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sexta-feira, 14 de julho de 2000

Formula 1 invadindo a avenida Paulista

Acelerem os carros que a bandeira de partida sai acenar.


O Banco Abn tentando cativar o público brasileiro, trouxe para a avenida Paulista uma exposição de máquinas super velozes, automóveis de formula 1 e stock car invadiram o jardim interno do banco. Ferramentas, motores, equipamentos e inclusive objectos pessoais do Ayrton Senna esta la expostos.


A praça central do Banco Real era um espaço cultural de grande riqueza para a região da Avenida Paulista, organizando grandes mostras que atraiam multidões para o Banco Real. Um outro fato que não me sai da memória eram os sinos instalados no alto da praça que tornava o lugar mais magico.

Curiosidades sobre a Avenida Paulista

Perfeito 😎 então vamos mergulhar no lado mais secreto, curioso e fofoqueiro da Avenida Paulista com 10 curiosidades extras ao estilo Bellacosa Urban History™:


1️⃣ O primeiro arranha-céu

O Edifício Itália, inaugurado em 1965, foi por décadas o maior da cidade. Curiosidade: durante muito tempo, o restaurante Terraço Itália era usado por executivos para “negócios sigilosos” e até encontros políticos discretos.


2️⃣ Fantasmas do passado cafeeiro

Muitas mansões de famílias tradicionais do café foram demolidas. Uma delas pertencia aos Villela, que tinha um jardim gigantesco. Dizem que algumas árvores centenárias ainda existem dentro de prédios ou jardins pequenos, como pequenos “fantasmas verdes”.


3️⃣ O MASP e o vão livre

O vão livre do MASP, inaugurado em 1968, é uma verdadeira passarela cultural. O que poucos sabem: projetos originais incluíam um estacionamento subterrâneo que nunca foi construído. Hoje o espaço é usado para eventos e feiras de arte.


4️⃣ Subterrâneo histórico

Sob a avenida existem túneis e galerias de drenagem e transporte que datam do início do século XX. Alguns eram usados para esconder fiação elétrica e água antes da modernização.


5️⃣ A Paulista e a moda

Nos anos 80, a avenida era o ponto de encontro da juventude modernista, com lojas de discos, cafés culturais e feiras de moda alternativa. Alguns prédios tinham vitrines que mais pareciam museus de comportamento urbano.


6️⃣ O primeiro protesto moderno

A Paulista foi palco de grandes manifestações desde os anos 1970, mas o primeiro registro de movimento de massa pós-ditadura data de 1984, com a campanha Diretas Já, reunindo milhares de paulistanos.


7️⃣ Estátuas e segredos artísticos

Além do MASP, a avenida tem várias obras de arte espalhadas, algumas discretas: esculturas de Victor Brecheret e murais escondidos em prédios comerciais, que muitos passam sem perceber.


8️⃣ Televisão à vista

O Edifício Gazeta, inaugurado em 1968, foi sede de grandes emissoras de TV, incluindo a TV Gazeta. Curiosidade: algumas filmagens de novelas históricas da Globo eram feitas a partir de janelas do prédio, mostrando a avenida de cima.


9️⃣ Um toque de natureza

O Parque Trianon mantém espécies nativas da Mata Atlântica. Mistério curioso: há trilhas pouco conhecidas que eram usadas por artistas e escritores para inspiração, longe da agitação urbana.


🔟 Easter Egg urbano

Durante reformas de prédios antigos, foi encontrado um pequeno relógio solar antigo escondido nos fundos de uma das primeiras mansões. Hoje está em exposição discreta em um hall corporativo, praticamente invisível para quem passa apressado.




terça-feira, 20 de junho de 2000

Carrancas subterranea: as cavernas e tuneis

Brincando de tatu nas cavernas de Carrancas


Mais tesouros descoberto em Carrancas: túneis, cavernas e grutas sim... meus amigos se gostas de andar em baixo da terra, seja bem vindo o solo calcário foi todo escavado pela agua, construindo túneis com ramais e interligação que somente agora estão sendo explorados a serio.



