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segunda-feira, 6 de maio de 2019

Rotunda da CIA Mogiana em Campinas - Memoria Ferroviária Paulista

Rotunda ferroviária da Mogiana : Complexo FEPASA em Campinas


Tema de outros vídeos em nosso canal, a Estação Central de Campinas, outrora abrigou um complexo centro ferroviário, coração da Cia Paulista e da Cia Mogiana.


Em suas instalações milhares de trabalhadores circulavam e trabalhavam nas mais diversas atividades, 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Neste complexo havia duas rotundas, uma usina termoelétrica, central de telégrafo, marcenaria, carpintaria, mecânica leve, mecânica pesada, fundição,  cozinha, cantina, oficina de costura, fabricação de vagões e carruagens e muito mais.

Após inúmeras tentativas, enfim consegui adentrar na EMDEC e com autorização visitei as ruínas da antiga rotunda, é impressionante o tamanho, contei 22 eslotes para locomotiva, me emocionei pensando em quantas locomotivas a vapor, diesel, elétrica estiveram armazenadas aqui.

Quanta riqueza e progresso trouxe estas instalações que ligava o interior ao litoral, trazendo e levando pessoas e bens, espero que um dia se concretize e se transforme num belo museu para as futuras gerações conhecerem um pouco mais da história.

Se gostou deixe seu like, e caso não seja inscrito no canal se inscreva. Muito obrigado pela visita.

Tag


#Campinas #Ferrovia #MemoriaFerroviaria #CiaPaulista #CiaMogiana #Trem #Locomotiva #Rotunda #RotundaFerroviaria #Vapor #Trilhos #Carris #Arquitetura #Arqueologia #Industrial #EstaçãoCultural #Estacao #Central

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Em busca da rotunda da Mogiana

A difícil arte em encontrar segredos em construções abandonadas. É eu falhei


Um dia de feriado, com uma grande vontade de encontrar um lugar que vem me fugindo em cada visita, um local onde havia muita vida, muito movimento, o coração das operações ferroviárias da Companhia Mogiana de Estrada de Ferro.

Estamos vasculhando a Estação Central de Campinas em busca de uma abertura nas vedações,  rumo ao galpão e rotunda ferroviária da Mogiana. Estou andando pelos trilhos e vendo o abandono do complexo. tijolos pelo chão, telhas quebradas, sucatas e lixo por todo lado,  trilhos arrancados, ferrugens e peças perdidas.

Mas nem tudo eh abandono para nosso espanto a Usina Elétrica esta vedada e protegida com alambrados novos, os furos na cerca rumo a rotunda idem. Dizem que a usina ainda possui equipamentos originais, que irão fazer parte de um acervo do museu da eletricidade, oxalá seja verdade e com isso poderemos ter mais espaços culturais para o povo.

Eu continuo andando, estou bem cansado, pois estou vindo a pé desde o mercadão, onde fiz outras filmagens para a nossa serie de exploração ferroviária, Campinas é uma mina de ouro para o transporte ferroviario, tendo conservado muitas estações, alguns quilômetros de trilhos. 

Para nosso pesar infelizmente nao conseguimos achar uma entrada para a rotunda. Ficara para um próxima vez. Com essa é a quarta ou quinta vez, que tento achar uma maneira de entrar na rotunda e conhecer as locomotivas que estão abrigadas naquele local.

Olhando ao redor fico com o coração apertado, pois tens diversos galpões abandonados, uma carruagem de passageiros incendiada e abandonada, uma oficina com preciosidades largadas para o saque e uso de albergue para mendigos.

Temos que nos unir e lutar pela preservação da memoria ferroviária.





domingo, 29 de maio de 2016

Mais detalhes desta maravilhosa mini ferrovia

Bellacosa Mainframe e a cabine 2 clube de feerromodelismo

Um Café no Bellacosa Mainframe

🚂 Mais Detalhes Desta Maravilhosa Mini Ferrovia — Um Mundo Inteiro Dentro da Cabine nº 2

Era mais um sábado na Estação Cultura de Campinas.

Ana Paula estava em sua aula de teatro amador e, enquanto esperava o ensaio terminar, eu tinha algumas horas disponíveis para fazer aquilo que já havia se tornado quase um ritual: zanzar pelo antigo complexo ferroviário.

E havia muito para explorar.

A velha estação e suas construções guardavam marcas de uma época em que aquele lugar não era patrimônio histórico, espaço cultural ou cenário para fotografias. Era uma ferrovia viva. Havia gente trabalhando, locomotivas circulando, oficinas funcionando e trens chegando e partindo.

Para alguém apaixonado por ferrovias, história e máquinas, esperar algumas horas ali estava muito longe de ser um castigo.

