☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
Gostou do conteúdo? Ajude a manter o café quente, o COBOL compilando e o mainframe acordado. 😄
☕ Pague um café ao Bellacosa

Translate

domingo, 27 de julho de 2003

Sines e a antiga fabrica de conservas romana

Escavações arqueológicas romanas


Estamos em Sines uma cidade a beira mar cheia de legados históricos, temos as muralhas, temos Vasco da Gama, uma encantadora estação ferroviária, um austero castelo, um pequenino forte e igrejas tipicamente portuguesas.



A orla marítima é muito bonita dando uma vista bela do oceano Atlântico que tanta riqueza trouxe a esta cidade e continua trazendo. Com bela passarela que no verão vira o point de turistas curiosos e casalinhos apaixonados.
Ocupava desde tempos imemoriais aqui é um paraiso para os arqueologos, inclusive com as escavaçoes da fabrica de conserva romana onde salgavam peixe e produziam o famoso molho Quarum, existem tambem olarias  e outros legados desta epoca

sábado, 26 de julho de 2003

Lamego e o Santuário da Nossa Senhora dos Remédios

Giro religioso.

Amigos não imaginam como o Norte de Portugal é religioso, para cada lugar que se chega existe um santuário em cima da montanha.



Lamego não podia ser diferente é uma bela cidade cheia de casaroes imponentes, monumentos, parques e jardins. Para não fugir da regra, claro que aqui também tem um santuário.

Localizado em uma bela colina verde, com uma longa escadaria cheia de estátuas e relevos impressionantes, chegamos ao Santuário de Nossa Senhora dos Remédios.

Outras atraçoes importantes são a cisterna antiga da cidade,  o relógio de sol as estradas e caminhos que acabam por passar pelo rio Douro. Mas a vista do Rio Douro, atravessar suas pontes, ver as videiras e depois bosques tornam a visita a Lamego um otimo passeio.

Grandola e a praia selvagem da Gale

Um acampamento a beira mar.


A praia da Gale em Grândola é um paraíso intocado que foi permitido criar um camping e parque de rolotes.



Uma praia limpa com linda falésia em cor laranjada, bosque de pinhais e mata nativa, tornam este lugar encantador para os turistas que curtem uma barraca e acampamentos.

No verão esta região lota de eco-turistas vindos de toda a parte, sendo quase impossível arrumar um lugarzinho para ficar.

Aqui aproveitando o beira mar, saboreamos como almoço um cara-pau grelhado no carvao, acompanhado de pão alentejano e vinho de caixinha do pingo doce.

domingo, 20 de julho de 2003

Montemor o Novo e o castelo do Miau

Estranhas historias de um castelo.


Estamos no distrito de Évora, indo em Direcção a Santiago do Escoural e sempre passamos as portas de Montemor-o-Novo, hoje resolvemos subir e explorar a cidade.



Existe na colina as ruínas de um castelo de grandes proporções, outrora devia ter uma grande guarnição para proteger estas terras, com a pacificação do sul de Portugal, perdeu importância e foi sendo abandonado.

O tempo cruel como sempre tratou de ir apagando seus registro, com a ajuda de terremotos e da mão humana que ao necessitar de pedras, sempre vinha ate o castelo apanhar algumas muitas casas e cercas foram construídas como este material.

Agora ouvi um causo muito engraçado a respeito deste castelo, segundo os antigos, existia uma turbe de alegres que vinham fazer festinhas na área do castelo, gerando muito ruído que incomodava a população la embaixo. Que tratava de chamar a GNR porem ate chegar a patrulha a rapaziada já tinha ido embora.

Devido a estes estranhos barulhos, que diziam parecer gatos miando, o castelo ganhou a alcunha de Castelo Do Miau. Verdade ou não, eu achei muito divertida esta historia e sempre que aqui passo, me vem a cabeça a historia do castelo.

domingo, 13 de julho de 2003

Sesimbra e suas praias maravilhosas

Bellacosa Mainframe e historias de um picnic

Um Café no Bellacosa Mainframe

🌊 Sesimbra, Arrábida e o Piquenique que Atravessou o Atlântico

Em 2003 eu estava começando a descobrir Portugal. Carmen mostrava-me a Margem Sul, Luís e Guilhermina apresentavam-me a família portuguesa — e um churrasco numa área de merendas da Serra da Arrábida acabou levando-me de volta ao Fusquinha Vermelho da minha infância.

Há dias que entram para a nossa memória porque alguma coisa extraordinária aconteceu.

Uma viagem.

Um casamento.

Uma despedida.

Uma conquista.

E existem outros que sobrevivem justamente pelo motivo contrário.

Nada extraordinário aconteceu.

Era apenas um céu azul.

Sol.