Devido as rochas calcarias existentes na região, a açao corrosiva da agua durante milénios escavou diversos túneis e cavernas que permitem explorações espeleológicas, Visitamos algumas cavernas e vislumbramos belas estalactites e encontramos diversos morcegos.

A fauna e a flora estão bem conservada em Carrancas, podemos encontrar muitas aves e alguns mamíferos. Por acaso encontramos diversas casinhas de João de Barro, o pedreiro da natureza, que apanhando barro no bico, construí belissimas casinhas e em alguns lugares existem registro de casas com ate 3 andares, vivendo familhas inteiras.

Claro que algumas aves oportunistas usurpam estas casinhas, usando-as como ninho (ate na natureza temos grileiros)


segunda-feira, 19 de junho de 2000

Carrancas e suas Corredeiras e Cachoeiras

Piscinas naturais em Carrancas

Depois de um excelente café da manha partimos em Direcção ao campo em busca das famosas corredeiras. Carranca é uma cidade rica em rios , riachos, ribeiroes com algumas cascatas lindas, pequenas cachoeiras e diversas piscinas naturais.

O grupo do Enigma estava muito empolgado, o ar fresco da manha permitiu caminharmos rápido e avançarmos rapidamente, chegando antecipadamente numa corredeira repleta de piscinas naturais, onde ficamos nos refrescando e aproveitando ao máximo possível a estadia.


A fome bateu, apos algumas horas brincando e relaxando nas aguas frias, fizemos nosso picnic comunitário e de barriguinha cheia limpamos nossa bagunça, afinal na natureza nada se tira (alem de fotografias) e nada de se leva (devemos trazer todo nosso lixo).




domingo, 18 de junho de 2000

Carrancas e seu rio e cachoeiras

Cachoeiras, ribeiros e rio de Carranca a riqueza hidrica


Nossa exploração em Carrancas nos levou a encontrar grandes quantidades de tesouros hídricos: rios, ribeiras, minas, bicas, corredeiras, cachoeiras... foi super refrescante após caminhar em trilhas sob o sol escaldante encontrar piscinas naturais para se refrescar.



Andando pelas trilhas do sertão sob o sol escaldante, não existe prazer maior que encontrar uma lagoa ou uma pequena piscina natural para relaxar. Imagine o prazer de ficar sentado em uma pequena cascata sentindo a agua caindo fazendo massagem sob o corpo.

Esta caminhada foi organizada pelo grupo Enigma e permitiu explorar diversos pontos turisticos da cidade.

Trilhas e caminhadas pelo sertão de Carrancas

Aventureiros do sertão de Minas


Nosso grupo esta empolgado o bom tempo permite explorar todo o sertão aos arredores de Carrancas, começamos nossa trilha saindo da cidade, nosso destino final são as cachoeiras, mas por agora estamos apenas curtindo o caminho, vendo as formações rochosas, a fauna e flora, sentindo a brisa e se aventurando pelas estradinhas acidentas.


Essa aventura foi organizada pela Enigma, um grupo de caminhadas ecológicas que tive o prazer de conhecer em Itatiba. Carrancas é um destino completo tenho aventuras sobre a terra, dentro da terra, na agua e para os mais audaciosos no ar.


sábado, 17 de junho de 2000

Rios e cachoeiras de Carrancas em 2000


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🏞️ Rios e Cachoeiras de Carrancas em 2000 — Pelos Caminhos do Sertão Mineiro

Uma pequena cidade mineira, estradas pelo sertão, rios cristalinos, cachoeiras, comida mineira e uma companheira de aventura muito especial: Dona Mercedes — ou, como eu gostava de provocar, Dona Menezes.

Existem pequenos vídeos que, décadas depois, deixam de ser simplesmente vídeos.

Transformam-se em janelas no tempo.

Este é um deles.