Era uma oportunidade.

E naquele sábado meus passos acabaram novamente diante de um dos meus lugares favoritos de todo o complexo.



🚦 Meu pequeno templo ferroviário

A famosa Cabine nº 2 de comandos.

Só o edifício já era especial.

Em outra época, cabines como aquela faziam parte do cérebro operacional da ferrovia. Ali, homens acompanhavam movimentos de trens, comandavam aparelhos e ajudavam a decidir por quais trilhos aquelas enormes máquinas deveriam passar.

Mas os tempos haviam mudado.

A velha cabine ganhara outra função.

Em seu interior funcionava um clube de ferromodelismo.

E talvez não pudesse existir destino melhor para ela.

A ferrovia em tamanho real havia desaparecido de boa parte daquele cenário, mas, dentro da antiga cabine de comandos, ela renascia alguns centímetros de cada vez.

Em miniatura.



🏙️ Uma cidade inteira sobre uma mesa

Desta vez não fiquei apenas olhando os trens circularem.

Comecei a observar a maquete com mais calma.

E foi aí que ela começou a revelar seus segredos.

Havia trilhos, naturalmente.

Muitos trilhos.

Linhas se cruzavam, desviavam, desapareciam atrás de construções e reapareciam alguns metros adiante.

Mas reduzir aquela obra a uma coleção de trilhos seria uma tremenda injustiça.

Ali estava representado praticamente um pequeno universo ferroviário.

Pontes.

Árvores.

Oficinas.

Máquinas.

Locomotivas.

Vagões.

Carros.

Caminhões.

Um bonde.

E a maravilhosa rotunda ferroviária, uma daquelas estruturas que imediatamente chamam a atenção de qualquer apaixonado por ferrovias.

Quanto mais eu olhava, mais coisas apareciam.



🔍 O segredo estava nos detalhes

Essa talvez fosse a parte mais divertida daquela maquete.

Você podia olhar durante alguns minutos, afastar-se e pensar que já havia visto tudo.

Não havia.

Era só aproximar novamente o rosto e alguma coisa surgia.

Uma pequena pessoa que passara despercebida.

Um trabalhador.

Um detalhe em uma oficina.

Um veículo parado em determinado canto.

Um cachorro.

Depois outro personagem.

Era quase uma espécie de Onde Está Wally ferroviário.

Só que ninguém estava procurando Wally.

Estávamos procurando histórias.

Porque os modelistas não haviam construído simplesmente uma ferrovia.

Eles haviam criado cenas.

🍺 Até o ferroviário precisava descansar

Em determinado ponto aparecia um bar.

E dentro dele...

Uma mesa de sinuca.

Aquilo me divertia justamente porque demonstrava o cuidado colocado na construção daquele mundo.

Não bastava colocar locomotivas sobre trilhos.

Se existe uma ferrovia, existem ferroviários.

Se existem ferroviários, existem pessoas.

E pessoas trabalham, descansam, conversam, bebem alguma coisa, jogam uma partida de sinuca e continuam suas vidas.

De repente, aquela pequena mesa deixava de ser apenas um objeto decorativo.

Ela sugeria uma história.

Talvez alguns trabalhadores tivessem terminado o turno.

Talvez alguém estivesse esperando o próximo serviço.

Talvez houvesse uma aposta valendo uma cerveja imaginária.

A maquete não dizia.

Nossa imaginação completava.

🐕 Havia até cachorros

E naturalmente naquele pequeno mundo também havia cachorros.

Pequenos cães espalhados pelo cenário.

Detalhes absolutamente desnecessários para fazer um trem elétrico funcionar.

E justamente por isso maravilhosos.

Porque são essas pequenas coisas aparentemente inúteis que dão vida a um diorama.

Um cachorro não melhora o contato elétrico dos trilhos.

Não controla um desvio.

Não alimenta uma locomotiva.

Não aciona um sinal.

Mas coloca vida naquele cenário.

Assim como as pequenas figuras humanas.

A ferrovia deixa de parecer uma demonstração técnica e começa a parecer um lugar.

👷 O uniforme não precisava estar limpo

Outra coisa que me chamou atenção foi o cuidado com as figuras.

Nem tudo parecia recém-saído da caixa.

Havia trabalhadores representados em seu ambiente de serviço, inclusive com a aparência coerente com aquele universo de oficinas, graxa, carvão, óleo e manutenção.

Uniformes sujos.

Pequenas marcas.

Cores cuidadosamente aplicadas.

São detalhes minúsculos.

Mas nosso cérebro percebe essas coisas.

Um ferroviário perfeitamente limpo diante de uma locomotiva sendo reparada pareceria artificial.

