personalidades que saíram no jornal em 2017;.
Que atirem a primeira pedra, mas não acertem o corno do diabo, deixa para o papai noel sem bala, noticia que virou manchete e correu o mundo através dos noticiários da internet, ficamos famosos por ai a fora.
E tomem cuidado para não apanharem do Dito, levando cintada da cinta malvada, que botou para correr o cornelius e seus amigos da Casa santa e no carnaval foi parar num ringue de boxe, montado sobre um carro alegórico. O grande refrão foi mesmo o Dito e sua cinta vingativa, realmente 2017 não foi nada bom para a casa santa... a prefeitura dando calote e ameaçando com auditorias e inspetorias nos serviços hospitalares.
Mas nem só de gozação foi o desfile, a raiva do povo pelo IPTU que aumentou 13%, um valor bem acima da inflação, ainda mais que os carnês de pagamento foram entregues esta semana.
No desfile teve um grupinho de foliões fantasiados de rolo de papel higiênico vazio, dizendo que foi tanta mão metida na massa, que acabou o papel higiênico.
Outros indignados gozavam o uber Unicamp que liga nossa cidade a Campinas, ajudando a quem mais precisa, você me entende nê? Fazer o que quando a verba acabou? Foi um gastar as verbas públicas sem controle, que o cofre ficou vazio e já sabem pode gerar grandes dores de cabeça ao prefeito. Afinal o barato é marido da barata.
O grosso da capetada estava mesmo era ironizando o estado precário da saúde publica de nossa cidade, demônios em cadeiras de roda, macas, com soro na veia e vários temas alusivos a hospital: zombies, médicos monstros, pacientes estropiados e muitos diabinhos.
Acho que falei de tudo, se não falei assista o vídeo, encontro algum amigo e partilhe o carnaval da terrinha
Que grande dia de sorte, resolvi visitar a Emiglia Romana, mais precisamente Modena para poder saborear o famoso queijo Parmigiano Reggiano é não imaginava a grande descoberta que iria fazer.
Eu não contava que este domingo, não era um simples domingo. Havia um evento acontecendo. Era um encontro de proprietários de Ferrari, pasmem havia quase 200 Ferrari reunidas. Os organizadores iniciaram o cortejo de Ferrari amarelas (cor simbolo da cidade de Modena) e cor oficial da marca.
Visitando o Museu era surpresa após surpresa, comecei por conhecer a oficina de automóveis do pai do Enzo, uma construção do século XIX em tijolo estilo inglês. Em seu interior podemos encontrar peças de veiculos, motores, fotos de família, desenho, ferramenta, conhecer um pouco do ambiente onde um homem que amava veiculo, transformou seu amor em obra de arte.
A título de curiosidade a Ferrari construiu além de automóveis: barcos e aviões. Aprender como uma simples oficina se transformou numa fabrica de veículos única. Podemos ver a evolução da logomarca da empresa, alguns projetos e objetos pessoais.
Saindo da velha oficina vemos um prédio futurístico com designer arrojado. Em seu interior, eu quase caiu duro de enfarto, Num amplo salão todo branco sem nenhuma janela, havia modelos únicos e raros de Ferrari. Cara que viagem este museu é interativo, se podia olhar dentro dos veículos, ouvir explicação dos monitores, babar, paquerar este mistico veiculo.
Havia modelos antigos e modernos, de corrida e de passeio, miniaturas, protótipos, até uma lancha de corrida. Circulando pelo amplo espaço apreciei tantos tesouros. Muitos e muitos curiosos com máquinas fotográficas na mão, capturando cada detalhe destes tesouro.
Mas o dia não acabou ainda e saindo do Museu no estacionamento do patio exterior estava lotado de carros, além de Ferrari, havia mini, dodger, aston, roll royce eram tantos veículos que não sabia para onde olhar, até bicicletas amarelas estavam participando do evento.
Foi um dia muito emocionante, se quiserem faço um outro vídeo com as outras 400 fotos que não coloquei aqui.
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe — Especial Red Team
O Diretor Rooney Está Procurando Malware no Lugar Errado
🕵️ Por que organizações caçam invasores sofisticados enquanto o atacante entra pela recepção
Existe uma cena imaginária que provavelmente acontece todos os dias em algum datacenter do planeta.
De um lado temos o SOC.
Três monitores por analista.