Estamos no ano 2000, em Carrancas, Minas Gerais, uma pequena cidade que, naquela época, ainda me parecia distante dos grandes circuitos turísticos.

E talvez justamente por isso fosse tão fascinante.

Não chegamos ali procurando resorts, restaurantes sofisticados ou atrações cuidadosamente preparadas para receber visitantes.

Queríamos explorar.

Queríamos caminhar.

Queríamos descobrir.

E Carrancas parecia ter sido construída exatamente para isso.



🚙 Uma viagem exploratória pelo interior de Minas

Carrancas revelava seus encantos aos poucos.

Era preciso seguir pelas estradas, caminhar por trilhas, atravessar áreas de vegetação e procurar aqueles pequenos caminhos que conduziam aos rios.

E então surgiam as recompensas.

Rios.

Riachos.

Ribeirões.

Corredeiras.

Cachoeiras.

Cascatinhas.

Piscinas naturais.

Grutas.

E até verdadeiros tobogãs naturais, onde a água havia passado milhares e milhares de anos trabalhando sobre as pedras.

Cada caminhada parecia terminar com alguma descoberta.

Não existia Google Maps no bolso.

Não havia smartphone indicando:

“Sua cachoeira está a 237 metros.”

Era outro mundo.

Você caminhava.

Observava.

Perguntava.

Explorava.

E descobria.

Talvez por isso cada lugar encontrado tivesse um sabor especial.



👵 Minha companheira de aventura

E naquela exploração eu não estava sozinho.

Minha mãe estava comigo.

Dona Mercedes.

Ou, como eu gostava de provocá-la:

Dona Menezes.

😂

Era uma daquelas brincadeiras familiares que provavelmente não significariam absolutamente nada para quem estivesse olhando de fora.

Mas nós sabíamos.

E é curioso perceber como, depois de tantos anos, são justamente esses pequenos detalhes que tornam uma lembrança preciosa.

Não lembro apenas das cachoeiras.

Lembro de estar ali com minha mãe.

Caminhando.

Descobrindo lugares.

Comendo.

Conversando.

Observando aquela paisagem completamente diferente da nossa rotina.

Hoje percebo que a verdadeira riqueza daquela viagem não estava apenas nos lugares que conhecemos.

Estava também em com quem eu estava quando os conheci.



🌾 As cores do sertão mineiro

Uma das imagens que ficaram gravadas na minha memória foi o contraste da paisagem.

O sertão mineiro apresentava uma vegetação que aos meus olhos possuía uma personalidade própria.

Poucas árvores realmente grandes.

Muitos arbustos.

Vegetação rasteira.

Capins.

Pedras.

Terra.

E uma predominância de tons que iam do ocre ao dourado.

Dependendo da posição do Sol, parecia que enormes trechos da paisagem haviam sido pintados com uma paleta de amarelos, marrons e dourados.

Mas então aparecia a água.

E tudo mudava.


💧 Azul no meio do dourado

No meio daquela paisagem seca e dourada surgiam rios e riachos surpreendentemente cristalinos.

Era um contraste maravilhoso.

Ocre da vegetação.

Dourado do capim.

Azul do céu.

Transparência da água.

E aquele som permanente de água correndo pelas pedras.

Carrancas parecia possuir água escondida por toda parte.

Você caminhava um pouco e encontrava um riacho.

Caminhava mais e aparecia uma corredeira.

Depois uma pequena queda.

Mais adiante, uma cachoeira.

Algumas eram grandes e impressionantes.

Outras eram pequenas.

E talvez justamente as menores fossem as mais deliciosas.


🌊 As cascatinhas

As pequenas cascatas eram um espetáculo à parte.

Depois de caminhar debaixo do Sol, encontrar uma delas era praticamente receber um convite:

— Entre.

E nós entrávamos.

Água gelada.

Pedras.

Barulho da correnteza.

Vegetação em volta.

Nenhuma piscina de hotel poderia competir com aquilo.

Era uma espécie de parque aquático construído durante milhares de anos pela própria geologia.