Um pouco de sujeira na roupa conta imediatamente uma história:

aquele homem estava trabalhando.

Talvez seja esse o segredo dos bons dioramas.

Eles não precisam explicar tudo.

Um detalhe bem colocado faz nossa cabeça construir o restante.

🔧 A oficina em miniatura

E naturalmente fiquei fascinado pela oficina.

Máquinas, trabalhadores, equipamentos e pequenos elementos mecânicos compunham aquele ambiente.

Era possível imaginar manutenção acontecendo ali.

Uma locomotiva chegando.

Uma ferramenta sendo utilizada.

Uma peça sendo desmontada.

Um trabalhador atravessando a oficina.

Outro reclamando que alguma coisa estava atrasada.

Nada disso realmente acontecia.

Mas parecia que poderia acontecer.

Esse é o ponto em que uma boa maquete deixa de ser brinquedo e passa a ser narrativa tridimensional.

🌳 Nem tudo era ferro

Outro detalhe importante eram as árvores e a vegetação.

Quando pensamos em ferromodelismo, nossa cabeça imediatamente vai para locomotivas, trilhos, estações e pontes.

Mas uma ferrovia existe dentro de uma paisagem.

E reproduzir essa paisagem é justamente aquilo que dá escala às máquinas.

Árvores ajudam nossos olhos a entender o tamanho das locomotivas.

Casas dão proporção aos trilhos.

Pessoas mostram a dimensão dos vagões.

Carros e caminhões colocam a ferrovia dentro de uma cidade.

Aos poucos, deixamos de enxergar objetos sobre uma bancada.

Passamos a enxergar um recorte do mundo.

🚋 E lá estava o bonde

No meio de tudo aquilo ainda havia um bonde.

Mais um daqueles elementos capazes de prender minha atenção.

Porque o bonde conecta dois mundos.

O ferroviário e o urbano.

Ele nos lembra de uma época em que trilhos não estavam apenas escondidos em pátios ferroviários ou reservados aos grandes trens.

Eles faziam parte das ruas.

Ao redor dele estavam carros, caminhões, construções e pequenas pessoas.

Era Campinas reduzida a uma escala em que cabia diante dos nossos olhos.

🌉 Pontes, trilhos e a rotunda

Naturalmente, algumas estruturas roubavam a cena.

As pontes eram uma delas.

A rotunda, outra.

A rotunda ferroviária possui algo quase hipnótico para quem gosta desse universo.

Sua própria geometria denuncia sua função.

Locomotivas chegando de diferentes direções, sendo posicionadas e encaminhadas.

Na maquete, aquele elemento ajudava a contar a história de um complexo ferroviário que havia sido gigantesco.

O curioso era pensar onde eu estava.

Eu observava uma reprodução em escala do complexo ferroviário...

estando dentro do próprio complexo ferroviário.

Uma ferrovia dentro da ferrovia.

Uma memória dentro da memória.

⚡ E por baixo daquele mundo havia tecnologia

Mas havia outra camada fascinante.

Aquela cidade minúscula precisava funcionar.

Por trás das árvores, prédios, oficinas e personagens existia a parte que normalmente não aparece nas fotografias bonitas:

a engenharia.

Fiação.

Circuitos.

Comandos.

Controles eletrônicos.

Motores.

Iluminação.

Mecanismos.

Era essa infraestrutura escondida que dava vida ao cenário.

Luzes acendiam.

Trens se movimentavam.

Elementos respondiam aos controles.

Sons completavam a experiência.

Aquilo tinha algo que sempre me fascinou nas grandes máquinas: existe uma camada visível que encanta o público e outra, escondida, que faz tudo funcionar.

Talvez por isso eu gostasse tanto daquele lugar.

Na superfície havia arte.

Por baixo havia lógica.

🎛️ O antigo e o novo dividindo a mesma cabine

E tudo aquilo acontecia justamente dentro de uma antiga cabine ferroviária de comandos.

Existe uma bela ironia nisso.

Décadas antes, controles naquele prédio ajudavam a movimentar trens verdadeiros.

Agora outros controles movimentavam trens em miniatura.

Mudaram as escalas.

Mudaram as tecnologias.

Mudaram os operadores.

Mas permaneceu a mesma ideia fundamental:

alguém precisava dizer ao trem para onde ir.

A Cabine nº 2 continuava comandando uma ferrovia.

Só que agora ela cabia dentro da própria cabine.

🎥 A câmera tenta registrar tudo

Naturalmente levei a câmera comigo.

Filmei a maquete procurando registrar aqueles detalhes.

Os trilhos.

As construções.

As pontes.

A rotunda.

O bonde.

Os veículos.

As pessoas.