Uma família.

Algumas carnes sobre uma churrasqueira.

Uma mesa forrada para o piquenique.

Um passeio pelo campo.

Amoras apanhadas diretamente das silvas.

E, algumas horas depois, o Atlântico diante de nós.

Foi um desses dias.

E talvez justamente por isso eu ainda me lembre dele mais de vinte anos depois.

🇵🇹 Meus primeiros passos em Portugal

Em 2003 Portugal ainda era novidade para mim.

Eu estava vivendo aqueles primeiros momentos em que praticamente tudo despertava curiosidade: nomes de cidades, estradas, comidas, costumes, paisagens e até pequenas diferenças linguísticas.

E Carmen era minha guia particular naquele novo mundo.

Ela ia-me apresentando os diferentes points turísticos da Margem Sul do Tejo, lugares que para ela faziam parte de uma geografia relativamente familiar, mas que para o brasileiro recém-chegado eram descobertas.

Sesimbra.

Setúbal.

A Serra da Arrábida.

O litoral.

As pequenas estradas atravessando aquela paisagem portuguesa.

Eu observava tudo.

Talvez esse seja um dos privilégios de chegar a outro país: durante algum tempo, até aquilo que é cotidiano para quem mora ali parece extraordinário para quem acabou de chegar.

Naquele passeio estávamos acompanhados pelos pais da Carmen, Luís e Guilhermina.

E seguimos em direção à maravilhosa Serra da Arrábida.


🌲 A Serra da Arrábida

A paisagem já justificaria o passeio.

A serra descendo em direção ao mar, a vegetação mediterrânica, as estradas sinuosas e, surgindo entre diferentes pontos da paisagem, aquele azul imenso do Atlântico.

Para quem cresceu no Brasil, existe uma tendência quase automática de comparar paisagens.

Não necessariamente para decidir qual é mais bonita.

A cabeça simplesmente procura referências.

Mas naquele dia aconteceria uma comparação muito mais interessante.

Não seria entre praias.

Seria entre famílias.

🔥 Um parque de merendas

Em determinado momento paramos numa área preparada para aquilo que em Portugal se chama muito apropriadamente de parque de merendas.

Havia mesas.

Espaço para as famílias.

E churrasqueira.

Não demorou muito para começarmos nosso piquenique.

As carnes foram para o fogo.

A mesa foi forrada.

Comida apareceu de todos os lados.

Sentamos.

Conversamos.

Comemos.

Rimos.

Nada particularmente digno de entrar para os grandes livros da História da Humanidade.

Mas alguma coisa dentro da minha cabeça começou a fazer uma associação.

Eu já tinha vivido aquela cena.

Não naquele lugar.

Não com aquelas pessoas.

Não naquele país.

Mas eu conhecia aquilo.

🚗 O Fusquinha Vermelho apareceu na Arrábida

De repente, aquele parque de merendas português começou a conversar com minhas lembranças do Brasil.

Voltei algumas décadas.

Meu pai tinha o famoso Fusquinha Vermelho.

E aquele Fusquinha não parecia entender muito bem o conceito de permanecer parado.

Quando meus pais resolviam passear, íamos para o interior de São Paulo, Praia Grande ou simplesmente algum lugar interessante que aparecesse pelo caminho.

E onde o Fusquinha Vermelho parasse poderia nascer um piquenique.

Não precisava de restaurante sofisticado.

Não precisava de reserva.

Não precisava de roteiro gastronômico.

Precisava de comida, família e algum lugar onde pudéssemos sentar.

O resto nós inventávamos.

Era um hábito simples da minha infância.

Daqueles que uma criança não classifica como tradição familiar.

Para a criança, aquilo simplesmente é a vida.

Décadas depois, porém, eu estava do outro lado do Atlântico.

Outro país.

Outro continente.

Outra família.

E lá estavam Luís e Guilhermina fazendo praticamente a mesma coisa.

Carne na churrasqueira.

Mesa preparada.

Família reunida.

Céu azul sobre nossas cabeças.

Foi quando alguma coisa fez click.

🌍 Algumas coisas não precisam de tradução

Eu estava descobrindo que minha família portuguesa também gostava de piquenique.

Parece uma constatação banal.

Mas existe algo bonito nisso.

Porque naquele momento Portugal deixou de ser apenas o país estrangeiro onde eu estava começando uma nova etapa da vida.

Havia algo familiar ali.

O menino brasileiro que tinha viajado dentro de um Fusquinha Vermelho reconheceu aquela cena imediatamente.

Talvez os ingredientes fossem diferentes.

Talvez as palavras fossem diferentes.

Até o português falado ao redor da mesa possuía outro ritmo.

Mas o protocolo era o mesmo.