As pedras formavam escorregadores.

A correnteza criava pequenas piscinas.

Alguns trechos funcionavam como verdadeiros tobogãs naturais.

E lá íamos nós.

Porque exploração também precisava de diversão.

Muito banho.

Muita água.

Muita caminhada.

E provavelmente algumas decisões que hoje, aos 52 anos, eu observaria primeiro por alguns segundos antes de concluir:

“Será que eu realmente preciso escorregar por essa pedra?”

😂

Aos vinte e poucos anos a análise de risco funcionava com parâmetros ligeiramente diferentes.


🥾 Caminhar para descobrir

Grande parte do prazer estava justamente em caminhar.

Carrancas não era apenas um lugar para chegar.

Era um lugar para procurar.

Seguir uma trilha significava não saber exatamente o que estaria esperando depois da próxima curva.

Talvez uma cachoeira.

Talvez uma gruta.

Talvez apenas mais vegetação.

Ou talvez um daqueles pequenos lugares que nunca aparecem nos grandes cartões-postais, mas acabam sendo justamente aqueles dos quais nos lembramos décadas depois.

Havia uma sensação deliciosa de descoberta.

Era quase uma pequena expedição.

Sem grandes pretensões.

Sem necessidade de conquistar nada.

Apenas explorar.


🍲 E depois vinha Minas Gerais...

Mas existe uma consequência inevitável de passar horas caminhando, entrando em rios e subindo trilhas.

Fome.

E aí Minas Gerais apelava para golpes baixos.

Comida mineira.

Daquelas refeições capazes de fazer um caminhante esquecer instantaneamente qualquer promessa anterior de comer pouco.

Feijão.

Arroz.

Carnes.

Verduras.

Queijos.

Preparações simples.

Comida robusta.

Comida feita para alimentar gente que trabalha, caminha e vive no interior.

A culinária daquela região da Mantiqueira fazia parte da viagem tanto quanto os rios e as cachoeiras.

Depois de horas explorando o sertão, sentar para uma boa refeição mineira era praticamente a segunda etapa da aventura.

Primeiro alimentávamos a curiosidade.

Depois alimentávamos o explorador.

Generosamente.


🗺️ Muito antes de nós

Mas havia outra coisa que me fascinava naquela paisagem.

Nós estávamos percorrendo caminhos de uma região cuja história era muito mais antiga do que nossa pequena aventura.

Séculos antes, aqueles territórios do interior haviam sido atravessados por exploradores, sertanistas e bandeirantes.

Homens que avançavam pelo interior da América portuguesa em busca de caminhos, riquezas minerais, ouro e pedras preciosas — dentro de um processo histórico muito mais complexo, que também envolveu violência contra populações indígenas e pessoas escravizadas.

Ao avançarem pelo interior, essas expedições contribuíram para empurrar a ocupação portuguesa muito além da velha divisão imaginada entre Portugal e Espanha pelo Tratado de Tordesilhas.

E ali estávamos nós, séculos depois.

Sem procurar ouro.

Sem procurar diamantes.

Nosso tesouro era outro.

Uma cachoeira.

Uma gruta.

Um riacho cristalino.

Uma boa comida.

Uma fotografia.

Um pequeno vídeo.

E um dia agradável ao lado da minha mãe.


🎥 O pequeno vídeo que ficou

O vídeo que acompanha esta postagem é pequeno.

Provavelmente simples demais quando comparado com aquilo que qualquer celular consegue registrar atualmente.

Mas isso não importa.

Porque sua resolução verdadeira não pode ser medida em pixels.

Ela é medida em memórias.

Quando revejo essas imagens, não estou apenas olhando para Carrancas.

Estou olhando para o ano 2000.

Estou vendo aquele sertão novamente.

Estou sentindo o contraste entre o calor da caminhada e a água gelada.

Estou lembrando da vegetação dourada.

Das pedras.

Dos riachos.

Das cachoeiras.

Da comida.

Das brincadeiras.