Os cachorros.

A oficina.

Os controles.

As luzes.

Os movimentos.

Mas existe um problema.

O vídeo nunca captura tudo.

Não porque a câmera seja ruim.

Mas porque nosso olhar funciona de maneira diferente.

Quando estamos diante de uma maquete dessas, podemos parar.

Voltar.

Aproximar.

Olhar novamente.

Descobrir alguma coisa escondida atrás de uma construção.

Perceber uma figura que estava ali desde o começo.

Então olhar pela terceira vez e descobrir mais alguma coisa.

A câmera registra aquilo para onde apontamos.

A memória registra também aquilo que sentimos.

🔎 Sempre havia alguma coisa que eu não tinha visto

Talvez essa seja minha lembrança mais forte daquela visita.

A sensação de descoberta permanente.

Eu olhava.

Encontrava alguma coisa.

Continuava.

Voltava.

E percebia:

— Caramba... isso estava aqui antes?

Estava.

Eu é que não tinha visto.

E isso se repetia.

Era justamente esse processo que tornava a maquete tão deliciosa de observar.

Ela recompensava quem tivesse paciência.

Não era uma atração para olhar durante cinco segundos e seguir adiante.

Era necessário explorar.

Quase como eu fazia com a própria Estação Cultura enquanto esperava Ana Paula terminar sua aula.

Talvez por isso aquelas duas experiências combinassem tão bem.

Do lado de fora eu explorava um gigantesco complexo ferroviário real procurando vestígios de seu passado.

Dentro da Cabine nº 2 eu explorava sua versão em miniatura procurando pequenos detalhes construídos pelos modelistas.

Macro e micro.

Ruína e preservação.

Passado e representação.

🕰️ Oito anos dentro de alguns metros quadrados

Pensar que aquele trabalho havia consumido anos de dedicação tornava tudo ainda mais impressionante.

Cada árvore precisou ser colocada.

Cada trilho, alinhado.

Cada construção, montada.

Cada personagem, posicionado.

Cada detalhe, pintado.

Cada circuito, instalado.

Cada problema elétrico, resolvido.

E certamente muita coisa foi feita, refeita e melhorada.

Quem observa uma maquete pronta durante alguns minutos dificilmente consegue perceber a quantidade de horas humanas escondidas dentro dela.

Talvez essa seja outra semelhança com uma ferrovia verdadeira.

O passageiro vê o trem chegando.

Não vê milhares de horas de manutenção, engenharia, sinalização, operação e trabalho necessárias para que aquilo aconteça.

Na maquete era parecido.

Víamos o pequeno trem circulando.

Por baixo dele existiam anos de trabalho.

🚂 Um mundo que continuava existindo

Quando saí da Cabine nº 2 naquele sábado, Ana Paula provavelmente ainda estava envolvida com seu teatro.

E eu havia conseguido novamente matar algumas horas.

Mas chamar aquilo de simplesmente "matar o tempo" seria injusto.

Eu havia viajado.

Sem sair da estação.

Durante algum tempo caminhei por uma Campinas ferroviária reduzida a alguns metros quadrados.

Vi oficinas.

Pontes.

Trens.

Trabalhadores.

Cachorros.

Um bar.

Uma mesa de sinuca.

Um bonde.

Carros.

Caminhões.

Árvores.

Luzes.

Movimentos.

E provavelmente dezenas de coisas que estavam lá e que nem naquele dia consegui perceber.

Talvez essa seja a maior qualidade de uma grande maquete ferroviária.

Você nunca termina realmente de olhar.

Sempre existe outra pequena história escondida em algum canto.

E, tantos anos depois, aquele vídeo ainda permite fazer exatamente a mesma coisa:

dar play...

aproximar os olhos...

e procurar mais uma vez por algum pequeno detalhe que passou despercebido.

Porque dentro daquela antiga Cabine nº 2 havia algo muito maior que uma maquete.

Havia um mundo inteiro esperando para ser descoberto.

☕🚂 Bellacosa Mainframe — histórias, máquinas, memória e aqueles pequenos detalhes que só aparecem para quem resolve olhar uma segunda vez.

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Rica em detalhes


Para quem ama ferromodelismo esta mini ferrovia tem tudo para alegrar.

Construída por um grupo de amigos no decorrer de 8 anos, foram incorporados diversos temas, construções, diversas linhas se intercomunicam fazendo um show para os visitantes.

 Sem contar a sensação única de estar na cabine de controle, onde os operadores através de alavancas, movimentavam os trilhos para ligar ramais internos a malha ferroviária.

Nesta maquete tem diversos tipos de túneis, pontes, construções e ate uma replica de uma refinaria de petróleo.


Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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