Dashboard piscando.
Mapa-múndi com pontinhos vermelhos.
Threat Intelligence.
EDR.
XDR.
SIEM.
SOAR.
UEBA.
NDR.
IDS.
IPS.
WAF.
Zero Trust.
Machine Learning.
Artificial Intelligence.
Uma tela mostra 14.827 eventos por segundo.
Outra mostra tentativas de conexão provenientes de países que metade da equipe precisaria procurar no Google Maps.
Na terceira existe um gráfico tão sofisticado que ninguém sabe exatamente o que significa, mas todos concordam que ficaria maravilhoso num PowerPoint para o board.
A organização gastou alguns milhões construindo sua Estrela da Morte particular.
Enquanto isso, na recepção:
— Bom dia, aqui é o Carlos da infraestrutura. Estamos com uma emergência no sistema do diretor. Você poderia confirmar uma informação para mim?
— Claro.
GAME OVER.
Nenhum zero-day.
Nenhum kernel exploit.
Nenhum ransomware polimórfico desenvolvido numa garagem subterrânea da Transnístria.
Nenhum adolescente de capuz digitando:
ACCESS GRANTED
após quinze segundos de teclado aleatório.
Apenas uma pessoa.
Falando com outra pessoa.
E uma organização que gastou milhões protegendo computadores, mas esqueceu que seres humanos também fazem parte da arquitetura.
Bem-vindo ao sexto episódio de:
SAVE FERRIS — Red Team para Quem Aprendeu que o Sistema Também Mata Aula
E desta vez o diretor Rooney está procurando malware.
Só existe um pequeno problema.
Ferris não trouxe malware.
🎬 Rooney procura uma conspiração
Uma das coisas mais engraçadas em Curtindo a Vida Adoidado é a diferença entre a complexidade imaginada por Rooney e a simplicidade das soluções de Ferris.
Rooney pensa como defensor obcecado.
Ferris deve estar fazendo alguma coisa extraordinariamente sofisticada.
Existe um plano.
Existe uma conspiração.
Existe uma operação gigantesca.
Deve haver alguma prova definitiva escondida em algum lugar.
Rooney procura o equivalente cinematográfico de um APT.
Ferris trabalha com algo muito mais poderoso:
expectativas humanas.
Ele conhece as pessoas.
Conhece o funcionamento da escola.
Conhece os horários.
Conhece as relações.
Conhece as regras.
E, principalmente, sabe quando as próprias pessoas podem ajudá-lo a contornar essas regras.
Essa é uma das lições fundamentais do Red Team:
O atacante não é obrigado a utilizar a vulnerabilidade que você gastou mais dinheiro tentando impedir.
🎬 Epílogo — Rooney estava procurando o invasor errado
Talvez Rooney nunca tenha entendido Ferris.
Porque procurava sofisticação onde havia compreensão humana.
Esperava conspiração.
Encontrou improviso.
Esperava tecnologia.
Encontrou contexto.
Esperava ataque frontal.
Encontrou caminho lateral.
E organizações modernas ainda cometem exatamente esse erro.
Compram ferramentas para enfrentar o adversário que imaginam.
APT.
Zero-day.
Malware sofisticado.
Exploit desconhecido.
Tudo isso existe.
Tudo merece defesa.
Mas existe também outro atacante.
Aquele que olha para a organização e pergunta:
— Quem atende o telefone?
— Quem reseta senha?
— Quem confia no diretor?
— Quem pode abrir exceção?
— Quem consegue alterar um cadastro?
— Quem possui uma conta esquecida?
— Qual procedimento todo mundo pula quando está com pressa?
Esse atacante talvez não precise derrotar seu firewall.
Seu SIEM.
Seu EDR.
Seu Zero Trust.
Ele só precisa encontrar uma pessoa autorizada a fazer alguma coisa...
e uma razão suficientemente convincente para que ela faça.
Por isso Red Team não deve perguntar apenas:
“Como quebramos a tecnologia?”
Deve perguntar:
“Como fazemos a organização quebrar suas próprias regras acreditando que está apenas trabalhando normalmente?”
Essa pergunta é muito mais desconfortável.
E muito mais útil.
Porque talvez o firewall esteja perfeito.
Talvez o SIEM esteja perfeito.
Talvez o EDR esteja perfeito.
Talvez RACF esteja perfeito.