OPEN PICNIC
    PREPARE TABLE
    LIGHT FIRE
    COOK MEAT
    CALL FAMILY
    EAT
    TALK
    LAUGH
CLOSE PICNIC

COMPILATION SUCCESSFUL.

Nenhum erro de compatibilidade entre Brasil e Portugal.

😄

🍇 Depois do almoço, fomos zanzar

Naturalmente, depois de comer veio aquilo que gosto de fazer até hoje.

Zanzar.

Caminhamos pelo campo.

Passamos por algumas parreiras.

Para um brasileiro começando a conhecer Portugal, até aquilo despertava curiosidade.

As vinhas faziam parte de uma paisagem que eu conhecia muito mais através de imagens, histórias e garrafas do que caminhando ao lado delas.

Mas havia outra pequena surpresa esperando.

As silvas.

E nelas, amoras silvestres.

🫐 Comer diretamente da paisagem

Hoje podemos entrar num supermercado e comprar uma pequena embalagem cuidadosamente organizada.

Naquele dia era diferente.

As amoras estavam simplesmente ali.

Nas silvas.

Apanhávamos e comíamos.

É uma experiência pequena, mas curiosamente poderosa.

Existe uma diferença enorme entre:

comer uma fruta

e

encontrar uma fruta durante uma caminhada e comê-la diretamente da planta.

Por alguns segundos desaparece toda a infraestrutura que existe entre o ser humano e a comida.

Não há supermercado.

Código de barras.

Embalagem.

Caixa.

Sacola.

Geladeira.

Há apenas a planta.

A fruta.

A mão.

E alguém dizendo:

— Experimenta.

E lá vai o brasileiro experimentar mais uma coisa portuguesa.

🌊 Então chegamos ao mar

Depois da serra e do campo, fomos até o litoral.

Caminhamos pela areia.

E diante de nós estava novamente aquele velho conhecido.

O Atlântico.

Mas existe uma pequena brincadeira geográfica nisso.

Durante boa parte da minha vida eu havia observado o Atlântico do outro lado.

Agora estava olhando para ele a partir da Europa.

Era o mesmo oceano.

Mas a perspectiva tinha sido invertida.

Caminhamos tranquilamente pela praia, sentindo a brisa marítima.

Sem obrigação.

Sem relógio determinando o próximo compromisso.

Sem necessidade de transformar o passeio em alguma coisa maior do que ele realmente era.

Apenas caminhávamos.

E isso bastava.

☀️ Céu azul, sol, piquenique e família

Talvez esta seja a parte mais importante desta velha postagem.

Se eu tivesse de resumir aquele dia em quatro elementos, seriam:

céu azul, sol, piquenique e família.

Nenhum deles é raro.

Talvez justamente por isso seja tão fácil não perceber sua importância enquanto estão acontecendo.

Naquele momento eu não estava pensando:

"Vagner, preste atenção porque daqui a mais de vinte anos você vai escrever sobre isso."

Claro que não.

Eu estava vivendo.

E esse talvez seja um dos grandes paradoxos da memória.

Passamos anos perseguindo acontecimentos extraordinários e, quando olhamos para trás, frequentemente são as coisas absolutamente comuns que gostaríamos de experimentar novamente.

Sentar naquela mesa.

Sentir o cheiro da carne assando.

Ouvir aquelas conversas.

Caminhar novamente entre as parreiras.

Encontrar as amoras.

Sentir a brisa do mar.

Ver Carmen mostrando-me mais um pedaço de Portugal.

Ou simplesmente permanecer alguns minutos naquele parque de merendas sem saber que aquele instante estava sendo silenciosamente arquivado.



💾 O backup que eu não sabia que estava fazendo

Quando escrevi sobre Sesimbra em 2003, provavelmente estava apenas registrando mais um passeio.

Era um fragmento.

Uma pequena anotação digital.

Mais uma página perdida no gigantesco filesystem da Internet.

Mas foi justamente aquele registro que manteve o ponteiro.

MEMORY POINTER FOUND

YEAR.............. 2003
COUNTRY........... PORTUGAL
REGION............ ARRÁBIDA / SESIMBRA
WEATHER........... BLUE SKY
ACTIVITY.......... PICNIC
PEOPLE............ FAMILY
STATUS............ PRESERVED

E então, mais de duas décadas depois, consigo abrir novamente esse dataset.

Só que agora há informações que o Vagner de 2003 não poderia escrever.

Porque algumas coisas somente ganham significado depois que envelhecemos.



🚗 O verdadeiro easter egg estava estacionado décadas antes

O passeio era em Portugal.

A postagem falava de Sesimbra.

O cenário era a Serra da Arrábida.

Mas escondido dentro daquela história estava um Fusquinha Vermelho.

