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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

SP 065: Viagem sem visibilidade

Bellacosa Mainframe e a viagem sem visibilidade na SP 065

SP 065: Viagem sem visibilidade

Aventura na Rodovia Dom Pedro


Acabamos de entrar na Rodovia Dom Pedro e pegamos um trecho com baixa visibilidade com a serração bloqueando a visão.

A neblina nos obrigou a diminuir a velocidade e com isso, estamos com mais tempo para filosofar e ficar naquele papo profundo kkkkkk

Ansiosos por chegar ao litoral e com velocidade reduzida, todos os detalhes chamam atenção, desde o transito na pista contraria, até sobressaltos na pista.

A barriga roncando com fome, esperando para chegar num restaurante a beira da estrada para comermos nosso desejum, pena que neste trecho da rodovia, não existam grandes restaurantes.






Para ir mais longe nesta viagem












https://eljefemidnightlunch.blogspot.com/2016/03/rio-atibaia-alaga-sp-065-dom-pedro-i-no.html


quinta-feira, 3 de agosto de 2017

SP 065: A neblina dominando todo o horizonte


Bellacosa Mainframe e a neblina na sp 065

SP 065:  A neblina dominando todo o horizonte

Manhã de inverno na Rodovia Dom Pedro.


Saindo de Itatiba em direção a leste, pegamos a Rodovia Dom Pedro e seguimos rumo a Jacareí, neste trecho estamos próximos a Jarinu e Atibaia.

Estamos numa manha fria e a nevoa cobre toda a paisagem, nos deixando com uma visibilidade bem baixa, acompanhem um bocadinho deste trecho, onde com a pista molhada e escorregadia e baixa visibilidade coloca a prova todos os reflexos de um bom motorista.

Para quem não conhece a nossa região estamos situados na Serra da Mantigueira, somos as colinas que iniciam a elevação, neste trecho ultrapassamos os 650 metros de altitude e a tendencia e sempre a subir.

Iremos passar por diversos reservatórios de água pertencentes ao Sistema Cantareira.





quarta-feira, 2 de agosto de 2017

SP 065: Uma viagem com forte neblina

Bellacosa Mainframe e a neblina na sp 065

SP 065: Uma viagem com forte neblina

Experiencias para motorista, neblina e a baixa visibilidade

Nossa viagem rumo a Ubatuba continua, a neblina começa perder força e os raios solares começam a surgir lá longe.

A viagem esta divertida com o Formiga perguntando sobre tudo, curiosidade tipica da idade, nosso pequeno amigo tagarela descobre sobre represas e lagos, vendo os viadutos sobre os grandes lagos que começam a se encherem, após o longo período de estiagem que nosso estado atravessou.

A seca foi tão grande que diversos municípios tiveram interrupção do fornecimento de água, sofrendo com rodízios e mesmo abastecimento por carro pipa. Por sorte 2016 e 2017 trouxeram chuvas e gradualmente o Sistema Cantareira vem repondo sua cota d´água e as diversas represas começam a encherem.

Depois desse bla bla bla, nossa viagem pela Rodovia Dom Pedro esta quase terminando e em breve chegaremos a Jacareí onde iremos pegar a Rodovia Dutra. Até la amigos.





terça-feira, 1 de agosto de 2017

SP 065: Viajando sem visibilidade com muita nevoa na estrada

Bellacosa Mainframe e nevoa na estrada sp 065

SP 065: Viajando sem visibilidade com muita nevoa na estrada

Neblina na região de Nazaré Paulista.

Nossa viagem iniciou-se antes do nascer do sol, estamos na rodovia Dom Pedro rumo a Ubatuba, uma longa viagem passaremos por diversas cidades em nossa viagem.

O tempo esta fechado com um pouco de chuva pelo caminho, até chegarmos em Nazaré Paulista onde fomos pegos por uma neblina que dificultava em muito a direção, o que torna nossa viagem mais emocionante e diferente do comum.

Diminuímos a nossa velocidade e seguimos rumo a Jacareí, onde iremos pegar mais estradas, o Formiga esta elétrico, tagarela e atento a viagem, vamos conversando e aproveitando os primeiros raios solares que lutam para passar por entre a nevoa.



quarta-feira, 4 de maio de 2016

Neblina na estrada

Bellacosa Mainframe e a neblina na estrada

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

🌫️ Neblina na Estrada

A corrida pelo fretado, a pista molhada e mais um dia atravessando São Paulo para trabalhar

Este é um daqueles pequenos momentos do cotidiano que, quando aconteceram, provavelmente não pareciam merecer mais do que algumas fotografias e poucas linhas.

Era apenas mais um dia de trabalho.

Mas, olhando tantos anos depois, percebo que aquela neblina também registrou uma rotina inteira.

Morar em Itatiba e trabalhar na Vila Olímpia significava começar o expediente muito antes de chegar ao escritório. Havia a hora de levantar, preparar as coisas e, principalmente, a corrida para não perder o fretado.

Perder alguns minutos não significava simplesmente chegar alguns minutos atrasado.

Podia significar perder o transporte inteiro.

Naquela manhã, havia ainda outro personagem esperando na estrada: a neblina.



🌫️ A Terra da Garoa

São Paulo nem sempre era aquela cidade bonita de céu azul que aparece nas fotografias.

Também havia manhãs frias, cinzentas e úmidas.

A pista molhada aumentava os riscos. A neblina diminuía a visibilidade. E cada quilômetro lembrava silenciosamente que aquela viagem aparentemente banal nos expunha diariamente a uma enorme quantidade de variáveis.

Automóveis mudando de faixa.