E mesmo assim:
Telefone toca.
— Bom dia. Aqui é o diretor.
— Claro, senhor. Posso alterar isso.
CLICK.
Rooney continua procurando malware.
Ferris já está no centro de Chicago.
☕ SAVE FERRIS.
Porque às vezes o exploit mais perigoso não executa código.
Executa confiança.
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe — Especial Red Team
SAVE FERRIS — Ferris Bueller’s Red Team
Uma série de 12 artigos sobre Red Team, segurança ofensiva,
engenharia social, OSINT, integridade de dados, MFA, PAM,
rollback, Blue Team, inteligência artificial, RACF e z/OS,
usando Ferris Bueller para explorar uma pergunta fundamental:
o sistema está realmente seguro ou apenas acredita que está?
Red Team
OSINT
Engenharia Social
Blue Team
MFA
PAM
IA Generativa
RACF
z/OS
Mainframe
1
Ferris Bueller Tinha um Plano de Ataque — Red Team Antes de Existir Red Team
Reconhecimento, criatividade adversarial e a ideia de que
o verdadeiro alvo nem sempre é a tecnologia:
são as suposições de quem construiu o sistema.
Red Team • Recon • Threat Modeling • Criatividade Adversarial
Nove Faltas? CTRL+Z — Quando o Banco de Dados Decide o que é Verdade
Integridade de dados, alteração de registros, privilégio,
auditoria e a perigosa diferença entre aquilo que aconteceu
e aquilo que o banco de dados afirma ter acontecido.
Integridade • Db2 • Auditoria • Insider Threat • Dados
Cameron, Atenda o Telefone — Social Engineering as a Service
Ferris → Cameron → telefone → escola → funcionário → sistema.
Nenhuma peça precisa falhar sozinha quando a cadeia inteira
possui uma combinação explorável de confiança.
Social Engineering • Swiss Cheese Model • Human Risk
O Diretor Rooney Está Procurando Malware no Lugar Errado
Firewall, SIEM, EDR e Zero Trust podem funcionar perfeitamente
enquanto engenharia social, Help Desk e processos humanos
criam outro caminho até o objetivo.
Privilégio, acesso físico, MFA, PAM, least privilege e o risco
de proteger um ativo crítico apenas com medo, confiança
e a esperança de que ninguém ousará tocá-lo.
Colocamos a Ferrari em Ré — Por Que Rollback Não É Backup
Rollback, restore, journaling, logs, Db2, VSAM e recuperação:
voltar o estado de um sistema não significa apagar
as consequências daquilo que aconteceu.
“A Vida Passa Muito Rápido” — O Red Team Depois que Todo Mundo Foi Embora
Red Team não termina em “conseguimos entrar”.
Ataque deve gerar descoberta, evidência, correção,
detecção e aprendizado para deixar a organização mais resiliente.
Red Teaming • Purple Team • Detection • Resilience • Learning
Ferris Bueller’s Red Team: Como Hackear o Sistema
Sem Precisar Roubar a Ferrari do Cameron
reúne os doze episódios e conecta Red Team,
engenharia social, IA, Blue Team e segurança de mainframe.
A série SAVE FERRIS, publicada no
Bellacosa Mainframe, utiliza situações inspiradas
em Ferris Bueller para explicar conceitos de
Red Team, cybersecurity, segurança ofensiva,
engenharia social, OSINT, Blue Team, Purple Team,
Zero Trust, MFA, PAM, inteligência artificial,
RACF, IBM z/OS, CICS, Db2, MQ e segurança de mainframe.
O fio condutor é simples: um atacante não precisa necessariamente
quebrar a tecnologia. Ele pode explorar relações de confiança,
processos, identidades, privilégios, integrações e suposições
existentes entre pessoas e sistemas.
A temporada acompanha o ciclo completo:
reconhecimento → engenharia social → acesso →
privilégio → impacto → detecção → correção → aprendizado.
Para Red Teams e Blue Teams, o objetivo final não é provar
quem é mais inteligente, mas encontrar caminhos invisíveis
antes que um adversário real os descubra.
Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe
desde 1988
,
é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2,
z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais,
conhecimento técnico, história da computação e práticas
do universo mainframe para aproximar novas gerações das
tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos
ao redor do mundo.
IBM Champion
IBM Z
COBOL
CICS
Db2
z/OS
Mainframe desde 1988