Ele não estava fisicamente ali.

Tinha ficado décadas atrás, milhares de quilômetros distante.

Mas estava naquela mesa.

Porque quando vi aquela família portuguesa preparando um piquenique, alguma parte da minha memória reconheceu imediatamente meus próprios pais fazendo aquilo.

Talvez seja isso que chamamos de pertencimento.

Não significa encontrar pessoas iguais.

Significa encontrar, no meio das diferenças, alguma coisa que nosso coração já conhece.

Naquele dia descobri um pouco da Serra da Arrábida.

Conheci mais de Sesimbra.

Caminhei pelo campo.

Vi parreiras.

Comi amoras silvestres.

Respirei a brisa do Atlântico.

Mas descobri também uma coisa que nenhum guia turístico poderia colocar no roteiro:

do outro lado do oceano havia uma família que também sabia transformar uma churrasqueira, uma mesa e uma tarde ensolarada em memória.

E talvez tenha sido justamente naquele piquenique que Portugal começou, muito discretamente, a deixar de parecer tão estrangeiro.


☕ P.S. — O melhor ponto turístico daquele dia não aparece no mapa

Podemos colocar a Serra da Arrábida no GPS.

Podemos localizar Sesimbra.

Podemos procurar praias, estradas e miradouros.

Mas não existe coordenada para aquela mesa.

O parque de merendas pode até continuar existindo.

A churrasqueira talvez ainda esteja lá.

Outras famílias provavelmente já fizeram centenas de piqueniques naquele mesmo lugar.

Mas aquele piquenique existe somente na memória.

Um Fusquinha Vermelho no Brasil.

Uma churrasqueira na Arrábida.

Duas famílias.

Dois continentes.

O mesmo hábito.

E um brasileiro descobrindo, sem perceber naquele momento, que algumas das maiores viagens da nossa vida não acontecem quando atravessamos oceanos.

Acontecem quando encontramos, do outro lado deles, alguma coisa que já morava dentro de nós.

Bellacosa Mainframe — memórias também precisam de backup.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Dia de sol é sinonimo de praia.


Que maravilha um dia de sol para fugir da rotina e aproveitar para tomar um ar fresquinho. Saímos para fazer um pic nic na serra da Arrábida.



Num parque de merenda fizemos uma churrascada, passeamos por videiras, andamos no campo, brincando no campo e aproveitando o dia.

Depois fomos para a praia caminhar na área, porem a agua é muito fria, então curtimos a brisa marinha e se esticamos na areia.

sábado, 12 de julho de 2003

Borba e a extracção de Mármore

Aprendendo sobre o mármore.

Em Borba tive a oportunidade de aprender no terreno como funciona a extracção do mármore. Uma pedra que em sua composição tem uma componente orgânica, juntando o mineral com organismos fosseis (plantas, animais e crustáceos). Tornando cada pedra única em matéria de cor e relevo.



Em Borba extrae-se mármore a séculos e toda região prospera em virtude disso, alem dos grande campos ao redor, que ainda hoje são usados como reserva de caça.

Andar pelo interior do Alentejo, sempre é uma surpresa, descobre-se uma vila perdida, uma construção histórica, um campo de batalha e o povo sempre simpático e acolhedor.

Em matéria de alimentos digno de nota são os pães alentejanos, os queijos e as azeitonas que nunca comi nada igual e hoje estou me acabando. Tudo regadinhos com um fiozinho de azeite e oreganos.

sábado, 5 de julho de 2003

Santarem a cidade que lutou

Ainda não falei do 25 de Abril, a revolução dos Cravos.


Temos falando de coisas antigas, legados de outros povos, embarcações e maravilhas moderna. Mas teve um fato muito serio e importante que devemos falar.



Portugal durante a maior parte do século XX, viveu sob a ditadura de direita, que como tudo na vida tinha lado positivo e negativo, porem ao final do governo a opressão aumentou, desemprego, perda de liberdade de expressão e a qualidade de vida caiu. Juntando com isso o estouro de guerras por independência nas colónias em África.

Neste turbilhão de coisas estourou uma revolta militar que colocou um fim na ditadura e abriu Portugal para o mundo democrático. A revolução dos Cravos foi rápida e certeira, rapidamente derrubou um regime moribundo e causou poucas perdas em vida e destruição de património.

E por que falar nisso em Santarém? Simplesmente por que esta cidade teve um papel decisivo no movimento partindo daqui os primeiros veículos militares directo a Lisboa.

Mas esta cidade também tem a vista do Tejo, o túmulo do Pedro Alvares Cabral, varias igrejas históricas, muralhas belíssimas e tantas coisas que valem o passeio.

Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
GitHub LinkedIn
Inicializando conteúdo...