Caminhões.

Freios repentinos.

Acidentes.

Congestionamentos.

E motociclistas surgindo entre os carros quase sem aviso.

Dentro do fretado, porém, havia pouco a fazer além de observar.

São Paulo aparecia lentamente através da névoa.

E então chegava o cheiro do Rio Pinheiros.

Não precisava nem olhar pela janela para saber exatamente onde estávamos.

O rio, durante muitos anos transformado praticamente em um esgoto a céu aberto, fazia parte daquela experiência sensorial nada turística de chegar à Vila Olímpia.

Era São Paulo dizendo:

— Bom dia. Você chegou.

🚌 O escritório era apenas metade da viagem

Daqui a alguns minutos eu estaria no escritório.

Computador ligado.

E-mails.

Problemas.

Reuniões.

Sistemas.

Telefonemas.

Mais uma jornada cheia.

Mas havia uma diferença fundamental entre quem morava relativamente perto do trabalho e quem precisava voltar para outra cidade.

Para mim, o expediente possuía horário de encerramento físico.

Não era uma abstração corporativa.

Tinha quatro rodas.

Chamava-se fretado.

E ia embora sem mim.

Por isso existia uma regra quase inviolável:

17:59 — fechar tudo e vazar.

Não era preguiça.

Era logística.

Porque sempre existia a possibilidade de aparecer, justamente naquele momento, alguém com a frase mais assustadora do escritório:

— Podemos fazer uma reunião rapidinha?

Rapidinha.

Claro.

Duas horas depois, alguém que morava a quinze minutos dali simplesmente pegaria seu carro e iria para casa.

Eu estaria calculando rotas de contingência.



⚠️ ABEND no plano de retorno

Perder o fretado significava iniciar uma verdadeira operação de recuperação de desastre.

Primeiro seria necessário atravessar São Paulo até a Rodoviária do Tietê.

Só isso já poderia consumir um tempo absurdo.

Depois ainda seria preciso encontrar o ônibus intermunicipal para Itatiba.

E havia outro problema.

O ônibus não ficaria esperando porque alguém resolveu marcar uma reunião importantíssima às 18 horas.

Se o trânsito estivesse particularmente infernal, existia até a possibilidade de perder também esse ônibus.

Uma pequena reunião no final do expediente podia transformar uma volta relativamente organizada para casa numa peregrinação através de São Paulo.

Por isso 17:59 não era simplesmente um horário.

Era meu SLA de evacuação.

Às 17:58 começava o shutdown.

Às 17:59:

LOGOFF.

Disconnect.

Vagner has left the building.

😄

🚗 A curiosa vantagem de sair mais tarde

Existe ainda uma das grandes ironias de trabalhar em São Paulo.

Quem mora na própria cidade muitas vezes descobre que não vale a pena sair às 18 horas.

É justamente quando milhares de pessoas fazem a mesma coisa.

As ruas enchem.

As avenidas travam.

As marginais tornam-se enormes estacionamentos.

Então aparece aquele cruel incentivo:

continue trabalhando.

Às 19 horas, boa parte daquela primeira onda de veículos já estará no meio do caminho.

O trânsito começa a respirar.

Para determinadas pessoas, ficar mais uma hora no escritório pode significar chegar praticamente no mesmo horário que chegariam saindo antes.

Mas esse privilégio logístico não existia para mim.

Meu transporte tinha horário.

Minha cidade estava dezenas de quilômetros distante.

Meu dia não terminava quando eu desligava o computador.

Ainda havia uma estrada inteira pela frente.

☕ Apenas mais uma manhã

E talvez seja justamente isso que torne aquela fotografia da neblina interessante tantos anos depois.

Não aconteceu nenhuma grande aventura.

Não houve nenhum acontecimento histórico.

Não ganhei na loteria.

Não encontrei uma celebridade.

Não aconteceu nada extraordinário.

Eu estava simplesmente indo trabalhar.

Mas nossa vida é formada principalmente por esses dias.

A neblina.

A pista molhada.

O vidro do fretado.

Os prédios desaparecendo entre as nuvens baixas.

O trânsito.

O cheiro desagradável do Pinheiros.

A Vila Olímpia se aproximando.

A preocupação silenciosa com os riscos da estrada.

E a certeza de que, dentro de alguns minutos, eu entraria no escritório e começaria outra jornada.

Horas depois, às 17:59, começaria outra corrida.

Desta vez no sentido contrário.

Porque trabalhar em São Paulo morando em Itatiba significava aprender uma coisa que nenhum contrato de trabalho explicava:

o caminho também fazia parte do expediente.

E, algumas vezes, a neblina estava lá apenas para nos lembrar disso.


🥚 Easter egg do Bellacosa Mainframe

Se um mainframe controlasse minha saída da Vila Olímpia, provavelmente existiria um job mais ou menos assim:

17:58:00 SHUTDOWN IN PROGRESS

17:58:30 SAVE ALL

17:58:45 LOGOFF

17:59:00 RUN VAGNER RUN

18:00:00 FRETADO DEPARTED

Porque certos ABENDs a gente simplesmente não quer descobrir em produção.

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Um dia cheio de névoa.


Para completar nosso registro fotográfico das viagens a Sampa, temos uma chegada com neblina. Vejam o alto dos prédios, a serração que a tudo cobre, diminuindo a visibilidade e deixando a pista escorregadia como um sabão.



Tirando os riscos que todos corremos devido a ma visibilidade, fica um registro bonito e poético ver a cidade toda cheia de névoa.

Delicia de momento que antecede mais uma jornada de trabalho.

Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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