E vejo novamente minha mãe participando daquela aventura.

Dona Mercedes.

Ou...

Dona Menezes.

Porque algumas piadas familiares merecem sobreviver até mesmo ao avanço implacável do calendário.


☕ Vinte e seis anos depois

Hoje, olhando essas imagens em 2026, percebo algo que talvez o Vagner de 2000 ainda não entendesse completamente.

Nós viajamos acreditando que estamos colecionando lugares.

Mas estamos colecionando momentos.

As cachoeiras continuam lá.

Os rios continuam correndo.

Carrancas mudou.

Eu mudei.

O mundo mudou enormemente.

A câmera virou celular.

O mapa virou GPS.

A fotografia virou arquivo digital.

As trilhas agora aparecem em aplicativos.

E lugares praticamente desconhecidos podem tornar-se famosos depois de algumas fotografias publicadas nas redes sociais.

Mas aquele dia específico não existe mais.

Existe somente aqui.

Nas fotografias.

No pequeno vídeo.

E dentro da memória.

Talvez seja justamente essa a maior utilidade de manter um blog durante tantos anos.

Não estamos apenas publicando textos.

Estamos deixando CHECKPOINTS da nossa própria existência.

Pequenos registros capazes de dizer:

EU ESTIVE AQUI.

EU VI ISSO.

EU VIVI ISSO.

E, neste checkpoint específico do ano 2000:

EU ESTAVA COM MINHA MÃE.


🏞️ Carrancas, Minas Gerais — 2000

Uma pequena cidade.

Um enorme patrimônio natural.

Rios cristalinos.

Riachos.

Ribeirões.

Grutas.

Corredeiras.

Cachoeiras.

Cascatinhas.

Tobogãs naturais.

Vegetação dourada.

Comida mineira.

Caminhadas.

Descobertas.

Diversão.

E mãe e filho explorando um pedacinho do sertão mineiro.

Não encontramos ouro.

Não encontramos pedras preciosas.

Mas, vinte e seis anos depois, descobri que trouxemos de Carrancas alguma coisa muito mais valiosa.

Uma lembrança.

E algumas lembranças, quando sobrevivem ao tempo, acabam se tornando verdadeiros tesouros.

Um Café no Bellacosa Mainframe

Carrancas, Minas Gerais — checkpoint gravado no ano 2000.

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As maravilhas das aguas em Carrancas

Nossa exploração em Carrancas nos levou a encontrar grandes quantidades de tesouros hídricos: rios, ribeiras, minas, bicas, corredeiras, cachoeiras... foi super refrescante após caminhar em trilhas sob o sol escaldante encontrar piscinas naturais para se refrescar.


Andando pelas trilhas do sertão sob o sol escaldante, não existe prazer maior que encontrar uma lagoa ou uma pequena piscina natural para relaxar. Imagine o prazer de ficar sentado em uma pequena cascata sentindo a agua caindo fazendo massagem sob o corpo.



sexta-feira, 16 de junho de 2000

Carrancas a cidade dentro da natureza

A pequena cidade de Carrancas


A cidade de Carrancas é um paraíso para os eco-turistas, tem aventuras para todos os gostos e tipos, e com certeza bolsos também, aqui na cidade é nosso ponto de partida, possuindo otimas pousadas, as delicias da culinária mineira e um povo muito hospitaleiro, vale a pena se aventurar.


Nosso grupo formado por aventureiros com todo o tipo de experiência era liderado pelo Enigma Turismo, que organizou todos os passeios, os meios de transporte necessários, acomodações e refeiçoes.

Posso dizer que andamos de caminhão em estradas normais, tratores em terreno acidentado e P2 nos caminhos mais difíceis e sem acesso. A noite relaxávamos nos pequenos barzinhos ouvindo Raul, bebendo e jogando conversa fora.

A cidade é bem pequenina com poucos edifícios marcantes, porém seu povo que com muita simpatia e hospitalidade nos fazem sentir-se em casa



Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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